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Quando propósitos divinos são abandonados, quando práticas espúrias são introduzidas entre o povo de Deus, quando a liderança do povo de Deus é má, quando o povo de Deus já não vive como deveria… alguém precisa levantar-se e fazer alguma coisa em prol de reavivamento e reforma espiritual…
Estes pontos estão presentes neste capítulo:
1. O propósito de Deus de preservar descendentes de Davi para o trono quase se extinguiu com a ordem de Atalia de matar todas as pessoas da família real (vs. 1-3).
2. Práticas espúrias haviam sido introduzidas na adoração do povo de Deus adulterando a adoração ao verdadeiro Deus (v. 18).
3. A rainha Atalia liderava perversamente ao povo de Deus com autoritarismo, orgulho e arrogância (vs. 13-14).
4. Israel, a igreja de Deus do Antigo Testamento, o antigo povo de Deus, nesse tempo não mais vivia como povo de Deus (v. 17).
Deus sempre preservou um remanescente. Jeoseba preservou um descendente masculino de Davi, seu sobrinho Joás; o sacerdote Joiada ajudou-a a manter viva a criança a despeito do risco evidente. Como a rainha perigosa nem ia ao templo, ali o menino, que logo seria rei, esteve seguro (vs. 4-12).
Claro, para que o menino reinasse, foi necessário eliminar Atalia, a opositora dos propósitos divinos na Terra (vs. 13-16).
Com sete anos de idade, o menino Joás tornou-se rei tendo o apoio administrativo do sacerdote Joiada (vs. 17-21).
Avivamento relaciona-se com vida. Reavivamento diz respeito à renovação da vida espiritual. É revitalização da fé. É o revigorar da busca pelo poder do Espírito Santo visando obter forças e coragem para viver na contramão do pecado, à altura do ideal de Deus.
Por fim, a verdadeira REFORMA ESPIRITUAL…
· …Renova o compromisso das pessoas com Deus (v. 17);
· …Reata laços de amizades desfeitos entre líderes e liderados (v. 17);
· …Rejeita a idolatria a ponto de erradicá-la radicalmente (v. 18);
· …Reativa a santificação abolindo práticas espúrias na adoração (v. 18);
· …Ressurge desde a Casa de Deus e flui para outras áreas da existência (v. 19);
· …Restaura a felicidade e a paz na vida tensa e atribulada do povo de Deus (v. 20).
Viver em santidade é muito melhor que viver em pecaminosidade. Isto requer…
· Fé,
· Determinação,
· Ação, e
· Perseverança. – Heber Toth Armí.
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Infelizmente “há muitos que se alimentam levemente da Bíblia Sagrada, mordiscando aqui e ali aleatoriamente com um interesse apenas passageiro pelas palavras de uma página. Poucos são aqueles que bebem de forma profunda e consistente dos rios de água viva” (Charles R. Swindoll).
Neste mundo de horrores, trevas espirituais e morais, violência e corrupção extremas precisamos mergulhar de cabeça no livro de Deus deixado à humanidade. Referindo-se a Jeú como “um dos homens mais sanguinários da Bíblia”, Harold L. Willmington oferece-nos os seguintes detalhes do capítulo em estudo:
1. Jeú mata a família de Acabe:
· O desafio feito por Jeú aos habitantes de Samaria de que atacaria a qualquer filho de Acabe que se declarasse rei (vs. 1-3);
· A decapitação promovida pelo povo se dispõe a ajudar Jeú, o qual lhes instrui o que fazer (vs. 4-8)
· A destruição dos demais remanescentes e chegados da família de Acabe (vs. 9-11, 15-17).
2. Jeú mata a família de Acazias, sem deixar sequer um para contar a história (vs. 12-14).
3. Jeú mata os sacerdotes de Baal:
· A fraude: Jeú finge querer adorar Baal e reúne todos os sacerdotes no próprio templo deles (vs. 18-24)
· A destruição: Jeú ordena que todos os sacerdotes sejam mortos e destrói o templo de Baal (vs. 18-28).
O objetivo do rei Jeú era eliminar idólatras e promotores da idolatria. Quando a perversão religiosa ganha proporção grandiosa somente uma reação na mesma proporção resolve. O caminho da reforma espiritual é doloroso, por isso muitos o evitam.
Contudo, nem todo líder que mergulha num projeto radical de reforma espiritual age corretamente. “Jeú orgulhava-se de seu ‘zelo para com o Senhor’ (10:16), mas esse ‘zelo’ era uma fachada piedosa para esconder o egotismo e o ódio que, na realidade, motivavam seu serviço. Deus incumbiu Jeú de um trabalho importante, mas Jeú extrapolou essa incumbência e foi longe demais” (Warren Wiersbe).
· É preciso ficar atento à forma que é administrada a reforma espiritual, pode ser que haja ambição ou legalismo por trás das boas intenções.
· É preciso ser humilde e submisso a Deus para operar qualquer reforma em Seu nome.
· O equilíbrio é um desafio para todo líder verdadeiramente espiritual.
· O segredo? Submissão total a Deus!
Peçamos discernimento a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Nem tudo sai como Deus quer neste mundo de pecado e cheio de pessoas com livre-arbítrio; contudo, paradoxalmente, Ele está no controle de tudo. Sendo assim, não devemos esperar que tudo saia exatamente como queremos ou planejamos…
Deus pretendia que Seu povo fosse exemplo de espiritualidade ao mundo. Seu plano era tirar Israel do Egito para torná-lo uma nação influenciadora. Todavia, Israel teimosamente se opunha a estes planos, mesmo com prejuízos titânicos.
Mesmo após a passagem do poderoso profeta Elias e o impactante ministério profético de Eliseu (sem contar que havia outros profetas contemporâneos e mais as escolas dos profetas) duas abominações predominavam em Israel (v. 22):
1. Prostituições religiosas implantadas por Jezabel;
2. Muitas feitiçarias.
Perversão religiosa e feitiçaria perniciosa caracterizavam ao povo que deveria iluminar ao mundo com a prodigiosa graça de um Deus amoro que almeja a salvação da humanidade. Depois de tudo o que Deus havia feito em prol do povo, este responde com indiferença, provocação e perversidade.
Não se esqueça! Apesar de tudo, Deus esteve, está e estará no controle! Note:
· Nenhum pecador, mesmo rei ou rainha, bom ou ruim, consagrado ou profano, tem as rédeas da história nas mãos; pois, é Deus quem governa apesar dos problemas que tem que enfrentar. A profecia havia indicado a unção de Jeú através de Elias alguns anos antes a fim de executar a justiça de Yahweh (I Reis 19:16-17); agora, Eliseu é um dos instrumentos do Céu para conduzir a vontade de Deus na Terra nesse quesito (II Reis 9:1-13).
· Deus não permite que a sementeira do pecado vire praga pandêmica no mundo; por isso, Sua reação é radical para promover justiça (vs. 14-29). Visando frear a maré do pecado Deus permitiu que Jeú, o qual agia furiosamente, matasse os reis Jorão e Acazias a sangue frio.
· Embora Deus fique irado quando há crescente onda de pecado, Ele não age sem antes avisar por meio de Seus profetas (vs. 7-10, 30-37; conf. I Reis 21:20-26). Deus anuncia almejando arrependimento; havendo rebeldia, o juízo torna-se imprescindível.
Jezabel é a rainha da vaidade, sedução e perversidade (v. 30) – ícone da beleza falsa! Embora ela tenha muitos seguidores na atualidade, sejamos imitadores de Deus para refletir-Lhe o caráter neste mundo deplorável! – Heber Toth Armí.