Reavivados por Sua Palavra


Jeremias 2 by Jeferson Quimelli
3 de maio de 2014, 10:48
Filed under: Bíblia, Estudo devocional da Bíblia

Análise do texto:

É melhor viver na contramão do mundo, do que na contramão de Deus. A prova de conversão do mundanismo é a mudança de vida conforme a vontade divina. Somos salvos do pecado, não para continuar em pecado. Quando isso não acontece Deus levanta porta-voz para convidar Seu povo ao reavivamento; o qual não tem nada a ver com entretenimento, mas com arrependimento.

Onde o ritualismo ocupa o lugar de um relacionamento com Deus é preciso fortes repreensões a fim de despertar da mornidão espiritual. Jeremias é esse porta-voz. Eis os princípios de sua primeira pregação:

1. A essência da verdadeira religião é o relacionamento com Deus: Muitos, como Israel, no início de sua história de amor com Deus, são plenamente dedicados e comprometidos como uma noiva ao seu noivo (vs. 1-3).
2. A essência da distorção da religião é o desvio da devoção: Como a esposa que ignora o amor ao marido, muitos se ocupam de tantas coisas, deixando a Deus de lado; isso é adultério espiritual, o que é mau e atrai o mal (vs. 4-21).
3. A essência do pecado é substituir o lugar de Deus por qualquer outra coisa: Tudo o que ocupe o primeiro lugar em nossa vida, estará ocupando o lugar que pertence a Deus. Seja o trabalho, o dinheiro, o esporte, a TV, os filhos, jogos, etc. (vs. 22-37); isso gera idolatria!

Quando as pessoas abandonam a Deus (isso não as impedem de frequentarem à Igreja ou seguirem regras e normas religiosas), passam a ter atitudes erradas em seu comportamento. Da mesma forma que dá para perceber quando o amor de uma noiva esfria para com seu noivo, dá para saber quem é e quem não é apaixonado por Deus.

Quando a fonte de prazer de alguém é outra coisa que não Deus, quando fazer qualquer outra coisa traz maior alegria que servir a Deus, quando a atenção de alguém está desfocada de Deus e não se tem tempo para Ele, quando… essa pessoa já caiu no despenhadeiro da apostasia, rumo à destruição…

Se este é teu caso, a situação de tua igreja, é tempo de reflexão, confissão, arrependimento e conversão. Clame ao Senhor, Ele concede perdão! Não perca tempo! – Pr. Heber Toth Armí.
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Jeremias 1 by Jeferson Quimelli
2 de maio de 2014, 10:55
Filed under: Bíblia, Estudo devocional da Bíblia

Análise do texto:

O crescimento espiritual é gradual, significa trazer à luz uma série de segredos, tremendo e tremendo, para então descobrir que Deus sempre te conheceu e mesmo assim, Ele sempre te amou. Ele te conhece melhor do que o melhor conhecimento que tens sobre ti mesmo; Ele sabe quem você será e o que poderá fazer ao depender dEle. Ele pode te chamar a qualquer momento, independente de teus argumentos.

O chamado de Jeremias nos ensina muitas coisas, das quais destaco as seguintes:

1. Geralmente aqueles que Deus chama se sentem incapaz de dar conta das exigências da tarefa.
2. Geralmente a missão designada por Deus não é nada fácil, agradável e de fácil aceitação pelas pessoas.
3. Geralmente cumprir tal missão será necessário lidar com de todos os lados, até mesmo dentre o povo de Deus.
4. Geralmente, quando Deus chama, a sociedade está caótica, impossibilitando o servo de Deus de viver uma vida de mar de rosas.
5. Sempre que Deus chama, Ele capacita. Soberanamente, Ele sempre estará presente e protegerá àquele que se dispor a fazer Sua vontade.

O ministério de Jeremias aconteceu durante o período complexo em que o povo de Deus perdia a esperança e afundava no desespero. Babilônia logo viria para levar o povo ao cativeiro. Deus procura animar Seu servo, sabendo, Ele mesmo, que a tarefa de anunciar palavras de exortações causará rejeições. A única certeza que Jeremias teria é que, quando Deus chama, Ele capacita, orienta e ensina o quê e como fazer, fortalecendo em cada etapa do cumprimento da tarefa.

Após o chamado e capacitação, Deus oferece a Jeremias duas visões: Uma amendoeira e uma panela de fogo. A primeira indicava a proximidade do cumprimento da Palavra de Deus (vs. 11-12); a segunda apontava para a Babilônia, que fervendo, estava a ponto de transbordar em Judá devido à distorção teológica e prática de sua fé em Deus (vs. 13-16).

Essa mensagem impopular despertaria oposição ao ser anunciada aos reis de Judá, aos príncipes, sacerdotes e ao povo; porém, Deus prometeu estar ao seu lado e livrá-lo (vs. 17-19).

Enfim, o chamado de Deus não é para ser popular, mas para anunciar Sua palavra, custe o que custar. Deus já te chamou? Você aceitou? – Pr. Heber Toth Armí.
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Blog RPSP.org ganha prêmio by Jeferson Quimelli
16 de dezembro de 2013, 18:09
Filed under: alegria, Estudo devocional da Bíblia

Queridos amigos,

é com muita satisfação, que compartilho a notícia de que o site reavivadosporsuapalavra.org, irmão do blog ReavivadoPelaPalavra.blogspot.com, foi o vencedor do prêmio Comunicando Jesus na Web edição 2013 na categoria Revelação, recebendo a maior votação (1254 votos) em todas as categorias.
Este prêmio foi instituído pelo Grupo Adventista de Desenvolvedores Web como estímulo aos desenvolvedores para a Internet.
O mais significativo é que, ao contrário de outros sites, não fizemos nenhuma promoção da votação, por considerarmos que seria contrário ao espírito do blog. Nosso objetivo nunca foi ganhar prêmios, mas reconhecimento e estímulo sempre vem bem…
Nossa maior satisfação é ver que aquela pequena idéia inicial, nascida de uma exposição, num Retiro de Carnaval 2012, pelo pastor Francisco Fonseca, da notícia do plano de leitura bíblica mundial diária, ter recebido, pelo Espírito Santo, acolhida em tantos corações e ter sido impulsionada pelo dinamismo e competência do pastor Jobson, da Rede Novo Tempo e do competente designer gráfico Roberto Passos, que deu ao blog a aparência agradável, profissional e alinhada com o site mundial.
Louvado seja Deus!
Jeferson


II Crônicas 24 – comentários by Jeferson Quimelli
12 de maio de 2013, 8:00
Filed under: Estudo devocional da Bíblia

1-27 Apesar de Joás ser, no início, um bom rei que reparou o templo, mais tarde ele se afastou do Senhor. Sua história demonstra a capacidade divina de perdoar e a seriedade da advertência profética (Andrews Study Bible NKJV).

2 Percebe-se a mão de Joiada guiando o jovem rei com a mesma eficiência que demonstrou na deposição da rainha Atalia. O reinado de Joás foi abençoado pelo conselho de homens sábios e piedosos até a morte de Joiada, quando o rei começou a seguir os conselhos de homens indignos, o que resultou naquilo que se descreve nos vv 17-27 (Bíblia Shedd).

5 Apressai-vos nisto. Em sua condição arruinada, o templo era uma vergonha para o povo e um insulto a Yahweh. Um sacerdócio devotado e um povo consagrado deviam ter feito da reparação do templo sua prioridade (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 290).

7 O cúmulo da iniquidade é usar para a prática da idolatria aquilo que se destinava ao louvor e à dedicação a Deus; igualmente chocante é o fato dos ministros, cuja vida fora destinada para o serviço de Deus, começarem a procurar glória mundana, correndo atrás de riquezas e conforto, competindo em tudo com aqueles cujo deus é o próprio eu (Bíblia Shedd).

10 Evidentemente os levitas não estavam convencidos de que o povo desejaria contribuir para a reconstrução do templo (24.5), mas o povo estava feliz em dar do que tinham para este projeto. Não subestime o desejo do povo de ser fiel a Deus. Quando desafiado a fazer a obra de Deus, eles geralmente respondem com boa vontade e generosamente (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

15 cento e trinta anos. A partir da época do êxodo, a Bíblia não contém registro de alguém que tenha alcançado idade igual à de Joiada. Uma vez que Joás reinou 40 anos (v. 1), Joiada devia ter mais de 90 anos quando foi colocado o plano contra Atalia e em favor da coroação de Joás (CBASD, vol. 3, p. 290).

16 com os reis. Esta era uma honra incomum. Sem dúvida, isto se deveu em parte ao respeito de que desfrutava por sua devoção religiosa, aos serviços que prestou à nação no que diz respeito à subversão de Atalia e à coroação de Joás, à sua ligação com a família real por meio de sua jovem esposa (2Cr 22:11; cf 22:2) e ao fato de ele ter praticamente ocupado o ofício de rei por dez ou 12 anos, até Joás ter idade suficiente para reinar (CBASD, vol. 3, p. 291).

18 Se tudo estava indo tão bem em Judá quando o povo adorava a Deus, porque eles se desviavam dEle? A prosperidade pode ser tanto uma bênção quanto uma maldição.Enquanto ela pode ser um sinal de bênçãos de Deus àqueles que O seguem, ela carrega em si o potencial para o declínio moral e espiritual. Pessoas prósperas são tentadas a se tornar auto suficientes e orgulhosas – achando que Deus estará sempre com elas. Em nossa prosperidade, não devemos nos esquecer de que Deus é a fonte de nossas bênçãos. Ver Deut 6.10-12; 11-14 (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

19 Deus enviou muitos profetas a Joás e ao povo para adverti-los de que eles estavam destinados à destruição. Joel pode ter sido um desses profetas. Leia o livro de Joel para mais informações sobre o clima político e espiritual daqueles tempos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

20-22 O Espírito concede a coragem necessária para falar em nome de Deus àqueles que Lhe entregam vidas santificadas; […] O assassínio de um Zacarias é mencionado pelo Senhor em Mt 23.35 e Lc 11.51, em último lugar, indicando que Crônicas era o livro final do cânon, como de fato o é, na Bíblia hebraica. “Filho de Baraquias” (Mt 23.35) seria, então, apenas um título, ou apelido, um erro de copista, ou pode ser, ainda, que Zacarias fosse neto de Joiada (Bíblia Shedd).

21 no pátio. Zacarias foi morto no mesmo exato lugar onde seu pai coroou Joás. Joiada não permitiu que executassem Atalia nos recintos sagrados (23.24) (Andrews Study Bible NKJV).

22 Zacarias pediu a Deus para que acertasse as contas com o povo por conta de seus pecados. Ele não estava pedindo vingança, mas pedindo justiça. Quando nos sentimos desesperançados com a perversidade ao nosso redor, podemos ter certeza de que no final Deus trará completa justiça à Terra (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

23 Antes de se findar o ano. NKJV: “na primavera do ano”. No tempo que os reis saíam à guerra (Dt 32.35, 41; Is 47.3) [Quando as chuvas do inverno cessavam e o campo começava a produzir novamente, garantindo provisões aos exércitos] (Andrews Study Bible NKJV).

24 poucos homens. Apenas um pequeno destacamento do exército invasor derrotou um grande exército liderado pelos príncipes de Judá. Os príncipes foram mortos (v. 23) e, assim, foi executado juízo contra os líderes apóstatas da nação (ver v. 17). Com seus poucos fiéis, Gideão destruíra um grande exército de midianitas (Jz. 7). Mas, quando o povo de Deus se apostatou, a proteção do Senhor foi retirada e um grande exército de hebreus caiu nas mãos de poucos soldados inimigos(CBASD, vol. 3, p. 292).

25 não no túmulo dos reis. O sepultamento no túmulo dos reis foi uma honraria concedida a Joiada (v. 16), recusado porém ao seu pupilo rebelde, Joás  (Bíblia de Estudo NVI Vida).

26 conspiraram contra ele. Uma punição ao pé da letra. Desde que o rei adorara deuses estrangeiros, ele foi morto pela mão de dois estrangeiros (Andrews Study Bible NKJV).

Jozacar[ou Zabade]. Quer dizer “Yahweh lembrou”. Jozabade. Quer dizer “Yahweh retribuiu”. Há uma coincidência interessante entre os nomes desses dois conspiradores e as últimas palavras que o filho de Joiada, Zacarias, proferiu quando foi apedrejado por ordem de Joás: “O SENHOR o verá e o retribuirá” (2Cr 24:22), ou seja, “Que o Senhor veja e vingue”. O rei Joás falhou em recordar a bondade do sacerdote Joiada para com ele, mas o Senhor Se lembrou e o vingou  (CBASD, vol. 2, p. 1020).



II Crônicas 18 – comentários bíblicos by Jeferson Quimelli
6 de maio de 2013, 0:00
Filed under: Estudo devocional da Bíblia, Falsos profetas

1 Apesar de Josafá ser profundamente comprometido com Deus, ele arranjou que seu filho se casasse com Atalia, a filha do perverso rei Acabe de Israel, e, então, fez com ele um acordo militar. […] Esta aliança trouxe três consequências devastadoras: (1) Josafá incorreu na ira de Deus (19.2); (2) quando Josafá morreu e Atalia se tornou rainha, ela assumiu o trono e quase eliminou a descendência de Davi (22:10-12); (3) Atalia trouxe as perversas práticas de Israel para Judá, que eventualmente levou esta nação à ruína. Quando crentes em posição de liderança se aliam a não crentes, valores podem ser comprometidos e a consciência espiritual é nublada. A Bíblia sempre alerta contra a associação com não crentes (2Cor 6.14) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

a palavra do SENHOR. Josafá impensadamente concordou em ir com Acabe contra os siros, mas desta vez parece que sua consciência lhe disse que deveria primeiro consultar a vontade do Senhor (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7 º Dia, vol. 3, p. 269).

quatrocentos homens. Tendo em vista que os profetas de Baal tinham sido mortos por Elias no monte Carmelo, estes homens eram provavelmente profetas de Aserá (Asherah) que comiam à mesa de Jezabel (1Rs 18.9) (Comentário da Andrews Study Bible, sobre a passagem paralela, 1Rs 22.6).

12 fala o que é bom. É preciso ter em pouca conta um profeta do Senhor para achar que seja possível influenciar a mensagem que ele deve transmitir (CBASD, vol. 3, p. 269).

As palavras do mensageiro refletem o espírito do mundo: “Não estrague a festa”; adira à “onda” e tudo ficará “naquela base”; “Nada de reparar, de chamar a atenção, ou de criticar; seja bonzinho” (Bíblia Shedd).

14 sobe. Micaías parecia estar falando com dramática ironia, simplesmente repetindo a falsa mensagem dos profetas mentirosos (v. 11). Evidentemente seu tom de voz deixou isso claro, como é demonstrado pela resposta de Acabe (v.15) (CBASD, vol. 3, p. 269).

17 não te disse eu […]? Acabe era um rei ímpio e sabia que não podia esperar uma boa mensagem do Senhor, mas devia ter reconhecido que, apesar disso, a mensagem divina era verdadeira. O  fato de não havê-la aceito como tal custou-lhe a vida (CBASD, vol. 3, p. 269 e 270).

18 vi. Esta é uma visão em forma de parábola e deve ser interpretada como tal. Nela, Deus é representado como se fizesse aquilo que não impede que aconteça. Deus não coage a vontade. Quando pessoas más escolhem deliberadamente seguir a mentira, Ele não intervém. Uma vez que Deus é supremo, Sua recusa de reprimir as forças do mal muitas vezes é representada como se Ele enviasse diretamente o mal. Pode-se encontrar um exemplo disso no incidente das serpentes abrasadoras (Nm 21.6). Contudo, essas “serpentes” não foram criadas de repente nem transportadas miraculosamente de outro lugar só para aquela ocasião. Na verdade, elas já infestavam a área do deserto pela qual os filhos de Israel passavam e teriam sido uma fonte real de perigo e causa de mortes frequentes se o Senhor, por milagre, não tivesse reprimido esses répteis venenosos. Mas, quando o povo se voltou contra o Senhor, que os protegia dos muitos perigos do deserto, Deus simplesmente retirou Sua proteção, e o resultado foi a morte (ver PP, 429) (CBASD, vol. 3, p. 270).

21 faze-o assim. A ordem divina na visão em forma de parábola representa a permissão divina. Satanás desejava provocar a morte de Acabe, e o Senhor não o impediu. Enquanto a mão repressora de Deus está estendida, Satanás não tem permissão para matar, mas quando a mão de Deus é removida, então o inimigo prossegue em sua obra de destruição (ver GC, p. 614) (CBASD, vol. 3, p. 270).

22 É pela boca dos profetas que o espírito mentiroso age com poder para enganar os fiéis; ainda hoje, Satanás usa as inverdades dos falsos profetas como sua arma, a mais poderosa. Os espíritos devem ser examinados pela Bíblia (Bíblia Shedd).

espírito mentiroso é um retrato do modo de agir dos profetas – dizendo ao rei o que ele queria ouvir e não o que ele precisava ouvir. Os líderes somente enfrentarão dificuldades ao se acercarem de conselheiros que somente procurem agradá-los (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

23 deu uma bofetada em Micaías. Este insulto ao profeta do Senhor revela bem o espírito do maligno. De uma forma ou de outra, Satanás mostra sua natureza na atitude de seus emissários (CBASD, vol. 3, p. 270).

Obedecer a Deus nem sempre nos protege de maus resultados. A obediência pode, de fato, provocá-los. Mas é melhor sofrer do desagrado humano do que da ira de Deus (Mat. 10.28). Se você for ridicularizado por ser honesto, lembre-se que isso pode ser um sinal de que você está, de fato, fazendo o que é correto aos olhos de Deus (Mat 5.10-12; Rm 8.17, 35-39) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

28 subiram. Josafá se viu em estranha companhia e em estranhas circunstâncias. Ele havia solicitado um profeta do Senhor, e esse profeta dera sua mensagem. O

fracasso da campanha planejada fora clara e enfaticamente predito. Se Josafá tivesse então aceito a mensagem e se recusasse a acompanhar Acabe, poderia ter sido um instrumento para poupar a vida do rei de Israel e impedir a derrota desastrosa e humilhante. Josafá tinha uma solene responsabilidade nessa ocasião, mas fracassou. Pessoas boas nem sempre procedem bem e pessoas sábias nem sempre agem com tais (CBASD, vol. 3, p. 270, 271).

31 gritou. O grito de Josafá foi um pedido de ajuda, e o Senhor lhe respondeu. Este evento ele contrasta com Saul, que enfrentando a mesma ameaça, decidiu cometer suicídio (Andrews Study Bible).

Ele poderia ter aceitado o seu destino pelo fato de merecê-lo mas, em vez disso, clamou a Deus, que miraculosamente o salvou. Quando pecamos e as inevitáveis consequências se seguem, podemos ser tentados a desistir. […] Apesar de merecermos o que nos sobrevém, isto não é motivo para que não busquemos o auxílio de Deus. Se Josafá tivesse desistido, ele teria morrido. Não importa o quanto você pecou, você pode ainda clamar a Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

33 Acabe foi morto apesar da proteção da armadura humana; Josafá foi milagrosamente preservado apesar de ter sido um alvo fácil. Nisto se evidencia a providência de Deus dirigindo os imprevistos para Seus próprios fins (Bíblia Shedd).

Micaías profetizou a morte para Acabe (16,27). Então Acabe se disfarçou para enganar o inimigo. Aparentemente o disfarce funcionou, mas isto não mudou a profecia. Uma seta disparada ao acaso por um sírio encontrou uma brecha em sua armadura e o matou. Deus realiza Seus propósitos a despeito das defesas que as pessoas possam erguer. Deus pode usar qualquer coisa, até mesmo algum erro, para cumprir Sua vontade. Esta é uma boa notícia para os seguidores de Deus porque podemos confiar que Ele executará os Seus planos e manterá Suas promessas não importa quão desesperadas nossas circunstâncias estejam (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



I Crônicas 16 by Jeferson Quimelli
5 de abril de 2013, 5:58
Filed under: adoração, caráter de Deus, Estudo devocional da Bíblia, louvor, música

Leitura de sexta, dia 05.03.2013

Texto bíblico –> I Crônicas 16

A chegada da Arca a Jerusalém foi uma ocasião de grande regozijo. O rei havia solicitado que os levitas preparassem músicas especiais para serem cantadas pelo povo e apresentadas pelo coral de levitas. Diferentes instrumentos musicais foram utilizados conferindo a reunião uma atmosfera festiva.

Músicos de tempo integral foram escolhidos para se dedicarem ao louvor e a adoração a Deus, perante a arca do Senhor. As três principais atividades desenvolvidas por eles eram as petições, agradecimentos e louvores.

Para a celebração nada foi esquecido. Cada participante recebeu um lanche constituido de um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de uvas passas, comidas típidas da região. Uma refeição simples, nutritiva e saborosa.

Um poema foi composto especialmente para a ocasião (1 Crônicas 16:8-36). Os versos convidam o povo a alegrar-se na presença de Deus pelo que Ele é e pelo que ele faz. O poema retrata a Deus como alguém forte, ativamente envolvido em defender e proteger o seu povo. Os adoradores são convidados a refletir no caráter de Deus: “Rendam graças ao Senhor, pois ele é bom; o seu amor dura para sempre” (verso 34).

Após o culto de adoração, o rei abençoou o povo e então “voltou para casa para abençoar sua família” (verso 43). Estas palavras nos lembram que tão importantes quanto nossas obrigações públicas são os nossos deveres para com os nossos familiares. A melhor adoração é aquela que nos transforma em melhores pais e cidadãos.

Que privilégio participar de um culto de adoração como este! Os adoradores retornaram para seus lares cheios de alegria e confiança em Deus.

Senhor, ensina-me a Te adorar na beleza da Tua santidade!

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração

Comentários bíblicos selecionados:

1-43 Após a arca ter sido colocada na tenda [tabernáculo] a adoração, se inicia a adoração habitual do santuário com a cação de gratidão de Davi, que é uma composição [medley] de partes dos Salmos 96, 105 e 106 (Andrews Study Bible).

7 Este versículo assinala o início do coro levítico, que logo se tornou tão importante na adoração pública dos hebreus (Bíblia Shedd).

11 Buscai ao Senhor. Uma maneira comum de se referir ao ato de adoração (Andrews Study Bible).

16 Abraão. A parte histórica desta canção destaca as promessas feitas a Abraão, as quais mostram a fidelidade de Deus na história do povo escolhido (Andrews Study Bible).

O emprego do longo trecho histórico [em 8-22] do Salmo 105, que ressalta as promessas que Deus fez para Abraão seria especialmente relevante para os leitores pós-exílicos do cronista, para os quais a fidelidade de Deus era uma realidade renovada ao voltarem para a terra. A citação do Sl 106 [em 34-36] também seria de relevância imediata aos leitores de Crônicas, que tinham sido reunidos e livrados das nações (v. 35) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

36 Amém. Uma palavra hebraica comumente utilizada ao final de uma oração. Significa “Que assim seja!” (Andrews Study Bible).

Uma resposta positiva da parte da congregação (Bíblia Shedd).

37-43 Arca da Aliança. O antigo tabernáculo do deserto estava agora dividido. A arca estava em Jerusalém, enquanto o altar de bronze, pelo menos e, provavelmente, também os vasos do Santo Lugar (Êx 25.23-40; 37.10-25; 40.22-27) estavam sendo usados para a adoração em Gibeom. Asafe e os cantores estavam com a arca em Jerusalém (1Cr 16.37), Zadoque e os outros sacerdotes ministravam perante o tabernáculo em Gibeom (1Cr 16.39-42). Essa condição continuou até que o novo Templo foi edificado, no reinado de Salomão (Bíblia Shedd).

40 O altar das ofertas queimadas (Êx 27.1-8) permaneceu em Gibeom, com o tabernáculo (2Cr 1.3-5). Davi deve ter erigido um novo altar para sacrifícios, em Jerusalém (16.1). Os sacrifícios ordenados pela lei, segundo parece, eram oferecidos em Gibeom. As ofertas voluntárias adicionais talvez fossem oferecidas em Jerusalém, perante a arca (Bíblia Shedd).



Rute 2 – quinta, 06.12.12 by Jeferson Quimelli
6 de dezembro de 2012, 1:22
Filed under: Estudo devocional da Bíblia

Texto bíblico à Rute 2

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Boaz, o “parente próximo” é introduzido na história. A primeira evidência que temos de sua fé é o modo como ele trata seus funcionários, “O Senhor esteja com vocês.” Eles devolvem a saudação, afirmando uma relação de amor e respeito mútuo sob a bênção de Deus. (O amor pode ser definido como a firme determinação de que o bem sobrevenha a alguém.) Boaz deixa claro que seus funcionários devem mostrar semelhante respeito para com Rute por causa de sua devoção a Naomi.

A oração de Boaz por Rute no versículo 12 expressa que ele deseja a ela tudo de bom. “O Senhor retribua a você o que você tem feito! Que seja ricamente recompensada pelo Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio buscar refúgio!” A palavra “asas” é uma referência ao cuidado e proteção de Deus. Podemos imaginar os olhos do Senhor brilhando em antecipação acerca de como Ele responderá a essa oração. O rosto de Noemi certamente também se ilumina ao saber como Rute passou o dia.

O capítulo termina com uma referência à colheita da cevada, a qual serve de pano de fundo para o desenrolar da história. Assim como Deus tinha promessas para a vida de Rute, Ele também tem promessas para a sua vida. Saia hoje confiante e “recolha” as bênçãos reservadas para você.

 

Jan Haluska

Universidade Adventista do Sul

Trad JDS



Rute 1 – quarta, 05.12.12 by Jeferson Quimelli
5 de dezembro de 2012, 15:06
Filed under: Estudo devocional da Bíblia

Texto bíblico à Rute 1

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Não há uma curta história melhor do que a de Rute no mundo. Este simples relato é um testemunho da providência de Deus e do verdadeiro amor. Seus três personagens principais vão da desesperança individual à abundância mútua em quatro capítulos curtos. É uma história inspiradora provavelmente registrada por Samuel, de alto valor moral e poético e lida até hoje, por estas mesmas razões, na Festa das Semanas, posteriormente Pentecostes.

 A história começa com três viúvas sem filhos – e portanto, totalmente desamparadas – em Moabe. Esta dura situação de desesperança leva Noemi, cujo nome significa “agradável”, a desejar mudar seu nome para Mara, ou “amargo”. Noemi tinha o direito de exigir que a apoiassem até sua morte, porem as encorajou a buscar o melhor para si em seus próprios caminhos.

Porém o amor verdadeiro que Noemi tinha pelo Deus verdadeiro e por Rute, sua nora, as havia ligado por laços inseparáveis.  Rute possuía a fé que Noemi havia vivenciado, e esta fé a encorajou a desejar compartilhar o futuro de sua sogra, por mais difícil que viesse a ser. Deus recompensou a fidelidade de Rute de maneira inimaginável: ela, que era moabita – e, portanto, excluída da congregação – foi ricamente abençoada em vida em se casar com um nobre e digno judeu, e teve sua descendência levada à realeza terrena com Davi e Salomão e à realeza eterna, com Jesus.

Deus não desampara Seus filhos. Ele tinha um plano de amor e redenção para Noemi e Rute e tem também um plano para você. Ele não te ama menos do que a Noemi e Rute e quer também, do mesmo modo,  abençoar e usar a sua vida como testemunho do Seu amor e de Seu caráter.  

Confie e veja o agir de Deus em sua vida!

 Jan Haluska

Universidade Adventista do Sul

Trad/Adap- -JAQ/JDS



Juízes 21 – terça, 04.12.12 by Jeferson Quimelli
3 de dezembro de 2012, 23:46
Filed under: Estudo devocional da Bíblia

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Esta seção de Juízes, dos capítulos 17-21, termina com as já conhecidas declarações: “Naquela época não havia rei em Israel” (18:1, 19:1 e 21:25); e “cada um fazia o que lhe parecia certo.” (17:6 e 21:25). Os israelitas tentaram resolver seus problemas por si próprios sem umliderança espiritual e moral como a que Moisés e Josué forneceram e erraram feioEmbora o Senhor concedesse a vitória aos israelitas nas guerras, eles não buscaram a orientação de Deus nos acontecimentos subsequentes e trilharam um caminho que era direito apenas aos seus próprios olhos.

No capítulo anterior (20) os filhos de Benjamim foram derrotados por seus companheiros israelitas a quem Deus havia prometido a vitória. Os vencedores haviam tomado a decisão de proibir qualquer israelita de dar sua filha como esposa a um benjamita e selaram esta decisão com um juramento. Esta decisão foi inteiramente deles, não do Senhor, e criou um problema aos próprios israelitas para encontrar uma maneira de salvar o que restou da tribo de Benjamim. Os israelitas sentem-se agora obrigados a manter este voto a todo custo, para não trazer uma maldição sobre si mesmos (21:18).

A solução cruel a que chegam é totalmente irrazoável e revoltante. Eles decidem destruir a cidade e os habitantes de Jabes-Gileade – homens, mulheres e crianças. Entre os moradores de Jabes-Gileade encontraram 400 virgens que mantiveram vivas para se tornarem esposas para os benjamitas.

Em tudo isso, os israelitas estavam mais preocupados com as conseqüências de quebrar um juramento que tinham feito, do que com o bem-estar de seus irmãos. De maneira hipócrita, violaram o espírito do juramento sem realmente quebrá-lo. Seu temor do Senhor era cego, centrado apenas em seus próprios interesses.

 

Muitos professos cristãos de hoje têm uma “fé” egoísta. Eles fazem apenas o necessário para satisfazer os requisitos mínimos da Lei e nada mais. É uma obediência superficial, legalista, sem obedecer ao espírito de amor da Lei.

Você já se percebeu pensando e agindo desta maneira? Você obedece a Deus porque você deve ou porque você O ama?

 

Justo E. Morales

Universidade Adventista do Sul

Trad JAQ/GASQ – Rev JDS




Nota trad.: A razão apontada por muitos comentaristas para que Jabes-Gileade não tenha atendido à convocação marcial para lutar contra os benjamitas seria porque a tribo de Manassés, da qual faziam parte, tinha fortes laços com os benjamitas, por serem todos descendentes de Raquel e porque também não haviam comparecido à festa espiritual especialmente convocada  em Siló para oferecer sacrifícios ao Senhor.



Juízes 20 – segunda, 03.12.12 by Jeferson Quimelli
2 de dezembro de 2012, 23:36
Filed under: Estudo devocional da Bíblia

Texto bíblico à Juízes 20

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Capítulo após capítulo testemunhamos a tolerância e a inércia dos israelitas em fazer algo a respeito de sua condição moral. Juízes se inicia com a morte de Josué e a apostasia subseqüente de Israel. Desde então, os filhos de Israel não somente foram oprimidos por causa da sua infidelidade: eles também se dividiram e chegaram, às vezes, até mesmo a lutar e matar uns aos outros. Neste capítulo, finalmente vemos o que não havia mais acontecido desde os dias de Josué: a nação inteira de Israel (exceto os benjamitas) se ajuntando “como um homem” (v. 8). Reuniram-se para tratar da “maldade” que havia ocorrido entre eles.

Os homens de Israel estavam unidos em sua indignação e tinham a intenção de eliminar esse mal de Israel, colocando à morte esses “homens perversos” de Gibeá. Os benjamitas, por outro lado, estavam determinados a proteger os malfeitores e se recusaram a entregar os homens maus. Confrontados com esta resposta, os israelitas foram a Betel (casa de Deus) e perguntaram não o que eles deveriam fazer, mas quem deveria lutar primeiro (20:18). Os israelitas já haviam decidido o que fazer. Infelizmente, os israelitas não buscaram a Deus suplicando por perdão e orientação. Eles não buscaram a Deus como seu rei e comandante, mas, sim, como se consulta a um oráculo a respeito de seu destino. É evidente que os israelitas não entenderam o papel de Deus em tudo isso pelo fato de terem eles trazido a Arca da Aliança de Siló para que servisse como um amuleto de boa sorte (cf. 1 Sam 4).

Deus responde aquilo que lhe haviam perguntado: Judá deveria lutar primeiro. Mas não há bênção ou promessa de vitória. Os benjamitas vencem e há uma grande matança. Desta vez, os israelitas realmente buscam o “conselho do Senhor” (20:23), mas o Senhor ainda não promete vitória. Somente após mais uma derrota colossal é que os filhos de Israel se aproximam do Todo-Poderoso da maneira que deveria ter feito desde o início: eles “jejuaram aquele dia até a tarde; e, perante o Senhor, ofereceram holocaustos e ofertas pacíficas.” Só então o Senhor promete entregar os benjamitas em suas mãos (20:26-27). Então, “o Senhor derrotou Benjamim diante de Israel” (20:35 NVI).

Deus intencionalmente permitiu que Israel fosse derrotado duas vezes antes de conceder-lhes a vitória. Havia uma importante lição a ser aprendida sobre como obter a bênção de Deus. Mesmo sendo justa a causa – remover a iniquidade de Israel -, o Senhor exige arrependimento e humildade, especialmente considerando que toda a nação era merecedora da ira de Deus. Há um grande contraste entre o ultraje moral exibido em Gibeá e a completa falta de preocupação de Israel com todos os anos de aberta idolatria que eles praticaram. Sua punição contra a Gibeonitas foi a completa destruição de toda a vida e da propriedade, mas tal julgamento havia sido prescrito apenas para o pecado de idolatria (Dt 13:12-18)! Na sua hipocrisia, eles não perceberam que haviam sido mais diligentes na destruição de seus irmãos pelos pecados deles do que foram em buscar expiação pelos seus próprios pecados e extirpá-los do seu meio. Que isso sirva de lição para nós! Antes de corrigirmos a outros devemos corrigir a nós mesmos.

 

Justo E. Morales

Universidade Adventista do Sul

Trad JAQ – Rev JDS