Reavivados por Sua Palavra


Neemias 12 by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2013, 0:00
Filed under: adoração, música, trabalho

Comentário devocional:

É importante notar que, ao final dos trabalhos sobre os muros de Jerusalém, foi dado a Deus o crédito pelo trabalho realizado. Quando eles começaram a construção dos muros, Neemias disse ao povo: “O Deus dos céus é quem nos dará bom êxito” (Neemias 2:20).

No dia da celebração, a Escritura diz: “Ainda no mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria” (v. 43). Assim como eles começaram dependendo da ajuda de Deus, eles comemoraram reconhecendo a Deus como Aquele que lhes havia dado grande alegria.

Na obra de Deus, não repartimos tarefas com Ele. Tudo o que fazemos desde o início até o final é feito em Seu poder e pelo Seu poder e Sua glória. Somos Seus servos, e mesmo após termos cumprido Suas ordens, toda a glória deve ir para ele.

Por ocasião da celebração dos muros concluídos, dois corais foram organizados. O papel da boa música espiritual é ser sempre uma bênção quando o povo de Deus se reúne para adorar e celebrar os atos de Deus. O povo de Deus cantou com “os instrumentos músicos de Davi, homem de Deus” (versículo 36). Miriam liderou o povo de Deus quando o Senhor os livrou do Egito (Êxodo 15:20,21). A boa música faz bem ao coração.

Naquela ocasião é dito que o povo estava satisfeito com o trabalho dos Levitas e Sacerdotes (verso 44). Quando os líderes espirituais realizam bem o seu trabalho o povo se alegra e Deus é honrado! 

“Pai, a Ti damos toda a glória.”

  

Pardon Mwanza

Vice-Presidente Geral

Conferência Geral

Trad JAQ/JDS

 

Texto bíblico: Neemias 12



II Crônicas 5 by Jeferson Quimelli
23 de abril de 2013, 0:00
Filed under: adoração, louvor | Tags: ,

Comentário devocional:

O edifício do templo está terminado. Agora é hora de trazer o mais sagrado dos tesouros de Israel, a arca da aliança.

Com cuidado os sacerdotes conduzem a arca passando ao lado do altar de sacrifício, então através do Lugar Santo, até alcançarem o Santo dos Santos. Tudo é feito de acordo com o padrão celeste. Anjos feitos de ouro pairam sobre o lugar reservado para a arca. Eles são um símbolo dos incontáveis anjos celestes que gostam de estar na presença de seu Deus.

Agora, a arca é colocada em seu lugar, perfeitamente centrada no meio de um quadrado perfeito. A arca é um símbolo do lugar onde Deus Se assenta no Seu trono de domínio universal. Esse domínio se baseia no amor e justiça perfeitos, resumidos nos Dez Mandamentos. E é por isso que os Dez Mandamentos estão guardados na arca do concerto.

Quando os sacerdotes saem do Lugar Santo, cantos e louvores enchem o ar. Tudo o que temos registrado das belas canções está resumida no versículo 13: “Porque Ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.” Esta simples frase resume a verdade que necessitamos desesperadamente. Na presença de um Deus perfeito com uma lei perfeita, precisamos de Sua misericórdia perfeita.

Nosso santo Deus é cheio de perdão e por isso podemos nos juntar aos anjos em contínuo louvor Àquele que nos ama.

Pastor Scott Griswold

Recrutador de Missionários

Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia

Trad JAQ – Rev GASQ/JDS

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Texto bíblicoII Crônicas 5

Fonte blog da Bíblia



I Crônicas 25 by Jeferson Quimelli
14 de abril de 2013, 0:02
Filed under: louvor, música | Tags: , ,

Comentário devocional:

Davi gostava de música e se interessava pessoalmente pelo ministério dos cantores e instrumentistas. Dos trinta e oito mil levitas existentes em seus dias, quatro mil foram separados para louvar ao Senhor com instrumentos musicais (1 Crônicas 23:5) e 288 foram escolhidos para cantores no templo (1 Crônicas 23:7).
A fim de desempenhar os seus papéis sagrados na adoração pública, os cantores precisavam estar sob a direção do Espírito Santo. Daí ser dito que foram escolhidos “para o ministério de profetizar ao som de harpas, liras e címbalos” (1 Crônicas 25:1, NVI). A eles cabia comporem e cantarem hinos que levassem o povo para mais perto de Deus.

Os cantores foram escolhidos entre os descendentes de Asafe, Hemã e Jedutum. Estes três homens eram videntes do rei, ou seja, atuavam como seus conselheiros (conforme 1 Crônicas 23:5, 2 Crônicas 29:30 e 35:15). Asafe, Hemã e Jedutum coordenavam os vinte e quatro grupos de cantores, liderados por seus filhos.

Os músicos profissionais que serviam no templo pertenciam aos Levitas. Isto significa que eles eram sustentados com os recursos do dízimo e com as dádivas trazidas pelos adoradores. Esta permanente provisão financeira permitia que eles se dedicassem  integralmente a sua nobre função e resultava num serviço de qualidade. Suas composições musicais não priorizavam satisfazer o gosto popular, mas, sobretudo, agradar a Deus.

Abençoados sejam os músicos, que através dos seus talentos e de sua fidelidade ao Senhor tornam a nossa caminhada espiritual mais alegre e significativa.

Embora nem todos sejamos músicos profissionais, todos somos convidados a louvar ao Senhor e darmos glória a Ele através da nossa maneira de viver!

Senhor, reavive os louvores no meio do Seu povo, pela inspiração do Seu Espírito.

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração

Texto bíblico: I Crônicas 25



I Crônicas 25 – Comentários bíblicos by Jeferson Quimelli
14 de abril de 2013, 0:01
Filed under: adoração, louvor, música

Comentários bíblicos selecionados: 

1-31 A lista dos instrumentistas e cantores é colocado logo após os levitas, refletindo a relação entre suas atividades no serviços do santuário (Andrews Study Bible).

O cap. 25 alista as 24 classes de cantores. Esses músicos formavam um grupo importante e desempenhavam um papel significativo nos serviços do templo (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 196).

profetizarem com harpas. A assim chamada “profecia levítica” era inspirada em música e tinha foco em louvores a Deus no Seu sagrado santuário. Outras passagens bíblicas que relacionam música com profetizar são 1Sm e 2Rs 3.15. Hemã, um dos três chefes da música, é chamado “o vidente do rei”, um título normalmente aplicado a um profeta (Andrews Study Bible).

Muitos dos salmos ou cânticos foram compostos por profetas e são de natureza profética, como alguns dos de Davi, e seu canto visava à edificação do povo de Deus, bem como a Sua glória (ver 1Sm 10.5). Esses salmos foram escritos em forma poética (Bíblia Shedd).

seis. Apenas cinco nomes são alistados aqui. A lista nos v. 9 a 31 sugere que o nome que falta é Simei, do v. 17. A LXX [Septuaginta, versão grega do VT] inclui o nome de Simei, colocando-o como o quarto nome da lista (CBASD, vol. 3, p. 196).

Hananias. A partir do sexto filho, Hananias, os nomes traduzidos do hebraico formam a seguinte oração de Hemã sobre sua obra como cantor: Sê gracioso, Senhor, Sê gracioso comigo; Meu Deus, a Ti; Tenho orado; e Exaltado pedindo auxílio; Embora exaltado sozinho; Tenho proclamado; O Altíssimo; Visões. Deus deu a Hemã esses filhos, e este piedoso servo do Senhor deu a sesu meninos esses nomes, compondo uma mensagem. Cria que Deus o abençoaria de forma a completar a sentença formada com os nomes de seus filhos (Bíblia Shedd).

cujo [de Hemã] poder Deus exaltou. Uma metáfora hebraica bem conhecida que significa exaltar uma pessoa ou aumentar seu poder (ver 1Sm 2:10; Sl 89:17; 92:10). Portanto, o significado, neste caso, parece ser que o Senhor tinha exaltado Hemã ao dar-lhe 14 filhos e três filhas (CBASD, vol. 3, p. 196).

Ter muitos filhos é sinal da bênção divina (v. Jó 1.2; 42.13). No caso de Hemã, esse fato é especialmente aplicado como consequência das promessas que Deus fizera de torná-lo poderoso. V. 3.1-9; 14.2-7; 26.4,5; 2Cr 11.18-21; 13.21; 21.2; 24.3 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

duzentos e oitenta e oito. Este número é 24×12; assim, os 24 “filhos” de Asafe, Jedutum e Hemã, alistados nos v. 2 a 4, devem ter sido músicos dirigentes, cada qual tinha consigo 11 músicos associados. Os 24 líderes devem ter acompanhado com música instrumental o coral que dirigiam (CBASD, vol. 3, p. 196).

deitaram sortes. As sortes foram lançadas a fim de determinar a ordem dos turnos de cada um dos 24 grupos de músicos para a realização dos serviços correspondentes (CBASD, vol. 3, p. 196).

17 Simei. O sistema explicado no v. 9 sugere que este é o nome que falta no v. 3 (CBASD, vol. 3, p. 196).



I Crônicas 16 by Jeferson Quimelli
5 de abril de 2013, 5:58
Filed under: adoração, caráter de Deus, Estudo devocional da Bíblia, louvor, música

Leitura de sexta, dia 05.03.2013

Texto bíblico –> I Crônicas 16

A chegada da Arca a Jerusalém foi uma ocasião de grande regozijo. O rei havia solicitado que os levitas preparassem músicas especiais para serem cantadas pelo povo e apresentadas pelo coral de levitas. Diferentes instrumentos musicais foram utilizados conferindo a reunião uma atmosfera festiva.

Músicos de tempo integral foram escolhidos para se dedicarem ao louvor e a adoração a Deus, perante a arca do Senhor. As três principais atividades desenvolvidas por eles eram as petições, agradecimentos e louvores.

Para a celebração nada foi esquecido. Cada participante recebeu um lanche constituido de um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de uvas passas, comidas típidas da região. Uma refeição simples, nutritiva e saborosa.

Um poema foi composto especialmente para a ocasião (1 Crônicas 16:8-36). Os versos convidam o povo a alegrar-se na presença de Deus pelo que Ele é e pelo que ele faz. O poema retrata a Deus como alguém forte, ativamente envolvido em defender e proteger o seu povo. Os adoradores são convidados a refletir no caráter de Deus: “Rendam graças ao Senhor, pois ele é bom; o seu amor dura para sempre” (verso 34).

Após o culto de adoração, o rei abençoou o povo e então “voltou para casa para abençoar sua família” (verso 43). Estas palavras nos lembram que tão importantes quanto nossas obrigações públicas são os nossos deveres para com os nossos familiares. A melhor adoração é aquela que nos transforma em melhores pais e cidadãos.

Que privilégio participar de um culto de adoração como este! Os adoradores retornaram para seus lares cheios de alegria e confiança em Deus.

Senhor, ensina-me a Te adorar na beleza da Tua santidade!

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração

Comentários bíblicos selecionados:

1-43 Após a arca ter sido colocada na tenda [tabernáculo] a adoração, se inicia a adoração habitual do santuário com a cação de gratidão de Davi, que é uma composição [medley] de partes dos Salmos 96, 105 e 106 (Andrews Study Bible).

7 Este versículo assinala o início do coro levítico, que logo se tornou tão importante na adoração pública dos hebreus (Bíblia Shedd).

11 Buscai ao Senhor. Uma maneira comum de se referir ao ato de adoração (Andrews Study Bible).

16 Abraão. A parte histórica desta canção destaca as promessas feitas a Abraão, as quais mostram a fidelidade de Deus na história do povo escolhido (Andrews Study Bible).

O emprego do longo trecho histórico [em 8-22] do Salmo 105, que ressalta as promessas que Deus fez para Abraão seria especialmente relevante para os leitores pós-exílicos do cronista, para os quais a fidelidade de Deus era uma realidade renovada ao voltarem para a terra. A citação do Sl 106 [em 34-36] também seria de relevância imediata aos leitores de Crônicas, que tinham sido reunidos e livrados das nações (v. 35) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

36 Amém. Uma palavra hebraica comumente utilizada ao final de uma oração. Significa “Que assim seja!” (Andrews Study Bible).

Uma resposta positiva da parte da congregação (Bíblia Shedd).

37-43 Arca da Aliança. O antigo tabernáculo do deserto estava agora dividido. A arca estava em Jerusalém, enquanto o altar de bronze, pelo menos e, provavelmente, também os vasos do Santo Lugar (Êx 25.23-40; 37.10-25; 40.22-27) estavam sendo usados para a adoração em Gibeom. Asafe e os cantores estavam com a arca em Jerusalém (1Cr 16.37), Zadoque e os outros sacerdotes ministravam perante o tabernáculo em Gibeom (1Cr 16.39-42). Essa condição continuou até que o novo Templo foi edificado, no reinado de Salomão (Bíblia Shedd).

40 O altar das ofertas queimadas (Êx 27.1-8) permaneceu em Gibeom, com o tabernáculo (2Cr 1.3-5). Davi deve ter erigido um novo altar para sacrifícios, em Jerusalém (16.1). Os sacrifícios ordenados pela lei, segundo parece, eram oferecidos em Gibeom. As ofertas voluntárias adicionais talvez fossem oferecidas em Jerusalém, perante a arca (Bíblia Shedd).