Reavivados por Sua Palavra


JÓ 33 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
24 de janeiro de 2020, 0:55
Filed under: Sem categoria



JÓ 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de janeiro de 2020, 0:45
Filed under: Sem categoria

JÓ 33 – A complexidade da vida faz as pessoas investirem seus pensamentos na busca de respostas às perplexidades da humanidade.

Mesmo para os religiosos, surgem mais enigmas que respostas. A sabedoria dos filósofos, a ciência dos pesquisadores e a inteligência dos pensadores são insuficientes para esclarecer os problemas da existência. Carecemos de algo mais!

Eliú intentará desvendar mistérios. Sua abordagem difere da dos outros que intentaram, mas foi tão infeliz quanto eles em revelar os enigmas da vida. Apesar disso, neste capítulo Eliú apresenta temas bem interessantes, vale a pena prestar atenção juntamente com Jó (vs. 1-4):

1. Eliú intenta fazer com que Jó percebesse que ao declarar sua inocência, mas, culpando a Deus, foi injusto de sua parte; pois, nós humanos, somos formados por Deus do pó da terra, nossa visão é limitada demais para acusar nosso Criador, nosso padrão de justiça é pequeno demais para colocar Deus no banco dos réus (vs. 5-18).

2. Eliú concentra-se nos vários métodos usados por Deus para falar ao ser humano (vs. 19-30). O alvo de Deus é resgatar/salvar; por isso, fala-nos por meio…

a) De visões e sonhos;
b) Do sofrimento;
c) De doenças graves;
d) De um anjo.

3. Eliú enfoca na sabedoria, sendo ela o caminho mais coerente para a explicação dos complexos mistérios da existência humana (vs. 31-33).

Eliú não se aproximou de Jó como juiz, mas como amigo e irmão; ele não acusou falsamente a Jó, mas aceitou a afirmação de sua justiça; Ele não usou linguagem abusiva, mas respeitosa; ele não falou visando torturar Jó, mas ajudá-lo.

Eliú deseja agir como revelador de Deus para Jó, sua intenção é ser um intérprete de Deus perante o sofredor angustiado e exausto de tanta dor. Ele almeja orientar Jó em sua forma de lidar com Deus. Seus discursos são o elo entre os discursos filosóficos de Jó e seus amigos e os discursos divinos, o qual virá em seguida – após o seu.

O ser humano frustrado possui uma necessidade incontida de explorar algo novo em busca de respostas satisfatórias. Explorar não é errado; precisamos ser curiosos como crianças e exploradores como adolescentes, mas sempre firmados no alicerce da Palavra de Deus – pois, ela é a fonte da verdadeira sabedoria!

Reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.



JÓ 33 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de janeiro de 2020, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Eis que diante de Deus sou como tu és; também eu sou formado do pó” (v.6).

Segundo as palavras de Eliú, ele não pretendia ser maior do que Jó, nem tampouco se colocou em posição de inferioridade, mas proferiu o seu discurso de igual para igual. Alegando sinceridade de coração, ele manifestou interesse em justificar a Jó e fazê-lo refletir que mesmo em face de sua terrível condição, Deus tinha poder de redimi-lo e mudar a sua sorte. Que todo aquele que aceita o resgate divino “verá a face de Deus, e Este lhe restituirá a sua justiça” (v.26); o que se cumpriu com precisão na vida de Jó, conforme o capítulo 42 deste livro.

Podemos notar em algumas expressões a ansiedade de Eliú de proferir as suas razões. Contudo, diferente dos três amigos de Jó, suas palavras, apesar de não conter o teor rebuscado dos discursos dos mais velhos, não revelam soberba ou motivações egoístas. Parece que estava bastante incomodado com tudo o que até então tinha ouvido, pelo modo com que Jó havia sido tratado e como este havia se esforçado por justificar-se a si mesmo. Eliú declarou que a verdadeira intercessão e resgate vem de Deus, o que nos remete à obra de Cristo.

Na primeira carta de Paulo a Timóteo, a Bíblia deixa claro que “há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm.2:5). Aquele que veio a esta Terra “para declarar ao homem o que lhe convém” (v.23) é o único “pelo qual importa que sejamos salvos” (At.4:12). Através do ministério de Cristo no santuário celestial, olhando para o Santíssimo, “mediante a fé, temos paz com Deus” (Rm.5:1). “Por isso” (v.7), não devemos temer o homem e nem o que possa tentar contra nós. “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, ressuscitou, O qual está à direita de Deus e também intercede por nós” (Rm.8:33-34).

Temos à nossa disposição um Sumo Sacerdote que no Céu realiza a Sua obra intercessora e que está para selar os Seus últimos eleitos antes do cumprimento da derradeira promessa. Dentro em breve, muitos hão de passar por um momento de terrível angústia, mas, como Jó, serão redimidos e resgatados para receberem a sua recompensa. Porque, pela fé, “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16).

Olhemos para Jesus e para a nossa futura redenção, quando estaremos “em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus”, entoando “o cântico de Moisés, o servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Ap.15:3). Vigiemos e oremos!

Bom dia, redimidos por Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 33 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
24 de janeiro de 2020, 0:10
Filed under: Sem categoria



JÓ 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de janeiro de 2020, 0:05
Filed under: Sem categoria

599 palavras

Ouve, pois, Jó. O discurso deste capítulo é dirigido a Jó. O principal propósito é convencer Jó de que ele errou em seus pontos de vista sobre o sofrimento. Os amigos de Jó consideram a aflição como um castigo. Jó discordou; ele parece considerar o sofrimento simplesmente como uma expressão da soberania divina. Eliú crê que Jó e seus amigos não têm a resposta correta. Ele acredita que o verdadeiro objetivo da aflição é purificar, fortalecer, melhorar, provar, esclarecer, desenvolver a fé e salvar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 661.

preste atenção a tudo que eu vou dizer. Está totalmente convicto da importância e da sabedoria dos conselhos que está para transmitir (cf.v. 31, 33). Bíblia de Estudo NVI Vida.

contesta-me. Eliú promete que o debate entre ele e Jó será realizado em termos justos. Promete não tentar sobrecarregar Jó de repreensões e reconhece que Jó tem o direito de lhe responder e de discordar dele. CBASD, vol. 3, p. 661.

Estou limpo. Isto é um exagero. Jó não havia reivindicado perfeição absoluta (ver Jó 7:20, 21; 9:28; 13:26; 14:4, 17). CBASD, vol. 3, p. 661.

12 você não está certo. Eliú acha que Jó precisa ser corrigido. Certamente Jó erra ao considerar Deus um inimigo (cf v.10; 13.24; 19.11), mas Eliú também está ofendido com o que lhe parece ser uma alegação de Jó a favor da própria pureza (cf v.9). Jó, no entanto, nunca alegara estar “limpo e sem pecado”, embora algumas de suas palavras tivessem sido entendidas dessa forma por Elifaz (15.14-16). Jó reconhece-se pecador (7.21; 13.26), mas nega ter cometido os pecados brutais por que pensa estar sendo castigado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus é maior. Poder não significa justiça, e dizer que Deus pode fazer o que Lhe agrada porque é todo-poderoso é um argumento incoerente para defendê-Lo. CBASD, vol. 3, p. 661.

13 O maior teste de Jó não era o sofrimento, mas que ele não sabia porque estava sofrendo. Nosso maior teste pode ser que devemos confiar na bondade de Deus mesmo quando não entendemos por que nossas vidas seguem certo caminho. Devemos aprender a confiar em Deus, que é bom, e não na bondade da vida. Life Application Study Bible Kingsway.

14 Deus fala de um modo, sim, de dois modos. Deus tem mais de um modo de falar ao homem, mas o homem nem sempre reconhece Sua voz. CBASD, vol. 3, p. 661.

19 castigado com dores. Eliú se aproxima progressivamente do problema de Jó Ele expressa sua própria compreensão do ministério da dor. Para ele, Deus é bom e amoroso ao infligir a dor, não como punição, mas como disciplina. Parece haver certa progressão no discurso de Eliú. Primeiramente, ele menciona sonhos, depois, advertências e, então, a dor. CBASD, vol. 3, p. 661.

20 sua vida abomina o pão. O sofrimento de Jó o havia levado a uma situação tal que coisas que comumente trariam prazer, como guloseimas, haviam perdido todo o atrativo. CBASD, vol. 3, p. 662.

23 o que lhe convém. Isto é, o caminho que ele deve seguir. CBASD, vol. 3, p. 662.

25 a sua carne se renova … como a de uma criança.  Linguagem semelhante é empregada em 2Rs 5.14, em referência a alguém curado de lepra. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 duas e três vezes. Sua inferência é a de que as aflições de Jó são disciplinares e, dessa forma, podem atuar para seu benefício. CBASD, vol. 3, p. 662.

30 para recuperar sua alma da cova. Eliú ensina que o que parece crueldade de Deus quando castiga os seres humanos é, na realidade, gesto de amor, já que o homem nunca recebe nesta vida todos os castigos que de fato merece (cf. v. 27). Bíblia de Estudo NVI Vida.



JÓ 32 by Jeferson Quimelli
23 de janeiro de 2020, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/32

Quando Zofar, Elifaz e Bildade desistiram e ficaram em silêncio, depois de tentar convencer Jó de que ele havia sofrido por causa de um pecado que cometera, um jovem chamado Eliú, que observava silenciosamente os argumentos, começa a falar, e ele está bravo. Ele está frustrado com Jó por tentar justificar-se como justo e consternado com os três amigos por condenar Jó sem evidência de culpa. Eliú tinha se contido em falar até que, como ele descreve, “o espírito dentro de mim me obriga” a falar.

Ao esperar até que os outros ficassem sem argumentos, Eliú tem uma vantagem sobre eles. Ele é sensível sobre como sua juventude será percebida e, se ele tivesse entrado na conversa mais cedo, um dos outros provavelmente teria dito para ele parar de falar para que os “adultos” pudessem continuar a conversa. Eles poderiam até ter modificado seus argumentos para refutar os dele, mas agora o palco está limpo e Eliú reclama a atenção.

Embora tenha funcionado para Eliú, esperar nem sempre é a melhor opção. Pedir ao Espírito Santo que nos mostre o momento certo para falar pode ser ainda mais importante do que os argumentos que usamos.

Michael Peabody
Advogado
Los Angeles, Califórnia EUA

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=714
Tradução: Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 32 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
23 de janeiro de 2020, 0:55
Filed under: Sem categoria



JÓ 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de janeiro de 2020, 0:45
Filed under: Sem categoria

JÓ 32 – Deus estava encurralado. Jó “colocou” o Criador do Universo no banco dos réus. Seu caráter estava sendo julgado. Jó aparentemente se colocava acima da justiça divina. Já havia silenciado seus amigos com seus argumentos, agora quer respostas de Deus!

Eliú, aparentemente jovem, aparece do nada para chamar a atenção de Jó e seus três amigos. Quando todos não tinham mais o que falar, Eliú apresenta novidades. Por ser um bom ouvinte, quem fala por último pode falar melhor. Quem ouve, medita; quem presta atenção nos mais velhos, pondera melhor seus pensamentos; quem avalia o que os outros dizem aprende a sabedoria.

O discurso de Eliú é único, sem réplica ou tréplica; é longo, profundo e impactante. Este capítulo é apenas uma introdução de sua preleção sobre o sofrimento e o Deus soberano. Eliú se apresenta; sendo jovem, havia permanecido em silêncio, respeitando os mais velhos; mas irritou-se, perdeu a paciência e, então, furioso e explodindo de raiva expôs sua opinião (vs. 1-5);

Eliú contesta alguns paradigmas tradicionais:

1. Nem sempre idade significa maturidade, inteligência e sabedoria; a sabedoria vem de Deus não da idade, nem da experiência e nem mesmo da faculdade (vs. 6-10);
2. Nem sempre pensar que ter razão significa ter razão, pode ser arrogância; Eliú acha que vai conseguir convencer a Jó daquilo que os outros três amigos fracassaram (vs. 11-22).

Embora muito educado, Eliú explodiu de raiva. Embora tenha honrado aos mais velhos com seu silêncio, Eliú agora passou a atacar a sabedoria e as ideias dos experientes com o quebrar do silêncio.

Sua ira se acendeu; ele falou cheio de indignação…

• …Contra Jó, por ele justificar a si mesmo diante de Deus (v. 2);
• …Contra os três amigos filósofos de Jó, por condenarem Jó sem conseguir provar que Jó estava errado (v. 3);
• …Por ver os três sábios se renderem ao silêncio (v. 5).

Aplicações: Ser motivado pela…

• Raiva, indignação e ira não promove sabedoria, mas arrogância;
• Coragem, intrepidez e ousadia pode revelar insegurança;
• Força, vigor e raciocínio jovial só aparentará resolução aos dilemas da vida.

Eliú intentará dar a resposta que definirá a questão de Jó, será que conseguirá? Não perca, acompanhe até o fim. Seja perseverante!

Reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.



JÓ 32 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de janeiro de 2020, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Permiti, pois, que eu fale… Não farei acepção de pessoas” (v.20,21).

Eliú, que até então era desconhecido na narrativa, apareceu como alguém que acompanhava a conversa de Jó com seus amigos desde o início. Ele deixou bem claro que não se pronunciou anteriormente pelo fato de ser o mais novo daquele grupo, e que também estava ansioso por iniciar a sua fala e levantar a sua tese. Para ele, tanto Jó quanto seus amigos estavam não somente errados, mas tudo o que haviam falado tinha lhe provocado a ira.

Apesar de sua declarada ira, a postura de Eliú pareceu ter sido menos agressiva, pedindo permissão a Jó para poder falar, prometendo não fazer “acepção de pessoas” (v.21). O jovem, que até então não fazia parte daquele debate, demonstrou o respeito e a consideração que os três amigos mais velhos não tiveram, e ficou de fora da reprovação divina dada no final; o que alguns estudiosos acreditam ser prova de que as palavras de Eliú foram aceitas por Deus.

Em algumas situações, precisamos de um conciliador, alguém que nos ajude a dirimir conflitos de uma forma justa e imparcial. Todos nós temos um Conciliador em comum, Aquele que “não faz acepção de pessoas” (At.10:34) e que, por mais que tenha motivos para nos acusar, escolheu nos amar: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Que possamos, hoje, estar com os ouvidos bem atentos para ouvir a voz de um Deus que anseia falar conosco e nos contar a Sua sabedoria. “Porque melhor é a sabedoria do que joias” (Pv.8:11). Vigiemos e oremos!

Bom dia, alvos do amor eterno!

Rosana Garcia Barros 

#PrimeiroDeus #Jó32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 32 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
23 de janeiro de 2020, 0:10
Filed under: Sem categoria