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Tanto nos dias de Acaz como nos nossos, o pecado parece prevalecer. O mal ameaça sufocar o bem. Os efeitos do pecado parecem não mais assustar ao povo de Deus:
1. Acaz reinou sobre o povo de Deus, em Jerusalém, promovendo os princípios do reino do diabo (vs. 1-4). Ele:
• Andou em pecado;
• Fez o filho passar pelo fogo como os gentios/pagãos;
• Ofereceu sacrifícios a deuses humanamente fabricados.
2. Israel vivia em pior situação que Judá; aliado à Síria, ambos intentaram vencer Acaz, porém, não conseguiram (vs. 4-5).
3. Acaz deu mais passos cada vez para mais longe de Deus (vs. 6-20):
• Aliou-se com a Assíria a fim de combater a Síria e Israel;
• Subornou Tiglate-Pileser da Síria com recursos do palácio e do Templo;
• Copiou um modelo de um altar pagão em Damasco e pediu ao sacerdote Urias para fazer um altar igual;
• Ofereceu sacrifícios no altar feito por Urias, mas nenhum foi súplica por perdão;
• Limitou as funções cerimoniais do templo;
• Morreu sem arrepender-se.
A falta de confiança em Deus leva indivíduos a procurar segurança ilusória – trocar o certo pelo duvidoso. A Bíblia de estudo Andrews analisa: “Acaz subornou os assírios, o maior dos inimigos, na expectativa de que fossem resgatá-lo. [Assim] recusou-se a confiar em Deus (Is 7)”.
Concessões, falta de determinação e firmeza, fazem alastrar, em vez de barrar, os pecados dos outros. “Urias, o sacerdote, procedeu de modo pecaminoso e obedeceu às ordens sacrílegas do rei Acaz, em vez de repreendê-lo com firmeza” (William MacDonald).
No reinado de Acaz, a situação do povo tornou-se caótica. “As portas do templo [foram] fechadas. O serviço sagrado foi interrompido. Não mais ficariam os castiçais acesos sobre o altar. Não mais seriam oferecidas ofertas pelo pecado do povo. Não mais o suave incenso ascenderia ao alto na hora do sacrifício da manhã e da tarde. Tornando deserto o pátio da casa de Deus, e aferrolhando suas portas, os habitantes da ímpia cidade ousadamente ergueram altares para a adoração de divindades pagãs nas esquinas das ruas através de Jerusalém. Aparentemente o paganismo havia triunfado; os poderes das trevas haviam prevalecido” (Ellen G. White).
Contudo, Deus está no controle. Ezequias é a luz no fim do túnel! Satanás nunca ganhará de Deus! – Heber Toth Armí.
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As maiores árvores do mundo, as sequoias, caem facilmente quando pequenos besouros penetram suas raízes. O mesmo acontece a indivíduos, famílias, igrejas, cidades e países que descuidam dos besouros do pecado.
Dois reis são citados de Judá neste capítulo:
• Azarias foi quase muito bom, faltou eliminar do reino alguns pontos de cultos abomináveis a Deus.
• “Jotão foi um dos melhores reis de Judá, apesar de não ter removido os altos […]. Sua atitude contrasta de forma nítida com a dos reis de Israel, os quais dirigiram seus caminhos segundo Jeroboão” (William MacDonald).
Donald J. Wiseman divide assim este capítulo:
• Azarias-Judá (vs. 1-7);
• Zacarias-Israel (vs. 8-12);
• Salum-Israel (vs. 13-16);
• Manaém-Israel (vs. 17-22);
• Pecaías-Israel (vs. 23-26);
• Peca-Israel (vs. 27-31);
• Jotão-Judá (vs. 32-38).
A seção iniciada no versículo 8 até 31 Iain W. Provan intitula-a: “Os últimos dias de Israel”. Israel estava em situação mais complicada que Judá. Entre dois reis de Judá são citados cinco reis de Israel, os quais, contrastados, explica a razão de Israel ir primeiro ao cativeiro, onde termina sua história política:
• Salum chegou ao trono mediante assassinato, um mês depois o perdeu ao ser assassinado.
• Manaém reinou em lugar de Salum, seu reinado durou dez anos pautados pela crueldade, exploração e aliança com pagãos.
• Pecaías reinou dois anos; embora não tenha tomado o trono à força como os demais, sofreu morte violenta.
“Em vinte anos cinco reis governam Israel, mas nenhum deles faz qualquer coisa para investigar a derrocada moral da nação… Nesse ínterim, a situação é ligeiramente melhor em Judá basicamente devido à liderança moral de Uzias [o mesmo Azarias] e Amazias… Assim mesmo, como os lugares altos não foram removidos de Judá, as sementes da destruição existem para ambos os reinos” (Paul R. House).
1. Algum tipo de instabilidade revela periculosidade, se isso é realidade em tua vida, vigie e ore para não cair no mar da destruição.
2. Destrua pequenos besouros do pecado com a graça de Cristo para que eles não destruam nada do que você não quer destruído.
3. Avalie/reavalie a tua vida. Tome uma decisão correta!
Profeticamente, o mundo está política, moral e espiritualmente sendo devorado pelos besouros do pecado. Estamos nos últimos dias! Deus quer levar-nos para o reino dos Céus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Deus é bondoso, misericordioso e gracioso mais do que muitos crentes e teólogos imaginam…
O rei Jeoacaz em Israel vivia em meio à idolatria. A qual traz nefastas consequências. Sem proteção divina o povo sofre opressão. Por conseguinte, sem afastar-se dos pecados, apenas com desejo de obter vantagens, Jeocaz buscou a Deus por libertação. Resultado?
Deus atendeu Seu clamor mesmo sabendo que não haveria mudança de vida nele, nem nos apostatados israelitas (vs. 1-9).
• Os reis de Israel não são como os de Judá. Os reis de Israel vão de mal a pior. São piores que os reis de Judá.
Sem consultar a Deus, nossas escolhas e decisões não passam de besteiras que fazemos na vida. A vida de Jeoás foi manchada e marcada pelo pecado. Jeoás fez o mal perante os olhos do Senhor sem nunca afastar-se das funestas influências de Jeroboão (vs. 10-13).
• Como teria sido se cada rei de Israel tivesse a disposição de viver o ideal e a missão de Deus como Eliseu? E, o que seria de nós caso estivéssemos tão ávidos pelas coisas certas, espirituais e morais como esteve Eliseu?
Mesmo depois de morto, Eliseu impactou as pessoas (vs. 14-20). Contudo, ainda que a ressurreição de um defunto aconteceu ao apenas encostar nos ossos de Eliseu, o que mais me impressiona é que o profeta, que tinha porção dobrada do Espírito de Elias, morreu, não de morte natural, mas de uma doença (v. 14).
• Deus não cura todas as doenças nos Seus servos, por mais consagrados que sejam.
• Morrer doente não é falta de fé! Pelo contrário, fé é permanecer fiel a Deus ainda que Ele opte por não curar doenças.
Além disso, tem algo que me chama muito mais a atenção: Deus age promovendo o bem dos que andam chafurdando-se no pecado. Inacreditável!
1. Na época de Jeoacaz, Deus enviou um libertador para livrar Israel da opressão causada pela Síria, apesar da falta de reavivamento e reforma do rei e do povo (vs. 4-6).
2. Na época de Jeoás, Deus Lhe deu vitória três vezes contra Ben-Hadade e paz a Israel, mesmo não havendo conversão nem arrependimento dele (vs. 22-25).
Queridos amigos: Não ignore a Deus! Fale mais dEle! Testemunhe dEle profusamente! Anima-te! Compartilhe! – Heber Toth Armí.
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