Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de agosto de 2025, 0:30
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NÚMEROS 16 – O quarto livro bíblico lida amplamente com a questão da liderança espiritual. Há instruções claras e práticas tanto aos líderes quanto aos liderados do Senhor.

A arrogância, tanto antiga quanto atual, rejeita líderes instituídos por Deus – como Lúcifer afrontou a liderança celestial (Isaías 14:12-15; Ezequiel 28:11-19; Apocalipse 12:4, 7-12).

Obviamente, liderança é extremamente importante na igreja de Deus. Números 16 nos mostra como ela é fundamental no Antigo Testamento (ver Jeremias 3:15); como igualmente seria essencial no Novo Testamento (1 Efésios 4:11-16; 1 Timóteo 4:1-2, 11-16; Hebreus 13:17).

No tempo do fim, Ellen White afirmou que “o ministro do evangelho está empenhado numa obra muito solene e sagrada” (EF, 184). Ela frisou que “o ministro ocupa diante do povo, o lugar de porta voz de Deus, e tem que representar o Senhor em pensamento, palavra e ação” (OE, 20). Dois princípios sobressaem:
• O líder espiritual tem responsabilidade imperiosa; portanto, deve buscar em Deus poder, sabedoria e discernimento para agir corretamente (Números 16:4-10, 22-40).
• O crente deve respeitar, valorizar e submeter-se aos líderes de Deus; do contrário, estará afrontando ao próprio Deus que envia Seus líderes (Números 16:11).

Satanás é intolerante aos líderes levantados por Deus, porque eles confrontam suas teologias do inferno que vem enganando a muitos do povo de Deus (Atos 20:26-31; 1 Timóteo 6:3-5; 2 Timóteo 2:15-19; 4:1-5; Tito 1:5-16). Diante da óbvia possibilidade de Satanás iludir crentes com suas deturpações teológicas, os líderes espirituais precisam ser firmes e ousados na apresentação da verdade (Gálatas 1:6-11; 2 Pedro 2:15-17; 2 João 9-10; Judas 10, 12-13).

Quem causa confusão geralmente são pessoas cheias de inveja, que são movidas por ambição como Corá, Datã e Abirão (Números 16:1-40). Insubordinação e rebelião dos membros da igreja aos líderes de Deus (na figura de Moisés e Arão) trilham velozmente pela avenida da destruição (Números 16:42-50).

A interpretação dos fatos que descarta a totalidade da revelação divina gera pensamentos incorretos que produzirão críticas sem fundamentos (Números 16:41). Acreditar que a escravidão egípcia é melhor que a liberdade no deserto, é fruto de mentes doentias, que acarretam rebeldia diante dos líderes do Senhor (Números 16:1-3, 12-15).

Os opositores dos servos do Senhor sempre terão seus seguidores. Cuide-se para não ser um deles.

Submetamo-nos a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 15 by Luís Uehara
26 de agosto de 2025, 4:52
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/15

Este capítulo menciona o incidente do transgressor do Sábado que foi encontrado juntando madeira neste dia e foi apedrejado até a morte. A Bíblia nem sempre explica o “porquê” de um castigo aparentemente exagerado, e é aí que aparece a necessidade da confiança: nós confiamos que Deus é justo e ainda misericordioso em todos os seus relacionamentos? Esse é o verdadeiro questionamento do grande conflito entre Cristo e Satanás: o amor e a justiça de Deus.

Neste caso, no entanto, encontramos esclarecimento nos escritos de Ellen G. White: Este homem, “irado por ter sido excluído de Canaã, e determinado a mostrar seu desafio à lei de Deus, atreveu-se a uma transgressão declarada do quarto mandamento” (PP 297). Acender um fogo no clima frio de Canaã era muitas vezes necessário no Sábado, mas não no deserto. Apesar de serem lembrados do Sábado toda semana pelo milagre do maná, toda a congregação teria manifestado desprezo aberto pela autoridade de Deus se tivesse sido permitido ao homem continuar em seu desafio a Deus.

Como está a nossa guarda do Sábado? Esquecemos às vezes que Deus está interessado tanto nas pequenas coisas assim como nas grandes e não aceitará um culto descuidado?

Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/15
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 15 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 15 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



NÚMEROS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de agosto de 2025, 0:50
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735 palavras

Números 15 – um capítulo escrito para os jovens!!!

1-41 A localização do conteúdo deste capítulo – entre a derrota desastrosa às mãos dos amalequitas e cananeus (14.39-45) e a rebelião de Corá (cap. 16) – é significativa. Ao dar este capítulo com leis acerca do comportamento apropriado dos israelitas na terra (v. 2), Deus assegurou a Israel que, apesar das falhas e rebeldias de Israel, Deus continuava planejando dar-lhes a terra de Canaã. Bíblia de Genebra.

Quando entrardes na terra. Estas palavras deixam claro que as leis aqui ordenadas não eram para o deserto e que Israel certamente entraria na terra prometida. Portanto, supomos que a referência não é a toda a congregação (Nm 14:31), mas aos jovens, que não estavam condenados a morrer no deserto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 946.

O período durante o qual os israelitas erravam pela segunda vez pelo deserto quase não se descreve aqui: há apenas algumas leis e a descrição da rebelião de Corá no capítulo 16. Estes anos não faziam parte do plano de Deus para com Seu povo, e temos que procurar muitos trechos da Bíblia para saber a história deste período: Dt 8.2-6; 29:5-6; Js 5.4-8; Êx 20.10-26; At 7.42-43. Aquela velha e impenitente geração pereceria no deserto, mas seus filhos possuiriam Canaã. Nota-se, nesta expressão, um otimismo de confiança, um encorajamento da fé e uma prova da misericórdia de Deus. Bíblia Shedd.

aroma agradável. Em relação à fragrância da vida do cristão, ver com. de 2 Coríntios 2:15. CBASD, vol. 1, p. 947.

15 Em Cristo vemos a vitória final desta lei: Dessarte não pode haver judeu, nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”, Gl 3.28. Bíblia Shedd.

20 Apresentem um bolo feito da primícias (NVI). Essa lei também antevê os dias em que os israelitas estariam na terra. A primeira porção do cereal debulhado seria apresentado ao Senhor na forma de um bolo. Esse conceito das primícias simboliza o fato de que toda a bênção provém do Senhor e que tudo que é produzido pertence a Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 tudo quanto o SENHOR vos tem mandado por Moisés. A palavra “Moisés” foi acrescentada pelos tradutores. Não se encontra no texto hebraico. O sentido fica mais claro sem ela. CBASD, vol. 1, p. 948.

31 desprezou a palavra do SENHOR e violou o seu mandamento. Este tipo de pecado inclui a obstinação, a injúria e a incredulidade; quem o pratica se insurge contra a Palavra de Deus, desacatando aos mandamentos divinos, injuriando o nome de Deus, e, pior ainda, desprezando o amor de Deus que se revela na Bíblia inteira. É como o pecado descrito em Mc 3.29. Bíblia Shedd.

32 Apedrejar um homem por juntar lenha no sábado parece uma punição severa demais, e realmente era. Este ato foi um pecado deliberado, desafiando as leis de Deus contra trabalhar no sábado. Provavelmente o homem estava intencionando ir à frente com outros atos, em adição a quebrar o sábado. Life Application Study Bible.

37-41 As borlas memoriais eram borlas ou fitas azuis usadas nas franjas das vestes para ser um memorial dos mandamentos do Senhor, para que jamais sejam esquecidos. Bíblia Shedd.

38 borlas [franjas]… presas por um cordão azul. Esta cor azulada era também utilizada nas vestes dos sacerdotes (Êx 28). Portanto, as borlas deveriam lembrar os israelitas que eles deveriam seguir Deus como “um reino de sacerdotes e uma nação santa” [NKJV] (Ex 19:6; comparar com 1Pe 2:9) ao invés de seguir seus próprios sentimentos e sentidos em deslealdade. Andrews Study Bible.

39 para que, vendo-as. As “borlas” deveriam ser um lembrete constante aos israelitas de que pertenciam a Deus e que, tanto no vestir como em outros hábitos, deveriam seguir os princípios transmitidos pelo Senhor. CBASD, vol. 1, p. 948.

As borlas deveriam lembrar o povo de não seguirem seus desejos sensuais, mas buscar ao Senhor. A adoração aos ídolos era auto centrada, focando o que uma pessoa poderia obter ao servir um ídolo. Boa sorte, prosperidade, vida longa e sucesso em batalha eram esperados dos deuses. Assim como poder e prestígio. A adoração de Deus era o oposto. Os crentes deveriam ser altruístas em vez de auto centrados/egoístas. Ao invés de esperar que Deus nos sirva, nós devemos servir a Deus, esperando nada em retorno. Nós servimos a Deus pelo que Ele é, não pelo que podemos conseguir dEle. Life Application Study Bible.

40 santos sereis a vosso Deus. A santidade não é alcançada por observâncias exteriores, como por meio do uso de borlas e tiras, mas somente pela obediência à vontade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 948.



Números 15 – Rosana Barros by Ivan Barros
26 de agosto de 2025, 0:45
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“Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos ser por Deus. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (v.41).

Em cada registro sobre as ofertas que deveriam ser levadas ao Senhor, no tabernáculo, há uma nova descoberta, uma nova percepção acerca dos propósitos divinos. Além de usar o método de repetição a fim de impactar a mente humana com as coisas sagradas, Deus também acrescenta novas informações que ampliam nossos horizontes para a compreensão de verdades e princípios eternos. Não era desejo do Senhor que Israel tomasse apenas para si o privilégio de tê-Lo como Deus, mas que fosse uma nação receptiva a todo estrangeiro que quisesse conhecer e servir ao único Deus verdadeiro: “Como vós, assim será o estrangeiro perante o Senhor” (v.15). Isso me lembra o seguinte texto do profeta Isaías:

“Não fale o estrangeiro que se houver chegado ao Senhor, dizendo: O Senhor, com efeito, me separará do Seu povo. […] Aos estrangeiros que Se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança, também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no Meu altar, porque a Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:3,6 e 7).

As mesmas leis e os mesmos ritos cerimoniais deveriam ser observados por naturais e estrangeiros. Todos eram iguais perante o Senhor. E, se todos, por ignorância, errassem e não cumprissem “todos estes mandamentos” (v.22), tinham de assumir o erro, levando uma oferta pelo pecado e “um novilho para holocausto” (v.24). O sacerdote faria expiação por toda a congregação, e seriam perdoados. O mesmo critério era usado de forma individual, tanto para o natural quanto para o estrangeiro. A pessoa, porém, que fizesse “alguma coisa atrevidamente” (v.30), injuriando o Senhor e desprezando Sua Palavra, seria eliminada do meio do povo e levaria sobre si sua iniquidade.

Antes mesmo de proferir os Dez Mandamentos no monte Sinai, o Senhor provou Seu povo quanto à observância do sábado. O quarto mandamento já inicia declarando sua pré-existência: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” (Êx.20:8). Ao recolherem o maná em dobro na sexta-feira, estavam lançando um firme alicerce espiritual de confiança na provisão de Deus. A morte do homem que colheu lenha no sábado não foi um ato sanguinário e cruel de um Deus tirano. Também não foi um pecado por ignorância, mas o Senhor, que sonda os corações, sabia que, atrevidamente, o homem havia desprezado o mandamento, assumindo a fatal consequência de seu pecado: “Porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23).

O capítulo de hoje também menciona as “borlas”, que eram franjas na parte inferior das vestes e serviam como um símbolo, uma lembrança dos mandamentos do Senhor. Foi na borla da veste de Cristo que a mulher com o fluxo de sangue tocou e foi curada (Lc.8:44). Até mesmo na vestimenta, Israel deveria reproduzir a vontade de Deus. Ao contrário do que o mundo tem pregado, o Senhor nos diz: “Não seguireis os desejos do vosso coração, nem dos vossos olhos, após os quais andais adulterando” (v.39). O mundo está sendo tomado por um cristianismo emocional, sustentado pelo fundamento arenoso e instável da vontade humana. O princípio estabelecido por Deus em Sua Palavra, de que todos devem participar da verdadeira adoração, não inclui, em parte alguma, o desejo ou os gostos do coração humano. Aquele que detalhadamente definiu como deveria ser adorado pelo antigo Israel é o mesmo que concedeu à Sua igreja militante o conhecimento profético para os últimos dias.

Segundo Ellen White, o mesmo princípio é aplicado na igreja de Deus, hoje. Ela escreveu:

“A igreja é o instrumento de Deus para a proclamação da verdade, por Ele dotada de poder para fazer uma obra especial; e se ela for leal ao Senhor, obediente a todos os Seus mandamentos, nela habitará a excelência da graça divina. Se for fiel a sua missão, se honrar ao Senhor Deus de Israel, não haverá poder capaz de a ela se opor” (Minha Consagração Hoje, CPB, p.249).

Para cada filho de Deus, há um chamado. Para cada um de nós, há um ou mais dons a serem multiplicados. Mães, assumam sua sagrada obra; vasculhem os Testemunhos como em busca de um tesouro perdido; pela graça de Deus, pratiquem os ensinos ali contidos, na certeza de que o Senhor lutará por vocês e salvará seus filhos (1Tm.2:15). Pais, há uma vasta coleção de conhecimento à sua disposição; vocês possuem uma grandiosa obra a executar como sacerdotes do lar; desviem-se do exemplo de Eli (1Sm.2:29). Filhos, o dever de vocês consiste em honrar a Deus e sua família; procurem dominar suas paixões, buscando ao Senhor como Daniel, que três vezes ao dia se punha de joelhos em meio à ímpia Babilônia (Dn.6:10); procurem fugir das tentações, à semelhança de José, que fugiu da oferta sensual da mulher de Potifar (Gn.39:12).

Depositemos, hoje, amados, a nossa vida e a nossa família no altar do Senhor! Esta, certamente, é uma oferta “de aroma agradável ao Senhor” (v.14).

Senhor, nosso Deus, somos limitados e nossa natureza pecaminosa muitas vezes nos coloca em encrenca. Se pecamos contra Ti por ignorância, que se cumpra a Tua Palavra de que o Senhor não leva em conta os tempos da ignorância. Perdoa-nos e ajuda-nos a não pecar contra Ti, pelo poder que há no sangue do nosso Salvador! O que seria de nós se a salvação pertencesse somente a Israel, Senhor? Mas o Senhor nos chamou para Si e nos adotou como filhos legítimos por meio de Cristo. Muito obrigado, Paizinho querido! Coloca em nosso coração as borlas da fidelidade e da obediência à Tua Palavra, porque nós Te amamos. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Números15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de agosto de 2025, 0:30
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NÚMEROS 15 – A presunção dos rebeldes os levou à destruição. Aqueles que desejaram apedrejar aos quatro valorosos que se posicionaram ao lado do Deus Todo-poderoso morreriam antes de entrar na Terra Prometida.

Apesar da rebelião contra Deus e Seus líderes (Números 13 e 14), a promessa divina era garantida, como se nota em Números 15; porém, somente aos remanescentes. “Embora grande porção do povo fosse morrer no deserto, Deus faria entrar um remanescente. Eles ofereceriam aqueles sacrifícios já descritos em Levítico”, observa Merrill Unger. O remanescente é o restante de um todo que deixou de lado sua lealdade a Deus. O remanescente é perseverante!

• O remanescente respira esperança devido a depositar sua confiança nas promessas de Deus. Israel vivia na expectativa da Terra Prometida (Números 15:1-21), nós aguardamos Novos Céus e Nova Terra (2 Pedro 3:13).
• O remanescente cristão não é exclusivista; ele prega o evangelho da graça que oferece inclusão a todo pecador, independente do que tenha feito, de seu status ou sua raça. A mensagem do terceiro anjo é de justificação pela fé a ser proclamada “aos que habitam na terra, a toda nação, tribo, língua e povo” (Apocalipse 14:6).
• O remanescente fiel a Deus possui correto conceito bíblico de pecado, sabendo que pecar vai além dos atos (Números 15:22-31); podendo ser por descuido (de ignorância) ou intencional (por desafio, consciente de afrontar aos princípios de Deus).
• O remanescente tem em alto estima a santa Lei de Deus, inclusive Seu santo e sagrado dia de sábado (Números 15:32-36; Êxodo 20:8-11). Por isso, perseverantemente “obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fieis a Jesus” (Apocalipse 14:12) convidando e apelando insistentemente às pessoas: “Temam a Deus e glorifiquem-nO, pois chegou a hora do seu juízo. Adorem aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7).
• O remanescente tem senso de pertencimento e mantém na memória que foi separado para Deus. As borlas azuis eram uma forma de reconhecer o compromisso com Deus (Números 15:37-41), mostrando que devemos demonstrar nossa lealdade a Deus até pelas nossas vestes (Deuteronômio 22:5; 1 Pedro 3:1-7; 1 Timóteo 2:9-10).

Sejamos remanescentes fieis: Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 14 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 14 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



NÚMEROS 14 by Luís Uehara
25 de agosto de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/14

Os dez espias, feridos por uma praga, morreram diante do povo, e neles todos viram sua condenação. Neste momento sua ira se transformou em tristeza, não por causa da sua ingratidão e desobediência, mas por causa das terríveis consequências.

Sua tristeza não era arrependimento e não podia reverter a sentença. Quando Deus ordenou que voltassem ao deserto, Ele testou sua aparente submissão, que provou não ser verdadeira. Eles se recusaram a voltar para trás. Moisés, Josué e Calebe também sentiram amarga decepção, porém aceitaram sem murmuração a decisão de Deus. Mas àqueles que tão facilmente se queixaram, agora Deus deu um real motivo para reclamar.

Então, aquilo que eles se recusaram a fazer quando Deus exigiu, agora eles se propuseram a fazer para merecer o favor de Deus: “Pecamos contra o Senhor. Nós subiremos e lutaremos, conforme … Deus, nos ordenou” (Dt 1:41, NVI). Deus nunca lhes havia ordenado a lutar. Não era Seu propósito que eles ganhassem a terra pela guerra, como evidenciado 40 anos depois na tomada de Jericó.

Eles subiram a Canaã sem Moisés, sem a arca e foram derrotados. Forçados à submissão, eles “choraram perante o Senhor” mas “Ele não deu ouvidos ao seu clamor” (Dt. 1:45, NVI). Os inimigos de Israel que aguardavam trêmulos por sua aproximação, agora se encheram de confiança para resisti-los. Todos os relatórios maravilhosos que tinham ouvido do que Deus tinha feito por Israel, agora consideraram como falsos. Nada restava para Israel a não ser voltar ao deserto, sabendo que este seria o túmulo de toda aquela geração.

Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de agosto de 2025, 0:50
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734 palavras

O décimo quarto capítulo nos ensina: 1) Dentro de quinze dias, o povo poderia ter entrado no gozo que Deus preparara; a desobediência causou de quarenta anos, v 34; 2) A nobreza do coração de Moisés, que em nada reputou sua própria glória, pensando só na grandeza de Deus, vs 13-19; 3) O perdão que Deus concede nem sempre anula as consequências de nossos atos pecaminosos, vv 20-23; 4) O comentário inspirado deste capítulo se acha em Hb 3.7-4.13, com sua mensagem dupla: “Não endureçais os vossos corações”, (3.7-4.13) e “Ouvia a Sua voz”, (4.3-13). Bíblia Shedd.

1-12 A apostasia do povo, em Cades-Barneia. Indiferente a todos os milagres que Deus fizera por eles, os israelitas se rebelam contra Moisés e contra Deus. Bíblia Shedd.

A geração do êxodo proveu um exemplo de apostasia que o salmista (Sl 95:7-11) e os autores do Novo Testamento (1Co 10.5; Hb 3.12-4.13) usaram para advertir as gerações posteriores do povo de Deus. Bíblia de Genebra.

nossos filhos serão tomados como despojos de guerra. A acusação mais repreensível que fizeram contra a graça de Deus referia-se aos filhos deles. Somente esses filhos acabariam sobrevivendo (cf. v. 31-33). Bíblia de Estudo NVI Vida.

um capitão. O povo chegou ao ponto de nomear um líder para substituir Moisés (Ne 9:17). CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 941.

Caíram sobre o seu rosto. Moisés e Arão se prostraram em desespero aos pés de toda a congregação; contudo, seus pensamentos se voltavam para Deus. CBASD, vol. 1, p. 941.

Josué, filho de Num. O batedor [explorador, observador] de Efraim (13:8, 16). “Josué” significa “O Senhor é salvação”. No NT, a forma grega contraída é “Jesus” (Mt 1:21 – “pois Ele salvará”). Josué era o assistente de Moisés (Êx 24.13; 33:11; Nm 11:28), de forma que ele não precisava se manifestar como Calebe o fez (Nm 13:30) para que o povo conhecesse sua opinião. Andrews Study Bible.

como pão, os podemos devorar. Isto é, seria fácil conquistá-los (ver Nm 13:32; 24:8; Dt 7:16; Sl 14:4; Jr 10:25). Esta expressão demonstrava grande fé na capacidade e no desejo de Deus em cumprir Suas promessas. CBASD, vol. 1, p. 942.

10 a glória do SENHOR. Sem dúvida, a aparição da santa shekinah impediu que o povo apedrejasse os dois espiasCBASD, vol. 1, p. 942.

11 A falta de fé, estragando todo o bem que Deus quer fazer, é algo que inutiliza o ser humano de tal maneira que já é morto no pecado e merece a destruição. Bíblia Shedd.

20 Segundo a tua palavra, eu lhe perdoei. O povo ainda pereceria no deserto (Êx 32:34), mas a oração de Moisés impediu o completo extermínio da nação. Ao desempenhar o papel de intercessor, Moisés atuou como um precursor de Cristo (Sl 106:23; Jr 15:1). CBASD, vol. 1, p. 942.

29 de vinte anos para cima. Costuma-se pensar que os levitas foram excluídos desta predição, pois não figuraram entre os contados dos 20 anos de idade… Além disso, não houve representante levita entre os espias. Isto é confirmado pela sobrevivência de Eleazar, filho de Arão, que certamente tinha mais de 30 anos quando se tornou sacerdote (Js 17:4; 24:33). CBASD, vol. 1, p. 943.

34 dia. De yom, palavra traduzida de diversas formas, como “dia” (Pv 25:20), “tempo” (Gn 26:8; 40:4), … “anos” (2Sm 13:23), … e “anos” (Êx 13:10). … A palavra yom é uma forma suavizada de hom, “calor”, do radical yaham, “estar quente”. Dizia-se que cada dia era composto por “tarde”, a parte escura ou “fresca” (Gn 1:4, 5, 3:8), e “manhã”, a parte luminosa ou “quente” (Gn 1:4, 5; 18:1). CBASD, vol. 1, p. 943.

cada dia representando um ano. Esta é a primeira utilização das palavras “dia” e “ano” juntas, num sentido correlato de um cenário profético. Andrews Study Bible.

40-44 Quando os israelitas perceberam seu erro tolo, estes se mostraram repentinamente prontos para retornar a Deus. Mas Deus não confundiu sua admissão de culpa com verdadeiro arrependimento, porque Ele conhecia seus corações. De forma clara, eles logo seguiram seus próprios caminhos novamente. Life Application Study Bible Kingsway.

44 tentaram. Um caso gritante de conduta imprudente e presunçosa contra a vontade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 944.

a arca. A nuvem repousava sobre o tabernáculo. Portanto, Moisés não fez nenhum movimento para sair do arraial, e os levitas não levaram a arca à frente do povo (Nm 9:21, 22; 10:33). Ao que parece, com exceção dos levitas, todas as outras tribos partiram. CBASD, vol. 1, p. 944.

45 Horma. Quer dizer “Destruição”, por causa desta derrota. Bíblia Shedd.

Horma foi uma cidade atribuída posteriormente a Judá ou Simeão e é mencionada várias vezes nas Escrituras (Nm 21:3; Jz 1:17; 1Sm 30:30). A rota da empreitada é apresentada com mais detalhes em Deuteronômio 1:44. Sua extensão sugere que o número de mortos e feridos foi elevado. CBASD, vol. 1, p. 944.



Números 14 – Rosana Barros by Ivan Barros
25 de agosto de 2025, 0:45
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“O Senhor é longânimo e grande em misericórdia, que perdoa a iniquidade e a transgressão, ainda que não inocenta o culpado, e visita a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta gerações” (v.18).

A incredulidade tomou conta de todo o acampamento. Decididos a retornar ao Egito sob as ordens de um novo capitão, os filhos de Israel lançaram mão de pedras com o objetivo de dar fim a Moisés, Arão e aos dois espias que ameaçavam os seus planos. O Senhor, no entanto, Se manifestou em defesa de Seus servos e para declarar o veredicto contra a nação que O afrontou por “dez vezes” (v.22). Foi dito que, a partir de Moisés, Deus suscitaria um “povo maior e mais forte” (v.12), concedendo à sua descendência a herança que Israel havia desprezado. A reação do provado líder, porém, manifestou em seu caráter a misericórdia e o amor do divino Oleiro. Intercedendo pelo povo, ele rogou ao Senhor que o perdoasse mais uma vez.

O perdão não anula a justiça divina, amados. A respeito daquele grande pecado, o Senhor declarou: “Eu lhe perdoei” (v.20), mas não poderia permitir que os filhos de Israel fossem poupados das consequências de sua iniquidade. Os que desprezaram o “assim diz o Senhor” para seguir palavras humanas não entrariam na terra prometida. No entanto, Calebe e Josué entrariam na terra que espiaram, e a sua descendência a possuiria, visto que neles houve outro espírito, e perseveraram em seguir ao Senhor. E ao povo foi dada a ordem de mudar de rumo e caminhar “para o deserto, pelo caminho do mar Vermelho” (v.25). Ou seja, em vez de avançar, Israel deveria retroceder. Iniciava ali a jornada de quarenta anos que deixaria para trás uma geração rebelde e obstinada, suscitando uma geração que tomaria posse da promessa: “Mas os vossos filhos”, disse o Senhor, “[…] farei entrar nela; e eles conhecerão a terra que vós desprezastes” (v.31).

Uma grande confusão se instalou em Israel ao contemplarem a morte dos dez espias “que infamaram a terra” (v.37). Percebendo a gravidade da situação e a seriedade das palavras divinas pronunciadas por Moisés, “levantaram-se pela manhã cedo e subiram ao alto do monte, dizendo: Eis-nos aqui e subiremos ao lugar que o Senhor tem prometido, porquanto havemos pecado” (v.40). A esse despertar tardio, contudo, veio a perturbadora resposta: “Não subais, pois o Senhor não estará no meio de vós, para que não sejais feridos diante dos vossos inimigos” (v.42). Mais uma vez, Israel não deu ouvidos ao profeta de Deus. E com que angústia de alma sofreu Moisés ao ver a teimosia de um povo retornando ferido e derrotado! Com que agonia viveu o restante de sua peregrinação, sabendo que todo aquele povo, exceto Calebe e Josué, seria consumido no deserto e ali seria sepultado!

Amados, cada cena da jornada de Israel é um chamado de Deus para que o Seu povo do tempo do fim desperte para o tempo de sua peregrinação. À semelhança de Israel, estamos às portas do cumprimento da última promessa. Como Josué e Calebe, Deus tem um remanescente fiel sendo enviado ao mundo, tendo nos lábios e no coração o último clamor. Homens e mulheres que têm sido desprezados e até mesmo ameaçados pelos impenitentes, mas acolhidos e levados a sério pelos humildes de coração. Em tom de maior urgência, o Senhor declara, hoje: “Até quando Me provocará este povo e até quando não crerá em Mim, a despeito de todos os sinais que fiz no meio dele?” (v.11).

Prestes a cruzar a linha de chegada, às vésperas de encerrar a nossa carreira, em tempo de solene advertência, precisamos de olhos e ouvidos espirituais para, como Josué e Calebe, mantermos firme a nossa fé nAqueleque jamais deixa de cumprir as Suas promessas. Milhares têm aderido à mesma ideia do antigo Israel: “Levantemos um capitão e voltemos para o Egito” (v.4), e, sob a loucura da bandeira humana, desprezam a bandeira vitoriosa do Príncipe Emanuel. Mas o período de graça, que se apressa para o seu limite, não postergará o tempo determinado para o seu fim e, amedrontados pela ruína daqueles que antes seguiram como seus mentores em lugar do que está escrito, os rebeldes passarão por um falso despertar que resultará em frustração e completa derrota. A Palavra do Senhor é bem clara, amados, e precisamos dar ouvidos a fim de permanecermos firmes como Calebe e Josué: “Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais” (1Co.5:11).

Se Israel houvesse aceitado a disciplina e a correção do Senhor como oportunidades de crescimento e aperfeiçoamento do caráter, jamais teria escolhido o lado pessimista dos dez espias. Como temos encarado as provas que enfrentamos? Não pense ninguém que o Senhor poupará alguma iniquidade em Seu juízo final. Ele está separando a escória do ouro e o joio do trigo. Despertemos para “o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2)! A igreja de Deus está sendo sacudida, meus irmãos! E o Espírito Santo está selando os últimos “Josués” e “Calebes”, “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (Ez.9:4). Enquanto isso, como Israel subiu ao monte a fim de tentar reaver o tempo de oportunidade desperdiçado, se apressa o tempo em que os que rejeitaram a verdade “andarão de mar a mar e do Norte até ao Oriente; correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:12).

Prepara-te, Israel de Deus! “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção!” (Sf.1:14).

Ó, Pai Eterno, o mundo tem conhecido como desde os primórdios o Senhor tem Se levantado em favor do Teu povo. Como em cada geração, tens conservado filhos fiéis a Ti. Agora que estamos no tempo da última igreja, da última trombeta e do último clamor, rogamos que a Tua força Se engrandeça, pois o Senhor é longânimo e grande em misericórdia, e perdoa a iniquidade e a transgressão, ainda que não inocenta o culpado. Santo Deus, perdoa, pois, a nossa iniquidade, segundo a grandeza da Tua misericórdia e como também tens nos perdoado até hoje! Não queremos passar mais quarenta anos no deserto deste mundo! Não, Pai! Ó, Senhor, queremos ir para o Lar! Faz-nos a geração de Josués e Calebes que estarão vivos para entrar na Canaã celestial! Pelos méritos do nosso amado Redentor, Jesus Cristo, nós clamamos a Ti, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, “Josués” e “Calebes” dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#Números14 #RPSP

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