Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de agosto de 2025, 0:30
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NÚMEROS 8 – Em Números 3:5-10 orienta que os levitas foram escolhidos pelo próprio Deus para ministrarem e liderarem o serviço religioso no santuário. Agora, em Números 8, os levitas assumem verdadeiramente suas funções.

Em Números 7 houve uma longa cerimônia para consagrar o altar de sacrifícios. Após 12 dias de consagração, os líderes espirituais assumiriam suas funções; e, assim como a luz do candelabro que Arão ascendeu, os ministros de Deus devem ser luzes na jornada dos fieis rumo ao Céu durante este mundo árido (Números 8:1-22).

A teologia de Números 8 mostra que, mais importante que doar ofertas para Deus é doar-se como oferta a Deus (Números 8:11, 15, 21). Sem primeiramente doar-se a Deus, qualquer outra doação ou oferta perde o sentido espiritual almejado por Deus.

Jesus é dono da prata e do ouro do mundo inteiro; Ele não está interessado em nossos recursos financeiros. Seu interesse primário é nosso coração: Tudo o que somos com tudo o que temos. É esse tipo de consagração que Deus espera de todos nós.

Somente quem assim age se torna apto para dedicar-se “ao trabalho do Senhor” (Números 8:11). Os crentes de Macedônia foram prodigamente generosos em suas ofertas para “assistência aos santos” porque “entregaram-se primeiramente a si mesmos ao Senhor” (2 Coríntios 8:1-5).

Os levitas ministrariam “na Tenda do Encontro em nome dos israelitas e farão propiciação por eles” dos 25 aos 50 anos de idade; depois disso, “poderão ajudar seus companheiros de ofício… mas eles mesmos não deverão fazer o trabalho” (Números 8:23-26). Eles ocupavam lugar dos primogênitos (Números 8:17-18), e intercediam pelos israelitas (Números 8:19).

Jesus assumiu nosso lugar na cruz para pagar o preço de nosso pecado e subiu ao Céu para ministrar no verdadeiro santuário em nosso favor, intercedendo ininterruptamente por nós (2 Coríntios 5:21; 1 Timóteo 2:5; Hebreus 8:1-2).

Somente após Moisés ter feito propiciação pelos levitas e purificá-los, que “passaram a ministrar na Tenda do Encontro sob a supervisão de Arão e seus filhos” (Números 8:22). Diferentemente, Jesus não precisou santificar-Se nem que alguém ministrasse ritual para purificá-Lo; pois, Ele não teve nenhuma mancha de pecado (Hebreus 7:26-28). É de sumo sacerdote como Ele que precisamos.

E… graças a Deus nós temos: É Jesus, nosso Salvador! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 7 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 7 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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NÚMEROS 7 by Luís Uehara
18 de agosto de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/7

Nos primeiros tempos dos Estados Unidos, os protestantes construíam casas de culto simples. Eles chamavam suas igrejas nas aldeias de “Celeiro do Senhor”, isso era uma reação ao enorme custo da construção de impressionantes catedrais. O objetivo disto era enfatizar que a Palavra de Deus era o coração da verdadeira adoração.

No sistema de adoração dado por Deus ao antigo Israel havia um equilíbrio entre a simplicidade excessiva e a ostentação. As dádivas solicitadas para o erguimento do tabernáculo foram concebidas de forma a não exceder a capacidade de dar da pessoa comum.

Em Números 7 há a descrição de dois conjuntos de presentes. O primeiro deles foi dado aos levitas encarregados de transportar o tabernáculo. O povo presenciou os líderes de Israel darem seis carros e doze bois para o serviço do Senhor.

O segundo conjunto de presentes deveria ser dado pelos líderes ao longo de um período de doze dias, o mesmo número de itens a cada dia: um prato, uma bacia, uma travessa, um carneiro, um cordeiro, e assim por diante.

As pessoas, incluindo as crianças, devem ter se sentido profundamente impressionadas ao assistirem isto. Dar tornou-se algo agradável, e ninguém se sentiu constrangido perante Deus a dar.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2025, 0:50
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964 palavras

Após o tabernáculo ter sido erguido, ungido e consagrado, os líderes das 12 tribos trouxeram presentes e ofertas para seu uso e manutenção. Todo o povo participou – era o tabernáculo de todos. Life Application Study Bible.

Ver Êx 40, que registra o levantamento do tabernáculo e no fim registra a cobertura da nuvem e a presença do Senhor enchendo o tabernáculo. Com muita repetição de linguagem, esse capítulo (o mais longo do Pentateuco) registra os presentes magníficos (e idênticos) que os líderes das 12 tribos ofereceram ao Senhor para o serviço do tabernáculo. Parece adequado que o registro desses presentes siga o texto da bênção arônica (6.24-26); Em gratidão pela promessa de Deus, de que Ele abençoará o Seu povo, eles trazem presentes ao Senhor em 12 dias sequenciais de celebrações suntuosas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

As ofertas dos príncipes. Cada príncipe em Israel ofereceu ao Senhor a dádiva de cada um, que é relatada separadamente, numa demonstração que cada um deve prestar culto individualmente, e não depender só de adoração coletiva de Deus. Observa-se também a ordem e o cuidado em cumprir os mandamentos do Senhor, neste capítulo dos mais longos da Bíblia. … O sétimo capítulo nos ensina que: 1) Deus ama a quem dá com alegria, 2 Co 9.7; 2) Deus reconhece cada dádiva, mesmo que sejam idênticas. Veja Mc 12.41-11. Os pormenores exatos nos ensinam que Deus não despreza sacrifício algum, se vem do coração, Sl 51.17; 3) Deus tem prazer em cada dádiva útil para o progresso de Sua igreja; estas eram mormente para facilitar o transporte do Tabernáculo; 4) Deus coroa nossa vida com a comunhão com a Sua própria pessoa, feita através da Sua revelação e da nossa oração, v. 89Bíblia Shedd.

1-9 Os carros e os bois foram apresentados. os líderes das tribos uniram-se para trazer os carros, bem como os bois para os puxar, para uso de dois dos clãs levíticos, que transportariam as partes do tabernáculo que lhes tinham sido designadas (3.21-26, 33-37; 4.21-33). Nenhum carro foi entregue aos coatitas; esses estavam encarregados de carregar sobre os ombros as coisas sagradas (v. 9). Bíblia de Genebra.

No dia. De acordo com Êxodo 40:17 e 18, esse teria sido o primeiro dia do primeiro mês do segundo ano de peregrinação. Trata-se do dia da conclusão do tabernáculo e da unção do altar (v. 1, 10, 84, 88). A narrativa retorna para o primeiro dia do segundo ano, o mês anterior à contagem dos exércitos. CBASD –  Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 923.

carros cobertos. Necessários para as partes pesadas do tabernáculo e cobertos a fim de fornecer proteção adequada em relação a intempéries. CBASD, vol. 1, p. 923.

quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu serviço. Os meios de transporte dados aos filhos de Merari consistiam em duas vezes mais do que aqueles dados para os gersonitas, já que seu fardo, de tábuas, colunas e bases (4.31-32), era muito mais pesado. Bíblia Shedd.

Mas aos filhos de Coate nada deu. Os coatitas não receberam carros, pois não eram responsáveis pelo exterior do tabernáculo. Sob seu encargo estavam a arca, a mesa dos pães da proposição, etc. Essas coisas eram carregas em varas, sobre os ombros (Nm 4:15). CBASD, vol. 1, p. 923.

10 Ofereceram os príncipes para a dedicação do altar. Lv 8:11, 15 registram a consagração do altar externo. Os líderes providenciaram um valioso conjunto de recipientes para os rituais sacrificais no altar, assim como materiais e animais para serem oferecidos nele. Andrews Study Bible.

11 Cada príncipe apresentará, no seu dia. A ordem não era de idade, de dignidade ou de descendência dos filhos mais velhos de Israel, mas sim, a ordem da marcha estabelecida pelo próprio Deus, 2.1-21. Bíblia Shedd.

13, 14 um prato de prata de cento e trinta siclos (ARA; NVI: “um quilo e quintos e sessenta gramas”). dez siclos (ARA; NVI: “cento e vinte gramas”).

72, 78 No v. 72, Pagiel quer dizer “Intervenção de Deus”, e Ocrã significa “Importuno”. A tribo de Aser tem o nome de “Bem-aventurado”; … No v. 78, Aira quer dizer: “meu irmão é mau”… Todos estes nomes [dos príncipes] têm sentido religioso que pode ser relacionado com Cristo. Isto se vê até nos nomes mais obscuros como: “meu irmão é mau”, o que mostra o amor de Cristo em se tornar irmão dos pecadores (Hb 2.11, 12), e “Importuno”, que mostra a perseverança na oração que Cristo ensinou pela parábola do amigo importuno, Lc 11.5-8. Bíblia Shedd.

84-88 Os totais dos 12 conjuntos de presentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

84 foi ungido. A consagração das ofertas dos príncipes foi realizada por um período de 12 dias. CBASD, vol. 1, p. 924.

89 O ponto culminante. É estabelecida a comunhão entre o Senhor e o seu profeta. O povo tem um intercessor com Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

propiciatório. Essa designação da tampa ornamentada da arca representa uma palavra hebraica (lit.”cobertura do propiciatório” ou “lugar da expiação”). O propiciatório é mencionado 25 vezes no Pentateuco, mas somente uma vez em livros posteriores (1Cr 28:11). Ver notas em Êx 25.17 e Lv 16.2. Bíblia de Genebra.

a voz que falava … entre os dois querubins. Comparar com Êx 25:22. O Senhor era o Governante e os presentes dos líderes eram uma espécie de “tributo” que reconhecia sua soberania. Andrews Study Bible.

Imagine ouvir a voz de Deus! Moisés deve ter tremido com o som. Entretanto, temos a voz de Deus registrada para nós na Bíblia e não deveremos ter menos reverência e admiração por estas palavras. Deus por vezes fala diretamente a Seu povo para lhes dizer a maneira correta de viver. A Bíblia registra estas conversas para nos dar percepções do caráter de Deus. Quão trágico é quando tomamos estas palavras de Deus sem a devida importância. Como Moisés, nós temos o privilégio de conversar com Deus, mas Deus nos responde de maneira diferente – através de Sua palavra escrita e pela guia de Seu Espírito Santo. Para receber este direcionamento, precisamos buscar conhecer Deus como Moisés o fez. Life Application Study Bible.



Números 07 – Rosana Barros by Ivan Barros
18 de agosto de 2025, 0:45
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“Esta é a dádiva feita pelos príncipes de Israel para a consagração do altar, no dia em que foi ungido […]” (v.84).

Exatamente “no dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo” (v.1), uma oferta especial foi oferecida pelos “príncipes de Israel, os cabeças da casa de seus pais” (v.2). Instruído pelo Senhor, Moisés logo distribuiu essas ofertas entre os levitas, exceto aos filhos de Coate, pois estes não teriam necessidade de carros ou animais, “porquanto a seu cargo estava o santuário, que deviam levar aos ombros” (v.9). Além da oferta levada ao tabernáculo no primeiro dia, outra oferta sucedeu aquele momento em mais doze dias. Começando pelo príncipe dos filhos de Judá, a cada dia, o príncipe de uma tribo se dirigia ao tabernáculo para oferecer sua dádiva, segundo a ordem das tribos. O detalhe é que as ofertas de todos os príncipes eram idênticas.

As Escrituras têm uma característica especial que, para muitos de nós, pode parecer cansativa: a repetição. O capítulo de hoje relata a oferta de príncipe por príncipe, repetindo suas ofertas, ainda que todas sejam idênticas. O Senhor, porém, não faz nada sem um propósito bem definido. Nossa mente pode receber fortes influências, negativas ou positivas, pelo processo de repetição. Quando a Bíblia reforça uma ideia ou ensinamento, é porque o Senhor deseja que assimilemos algo de grande importância naquela mensagem. Ao lermos sobre as dádivas idênticas dos príncipes de Israel, percebemos que Deus não olha para o valor das nossas ofertas nem faz acepção de doadores. Aos olhos de Deus, toda oferta apresentada diante do Seu altar, como expressão de alegria do adorador, é semelhante à oferta da viúva pobre (Lc.21:1-4).

Ao oferecerem seus presentes ao Senhor, não houve tentativa de angariar reconhecimento humano. Nenhum príncipe levou além ou aquém do que o outro. Toda a atenção deveria estar voltada para a adoração ao Senhor, que havia descido para habitar no meio de Seu povo. Não ousaram destacar nenhuma de suas obras. No dia determinado, cada príncipe, em atitude de reverência e santo procedimento, sem pompa ou anúncio prévio, conduzia suas ofertas ao local designado e rogava ao Senhor por Seu favor e bênção. Consagrado o altar pelos filhos de Israel, o santuário tornou-se morada de Deus e fonte de comunicação entre Ele e Seu povo por meio de Moisés, que “ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do Testemunho, entre os dois querubins; assim [o Senhor] lhe falava” (v.89).

Deus não exige de Seus filhos ofertas mecânicas nem lhes pede além do que suas posses permitem ofertar. Também não pode abençoar onde há descaso para com Sua Casa e Sua obra. Onde há um grupo de crentes reunidos, deve haver a cooperação de todos para o avanço da obra do Senhor. Isso inclui nossa adoração por meio dos dízimos e das ofertas. Muitos têm alimentado o sentimento maligno de que apenas os mais afortunados devem se empenhar em devolver e doar. Fossem eles mais fiéis no pouco que possuem, não teriam necessidade alguma dos recursos dos ricos. A bênção do Senhor não está sobre quem dá mais, mas sobre “quem dá com alegria” (2Co.9:7). São esses os amados de Deus que saltarão de júbilo quando ouvirem da boca de Jesus: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu [Senhor]” (Mt.25:23).

Mordomia, amados, é adoração. Se queremos crescer como verdadeiros adoradores de Deus, precisamos nos dedicar ao exame de Sua Palavra com diligência, sem descaso ou desleixo, clamando pela sabedoria do Espírito da verdade. Como os bens foram distribuídos aos levitas de forma diferente, Deus também distribui os bens desta terra conforme Lhe apraz, de acordo com a capacidade de cada um em administrar. Tudo o que ofertamos ao Senhor de coração, seja pouco ou muito, é computado nos Céus como o montante afortunado daqueles que entenderam que a maior e melhor oferta já nos foi dada: Jesus Cristo. Jesus, de boa vontade, deu Sua vida por mim e por você. Nenhuma oferta humana, ou todas elas juntas, poderia se assemelhar ao alto preço de nosso resgate.

Que a alegria que brota do fruto do Espírito Santo nos motive não somente a ofertar os nossos recursos ao Senhor, mas que tudo em nós seja uma resposta de amor ao Deus que nos salvou.

Pai Celestial, o Senhor tanto nos amou que nos deu o Seu único Filho. E essa oferta de amor, que nos proveu libertação, deveria ser suficiente para humilhar o nosso coração e rendê-lo a Ti. Porque cremos, Senhor, que se o nosso coração for Tua propriedade, tudo em nossa vida será uma oferta de verdadeira adoração a Ti. Ó, Pai, faz-nos habitação do Teu Espírito para que tenhamos os ouvidos abertos e atentos para ouvir a Tua voz, mediante o estudo da Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, príncipes e princesas do reino dos Céus!

Rosana Garcia Barros

#Números07 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2025, 0:30
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NÚMEROS 7 – Os grandes desertos da vida nos ensinam grandes lições. Bruno Euclides, olhando para a história sagrada do povo de Deus, declarou que “o deserto é um sinal de que você não está mais no Egito. Seja grato!”

O livro de Números revela que na caminhada pelo deserto deste mundo, o povo de Deus precisa dos líderes espirituais. Somente submetendo-nos com responsabilidade ao Senhor e a Seus líderes, cumprindo fielmente aos deveres designados pelo Espírito Santo, poderemos obter segurança durante a travessia pelo deserto desta vida.

São os líderes espirituais que abençoa ao povo de Deus; eles que transmitem as bênçãos dos céus aos lares do povo de Deus (Números 6:22-27).

Em Números 7:89 notamos que Deus falou com Seu líder Moisés, “de forma audível, assim como fizeram com Adão e Eva no jardim (Gn 3:9) e com Abraão à porta de sua tenda (Gn 17:1). Nesta ocasião, só Moisés recebeu permissão para entrar no tabernáculo a fim de ouvir a mensagem de Deus (ver Êx 25:22; 40:33, 34; Lv 16:2)” (CBASD, v. 1, p. 924).

Os líderes das doze tribos de Israel ofereceram suas ofertas ao Soberano Senhor no Santuário. Desta forma eles estavam reconhecendo a soberania divina sobre toda esfera não só religiosa, mas também na esfera política. “Dia a dia as tribos chegavam umas após as outras, levando utensílios de prata e ouro e grande número de animais para sacrifício. Ainda mais importante que essas ofertas generosas, porém, era a entrega que Israel fazia de si mesmo para o Senhor”, observa Eugene Merrill.

Líderes e liderados devem reconhecer o Deus que abençoa graciosa e ricamente (Números 6:22-27). A consagração do altar demonstra a dedicação do povo a Deus. A reação positiva do povo às bênçãos divinas fornece importantes lições para nós:

• Se reconhecermos a generosidade de Deus, seremos generosos para com Ele.
• Devemos promover a unidade e a igualdade entre o povo de Deus, como as tribos que se comprometeram unanimemente.
• Ofertas são entregues aos líderes religiosos, os quais administrarão conforme Deus orientou.
• Adoração não deve ser fruto de obrigação, deve ser a resposta do coração cheio de gratidão.
• Ofertas contribuem para a manutenção e avanço do ministério do Soberano Deus que visa salvar pessoas.

Diante disso, certamente precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 6 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 6 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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NÚMEROS 6 by Luís Uehara
17 de agosto de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/6

O voto para ser um Nazireu que uma pessoa fazia era um compromisso público de viver uma vida de abnegação. Podia ser por um período, ou de forma permanente. Por exemplo, um nazireu tinha que negar a si mesmo, evitando o uso de qualquer tipo de uva “fresca ou seca.” Portanto, o voto de nazireado também colocaria uma pessoa à parte socialmente. Sem jantares felizes ou banquetes. Além disso, se um parente próximo, até mesmo uma mãe, morresse, o nazireu não podia chegar perto do corpo. Ser um nazireu poderia significar ser um solitário.

Hoje os governos restringem as atividades daqueles que têm um comportamento inaceitável, colocando-os na prisão. Geralmente, eles não estão autorizados a participar de funerais de entes queridos. Isto pode parecer uma ação dura por parte do governo, mas a vida escolhida pelo infrator resultou nessa realidade. Portanto, vemos que restrições semelhantes às que vemos nas Escrituras podem ser encontradas na sociedade de hoje.

A restrição das atividades daqueles que haviam tomado o voto de nazireado e que desejavam ter uma experiência espiritual mais profunda não deve ser vista como algo rigoroso demais da parte de Deus.

Se quisermos ter uma experiência espiritual mais profunda, também precisamos ser cuidadosos com o que comemos e bebemos e selecionar cuidadosamente nossas atividades.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de agosto de 2025, 0:50
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1096 palavras

1-21 O voto de um nazireu era um tipo especial de dedicação voluntária. Uma pessoa podia tomar um voto especial de separação por um período limitado de tempo, durante o qual não poderia comer e beber qualquer coisa derivada de videira e nem deveria aparar seus cabelos ou sua barba. Bíblia de Genebra.

2-21 O nazireu é aquele que se separa para a obra de Deus, por voto especial, seja penitencial ou devocional, por tempo determinado. Bíblia Shedd.

Este voto poderia ser tomado por, no mínimo, 30 dias ou por toda a vida. Era voluntário, com uma exceção – pais poderiam tomar o voto por seus filhos pequenos, fazendo-os nazireus para toda a vida [como Samuel]. … O propósito do voto do nazireado era levantar um grupo de líderes devotados completamente a Deus. Sansão, Samuel e João Batista eram provavelmente nazireus por toda a vida. Life Application Study Bible.

2 nazireu. O radical hebraico significa “separar”, “consagrar”, “dedicar”, num sentido religioso ou cerimonial. O substantivo nazir significa “consagração”, “coroa” (em sinal de consagração), e se refere também à pessoa consagrada. A expressão completa, “nazireu consagrado a Deus” (Jz 13:5, 7), denota uma pessoa plenamente dedicada ao Senhor. CBASD, vol. 1, p. 917

O nazireu ou nazarita não se deve confundir com o nazareno, cidadão de Nazaré, como era Jesus, Mt 2.23.

seja homem ou mulher. Há poucos exemplos de mulheres que fizeram o voto de nazireu. Elas precisariam cumprir condições semelhantes às exigidas dos homens. … O fato de a mãe de Sansão ter recebido a ordem de não beber vinho indica que ela talvez tenha feito um voto de nazireu temporário (Jz 13:4, 5). CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 917.

bebida forte. Bebidas embriagantes em geral. CBASD, vol. 1, p. 917.

nem comerá uvas frescas ou secas (ARA; NVI: “Não poderá … comer uvas nem passas”).

4 nada que venha da videira. Não somente era proibida a bebida fermentada, mas também as sementes e as cascas. Durante o período de voto de um nazireu, três áreas da sua vida eram controladas: 1) dieta; 2) aparência; e 3) associações. … Uma analogia pode ser a prática de alguns cristãos que abrem mão de certos alimentos [bons] durante o período da Quaresma para aumentar a devoção espiritual a Cristo em tempos de lembrança da Paixão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

não se aproximará de cadáver. O nazireu era proibido de tocar em cadáver, de estar na mesma casa em que houvesse pessoa morta e de acompanhar o defunto à sepultura (Nm 19:11-16).  … Sansão não observou esta ordem nem várias outras (Jz 14:19; 15:8). CBASD, vol. 1, p. 918.

o nazireado do seu Deus está sobre a sua cabeça (ARA; NVI: ”traz sobre a cabeça o símbolo de sua separação para Deus”).

contaminar. A contaminação era causada pelo cadáver; não se tratava, portanto, de um ato intencional do nazireu. Até mesmo os pecados não intencionais e “ocultos” eram considerados sérios (Sl 19:12; 90:8). CBASD, vol. 1, p. 918.

11 holocausto. Isto é, sacrifício totalmente queimadoNota textual NVI.

pecou. Isto é, contraiu um estado de impureza legal e assim pecou contra Deus, pois não tomou as precauções adequadas para não entrar em contato com um cadáver. Isso pode ser comparado com a ênfase de Cristo à importância da pureza do coração (Mc 7:18-23). CBASD, vol. 1, p. 918.

12 para oferta pela culpa (ARA; NVI:”oferta de reparação”).

14 apresentará sua oferta ao SENHOR …  para oferta pelo pecado. A oferta pelo pecado se destinava a qualquer omissão de que o indivíduo fosse culpado durante os dias do voto. CBASD, vol. 1, p. 919.

de comunhão. Ou de pazNota textual NVI.

15 obreias asmas (ARA; NVI:”pães sem fermento”).

libações (ARA; NVI:”oferta derramada”).

19 nas mãos. O hebraico diz: “sobre as palmas das mãos viradas para cima” do nazireu (ver Êx 29:24; Lv 8:27). CBASD, vol. 1, p. 919.

21 afora os que as suas posses lhe permitirem. (ARA; NVI:”sem contar qualquer outra coisa que ele possa dedicar”).

22-27 A bênção que o sacerdote tinha que dar ao povo era objetiva, gradativa e completa, referindo-se primeiro ao cuidado pessoal que Deus tem pelo bem estar individual, “O Senhor te abençoe e te guarde”. Em segundo lugar, apela para maior comunhão com Deus numa autêntica vida espiritual de perdão e santificação, v 25. Em terceiro lugar, concede-se uma bênção particular de bem estar e felicidade, v. 27Bíblia Shedd.

23 abençoareis os filhos de Israel. Arão e Moisés tinham abençoado o povo (Lv 9:22-23). Agora Deus concede aos sacerdotes uma linda e poética oração para invocá-Lo como o Deus de Israel para que Ele abençoe a nação santa com favor [misericórdia], proteção e bem estar. Esta é a “Oração do Senhor” do AT. Andrews Study Bible.

dir-lhe-eis. A palavra sugere que a bênção era pronunciada na presença de toda a congregação (ver Lv 9:22; Dt 21:5). CBASD, vol. 1, p. 919.

24-26 A bênção arônica. A tríplice repetição do nome divino Iavé (“O SENHOR” visa ao realce e também acrescenta força á expressão no v. 27: “Assim eles invocarão o Meu nome sobre os israelitas”. Cada versículo transmite dois elementos da bênção, e os versículos são progressivamente mais longos (no texto hebraico, o primeiro versículo tem três palavras, o segundo tem cinco, e o terceiro tem sete). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Essa tríplice bênção era proferida pelo sacerdote com as mãos erguidas (Lv 9.22).

A bênção que você profere não apenas beneficia aquele que a recebe – ela também demonstra amor, transmite encorajamento e provê um modelo de cuidado pelos outros. Bíblia de Genebra.

24 O SENHOR te abençoe e te guarde. Bênção dupla de vida longa e felicidade, uma proteção contra perda e pecado. CBASD, vol. 1, p. 9219

25 faça resplandecer o Seu rosto sobre ti. Isto é, mostre a Sua bondade para contigoNota textual NVI. A palavra [“resplandecer”] significa “iluminar”, “envolver em glória” (ver 1Sm 14:29; Ed 9:8; Pv 4:18; Is 60:19). CBASD, vol. 1, p. 919.

Quanto mais íntimo for o acesso do indivíduo à face de Deus, maior a sua bem-aventurança. Bíblia de Genebra.

26 levante o rosto. Compare com o Salmo 4:6. Quando o rosto de Yahweh fica oculto, o desespero se apodera do crente (Dt 31:17, 18; ó 13:24). Quando Seu rosto se volta contra a pessoa, morte e destruição recaem sobre ela (Lv 17:10; Sl 30:7; 34:16; 44:24, 25; 104:29). CBASD, vol. 1, p. 919-920.

paz. Em hebraico, essa palavra é shalom, aqui vista na sua plenitude mais expressiva – não a ausência de guerra, mas um estado positivo de bem estar e de que tudo está certo. Semelhante paz provém somente da parte do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 porão o Meu nome. Deus revelou pessoalmente Seu nome (Êx 3:13-15; 6:3), que tem uma santidade inexprimível (Êx 20:7; 33:19; 34:6, 7). … A lição fundamental da expressão “porão o Meu nome sobre os filhos de Israel” se encontra no fato de que eles eram a posse particular de Deus (ver com. de Êx 19:5) e estavam associados a Ele de forma íntima (ver Dt 28:10, Jr 14:9). CBASD, vol. 1, p. 920.



Números 06 – Rosana Barros by Ivan Barros
17 de agosto de 2025, 0:45
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“Assim, porão o Meu nome sobre os filhos de Israel, e Eu os abençoarei” (v.27).

Ao estudarmos a lei do nazireado, creio que todos nós nos reportamos ao nazireu mais famoso da Bíblia: Sansão. O voto de nazireu incluía a abstenção do fruto da vide e de todos os seus derivados, a proibição de cortar os cabelos e de tocar em qualquer cadáver. Era um voto feito por um período determinado ou por toda a vida. “Por todos os dias do seu nazireado, santo será ao Senhor” (v.8). Sansão nasceu de uma mulher estéril e, desde o ventre, foi dedicado ao Senhor como nazireu. Na fase adulta, porém, suas ações não condiziam com seu voto, pois depositava confiança em sua força, como se fosse um talento peculiar. Apesar de ter se arrependido no final de sua vida, como teria sido diferente o desfecho de sua história se ele tivesse compreendido a razão de sua vocação.

Quanto ao voto ou juramento, Cristo nos ordenou: “Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis […] Seja, porém, a vossa palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt.5:34 e 37). Jesus, por meio de Sua vida e ministério, nos deixou o exemplo de que a fidelidade ao Senhor deve ser resultado de uma vida de santificação. O Senhor busca homens e mulheres que assumam o posto de seu dever com temor, tremor e humildade de coração. Será esse o povo que os anjos do Senhor reconhecerão, e, no grande Dia de Deus, a seu respeito dirão: “Isto é santo” (v.20), quando o Senhor mesmo “enviará os Seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:31).

Todas as vezes que Israel se preparava para marchar, segundo as orientações do Senhor, antes de partir, o acampamento era tomado por um grande silêncio e, em atitude de reverência, todos ouviam a bênção proferida pelos sacerdotes. Anjos poderosos eram comissionados por Deus para acampar ao redor do Seu povo. Jovens, idosos e crianças sentiam em seus corações a alegria de saber que o Senhor estava no meio deles, garantindo-lhes proteção e cuidado. Assim como fez com Moisés, Deus também desejava refletir o Seu rosto sobre todo o Seu povo. Israel havia sido eleito para refletir o caráter do Senhor, seu Deus: um povo santo, separado para o propósito de glorificar o Senhor em toda a Terra.

O mundo está diante dos últimos instantes de oportunidade para aceitar o chamado de Deus. É tempo de “se consagrar ao Senhor” (v.2), não mais para cumprir um juramento, mas para estar preparado para ver a Deus. “Segui”, amados, “a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14). Muitos dizem aceitar Jesus como seu Salvador, mas O rejeitam como seu Senhor. Desejam as bênçãos, mas ignoram os deveres. Se seguir a Cristo e Sua Palavra implica abandonar suas paixões e inclinações pessoais, escolhem seguir uma religiosidade menos exigente; querem um “cristo” que ignore seus pecados e os considere aceitáveis e inofensivos. Ó, amados, essa não é a religião de Cristo! “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se incontaminado do mundo” (Tg 1:27).

A bênção está relacionada à inscrição do nome de Deus sobre um povo eleito para ser santo, como o Senhor é santo. Santidade, amados, não se trata de impecabilidade, mas da perseverante e sincera busca pelo conhecimento que salva: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Diante de tão solene momento, precisamos consagrar nossa vida ao Senhor e ser o reflexo de Seu caráter para um mundo que sofre em agonia. Reflitamos nas palavras de M. L. Andreasen:

“É agora o tempo de enviar a mensagem profética até os confins da Terra. Foi esta a ordem de Cristo quando nos confiou a grande comissão evangélica de ensinar todas as nações e batizá-las, ‘ensinando-lhes a guardar todas as coisas que Eu vos tenho mandado’ (Mt.28:20). Essa ordem — de observar todas as coisas — está a par com a mensagem profética, de que obedecer é melhor do que sacrificar. Uma vez feita esta obra, o fim virá” (O Ritual do Santuário, CPB, p. 60).

“Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is.40:3).

“O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o rosto e te dê a paz” (v.24-26). Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, consagrados ao Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Números06 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100