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Bom dia Amigos!
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Onde há declínio espiritual, é necessário haver reavivamento espiritual; o qual será correto, unicamente sendo pautado pela orientação do Deus Onipotente.
Por não viver o ideal divino, ignorar planos revelados, decidir pelas exigências do coração, o antigo povo de Deus decresceu – não evoluiu; na verdade, regrediu! Mesmo com tanto amor paternal, mesmo com tanto empenho, dedicação e devoção divinos, Israel entregou-se aos caprichos da carnalidade perniciosa. Mas, Deus não desistiu de Israel.
• Deus não abandona Seu povo nem mesmo quando Seu povo O abandona.
Ao afastar-se de Deus, o povo teve que lidar com serpentes venenosas; então, Deus possibilitou a cura mediante o olhar a uma serpente de bronze içada numa haste – o que não consistiu em idolatria, mas numa didática evangelística.
Entretanto, transcorrendo o tempo, o povo transformou este meio evangelístico em objeto idolátrico; por isso, Ezequias destruiu o que veio a se chamar Neustã (v. 4). Assim, Deus observa e corrige os passos dados por Seu povo, mesmo havendo instabilidade na conduta.
Neste capítulo encontramos os seguintes pontos importantes:
• Quando Satanás parece ter introduzido a idolatria de todas as formas entre o povo de Deus, causando deformação na religião, Deus não cruza os braços. Ele providencia alguém disposto a fazer uma reforma, na tentativa de reavivar e restaurar o povo que o diabo intenta arrastar para a destruição (vs. 1-5).
• Há diferença gritante na vida do indivíduo, família, igreja ou nação que serve fielmente a Deus, obedece a Seus santos mandamentos e vive em constante relacionamento com Ele buscando um reavivamento e reforma espirituais. Os resultados contrastantes da história de Israel e Judá nos evidenciam a diferença de servir e não servir a Deus (vs. 6-12).
• Pequenas brechas na vida espiritual são oportunidades suficientes para surgimento de afrontas ferozes e massacrantes dos incrédulos. Os ataques de Senaqueribe a Ezequias exemplificam esse ponto (vs. 13-37).
A ousadia dos incrédulos é tremenda. Eles usam a lógica, intimidam com evidências, argumentam fortemente, confrontam arrogantemente. Intrepidamente provocam ao próprio Deus. Eles não temem a Deus e ainda intimidam ao povo que crê nEle.
Isso é verdade em todas as áreas do conhecimento. A Bíblia e seus temas são escrupulosamente atacados pelos incrédulos. Como Deus lidará com isso? Saberemos no próximo capítulo!
Não percam! – Heber Toth Armí.
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Sem a orientação de Deus todo ser humanos vive desnorteado. Desnorteado cada indivíduo escolhe seu caminho, sempre errado.
A idolatria infiltrou-se no povo de Deus desde o Egito (Ezequiel 20:1-8). Em Êxodo 32 a idolatria ressurgiu como um ato de rebeldia contra Deus. Comentando sobre isso, G. K. Beale analisa:
“A descrição dos idólatras como novilhos indomados (Êx 32) é interpretada em 2Rs 17.15 como acompanhar o vazio dos ídolos e se tornar vazio; a natureza espiritual vazia da nação reflete o vazio e a nulidade dos ídolos. A semelhança da primeira geração de rebelde com o bezerro idolatrado é interpretada também como sua semelhança de vazio espiritual com o bezerro de ouro, mas também a adoração de outros ídolos (2Reis 17.16 menciona ‘dois bezerros de fundição […] um poste-ídolo (Aserá na ARA] […] todo o exército do céu […] Baal’)”.
Ainda Beale diz: “A esse respeito, é importante notar que, após a narração do episódio do bezerro de ouro, Êxodo 34.14-16 repete que o povo tinha ‘endurecido a cerviz’ e em seguida adverte as gerações futuras que não ‘adorem’ objetos como ‘colunas sagradas’, ‘postes-ídolos’ e ‘deuses de fundição’; e as exorta a não ‘prostituir-se com seus deuses, ou oferecer sacrifícios a eles, nem […] comer dos sacrifícios do [idólatra]’ nem expor ‘seus filhos’ às influências idólatras. De modo semelhante, 2Reis 17.10-17 combina os mesmos tópicos de idolatria e adoração de bezerros com o conceito de ‘dura cerviz’ (mas não há menção explícita de ‘prostituição’). Diante disso, é compreensível que o princípio de tornar-se semelhante ao ídolo cultuado, quer na forma narrativa de Êxodo 32-34, quer na forma proposicional declarada em 2Reis 17.15, estende-se a todas as formas de idolatria”.
W. W. Wiersbe oferece o seguinte esboço do capítulo:
1. A captura de Samaria (vs. 1-6).
2. As causas que trouxeram o cativeiro:
· A nação esqueceu de Deus (v. 7);
· A nação desobedece em segredo (vs. 8-9);
· A nação rebela-se abertamente (vs. 10-12);
· A nação resiste ao chamado de Deus (vs. 13-15);
· A nação vende-se para praticar o mal (vs. 16-23).
3. A colonização de Samaria (vs. 24-41).
A essência da vida está em servir e adorar correta e estritamente a Deus. Nossa vida é arruinada com uma religião estragada. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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