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“Antes dele, não houve rei que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao Senhor de todo o seu coração, e de toda a sua alma, e de todas as suas forças, segundo toda a Lei de Moisés; e, depois dele, nunca se levantou outro igual” (v.25).
Que versículo poderoso e, ao mesmo tempo, reflexivo! Ele é o ponto culminante do capítulo de hoje. O amor que Josias devotava a Deus era tremendo e tão especial que não houve, depois dele, rei semelhante. Josias foi um líder que exerceu forte influência sobre o povo; só que, ao contrário dos demais reis, a sua influência foi extremamente positiva. Em mais da metade do capítulo, percebemos o cuidado de Josias em abolir tudo aquilo que profanasse a verdadeira adoração ao Senhor. Estes versos nos dão uma visão ampliada de até que ponto chegou a rebeldia da nação eleita: imagens de escultura, monumentos às abominações das nações vizinhas (v.13), adoração “ao sol, e à lua, e aos mais planetas, e a todo o exército dos céus” (v.5), prostituição cultual dentro do templo, altares profanos, sacrifícios humanos, incensários dedicados aos astros e consulta a médiuns e feiticeiros, faziam parte da lista detestável dos pecados de Judá.
Quando Deus instituiu Suas leis a Israel, não lhes apresentou novidades, mas deixou documentado tudo o que, desde o início, havia estabelecido. Lá no Éden ocorreu a primeira quebra da aliança entre Deus e o homem. Desde então, teve início a história de rebelião da humanidade e da longanimidade do Criador a fim de salvá-la. A Palavra de Deus mudou a vida de Josias e, como todo aquele que é nascido de Deus, ele não poderia guardar a bênção para si. Todo o povo foi convocado, “desde o menor até ao maior” (v.2), para ouvir o “Livro da Aliança que fora encontrado na Casa do Senhor”. E percebam que Josias deu ouvidos e honrou os profetas e homens de Deus, tanto de seu tempo quanto aqueles que já haviam descansado, mas deixaram um legado profético a ser considerado.
Ontem vimos que Deus tem uma obra bem maior do que imaginamos, que não se restringe a quatro paredes. Notem, no versículo 3, que Josias fez aliança perante o Senhor junto à coluna do templo, “e todo o povo anuiu a esta aliança”. A coluna é o que sustenta a estrutura. E sabem o que é a coluna do Senhor, de acordo com a Sua Palavra? “É a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15). O que Josias fez foi conduzir o povo a ser novamente coluna da verdade, que é a Palavra de Deus (Jo.17:17). Ele o fez movido por grande coragem, tomando atitudes que poderiam lhe causar severa retaliação. Josias considerou mais valioso fazer o que era certo do que a sua própria vida. Quanto necessitamos, hoje, de líderes que promovam o verdadeiro reavivamento e reforma com coragem e ousadia! Líderes cuja “comida” consista em fazer a vontade de Deus (Jo.4:34).
A igreja do Deus vivo é detentora da verdade que liberta. E a Páscoa celebrava justamente isso: libertação. Antes de começar a escrever com o Seu próprio dedo os Dez Mandamentos em tábuas de pedra (Êx.31:18), assim disse o Senhor: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx.20:2). Por isso Tiago chama a Lei de Deus de “lei da liberdade” (Tg.2:12). Porque é isso o que ela faz: ela liberta. Ela é contrária ao pecado e, portanto, nos leva para junto de Cristo. Mas a descendência de Josias não perseverou em permanecer fiel. Joacaz fez “o que era mau” (v. 32) e foi capturado e morto pelo rei do Egito. Eliaquim (Jeoaquim) foi constituído rei não pela vontade do Senhor, mas a mando do rei do Egito. Ou seja, amados, o pecado nos faz retornar para o nosso estado original de escravidão.
Talvez você esteja no Egito, ou pior: talvez o Egito esteja em você. Deus nos convida, hoje, a fazer aliança com Ele para O seguir e guardar os Seus mandamentos de todo o nosso coração, alma e forças, cumprindo as palavras desta aliança, que estão escritas no Livro de Deus, a Bíblia. Esta é uma decisão que só compete a mim e a você tomar. Estamos estudando as Escrituras capítulo por capítulo, sem pressa. E, pela ação do Espírito Santo, creio e oro para que o nosso desejo de examiná-la e de conhecer o Senhor aumente a cada dia.
Que o Senhor continue nos reavivando e que o nosso testemunho neste mundo deixe a marca da verdadeira piedade. Como fez Josias, vigie, ore abra o seu coração a Deus, clame por auxílio e busque fazer o que é correto. Reflita na seguinte citação: “Por meio das Escrituras, o Espírito Santo fala à mente e grava a verdade no coração. Assim expõe o erro, expulsando-o do ser. É pelo Espírito da verdade, agindo por meio da Palavra de Deus, que Cristo conduz a Si Seu povo escolhido” (EGW, O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.539).
Ó, Senhor Deus, dá-nos Teu Espírito! Que a luz da Tua Palavra expulse as trevas de nossa vida! Almejamos ser um povo de oração; um povo contrito e sincero de coração, que ama a verdade e anda na vereda da Tua justiça; um povo disposto a confessar os seus pecados e buscar, em arrependimento genuíno, um verdadeiro reavivamento e reforma; um povo que sai das águas da aflição purificado e que sai do fogo da provação como ouro refinado; um povo cujo coração infantil seja completamente submisso à Tua vontade. Queremos ir para Casa, Senhor. Queremos estar no lugar onde contemplaremos para sempre a Tua face! Purifica o nosso coração, Pai! Em nome do Teu Filho amado, Te suplicamos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, piedosos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2REIS23 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 23 – Nosso coração precisa sempre de renovação espiritual, a qual requer persistente decisão. Precisamos sempre que alguém nos faça apelos para voltar a Deus. Carecemos de incentivos para renovação do compromisso com Deus.
Sem avançar dia após dia em tal compromisso, não apenas caímos no comodismo, formalismo e tradicionalismo espiritual, como regredimos e afundamos nas densas e perigosas águas turvas da espiritualidade pervertida.
Na antiga cultura espiritual do povo de Deus, aderiu-se a deuses espúrios, tais como Moloque (Milcom), Quemos (Shemesh, o deus-sol), que eram da cultura pagã caananita. Hoje também corremos o risco de assimilar à nossa fé, aspectos impróprios da cultura secular. Por isso, é essencial que façamos um balanço espiritual, uma avaliação de nossas práticas religiosas, absolutamente pautada na revelação divina.
É impreterivelmente fundamental à preservação de religião verdadeira atos ousados e radicais de derribar conceitos e preconceitos que não são aprovados pelo Deus da Bíblia; tanto quanto é essencial voltar a práticas esquecidas que foram devidamente orientadas por Ele.
• Alguém precisa tomar providências em casa, com a família e, na igreja, junto aos membros fieis. No texto em apreço, o rei Josias tomou providências para a renovação da aliança ante o Senhor junto ao povo, lendo a Bíblia e chamando-o ao compromisso, “desde o menor até o maior” (II Reis 23:1-3).
• Alguém precisa liderar uma reforma com base no reavivamento espiritual pautado pela Palavra de Deus. Josias pediu que erradicassem tudo o que tivesse ligação com o paganismo na casa de culto e adoração ao Deus verdadeiro. Todas as parafernálias espirituais e religiosas foram destruídas (II Reis 23:4-20).
• Alguém precisa ir além de detonar com as crenças falsas e práticas espirituais espúrias, e determinadamente reimplantar as orientações descritas na Palavra de Deus. Josias não apenas foi radical contra o erro, isso seria desequilíbrio espiritual; ele também promoveu as orientações divinas escritas no Livro sagrado, até ser morto em Megido pelo Faraó Neco. Infelizmente seu filho e neto, não seguiram seus passos (II Reis 23:21-37).
Apesar da reforma promovida por Josias, a ira de Deus ainda ardia para com Seu povo; pois, tal reforma acontecia tarde demais e Deus sabia que não se sustentaria (II Reis 23:24-27).
Não podemos deixar para amanhã a reforma espiritual que devemos fazer hoje! Reavivemo-nos – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 22 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/22
Este capítulo da saga de Israel destaca a importância da obediência. A obediência realmente segue a vontade de Deus, conforme estabelecido por Sua palavra ou pelo que Ele nos comunica. Nesse caso, Israel como um todo havia desviado seus corações de Deus e se desviado do caminho da obediência. Mas um novo rei estava chegando, e a maré do pecado seria contida pelo menino rei Josias. Josias tinha 8 anos quando se tornou rei. Oito! E esse menino rei foi melhor em resistir à tentação do que todos os reis adultos que passaram diante dele.
Há, é claro, uma lição nessa história: um Deus que se comunica muitas vezes através das Escrituras. “Uma criança pequena deve liderá-los.” Este é um chamado para ouvir as crianças. Não os mande embora. Ouça verdadeiramente o que eles têm a dizer sobre o futuro da igreja.
A importância do ouvir me leva ao próximo ponto. No versículo 19, o SENHOR diz: “Eu ouvi você.” Oramos todos os dias – pelas nossas refeições, antes de irmos para a cama, antes de dirigirmos nossos carros, em todos os momentos. Mas muitas vezes não oramos como se Deus estivesse realmente nos ouvindo. Imagine a diferença em nossas orações e nossas vidas se realmente acreditássemos que Deus nos ouve. E, confie em mim, ele ouve.
Solana Campbell
Great Lakes Adventist Academy
Michigan USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/22
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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458 palavras
1 oito anos de idade. Uma vez que Amom tinha 24 anos quando morreu e Josias, oito, Amom deve ter se casado cedo, aos 15 anos, e seu primeiro filho nasceu quando ele tinha 16 anos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1073.
2 o que era reto. O jovem rei era de natureza profundamente religiosa e, a despeito da apostasia reinante, resistiu a cada tentação para que andasse nos passos de seu pai. No oitavo ano de seu reinado começou a buscar ao Senhor (2Cr 34:3). CBASD, vol. 2, p. 1073.
3 Safã. Frequentemente mencionado no livro de Jeremias. CBASD, vol. 2, p. 1073.
9 contaram. Literalmente, “derramaram”. Ou seja, do cofre que continha o dinheiro (ver 2Rs 12:9-11). CBASD, vol. 2, p. 1073.
11 rasgou as suas vestes. Josias foi profundamente tocado quando Safã leu as mensagens do Senhor contidas no volume sagrado. Ele compreendeu claramente que o caminho da desobediência traria terrível calamidade sobre a nação e a obediência traria bênção, vida e prosperidade. CBASD, vol. 2, p. 1073.
13. consultai ao SENHOR. O rei percebeu a seriedade do que estava em jogo. Sabendo quão longe o povo se desviara dos caminhos da justiça e abandonara ao Senhor, ele reconheceu os perigos que a nação enfrentaria. Assim, decidiu fazer tudo que pudesse para salvar o povo. CBASD, vol. 2, p. 1073.
14 a profetisa Hulda. Vários profetas atuaram durante o reinado de Josias. Jeremias já estava engajado nessa importante obra (Jr 1:2). Habacuque e Sofonias também profetizaram durante o reinado de Josias (Sf 1:1; PR, 384, 385, 389). Não é dada nenhuma razão por que Hulda foi escolhida para essa entrevista. CBASD, vol. 2, p. 1074.
16 Eis que trarei males. O povo seguiu o caminho da iniquidade por tanto tempo que se tornou endurecido no pecado. Os sentidos deles estavam tão amortecidos que o errado parecia certo e eles preferiam o mal ao bem. Sob essas condições, a ruína da nação não poderia ser evitada mediante uma reforma temporária. CBASD, vol. 2, p. 1074.
todas as palavras Ou seja, a condenação predita em Levítico 26:16 a 39 e Deuteronômio 28:15 a 68. CBASD, vol. 2, p. 1074.
17 o Meu furor se acendeu. ver Dt 29:25-28. A ira de Deus caiu sobre o povo escolhido e resultou na destruição da nação. O juízo cairá com a mesma força sobre um mundo impenitente (Ap 14:18, 19; 15:7, 8; 16:1-21; PR, 389). CBASD, vol. 2, p. 1074.
não se apagará. A ira de Deus foi acesa como um fogo que não se apagaria. Uma vez aceso, esse fogo queimaria até que a nação fosse consumida (ver 2Rs 23:26, 27; Jr 4:4; 15:1-9; Ez 15:2-8). O juízo pronunciado sobre Manassés (2Rs 21:12-15) foi repetido a Josias e, aparentemente, nenhum esforço de reforma livraria a nação culpada. Essa foi a triste verdade revelada por Hulda e que logo seria a principal mensagem de Jeremias. A sentença de condenação fora dada. CBASD, vol. 2, p. 1074.
20 em paz. Por misericórdia, Deus permitiria que Josias fosse enterrado antes da destruição de Judá. CBASD, vol. 2, p. 1074.
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“Tendo o rei ouvido as palavras do Livro da Lei, rasgou as suas vestes” (v.11).
Ao contrário de seu pai, Josias fez “o que era reto perante o Senhor” e “andou em todo o caminho de Davi”, sem se desviar “nem para a direita nem para a esquerda” (v.2). Josias não se apartava do Senhor, ainda que não tivesse o completo conhecimento das Escrituras. O início de sua história assemelha-se muito com a do rei Joás: coroados ainda na infância, os dois promoveram a restauração da Casa do Senhor, um símbolo do desejo de resgatar a verdadeira adoração no meio de uma geração idólatra.
O que Josias não esperava era que, além do relatório sobre o andamento dos reparos do templo, Safã retornaria com o que daria início à verdadeira, urgente e mais necessária reforma em Judá. Após ouvir a leitura do Livro da Lei, o rei “rasgou as suas vestes” (v.11) e ficou sobremodo aflito. Por muitos anos, o povo andava errante e, mesmo que buscasse andar reto diante de Deus, Josias lamentou o tempo em que permaneceu na ignorância. Sua atitude de humilhação revelou a beleza de seu caráter e, imediatamente, ele soube onde buscar auxílio: “com a profetisa Hulda” (v.14).
Josias buscou ser fiel a Deus dentro do mínimo que havia aprendido. Mas, no pouco de que tinha conhecimento, foi grande em fidelidade. Compreendem, amados? Como está escrito: “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam” (At.17:30). Conseguiram entender melhor por que não é a Lei que salva? É Cristo Jesus, e apenas Ele. Mas é a Lei do Senhor que revela os nossos pecados (Rm.7:7); é a Palavra de Deus que nos santifica (Jo.17:17) e aponta para a nossa necessidade de um Salvador. Josias sentiu-se imensamente constrangido e se humilhou diante de Deus porque amava ao Senhor com todo o seu coração, e entristecê-Lo era a última coisa que ele queria.
Josias era um verdadeiro adorador do Deus vivo, mesmo desconhecendo a maneira correta de adorá-Lo. Esta é uma enorme lição para nós, hoje. Somos naturalmente críticos e julgadores; temos muita facilidade em atirar pedras, mas corremos léguas se estas estiverem apontadas em nossa direção. No entanto, eu lhes convido a prestar muita atenção ao que o Espírito Santo nos quer dizer hoje: o Senhor possui um exército de verdadeiros adoradores espalhados por toda a Terra! E o Seu alistamento não é feito na igreja; a convocação para o exército de uma multidão que ninguém poderá enumerar (Ap.7:9) é realizada no coração e na mente. Estes farão parte de uma só igreja, a igreja militante que caminha para o triunfo final em Cristo. Deus procura por Seus verdadeiros adoradores (Jo.4:23), e esta busca só terá fim quando cada pessoa tiver decidido de que lado do conflito estará (Ap.22:11).
“Porquanto o teu coração se enterneceu” (v.19), foi a atitude de Josias. Naquele momento, a sua fidelidade foi provada e aprovada. Ele entendeu que o que leu não se tratava apenas de um livro, mas do Livro de Deus, a carta de amor do Senhor que o ouviu (v.19). Deus tem Seus servos fiéis espalhados por todo este mundo; pessoas que ainda não conhecem a verdade, mas que são motivadas pelo amor que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Co.13:7). Pessoas que ainda não carregam o título de cristãs no nome, mas que já o são no coração. Algo que será revelado ao mundo quando este reavivamento manifestar os frutos da reforma, através do profundo e diligente estudo da Bíblia.
A resposta do Senhor por intermédio da profetisa Hulda não foi somente para Josias, mas para todo aquele que, como ele, deseja servir a Deus com inteireza de coração. Deus terminou dizendo que ele iria morrer em paz e que seria poupado de ver o mal que sobreviria sobre o povo. Estamos muito perto de ver cumprido o juízo de Deus, e Ele também tem recolhido muitos dos Seus filhos para poupá-los de todo o mal que sobrevirá à Terra. Mas muitos de nós O veremos voltar em vida e precisamos estar prontos para este grande Dia. É hora de enternecer o coração, de se humilhar perante Deus, de rasgar as “vestes” vergonhosas do pecado e chorar diante dAquele que fez a fiel promessa: “Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar” (Mq.7:19).
O “Livro da Lei” (v.8) está à nossa disposição, não somente como nosso alimento diário, mas para que possamos compartilhá-lo com nossos semelhantes. Não deixemos que ele fique apenas limitado à igreja, mas que seja a bússola que nos guia ao encontro do Senhor e daqueles que hão de herdar a salvação. A verdade precisa ser anunciada a todos, assim como fez Josias (como veremos no capítulo de amanhã). Mesmo que muitos se escandalizem ou não deem ouvidos, os fiéis soldados do exército do Deus vivo têm erguido a bandeira da salvação em inabalável convicção de que ainda não estão em casa. Há celebração no Céu, ansiedade por parte dos anjos, todos os seres viventes unem-se num só louvor e Cristo derrama as Suas últimas lágrimas de amor! Preparemo-nos, meus irmãos, eis que o Rei vem vindo!
Por Tua graça maravilhosa, compadece-te de nós, Senhor! Perdoa os nossos pecados e concede-nos um coração semelhante ao Teu! Enche o nosso coração da paz de Cristo. Que a Tua Palavra ilumine o nosso caminho para a pátria celeste e a nossa vida seja assim usada pelo Espírito Santo para guiar outros no caminho estreito da Tua salvação. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, igreja do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#2REIS22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 22 – Atualmente vivemos um terrível analfabetismo bíblico. As pessoas não conhecem mais a Bíblia. Quando acham que a conhecem, interpretam-na segundo suas próprias conveniências, deturpando-a em sua essência.
Hulda foi uma profetiza que alterou o curso de uma nação. Ela é descrita muito brevemente no texto sagrado, porém suas ações foram determinantes para o povo de Deus daquele tempo de deserção religiosa.
• Deus sempre tem alguém disponível para auxiliar Seu povo nos momentos críticos da vida.
Mesmo havendo profetas masculinos (Jeremias, Sofonias, etc.) atuando naquele contexto, Josias preferiu receber orientação divina através de uma mulher (II Reis 22:1-13). Na limpeza e restauração do templo encontraram o Livro da Lei; na profetiza do Senhor foi encontrada a interpretação do texto sagrado.
Deus não utiliza mulheres em funções especiais, elevadas, nobres e importantes apenas quando não há homens disponíveis. Hulda transmitiu a mensagem divina ao rei e ao Sumo Sacerdote com autoridade celestial. Quatro vezes ela declarou: “Assim diz o Senhor” (II Reis 22:14-20).
As ações do rei foram baseadas nas palavras de Deus através da profetiza Hulda; consequentemente, houve forte reavivamento e reforma entre o povo de Deus.
Se homens e mulheres se unirem para ouvir e atender à voz de Deus, grandes mudanças positivas aconteceriam em nossas comunidades e cidades. Deus nos chama à responsabilidade para resgatarmos a verdadeira espiritualidade onde Ele nos chamou para atuar!
A igreja do presente deveria olhar com atenção à igreja do passado. E, então levantar algumas indagações:
• Será que, de alguma forma, a Igreja Cristã não perdeu a Bíblia em seus cultos?
• Será que, de certa forma, não devemos procurar retornar à Bíblia em nossas pregações?
• Será que não deveríamos tirar os entulhos de nossas filosofias humanistas e imundícias de nossas ideias para, novamente, ouvirmos a voz de Deus em Sua Palavra?
Para que isso acontecesse nos dias de Josias, foi extremamente importante a presença do dom de profecia. Quando as coisas estão críticas, Deus usa pessoas com dom profético para atrair novamente Seu povo às sábias orientações de Sua Palavra. No contexto do menino rei Josias, Deus imbuiu Hulda dessa autoridade profética.
Seria interessante se os cristãos redescobrissem a Bíblia, tanto quanto seria importantíssimo que os descrentes descobrissem o valor da Bíblia.
Portanto, reavivemo-nos biblicamente… urgentissimamente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 21 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/21
“Manassés tinha doze anos de idade quando começou a reinar” (v. 1). Obviamente, ele nasceu durante os últimos 15 anos de vida de Ezequias. E fez o mal aos olhos do Senhor. Por que Manassés fez o mal quando teve todas as oportunidades de fazer o bem? A influência de seu pai Ezequias provavelmente não foi inteiramente positiva. Assim, o bom fundamento que Ezequias estabeleceu se perdeu em uma geração.
Que perda! A Escritura diz: “Manassés os desviou, ao ponto de fazerem pior do que as nações que o Senhor havia destruído diante dos israelitas” (v. 9 NVI). Os líderes têm grandes responsabilidades, e a cobrança de Deus sobre eles é enorme, especialmente quando eles estão liderando a nação. Assim, os líderes devem ser homens de Deus, devem pedir a Deus para que seja seu guia, de modo que não levem pessoas ao erro.
Os líderes também devem ter cuidado com suas ações, porque eles estão sendo observados. O melhor é não se tornar pedra de tropeço para o povo. Às vezes, mesmo que a ação em si não esteja errada, se ela pode ser interpretada de forma errada, os líderes devem evitar estes procedimentos.
Que possamos aprender a sermos líderes sábios, líderes que escutam a Deus e também às necessidades de seu povo.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/21
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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875 palavras
1 doze anos de idade. Manassés nasceu depois da enfermidade grave de Ezequias (v. 20.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
cinquenta e cinco anos. O reinado mais longo de todos os monarcas de Israel e Judá. Bíblia de Estudo Andrews.
697-642 a.C., incluindo-se uma co-regência de dez anos (697-686) com seu pai Ezequias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Fez ele o que era mau. O reinado de Manassés foi o pior período de apostasia na história de Israel [aqui, no sentido do reino todo, Israel+Judá]. Bíblia de Estudo Andrews.
Este reinado foi o mais negro e ímpio de todos os reinados de Judá. É difícil compreender como um rei tão piedoso [Jotão] (15:34), tenha sido pai de um filho injusto como Acaz (16:2-3). De igual modo Josias, o restaurador do culto no Templo (22.2-7), era filho do idólatra Amom (21:19-22). Talvez as mães tivessem exercido maior influência do que os próprios reis, na criação dos herdeiros do trono. É interessante notar, nestes capítulos, os nomes das mães (21.1; 21.19; 22.1). Bíblia Shedd.
3 tornou a edificar os altos que Ezequias , seu pai, havia destruído. Manassés desfez as reformas espirituais do reinado de seu pai. Bíblia de Estudo Andrews.
como fizera Acabe. Manassés era o Acabe de Judá (v. 1Rs 16.30-33). Bíblia de Estudo NVI Vida.
exército dos céus. O Sol, a Lua e as estrelas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1070.
Manassés inaugurou a adoração a estrelas, prática provavelmente de origem assíria, muito embora Dt 4:19; 17:3 proíba com toda clareza o culto aos corpos celestes. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Quanto à astrologia dos povos de além do rio Eufrates, sem justificar-se os atos de Manassés, pode-se mencionar que ele tinha de obedecer os reis da Assíria, e que o paganismo daquelas bandas tinha livre entrada em Judá. O rei da Assíria, Esarhadão (681-669 a.C.), invadiu ao Egito e incluiu Manassés na suas lista de súditos. Bíblia Shedd.
6 queimou a seu filho. Como Acaz (16.3), Manassés deu-se ao paganismo com todas as suas forças. Abraçou a magia negra do oriente, expressamente proibida pela Lei de Moisés (Dt 18.10-14). Bíblia Shedd.
7 poste-ídolo. Feito para a adoração a Aserá, deusa da guerra e da fertilidade. Bíblia de Estudo Andrews.
11 os amorreus. Designação genérica dos vários grupos étnicos que habitavam Canaã antes da conquista israelita (Gn 15:16). Bíblia de Estudo Andrews.
a Judá fez pecar. Assim como Jeroboão levou Israel a pecar (1 Rs 15.34-16.2), Manassés foi a causa do pecado nacional de Judá; não obstante seus erros, arrependeu-se no cativeiro (2 Cr 33.12-13). Bíblia Shedd.
13 o cordel de Samaria. Metáfora de julgamento. Bíblia de Estudo Andrews.
Deus mediria Jerusalém pelo mesmo padrão que utilizou com Samaria (ver Am 7:7-9; Lm 2:8). Não haveria parcialidade. CBASD, vol. 2, p. 1071.
14 remanescente da minha herança. Quando o Reino do Norte foi destruído, Judá se tornara o remanescente da herança do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma referência ao Cativeiro na Babilônia, para onde muitos judeus foram deportados em 605 a.C. (24.13) e em 587 a.C. (25.11). Bíblia Shedd.
15 A história de Israel era uma história de violações da aliança. Com o reinado de Manassés, a taça da ira de Deus transbordou, e tornou-se inevitável (v. 21.1-4) o castigo do exílio da terra prometida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 sangue inocente. A idolatria do rei resultou em violência social. Segundo a tradição judaica, o profeta Isaías sofreu martírio durante o reinado de Manassés. Bíblia de Estudo Andrews.
Referência a pessoas piedosas, e até mesmo talvez aos profetas, martirizados pela sua oposição às iniquidades de Manassés (cf. v 10, 11). segundo uma tradição judaica (sem substanciação de outras fontes) Isaías foi serrado pelo meio durante o reinado de Manassés (v. Hb 11.37). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 Quanto aos mais atos. Alguns detalhes importantes a respeito de Manãssés foram omitidos pelo escritor do livro dos Reis: a sua captura pelos capitães da Assíria, a remoção para Babilônia e seu arrependimento ali, a restauração de seu reinado e as reformas religiosas após seu retorno (2Cr 33:11-19). CBASD, vol. 2, p. 1071.
seu pecado. O relato de Manassés, em Reis, apresenta poucos detalhes sobre as iniquidades de seu reinado. Ele não somente ofereceu seu próprio filho como sacrifício humano, mas encorajou tais abominações no vale de Hinom [vale profundo ao sul de Jerusalém] (2Cr 33:6; cf. 2Rs 23:10). Ele permitiu o estabelecimento de casas para os sodomitas nas proximidades do templo (2Rs 23:7) e removeu a arca da aliança do templo (2Cr 35:3). CBASD, vol. 2, p. 1071.
19 Amom. Este nome é idêntico ao nome do deus-sol egípcio Amim. Manassés pode ter escolhido o nome do filho a fim de demonstrar sua relação com essa divindade egípcia. CBASD, vol. 2, p. 1071.
20 Fez [Amom] o que era mau. A apostasia de Manassés imprimiu o mal sobre Amom e moldou sua vida de modo irremediável. Durante a última parte do reinado de Manassés, as festividades idólatras foram controladas (2Cr 33:16), mas, então [com Amom], a idolatria recuperou o controle, e toda a terra foi arrastada numa maré de iniquidade. […] O profeta Sofonias, que viveu durante a época de Josias, descreveu essa triste situação (ver Sf 1:8, 9, 3:1-4). CBASD, vol. 2, p. 1071.
Amom não participou do humilde arrependimento que caracterizou Manassés, seu pai, nos dias finais da vida deste (v. 2Cr 33.12-19). Por certo, restaurou as práticas idólatras que Manassés abolira – pois estas estavam em prática, de novo, nos dias de Josias (v. 23.5-7, 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 povo da terra. A expressão se refere à população em geral. Bíblia de Estudo Andrews.