Reavivados por Sua Palavra


II CORÍNTIOS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 8– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 8 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



II CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS 
3 de janeiro de 2025, 0:50
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2650 palavras

A generosidade e como ela é inspirada no próprio ato de Jesus de se tornar infinitamente pobre para que nos tornássemos ricos.

Irmãos. Os cap. 8 e 9 constituem uma nova seção, que trata da coleta para os pobres na Judeia (ver com. de 1Co 16:1). A palavra “irmãos” é a nota tônica desta seção. O amor fraternal entre os cristãos é a verdadeira motivação para doar e compartilhar. Em 2 Coríntios 8:1 a 5, Paulo chama a atenção dos coríntios para o exemplo de generosidade apresentado pela igreja da Macedônia, da qual Paulo escreve esta carta. Paulo informou os coríntios anteriormente sobre a questão da ajuda aos cristãos da Judeia e seu plano a respeito da grande coleta (1Co 16:1-4; cf. Gl 2:9, 10). Quando Paulo introduziu a proposta a princípio, cerca de um ano antes (2Co 8:10), eles manifestaram grande zelo, do qual Paulo mais tarde se gabou para outros (2Co 9:3, 4). No entanto, o zelo deles declinou, e quando Paulo escreveu esta carta eles estavam atrasados quanto ao cumprimento das promessas feitas (2Co 9:4, 5). Essa situação possivelmente se deveu ao período de declínio espiritual, mas eles se arrependeram. A conversão dos coríntios era genuína, e Paulo entendeu que eles estavam ansiosos para demonstrar amor de modo prático. Uma característica de ‘conversão genuína é a disposição em fazer ”sacrifícios pessoais por aqueles que estão “em necessidade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 978, 979.

Graça de Deus. A liberalidade das igrejas macedônicas foi exercida a despeito da “profunda pobreza” dessas comunidades (v.2), e isso testifica da “graça de Deus” operando no coração delas. Paulo relaciona essa generosidade à verdadeira fonte e salienta ‘aos coríntios que a graça divina é que inspira a generosidade, a doação e o sacrifício. Diz-se que os cristãos são mordomos “da multiforme graça de Deus” (1Pe 4:10). Além disso, pela graça de Deus, os cristãos são mordomos das coisas que possuem. A disposição em doar é uma atitude divinamente inspirada, e assim, uma evidência especial da graça divina. Um espírito liberal busca se manifestar espontaneamente em atos de benevolência. Não requer encorajamento. CBASD, vol. 6, p. 979.

Igrejas da Macedônia. Paulo exaltou estas igrejas como dignas de emulação. Todas foram fundadas por ele: Filipos, Tessalônica, Bereia e talvez outras mais. CBASD, vol. 6, p. 979.

Prova. Ou, “teste”. A palavra é usada especialmente para testes de qualidade de metais. Os cristãos macedônios sofreram mais que a aflição comum. Ainda assim, a fé e a experiência deles se provaram genuínas. Eles sofreram por causa da perseguição (At 17:5-9; lTs 1:6-8; 2:14; 3:3-5; 2Ts 1:4-6). Um dos grandes testes de uma experiência cristã triunfante é encontrar alegria, paz e amor em meio à aflição (Mt 5:11, 12; Rm 5:3; 12:12; 1Pe 2:20 , 21). CBASD, vol. 6, p. 979.

Abundância de alegria. A perseguição e a pobreza tendem a reprimir o espírito e a prática da liberalidade. No entanto, a abundância de alegria combinada com pobreza é representada como inspirando generosidade. Tal era o espírito da igreja apostólica (At 4:32-37). CBASD, vol. 6, p. 979.

A profunda pobreza deles superabundou. Figuradamente falando, a pobreza dos macedônios era tal que eles tinham que raspar o fundo de um barril que estava quase vazio. A despeito da completa destituição de bens, eles transbordavam em auxílio aos que estavam em necessidade. A medida do louvor de Paulo aos cristãos macedônios não era à real quantidade doada, embora fosse considerável. O espírito que impelia a doação era o que Paulo destacava como digno de emulação (ver com. de Mc 12:41-44). A pobreza extrema da Macedónia na época devia-se a vários fatores. Três guerras desolaram a área: a primeira delas, entre Júlio César e Pompeu, a segunda, entre os triúnviros, Brutus e Cássio, seguindo o assassinato de César, e a terceira, entre Otaviano e Antônio (ver vol. 5, p. 13, 14, 22-25). A situação dos macedônios era tão desesperadora que eles pediram redução de impostos ao imperador Tibério. Além disso, a maioria dos cristãos vinha das classes sociais mais baixas. CBASD, vol. 6, p. 979.

Generosidade. Neste versículo, denota-se a boa disposição de mente e coração que se manifesta em grande liberalidade. Refere-se não tanto ao que doaram, mas à atitude do coração, que é a base de toda verdadeira doação e que resulta em abnegação espontânea pelo bem-estar dos outros. CBASD, vol. 6, p. 979, 980.

Na medida de suas posses. No texto grego, os v. 3 a 6 constituem uma sentença, que explica melhor o tipo de liberalidade mencionada nos v. 1 e 2. Os macedônios doaram além da capacidade e dos meios. A tendência deles não era doar pouco, mas muito. Doavam espontaneamente, sem serem encorajados ou mesmo lembrados, como parecia ocorrer com os coríntios. Era suficiente que os macedônios soubessem da necessidade existente. Eles solicitaram o privilégio de poder compartilhar no ministério aos santos pobres de Jerusalém. O espírito deles exibia completa dedicação e abnegação para a obra do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 980.

A graça de participarem. Os macedônios consideravam a necessidade dos irmãos em Jerusalém como se fosse sua. Para os crentes que viviam na Macedónia, pertencer à grande família cristã significava ter uma causa comum com os companheiros cristãos em sacrifício, em compartilhar pobreza e auxiliar os outros. Até onde podiam e mais além, estavam prontos a ter todas as coisas, mesmo a pobreza, em comum (ver At 2:44; 4:32). Os recursos espirituais, morais, sociais e materiais estavam disponíveis aos outros, prontos para ser utilizados numa causa comum. Na verdade, eles consideravam um favor ser-lhes permitido agir dessa forma. CBASD, vol. 6, p. 980.

Como nós esperávamos. Melhor, eles excederam as expectativas de Paulo. Consideraram a coleta não como dever, mas como privilégio. CBASD, vol. 6, p. 980.

Deram-se. A doação dos macedônios vinha de corações gratos e devotos. Eles doavam a si mesmos, e as doações automaticamente os seguiam. Eles doavam a si mesmos nas doações (cf. Pv 23:26). O cristão que doa o coração a Deus nada quer de volta. … Aquele que se doa sem reservas não hesitará em também doar suas posses. CBASD, vol. 6, p. 980.

Vontade de Deus. Os macedônios permitiram que Deus lhes dirigisse a vida, e que a vontade de Deus fosse a deles. Era evidência de conversão completa. CBASD, vol. 6, p. 980.

7 Em tudo. Uma experiência cristã simétrica é um harmonioso desenvolvimento da vida e do serviço, das graças interiores e de sua expressão externa. Qualquer aspecto da vida cristã cultivado à custa de outros aspectos pode se tornar um defeito (ver 1Co 1:5). Os coríntios se distinguiam de tantos modos que seria inconsistente negligenciar a graça da caridade. CBASD, vol. 6, p. 980.

Não … na forma de mandamento. Ver 1Co 7:6, 12, 25. A coleta deveria ser concluída por livre escolha, não por uma exigência de Paulo. CBASD, vol. 6, p. 980.

Sinceridade do vosso amor. Ver com. 2Co 7:11, 16. Paulo n ã o duvidava da sinceridade dos coríntios, mas sabia que a coleta proveria a oportunidade ideal para revelar essa genuinidade. CBASD, vol. 6, p. 981.

Conheceis. Paulo declarou-lhes a graça de Cristo, e os coríntios a conheciam por experiência, como o grego evidencia, não apenas como um dogma. CBASD, vol. 6, p. 981.

Que … Se fez pobre. Do gr. ptocheuo, “ser [extremamente] pobre”, “ser um mendigo” (sobre a palavra pochos, o substantivo relacionado, ver com. de Mc 12:42). O tempo verbal utilizado neste versículo salienta a ação de se tornar “pobre”, a encarnação. Cristo Se esvaziou tão plenamente que nada reteve das riquezas que Lhe pertenciam. Ele tomou sobre Si a natureza humana e Se sujeitou às limitações da humanidade. Ele Se tornou pobre a ponto de não fazer nada de Si mesmo (Jo 5:19, 20; ver vol. 5, p. 1013, 1014). CBASD, vol. 6, p. 981.

Sendo rico. Uma alusão à pré-existência de Cristo (ver J o 17:5; ver com. de Fp 2:6, 7; ver Nota Adicional a João 1). Como Ele era criador e rei, o universo era Seu (Jo 1:1, 2; Cl 1:15-17), no entanto, Sua vida terrestre foi de extrema pobreza (Mt 8 : 2 0 ) . Suas riquezas consistiam da natureza e dos atributos da divindade, de milhões de mundos, da adoração e lealdade de multidões de anjos. CBASD, vol. 6, p. 981.

Para que … vos tornásseis ricos. Cristo veio para libertar os seres humanos da pobreza que resulta de buscar as falsas riquezas (ver T3, 401). Em Cristo e por meio de Cristo as pessoas conseguem discernir o verdadeiro valor das coisas, e recebem o privilégio de se tornarem “ricas” nEle, pois herdam todas as coisas (Mt 6:20; Rm 8:17, 32; 1Co 1:5; Ef 1:3-5, 10, 11, 18, 19; 2:6, 7; ver com. de Mt 6:33). CBASD, vol. 6, p. 981, 982.

10 Pois a vós outros. O conselho de Paulo era que os coríntios não deveriam procrastinar mais para completar o que iniciaram no ano anterior. Era desejável que não agissem dessa forma, para seu próprio bem. Procrastinar seria danoso à experiência cristã e os conduziria abertamente à crítica. Um voto a Deus não pode ser repudiado se envolver a integridade cristã (Ec 5:4-5). CBASD, vol. 6, p. 982.

Desde o ano passado. Aproximadamente um ano havia decorrido desde que os crentes coríntios empreenderam uma sincera tentativa para levantar fundos para a igreja de Jerusalém (2Co 9:2). Esse nobre projeto foi interrompido pela disputa e rixa ocasionadas pelos falsos apóstolos. Sendo que a maioria havia reafirmado lealdade a Paulo, o projeto podia ser retomado (ver com. de 2 Co 11:22). CBASD, vol. 6, p. 982.

11 Prontidão no querer. Uma mente disposta torna o pouco aceitável, no entanto, fazer menos do que s e é capaz de fazer é uma negação da boa vontade. Uma vontade generosa é boa, mas isolada, não é suficiente. A vontade deve ser incorporada às obras, para que nossos melhores desejos e energias prestem solidez e força ao caráter. E bom estimar a caridade, no entanto, o ideal deve encontrar expressão prática. Fé e amor, como ideais, nunca alimentarão o faminto ou vestirão o nu (Tg 2:14-20). “Prontidão” é uma disposição espontânea e uma atitude mental para servir a Deus e ao semelhante. Não há’ necessidade de ser encorajado ou direcionado “‘É pela importunação dos outros.CBASD, vol. 6, p. 982.

12 Boa vontade. É a boa vontade que determina a aceitabilidade do dom diante de Deus. Com Deus, a pergunta sempre é: Quanto o seu coração doa? Se o coração não doa nada, o que as mãos podem oferecer não tem valor diante de Deus. O Senhor não precisa de nosso cuidado nem de nosso dinheiro, e não é beneficiado com isso. Uma pessoa pode ter pouco ou nada “para doar, no entanto, um coração disposto é o que santifica o dom. … Não é a quantidade de talentos que uma pessoa possui, mas a devoção e a fidelidade com os quais ela os aprimora é que vale para Deus. CBASD, vol. 6, p. 982.

14 Haja igualdade. Paulo não se refere aqui à igualdade de propriedades ou bens, mas à proporcionalidade dos esforços. Na condição de prosperidade material, os coríntios tinham condições de fazer muito mais que os macedônios, na situação de escassez. (ver com. dos v. 1-5). CBASD, vol. 6, p. 982.

A falta daqueles. Chegaria o tempo em que os coríntios estariam em necessidade, e outros teriam que assumir uma grande parte do fardo. As Escrituras reconhecem o direito da propriedade privada e de que todas as contribuições sejam voluntárias, mas também condena o egoísmo e a cruel negligência dos pobres e necessitados. Se um cristão doa uma grande soma, isso não dispensa os demais da obrigação de contribuir com o puderem. Os que possuem menos bens terrenos não devem se isentar de fazer sua parte proporcional em auxiliar os outros (cf Ef 4:28; 2Ts 3:12). CBASD, vol. 6, p. 982, 983.

15 Muito colheu. Para ilustrar o princípio da proporcionalidade apresentado no v. 14, Paulo alude à colheita do maná no deserto (Êx 16:17, 18). Independentemente da quantidade colhida, cada pessoa tinha o suficiente para suas necessidades. O mesmo princípio deve operar na igreja cristã, não por uma intervenção miraculosa, mas por meio do exercício do espírito do amor pelos irmãos. É a vontade de Deus que cada um tenha uma porção das coisas materiais adequada às suas necessidades. Também é a vontade de Deus que aqueles que, devido à habilidade e oportunidade, colhem mais desses bens, não desfrutem, egoistamente sua superabundância, mas compartilhem com os necessitados (ver com. de L c 12:13-34). Eles são mordomos, não proprietários, dos b e n e f í c i o s terrestres que acumularam, e devem utilizá-los para o bem de seus companheiros (Sl 112:9; Mt 25:14-46). Assim, os males que resultam da superabundante riqueza e pobreza podem ser evitados, CBASD, vol. 6, p. 983.

16 A mesma solicitude. Em primeiro lugar, Paulo elogia a Tito para a igreja de Corinto, expressando gratidão pelo fato de que Tito também está dedicado à coleta. Eles podem contar com a dedicação integral de Tito para a realização da tarefa em questão. … A obra de caridade e filantropia no mundo é essencialmente cristã em sua origem e espírito. Tal espírito não se origina no coração humano, porque é naturalmente egoísta. … Os cristãos podem ser gratos a Deus pela igreja, que inspira seus membros a contribuir para suprir as necessidades de outros membros e também a ministrar às necessidades deles (Mt 20:26, 28). Tito oferece aos coríntios um verdadeiro favor, ao estimulá-los às obras generosas. Em vez de tentar evitar apelos para doar para a salvação e o bem-estar dos demais, os cristãos deveriam agradecer a Deus essas oportunidades. CBASD, vol. 6, p. 983.

17 Partiu. Paulo narra a partida iminente para Corinto, como se eleja tivesse partido, do ponto de vista dos coríntios que estariam lendo a carta. Esse modo de expressão grego característico indica que Tito foi o portador da segunda epístola. CBASD, vol. 6, p. 983.

18 O irmão. Paulo confiou a obra da coleta em Acaia a três homens, Tito e outros dois, cujos nomes não são apresentados. Os três contavam com a confiança das igrejas. Esse arranjo foi planejado para facilitar a coleta e para proteger a todos com relação à coleta, contra a suspeita de apropriação de fundos coletados para uso pessoal. Em vista de que uma minoria em Corinto ainda se opunha a Paulo, era melhor que ele não coletasse fundos pessoalmente. Uma soma considerável foi coletada, e um relatório completo foi devolvido às igrejas, mencionando a quantidade doada e a entrega em Jerusalém (ver v. 20, 21). Paulo sabia que seus oponentes encontrariam falhas nele, caso pudessem achá-las. O ministro do evangelho é aconselhado a ser criterioso com relação ao dinheiro (1Tm 3:3; 1Pe 5:2). CBASD, vol. 6, p. 983, 984.

19 Para a glória. A coleta proposta para os santos em Jerusalém levaria as pessoas a glorificar a Deus. Quem vivia em Jerusalém louvou a Deus porque o evangelho conduziu os gentios a ter interesse prático na condição de necessidade deles, e os gentios encontraram alegria ao ministrar às necessidades de seus companheiros cristãos.CBASD, vol. 6, p. 984.

20 Evitando, assim. Ou, “tomando precauções sobre isso”. Paulo tentou evitar qualquer justificativa para a acusação de que ele estava obtendo benefício pessoal do projeto. Estrita honestidade pode nem sempre ser suficiente nas questões financeiras, nas quais o mínimo descuido pode se tornar ocasião de crítica. O ministro cristão, especialmente, deve exercer cuidado escrupuloso ao lidar com questões financeiras (cf. 1Tm 3:3; 1Pe 5:2) .CBASD, vol. 6, p. 984.

21 Honestamente. Isto é, bom, admirável ou bonito, indicando o que é honorável. Neste versículo, denota a conduta de alguém que tem a excelência do amor e desfruta de uma boa reputação diante dos outros, alguém que é tido em alta estima por sua admirável conduta. Os cristãos não são chamados apenas para ser santos, honestos e puros, mas “também na vista dos homens” devem ser reconhecidos como possuindo a beleza da santidade, honestidade e pureza. O verdadeiro cristão deve exemplificar diante de Deus e dos homens um belo e atrativo modo de vida (Rm 12:17; Fp 4:8; I P e 2:12). CBASD, vol. 6, p. 984.

23 Glória de Cristo. Os três mensageiros de Paulo deveriam ser tratados com o máximo respeito como representantes pessoais de Cristo. A comissão deles redundará para a glória de Cristo. Paulo não poderia ter dado maior recomendação a esses homens.CBASD, vol. 6, p. 985.

24 Manifestai. Os coríntios eram uma exibição pública nessa questão da coleta. A honra deles como igreja estava em jogo. A única resposta adequada da parte deles seria de sincera cooperação com os mensageiros de Cristo e de generosidade para com os cristãos pobres na Judeia. Cada igreja é representante do reino de Deus e, assim, um espetáculo a anjos e seres humanos (lCo 4:9). Nenhum assunto deste reino foi confiado com os dons ou bênçãos de Deus apenas para uso pessoal, embora seja verdade que a experiência com Cristo ou as bênçãos materiais provêm da providência divina. CBASD, vol. 6, p. 985.



II CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
3 de janeiro de 2025, 0:40
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II CORÍNTIOS 8 – O líder espiritual deve revelar maturidade espiritual e sensibilidade pastoral ao tratar sobre generosidade e a participação financeira na igreja.

• Paulo revela ser um líder exemplar, e temos lições a explorar neste capítulo.

É importante considerar a relevância da liderança, da estrutura eclesiástica e da união dos irmãos para o avanço do evangelho e do Reino de Deus.

  1. A liderança exemplifica e motiva a generosidade nas ofertas (II Coríntios 8:1-7): Paulo destaca o exemplo dos irmãos da Macedônia, que, mesmo em meio à pobreza extrema, transbordaram em riqueza de generosidade. A liderança cristã deve apontar para ações concretas de fé e serviço na obra de Deus.
  2. A generosidade é uma resposta ao Evangelho (II Coríntios 8:8-9): Paulo lembra que Jesus Cristo, sendo rico, Se fez pobre para enriquecer a todos nós com a graça divina. Entender e assimilar à vida esse sacrifício é a motivação suprema para a generosidade cristã. É mais que uma obrigação, é uma resposta de amor ao que Cristo fez por nós: Cada ação de generosidade, seja tempo, recursos ou habilidades, é uma forma de refletir o caráter de Cristo ao mundo.
  3. A união dos irmãos fortalece a missão da igreja (II Coríntios 8:13-15): Paulo enfatiza o equilíbrio entre os recursos, para que todos tenham o suficiente. A união dos irmãos reflete o espírito do evangelho, onde cada membro deve contribuir, mas de acordo com suas possibilidades, fortalecendo a comunidade: A igreja cresce quando seus membros estão unidos em espírito e propósito, ajudando-se mutuamente para alcançar os objetivos do Reino.
  4. A estrutura eclesiástica organiza e facilita a obra de Deus (II Coríntios 8:10-20): Paulo menciona que os irmãos organizaram uma coleta para ajudar os santos em Jerusalém. Esse esforço não foi desorganizado; ao contrário, foi cuidadosamente planejado para que houvesse integridade e transparência. Paulo elogia a diligência de Tito e de outros irmãos que foram designados para administrar a coleta: A obra de Deus requer responsabilidade e boa administração.

Enfim, assim como os macedônios participaram generosamente, cada membro da igreja hoje é chamado a contribuir para a missão.

Sejamos líderes exemplares, trabalhemos com organização e unamo-nos em amor, para que o Reino Divino avance com poder e eficácia neste mundo tomado pela dor! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
2 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 7– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 7 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORINTIOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
2 de janeiro de 2025, 0:50
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542 palavras

1 Purifiquemo-nos. As pessoas são incapazes de se purificar, pois não há poder inerente ao ser humano para eliminar o pecado (Rm 7:22-24). O crente pode ser santificado apenas ao permitir que Deus trabalhe nele e por meio dele (Fp 2:12 e 13). O cristão deve utilizar os meios apontados por Deus para a purificação. Deus desperta a vontade para que as pessoas a exerçam. A armadura de Cristo está disponível para todos os cristãos, no entanto, eles têm a responsabilidade de vesti-la. O poder e a graça de Deus são ineficazes em alguém que tem vontade e mente passiva. Deus está com aquele que combate “o bom combate da fé”, e lhe concederá vitória. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 970.

2 Exploramos. Talvez os oponentes tenham acusado Paulo de negligência em relação à grande coleta que solicitou em favor dos pobres em todas as igrejas de Jerusalém. A recusa de alguns dos coríntios em abrir o coração a Paulo e aceitá-lo estava em evidente contraste com a livre associação deles com os falsos apóstolos. Se eles sentiam afeto por pessoas que praticavam o erro, a corrupção e a fraude, por que não deveriam sentir afeto por alguém que não havia feito nenhuma dessas coisas? CBASD, vol. 6, p. 972.

5 Fomos atribulados. Paulo retoma a narrativa da qual ele se desviou desde 2 Coríntios 2:13. Nenhuma igreja fundada por Paulo deu-lhe tantos motivos para aflição e sofrimento como a de Corinto. Muito desse sofrimento foi devido aos falsos apóstolos, que tinham seguido Paulo até Corinto e deliberadamente começaram a destruir sua obra, desacreditar seu apostolado e ridicularizar seu evangelho e sua pessoa. Eles criticavam seu caráter e o acusavam de mau uso do dinheiro, de covardia e falsidade e de usurpaçao de autoridade. Também tentaram impor certas exigências rituais aos conversos gentios, em contradição à posição da igreja. CBASD, vol. 6, p. 973.

Temores por dentro. Isto é, incerteza quanto a resolução das crises. Isso não significa que Paulo estivesse abatido pelo temor. CBASD, vol. 6, p. 973.

10 Tristeza segundo Deus. Isto é, do modo prescrito por Deus ou aceitável a Deus. Não é a tristeza por ser descoberto ou a antecipação de ser punido. É a genuína tristeza, arrependimento, separação do pecado e determinação para resistir, a partir dali, pela graça de Deus, à tentação que conduziu ao pecado. CBASD, vol. 6, p. 974.

12 Não foi por causa. Ao redigir a carta anterior, Paulo demonstrou grande preocupação pelo bom nome da igreja. Ele temia que os pagãos vissem o cristianismo com desprezo e que os judaizantes chamassem a atenção desse desavergonhado caso de incesto como resultado de seu ministério. Mas a igreja lidara com firmeza com o transgressor e ele se arrependera. Assim, o bom nome da igreja fora protegido, e a preocupação de Paulo se voltou para o bem-estar espiritual das pessoas envolvidas. CBASD, vol. 6, p. 976.

16 Confiarem vós. Ou, “coragem acerca de vós”. Este versículo é considerado por muitas autoridades como uma transição ou elo entre o que Paulo escreveu nos capítulos anteriores e o que vem a seguir. Essas palavras descartam todos os erros e mal-entendidos do passado e expressam verdadeira reconciliação. Ao mesmo tempo, oferecem uma introdução adequada ao assunto da grande coleta para os cristãos pobres da Judeia, que Paulo promove entre as igrejas gentílicas. CBASD, vol. 6, p. 977.

by tatianawernenburg



II CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
2 de janeiro de 2025, 0:40
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II CORÍNTIOS 7 – Sentimentos fazem parte da existência humana tanto quanto a religião verdadeira os influencia. A religião bíblica não é fria; tem emoção, satisfação e alegria.

Paulo, inspirado por Deus, revelou sua alegria em II Coríntios 7, após tratar da santificação no primeiro versículo. É digno de nota que reavivamento começa com um compromisso de purificação e separação do pecado, o que resulta em contentamento espiritual, alegria e satisfação no coração.

Por isso, a alegria de Paulo está profundamente conectada à resposta positiva da Igreja de Corinto ao seu ministério apostólico – especialmente no contexto de disciplina, arrependimento e reconciliação. Essa alegria não é meramente emocional, mas teológica e ministerial, enraizada em três dimensões principais:

  1. A alegria pela resposta positiva ao arrependimento (II Coríntios 7:8-10): Paulo refere-se a uma “carta severa”, que foi dura na confrontação dos pecados da igreja. Inicialmente, ele sentiu certo pesar por causar tristeza; mas, alegrou-se, posteriormente, ao saber que essa tristeza gerou arrependimento genuíno.

• No ministério, essa dinâmica é central: A mensagem de correção, quando guiada pelo Espírito Santo, não apenas confronta o pecado, mas produz reavivamento espiritual.
• A razão da alegria de Paulo é a evidência de que seu ministério foi usado por Deus para promover mudança no coração dos crentes.

  1. A alegria pela presença de companheiros no ministério com boas-novas (II Coríntios 7:6-7, 13): Paulo menciona que foi consolado não apenas pela chegada de Tito, mas também pela notícia que Tito trouxe sobre o carinho, o arrependimento e o zelo dos coríntios.

• O pastor (líder) deseja não apenas “chamar o pecado pelo nome”, mas também restaurar os pecadores.
• A alegria de Paulo resulta de saber que a mensagem do evangelho foi efetivamente internalizada e praticada pela igreja que recebera “a carta severa”.

  1. A alegria pela confirmação da obra de Deus (II Coríntios 7:11-12, 14-16): Paulo celebra os frutos visíveis que o arrependimento gerou nos coríntios: zelo, indignação contra o pecado, desejo de justiça e restauração.

• O líder espiritual se alegra com os frutos de seu trabalho junto ao povo de Deus.
• Tito e Paulo estavam alegres, revigorados e refrigerados espiritualmente.
• Paulo alegrou-se pelo fato de seu ministério produzir fidelidade e maturidade espiritual na igreja.

Temos motivos para nos alegrar também? O que impede reavivarmo-nos? – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
1 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 6 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORINTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
1 de janeiro de 2025, 0:50
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400 palavras

Cooperadores com Ele. O princípio da cooperação é vital ao desempenho espiritual pessoal e ao sucesso no serviço cristão. Deus não dispensa o auxílio humano (DTN , 535). A capacidade humana para o bem depende da medida de sua cooperação com o divino (cf. Jo 5:19, 30; DTN, 297). Os ministros cristãos e os colaboradores não devem tentar trabalhar por sua própria força ou sabedoria, e Deus não os deixa entregues a si mesmos, à sua própria sorte, ou a seus próprios recursos. Essa cooperação entre Cristo e Seu s embaixadores deve ser íntima e contínua para que sejam “habilitados a realizar os feitos da Onipotência”(DTN , 827). Cristo é mais que um observador; é um companheiro ativo em tudo o que eles fizerem (Fp 2:12, 13; cf. Hb 1:14). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 960.

Recebais. Do gr. dechomai, neste versículo, “receber favoravelmente”, “aprovar”, “aceitar”. É possível concordar mentalmente com a graça de Deus e não ser beneficiado por ela. Cristo ilustrou essa verdade com as sementes que caíram em solo rochoso e entre espinhos (ver com. de Mt 13:5-7). Embora os coríntios tenham respondido às primeiras exortações de Paulo e tenham se reconciliado com Deus, isso não bastava. A obra da salvação deles, individualmente, ainda não estava completa. A vida cristã apenas se inicia quando os seres humanos são reconciliados com Deus e entram num novo relacionamento com Ele. É verdade que, no momento da reconciliação, eles estão numa situação segura. Permanecem justificados pela graça de Deus. No entanto, o evangelho de Cristo inclui muito mais que o perdão dos pecados passados; prevê também a transformação do caráter, cuja meta é uma vida em que o pecado não mais tome parte (ver com. de Rm 6:5-16; 2Co 1:22; 3:18). O recebimento inicial da graça de Deus, que justifica, deve ser seguido de um contínuo recebimento de graça, que produz santificação. CBASD, vol. 6, p. 960.

Em vão. Isto é, sem ter servido a qualquer propósito útil (cf. Is 55:10, 11). O importante é a maneira como o ser humano recebe a graça, e como continua a recebê-la (ver com. de Mt 13:23; At 2:41). A graça de Deus é recebida em vão: 1. Quando é negligenciada. … 2. Quando é pervertida ao usá-la como uma capa para o pecado (Rm 6:1, 15). … 3. Quando é adulterada com ideias e métodos humanos. … ; 4. Quando é recebida apenas pelo intelecto e não é levada para a vida. … CBASD, vol. 6, p. 960, 961.

Dia da salvação. Isto é, o tempo durante o qual se prolonga a luz da graça (ver Jo 12:35). CBASD, vol. 6, p. 961.

Escândalo. Literalmente, “uma ocasião para tropeço”. Paulo aspira a conduzir seu ministério (cf. v. 1) de modo que ninguém tenha desculpas para rejeitar a graça de Deus. CBASD, vol. 6, p. 961.

Ministério. Paulo … sofre, trabalha, estuda e ministra a palavra para não dar qualquer motivo para.escândalo (lCo 8:13; 10:32, 33; Fp 2:15; lTs 2:10; 5:22; cf. Mt 10:16). Ainda assim, houve vários em Corinto que se escandalizaram. Seria, talvez, impossível pregar e agir de modo que ninguém se escandalizasse. Para alguns, até mesmo a verdade e a santidade escandalizavam. As pessoas que ouviam Jesus se escandalizavam dEle (Jo 6:60 , 61, 66). Para outros, qualquer advertência contra o pecado ou o erro escandalizava. No entanto, para os verdadeiros cristãos, o embaixador do evangelho não escandalizará ao repreendê-los por manifestações de orgulho, irreverência, indiferença, hábitos ou práticas questionáveis, grosseria ou vulgaridade. … Tanto quanto possível, o ministro do evangelho deve ter “paz com todos os homens” (Rm 12:18), contudo, Jesus e Paulo despertaram inimizade por onde passaram. … Nenhum cristão teve mais inimigos que Cristo, e Seus discípulos foram acusados de ter “transtornado o mundo” (At 17:6). CBASD, vol. 6, p. 962

No Espírito Santo. O Espírito é o agente no cultivo de todas essas virtudes (Gl 5:22, 23). É possível exibir esses traços em certo grau, superficialmente, independente do Espírito Santo, mas nunca em sua plenitude. CBASD, vol. 6, p. 963.

Amor. Do gr. agape (ver com. de Mt 5:43 , 44). A característica culminante do ministro do evangelho é este principal fruto do Espírito (ver com. de lCo 13; sobre a expressão “amor não fingido”, ver com. de Rm 12:9). Sem essa qualidade, o embaixador de Cristo se torna rígido, autocomplacente e censurador. Pureza e poder são inalcançáveis sem amor. CBASD, vol. 6, p. 963.

11 Ó coríntios. Apenas neste versículo, nas duas cartas, Paulo se dirige aos coríntios especificamente. Paulo apela que retribuam seu amor e o tratem como ele os trata. CBASD, vol. 6, p. 965.

13 Como justa retribuição. Paulo considera os crentes coríntios como filhos espirituais (1Co 4:14, 15) e, como pai espiritual, ele derramou sobre eles a plenitude do amor paternal. Em contrapartida, o apóstolo anseia o amor dos coríntios. CBASD, vol. 6, p. 966.

14 Jugo desigual.A diferença em ideais e conduta entre cristãos e não cristãos é tão: grande que, ao entrar em qualquer relacionamento (casamento, negócios, etc), os cristãos são confrontados com situações em que têm de abandonar princípios ou enfrentar dificuldades. Entrar em tal união é desobedecer a Deus e negociar com o diabo. A separação do pecado e dos pecadores é apresentada em todas as Escrituras (Lv 20:24; Nm 6:3; Hb 7:26; etc). Nenhum outro princípio tem sido mais rigorosamente ordenado por Deus. Por toda a história do povo de Deus, a violação desse princípio tem, inevitavelmente, resultado em desastre espiritual. CBASD, vol. 6, p. 966.

Com os incrédulos. Para os que não aceitam Cristo como salvador, nem Seus ensinos, como padrão de crença e conduta, os ideais, princípios e a prática do cristianismo são loucura (1Co 1:18). Em razão de sua perspectiva da vida, os descrentes normalmente acham difícil tolerar um padrão de conduta que tende a restringir seu modo de viver, ou que indique que seus conceitos e práticas são maus ou inferiores. Paulo não proíbe toda a associação com descrentes, mas apenas a associação que teria a tendência de diminuir o amor do cristão por Deus, adulterar a pureza de sua perspectiva de vida ou levá-lo a se desviar de seu padrão de conduta. Os cristãos não devem se esquivar de seus parentes e amigos, mas se associar com eles como exemplos vivos do cristianismo posto em prática e, assim, ganhá-los para Cristo (1Co 5:9, 10; 7:12; 10:27). … Quando se trata de um relacionamento de vinculação como o casamento, o cristão que verdadeiramente ama o Senhor de modo algum se unirá a um descrente, mesmo na piedosa ou louvável esperança de conquistá-lo para Cristo. Quase sem exceção, o desapontamento é o resultado de uma ação contrária ao sábio conselho apresentado pelo apóstolo neste versículo. Aqueles que escolherem prestar atenção a esse conselho poderão esperar, de modo especial, desfrutar o favor divino e descobrirão que Deus tem algo reservado para eles, que ultrapassa, em muito, quaisquer planos humanos. CBASD, vol. 6, p. 966, 967.

Que sociedade. Toda união em que o caráter, as crenças e os interesses do cristão perdem algo de sua distinção e integridade, é proibida. O cristão não pode se dar ao luxo de entrar em uma ligação que exija concessões. CBASD, vol. 6, p. 967.

15 Maligno. Neste versículo, a palavra é uma personificação para Satanás, representando a inutilidade e o vazio das coisas por meio das quais ele tenta atrair e seduzir as pessoas ao pecado. … Por trás de tudo o que é mau e desprezível estão as forças sobrenaturais das trevas, conduzidas por Satanás. Todo o mundo está alinhado atrás de um ou outro líder (1Pe 5:8-9; Ap 12:11). CBASD, vol. 6, p. 967.

16 Ligação. Ou “concordar”, “consentir” (Lc 23:51). Não pode haver aliança entre Cristo e Satanás, entre o verdadeiro Deus e os falsos deuses, entre o cristianismo e o paganismo. Paulo declara que uma aliança entre crentes e descrentes é igualmente inconcebível. CBASD, vol. 6, p. 967.

17 Por isso, retirai-vos. A referência histórica é a retirada dos israelitas cativos da antiga Babilônia, que Paulo menciona neste versículo como uma ilustração da separação do povo de Deus do mundo e da Babilônia espiritual (ver com. de Ap 18:4). Após retornarem do cativeiro, os judeus foram encarregados de não levar qualquer coisa que tivesse relação com a idolatria pagã. De modo semelhante, o Israel espiritual é ordenado a “não tocar na s coisas impuras” (ver com. de Is 52:11, 12). CBASD, vol. 6, p. 968.

18 Filhos e filhas.Em consequência da fé dos crentes em Cristo, a operação sobrenatural do Espírito de Deus gera nova vida espiritual, que torna o ser humano um filho de Deus. Esse relacionamento Pai-filho é tão real e vital como o relacionamento humano utilizado para ilustrá-lo. Na vida de Jesus como o Filho de Deus, temos um perfeito exemplo do relacionamento que é nosso privilégio ter como filhos do Pai celestial (ver com. de Lc 2:49; Jo 1:14; 4:34; 8:29). A chave para esse relacionamento é o amor, e seu resultado é confiança e obediência. CBASD, vol. 6, p. 968.



II CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
1 de janeiro de 2025, 0:40
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II CORÍNTIOS 6 – Receber a graça de Deus em vão significa desperdiçar ou não corresponder à graça divina revelada. Por isso, Paulo exorta seus leitores a não apenas receber a graça, mas permitir que ela produza frutos.

A graça de Deus é o dom da salvação em Cristo, oferecida gratuitamente. Recebê-la em vão significa ouvir o evangelho – até mesmo aceitar externamente – mas não permitir que ela transforme o coração e a vida. Isso é evidente naqueles que professam a fé, mas vivem de maneira incoerente com o chamado divino.

• A graça que salva também nos capacita a viver uma vida santa. Recebê-la em vão significa falhar em crescer espiritualmente, resistindo à ação do Espírito Santo, ou sendo indiferente ao processo de santificação.

Nós, cristãos, somos feitos “embaixadores de Cristo” (II Coríntios 5:20). Receber a graça implica numa responsabilidade de proclamar o evangelho e demonstrar o amor de Deus através de nossas ações.

• Se não vivermos como testemunhas, estamos tornando a graça ineficaz em nossa existência.

Paulo reiteradamente enfatiza a necessidade de viver em resposta à graça, como em II Coríntios 3:3-10, onde ele descreve os sofrimentos e os esforços que ele e seus companheiros enfrentaram para não trazer descrédito ao evangelho e ao ministério.

• Receber a graça em vão é não demonstrar gratidão prática por meio da obediência e dedicação ao Reino de Deus.

Por isso, Paulo apela: “Digo que agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação!” (II Coríntios 6:2). Paulo abria o coração e falava abertamente, e ansiava por uma resposta honesta da parte dos coríntios (vs. 11-12). Isto revela-nos que a graça divina exige uma resposta imediata e contínua; não podemos adiar ou viver de maneira indiferente ao sacrifício de Cristo.

Há uma exortação espiritual para os cristãos não se colocarem em jugo desigual com incrédulos (II Coríntios 6:14-18). Esse trecho está diretamente relacionado à pureza moral, à fidelidade a Deus e ao chamado gracioso para viver uma vida separada e dedicada ao Senhor.

Não é que o crente deva evitar todo contato com não-crentes (I Coríntios 5:9-10), mas evitar parcerias que comprometam a fidelidade a Deus, como casamentos, sociedades comerciais, ou até mesmo amizades que nos afastam de uma vida santa.

Portanto, reavivemo-nos na graça verdadeiramente bíblica! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
31 de dezembro de 2024, 1:00
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