Reavivados por Sua Palavra


JÓ 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de dezembro de 2019, 0:45
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JÓ 1 – Grandes nomes de persongens intelectuais como Tomas Carlyle e Victor Hugo tem o livro de Jó em alta estima alegando que o mesmo foi considerado “a obra prima da literatura humana”.

Este foi o primeiro livro bíblico a ser escrito. Seu autor é Deus, mas o escritor é Moisés – que pastoreava ovelhas do sogro (Jetro), um não-israelita, quando soube da história de Jó, outro não-israelita.

Jó viveu na parte leste do rio Jordão, conhecido atualmente como Jordânia. Ele era rico e respeitado na região. Mesmo não sendo descendente de Abraão, servia o mesmo Deus e tinha a mesma atitude de adoração que o patriarca que se tornou o pai da fé.

Enquanto que Abraão fosse oriundo de uma família pagã, politeísta e idólatra conforme revelado por Deus em Josué 24:2-3, e seus netos fossem avessos à piedade (Gênesis 34-38), os filhos de Jó tinham um pai exemplar, que, conforme revelado por Deus, era íntegro, reto, temente/fervoroso/piedoso e desviava-se do mal.

Além de estruturada espiritualmente, a família em questão era estruturada financeiramente. Entretanto, sua vida passou por uma reviravolta negativa. O capítulo foi assim sintetizado por John E. Hartley:
• Fé e prosperidade de Jó (vs. 1-5);
• Primeira cena diante de Yahweh (vs. 6-12);
• Infortúnio trágico de Jó (vs. Vs. 13-22).

As cenas alternam entre o céu e a terra. Deus provoca Satanás e Satanás provoca a Deus infernizando a vida de Seu servo Jó. Satanás tem acesso ao Céu e a Terra; contudo, não tem poder para ultrapassar os limites instituídos por Deus.
• Deus é soberano; Satanás não pode fazer nada sem Sua permissão!

Jó era homem de oração; todavia, tragicamente perdeu tudo o que tinha. Ele, que orava pelos filhos, os perdeu num só dia! Satanás é um ser real, mau, cruel e destruidor; sem a interferência divina sua periculosidade aumentaria desmedidamente.

Jó, embora seja o livro bíblico mais antigo, escrito décadas antes da composição de Gênesis, que conta uma história ocorrida cerca de 2000 anos antes de Cristo, não apresenta assuntos elementares nem está desatualizado.

Jó ficou falido num só dia, fez o funeral dos dez filhos e, depois, adorou a Deus (vs. 20-22). Um exemplo de fé e motivação para enfrentarmos as dificuldades e injustiças do dia-a-dia.

Observaste o servo Jó? Reaviva-te! – Heber Toth Armí.



JÓ 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de dezembro de 2019, 0:30
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“Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal” (v.1).

O primeiro livro da Bíblia em ordem cronológica também recebeu o nome de seu personagem principal. O livro de Jó inicia com uma história de grande prosperidade em todos os sentidos. Além de ser um homem de Deus, Jó gozava de riquezas e prestígio e possuía uma família bem ordenada. Mas, de repente, o relato é cortado e nos é revelado o que não podemos ver. Através da experiência de Jó, podemos compreender com mais clareza o grande conflito em que estamos envolvidos.

Ostentando ser o representante deste mundo e senhor de todos os seres humanos, Satanás misturou-se aos “filhos de Deus” (v.6), mas logo foi notado por Aquele que tudo vê. Sua mácula se discernia dos santos seres e manchava a solene assembleia. Na pergunta do Senhor: “Donde vens?” (v.7) estava implícita a ideia de que ele não deveria estar ali. E sua resposta desafiadora lhe conferia uma autoridade que não lhe pertencia. O diálogo entre o Senhor e o maligno acabou em uma prova da fidelidade de Jó e do quanto Satanás é um inimigo derrotado.

Quando “Satanás saiu da presença do Senhor” (v.12), Jó tornou-se o alvo de sua terrível cólera. Movido por inveja e ódio, em um único dia o inimigo dissipou todos os bens de Jó, matou os seus servos e, por último, seus filhos. À cada má notícia, a dor aumentava no coração do homem de Deus como um fogo que o consumia. A morte de todos os seus filhos, porém, lhe causou uma dor tão extrema, que não fosse a sua atitude de humilhação e adoração a Deus, e o luto o teria feito cair em desespero.

O diagnóstico dado por Deus a respeito de Seu servo Jó deve nos fazer refletir sobre  o resumo de nossa própria vida. Diante de uma batalha espiritual invisível, somos alvos do amor de Deus e alvos da ira de Satanás. Ninguém nos conhece como o Senhor. Ninguém tem a capacidade de discernir a nossa essência, nem mesmo o inimigo. Ele pode até tentar destruir os filhos de Deus, mas sempre terminará frustrado, pois o Senhor é fiel e Suas promessas jamais falham: “Ele Me invocará, e Eu lhe responderei; na sua angústia Eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei” (Sl.91:15).

Aos pais, Jó deixou o exemplo de uma paternidade vivida sob os moldes da santidade. Um lugar de honra era dado à oração. E ao interceder por seus filhos “de madrugada” (v.5), ele declarava ao Senhor o seu desejo de ter toda a sua família no Céu. “Assim o fazia Jó continuamente” (v.5) e seus filhos eram guardados no único lugar seguro: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2).

Amados, Jesus mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). Podemos como Jó até não ver o grande conflito que é travado em nosso redor, mas se confiarmos a nossa vida e a nossa família nas mãos de Deus, Ele nos honrará com um final feliz. Portanto, quer na alegria quer na dor, saiam de nossos lábios e de nosso coração a mais sincera expressão de adoração: “bendito seja o nome do Senhor” (v.21)! Vigiemos e oremos!

Bom dia, vencedores em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 1 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
23 de dezembro de 2019, 0:10
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Jó 1 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
23 de dezembro de 2019, 0:05
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862 palavras

Ao vermos calamidade e sofrimento no livro e Jó, devemos lembrar que vivemos em um mundo caído, onde o bom comportamento nem sempre é recompensado e o mau comportamento nem sempre é punido. Quando vemos um criminoso notório prosperar ou uma criança inocente em sofrimento, dizemos: “Isto está errado”. E está. O pecado distorceu a justiça e tornou nosso mundo imprevisível e feio. O livro de Jó mostra um bom homem sofrendo por nenhuma sua falta aparente. Tristemente, nosso mundo é exatamente assim. Através da vida de Jó podemos ver que fé em Deus é justificável mesmo quando nossa situação parece sem esperança. Fé baseada em recompensas ou prosperidade é vazia. Para ser inamovível, a fé precisa ser construída na confiança de que o propósito final de Deus será realizado. Life Application Study Bible Kingsway.

1 Devemos experimentar a vida como Jó fez – um dia por vez e sem possuir as respostas para todas as questões da vida. Confiaremos nós, como Jó, completamente em Deus, não interessa o que aconteça? Ou cederemos em tentação, dizendo que Deus realmente não se importa? Life Application Study Bible Kingsway.

terra de Uz. Território extenso a leste do Jordão (cf. v. 3), incluía Edom, no sul (v. Gn 36.28; Lm 4.21), e as terras araméias, no norte (v. Gn 10.23; 22.21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

íntegro e justo. Espiritual e moralmente reto. Não significa que Jó fosse impecável. Posteriormente, defende sua integridade moral, mas também se reconhece pecador (6.24; 7.21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

que se desviava do mal. Rejeitou as oportunidades que tinha para cometer o pecado. Prevenir o mal é a antítese de satisfazer os maus desejos. Pv 13.19. Podemos desviar-nos do mal ao andarmos pelo caminho reto. Jó dedica sua vida a fugir da iniquidade e a aproximar-se de Deus. Bíblia Shedd.

5 oferecia um holocausto. Antes de serem introduzidas as leis cerimoniais de Moisés, o pai de família fazia o papel de sacerdote (v. Gn 15.9, 10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jó mostrava profunda preocupação pelo bem estar espiritual de seus filhos. Temeroso de que eles pudessem haver pecado sem o saber [por ignorância], ele oferecia sacrifícios por eles. Os pais hoje podem mostrar a mesma preocupação por seus filhos. Isto significa “sacrificar” algum tempo todo dia para pedir que Deus os perdoe, ajude-os a crescer, proteja-os e os ajude a agradá-Lo. Life Application Study Bible Kingsway.

6 Satanás [NVI]. Lit., “o acusador”. … Em Jó, a palavra hebraica assim traduzida sempre recebe o artigo definido. No texto hebraico de 1Cr 21.1 o artigo já não é usado, porque na ocasião o nome “Satanás” já era usado como nome próprio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 ao SENHOR. Nome israelita de Deus [Iavé, Yahweh], segundo a aliança. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7-12 Alguns sugerem que esse diálogo foi criado pelo autor desse livro. … Se essa conversação não aconteceu, então as razões para o sofrimento permanecem desconhecidas e o livro de Jó é reduzido a ficção em vez de fato. Life Application Study Bible Kingsway.

9 Debalde. Do heb. chinnam, “por nada”, “para nada”, “sem reservas”, “em vão”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 557. [Por favor, leia tb o comentário do Pr. Christian Abendroth, que comenta o outro possível sentido de chinnam, “de graça”].

Porventura, Jó debalde teme a Deus? (ARA; NVI: “Será que Jó não tem razões para temer a Deus?”). O “acusador” tem a ousadia de acusar o homem a quem Deus elogia: diz que a justiça de Jó, na qual Deus se deleita, é interesseira – âmago do ataque feito no livro de Jó contra Deus e contra Seu servo fiel. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Satanás insinuou que Jó servia a Deus por motivos egoístas, pelo ganho material que Deus lhe permitia acumular como estímulo e recompensa pelo seu serviço. Ele tentou negar que a verdadeira religião emana do amor e de uma apreciação inteligente do caráter de Deus; [negar que] que os verdadeiros adoradores amam a religião por causa da própria religião e não da recompensa dela; que os que servem a Deus o fazem porque o servir é correto em si mesmo e não meramente porque o Céu é cheio de glória; e que se ama a Deus porque Ele é signo de afeição e confiança, não porque Ele abençoa que o faz. CBASD, vol. 3, p. 557.

15 sabeus. Provavelmente árabes do sul, de Sabá, cujos descendentes vieram a ser comerciantes ricos de especiarias, de ouro e de pedras preciosas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 fogo de Deus. Raio (v. Nm 11.1; 1Rs 18.38; 2Rs 1.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 caldeus. Povo que consistia em beduínos até c. 1000 a.C., quando se estabeleceram no sul da Mesopotâmia e posteriormente se tornaram o núcleo do império de Nabucodonosor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 vento muito forte. Furacão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 Ao ouvir isso, Jó levantou-se. Mantém silêncio, até ficar sabendo que seus filhos foram mortos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Rasgou o manto e rapou a cabeça. Em sinal de luto. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 O SENHOR o deu, o SENHOR o levou. Jó, com a fé que tem, enxerga a mão de Deus em operação, e esse fato lhe dá tranquilidade mesmo da presença da calamidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.



CONVITE À LEITURA DO LIVRO DE JÓ – Prof. Edgard Luz by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2019, 11:47
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ESTER 10 by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/10

Embora este livro tenha o nome de Ester, a jovem e corajosa rainha, Mordecai é seu ator coadjuvante. Sem a orientação e inspiração da fé, integridade e coragem de Mordecai, Ester provavelmente não teria desenvolvido a força do caráter e da fé em Deus que lhe permitiram falar e salvar seu povo.

Mordecai é um herói humilde, trabalhando silenciosamente nos bastidores, servindo um rei persa, longe de sua amada terra natal. Até o poderoso, egoísta e extravagante rei Xerxes reconhece o valor de Mordecai, seu humilde, sábio e obediente servo.

Quando Mordecai se torna o segundo homem mais poderoso do país, ele ainda se lembra de seus companheiros judeus e trabalha duro para garantir seu bem-estar e proteção. Ele aprendeu o que significa amar a Deus e amar os outros, sejam primos órfãos, seus compatriotas e crentes, ou o rei pagão de um vasto império.

Como sua fé em Deus o inspira a buscar a bênção, o bem-estar e a proteção de outras pessoas, em sua casa, entre os necessitados em sua família mais ampla, em seu local de trabalho, em sua comunidade e em sua igreja? E até o bem-estar de pessoas como o rei Xerxes, que ainda não acreditam em Deus?

Karen Holford
Diretora do Ministério de Família
Divisão Trans-Européia da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=682
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

 

Texto devocional da rodada anterior de leitura bíblica:

O curto último capítulo do livro de Ester começa com um claro sinal de que, apesar da crise e da guerra posterior, algumas coisas na Pérsia continuavam as mesmas. O rei Assuero impôs aumentos de impostos sobre a terra e sobre as ilhas. Teria sido este um esforço para compensar os fundos que Hamã havia proposto ao planejar o decreto de morte dos judeus e expoliação de seus bens? Talvez, mas o mais provável é que isto mostrasse o rei simplesmente olhando para o seu personagem favorito: ele mesmo.

Mordecai é confirmado como primeiro ministro [ou grão vizir] e somos lembrados de que tudo foi registrado nas crônicas oficiais dos medos e persas. Mordecai não buscou poder e não permitiu que o poder ou posição envenenassem sua mente com orgulho, como aconteceu com Hamã, seu antecessor. Deus colocou um homem bom em uma posição de influência e abençoou não só o povo judeu através deste ato, mas também todo o Império Persa.

O capítulo final não menciona o nome de Ester. Só nos resta supor que o resto de seu tempo como rainha foi muito parecido com os primeiros cinco anos. Após evitar uma crise terrível, ela continuava casada com o mesmo homem. Mordecai ainda cuidava dela, protegendo-a. Só que agora, ele poderia fazer isso de dentro da corte, em vez de a partir do pátio do palácio. Não sabemos se Ester teve filhos, envelheceu ou morreu feliz. Só conhecemos um momento de sua vida, talvez o de maior bravura e mais difícil e, quem sabe, o seu momento mais brilhante.

Que a nossa vida, também, possa ser reconhecida pela nossa fé. Que a nossa superação dos momentos de dificuldade possam revelar a atuação soberana de Deus em nossa vida, mesmo que o nome dele não seja mencionado, como no livro de Ester.

Jean Boonstra
Voz da Profecia

Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/09/19/



ESTER 10 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de dezembro de 2019, 0:55
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ESTER 10 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2019, 0:45
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ESTER 10 – Fim do túnel, beco sem saída, desgraça iminente, suspense, e, por fim emoção, satisfação e alegria. A história bíblica do livro de Ester é fantástica, extraordinária.

“Enquanto a trama dá reviravoltas, o autor desenvolve uma história subjacente sobre o caráter de Deus. A narrativa demonstra a providência e a soberania divinas em uma situação que parecia sem saída. Os israelitas estavam vivendo entre estrangeiros que não se importavam com eles […]. Mas numa época em que Deus parecia estar distante, Ele na verdade se preparava para libertar Seu o povo […]. Na capital persa, Deus demonstrou Sua lealdade ao pacto com os israelitas. Muito tempo antes, Ele prometera a Abraão que amaldiçoaria qualquer pessoa que amaldiçoasse os israelitas (Gn 12.2,3). A queda de Hamã ilustrou de forma dramática a fidelidade de Deus a essa promessa. Até com relação aos israelitas que permaneceram em terras estranhas Ele manteve Sua palavra, pois, apesar disso, considerou-os Seu povo. Assim, o autor de Ester ilustra claramente o que os israelitas estavam festejando no Purim: a fiel proteção que Deus provê a Seu povo” (Earl D. Radmacher, Ronald B. Allen e H. Wayne House).

O último capítulo de Ester é bem curtinho, contém somente três versículos. Ester não é mencionada na conclusão de seu livro como não foi mencionada no primeiro capítulo. Mordecai tornou-se o segundo maior do reino persa, teve o prestígio do povo; isso tudo, porém, foi pela reviravolta que Deus fez na Pérsia em seus dias.

O Comentário Bíblico Adventista destaca o caráter religioso e o ensino moral do livro de Ester:

• Embora o nome de Deus não seja mencionado, Sua providência é manifestada no livro todo.

• O livro de Ester fornece um relato da origem de um importante festival nacional judaico, a Festa de Purim, que ainda é observada com alegria a cada ano.

• Uma lição moral vital permeia a narrativa. Com o decorrer do breve dia de popularidade de Hamã, a natureza transitória da prosperidade e do poder terrestre se torna dolorosamente evidente. Deus humilha os soberbos e exalta aqueles que confiam nEle.

• A providência de Deus é impressionantemente apresentada. O poder divino está unido ao esforço humano. Os meios utilizados são humanos, mas a libertação, em si, é divina.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Atenção! Escreva tua reação ao livro de Ester:



Ester 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de dezembro de 2019, 0:30
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“Pois o judeu Mordecai foi o segundo depois do rei Assuero, e grande para com os judeus, e estimado pela multidão de seus irmãos, tendo procurado o bem-estar do seu povo e trabalhado pela prosperidade de todo o povo da sua raça” (v.3).

A despeito de ser um dos menores capítulos da Bíblia, Ester dez tem uma das mais belas lições de superação, fidelidade, fé e altruísmo. A “grandeza de Mordecai, a quem o rei exaltou” (v.2), alcançou o patamar de Daniel e de José. Como esses homens de Deus, Mordecai também chegou à posição mais nobre do reino após o rei. Em nenhum momento percebemos no texto sagrado que Mordecai alcançou favor pela cobiça, nem tampouco por falsas gentilezas ou por motivos egoístas. Muito pelo contrário, ele era estimado entre seus irmãos e procurava o bem-estar e a prosperidade de seu povo (v.3). Ou seja, a vida de Mordecai e os propósitos que Deus colocou em seu coração foram tão nobres que as últimas palavras do livro de Ester não foram dedicadas à rainha, mas a ele.

Assim como Daniel e como José, Mordecai confiou no Senhor e Lhe foi fiel. Ele pisou nas pegadas que Deus havia traçado para ele e cuidou de conduzir Ester pelo mesmo caminho. Se ambos não tivessem sonhado os sonhos de Deus, quão diferente teria sido a história não somente deles, mas de todo o povo judeu. Quando o Egito tinha o poder nas mãos de matar ou deixar viver, Deus suscitou José. Quando o mesmo se deu com Babilônia, Deus levantou Daniel. Não seria diferente no reino persa, então, Deus suscitou Mordecai, mostrando que, em nenhum momento, Ele permite que Seus filhos fiquem a mercê da impiedade. Mesmo em meio à perversidade, o Senhor não permitiu que o Seu povo perecesse.

A sobrevivência de um povo que estava condenado à morte, já foi uma prova inequívoca de que Deus tem o controle de tudo e que Ele conhece bem o coração humano. Ainda havia uma “multidão” (v.3) de judeus que não regressara a Jerusalém, mas, no meio da multidão, Deus enxergou dois corações; dois corações dispostos a fazer a Sua vontade. Ester e Mordecai arriscaram suas vidas em favor da vontade de Deus. Quanto vale a sua vida? Você daria a sua vida por alguém? Aquele que não poupou a Sua vida, nos deixou o que deve ser a nossa resposta a esses questionamentos: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de Mim e do evangelho salvá-la-á” (Mc.8:35).

Jesus não estava falando de uma escolha qualquer, mas de algo que envolve vida ou morte, eternidade ou perdição. Buscar o bem-estar do próximo em detrimento do nosso é andar sobre as pegadas que Jesus nos deixou. Imagine se Ester desse de ombros ao decreto de morte de seu povo; ou se Mordecai simplesmente tivesse se prostrado diante de Hamã. A coragem da rainha e a fidelidade de Mordecai, antes que alcançassem êxito aos olhos humanos, tiveram que alcançar êxito aos olhos de Deus. Percebam que a Bíblia não diz que Mordecai se exaltou, mas que o rei o exaltou (v.2). Ester não se valeu de nada para alcançar o favor do rei, mas o rei a amou (Et.2:15 e 17).

Os verdadeiros filhos de Deus não conquistam destaque neste mundo por méritos próprios, mas pela vivência da verdadeira grandeza. A grandeza de Mordecai, assim como a de José e a de Daniel, não foi para favorecimento próprio, mas de seus irmãos na fé. Mordecai não considerou preciosa a própria vida, se não fosse para viver para a glória do Senhor. De que valeria dizer que era um judeu, que adorava o Deus dos céus e da terra, se curvando diante da perversidade? Mordecai sabia a Quem servia. E nós, a quem servimos? Cristo disse que quem desse a vida por Ele a encontraria. Ele é o Dono da vida. E não somente essa vida que agora existe e daqui a pouco pode acabar, mas a vida eterna.

O desejo do Senhor é de engrandecer o Seu povo. A genuína grandeza, porém, não está em conquistas pessoais, mas em conquistas dadas por Deus. O livro de Ester nos trouxe muitas lições, mas creio que a maior delas tenha sido a fidelidade. Pois assim como dela dependeu a coroa de Ester e a posição privilegiada de Mordecai; da fidelidade, depende a nossa futura coroação: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10). Não ame a sua vida e nem os seus traços de personalidade, mas ame o que a vida de Cristo pode ser em você. Só experimentaremos a verdadeira grandeza quando todos os que nos cercam possam ver Jesus em nós. Busquemos ao Senhor em fidelidade, amados, e Ele nos exaltará. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, fiéis ao Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ester10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESTER 10 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
22 de dezembro de 2019, 0:10
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