Filed under: Sem categoria
662 palavras
No Salmo 36, o salmista celebra a misericórdia divina a a contrasta com a depravação do ímpio. … O pecado nasce no coração (v. 1, 2), é expresso pela língua, na fala (v. 3), e se materializa pela atitude (v. 4). É uma análise progressiva da impiedade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 807.
1 Porque os ímpios não temem a Deus, nada os restringe de pecar. Eles seguem em frente se nada acontecer com eles. Mas Deus é justo e está apenas adiando Sua punição. Este conhecimento nos restringe de pecar. Deixe que o temor de Deus faça seu trabalho em impedi-lo de pecar. em sua gratidão pelo amor de Deus, não ignore Sua justiça. Life Application Study Bible Kingsway.
Paulo cita a segunda frase do Salmo 36:1 para fundamentar sua tese sobre a depravação do ímpio (Rm 3:18). CBASD, vol. 3, p. 808.
2 a transgressão o lisonjeia (ARA; NVI: “Ele se acha tão importante”).
3 abjurou o discernimento (ARA; NVI: “abandonou o bom senso”). Os v. 3 e 4 apresentam a progressão do mal: o pecador deixa de fazer o bem, medita no que é mal, determina-se a fazer o mal e faz o mal sem que sua consciência o condene. CBASD, vol. 3, p. 808.
4 não se despega do mal (ARA; NVI: “ele nunca rejeita o mal”). Para o pecador depravado e sem esperança, a malignidade do pecado não é empecilho para a ação. Ele não percebe a imoralidade do ato pecaminoso. CBASD, vol. 3, p. 808.
5 A Tua benignidade (ARA; “O Teu amor”). Do heb. chesed (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 3, p. 808.
aos céus. O salmista parece elevar-se de repente, acima da depravação humana, ao espaço infinito onde Deus reside. CBASD, vol. 3, p. 808.
6 os teus juízos [são] como um abismo profundo (ARA; NVI: “as tuas decisões [são] insondáveis como o grande mar”). O salmista retrata os juízos de Deus como inesgotáveis e insondáveis. CBASD, vol. 3, p. 808.
preservas os homens e os animais. Desde o ser humano, coroa da criação, até o animal selvagem, Deus cuida de todas as criaturas (ver Sl 145:9). … Em vista disso, é preciso tratar os animais com bondade (ver PP, 443). CBASD, vol. 3, p. 808.
7 a Tua benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed, traduzido como misericórdia, no v. 5 (ARC; ver Nota Adicional [CBASD] a este salmo). CBASD, vol. 3, p. 808.
8 Fartam-se de abundância. Do heb. rawah, literalmente, “beber até saciar-se”. O que Deus dá ao ser humano o satisfaz, pois ele encontra em Deus o que precisa, e em abundância (ver Ef 3:20; cf. Lc 6:38). Deus é o bom anfitrião (Sl 23:5). CBASD, vol. 3, p. 808.
torrente. A metáfora era expressiva para o habitante da Palestina, onde a água é escassa. CBASD, vol. 3, p. 808.
das tuas delícias. As delícias de Deus, não as que o ser humano considera como delícias. Albert Barnes encontra neste versículo as seguintes verdades: (1) Deus é feliz; (2) A religião faz o ser humano feliz; (3) essa felicidade é de natureza divina; (4) satisfaz a necessidade da alma; (5) não deixa de satisfazer nenhuma delas; e (6) está estreitamente relacionada com a adoração na casa de Deus (ver PP, 413). CBASD, vol. 3, p. 808.
9 o manancial da vida. Deus não é apenas fonte de vida, mas de tudo que dá sentido à vida (ver Sl 34:12; Jo 1:4; 4:10; 5:26; Ed 97, 198; ver com.de Pv 9:11). CBASD, vol. 3, p. 808.
na Tua luz. Visto que Deus é a fonte de luz, somente nEle se pode ver luz. … Nossa oração deveria ser: “Ilumina o que é escuro em mim” (ver Jo 3:19, 20; 1Jo 1:5-7; 1Pe 2:9). CBASD, vol. 3, p. 808.
10 benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed. É a terceira ocorrência deste termo (ver com. do v. 7; cf v. 5). CBASD, vol. 3, p. 809.
11 nem me repila a mão dos ímpios (ARA; NVI: “Não permitas … que a mão do ímpio me faça recuar”). O salmista pede que não seja pisado pelo insolente, nem afastado do lugar onde Deus o estabeleceu. CBASD, vol. 3, p. 809.
12 O salmista vê a resposta à sua oração e chama a atenção para a revelação da justiça divina na completa destruição dos ímpios. O salmo começa com tristeza e termina com triunfo. CBASD, vol. 3, p. 809.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/35
Este é mais um salmo de Davi. É o seu grito de angústia quando estava sendo perseguido por pessoas que tinham sido seus amigos mas agora retribuíam o amor com ódio.
O salmo tem três seções principais. Na primeira, nos versos 1 a 10, Davi pede a Deus que lute contra os que lutam contra ele. Davi deseja que eles sejam derrotados e envergonhados. Ele quer que a destruição venha inesperadamente sobre seus inimigos ao caírem eles em suas próprias armadilhas preparadas para ele.
A segunda seção está nos versos 11-18, onde Davi descreve seus inimigos. Eles são testemunhas falsas, acusando-o do que ele não fez. Eles o recompensam com mal o bem que Davi tem feito a eles. Quando estavam doentes, ele jejuou e orou por eles, pensando que eles eram verdadeiros amigos. Davi se sente traído quando, na sua adversidade, esses “amigos” se alegraram e se uniram contra ele, sem o seu conhecimento.
A última divisão é versos 19-28. Davi apela a Deus para intervir em seu nome. Ele ora para que Deus não permita que seus inimigos se alegrem sobre ele. Ele pede que Deus o defenda de modo que aqueles que verdadeiramente o amam alegrem-se e louvem a Deus .
Pai, não é natural a amar os nossos inimigos. Mas Você prometeu que nós podemos fazer todas as coisas em Cristo, que nos fortalece. Dá-nos a graça de sempre escolher amar e fazer o bem aos nossos inimigos. Sabemos que podes suprir o poder para fazê-lo. Em nome de Jesus. Amém !
Onaolapo Ajibade
Secretário Executivo da IASD
Divisão Centro-Ocidental da África
Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/12/05/
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
SALMO 35 – Calúnias, difamações, críticas, fofocas, rejeições, desprezos, etc. acompanham a vida dos sinceros, honestos e fieis em cada século da história deste mundo.
Leia com muita atenção e oração cada frase deste salmo de Davi. Depois, considere: “Deus escolhe Davi para suceder Saul (1Sm 16.1-3) e permite que ele mate Golias e derrote os Filisteus (1Sm 17 e 18). Mas Saul tenta eliminá-lo (1Sm 19-30), e Davi precisa lutar para alcançar o poder (2Sm 1.1-5.5). Uma vez rei, Davi se depara com muito inimigos estrangeiros e internos (2Sm 15-21). A súmula de Davi a respeito da própria vida destaca a libertação da morte e do sofrimento (2Sm 22.1-23.7; v. Sl 18). Ele vê o Senhor como quem liberta dos inimigos, mas também como quem permite ao justo experimentar dor e provação (v. 2Sm 15.25,26; 16.11,12)” (Paul R. House).
• Ao lidarmos com amigos que se tornam traidores, devemos recorrer a Deus e pedir Sua atuação; pois nossas limitações nos impedem agir corretamente nestas circunstâncias (vs. 1-3).
• Jesus deve ser consultado, Ele pode enviar Seu anjo para aliviar nossa angústia, nosso sofrimento, causados pelos amigos que nos decepcionam amargamente (vs. 4-6).
• Os bondosos, humildes e amorosos não são bem quistos pelos amantes do orgulho, da arrogância e do egoísmo; por mais que se faça o bem a eles, eles sempre devolverão o mal (vs. 7-8, 11-16).
• A forma correta de lidar com os encrenqueiros, chatos e indelicados é fazendo o bem a eles, caso não resolva com amor e bondade, é fundamental entregar ao Deus que tudo vê para fazer justiça, a qual nunca falha (vs. 9-10, 17-18).
• Os críticos de plantão aproveitam até o que não é oportunidade para condenar aos servos do Senhor, eles aguardam qualquer deslize, mas quando não há, eles inventam como foi feito com Davi, José, Daniel, Jesus, e muitos de nós (vs. 19-21).
• Os justificados por Deus que sofrem neste mundo anseiam pelo juízo e oram para que Deus aja com urgência para libertar e salvar os oprimidos pelos agentes do pecado (vs. 22-28).
Os amigos de Deus têm inimigos por todos os lados, fora e dentro da igreja. Ainda bem que Deus fará justiça, então os verdadeiramente convertidos serão legalmente absolvidos e cantarão louvores ao Salvador.
“Senhor, socorre-nos!” – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Não se alegrem de mim os meus inimigos gratuitos; não pisquem os olhos os que sem causa me odeiam” (v.19).
Davi tinha “fome e sede de justiça” (Mt.5:6). Seus adversários o oprimiam e o seu desejo era ver, na prática, a justiça divina. À primeira vista, pode-se dizer que o Salmo de hoje é um clamor por vingança. Mas entendo que Davi estava apenas cansado de lidar com a falsidade. Enquanto se compadecia das pessoas (v.13-14), estas se alegravam com a sua desgraça (v.15). Enquanto jejuava e orava por elas, elas se reuniam contra ele. Enquanto lhes fazia o bem, era retribuído com o mal (v.12). É realmente uma desolação – como disse Davi – uma situação como essas! O que pensar? O que fazer? Como reagir? Jesus disse que devemos amar os nossos inimigos. E mais: que além de amar os nossos inimigos, devemos orar por quem nos persegue, “para que vos torneis filhos do vosso Pai Celeste”, disse Ele (Mt.5:43-48).
Somos filhos de Deus quando compreendemos que os nossos irmãos não deixam de o ser quando decidem nos odiar ou nos perseguir; quando as suas atitudes, por piores que sejam, não podem apagar o amor do Pai em nosso coração; quando, ainda que machucados e tristes pela ingratidão sofrida, somos gratos a Deus porque Ele mantém o nosso coração fortalecido.
Não gosto de pensar que Davi desejava o mal aos seus adversários, mas que esperava pela justiça divina, que é longânima e misericordiosa. Tanto, que a sua atitude não era de fazer justiça com as próprias mãos, e sim fazer o que estivesse ao seu alcance para vê-los bem (v.13-14). Porém, de graça era perseguido e sem causa, odiado (v.19). O que tornava o seu clamor um constante questionamento: — Para que tanto rancor sem causa?
Oh, amados, por mais que seja difícil entender algumas situações, o Senhor nos conforta, dizendo: “Eu sou a tua salvação” (v.3). Que a nossa oração hoje seja: — “Julga-me, Senhor, Deus meu, segundo a Tua justiça” (v.24). Entrego em Tuas mãos todos os meus perseguidores e todos os que me odeiam sem causa, para que “o anjo do Senhor os persiga” (v.6) com a finalidade de preservar-lhes a vida para que tenham a oportunidade de arrepender-se e de ser conduzidos ao Lar Eterno.
Seja um agente da paz! Que a sua vida glorifique a Deus, de forma que “digam sempre: Glorificado seja o Senhor!” (v.27). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, pacificadores!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo35 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
526 palavras
O Salmo 35 é … o clamor de angústia do salmista ao ser perseguido por homens que foram seus amigos e então lhe retribuíam seu amor com intendo ódio. … Alguns creem que a conspiração de Absalão e Aitofel pode ter sido o contexto histórico deste salmo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 805.
2 Embraça o escudo e o broquel. Indicam tanto o escudo pequeno de Salmo 3:3 quanto o escudo maior e mais forte do Salmo 5:12 (ver também com. do Sl 18:2): ambos são usados nesta passagem para transmitir a ideia de completa defesa. CBASD, vol. 3, p. 805.
3 Empunha a lança e reprime o passo. A forma hebraica traduzida por esta frase é segor. … O versículo retrata Deus, por meio da linguagem humana, como um guerreiro que luta ao lado do salmista. CBASD, vol. 3, p. 805.
9 minha alma. Ou, simplesmente “eu” (ver com. do Sl 16:10). O salmista se regozijará, não com a destruição do ímpio, mas com a intervenção divina. CBASD, vol. 3, p. 805.
10 Todos os meus ossos. Todo o corpo se regozija. CBASD, vol. 3, p. 805.
11 iníquas testemunhas. Literalmente, “testemunhas de violência”. CBASD, vol. 3, p. 805.
e me arguem (ARA; NVI: “questionam-me”). Ou, “eles perguntam de mim”. CBASD, vol. 3, p. 806.
13 em oração me reclinava sobre o peito. O salmista pede que sua oração por seus inimigos lhe seja concedida, como prova da sinceridade de sua atitude para com eles. CBASD, vol. 3, p. 806.
14 andava curvado. As formas externas de lamento entre os hebreus incluíam não tomar banho e não fazer a barba (ver 2Sm 19:24). O lamento do salmista era tão completo como o lamento por um familiar próximo. CBASD, vol. 3, p. 806.
15 os abjetos. Do heb. nekim, “os feridos”, referindo-se talvez aos mais fracos que o salmista, que se uniram para caluniá-lo conforme sugere o versículo. CBASD, vol. 3, p. 806.
16 como vis bufões em festins (ARA; NVI: “Como ímpios caçoando do meu refúgio”). A LXX traz: “eles me tentaram, zombaram de mim”. CBASD, vol. 3, p. 806.
19 sem causa. Em todo o salmo o escritor afirma sua inocência absoluta. Alguns creem que Jesus se referiu a esta frase quando disse: “Odiaram-me sem motivo” (Jo 15:25). CBASD, vol. 3, p. 806.
21 Pegamos! O desejo dos inimigos é ver a derrota definitiva do salmista. CBASD, vol. 3, p. 806.
22 Tu, SENHOR, os viste. Comparar com a frase: “até quando, SENHOR, ficarás olhando?” (v. 17). A partir deste ponto o salmo é mais tranquilo. CBASD, vol. 3, p. 806.
não te cales. Literalmente, “não sejas surdo” (ver com. do Sl 28:1). CBASD, vol. 3, p. 806.
25 Agora, sim! Cumpriu-se o nosso desejo (ARA; NVI: “Ah! Era isso que queríamos!”. Literalmente, “Ahah, nossa alma!”, expressão idiomática que significaria: “Ahah, temos o desejo de nosso coração.” CBASD, vol. 3, p. 806.
27 Cantem de júbilo Porque a causa do salmista foi defendida. CBASD, vol. 3, p. 806.
prosperidade (ARA; NVI: “bem-estar”). Do heb. shalom, “paz”. A conclusão do salmo é bem diferente do início. Ele se encerra com vitória. CBASD, vol. 3, p. 806.
28 celebrará. Do heb. hagah. Este verbo transmite a ideia de falar com voz baixa, como se meditando num pensamento agradável. Traduz-se como “medita” no Salmo 1:2. CBASD, vol. 3, p. 806.
a Tua justiça. A salvação que vem de Deus, não o livramento do salmista. Contemplar a bondade de Deus desvia o pensamento de si mesmo. CBASD, vol. 3, p. 806.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/34
Os dez primeiros versículos deste salmo, escrito por Davi, combinam gratidão pessoal com ações de graças.
As razões para Davi estar louvando ao Senhor são declaradas: ele procurou a Deus e Ele o ouviu, ele confiou nEle e não foi desapontado, Deus o salvou de todos os seus problemas, pois Ele comissionou Seus anjos para cuidar de todos os que o temem.
Estes são grandes motivos para louvar, servir e adorar ao Senhor. Mas enquanto eles não são experimentados pessoalmente, eles são mera teoria. Assim Davi convida-nos a vivermos esta experiência juntamente com ele : “Provem e vejam como o Senhor é bom” (v. 8, NVI).
Pai celeste, ajude-nos a fazer uma entrega total de nossas vidas a Ti, para que possamos ser testemunhas da Sua bondade. Em nome de Jesus. Amém!
Onaolapo Ajibade
Secretário Executivo da IASD
Divisão Centro-Ocidental da África
Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/12/04/salmo-34-2/
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
SALMO 34 – A vida é simples, entretanto nossa existência seria muito feliz se não a complicássemos com nossos jeitos mesquinhos de agir.
É certo que existem aqueles indivíduos que te ajudam em tempos difíceis, outros que te abandonam em tempos difíceis e, também aqueles que te colocam em situações difíceis. Em outras palavras, existem três tipos de pessoas: As que resolvem os problemas, as que causam problemas e as que pioram os problemas.
Quem é você? Deus gosta dos pacificadores, dos humildes, que almejam ser sábios para refletir o caráter de Seu amado Filho.
Após esta introdução, mergulhemos no Salmo em questão; no qual “o título associa o salmo a um episódio perigoso envolvendo Davi e os filisteus em Gate, conforme o relato de I Samuel 21:10-22:1, depois do qual Davi fugiu para a caverna de Adulão” (Warren W. Wiersbe).
Infelizmente enfrentamos desafios muito grandes neste mundo de egoísmo, perversidade e imoralidade. Os justos sofrem; os inocentes sofrem; os bons sofrem. Felizmente, temos um Deus a Quem recorrer:
• Quando temores e medos nos assombram, Deus está disposto a libertar-nos deles, se O buscarmos, corrermos determinadamente para Ele (vs. 1-10).
• Quando angústias e crises nos esmagam, Deus está pronto para socorrer-nos, caso desejamos Sua presença (vs. 6, 17).
• Quando estamos em perigo, os anjos de Deus são enviados para guardar nossa família; mas não devemos provocar nossos inimigos com nossa língua afiada (vs. 7, 13).
• Quando nos faltam recursos para viver, seremos saciados se, sinceramente, adorarmos a Deus, virarmos as costas ao pecado e abraçarmos a paz (vs. 9, 14).
• Quando nossa existência é desafiada pela morte podemos ter a certeza de vida eterna se servirmos a Deus (vs. 12, 19-22).
• Quando entregamos nossos gemidos a Deus em oração com coração quebrantado, seremos confortados pela voz divina (vs. 15, 18).
Nos versos 12-14 Deus orienta-nos para que tenhamos uma existência agradável:
• Cuidar de nossa língua;
• Não falar mentiras;
• Fugir do mal;
• Fazer o bem;
• Buscar a paz e ser pacificador.
Numa sociedade alheia aos princípios divinos, o cristão enfrenta muitos problemas; todavia, pode contar com Deus para superá-los pacientemente. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.