Reavivados por Sua Palavra


1CRÔNICAS 13— Rosana Barros by Ivan Barros
2 de abril de 2026, 0:45
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“Temeu Davi a Deus, naquele dia, e disse: Como trarei a mim a arca de Deus?” (v.12).

A liderança de Davi nos deixou registros de sabedoria e sensatez. Ele não decidia pelo povo; ele decidia com o povo. Não que sempre desse ouvidos à voz da multidão, mas a opinião de seus liderados não era ignorada. O desejo de Davi era governar um povo de um só Senhor e, para isso, necessitava reaver tudo o que auxiliasse no cumprimento desse propósito. Mas até um líder assim pode falhar: antes de ter consultado o povo, Davi deveria ter consultado a Deus.

A arca de Deus, ou arca da aliança, estava em outra cidade de Israel, Quiriate-Jearim; ali havia permanecido por muitos anos, até que Davi resolveu levá-la para Jerusalém. A arca ficava no Lugar Santíssimo do santuário e era o único objeto daquele compartimento. Dentro dela estavam a vara de Arão que floresceu, uma urna de ouro com maná e as tábuas do Testemunho, ou seja, os Dez Mandamentos (Hb.9:4). Ali estava a confirmação da aliança de Deus com o Seu povo e a perfeita expressão de Seu caráter. Não se tratava, portanto, de um objeto qualquer, mas de uma obra de arte sagrada que carregava a assinatura do dedo de Deus (Êx.31:18).

Saul não se importou em buscar a arca do Senhor; ele estava tão focado nas guerras e na inveja que sentia por Davi, que permitiu que a maior batalha surgisse em seu próprio coração, aprisionando-o ao pecado. Apesar das boas intenções de Davi, ele também cometeu o grave erro de transportar a arca sem seguir as orientações de Deus, (que determinavam que ela fosse carregada nos ombros pelos levitas). Por tocar no que não lhe era permitido, Uzá morreu. Sua morte entristeceu o coração de Davi de tal forma que toda a sua alegria desvaneceu, e ele se negou a prosseguir com o trajeto. “Assim, ficou a arca de Deus com a família de Obede-Edom” (v.14).

Depois de saber o que tinha acontecido com Uzá, você teria coragem de receber a arca da aliança em sua casa? O resultado desse “depósito compulsório” foi três meses de bênçãos sobre a casa de Obede-Edom e sobre tudo o que ele possuía. Era perante a arca, no Lugar Santíssimo, que a glória de Deus se manifestava e somente o sumo sacerdote poderia entrar ali uma vez ao ano, no dia da expiação. Uzá ignorou isso; já Obede-Edom entendeu que ali era “invocado o nome do Senhor, que se assenta acima dos querubins” (v.6), e a sua obediência e reverência resultou em bênção.

Após o sacrifício de Cristo, o véu do santuário se rasgou de alto a baixo (Mt.27:51), dando-nos livre acesso ao Santíssimo. Hoje, podemos falar com o Pai por intermédio do Filho. Mas, assim como Jesus foi “obediente até à morte” (Fp.2:8), Deus capacita Seus filhos à obediência por Sua graça transformadora. A Lei do Senhor “é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm.7:12). Ora, santidade, justiça e bondade são atributos almejados por todo aquele que muito em breve deseja estar diante da face de Deus. Levar a arca para Jerusalém “pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v.4), mas, assim como havia uma forma certa de transportá-la, Jesus nos deixou o perfeito exemplo de como devemos andar com Deus.

A pergunta é: “Como trarei para mim a arca de Deus?” (v.12). Precisamos conhecer a diferença entre o certo e o errado, entre o santo e o profano. Não é o que achamos que seja correto e santo, mas o que a Bíblia estabelece por princípios acerca disso. Entendem, amados? Notem que Davi e o povo viviam um momento de muita alegria, com toda sorte de instrumentos, “com todo o seu empenho” (v.8). Mas este episódio deixa bem claro que, se o nosso empenho em fazer a obra de Deus não estiver em comum acordo com as Escrituras, com a verdade presente, mais cedo ou mais tarde nossa alegria se tornará em profundo desgosto.

Assim diz o Senhor: “segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o Meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (Ag.2:5). O desejo de Deus é que aceitemos a Sua aliança e sejamos ricamente abençoados com o Espírito Santo em nossa vida e em nosso lar. Então, não teremos o que temer. Temos em nossas mãos a Palavra de Deus, e nela, muitos tesouros a serem explorados. Não negligenciemos o que Saul negligenciou, nem toquemos no que não nos convém como Uzá. Que o Espírito Santo nos desperte e reavive, fazendo de nosso lar uma casa de bênção, como foi a de Obede-Edom.

Pai Celestial, nosso Deus, Jesus disse que o Senhor procura os Seus verdadeiros adoradores, que O adorem em espírito e em verdade. Podemos, como Davi, estar empenhados em uma adoração que não Te agrada. Ó, Senhor, livra-nos da sorte de Uzá! Abençoa o nosso lar como abençoaste a casa de Obede-Edom! Que permaneçamos em Ti, em fidelidade à Tua Palavra, sendo ensinados a Te adorar da forma correta. E perdoa os nossos pecados nesse sentido, Senhor! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, famílias abençoadas!

Rosana Garcia Barros

#1CRÔNICAS13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 13 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2026, 0:30
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I CRÔNICAS 13 – Nunca despreze a Bíblia. Jamais rejeite sequer um versículo desse livro. “A Palavra de Deus, que, sob o Espírito Santo, gera novo nascimento, continua a ser o meio de desenvolver um caráter cristão em cada crente” (Frank B. Holbrook).

O texto bíblico trata da morte de Uzá e da ira de Davi. Melhor dizendo, a mensagem revela o caráter de Deus e o valor que Ele dá a Sua Palavra. Reflita:

“A arca, mencionada 46 vezes em 1 e 2 Crônicas, deveria ser transportada aos ombros dos levitas (Nm 4.5,15), e não no modo filisteu, sobre um carro […]. Só os levitas podiam tocar a arca (cf. 2Sm 5.11-25)” (Merrill F. Unger).

· Consultar pessoas sábias, buscar conselho de bons conselheiros, solicitar auxílio aos líderes políticos e ter o apoio de todo o povo, de nada adianta se Deus não for consultado (vs. 1-3);
· Ter a companhia de todo povo de Deus para fazer o que é certo será um fracasso se for feito do jeito errado (vs. 4-7);

Os filisteus transportaram a arca de Deus em carros e deu certo. “Deus podia permitir que os filisteus usassem esse método, já que não eram o Seu povo da aliança, instruído pela Palavra” (W. W. Wiersbe).

· Fazer as coisas certas, do jeito certo, mas com tristeza, mal humor e carrancudo é errado tanto quanto estar alegre por criar estratégias para alcançar objetivos nobres pelos métodos errados (vs. 8-10). É errado copiar o método dos filisteus para fazer as coisas de Deus.

Uzá fez o que sabia ser errado e foi imediatamente fulminado.

· Sofrer as consequências dos próprios erros e ainda ficar furioso com Deus é evidência de loucura por não fazer as coisas conforme as Sagradas Escrituras. Quem erra, geralmente pensa ter razão, até mesmo quando Deus desaprova sua atitude (vs. 11-12).

· É mais fácil esquivar-se, fugir e abandonar o que se está fazendo do que avaliar onde está a raiz do problema e arrepender-se (vs. 13-14). Quem começa um ato errado cometerá erro atrás de erro, um cada vez pior que o anterior.

Deus quer nos abençoar – não se desvie do caminho da bênção: Sua Palavra! Reavivemo-nos!



I CRÔNICAS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 12 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 12 – BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I CRÔNICAS 12 by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/12

Um reino não é construído da noite para o dia. Foram necessários vários anos para Davi reunir um grupo de guerreiros leais, dispostos a estarem ao seu lado nos bons e maus momentos. Quando ele estava na terra dos filisteus, fugindo por sua vida, muitos desertaram de Saul e foram para o seu lado.

Davi considerava cada homem que vinha até ele como um presente de Deus. Ele os tinha em tão alta estima que conservou uma lista das pessoas que se juntaram a ele enquanto residia em Ziclague.

Uma das coisas que mais atraía novos soldados para seguirem a Davi, era o seu caráter. Ele foi leal ao rei Saul, mesmo quando este o perseguia. Davi tratava seus soldados com respeito, dizendo-lhes a verdade e assegurando-lhes do seu valor.

Pense por um momento nas pessoas que o ajudaram em momentos decisivos de sua vida. Eles foram enviados por Deus para fortalecê-lo. Tenha-os em alta estima. Se possível, escreva-lhes uma palavra de agradecimento.

Decida ser fiel aos líderes que defendem causas nobres. Ao apoiá-los, você está promovendo o reino de Deus.

Pr Jobson Santos
Ministério da oração
euoro.com wepray.org

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/12
Traduzido pelo autor



I CRÔNICAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2026, 0:50
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750 palavras

1 São estes os que vieram. A informação deste capítulo não se encontra em nenhum outro lugar nas Escrituras. Os v. 1 a 22 contêm um registro de guerreiros que foram até Davi enquanto este era fugitivo de Saul; e os v. 23 a 40 alistam as várias tribos que coroaram a Davi como rei em Hebrom. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3. p. 158.

Ziclague. O cronista toma por certo que os leitores conhecem os acontecimentos em Ziclague (1Sm 27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Cidade da fronteira de Judá, sobre a qual Davi foi nomeado chefe vassalo de Aquis, rei filisteu de Gate (1 Sm 27.5-7).

2 Benjamim. O filho mais novo de Jacó, cuja tribo habitava ao norte de Judá. A família de Saul pertencia a essa tribo. Muitos clãs de Benjamim apoiaram Davi abertamente. Bíblia de Estudo Andrews.

Da esquerda. Os benjamitas era famosos por manejar a funda com a mão esquerda (Jz 20.16). CBASD, vol. 3. p. 158.

15 No primeiro mês. Março-abril (chamado Abib ou Nisam, pelos judeus), tempo das chuvas de primavera (Tg 3.15; 4:19). Bíblia Shedd.

As neves […] se derretiam no norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Esses heróis não esperaram até o verão, quando o Jordão estava baixo, para se aventurarem em suas façanhas, mas cruzaram o rio na estação mais difícil e perigosa, quando estava cheio. CBASD, vol. 3. p. 159.

17 Se vós vindes a mim pacificamente. Davi suspeitava as intenções desses benjamitas que pertenciam à tribo de Saul. Ele temia traição e queria ter certeza de que não seria vítima de algum complô. CBASD, vol. 3. p. 159.

19 De Manassés, alguns. Isto foi por ocasião da última batalha de Saul (1Sm 29:1-11), quando Davi acompanhou os filisteus à batalha, mas foi descartado antes que as hostilidades começassem. CBASD, vol. 3. p. 159.

20 Chefes de milhares. Eles não eram soldados comuns, mas importantes e influentes comandantes de Manassés. CBASD, vol. 3. p. 159.

21 Aquela tropa. Os amalequitas que assolaram a cidade de Davi, Ziclague, enquanto ele estava fora (1 Sm 30). Bíblia Shedd.

22 um grande exército. Nesse tempo ainda não era rei. Caso semelhante ao de nosso Senhor e Salvador que, embora atualmente rejeitado, está reunindo para Si mesmo grandes hostes de todas as nações, para serrem Seus seguidores (At 15.14; Ap 7.9-12). Bíblia Shedd.

Como exército de Deus. Uma figura de linguagem que expressa grande número. CBASD, vol. 3. p. 159.

23-37 O realce ainda recai sobre “todo o Israel”(v. 38). Embora 13 tribos sejam citadas nominalmente, estão agrupadas de tal maneira que mantêm o número tradicional de 12. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Em Hebrom se reuniu um grande exército para proclamar Davi rei de Israel. Os componentes desse exército vieram de todas as partes de Israel. Houve unanimidade de propósito e muito regozijo. Aqui Davi se torna tipo do Messias, que futuramente iria ser o Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo (Ap 17.14). Bíblia Shedd.

27 Casa de Arão. Os descendentes de Arão eram o principal clã de Levi. CBASD, vol. 3. p. 159.

29 Mesmo depois de Is-Bosete, os benjamitas esperavam fornecer um terceiro rei à nação. Bíblia Shedd.

30 Efraim. Este é o maior número de guerreiros proporcionado por qualquer tribo até aqui: mais do que o triplo de Judá, a própria tribo de Davi. CBASD, vol. 3. p. 159.

31 Meia tribo de Manassés. Refere-se aqui à tribo do lado ocidental [oeste] do Jordão. Bíblia Shedd.

32 Conhecedores da época. Esses homens de Issacar tinham sabedoria para compreender o significado dos acontecimentos de então e eram capazes de dar sábios conselhos (ver Et 1:13). É evidente que perceberam que Davi era o homem para a ocasião e que era prudente para Israel aceitá-lo. CBASD, vol. 3. p. 159.

para saberem o que Israel devia fazer. Sair ou não para um confronto militar. Bíblia de Estudo Andrews.

33 Destros para ordenar uma batalha. Do heb la’ador, … “estabelecer uma ordem de batalha”ou “reunir”. A LXX traduz: “ajudar Davi”. CBASD, vol. 3. p. 159.

38-40 O relato que o cronista pinta de Davi é influenciado pelas suas [do cronista] expectativas messiânicas (v. “Introdução: Propósito e temas”). Na presença de um terço de um milhão de pessoas […] o banquete da coroação de Davi tipifica o futuro banquete messiânico (Is 25.6-8). Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 Resolvidos. De perfeito coração. Perfeito é traduzido por “integral” em Dt 25.15. Bíblia Shedd.

40 Até Issacar, Zebulom e Naftali. As três tribos mencionadas estavam entre as mais distantes. O pensamento é que todo o Israel, desde as tribos mais próximas até as mais distantes, estava unido a fim de dar provisões para a grande assembleia de coroação de Davi. CBASD, vol. 3. p. 160.

Grandes contingentes partiam das regiões mais distantes, mostrando o apoio completo e abrangente a Davi. Bíblia de Estudo Andrews.



1CRÔNICAS 12— Rosana Barros by Ivan Barros
1 de abril de 2026, 0:45
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“Porque, naquele tempo, dia após dia, vinham a Davi para o ajudar, até que se fez um grande exército, como exército de Deus” (v.22).

Que capítulo emocionante! Vocês conseguiram imaginar cada tropa sendo conduzida a passos firmes e confiantes? Desde grupos de três mil homens até exércitos de cento e vinte mil. Todos sendo alistados no exército de Davi. “Todos estes homens de guerra, postos em ordem de batalha”, cada destacamento com suas peculiaridades importantes, unindo-se em um todo “unânime no propósito de fazer a Davi rei” (v.38). Afinal, a perseguição de Saul teve fim e, no lugar da separação, houve união. E esta união recebeu o título de “exército de Deus” (v.22). Que privilégio!

Porém, nesse processo de alistamento, Davi ficou apreensivo por causa de alguns que vinham da tribo de Benjamim, irmãos de Saul. Mas, assim como Deus o livrou das mãos de Saul, ele confiou que o Senhor faria justiça caso neles houvesse alguma maldade. A atitude de Davi demonstra, mais uma vez, o quanto sua confiança estava depositada em Deus. E a resposta à sua inquietação não veio de Amasai, mas do Espírito Santo: “Nós somos teus, ó Davi, e contigo estamos, ó filho de Jessé! Paz, paz seja contigo! E paz com os que te ajudam! Porque o teu Deus te ajuda” (v.18).

A paz que o Senhor declarou a Davi vai muito além da noção humana do que seja paz. Não se tratava de ausência de batalhas, pois Davi ainda travaria muitas guerras, e sim da paz em seu sentido real e divino. Enquanto vivesse, Davi experimentaria a paz que só o Senhor pode dar. Não pode haver paz em corações dominados pela raiva, desamor e inveja; esses foram os sentimentos que se apoderaram do coração de Saul, resultando no domínio de um espírito maligno e em uma morte trágica.

Já Davi, o homem segundo o coração de Deus, prezava a união entre irmãos: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! […] Ali, ordena o Senhor a Sua bênção e a vida para sempre” (Sl.133:1,3). Ele se entristecia com a desunião e com a falsidade, como expressou no Salmo 55: “Com efeito, não é inimigo que me afronta […] mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo. Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos e íamos com a multidão à Casa de Deus” (Sl.55:12-14).

Deus está organizando as Suas fileiras e colocando cada um de Seus filhos “em ordem de batalha” (v.38). Israel se tornou o exército de Deus porque todos eram unânimes em proclamar Davi como rei, e todos se uniram para ajudar e para se alegrar no partir do pão. Vocês percebem a ligação entre tudo isso e a presença do Espírito Santo? As doze tribos se uniram para realizar a vontade do Senhor, assim como Cristo elegeu doze discípulos e os ensinou a estarem unidos para cumprir a missão que lhes confiou. Então, quando estavam os seguidores de Cristo perseverando “unânimes em oração” (At.1:14), “todos reunidos no mesmo lugar” (At.2:1), o Espírito Santo foi derramado.

Amados, há uma solene e séria responsabilidade sobre a igreja de Cristo nos últimos dias no grande conflito. Fomos chamados para ser um com Ele na obra de salvar. Como escreveu Ellen White: “Ah, que bom seria se a igreja se levantasse e trajasse suas belas roupas, a justiça de Cristo! Que mudança ocorreria em sua esfera de influência e condição espiritual! A inveja, o apontar de defeitos, as palavras ferinas, o ciúme e as dissensões, a luta por supremacia — tudo isso cessaria. A íntima simpatia com Cristo e com Sua missão de amor e misericórdia aproximaria os obreiros uns dos outros. Então não haveria a disposição para nutrir esses males, cuja condescendência é a maldição da igreja. Ao dedicar atenção à obra de salvar pessoas, seriam motivados particularmente à maior espiritualidade e pureza. Haveria união de propósito, e a salvação de vidas preciosas receberia tamanha importância que todas as pequenas diferenças se perderiam de vista por completo” (Review and Herald, 12 de outubro de 1886).

Acompanhem comigo e comparem as passagens de Atos com os versos do capítulo de hoje:

Atos 2:44 – “todos os que creram estavam juntos” (compare com os versos 18 e 22);
Atos 2:45 – “distribuindo o produto entre todos” (compare com os versos 39 e 40);
Atos 2:46 – “partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria” (compare com o verso 39);
Atos 2:47 – “louvando a Deus e contando com a simpatia do povo” (compare com o verso 40);
Atos 2:47 – “Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (compare com o verso 22).

Percebem a fantástica ligação entre os dois relatos? Deus precisa hoje de “homens [e mulheres] valentes para a peleja” (v.25), que, mesmo “sendo ainda [jovens]” (v.28), ergam com firmeza o estandarte da verdade; “homens valentes e de renome” (v.30), que qual Noé, Jó e Daniel, sejam “apontados nominalmente” (v.31), e assim reconhecidos pelo mundo como “conhecedores da época, para saberem o que [o Israel de hoje deve] fazer” (v.32) a fim de estar pronto para o Dia do Senhor. Homens e mulheres “capazes para sair à guerra, providos com todas as armas de guerra” (v.33), revestidos “de toda a armadura de Deus” (Ef.6:11), “que [manejam] bem a palavra da verdade” (2Tm.2:15), sendo assim “destros para ordenar uma batalha com ânimo resoluto” (v.33), “providos para a peleja” (v.35) “e prontos para a batalha” (v.36).

Se o Israel de Deus de hoje estiver unido desta forma, como um só exército, o menor valerá por cem, e o maior por mil (v.14), na obra de proclamar “o evangelho eterno” (Ap.14:6). Se permanecermos unidos nesse propósito, segundo a Palavra do Senhor, o Espírito Santo nos tornará “destros para ordenar uma batalha com ânimo resoluto” (v.33). Como “conhecedores da época” (v.32), já é hora de despertarmos do sono, amados, “porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Sigamos, pois, avante exército do Deus vivo! “Paz, paz seja contigo! […] Porque o teu Deus te ajuda” (v.18)!

Nosso Deus e Senhor dos Exércitos, almejamos fazer parte do Teu último exército, que, como está profetizado em Apocalipse 18:1, iluminará o mundo com a Tua glória. Esvazia-nos de nós mesmos e enche-nos com o Espírito Santo, Senhor! E que, revestidos da Tua armadura, sejamos encontrados por Ti nas fileiras do Teu remanescente. Nós Te fazemos esta oração confiantes nos méritos do nosso amado Redentor, que em breve voltará para nos buscar, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército de Deus!

Rosana Garcia Barros

#1CRÔNICAS12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 12 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2026, 0:30
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I CRÔNICAS 12 – Este capítulo mostra Deus preparando o coração de todas as pessoas para unir-se ao rei Davi, uma amostra do que Ele queria fazer com toda a humanidade a fim de prepará-la para a vinda do Rei do Universo que nasceria da tribo de Judá, conhecido como Filho de Davi.

“Com a nação reunida em torno do rei divinamente escolhido, houve grande regozijo, comemoração e bênção (v. 40). As divisões e contendas causadas pela desobediência de Saul ficaram no passado. Sob o governo de seu rei-pastor piedoso, Israel experimentaria nova prosperidade” (William MacDonald).

Todavia, uma grande quantia se mantinha fiel a Saul – oposição sempre existirá, inclusive dos de dentro (vs. 29-30).

Hoje o rei é o Messias. Seu exército é Sua igreja. Ele equipa cada crente para a guerra cósmica contra o mal. Deus quer formar um exército na Terra como Seu exército no Céu. “Todos os dias, apareciam homens querendo ajudar Davi. Em pouco tempo, seu exército ficou tão numeroso quanto o próprio exército de Deus!” (v. 22).

Joiada, Zadoque – sacerdotes. Não era proibido aos sacerdotes envolver-se em guerras (v. 28; Números 25:6-9; Josué 22:30). Pastores e membros devem estar dispostos a lutar quando necessário (v. 38).

“Nos dias de hoje, o reino de Deus precisa de homens e mulheres equipados por Deus (v. 2), habilidosos e valentes (v. 8), fortes na fé, capazes de prevalecer diante de grandes adversidades e de fazer o inimigo fugir (v. 14-15), cheios do Espírito e de dedicação abnegada a Jesus (v. 32), pessoas de ânimo resoluto (v. 33)!” (MacDonald).

Estamos no tempo em que precisamos de pessoas versadas no conhecimento, conforme profetizado em Daniel 12:3-4, ilustrado pelos filhos de Issacar: entendidas nas ciências dos tempos, para saber o que o Israel espiritual deve fazer (v. 32).

Meditando nisso, lembrei-me que alguém desenvolveu os seguintes tópicos com o título: “Que horas são?” É hora…

• Do juízo (I Pedro 4:17-18; Apocalipse 14:17);
• De buscar ao Senhor (Oseias 10:12);
• De acordar (Romanos 13:11-14);
• De arrepender-se (Atos 17:30-31);
• De preparar-se (I Coríntios 7:29-31);
• De pedir a chuva serôdia (Zacarias 10:1);
• De Deus intervir (Salmo 119:126).

A salvação não é um presente dado ao léu, é um presente que o céu oferece para quem decidir-se pelo Salvador, o Messias. Levantemo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I CRÔNICAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
31 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 11 – BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I CRÔNICAS 11 by Jeferson Quimelli
31 de março de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/11

O governo de Davi nasceu da violência. O suicídio do rei e a morte de seu melhor amigo foram os fatos que o levaram a governante. Este foi realmente um momento de sentimentos ambíguos amargo-doces na vida de Davi. Ele podia ter temido o rei Saul, mas também o respeitava como líder escolhido por Deus. E, claro, a forte e grande amizade entre Davi e Jônatas é lendária.

Ao iniciar seu reinado, Davi teve uma boa equipe para ajudá-lo a liderar Israel. Este capítulo detalha seus poderosos, seus braços-direitos, os soldados que lhe davam retaguarda.

A vida pode ser difícil para nós também. Talvez as flores brotem da tragédia e também recebamos uma grande responsabilidade para a qual não nos sentimos prontos. É nessa hora que você convoca seus apoiadores poderosos! Eles podem ser pais, professores, mentores, amigos, irmãos ou qualquer pessoa que faça parte do seu sistema de suporte.

O importante aqui é que Davi permitiu que seus homens poderosos lutassem por ele. Ele permitiu que eles agissem, lhe dessem água, vigiassem sua retaguarda, o apoiassem quando ele estivesse caído e protegessem sua realeza. Muitas vezes nos sentimos auto-suficientes, mas quando as coisas estão difíceis, não tenha medo de reconhecer a dificuldade e convide seus homens poderosos, seus apoiadores para ajudar.

Solana Campbell
Estudante da Great Lakes Adventist Academy
Michigan, USA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/11
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
31 de março de 2026, 0:50
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551 palavras

1 Os v. 1 a 9 do cap. 11 são paralelos a 2 Samuel 5:1 a 10. O registro fala brevemente do reinado em Davi em Hebrom (1Cr 3:4) [por sete anos e seis meses] e passa logo para o glorioso reinado em Jerusalém. As tribos de Israel se uniram a Davi em Hebrom por ocasião da morte de Isbosete (2Sm 4:5-12; 5:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 155.

Hebrom. A mais importante cidade no centro de Judá para a qual todo o Israel veio unanimemente a Davi para fazê-lo rei (Andrews Study Bible).

2 apascentarás o meu povo. Uma metáfora para governo. Moisés também foi um pastor antes de Deus chamá-lo para liderar a saída de Israel do Egito. Alguns reis mesopotâmios se apresentavam como pastores de suas nações. O título “Meu povo” era o modo favorito de Deus se referir a Israel (Andrews Study Bible).

4 Jebus. Nome anterior de Jerusalém, lembrando que os jebusitas viviam ali. Seu nome original era Salem (Gn 14.18) (Andrews Study Bible).

 Ver com. de Jz 19:10. CBASD, vol. 3, p. 155.

Davi escolheu Jerusalém por razões tanto políticas quanto militares. Jerusalém estava no centro do reino e como se localizava no limite entre duas tribos [Judá e Benjamim], estava em território neutro. Portanto sua localização diminuía o ciúme das tribos. Jerusalém também se localizava no alto de um monte, tornando difícil o ataque. Life Application Study Bible.

5 Tu não entrarás aqui. Os habitantes imaginavam que a cidade era forte o suficiente e zombaram de Davi, afirmando que até um coxo e um cego a podiam defender (ver com. de 2Sm 5:6). CBASD, vol. 3, p. 155.

Sião. Nome de um dos montes sobre o qual estava edificada Jerusalém. A posição do monte tornava-a quase inexpugnável como fortaleza. Sião significa lugar fortificado. A própria Sião ocupava a parte sudoeste do que é agora Jerusalém, e estava ligada com o reinado de Davi pela profecia e pela história (Sl 2.6). Sua localização estratégica entre os reinos de Judá e Israel, e sua natureza estrangeira (portanto neutra), tornava-a local ideal da proposta capital de Davi (Bíblia Shedd).

O nome era originalmente dado à Cidade de Davi, porém mais tarde foi estendido para incluir  toda a cidade de Jerusalém (Andrews Study Bible).

6 Joabe […] subiu primeiro. Talvez os soldados de Davi tenham conquistado Jerusalém subindo pelo canal subterrâneo (ver com. de 2Sm 5:8). CBASD, vol. 3, p. 155.

8 Milo. Não se sabe a natureza exata desta parte das fortificações de Jerusalém, mas parece ter sido um lugar bastante forte construído para defesa, que desempenhou um papel importante nas fortificações da cidade (ver com. de 2Sm 5:9; 1Rs 9:15; 11:27).

10-41a No relato de Samuel, essa lista dos principais guerreiros de Davi é citada perto do fim do seu reinado. O cronista transportou a lista ao início do reinado de Davi, e a expandiu grandemente (11.41b – 12.40), também como parte do realce dispensado ao apoio amplo de “todo o Israel” ao reinado de Davi (v.10) (Bíblia de Estudo Vida).

15-19 Davi reconhece que não merece semelhante devoção e faz da água uma oferta de bebida ao Senhor (v Gn 35.14; 2Rs. 16.13; Jr 7.18; Os 9.4) (Bíblia de Estudo Vida).

23 [egípcio, homem da estatura de] Cinco côvados. Dois metros e vinte e cinco (NVI).

26 Os heróis. Os v. 26 a 47, que alistam os valentes do exército, são paralelos a 2 Samuel 23:24 a 39, embora existam algumas diferenças entre as listas …, como a forma de grafia de alguns nomes. CBASD, vol. 3, p. 155.