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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/10
“Eu gostaria de ter morrido antes que alguém me visse. Eu gostaria de nunca ter saído do ventre de minha mãe.”
O lamento trágico de Jó é retirado do dicionário de um sofredor, uma linguagem do coração que somente aqueles que conhecem uma dor insondável podem articular. A dor da perda superou qualquer desejo de vida. A multiplicidade de perdas tem sido avassaladora. Ocorreu uma injustiça incompreensível. Então, Jó fala com tristeza amarga, uma dor que exige expressão através das palavras.
A dor física e emocional pode ser tão intensa que só se pode gritar: “Deus, nunca permita que eu acorde.” Uma pessoa pode não ser ativamente suicida e, no entanto, esperar a morte como uma fuga de perdas devastadoras.
A percepção de que Deus está desfazendo Sua própria criação cria agonia. “Você me moldou como barro. Você agora me fará voltar ao pó?” Por que Deus desfaz tudo o que ele fez na minha vida? Por que Ele permitiria que minha vida fosse despedaçada? A pergunta “por que” assombra todos os que sofrem.
Quando a dor engolir e a morte acenar, sussurre “Me ajude, Jesus!” repetidamente. Seu abraço amoroso pode ajudá-lo a suportar mais um segundo. Busque Seu coração, não Suas respostas. Seu coração precisa mais do amor de Deus do que de suas razões.
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências)
Eugene, Oregon EUA
Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=692
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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JÓ 10 – Perder um filho gera uma dor incompreensível na alma, quanto mais perder uma dezena! Além de perder todos os filhos, Jó perdeu toda sua fazenda e toda sua saúde. Seu sentimento era mais que mero luto. Sua dor era inexplicável!
Jó não sofria devido a algum pecado específico, ou por afastar-se de Deus e de Sua vontade. Não! Muito pelo contrário, assim como Jesus, ele sofria por ter vivido retamente. Se Jó não era culpado, qual, então, era a razão de tanto sofrimento? O diabo está como leão procurando algum servo de Deus para devorar – Relembre os primeiros capítulos!
Satanás fazia Jó sofrer demasiadamente, porém, ele não sabia o que havia nos bastidores. Com isso em mente, tente ser empático com Jó, que, neste capítulo…
1. Levanta grandes queixas contra Deus (vs. 1-7);
2. Filosofa nostalgicamente sobre seu passado (vs. 8-12);
3. Expõe ideias estranhas sobre Deus em relação à sua miséria (vs. 13-17);
4. Preocupa-se com sua existência e, principalmente, seu fim (vs. 18-22).
O sábio Jó do oriente perdeu até a sabedoria. Ele não entendia a razão de seu sofrimento, nem o motivo de sua existência e nem mesmo entendia seu Deus, o Criador do Universo.
Esmagados de todos os lados, o sofredor fica só o pó. Moído pela dor e espremido pela angústia, a autoestima vai ao chão; qualquer motivação desaparece, e, até a fé fica turva. Porém, Jó não desistiu de Deus.
• Não dizemos coisas feias de Deus com bem menos sofrimento que experimentou Jó?
• Não falamos inúmeras besteiras quando estamos sendo ferozmente torturados pela dor e aflição na alma?
Algumas considerações são importantes para reflexão. Pelas colocações de Jó neste capítulo, fique alerta: NÃO…
• …leve a sério tudo o que alguém alterado, amargurado e extremamente aflito fala; principalmente suas ideias esquisitas sobre Deus.
• …considere que tudo o que um sofredor no extremo da dor diga sobre sua origem, sua história e sua morte.
• …tente argumentar com alguém que está variado por passar pela experiência da dor infernal; questionar seus argumentos vai lhe ferir ainda mais.
Amigos leitores… Vamos tentar ser o intercessor humano que todo sofredor precisa. Vamos conduzir os sofredores ao Libertador divino que o coração aflito tanto almeja: Jesus Cristo!
Muita gente precisa de Jesus… – Heber Toth Armí.
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“Bem sabes Tu que eu não sou culpado; todavia, ninguém há que me livre da Tua mão” (v.7).
Caso não conhecêssemos as estratégias de Satanás e o desfecho deste livro, como será que julgaríamos as palavras e a reação de Jó? Sob o ponto de vista humano, os discursos de seus amigos seriam justos e os de Jó, insensatos. Em seu desespero, Jó questionava a Deus: “O que foi que eu fiz?”, e sua dor sem causa lhe afligia grande trauma emocional. Parecia que tudo conspirava para o seu mal e para o bem dos que o oprimiam. Jó protestou contra o que julgava ser o severo juízo de Deus.
As palavras de Jó acerca de sua origem revelam o seu conhecimento sobre da criação. Através de comparações, ele reafirmou a verdade sobre a origem da humanidade, mas não possuía total entendimento sobre a diferença entre o juízo de Deus e as obras do Maligno. Para Jó, as mãos que o criaram eram as mesmas que agora o afligiam.
Sabemos que todo o mal que sucedeu a Jó foi proveniente da cólera do adversário. Deus tinha todo o poder de livrá-lo, mas em Sua onisciência, já vislumbrava a vitória de Seu fiel servo. Uma coisa faltava a Jó, e todo o seu sofrimento seria esquecido frente ao seu encontro com o conhecimento que salva. Estamos no primeiro dia do ano, e cada um de nós passou por experiências diferentes, umas boas e outras ruins. E talvez tenha sido um ano tão difícil, que muitos chegaram a questionar: “faze-me saber por que contendes comigo” (v.2).
Cristo mesmo, em Seu sofrimento, questionou: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” (Mt.27:46). Não é pecado questionar a Deus e nEle buscar respostas. O Senhor anseia que o Seu povo O busque, e é “no vale da sombra da morte” (Sl.23:4), que a Sua presença e a Sua graça mais se revelam.
Meus irmãos, estamos vivendo no período que o apóstolo Paulo denominou de “tempos difíceis” (2Tm.3:1). Não estamos apenas cercados pelo mal, mas corremos o sério risco de permitir que o mal nos domine. Jesus mesmo falou, referindo-Se aos nossos dias: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24:22). Os dias, meses e anos correm com a celeridade de um relógio que marca o fim do pecado e da miséria humana. Enquanto há tempo, busquemos conhecer ao Senhor e a perfeita revelação de Seu amor através de Jesus Cristo. Ele nos criou e prometeu nos levar de volta para Casa. Confiemos, vigiemos e oremos!
Bom dia, escolhidos para a salvação!
• Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #euoroporvocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jó10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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211 palavras
3 Tens prazer de oprimir-me,[…] , enquanto sorris para o plano dos ímpios? Jó imagina que Deus está zangado com ele, um inocente (v. 9.28), [e] que Se deleita com os ímpios. Essas palavras servem de lembrança de que não é apropriado discutir teologia ao lado de um leito de enfermidade; em tempos de sofrimento severo, as pessoas talvez digam coisas que necessitam de uma resposta de amor e compreensão. O próprio Jó acabará arrependendo-se, e Deus lhe perdoará (42.1-6) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
17 A expressão “contra mim aumentas a tua ira” do verso 17 necessita de um esclarecimento. A palavra “raiva” ou “ira” (ARA, NVI) dá uma impressão errada. Esta é uma das palavras que não ocorrem com muita frequência no livro de Jó. Para entender esta palavra neste livro, deve-se ter em mente que nos dias de Moisés o seu significado era “ligar, conectar”. Sendo assim a palavra “ira” ou “raiva”, utilizada em algumas traduções, não corresponde ao significado original. Como Jó está muito “ligado” a Deus, “abraçado” por Deus, por um lado recebeu muitos benefícios, mas por outro lado recebeu também muitas provações. Ele se pergunta se não teria sido melhor se ele não tivesse nascido ou morrido logo após o nascimento, em vez de sofrer (v. 18-19). Koot Van Wyk, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/06/jo-10/
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/9
Neste capítulo Jó responde a Bildade e a Elifaz, cujos discursos misturavam a verdade com o erro.
Jó até concorda com o pouco de verdade existente nas pretensas palavras de conforto. “Na verdade, sei que assim é” (v.2), diz Jó. Então Jó pergunta: “Como pode o homem ser justo para com Deus? Se quiser contender com Ele, nem a uma de mil coisas lhe poderá responder” (v.3).
De acordo com Jó, um juízo investigativo se faz necessário. Ele pede um mediador humano entre Deus e o homem (v. 32-33). Ele deseja que o Senhor lhe dê um alivio (v. 34). Mas não tem medo de Deus, porque ele sabe que não possui as respostas, que suas reflexões não são a resposta final para a realidade maior que ele desconhece (v. 35).
Querido Deus,
Jó teve dificuldades para entender porque estava sofrendo tanto. Ele sentia que estava no final da vida. Permanece como nosso protetor mesmo que não entendamos a origem do nosso sofrimento.
Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul
Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=691
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Em atenção às intensas atividades inerentes aos dias da passagem de ano, não postaremos hoje, 31, e amanhã, 01, os textos do programa dos 10 Dias de Oração – edição mundial. Retomaremos as postagens no dia 02.
Acreditamos que assim todos nos beneficiaremos mais com esse excelente material.
Que o Senhor abençoe e proteja a todos, todos os dias deste novo ano.
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JÓ 9 – Deus transforma males em bens. Satanás tornara os amigos de Jó em “amigos da onça”, sem saber que, por pior que fossem, Deus os usaria para o bem!
G. Ernest Whright observou que, “segundo o pensamento do Antigo Testamento, a maior maldição que pode recair sobre o homem é estar sozinho”. John Milton também declarou: “A solidão é a primeira coisa que o olho de Deus determinou não ser boa”.
Jó, felizmente, não estava sozinho. Deus transforma maldições em bênçãos. O inimigo faz estragos; entretanto, das cinzas Deus faz reparos. Devido aos confrontos filosóficos dos amigos de Jó, este foi forçado a ir além de sua dor; passou a pensar na grandeza do Criador, além de extravasar-se diante deles (vs. 1-4).
Jó desviou a atenção da grandeza de sua desgraça, então percebeu a grandiosidade de Deus, o qual é maior que a imensidão de Sua criação e de sua dor. Segundo a teologia de Jó, DEUS…
• …sacode grandes montanhas, põe tudo de cabeça para baixo, abala a terra como se fosse brinquedinho (vs. 5-6);
• …tem poder sobre o sol e as estrelas, os imensos astros siderais, as constelações, e anda sobre grandes tsunamis (vs. 7-9);
• …faz grandes coisas, quaisquer milagres Lhe são simples demais, porém Suas obras são grandes demais aos olhos humanos – Ele é maior que elas, mas invisível (vs. 10-11);
• …faz o que quiser, sem precisar dar satisfação a ninguém e sem que ninguém O impeça ou esteja à altura para questionar-Lhe Seus desígnios (vs. 12-14).
Sentindo-se humilhado, menor que um átomo diante de Deus, Jó esqueceu-se de suas queixas em prol de sua dor, para reconhecer sua necessidade de um mediador.
JÓ…
• …viu a necessidade de suplicar misericórdia a Deus, sem pretensão de requerer seus direitos (vs. 15-18);
• …reconheceu que sua mais elevada sabedoria é insuficiente para arguir perante Deus, seus fortes argumentos são insignificantes perante o Soberano do Universo (vs. 19-20);
• …embora sábio, revelou ser extremamente limitado em conhecimento (vs. 21-24);
• …fragilizado pela desgraça que lhe acometera, reconheceu sua efemeridade e insignificância (vs. 25-31);
• …revelou que (sem a revelação que temos), desconhecia a existência de um Sumo Sacerdote que intercede em favor do condenado (vs. 32-35).
Jesus é intercessor do pecador (1 Timóteo 2:5). Apresentemos-Lhe nossa causa!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Eis que Ele passa por mim, e não O vejo; segue perante mim, e não O percebo” (v.11).
Não era fácil para Jó expressar em palavras todo o seu sofrimento. Diante de discursos que colocavam em dúvida a integridade de seu caráter, seu anseio era conhecer a causa do mal que o afligia. Através das coisas criadas, Jó exaltou o Criador e Seu poder em mantê-las ou transtorná-las. Suas palavras, porém, também expressam uma ideia equivocada acerca de Deus e de Seu relacionamento com o homem, como se a soberania do Senhor fosse um empecilho para “que desse ouvidos” (v.16) às orações dos aflitos.
Ainda que não compreendesse, de fato, algumas coisas, e julgasse que em tal condição parecia que Deus não poderia ouvi-lo, a sinceridade de Jó foi reconhecida pelo Céu. Sua experiência com Deus precisava subir o degrau do verdadeiro conhecimento. E em sua confissão: “Eis que Ele passa por mim, e não O vejo” (v.11), dá a entender de que ainda lhe faltava algo; que mesmo diante da confiança pessoal: “Eu sou íntegro” (v.21), Jó precisava experimentar a comunhão que transcende os sentidos.
Em Sua oração sacerdotal, Jesus declarou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Este conhecimento, e não o mero conhecimento teórico, é a chave que abre os portais da eternidade. Mesmo não tendo todo o entendimento acerca do bem e do mal, Jó estava no caminho certo para o verdadeiro conhecimento de Deus. A sua busca por respostas logo seria satisfeita pelo encontro que todos nós deveríamos desejar.
Próximo ao fim de seu sofrimento, o próprio Jó confessou: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:5-6). Foi quando Jó experimentou o verdadeiro conhecimento de Deus que passou a enxergar a sua condição como mínima. É quando o adorador olha para o Senhor, que encontra a salvação, como está escrito: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22). E quanto mais olhamos para Jesus e estudamos a Sua vida de perfeito procedimento, mais enxergamos a nossa dessemelhança de Seu caráter e mais nos humilhamos em busca de mudança.
O contato diário com as Escrituras e as orações segredadas a Deus são os meios de comunicação espiritual que abrem as janelas da alma para a atuação do Espírito Santo. Por mais que eu escreva ou que tente expressar em palavras o que o Espírito Santo tem me dado a entender, “nem a uma de mil coisas” (v.3) que eu diga pode substituir o que o Senhor deseja falar a você através do seu contato pessoal com a Bíblia. Não busque comentários de homens antes de examinar por si mesmo as Escrituras. Em oração, busque o conhecimento de Deus e, como Jó, você descobrirá que ver Jesus pode ser uma experiência real e diária até que Ele venha. Vigiemos e oremos!
Bom dia e um feliz Ano Novo, conhecedores de Deus!
Desafio do ano: Firme com o Senhor o compromisso de buscá-Lo em primeiro lugar todas as manhãs, através do estudo da Bíblia e da oração. E, certamente, você será uma testemunha de Jesus, aguardando e apressando a Sua volta.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jó9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100