Reavivados por Sua Palavra


2CRÔNICAS 15 — Rosana Barros by Ivan Barros
3 de maio de 2026, 0:45
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“Entraram em aliança de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12).

Asa não só promoveu reformas religiosas, mas reformas espirituais que mudariam o curso da nação. À semelhança do Reino do Norte, Judá se envolveu com os deuses estrangeiros e levou para dentro de seu território as mesmas abominações que o Senhor havia condenado. O terceiro rei de Judá liderou o povo num verdadeiro movimento de reavivamento e reforma, que foi confirmado e abençoado pelo Senhor através da profecia de Azarias, um profeta que aparece apenas neste capítulo da Bíblia, mas cujas palavras fortaleceram o coração de Asa e, certamente, continuam sendo uma força a ser considerada na vida de todo cristão que se dispõe no serviço do Senhor.

A obediência de Asa gerou uma assembleia solene, reunindo “todo o Judá e Benjamim e também os de Efraim, Manassés e Simeão que moravam no seu meio, porque muitos de Israel desertaram para ele, vendo que o Senhor, seu Deus, era com ele” (v.9). E, após oferecerem grande “sacrifício ao Senhor” (v.11), foi feita uma aliança nacional “de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12). “Todo o Judá se alegrou por motivo deste juramento”, e o “Senhor lhes deu paz por toda a parte” (v.15). Foi um tempo de renovar “o altar do Senhor” (v.8) em cada coração.

A reforma promovida por Asa não excluiu os de sua própria casa. Até mesmo sua avó foi deposta “da dignidade de rainha-mãe” por ter feito “uma abominável imagem” (v.16), que Asa cuidou de destruir e queimar. Mas houve um porém: os altos “não foram tirados de Israel” (v.17). Uma mancha foi ignorada e aquele cujo coração “foi perfeito todos os seus dias” (v.17) colheria no futuro as terríveis consequências de tal concessão.

Nunca houve tempo em que se falasse tanto em reavivamento e reforma como nos últimos anos. Homens e mulheres têm se dedicado à obra de renovar “o altar do Senhor” (v.8) e habilitar um povo que esteja preparado para o segundo advento de Cristo. Contudo, sem incitar juízo infamatório ou julgamento prévio, precisamos ponderar acerca do que temos visto e ouvido. Há a urgente necessidade de mudança no meio do povo de Deus, mas não é a mera aparência de piedade que identifica a verdadeira adoração. “Mas, quando, na sua angústia, eles voltaram ao Senhor, Deus de Israel, e o buscaram, foi por eles achado” (v.4).

Toda reforma deve ser resultado de um reavivamento. Os dois andam juntos. Reavivamento sem reforma é sentimentalismo. Reforma sem reavivamento é legalismo. O prefixo “RE” significa “duas vezes”. Reavivamento, então, é viver novamente, é buscar de volta a vida eterna perdida no Éden. Reforma é buscar de volta a forma original, a imagem e semelhança do nosso Criador, que foi corrompida pelo pecado. Portanto, o movimento de reavivamento e reforma é o caminho de volta para o Paraíso, e deve ter início em nosso coração, transformando-nos segundo o caráter de Cristo.

A nossa busca, porém, precisa ser diária e constante, e não pode depender da fidelidade alheia. É importante ter pessoas ao nosso redor que nos animem e encorajem pelo caminho; referências que nos revelem o quanto vale a pena ser fiel a Deus. Entretanto, não podemos e não devemos depositar toda a nossa confiança em pessoas, para que as decepções não abalem a nossa fé. Percebam que um dos motivos da apostasia de Israel foi por estar “muito tempo sem o verdadeiro Deus, sem sacerdote que o ensinasse e sem lei” (v.3). O conhecimento do Senhor é o bem mais precioso que podemos ter e compartilhar. Não o ignoremos, nem tampouco o guardemos só para nós enquanto milhares desfalecem pelo caminho.

Diante de um cenário profético em rápido andamento, que a nossa vida seja governada pelo Espírito Santo, e ensinada, corrigida, repreendida e educada na justiça pela Palavra de Deus, “a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm.3:16-17). Eu sei, meus irmãos queridos, que têm dias em que choramos por dentro dores que só o Senhor conhece. Principalmente quando dizemos “sim” ao chamado de Deus, entramos em tempestades sem saber quanto tempo irão durar e o que nos custará. Mas uma coisa é certa: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Assim como as palavras de Azarias vieram ao meu encontro hoje, o Senhor lhes diz: Meus filhos, sejam “fortes, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra terá recompensa” (v.7).

Oração:
Senhor, temos sofrido muitas dores e algumas delas têm sido realmente desafiadoras. Mas nós cremos que a Tua Palavra foi escrita também pensando em cada um de nós e que suas palavras de ânimo e encorajamento são para nós. Ó, Senhor, nosso Deus, dá-nos forças para que não desfaleçamos, agora tão perto como estamos de contemplar a nossa bendita esperança! Purifica o nosso coração e nos capacita a pregar o Teu evangelho eterno com o poder do Teu Espírito! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, fortes no Senhor!

Rosana Garcia Barros
Membro da IASD Central de Maceió



II CRÔNICAS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER by Jeferson Quimelli
3 de maio de 2026, 0:30
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II CRÔNICAS 15 – Quando há reavivamento e reforma, indivíduos sinceros são atraídos para unirem-se ao remanescente de Deus.

Radicais reformas espirituais resultam em aprovação dos sinceros fieis da verdadeira religião. O problema, é que muitas reformas daqueles que lideram reavivamentos são superficiais, ou mesmo legalistas. Há pessoas bem intencionadas que possuem zelo pelas coisas de Deus; porém, são desequilibradas quando não possuem entendimento correto, conhecimento espiritual conduzidas pelo Espírito Santo – elas pautam-se em sua própria opinião e fazem sobressair seu orgulho, sua própria justiça (Romanos 10:1-4).

Após muitos anos de declínio espiritual, o rei Asa foi radical na reforma; todavia, agiu de forma progressiva, pautando-se na revelação divina.

Tomado pelo Espírito Santo, Azarias saiu ao encontro de Asa com importantes orientações da parte de Deus (II Crônicas 15:1-7), após já ter feito muito pela restauração da pureza da verdadeira religião (II Crônicas 14:2-5). Asa deu ouvidos à mensagem profética, se encheu de coragem e agiu para eliminar os ídolos que ainda estavam presentes em territórios que passaram a pertencer a Judá (II Crônicas 15:8).

Além disso, Asa depôs “sua avó Maaca da posição de rainha-mãe, pois ela havia feito um poste sagrado repugnante. Asa derrubou o poste, despedaçou-o e queimou-o no vale de Cedrom”.

Contudo, ainda que “o coração de Asa” fora “totalmente dedicado ao Senhor durante a sua vida”, os altares idólatras não foram “eliminados de Israel” (II Crônicas 15:16-17).

As reformas religiosas físicas e externas não devem ser desprovidas de reavivamento no íntimo. A adoração expressa deve surgir do coração contrito. É imprescindivel fazer um acordo de todo coração e alma de buscar piamente ao Senhor. Precisamos ter a melhor disposição para buscá-lO; então, Ele Se deixará ser encontrado, e Seu povo desfrutará de paz e bênçãos celestiais (II Crônicas 15:11-15, 18-19).

Maravilhosamente, apostatados e desviados do caminho de Deus voltam para unirem-se aos verdadeiros adoradores quando há sincero reavivamento e reforma correta. Muitos de Israel do Norte filiaram-se a Judá, quando perceberem Deus presente entre seus irmãos judeus (II Crônicas 15:9).

Este capítulo é um poderoso incentivo a nós que vivemos dias espiritualmente complexos, confusos, desafiadores… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II CRÔNICAS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 14 – Primeiro leia a Bíblia

II CRÔNICAS 14 – BLOG MUNDIAL

II CRÔNICAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



II CRÔNICAS 14 by Jeferson Quimelli
2 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/14

Você pode imaginar o que é ter um exército de um milhão de homens e trezentos carros de guerra vindo contra você? Foi exatamente isso que o rei Asa de Judá enfrentou.

Ouça a sua incrível oração: “Senhor, não significa nada para Ti ajudar, seja com muitos ou com aqueles que não têm poder; ajuda-nos, ó Senhor, nosso Deus, porque em Ti, e em teu nome viemos contra esta multidão, ó Senhor, Tu és o nosso Deus, não deixe que o homem prevaleça contra ti! “(v. 11).

E o exército de um milhão de homens foi superado! Esta história é para nós. “A oração de Asa é aquele que todo crente cristão pode apropriadamente oferecer. Nós lutamos em uma guerra, não contra a carne e o sangue, mas contra os principados e potestades, contra hostes espirituais da maldade nas regiões celestes (cf. Ef 6:12). No conflito da vida, temos de enfrentar agências do mal que se arregimentaram contra o correto. Nossa esperança não está no homem, mas no Deus vivo. Com plena certeza de fé, podemos esperar que Ele unirá Sua onipotência aos esforços de instrumentos humanos, para a glória do Seu nome. Vestida com a armadura de sua justiça, podemos obter a vitória sobre todos os inimigos” (Profetas e Reis, p.111).

Hoje é o dia da vitória. Faça a oração de Asa e acredite!

Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/14
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II CRÔNICAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de maio de 2026, 0:50
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365 palavras

3 aboliu os altares dos deuses estranhos. A idolatria morre com dificuldade no coração do povo; o decreto do rei não se completou totalmente, nem foi duradouro, 15.17; 1Rs 15.14. Bíblia Shedd.

Postes-ídolos. Heb asherim, troncos de árvores dedicados à adoração de Astarote, considerada pelos pagãos a mãe do mar, a deusa da fertilidade. Grava-se no tronco uma imagem de Astarote, que ficava como totem ao lado do altar de Baal (deus da terra e da fertilidade). Bíblia Shedd.

5 Retirou os altares idólatras. 1Rs 15.14 declara que Asa não retirou os altares idólatras. […] Asa realmente tentou retirar esses altares, mas a adoração pagã era extremamente resiliente, e, no fim, seus esforços resultaram infrutíferos (15.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Clamou Asa. O inimigo fora derrotado porque a causa em disputa era de Deus e não dos homens. O efeito impressionante da vitória se evidencia no fato de os egípcios interromperem suas pretensões de subjugar Judá por um período de três séculos. Bíblia Shedd.

6 Edificou cidades fortificadas. Sinal de um reinado próspero sob o favor divino (11:5-12). Bíblia de Estudo de Andrews.

7 Tempos de paz não são somente para descanso. Eles nos permitem que nos preparemos para tempos de dificuldade. […] Decisões sobre como enfrentar tentações devem ser feitas com cabeça fria, muito antes de sentir o calor da tentação. Construa suas defesas agora, antes que as tentações ataquem. Life Application Study Bible Kingsway.

10 vale de Zefatá. Marcava a entrada a uma estrada que levava até as montanhas de Judá e de Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 entre o poderoso e o fraco. Estas palavras cheias de fé têm semelhança notável com as de Jônatas a seu jovem escudeiro quando os dois atacaram a guarnição filisteia (1Sm 14:6). Bíblia de Estudo de Andrews.

Se você está enfrentando batalhas que você sente que provavelmente não possa vencer, não desista. Em face das vastas hordas de soldados inimigos, Asa orou por ajuda de Deus, reconhecendo sua impotência contra um poderoso exército. O segredo da vitória é primeiro admitir a futilidade do esforço humano e então confiar na salvação de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

14 Feriram todas as cidades ao redor de Gerar. Parece que os filisteus daquela região tinham colaborado na invasão egípcia. Bíblia Shedd.



2CRÔNICAS 14 — Rosana Barros by Ivan Barros
2 de maio de 2026, 0:45
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“Clamou Asa ao Senhor, seu Deus, e disse: Senhor, além de Ti não há quem possa socorrer numa batalha entre o poderoso e o fraco; ajuda-nos, pois, Senhor, nosso Deus, porque em Ti confiamos e no Teu nome viemos contra esta multidão. Senhor, Tu és o nosso Deus, não prevaleça contra Ti o homem” (v.11).

Asa foi o primeiro rei de Judá a promover grande reforma no meio do povo. Ao dar fim a todo objeto e local de culto pagão, e eliminar toda a idolatria que havia em Judá, “houve paz no seu reinado” (v.5). Tempo em que aproveitou para fortalecer as cidades de seu povo e organizar o seu exército. Mas, então, a fé de Asa e de todo o Judá foi provada. Com um exército “de um milhão de homens e trezentos carros” (v.9), o rei etíope desafiou o exército de Deus.

Até então, não tinha visto na Bíblia o registro de um exército tão numeroso como o dos etíopes. Vocês fazem ideia do que seja um exército de um milhão de homens? Se no capítulo de ontem quatrocentos mil contra oitocentos mil já era desafiador, o desafio do capítulo de hoje, de quinhentos e oitenta mil contra um milhão, também seria amedrontador. Seria, não fosse a oração do rei Asa, que, semelhante a seu pai, confiou no Senhor e apelou para Ele. E, de um milhão, “caíram os etíopes sem restar nem um sequer” (v.13), pois “o Senhor feriu os etíopes” (v.12).

A vida de quem faz o que é bom e reto perante Deus (v.2), Ele honra com vitórias humanamente impossíveis. Asa fez o que outros líderes não tiveram coragem de fazer. Temente a Deus, decidiu fazer o que era correto independentemente de opiniões contrárias. Ele aboliu de Judá tudo o que não agrada a Deus, tudo o que pudesse ser considerado abominação ao Senhor, e deu voz de ordem ao povo para “que buscasse ao Senhor, Deus de seus pais, e que observasse a lei e o mandamento” (v.4). Resultado: “Houve paz no seu reinado” (v.5), “porquanto o Senhor lhe dera repouso” (v.6). “Edificaram e prosperaram” (v.8).

Amados, precisamos buscar fazer como “Asa fez” (v.2). Abolir de nossa vida tudo o que possa ter se tornado um ídolo. Muitas vezes trocamos o “assim diz o Senhor” por tão pouca coisa, então vem o inimigo com um milhão de dificuldades e ainda queremos colocar a culpa em Deus, quando o desejo do Senhor é o de “ferir” tudo o que ameace a nossa paz. Cristo nos advertiu que neste mundo passaríamos por muitas aflições, mas, assim como o Senhor deu a vitória a Judá, Ele também venceu o mundo por nós (Jo.16:33). O que Ele nos pede hoje é que confiemos e descansemos nEle. Que acreditemos que Ele fará de nossas aflições degraus para alcançarmos a plenitude da fé.

Sei que nossas aflições não têm sido fáceis; que a nossa mente tem sofrido muitos ataques; que por vezes nos sentimos encurralados sem nem mesmo conseguir bem explicar o que está acontecendo. Mas eu creio que o Espírito Santo está preparando a última geração do povo de Deus para a batalha final. Creio que os anjos estão trabalhando em nosso favor como nunca antes. Creio que só precisamos nos manter conectados a Jesus. E em nossa fraqueza, pela fé, ouvirmos as Suas palavras de ânimo e conforto: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co.12:9).

Como Asa, decida, agora, fazer a vontade do Senhor. E mesmo em tempos de paz, como o rei de Judá, faça suprimentos para tempos de guerra, pois no grande conflito em que estamos envolvidos, há um inimigo desleal que “sabe que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12), e só o Senhor pode nos socorrer nesta batalha “entre o poderoso e o fraco” (v.11). Tema a Deus e observe os Seus mandamentos, “porque isto é o dever de todo homem” (Ec.12:13). Fazendo a vontade do Senhor, experimentamos a verdadeira paz, aquela que nos prepara para sermos vitoriosos na guerra.

Oração:
Ó, Senhor, nosso Deus, a batalha que estamos prestes a enfrentar nem se compara com aquela multidão de etíopes. Porque a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os principados e potestades, contra Satanás e seus anjos. E nesse conflito, Senhor, eles são os poderosos e nós, os fracos. Mas cremos na Tua Revelação, de que o inimigo não pode vencer o mais débil e fraco filho Teu que ora com fé perseverante. Por isso, Senhor, cobre-nos com Tua graça até que todos os nossos inimigos sejam destruídos, sem restar nem um sequer! Temos também enfrentado uma luta árdua contra o nosso próprio eu! Dá-nos a vitória, Pai! Lava-nos e purifica-nos com o hissopo celestial e faz-nos mais alvos do que a neve! Nós clamamos a Ti, nosso Deus, pelo poder que há no sangue de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, vencedores em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER by Jeferson Quimelli
2 de maio de 2026, 0:30
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II CRÔNICAS 14 – Tem filhos que não repetem os mesmos erros dos pais. Desta forma, eles podem não sofrer das mesmas consequências que seus pais sofreram.

O rei Asa, de Judá, não seguiu pelas mesmas pisadas de seus pais. Portanto, desfrutou de paz durante dez anos (II Crônicas 14:1-2). Todavia, aqueles que fazem o que Deus aprova também podem enfrentar ataques e guerras; contudo, com a bênção de Deus, não apenas saem vitoriosos, como se enriquecem com os despojos (II Crônicas 14:8-15). Asa orou a Deus, com sinceridade e fervor; então, “o Senhor derrotou os etíopes diante de Asa e de Judá”.

O segredo da espiritualidade saudável envolve muito mais que oração. Trata-se de reavivamento e reforma. O rei Asa fez uma varredura para eliminar ídolos dentre o povo de Deus e fortificou as cidades confiando em Deus (II Crônicas 14:3-7).

Temos muito a aprender deste relato: Anote estes 4 princípios extraídos deste capítulo:

• Nossas orações devem ser acompanhadas de ação.
• Nossos projetos de vida precisam ser executados confiando em Deus.
• Nossos desafios na vida precisam ser entregues nas mãos de Deus.
• Nossas ações precisam ser regadas com oração.

A prática desses princípios resulta em grandes bênçãos! Quando fazemos o que Deus aprova, desfrutaremos de paz; caso o inimigo se levante para nos atacar, se agirmos confiando em Deus, não há inimigo que resista.

Quando reconhecemos nossa pequenez diante dos titânicos desafios que a vida nos prega, e em oração clamamos ao Deus que é maior que qualquer problema, podemos confiar que Ele fará coisas incríveis.

Quando erradicamos aquilo que perverte a verdadeira religião, Deus Se agrada. Então Ele age, interfere, cuida, protege… e, a sociedade experimenta a bênção da paz.

Quatro vezes a palavra paz aparece no texto (II Crônicas 14:1, 5, 6, 7). Ela é percebida, reconhecida e está relacionada à obediência e fidelidade a Deus.

A paz é um dom de Deus que recebemos quando estamos em paz com Ele. É um dom divino para seres humanos que se reconciliam com o Soberano Deus.

Resolver problemas não é agradável; mesmo assim, as pessoas enfrentam os problemas intentando encontrar a paz. Contudo, a verdadeira paz é um presente que Deus quer nos dar graciosamente mesmo em meio aos problemas! Então, reavivemo-nos e reformemo-nos! – Heber Toth Armí



II CRÔNICAS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 13 – Primeiro leia a Bíblia

II CRÔNICAS 13 – BLOG MUNDIAL

II CRÔNICAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CRÔNICAS 13 by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/13

O rei Abias de Judá conseguiu reunir 400.000 valentes guerreiros. Parecia suficiente. Entretanto, o rei Jeroboão de Israel trouxe um exército de 800 mil contra ele. As chances eram de 2 contra 1.

O rei Abias levantou-se no Monte Zemaraim e gritou advertências contra seu inimigo. “Temos sido fiéis a Deus e vocês se rebelaram.” “Temos o Deus vivo e Seu grande templo. Você tem bezerros de ouro.” “Nós temos os levitas. Seus sacerdotes são pessoas de caráter duvidoso que obtiveram seu trabalho por suborno.”

Parecia uma boa estratégia, mas as ameaças não reverteram as probabilidades. Enquanto Abias falava, Jeroboão armou uma emboscada por trás das linhas de Judá. De repente, eles se viram cercados, sem lugar para se refugiar.

Melhor dizendo: sem lugar para se refugiar … a não ser para cima. “Eles clamaram ao Senhor” (versículo 14). Desta conexão de fé originou-se um grito. “Quando os homens de Judá gritaram, Deus feriu Jeroboão e todo o Israel diante de Abias e de Judá. … e Deus os entregou nas mãos deles … porque confiaram no Senhor Deus de seus pais” (versos 15-18).

Os seus problemas estão lhe cercando, deixando-o sem ter para onde correr? Todo o seu planejamento e esquemas parecem inúteis? Olhe para cima. O Senhor está pronto para livrar todo aquele que nEle confia.

Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/13
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II CRÔNICAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2026, 0:50
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321 palavras

1 Aliança de sal. Costume oriental mencionado em Lv 2.13; Nm 18.19. A cerimônia consistia em comer sal como penhor de um pacto ou uma aliança. Era a garantia de uma amizade perpétua, simbolizada pela qualidade do sal, como preservador contra a corrupção. Bíblia Shedd.

4 Monte Semaraim. A localização exata deste monte não é conhecida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 253.

7 Ainda jovem e indeciso. No sentido de ser inexperiente. Roboão tinha 41 anos de idade quando começou a reinar. CBASD, vol. 3, p. 253.

9 Sete carneiros. Na consagração original dos filhos de Arão, Deus requereu dois carneiros (Êx 29.1; Lv 8.2). Jeroboão, que já havia abandonado o plano de Deus, alterara a cerimônia de consagração, aumentando o número de sacrifícios obrigatórios para cada sacerdote. A religião inventada pelos homens, muitas vezes, coloca ações aparentemente fervorosas no lugar de uma verdadeira e sincera relação espiritual com Deus. Bíblia Shedd.

10 O SENHOR é nosso Deus. Judá ainda era formalmente leal ao culto a Deus, embora o próprio Abias não servisse a Deus de todo o coração (1Rs 15:3). CBASD, vol. 3, p. 253.

12 Não pelejeis contra o SENHOR. Uma luta contra o povo de Deus significa uma luta contra o próprio Deus; foi isto que Paulo de Tarso descobriu no caminho de Damasco, quando ia para lá em perseguição à igreja (At 9.4-5; 5.39). As tribos do norte ainda poderiam se humilhar e servir a Deus. Bíblia Shedd.

18 A narrativa repetidamente chama a atenção para a verdadeira razão do sucesso de Judá. A grande necessidade do ser humano é reconhecer sua dependência da poderosa mão do Senhor e viver e trabalhar de tal forma que a presença divina possa estar com ele. Nos últimos dias, o remanescente fiel colocará sua confiança no Senhor e não será envergonhado (Dn 12:1). CBASD, vol. 3, p. 253, 254.

21 Abias, porém, se fortificou. Achando-se forte e seguro depois de sua vitória sobre Jeroboão, Abias se entregou a uma vida de luxúria [lascívia, atração pelos prazeres carnais]. CBASD, vol. 3, p. 254.