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“Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (v.7).
O castigo iminente contra a maldade de Israel, bem como os juízos contra as demais nações não eram sentenças definitivas, mas alertas proféticos, assim como a trombeta anunciava o conflito e o rugido de um leão contra a sua presa. Quando o profeta Jonas, por exemplo, foi chamado para ir a Nínive, sua mensagem não incluía um apelo ao arrependimento, e sim de juízo: “Ainda em quarenta dias, e Nínive será subvertida” (Jn.3:4). A resposta àquela dura mensagem foi de profundo arrependimento e sincera humilhação diante de Deus. E toda a cidade foi salva de seus pecados. Pessoas que, segundo Deus, não sabiam discernir “entre a mão direita e a mão esquerda” (Jn.4:11). Ou seja, um povo que não tinha o conhecimento de Deus, mas que, ainda assim, O buscou de todo o coração se esforçando por alcançar o Seu perdão e a Sua aprovação.
Uma atitude similar deveria ter acontecido em Israel. Mas diante do castigo vindouro, o povo permanecia em sua letargia espiritual, corrompendo ainda mais suas faculdades e selando o juízo predito. Samaria, capital da nação, havia se tornado a capital da depravação e do luxo. Castelos, casas de verão, casas de inverno e grandes casas ornadas com marfim compunham o cenário de uma sociedade dominada pelos ricos. E nos “altares de Betel” (v.14) eram praticados todos os tipos de rituais detestáveis. Ainda sustentando fazer parte da herança eleita, o coração endurecido do povo permanecia estático e as palavras do profeta uma grave ofensa à sua consciência embotada pelas orgias e estilo de vida depravado.
A triste condição de que “Israel não sabe fazer o que é reto” (v.10) precisa ecoar como uma trombeta em nossos ouvidos, hoje. Temos o velho hábito de estudar os relatos sobre o antigo Israel como se tivessem ficado no passado de um povo rebelde e inconstante. Mas o apóstolo Paulo bem compreendeu a razão desses registros: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6). Como Israel de Deus, precisamos dar ouvidos à Palavra do Senhor, revelada a nós através de Seus profetas. A verdade presente para o nosso tempo através das três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12 não é tão fácil de se proclamar quanto os juízos anunciados por Amós. Seu teor inclui um juízo global que está em andamento, um juízo sobre um sistema político-religioso denominado de Babilônia e um juízo final contra todo aquele que “adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão” (Ap.14:9).
Como vemos, não é bem a mensagem de “Deus é amor” que a maioria gostaria de ouvir. Sim, amados, Deus é todo amor! Ele é o próprio Amor (1Jo.4:8)! E é justamente causa desse amor que Ele não pode permitir que o mal se perpetue. É por amor que Ele repreende e disciplina a fim de despertar o Seu povo adormecido (Ap.3:19). Foi por amor que Cristo pagou o preço que jamais poderíamos pagar. E deve ser por amor, a entrega da nossa vida a Ele.
Quando alguém se converte genuinamente e passa a entender a verdadeira natureza do pecado, de como ele entristece o coração de Deus e como também magoa os seus semelhantes, não permanece na prática do pecado. Ainda que na jornada aconteçam momentos de fraqueza, sua alma gemerá as dores de quem enfrenta o grande conflito pessoal: “mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”. E a maravilhosa resposta vem logo em seguida: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:23-25).
“O Senhor olha dos céus; vê todos os filhos dos homens; do lugar de Sua morada, observa todos os moradores da Terra” (Sl.33:13-14). O que Ele tem visto ao olhar para a Sua igreja, hoje? Templos bem edificados e ornados com marfim, ou um povo “que vive com integridade, e pratica a justiça, e de coração fala a verdade; que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao Senhor; que jura com dano próprio e não se retrata; que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente” (Sl.15:2-5)?
Sabem, amados, o que conforta o nosso coração é saber que, através da palavra profética de Ellen White, o Senhor nos revelou de que a Sua igreja pode até parecer que está prestes a cair, mas não cairá. Louvado seja Deus! Que façamos parte, pela graça de Cristo e poder do Espírito Santo, da última igreja que revelará o caráter manso e humilde do Salvador, o único tesouro que Deus leva em conta.
Deus amado, que o Senhor seja o nosso tesouro particular. É certo que temos uma mensagem de juízo para dar ao mundo e não podemos negligenciar tal responsabilidade. Mas também é uma mensagem de esperança a um mundo que Deus amou de tal maneira, com tanta intensidade, que deu o melhor do Céu, Seu Filho amado, para dar vida eterna a todo o que nEle crê. Que essa mensagem primeiro transforme a nossa vida e caráter, então, pelo poder do Espírito, seremos capacitados a dar a mensagem ao mundo como testemunhas de Jesus. Ajuda-nos a darmos ouvidos aos Teus servos, os profetas e batiza-nos com o Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, mensageiros da esperança!
Rosana Garcia Barros
#Amós3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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AMÓS 3 – Devemos aproximar da Bíblia com reverência e obediência todos os dias, permitindo que Sua mensagem divina molde nossas decisões e ações e também nossa sociedade caótica.
A voz do profeta Amós ecoa pelos séculos, trazendo uma mensagem intransigente para nossa sociedade secularizada e igrejas negligentes. Ele adverte que os privilégios não são um fim em si mesmo, mas um chamado á responsabilidade. A falha em viver à altura de nossas bênçãos resulta inevitavelmente no juízo divino.
• Nações privilegiadas têm a tendência de se afogar em sua autossuficiência, esquecendo que o poder e a riqueza trazem consigo um dever imenso de promover o bem-estar comum. A prosperidade não deve ser uma fortaleza de egoísmo, mas uma plataforma para ações altruístas. A negligência de tal dever clama por um julgamento inevitável – como se vê em Amós 3, na experiência de Israel.
• As igrejas cristãs, assim como as nações, não estão isentas deste chamado. São, na verdade, duplamente responsáveis. A igreja que é dedicada às suas práticas religiosas internas, mas falha em ser um farol de justiça, compaixão e verdade na sociedade, despreza seu privilégio, e comete um sacrilégio contra sua própria missão. Assim, a negligência espiritual e moral da igreja é uma afronta direta ao coração de Deus e ao propósito de sua existência. A complacência é o prelúdio da ruína, e a justiça divina não falhará em sua execução (Amós 3:1-6, 8-15).
O versículo 7 é chave no livro de Amós. Ele nos convida a considerar a maneira como Deus Se comunica com a humanidade antes de executar Seu juízo. Destaca a disposição dEle em revelar Seus planos aos Seus servos, os profetas, antes dos acontecimentos se concretizarem.
Advertir as nações antes de executar Seu julgamento (Amós 1:3-2:16) revela a paciência e a vontade de Deus de dar ao pecador a oportunidade de arrependimento. As advertências dadas a Damasco, Gaza, Tiro, Edom, Amom, Moabe, Judá e Israel deixam claro que o juízo de Deus não é arbitrário. Cada sentença é precedida por uma explicação detalhada das transgressões cometidas.
Essa transparência mostra a justiça de Deus, que deseja que entendamos as consequências de nossos atos e a necessidade de nos afastarmos dos pecados.
É fato que Deus não deseja nossa destruição, mas nossa restauração! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: AMÓS 2 – Primeiro leia a Bíblia
AMÓS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/am/2
Como pastor, Amós sabia que era costumeiro para um rebanho de ovelhas ouvir a voz de seu pastor e obedecer. Quando o pastor chamava as ovelhas, ele esperava que o rebanho obedecesse, seguindo ou permanecendo em sua presença. Era praticamente impossível um rebanho de ovelhas seguir a um estranho.
Judá e Israel deveriam ter conhecido o caráter e a voz de Deus, por isso Ele os castigou mais duramente do que as outras nações. Israel foi resgatado do Egito e conhecia os mandamentos do Senhor. Eles sabiam o quão devastadora a injustiça poderia ser especialmente à luz de sua anterior escravidão.
Por que então os Israelitas agiriam como se não conhecessem o Sumo Pastor? Por que negariam justiça aos oprimidos e venderiam os inocentes por prata? Por que Judá rejeitaria os mandamentos de Yahweh e seria guiado por deuses desconhecidos? Esses deuses não forneceram benefícios, mas o povo de Deus os adorou como se fossem obrigados. O comportamento de Judá e de Israel foi alarmante, para dizer o mínimo, e refletiu um abandono dos princípios do verdadeiro pastor.
Que Deus nos ajude hoje a ouvir a voz do supremo pastor e a caminhar em Seu caminho.
Shaun Brooks
Pastor, Associação Georgia-Cumberland, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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4-6 As outras nações eram ignorantes, mas Judá e Israel, o povo de Deus, sabiam o que Deus queria. Ainda assim, eles O ignoraram e se juntaram às nações pagãs para adorar ídolos. Se conhecemos a Palavra de Deus e nos negamos a obedecer, como Israel, temos maior culpa. Life Application Study Bible Kingsway.
6, 7 Amós estava falando à classe alta. Não havia classe média no país – apenas os muito ricos e os muito pobres. Os ricos mantinham rituais religiosos. Eles davam dízimos extras, iam aos lugares de culto e ofereciam sacrifícios. Mas eles eram gananciosos e injustos, e se aproveitaram dos desamparados. Certifique-se de que não negligencia as necessidades dos pobres enquanto acompanha fielmente a igreja e cumpre rituais religiosos. Deus espera que vivamos nossa fé – isso significa responder às pessoas que precisam. Life Application Study Bible Kingsway.
Não profetizeis. Em vez de aceitar o testemunho dos profetas, Israel rejeitou essas mensagens divinamente inspiradas e, muitas vezes, maltratou os enviados para transmitir a palavra de Deus (ver Jr 20:9; ICo 9:16). Ingrato e desobediente, o povo de Israel não podia tolerar os que eram uma viva censura a seus maus caminhos (ver 1Rs 13:4; 19:1, 2; 2Rs 6:31; Is 30:9, 10; Mt 23:37). Os que não suportarem a pregação fiel terão muito a responder, e quem a suprime, muito mais. Quando fecham os ouvidos para não ouvir a palavra de Deus, as pessoas praticamente fecham a avenida pela qual o Espírito Santo tem acesso à alma. CBASD, vol. 4, 1061, 1062.
13. Eis que farei. O profeta avisa do castigo vindouro por causa dos pecados do povo e mostra a futilidade de se confiar nos próprios recursos do ser humano. CBASD, vol. 4, 1062.
15 Sem harmonia com a vontade de Deus, nenhuma escapatória terá êxito. Bíblia Shedd
16. A televisão e os filmes estão cheios de imagens de pessoas que parecem não ter medo. Muitos hoje modelam suas vidas nessas imagens – eles querem ser durões. Mas Deus não se impressiona com a bravura. Ele diz que mesmo as pessoas mais duronas tremerão de medo quando o julgamento de Deus chegar. Você conhece pessoas que pensam que podem viver sem Deus? Não seja influenciado por sua retórica autoconfiante. Reconheça que Deus não teme a ninguém, e que um dia todas as pessoas o temerão. Life Application Study Bible Kingsway.
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“Dentre os vossos filhos, suscitei profetas e, dentre os vossos jovens, nazireus. Não é isto assim, filhos de Israel? — diz o Senhor” (v.11).
Após as ameaças contra as nações inimigas, Judá e Israel não escaparam da indignação do Senhor. Seus pecados eram ainda maiores do que os das demais nações, visto serem conhecedores da verdade enquanto andavam em “suas próprias mentiras” (v.4). O Reino do Norte foi além, manifestando uma conduta depravada e idólatra, a ponto de perverter “o caminho dos mansos” (v.7) e profanar o nome do Senhor com práticas sexuais ilícitas. Numa tentativa de não contaminar suas vestes, participavam dos cultos abomináveis e sensuais com roupas emprestadas (v.8) e tinham prazer em extorquir os pobres e necessitados do povo.
Deus despertou a memória de Israel ao tempo de sua saída do Egito, aos quarenta anos de peregrinação no deserto e à conquista de Canaã, de como Ele conduziu o Seu povo e lhe suscitou homens e mulheres como profetas e nazireus; pessoas que receberam do Senhor a capacitação para um ministério de educação, a fim de orientar o povo “no caminho em que deve andar” (Pv.22:6). Mas como filhos rebeldes, buscavam corromper os escolhidos de Deus e rejeitavam qualquer profecia que contrariasse suas práticas promíscuas e sua religião de rituais vazios e inúteis. Israel chegou ao terrível ponto de vender “o justo por dinheiro” e condenar “o necessitado por causa de um par de sandálias” (v.6).
Existe uma confusão muito grande no mundo cristão a respeito da justificação pela fé e da questão das obras. É certo que, se Deus condena a desobediência à Sua Lei e expôs em Sua Palavra vários relatos dos Seus juízos aos impenitentes, a obediência é um requisito exigido pelas leis divinas que regem o universo. No entanto, desde o primeiro delito ficou muito claro de que nada do que o ser humano faça pode salvá-lo da condenação do pecado. Cada sacrifício e holocausto representava o ato substitutivo que somente Alguém que fosse a própria Vida poderia realizar. A salvação pela graça, mediante a fé (Ef.2:8), contudo, não nos autoriza a desprezar a Lei, pelo contrário, ela nos impulsiona a viver “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6); a mesma fé manifestada na vida de Jesus, que “a Si mesmo Se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8).
Por outro lado, também existe outra classe de pessoas, professos cristãos, que embora pareçam piedosos, ignoram muitas orientações proféticas, ainda que professem admirá-las. O problema pode estar exatamente aí: apenas admiram. E para aplacar a consciência, se envolvem em atividades religiosas como para apresentar suas agendas diante de Deus. Toda a vida de Cristo está relatada nos evangelhos em cumprimento direto a tudo o que a respeito dEle está escrito. Jesus viveu conforme todas as orientações proféticas e nos deixou o perfeito exemplo do que significa: “a fé sem obras é morta” (Tg.2:26). A Sua dependência do Pai e completa entrega a Ele era o que naturalmente guiava os Seus passos na direção de quem dEle necessitava, e firmava o Seu caráter manso e humilde.
Amados, a descrição de Laodiceia é tão lamentável e medíocre quanto a do antigo Israel (Ap.3:15-17). O Senhor sabia que diante das dificuldades dos últimos dias, o Seu povo cairia num torpor que seria fatal para muitos. Como Adão e Eva tentaram cobrir a sua nudez com folhas de figueira, muitos hoje têm depositado a sua confiança em suas próprias obras, enquanto Jesus permanece do lado de fora solicitando entrada (Ap.3:20). Para eles está tudo bem ser ativo em uma igreja enquanto contemplam, ou até mesmo praticam, pornografia e violência; está tudo bem gastar horas na televisão ou na Internet comparado aos poucos minutos em sua “devoção” automática; está tudo bem assistir novelas, séries e filmes que incitam a sensualidade, o adultério, a mentira e demais condutas condenadas por Deus, enquanto frequentam os cultos, que, aliás, geralmente são considerados monótonos e desinteressantes (Por que será, não é mesmo?); está tudo bem condescender com o apetite destruindo o corpo, que é o “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19), pois afinal de contas no prato também têm uma folha de alface e umas rodelas de tomate; está tudo bem vestir uma roupa sensual, pois o importante é estar na igreja e não o que visto.
Em nome de Jesus, amados, não considerem essas palavras agressivas! Nem tampouco como setas apontadas em alguma direção. Até porque a salvação é individual. Considerem como palavras de quem um dia esteve daquele lado e que, pela graça maravilhosa de Jesus, foi salva e luta diariamente para não olhar para trás. Quantas vezes eu fui confrontada pelo Espírito Santo e até por pessoas usadas por Ele a fim de perceber o mal que eu estava causando a mim mesma e à minha família e como estava cada vez mais longe de Deus e de Sua vontade.
Nenhuma das vezes foi fácil ouvir e entender que eu estava errada, simplesmente porque a nossa natureza é atraída pelo que é carnal e não gostamos de ser repreendidos. Mas podem ter certeza, meus amados irmãos, que toda fraqueza vencida pelo poder da Palavra e da oração, foi uma força adicional para que eu pudesse vencer as demais. Não que ainda não enfrente lutas, pois quanto mais perto chegamos de Jesus, mais nossos olhos se abrem para perceber o quão dessemelhantes dEle nós somos. Hoje entendo que não é porque tenho rejeitado o que o mundo oferece que serei salva, mas, porque fui salva, nada do que o mundo oferece me interessa mais. Percebem a diferença?
Quando tiramos os olhos de nós mesmos, nossos gostos e preferências, sonhos e projetos em que Deus não foi consultado a respeito, matamos o nosso egoísmo de inanição e alimentamos o altruísmo que imprime o caráter de Cristo em nós. Logo o nosso Redentor voltará e “De nada valerá a fuga ao ágil, o forte não usará a sua força, nem o valente salvará a sua vida” (v.14). Diante da face do Santo Deus, “o mais corajoso entre os valentes fugirá nu naquele dia” (v.16), pois rejeitou as vestes da justiça de Cristo no tempo da oportunidade. “Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2).
É tempo de clamarmos pelo Espírito Santo e, com o coração contrito e sincero, permitir que Ele nos transforme, “de glória em glória”, na imagem do nosso Senhor Jesus Cristo (2Co.3:18). E se você pensa que não consegue, é a você mesmo que Jesus diz: “Bem-aventurados os humildes de espírito [os que reconhecem que não conseguem e que precisam do auxílio divino], porque deles é o reino dos céus” (Mt.5:3). Agarre-se a Jesus como seu Advogado e Sumo Sacerdote, e não precisará temê-Lo quando Ele vier como Justo Juiz.
Pai Santo, nós Te louvamos por Tua misericórdia e por Tua bondade que nos conduz ao arrependimento! Nós Te louvamos, porque apesar de nós mesmos, de não merecermos nada do que fazes por nós, ainda assim o Senhor vem ao nosso encontro e nos cobre com o Teu manto de justiça! Até nossos atos de justiça são imundos, Senhor. Nada do que façamos pode nos recomendar a Ti. Mas se permitirmos que o Teu Espírito habite em nós, Ele nos move na direção da Tua vontade e nos capacita a Te obedecer. Graças Te damos pela salvação em Cristo! Que pelo poder de Sua graça, nossa vida revele o Seu caráter, glorificando sempre a Ti. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela graça de Cristo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Amós2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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AMÓS 2 – Numa cultura de relativismo moral e ceticismo espiritual, muitos veem a Bíblia meramente como um conjunto de conselhos éticos, úteis mas não essenciais. Esta visão diminui a autoridade divina das Escrituras e enfraquece o compromisso com a fé cristã.
Os dois primeiros capítulos do livro de Amós, oferecem uma poderosa correção dessa tendência, destacando a Palavra de Deus como uma mensagem viva, cheia de juízo e esperança, não meramente um manual de ética. Desde o início, o profeta afirma não estar falando por si mesmo, mas como porta-voz de Deus. Amós não traz conselhos; ele traz a Palavra direta de Deus (Amós 1:1) – Esta é uma declaração de autoridade divina, que transcende a sabedoria humana e demanda atenção e obediência.
Amós 1:3-2:3 detalha os juízos divinos contra várias nações enraizadas em religiões falsas. Cada julgamento inicia com a sentença: “Por três transgressões de…, e ainda mais por quatro, não anularei o castigo” (1:3, 6, 9, 11, 13; 3:1). Este padrão reforça que Deus não ignora o pecado, não importa a nação ou o contexto – A justiça de Deus é universal e imparcial, mostrando que as Escrituras não são uma coleção de normas morais, mas a revelação da justiça divina. Deus é o Juiz Supremo, Sua Palavra é a sentença final.
Amós 2:4-16, através de Seu profeta, Deus não poupa Israel nem Judá. Judá recebe condenação por rejeitar a Lei divina e seguir práticas religiosas falsas, enquanto Israel recebe condenação por sua injustiça social e opressão aos pobres – Isso mostra que a relação com Deus e a adesão a Sua Palavra são questões de vida ou morte. Não são simples diretrizes para uma vida melhor, são mandamentos que definem a fidelidade ou a infidelidade ao Deus vivo. Assim, a fidelidade a Sua Palavra é a linha entre a bênção e a maldição (Deuteronômio 27:1-28:68).
Diante da superficialidade espiritual,
• As igrejas devem investir em ensino teológico que enfatize a autoridade divina das Escrituras; isso inclui sermões que vão além das lições de moral.
• Os pregadores devem comprometer-se com a pregação expositiva, onde o texto bíblico é explicado e aplicado em seu contexto original e na vida contemporânea.
• Os crentes devem estudar profundamente a Bíblia, como a viva e eficaz Palavra Divina (Hebreus 4:12).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: AMÓS 1 – Primeiro leia a Bíblia
AMÓS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/am/1
Amós, cujo nome significa “um portador de carga”, era um humilde pastor de ovelhas em Tecoa, na Judéia, no século VIII a. C. Ele não era nem filho de profeta, nem havia sido treinado para ser profeta (7:14). No entanto, ele foi chamado por Deus para profetizar contra Israel a respeito do comportamento de seus líderes religiosos e políticos que faziam mal aos olhos do Senhor.
Amós sentiu-se incomodado com o luxo e os pecados existentes, descritos em vívidos detalhes por ele. Ele repreende os pecados que floresceram após a prosperidade material: as extravagâncias, as orgias, a libertinagem dos ricos, a opressão dos pobres, o suborno e a extorsão. Com muita clareza, Amós expressa o descontentamento do Senhor – “O Senhor ruge de Sião e troveja de Jerusalém; secam-se as pastagens dos pastores, e murcha o topo do Carmelo”. (v.2, NVI). Os versículos 3-15 apresentam o julgamento de Deus sobre Damasco, Gaza, Tiro, Edom e também Amom.
Amós denuncia três nações relacionadas por sangue com Israel – Edom, Amom e Moabe (Amós 2:1-3). A atitude nada fraterna de Edom, os descendentes de Esaú, para com os descendentes de Jacó, e a hostilidade dos amonitas para com Israel, foi condenada por Amós.
É ruim odiar a um inimigo, pior do que isso odiar a um amigo e ainda pior odiar a um irmão. Que o Senhor nos ajude a amar a todos.
Deepati Vara Prasad
Casa Publicadora Watchman, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1656 palavras
1. Título — Semelhantemente aos outros livros que compõem a coleção Profetas Menores, o título do livro é o nome do autor, Amos. O nome em hebraico é ‘Amos, derivado do verbo amas, “carregar” ou “levar [um fardo]”. O nome, portanto, significa “portador de um fardo, cujo significado concorda adequadamente com as mensagens pesadas e solenes que o profeta foi chamado a transmitir. O nome não ocorre em outras partes do AT. 2. Autoria — A partir do resumo de sua vida (Am 7:14, 15), sabe-se que Amós era um boiadeiro e um coletor de frutos de sicômoro. A impressão que se tem é de que embora fosse pobre, ele era independente, o que explica o fato de ele ter deixado seu rebanho por um tempo. Amos não era um homem culto, segundo a presente compreensão do termo, nem foi preparado para sua missão nas escolas dos profetas. Como no caso de Amos. quando pessoas relativamente incultas ou de poucos recursos são escolhidas para fazer uma grande obra para Deus, “a excelência do poder” é vista como” de Deus e não de nós” (2Co 4:7). É o que a pessoa e, e não necessariamente o que tem, que a torna capacitada para o serviço de Deus. Ao receber o chamado divino, Amos deixou Judá para ir a Israel, provavelmente, para concentrar seu trabalho em Betel, local do principal templo do bezerro e do palácio de verão do rei. Ali, ele denunciou a adoração ao bezerro e foi contestado por Amazias, o sumo sacerdote idolatra que o acusou perante o rei de ser um conspirador perigoso (ver Am 7:10-13). Não se sabe sobre os últimos dias de sua vida. Amós deve ser classificado entre os mais importantes profetas por causa da eloquência simples e clara, do vigor e da grandeza de seu pensamento. Poucos profetas são mais penetrantes em compreender os fundamentos do mundo natural e moral, ou apresentam mais conhecimento sobre o poder, sabedoria e santidade de Deus. CBASD, vol. 1053.
1. Pastores. Literalmente, “criadores de ovelhas”. Amós 7:14 e 15 indica que o profeta era um pequeno criador de ovelhas ou um trabalhador pobre, pertencendo, portanto, a uma baixa classe social. CBASD, vol. 1055.
Amós pastoreava ovelhas – não um trabalho particularmente espiritual – no entanto, ele se tornou um canal da mensagem de Deus para os outros. Seu trabalho pode fazer com que você não se sinta espiritual ou bem-sucedido, mas é um trabalho vital se você está no lugar que Deus quer que você esteja. Deus pode fazer através de você coisas extraordinárias, independentemente da sua ocupação. Life Application Study Bible Kingsway.
Tecoa. Pequena cidade de Judá, em área pastoril arenosa … oito quilômetros ao sul de Belém (ver 2Sm 14:2; 2Cr 11:6; 20:20; Jr 6:1). CBASD, vol. 1055.
Muito antes de Amós nascer, uma mulher de Tecoa auxiliou Davi a a se reconciliar com seu filho, Absalão. Life Application Study Bible Kingsway.
A respeito de Israel. O ministério de Amós, como o de Oseias, foi especialmente em favor de Israel, o reino do norte. CBASD, vol. 1055.
Antes do terremoto. A história secular ainda não lançou luz sobre este evento. No entanto, muito tempo depois, o profeta Zacarias mencionou o terremoto (ver Zc 14:5). Evidentemente, foi grave o suficiente para deixar uma forte impressão sobre as gerações seguintes. Josefo declara que este terremoto aconteceu quando o rei Uzias presunçosamente entrou no templo para queimar incenso (Antiguidades, ix. 10.4; ver 2Cr 26:16-21). CBASD, vol. 1055, 1056.
2. Jerusalém. Esta referência a Jerusalém como a morada do Senhor é. evidentemente, para enfatizar o fato de Deus não habitar em Dã e Betei, cenários do culto idolatra ao bezerro (ver lRs 12:25-33). CBASD, vol. 1055.
Carmelo. Trata-se do monte Carmelo, na realidade uma cadeia montanhosa e não um pico. Era conhecido por sua abundante fertilidade (ver Is 33:9; 35:2; Jr 50:19). CBASD, vol. 1056.
12 Carmelo quer dizer “campo fértil”. … Uma seca capaz de secar esta área teria de ser muito severa. Life Application Study Bible Kingsway.
3. Assim diz o SENHOR. Antes de mencionar Israel, Amós pronuncia o julgamento sobre as nações pagãs vizinhas, por causa de perseguição ao povo de Deus. Se os pagãos mereciam o castigo, possuindo mais luz, Israel não podia ficar impune. CBASD, vol. 1056.
Três transgressões … e por quatro. Ver v 6, 9, 11, 13; 2:1, 4, 6. Os números não devem ser tomados literalmente, como denotando determinado número de infrações em cada caso. Eles são usados para indicar um grande número, o quatro é usado para uma boa medida (ver com. de Jó 5:19; 33:29; Ec 11:2). … Presumivelmente, “três transgressões” eram suficientes para constatar um pecado intencional e incurável. Mas os povos mencionados em Amos 1 e 2 tinham ultrapassado até esse limite. O pecado persistente resulta em culpa cumulativa. Deus suporta longamente os ímpios até que, finalmente, ele cruzam a linha de Sua paciência. CBASD, vol. 1056.
A acusação “Por três pecados … mesmo por quatro” significa que essas nações pecaram repetidas vezes. Esta frase ecoa através desses versículos à medida que Deus avalia a nação após a nação. Cada nação se recusara persistentemente a seguir os mandamentos de Deus. Uma prática pecaminosa pode se tornar um modo de vida. Ignorar ou negar o problema não nos ajudará. Devemos iniciar o processo de correção confessando nossos pecados a Deus e pedindo-lhe que nos perdoe. Caso contrário, não temos esperança senão continuar nosso padrão de pecado. Life Application Study Bible Kingsway.
Damasco. Desde que Rezim se levantou contra Salomão (1Rs 11:23-25) e conquistou Damasco, que tinha sido tributária a Davi (2Sm 8:5, 6), esta cidade estava periodicamente em inimizade com Israel. Isso resultou em violenta guerra entre os dois (ver 1Rs 15:16-20,20,22; 2Rs 7; 10:32, 12:17, 18; 13:3-5). Jeroboão II, de Israel, em cujo reinado Amós cumpriu seu ministério, havia derrotado Damasco novamente, colocando-a sob tributo (2Rs 14:28). CBASD, vol. 1056.
Damasco (vv. 3-5), a bela, próspera e bem fortificada capital e representante de toda a Síria, experimentaria os juízos de Deus por suas más ações intencionais e incuráveis, particularmente por “moer” gente como o grão é moído por artefatos de ferro (v. 3, NLT). Deus adverte que enviará fogo e destruirá Hazael e seu filho (Heb. Ben) Hadad, toda a sua dinastia e a cidade de Damasco, com todos os seus magníficos palácios reais. As barras transversais da porta da cidade seriam quebradas para o inimigo entrar e as pessoas abatidas no Vale de Áven. E, finalmente, o povo da Síria seria levado em cativeiro. Tudo isso se cumpriu quando o rei da Assíria subiu contra Damasco e a tomou. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/13/.
Gileade. As pastagens no altiplano a leste do Jordão. O nome aqui denota toda a região leste do Jordão dada a Gade, Rúben e à meia tribo de Manassés (ver Js 22:1-4,9). CBASD, vol. 1056.
Trilhos de ferro. Trenós ou carros feitos de pesadas pranchas amarradas em conjunto, debaixo das quais pedras afiadas ou pontas de ferro eram inseridas. Sobrecarregados com uma pesada pedra ou com um condutor, esses instrumentos eram puxados por bois sobre o grão (ver Is 28:27; 41:15). Na LXX, a última frase de Amos 1:3 diz: “Porque trilharam a Gileade com trilhos de ferro” (ver 2Rs 8:12). CBASD, vol. 1056.
5. Quebrarei o ferrolho. Barras de ferro eram usadas para trancar a porta da cidade (ver 1Rs 4:13; Jr 51:30; Nm 3:13). Portanto, quebrar as barras ou ferrolhos abria a cidade ao inimigo.CBASD, vol. 1057.
6, 8 Gaza, a cidade dos filisteus, recebe acusação por impor a migração e a escravidão. Deus decidiu lançar fogo sobre os muros de Gaza a fim de devorar seus palácios. Os habitantes de Asdod, Asquelon e Ecron seriam abatidos. Gaza foi conquistada pelo rei do Egito, e por Alexandre, o Grande. Asdod foi capturada por Uzias, e depois por Sargão II. Deus destruiria aqueles que tentam destruir o seu povo. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/13/.
9, 10 O julgamento também é pronunciado sobre Tiro (vv. 9-10), a principal cidade dos fenícios, por entregar prisioneiros israelitas aos edomitas. Sendo assim, eles também foram responsabilizados pelas crueldades que os judeus sofreram. A parte continental de Tiro foi tomada por Senaqueribe. Mais tarde, a ilha que pertence a Tiro foi conquistada por Asaradão e, finalmente, Tiro foi destruída por Alexandre, o Grande. Aos olhos de Deus uma pessoa é tão culpado do crime que ela ajuda a cometer quanto do crime que ela própria comete. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/13/.
11. Seu irmão. Amos passa então a denunciar as três nações ligadas por laços de sangue com Israel: Edom, Amom e Moabe. Edom, descendente de Esaú, era o mais próximo e mais hostil. E a atitude não fraternal de Edom para com os descendentes de Jacó, desde o tempo de Esaú até o de Amos, que o profeta condena mais do que qualquer ato (Nm 20:14-21; cf. Dt 2:2-8; 23:7, 2Rs 8:20-22; 2Cr 28:16, 17). A profecia é contra Edom (ver também Ez 25:12-14; 35; Jl 3:19). Odiar um inimigo é ruim, pior é odiar um amigo, e pior ainda odiar um irmão.CBASD, vol. 1058.
Rasgaram. Era grande a hostilidade dos amonitas para com Israel (ver ISm 11:1-3; 2Sm 10:1-5; 2Cr 20; Ne 2:10, 19; 4:1-3). Inveja, ciúme e medo uniram os amonitas aos moabitas para contratar Balaão a fim de amaldiçoar Israel (ver Dt 23:3, 4). Embora não haja outro registro da vileza dos amonitas contra os gileaditas aqui mencionada, Hazael, da Síria, usou este método, e é bem possível que os amonitas se juntassem a ele nessa barbárie (ver 2Rs 8:12; Os 13:16).CBASD, vol. 1058.
Dilatarem seus próprios limites. Os amonitas reivindicaram o território que os israelitas tiraram de Siom e tentaram recuperá-lo no tempo de Jefté (ver Jz 11). Mais tarde, eles conquistaram o território de Gade, que atraiu sobre eles duras denúncias do profeta Jeremias (cf. Jr 49:1-6).
14. Rabá. Literalmente, “grande’, isto é, “a capital”. Rabá, ou Rabá-Amom, era a capital de Amom, situada a leste do Jordão, no braço sul do rio Jaboque, e era a única cidade importante na região. Ela foi conquistada por Davi (ver 2Sm 11:1; 12:26-31). … O nome atual de Rabá é ‘Ammân (note a semelhança com “Ammon”), a capital do reino da Jordânia. CBASD, vol. 1058.
Com alarido. Uma referência ao grito de guerra do exército adversário, o que intensificava o horror da cena de carnificina (ver com. de Jó 39:25). CBASD, vol. 1058.
15 Para o cativeiro. No caso de Israel, o cativeiro foi concebido para realizar uma reforma. Para as nações pagas julgadas por Deus, o cativeiro marcaria o fim da graça. CBASD, vol. 1058.