Reavivados por Sua Palavra


2 REIS 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
9 de setembro de 2019, 0:55
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2 REIS 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
9 de setembro de 2019, 0:10
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AVISO – VÍDEO DO PASTOR RONALDO DE OLIVEIRA 
8 de setembro de 2019, 7:38
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Bom dia Amigos!

O vídeo do Pastor Ronaldo de Oliveira não está sendo postado pela Novo Tempo no Canal do YouTube, por motivos técnicos. Assim que normalizarem postaremos também em nossas redes sociais. Abraços. Maria Eduarda/Equipe #rpsp


2 REIS 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
8 de setembro de 2019, 0:55
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2 REIS 18 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
8 de setembro de 2019, 0:45
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Onde há declínio espiritual, é necessário haver reavivamento espiritual; o qual será correto, unicamente sendo pautado pela orientação do Deus Onipotente.

Por não viver o ideal divino, ignorar planos revelados, decidir pelas exigências do coração, o antigo povo de Deus decresceu – não evoluiu; na verdade, regrediu! Mesmo com tanto amor paternal, mesmo com tanto empenho, dedicação e devoção divinos, Israel entregou-se aos caprichos da carnalidade perniciosa. Mas, Deus não desistiu de Israel.

• Deus não abandona Seu povo nem mesmo quando Seu povo O abandona.

Ao afastar-se de Deus, o povo teve que lidar com serpentes venenosas; então, Deus possibilitou a cura mediante o olhar a uma serpente de bronze içada numa haste – o que não consistiu em idolatria, mas numa didática evangelística.

Entretanto, transcorrendo o tempo, o povo transformou este meio evangelístico em objeto idolátrico; por isso, Ezequias destruiu o que veio a se chamar Neustã (v. 4). Assim, Deus observa e corrige os passos dados por Seu povo, mesmo havendo instabilidade na conduta.

Neste capítulo encontramos os seguintes pontos importantes:

• Quando Satanás parece ter introduzido a idolatria de todas as formas entre o povo de Deus, causando deformação na religião, Deus não cruza os braços. Ele providencia alguém disposto a fazer uma reforma, na tentativa de reavivar e restaurar o povo que o diabo intenta arrastar para a destruição (vs. 1-5).

• Há diferença gritante na vida do indivíduo, família, igreja ou nação que serve fielmente a Deus, obedece a Seus santos mandamentos e vive em constante relacionamento com Ele buscando um reavivamento e reforma espirituais. Os resultados contrastantes da história de Israel e Judá nos evidenciam a diferença de servir e não servir a Deus (vs. 6-12).

• Pequenas brechas na vida espiritual são oportunidades suficientes para surgimento de afrontas ferozes e massacrantes dos incrédulos. Os ataques de Senaqueribe a Ezequias exemplificam esse ponto (vs. 13-37).

A ousadia dos incrédulos é tremenda. Eles usam a lógica, intimidam com evidências, argumentam fortemente, confrontam arrogantemente. Intrepidamente provocam ao próprio Deus. Eles não temem a Deus e ainda intimidam ao povo que crê nEle.

Isso é verdade em todas as áreas do conhecimento. A Bíblia e seus temas são escrupulosamente atacados pelos incrédulos. Como Deus lidará com isso? Saberemos no próximo capítulo!

Não percam! – Heber Toth Armí.



2 REIS 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
8 de setembro de 2019, 0:10
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2 REIS 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
7 de setembro de 2019, 0:55
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2 REIS 17 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
7 de setembro de 2019, 0:45
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Sem a orientação de Deus todo ser humanos vive desnorteado. Desnorteado cada indivíduo escolhe seu caminho, sempre errado.

A idolatria infiltrou-se no povo de Deus desde o Egito (Ezequiel 20:1-8). Em Êxodo 32 a idolatria ressurgiu como um ato de rebeldia contra Deus. Comentando sobre isso, G. K. Beale analisa:

“A descrição dos idólatras como novilhos indomados (Êx 32) é interpretada em 2Rs 17.15 como acompanhar o vazio dos ídolos e se tornar vazio; a natureza espiritual vazia da nação reflete o vazio e a nulidade dos ídolos. A semelhança da primeira geração de rebelde com o bezerro idolatrado é interpretada também como sua semelhança de vazio espiritual com o bezerro de ouro, mas também a adoração de outros ídolos (2Reis 17.16 menciona ‘dois bezerros de fundição […] um poste-ídolo (Aserá na ARA] […] todo o exército do céu […] Baal’)”.

Ainda Beale diz: “A esse respeito, é importante notar que, após a narração do episódio do bezerro de ouro, Êxodo 34.14-16 repete que o povo tinha ‘endurecido a cerviz’ e em seguida adverte as gerações futuras que não ‘adorem’ objetos como ‘colunas sagradas’, ‘postes-ídolos’ e ‘deuses de fundição’; e as exorta a não ‘prostituir-se com seus deuses, ou oferecer sacrifícios a eles, nem […] comer dos sacrifícios do [idólatra]’ nem expor ‘seus filhos’ às influências idólatras. De modo semelhante, 2Reis 17.10-17 combina os mesmos tópicos de idolatria e adoração de bezerros com o conceito de ‘dura cerviz’ (mas não há menção explícita de ‘prostituição’). Diante disso, é compreensível que o princípio de tornar-se semelhante ao ídolo cultuado, quer na forma narrativa de Êxodo 32-34, quer na forma proposicional declarada em 2Reis 17.15, estende-se a todas as formas de idolatria”.

W. W. Wiersbe oferece o seguinte esboço do capítulo:

1. A captura de Samaria (vs. 1-6).

2. As causas que trouxeram o cativeiro:

· A nação esqueceu de Deus (v. 7);

· A nação desobedece em segredo (vs. 8-9);

· A nação rebela-se abertamente (vs. 10-12);

· A nação resiste ao chamado de Deus (vs. 13-15);

· A nação vende-se para praticar o mal (vs. 16-23).

3. A colonização de Samaria (vs. 24-41).

A essência da vida está em servir e adorar correta e estritamente a Deus. Nossa vida é arruinada com uma religião estragada. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



2 REIS 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
7 de setembro de 2019, 0:10
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2 REIS 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
6 de setembro de 2019, 0:55
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