Reavivados por Sua Palavra


GÁLATAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
10 de janeiro de 2025, 0:50
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840 palavras

3 constrangido a circuncidar-se. Ver 5.12 e At 15.1. Circuncisão era a marca distintiva do judeu e o último passo na conversão de um homem gentio à religião judaica. Alguns cristãos judeus acreditavam que os gentios também tinham de aceitar a circuncisão e, assim, fazerem-se judeus antes de se tornarem judeus antes de se tornarem cristãos e pertencerem ao povo escolhido de Deus. Paulo opunha-se veementemente a este ensino e afirma, do começo ao fim da carta aos Gálatas, que somos justificados pela fé em Cristo apenas. Bíblia de Genebra.

Falsos irmãos. São os judaizantes (cf. At 25.1), judeus que tinham aceitado o batismo cristão, mas no fundo permaneciam “legalistas militantes” e que só foram abafados no concílio de Jerusalém (At 15). Bíblia Shedd.

liberdade. A liberdade do crente não é liberdade para pecar, mas liberdade da maldição que a lei profere sobre o pecado (3.10-14; 5.1-13). Bíblia de Genebra.

a verdade do evangelho. Que a nossa salvação ocorre comente por meio de Cristo e se Suas obras. Bíblia de Estudo Andrews.

Nada me acrescentaram. O propósito d Paulo ao apresentar o seu trabalho às “colunas”da igreja não era porque tinha dúvidas quanto à aprovação divina, mas porque queria unira os dois ramos da igreja (8) com a bênção dos líderes de Jerusalém. Notemos que Paulo aceitaria rompimento com a igreja antes de submeter-se  a doutrinas falsas (4, 5). Repare esta mesma atitude nos reformadores do século XVI. Bíblia Shedd.

9 colunas. “Colunas” é uma metáfora comum no grego para pessoas em importantes posições de liderança. Bíblia de Genebra. … dos que representam uma instituição e a sustentam fortemente. Bíblia Shedd.

11-14 Cefas (Pedro), que tinha experimentado a liberdade que há em Cristo depois da visão em At 10.10-35, começou a comer com os gentios em Antioquia. Quando vieram os judaizantes de Jerusalém, Pedro, hipocritamente deixou de seguir o princípio dado pelo próprio Deus. Será que devemos aceitar este apóstolo mais do que qualquer outro como infalível?! sendo, como afirmam alguns, o primeiro papa? Bíblia Shedd.

11 Antioquia. Cidade principal da Síria e terceira cidade mais importante  do Império Romano (depois de Roma e de Alexandria). De lá, Paulo tinha sido enviado em suas viagens missionárias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 os que eram da circuncisão. Os judaizantes, que acreditavam que a circuncisão era necessária para a salvação (cf. At 10.45; 11.2; Rm 4.12). Bíblia Shedd.

13 o próprio Barnabé. O confiável companheiro de Paulo na obra aos gentios. Bíblia de Estudo Andrews.

14 vive como gentio. Não observa os costumes judaizantes, sobretudo nas restrições alimentares (cf. v. 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

15-16Esses versículos são centrais em Gálatas. A ideia de Paulo é que pessoa (tanto judeu circuncidado como gentio não circuncidado) entra em um relacionamento correto com Deus através da fé em Cristo somente. Bíblia de Genebra.

16 justificado. Absolvido e aceito por Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

obras da lei. O cumprimento da lei. Bíblia de Estudo Andrews.

pela fé em Cristo … por obras da lei. Dois princípios de salvação excludentes entre si (sobre a salvação, ver Rm 3.21-26; Ef 2:4-10). Bíblia de Estudo Andrews.

ninguém é justificado pela prática da lei. Paulo não está depreciando a própria lei, pois sustentava claramente que a lei de Deus é santa, justa e boa (Rm 7.12). Está argumentando, sim, contra o uso ilegítimo da lei do AT, que fazia dela o fundamento da aceitação diante de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Justificado … mediante a fé em Cristo. O tema desta epístola aparece aqui pela primeira vez. O resto da epístola é um comentário sobre o mesmo. Bíblia Shedd.

A justiça de Deus é revelada, não somente como uma exigência sua, mas também como um dom de Deus (Is 45.24-25; 54.14-17). … Fé não merece a aceitação de Deus; fé aceita o mérito de Cristo perante Deus (Fp 3.9). Bíblia de Genebra.

17 achados pecadores. Pecar de novo. Bíblia de Estudo Andrews.

Cristo ministro do pecado? Cristo nos fez pecar? Bíblia de Estudo Andrews.

18 Se torno a edificar aquilo que destruí. Significa deixar Cristo e voltar para a lei [como meio de justificação]. Isso seria muito pior que comer com um gentio e, consequentemente, ser visto com um “pecador”. Bíblia Shedd.

19 Mediante … a lei. Paulo conheceu a impotência total desse meio de ganhar a justificação. … O caminho da liberdade é ser capacitado para fazer aquilo que devo fazer. Isto é viver para Deus. Bíblia Shedd.

morri para a lei. A substituição de Cristo cumpriu a demanda da lei pela morte do pecador. Bíblia de Estudo Andrews.

viver para Deus. Em Cristo; referência ao batismo (v. 20). Todos os cristãos estão mortos para a lei como meio de salvação. Bíblia de Estudo Andrews.

20 União com Cristo significa que Ele representou-nos em Sua morte e ressurreição. Significa mais, porém, porque é uma união viva. Jesus está presente com o crente; pelo Espírito, o Senhor vive em comunhão com os Seus. … A união é um relacionamento espiritual da mais profunda intimidade. Bíblia de Genebra.

viver que, agora, tenho na carne. Nossa existência neste mundo perverso (ver 1:4)

21 Cristo morreu inutilmente. Misturar o legalismo com a graça distorce a graça e torna a cruz um sacrifício inútil. Bíblia de Estudo NVI Vida.



GÁLATAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de janeiro de 2025, 0:40
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GÁLATAS 2 – Servir a Cristo requer compromisso com a verdade, mesmo quando isso significa ir contra expectativas particulares ou enfrentar a resistência. Por isso Paulo, desde Gálatas 1, identifica que seu chamado e serviço pertencem exclusivamente a Cristo, não ao público. Ele reconhece que seu ministério foi recebido diretamente de Deus (Gálatas 1:12), o que significa que sua responsabilidade está em ser fiel ao evangelho que lhe foi confiado.

• A igreja não é uma instituição democrática onde as pessoas definem a missão, mas uma comunidade espiritual sob a autoridade de Cristo.

• O pastor ou os líderes espirituais não são empregados da congregação, mas servos de Deus chamados a guiar os membros da Igreja segundo a Palavra de Deus.

O foco do líder espiritual não é agradar as multidões, mas convocar as pessoas a adorar fielmente a Deus; não é conquistar a aprovação humana, mas a divina. Assim com Gálatas 1, Gálatas 2 é um chamado para colocar Deus no centro de tudo. Tanto a congregação quanto a liderança eclesiástica devem fazer isso, mesmo que para isso tenham que enfrentar oposição e incompreensão.

Ao relatar sua viagem a Jerusalém, Paulo deixa claro que buscava confirmar que o evangelho por ele pregado era o mesmo confiado aos demais apóstolos. Contudo, sua submissão não era às autoridades humanas, mas a Cristo (Gálatas 2:1-10). Isso nos lembra que a missão da igreja e a administração eclesiástica não devem ser definidas por consenso humano, mas pela direção divina.

A postura de Paulo em relação a Pedro (Gálatas 2:11-14) é um exemplo de coragem e fidelidade à verdade. Mesmo sendo Pedro uma figura de grande respeito, Paulo o confronta publicamente quando percebe que sua atitude não estava alinhada com o evangelho. Isso ensina que a lealdade à Palavra de Deus deve ser maior que o desejo de manter harmonia superficial.

• No corpo de Cristo, corrigir equilibradamente faz parte de preservar a pureza da fé e a unidade verdadeira.

• Os pastores não são chamados a adaptar a mensagem para agradar ao público (cultura), mas a chamar as pessoas a adaptar a vida à mensagem do evangelho bíblico.

Gálatas 2:15-21 nos mostra que a igreja deve ser um lugar onde a graça de Deus é proclamada, vivida e protegida contra distorções.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
9 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: GÁLATAS 1– Primeiro leia a Bíblia

GÁLATAS 1 – BLOG MUNDIAL

GÁLATAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÁLATAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
9 de janeiro de 2025, 0:50
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1880 palavras

1 Paulo não demora em lançar o fundamento que indica o propósito da epístola. O evangelho que ele prega não é de origem humana, mas divina. Seu apostolado, posto em dúvida pelos judaizastes (v. 7), é importante para sustentar a veracidade de sua mensagem. Bíblia Shedd.

Apóstolo. Habitualmente, Paulo fala de si mesmo como apóstolo sem tentar justificar sua reivindicação ao título. Aqui, no entanto, a defesa prolongada de seu apostolado indica que as igrejas às quais ele se dirigia tinham dúvidas a esse respeito. Seu evangelho era de origem divina. Ele era genuinamente convertido e tinha sido recebido à comunhão das igrejas da Judeia. Sua posição sobre a circuncisão fora aprovada pelos líderes de Jerusalém. Seu chamado como apóstolo aos gentios fora reconhecido por eles. Sua autoridade como apóstolo era igual à dos doze. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1034.

Não da parte de homens. Seus oponentes negavam sua pretensão de autoridade apostólica, alegando que ele não havia sido, nomeado nem comissionado pelos doze. Isso ele admite, mas, ao mesmo tempo, reivindica uma ordenação ainda mais importante. CBASD, vol. 6, p. 1035.

Ele não tinha uma chamada normal de um ministro comum, mas uma chamada extraordinária do céu para esse ministério. … Os homens não devem, de forma alguma, orgulhar-se de qualquer autoridade que possuam, todavia, às vezes, pode ser necessário afirmá-la. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

O ressuscitou dos mortos. A ressurreição é a afirmação central da fé cristã (v. At 17.18; Rm 1.4; 1Co 15.20; 1Pe 1.3), e, como Paulo tinha visto o Cristo ressurreto, tinha a qualificação para ser apóstolo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Galácia. Paulo provavelmente emprega o nome em referência à província romana da Galácia (a moderna Turquia Central), incluindo uma área ao sul, que ele percorreu em sua primeira viagem missionária. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.

irmãos meus. A mensagem de Paulo não é sua opinião particular; em vez disso, contava com o apoio da comunidade como um todo. Bíblia de Estudo Andrews.

igrejas. Que se reuniam nas casas. Bíblia de Estudo Andrews.

Essa era uma carta circular, dirigida a várias congregações. Bíblia de Estudo NVI Vida.

graça a vós outros e paz. Todas as cartas de Paulo começam mencionando essas duas bênçãos de Deus. “Graça”traduz o termo grego charis,  que significa “um ato de bondade imerecido”. … Aplica-se a tudo o que Deus nos deu em Cristo, sem que tivéssemos obtido por merecimento ou que possamos devolver. “Paz” aplica-se ao relacionamento inaugurado pela morte e ressurreição de Cristo (1.4) entre Deus e os que crêem no evangelho. Bíblia de Genebra.

A graça inclui a boa vontade de Deus para conosco e a paz sugere todo conforto interior e a prosperidade exterior que nos são necessários; elas vêm de Deus, o Pai, por Jesus Cristo. Observa-se primeiro a graça, e depois a paz, pois não pode haver uma verdadeira paz sem a graça. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

Deus, nosso Pai e do [nosso] Senhor Jesus Cristo. Salienta a identidade e a harmonia entre o Deus do AT e o Cristo do NT. Bíblia de Estudo Andrews.

presente era perversa. Ao contrário da era do porvir (o contrário da era messiânica), essa era presente é caracterizada pela iniquidade (Ef 2.2; 6.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A verdade central do evangelho – a morte expiatória de Cristo no nosso lugar – também nos extrai deste mundo corrupto e nos coloca no reino de Deus (Cl 1.13). Bíblia Shedd.

Admira-me (RA; ARC: “Maravilha-me”). Expressão de profundo desagrado de Paulo. Bíblia de Estudo Andrews.

A deserção deles lhe encheu da maior tristeza e angústia. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

tão depressa. Tão pouco tempo após a sua conversão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Paulo admirava a susceptibilidade dos gálatas aos argumentos dos seus oponentes. Bíblia Shedd.

vos chamou na graça. A graça de Deus vem até nós por iniciativa dele mesmo, através de seu chamado, e não por causa de coisa alguma que tenhamos feito por merecê-la (1.15; Rm 4.4-8; 8.30; 9.11-13). Bíblia de Genebra.

outro evangelho. Os oponentes de Paulo ensinaram que a circuncisão seria um rito que aperfeiçoaria a fé em Cristo. Bíblia de Estudo Andrews.

outro. (gr allos). Do mesmo tipo e valor. “Outro”, no v. 6, é heteros: de tipo diferente. Bíblia Shedd.

algumas pessoas. Os judaizantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os judaizantes estavam em ação na Galácia quando Paulo escreveu esta carta. Bíblia de Estudo Andrews.

Cristãos judeus que acreditavam, entre outras coisas, … que o gentio convertido ao cristianismo agisse de acordo com certos ritos do AT, especialmente a circuncisão.

Provavelmente cristãos de origem judaica provenientes de Jerusalém, os quais insistiam em exigir dos gentios não apenas que cressem em Jesus Cristo mas também que aceitassem a circuncisão e, desse modo, se tornassem judeus (2.3-5, 12; 6.12-13). Vário indícios dessa ideia estavam disseminados entre os cristãos de origem judaica na Igreja Primitiva (At 15.1; 21.20-21; Fp 3.2-3). Bíblia de Genebra.

Perturbam. Do gr. tarassõ, “agitar”, “perturbar”, “confundir” a mente com relação a alguma coisa. Neste caso, sugerindo dúvidas e escrúpulos acerca da validade do evangelho proclamado por Paulo. CBASD, vol. 6, p. 1037.

8 anátema. Condenado à danação eterna. Bíblia de Estudo Andrews.

Do gr. anathema, “uma coisa amaldiçoada”, isto é, dedicada ao castigo merecido. Neste caso, a sofrer a ira de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1037.

8-9 Aqueles que exigem mais do que a fé em Jesus Cristo para a salvação, ainda que suas credenciais sejam as melhores, distorcem completamente o evangelho. Os pregadores do falso evangelho estão debaixo da condenação de Deus. Bíblia de Genebra.

já dissemos. Não se refere ao v. anterior, mas à segunda visita aos gálatas (At 14.21 ss), quando os missionários os advertiram contra essa propaganda insidiosa. Bíblia Shedd.

evangelho … que recebestes. Em 2:16, Paulo faz uma síntese do evangelho que estabelece os parâmetros da proclamação cristã. Bíblia de Estudo Andrews.

10 favor. Tentar obter a aprovação. A pessoa preocupada demais com a opinião dos outros a seu respeito não pode servir a Deus (ver 6:14). Bíblia de Estudo Andrews.

Em sua doutrina, ele não se conformava às pessoas, nem para ganhar afeição, nem para evitar o ressentimento delas; mas o seu grande cuidado era ser aprovado diante de Deus. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

Agradar a homens e a Cristo ao mesmo tempo é impossível. … se Paulo é um escravo (gr doulos) de Cristo, não pode ambicionar o favor dos homens. Bíblia Shedd.

Servo de Cristo. Paulo anteriormente levava o “jugo da escravidão”(5.1), mas, tendo sido liberto do pecado pela redenção que há em Cristo, passou a ser escravo da justiça, escravo de Deus (v. Rm 6.18, 22). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como servo de Cristo, Paulo devia fazer todo o possível para salvar as pessoas, não para agradá-las. Se ele tentasse “agradar as pessoas”, sem considerar sua obrigação como pregador do evangelho, ele não seria fiel à sua vocação como servo de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1037.

11 não é segundo o homem. Paulo argumenta que a sua autoridade vem tão somente de Deus, apenas confirmada pelos apóstolos de Jerusalém. Bíblia de Genebra.

12 mediante revelação. Ver At 9.3-5; 22.6-10; 26.13-18; 1Co 15.8. Bíblia de Genebra.

13 “Judaísmo” é o termo para a fé e o modo de vida judaicos desenvolvidos no período entre o AT e o NT [período intertestamentário] … O termo é derivado de Judá, o Reino do Sul, extinto no século VI a.C, com o exílio na Babilônia. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.

Paulo foi criado na religião judaica. Além de ter rejeitado a religião cristã, ele foi um perseguidor da mesma e havia se aplicado com a maior ira e violência a destruir os cristãos. O apóstolo não foi levado ao cristianismo puramente por aprendizado, pois ele foi criado em inimizade e oposição ao mesmo. Eles poderiam razoavelmente supor que precisaria ter sido algo extraordinário que realizou uma mudança tão grande nele. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

14 tradições de meus pais. Referência ao farisaísmo, que seguia as tradições judaicas, além das Escrituras. Bíblia de Estudo Andrews.

extremamente zeloso. Paulo gostava de mostrar a oponentes como os da Galácia que ser um judeu, ainda que um judeu zeloso, não é suficiente para a salvação. Paulo via sua própria experiência como prova de que o zelo pela lei não podia salvar (Rm 9.30-10.4; 2Co 11.22; Fp 3.4-6). Bíblia de Genebra.

15 me separou antes de eu nascer. Alusão à consagração de Jeremias no útero materno (Jr 1:5). Bíblia de Estudo Andrews.

me chamou. O encontro de Paulo com Jesus na estrada de Damasco (At 9:3-6) não foi uma mera experiência de conversão, mas um chamado para ser “profeta às nações [os gentios]” como Jeremias (Jr 1:5). Bíblia de Estudo Andrews.

16 gentios. Lit. “nações”ou “povos”. O termo geralmente designava estrangeiros – daí pagãos, ou o mundo não-judaico. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não consultei. Outra evidência da origem divina de sua comissão era o fato de que ele não teve nenhum contato com os líderes em Jerusalém por três anos, após sua conversão, e que não recebeu nenhuma instrução deles a respeito de como pregar sobre Jesus. CBASD, vol. 6, p. 1039.

carne e sangue. Seres humanos. Bíblia de Estudo Andrews.

17 Arábia. O reino nabateu da Transjordânia que se estendia de Damasco ao Suez, no sudoeste [ que incluía Amã e Petra]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 Decorridos três anos, então, subi a Jerusalém. A primeira viagem de Paulo a Jerusalém, mencionada em At 9:26, deve ter ocorrido após os três anos de sua permanência na Arábia, por volta de 37 d.C. Bíblia de Estudo Andrews.

avistar-me com. Tradução da palavra grega que significa visitar alguém com o propósito de obter informação. Bíblia de Genebra.

para avistar-me com Cefas. É possível que Barnabé tenha organizado esse encontro. Bíblia de Estudo Andrews.

Cefas. Nome aramaico de Pedro. Tanto “Cefas” como “Pedro”significam “pedra”. Bíblia de Genebra.

19 Tiago, o irmão do Senhor. Ver Mt 13.55 e Mc 6.3. Esse Tiago não é o discípulo Tiago que aparece frequentemente junto com Pedro e João nos Evangelhos. Herodes assassinou aquele Tiago nos primórdios da igreja (At 12.2). Bíblia de Genebra.

Mencionado em Mc 6:3. Tiago não cria em Jesus durante Seu ministério terrestre (Jo 7:3-5), mas teve um encontro com Ele após a ressurreição (1Co 15:7) e se tornou um dos apóstolos. Depois de um tempo, transformou-se numa figura central na igreja de Jerusalém (Gl 2:9, 12; At 15:13; 21:18). Bíblia de Estudo Andrews.

20 Afirmo perante Deus que não minto. O juramento é um apelo a Deus para testemunhar a veracidade de uma afirmação ou o caráter obrigatório de uma promessa … Na época de Cristo, a lei do AT a respeito dos juramentos (Êx 22.11) foi bastante pervertida pelos escribas, e nosso Senhor, portanto, condenou abertamente o ato do juramento. Ele afirmava que as pessoas deveriam ser honestas a ponto de os juramentos se tornarem desnecessários. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.

21 Cilícia. Nesta ocasião estava ligada à Síria e sob a administração romana. A cidade principal da Cilícia era Tarso, onde Paulo tinha sido criado e agora anunciava o evangelho (23). Bíblia Shedd.

23 Aquele que […] nos perseguia. Paulo tinha sido sincero na perseguição à então odiada seita (At 26:9, 10). Não satisfeito com desarraigar o cristianismo de Jerusalém e das cidades da Judeia, continuou com o seu propósito nas regiões fora da Palestina. CBASD, vol. 6, p. 1041.

24 E glorificavam a Deus a meu respeito.O relato dessa poderosa mudança nele os enchia de alegria, e os motivava a dar glória a Deus por causa disso. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

Ou seja, eles encontravam em Paulo, em sua conversão e no seu ministério, um motivo para louvar a Deus. CBASD, vol. 6, p. 1041.



GÁLATAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
9 de janeiro de 2025, 0:40
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GÁLATAS 1 – Enquanto alguns prezam pelo evangelho verdadeiro e alegram-se com a conversão de pessoas a ele, têm aqueles que após terem crido no verdadeiro evangelho, desviam-se para evangelhos falsos.

Paulo, como qualquer líder sério, expressa sua preocupação com os crentes da Galácia, pois, em vez de glorificar a Deus por sua conversão e ministério, eles estavam rapidamente se desviando do evangelho que ele havia pregado. Ele menciona que estavam sendo influenciados por falsos ensinamentos que distorciam o evangelho de Cristo.

Precisamos desta carta, pois…

• Como os Gálatas, podemos estar afastando-nos do evangelho verdadeiramente bíblico: Os crentes gálatas estavam substituindo o verdadeiro evangelho pelo falso, persuadidos por falsos mestres que pregavam algo contrário à graça de Cristo (Gálatas 1:6-9). E nós, não corremos esse risco no presente?
• Como os crentes da Galácia da época de Paulo, os crentes de hoje podem não reconhecer plenamente a autenticidade de um ministro chamado por Deus: Paulo reforça que seu chamado viera diretamente de Deus, não de homens (Gálatas 1:1-5, 11-24), destacando que sua autenticidade como líder espiritual e apóstolo era divina. Atualmente, membros da igreja que causam confusão, e vivem perturbando, devem reconhecer a autoridade dos líderes chamados por Deus.

Gálatas 1:10 reflete um princípio crucial no ministério cristão. A fidelidade a Deus deve ser superior ao desejo de agradar as pessoas. Diferente do mundo dos negócios, onde o cliente é frequentemente colocado no centro para garantir o sucesso financeiro, a igreja e o ministério têm como objetivo central a fidelidade a Cristo e ao evangelho.

Por isso, ao defender a autenticidade de seu chamado e do evangelho por ele pregado, Paulo confronta os gálatas por terem se desviados do evangelho verdadeiro. A tentação de agradar aos homens, adaptando a mensagem para ganhar aceitação, era real, mas Paulo rejeita essa abordagem – e todo líder religioso deveria fazer como Paulo – o qual deixa claro que seu compromisso não é com a opinião popular, mas com a verdade de Deus.

• A fidelidade a Deus é incompatível com uma postura de servidão ao favor humano.

• O líder chamado por Deus não cede à pressão de comprometer a verdade para ser popular.

Os membros da igreja não devem seguir pregadores que estão dispostos a desagradar a Deus para agradar as pessoas! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
8 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS13– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 13 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORINTIOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
8 de janeiro de 2025, 0:50
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1636 palavras

Duas ou três testemunhas. Este capítulo constitui a última mensagem escrita de Paulo aos coríntios. Um estado crítico de declínio espiritual ainda prevalecia em parte da igreja (2Co 12:20, 21), pelo qual as epístolas anteriores (ver com. de 2Co 2:3), uma possível segunda visita de Paulo (ver com. de 2Co 12:14) e a obra de Tito (2Co 2:13; 7:6, 13, 14; 12:18) parecem ter realizado pouco ou nada para reverter. Paulo adverte os membros a respeito desse grupo voluntarioso (2Co 13:1-4). Resta apenas uma alternativa: lidar com eles firme e severamente no poder e autoridade de Cristo. Na expectativa de seu procedimento pretendido ao discipliná-los, Paulo cita uma reconhecida lei judaica (Nm 35:30; Dt 17:6; 19:15), a qual Cristo referendou (Mt 18:16). Numa visita anterior, Paulo tinha tratado esse grupo rebelde com leniência e evitou tomar medidas decisivas contra ele. O grupo interpretou essa atitude como fraqueza, até mesmo como covardia da parte de Paulo. O apóstolo se referiu àquela visita como uma experiência humilhante (2Co 2:1, 4; 12:21). A minoria insubordinada constantemente pedia prova de sua autoridade apostólica (ver com. de 2Co 2:1; 12:14). CABSD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1022.

Já o disse anteriormente. Isto é, nas epístolas anteriores (ver com. de 2Co 2:3; cf. 1Co 4:13-19). Na visita anterior, ele fez o mesmo verbalmente (ver com. de 2 C o 12:14). Eles foram advertidos por um considerável período de tempo. CABSD, vol. 6, p. 1022.

E a todos os mais. Paulo dirige esta advertência à igreja como um todo, para que ninguém diretamente envolvido fosse simpático aos acusados. CABSD, vol. 6, p. 1022.

Não os pouparei. Eles tiveram chance de se arrepender. Caso se mantivessem obstinados, seriam sujeitos à mais rígida disciplina da igreja. CABSD, vol. 6, p. 1022.

buscais prova de que, em mim, Cristo fala. Paulo tinha sido poderoso em verdade, em doutrina, em livrar pessoas do pecado, em levar-lhes regeneração espiritual e em realizar milagres (2Co 12:12), para que houvesse entre os próprios coríntios cartas vivas para Cristo (2Co 3:3). A evidência de seu apostolado era irrefutável a todos os que a examinassem francamente (ver com. de 2Co 12:11, 12). Tiveram evidência abundante de que Cristo falara por meio de Paulo. No entanto, mercenários não são impressionados por esse tipo de evidência (1Co 2:14-16). Na verdade, os inimigos de Paulo acusam Cristo, não Paulo. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Crucificado em fraqueza. Paulo encontra consolo no pensamento de que ninguém deveria parecer mais fraco e indefeso que Cristo enquanto pendia na cruz em vergonha e agonia. Contudo, Cristo vive e é exaltado (Fp 2:6-9). Todos os que seguem a Cristo podem esperar partilhar não apenas Sua humilhação, mas também Sua força, que é “aperfeiçoada” na fraqueza (2Co 12:9; cf. Rm 6:3-6). CABSD, vol. 6, p. 1023.

Vive pelo poder de Deus. Os rebeldes coríntios teriam que lidar com o Cristo vivo “pelo poder de Deus”, não apenas com um Paulo “fraco”, como pensavam. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Nós … somos fracos. Paulo admite sua fraqueza, mas se gloria no poder de Cristo que opera nele e por meio dele (ver 2Co 11:30; 12:9, 10), a despeito de sua fraqueza. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Pelo poder de Deus. Os coríntios testemunharam deste poder e o experimentaram. Não podiam negá-lo. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Examinai-vos. Começando com o v. 5, Paulo desvia a atenção de si mesmo e desafia os coríntios a olhar para eles mesmos criticamente. Eles seriam cristãos genuínos? Cada seguidor de Cristo pode examinar a vida pessoal diariamente. Se fôssemos mais autocríticos, criticaríamos menos os outros. CABSD, vol. 6, p. 1023.

A vós mesmos. Muitos dos coríntios estavam mais prontos a julgar os outros do que a si mesmos (ver 1Co 11:31, 32; cf. Gl 6:4). Antes de serem competentes em julgar os outros, as pessoas devem se provar. Deveríamos estar dispostos a aplicar a nós mesmos o teste que aplicamos aos outros (ver com. de Mt 7:1-5). A trave deve ser removida de nossos olhos. As pessoas geralmente se inclinam a ter uma visão muito favorável de si mesmas, de seu caráter e importância. Restringem a avaliação pessoal, a fim de que não descubram que não são tudo o que imaginam. Poucos conseguem suportar verem-se como realmente são. … Em vez de se encararem como realmente são, focalizam as faltas alheias. Agindo assim, perdem de vista as faltas pessoais e se convencem de que são b em melhores do que os outros. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Na fé. Não no sentido doutrinário, mas prático. Paulo se refere a uma profunda convicção com respeito ao relacionamento pessoal com Deus; confiança e fervor santo nascem da fé em Cristo como Senhor e Salvador. CABSD, vol. 6, p. 1023, 1024.

Jesus Cristo está em vós? Isto é, vivendo os princípios da vida perfeita de Cristo na vida pessoal (ver com. de Rm 8:3,4; Gl 2:20). CABSD, vol. 6, p. 1024.

Reprovados. Do gr. adokimoi, literalmente, “reprovar em teste”. Reprovar no teste era evidência de que Cristo não estava neles e que não eram cristãos genuínos. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Mas espero reconheçais que não somos reprovados. Paulo sinceramente espera passar no teste do apostolado aos olhos dos coríntios. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Embora sejamos tidos como reprovados. Mesmo que eles não vissem em Paulo a evidência de apostolado genuíno, ele esperava que evidenciassem ser cristãos genuínos. Paulo estava disposto a ser considerado um fracassado, se isso os ajudasse a ser bem-sucedidos. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Nada podemos contra a verdade. Isto é, a verdade como em Cristo Jesus, a verdade da salvação como apresentada na Palavra de Deus (Jo 1:14, 17; 8:32; Gl 2:5, 14). A verdade eterna permanece inalterada independentemente do que as pessoas façam. Os inimigos da verdade sempre falharam. Se os coríntios fossem dedicados à verdade não teriam nada a temer, pois ela os tornaria invencíveis. Quando as pessoas se colocam ao lado da verdade, Deus aceita a responsabilidade pela segurança delas e por seu triunfo eterno. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Porque nos regozijamos quando nós estamos fracos e vós fortes. Paulo ficaria feliz em parecer fraco na aplicação de poder disciplinador, se eles fossem fortes nas graças do Espírito (ver com. do v. 6) e refletissem o caráter de Cristo. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Aperfeiçoamento. Ou, “solidez”, “completude”. Paulo anseia ver seus conversos alcançarem a maturidade cristã, com os dons, talentos, faculdades, tendências e apetites devidamente ajustados. Ele deseja que a igreja seja reunida em amor, cada membro do corpo funcionando adequadamente sob o controle da habitação do Espírito (ICo 12:12-31). CABSD, vol. 6, p. 1024.

10 Que o Senhor me conferiu para edificação. O propósito da autoridade do evangelho é a edificação da igreja, o aperfeiçoamento dos santos (Jo 3:17; 20:21-23). Por mais necessário que seja o exercício desse poder em favor da disciplina, ele é inevitavelmente a segunda melhor opção. Não seria agradável a Paulo expulsar um membro da igreja, portanto, ele agiria com severidade apenas como último recurso. CABSD, vol. 6, p. 1025.

11 Consolai-vos. Os coríntios deveriam se encorajar e fortalecer mutuamente a fazer o bem. Nesse caso, não teriam tempo para se devorarem uns aos outros. CABSD, vol. 6, p. 1025.

Sede do mesmo parecer. A unidade cristã foi o objeto da última oração de Cristo por Seus discípulos (Jo 17:11, 21-23). A suprema necessidade da igreja de Corinto era a “unidade do Espírito no vínculo da paz” (ver E f 4:2-7). CABSD, vol. 6, p. 1025.

Vivei em paz. Ou, “vivei em harmonia”. A paz é um dos maiores legados que Cristo transmitiu a Sua igreja (Jo 14:27; 16:33; cf. Jo 20:21, 26; At 10:36). Sempre foi parte essencial do evangelho cristão e um teste de experiência cristã ( Rm 5:1; 10:15; 14:17, 19; 1Co 14:33; Ef 2:14). À altura de sua capacidade, o cristão deve viver em “paz com todos os homens” (Rm 12:18). Se a paz exterior não é possível devido a fatores além do controle do cristão, ele ainda pode desfrutar paz no coração. CABSD, vol. 6, p. 1025.

12 Com ósculo santo. Nos tempos da Antiguidade, e em várias partes do mundo hoje, esta é uma forma cordial de saudação. Era um beijo dado na bochecha, na testa, nas mãos ou mesmo nos pés, mas nunca nos lábios. Assim, homens saudavam homens e mulheres saudavam mulheres. O costume se originou nos tempos do AT (Gn 29:13). Expressava afeição (Gn 27:26, 27; 1Sm 20:41), reconciliação (Gn 45:15), despedida (Rt 1:9, 14; 1Rs 19:20) e homenagem (1Sm 10:1). … Entrou em uso geral pelos cristãos apostólicos como um símbolo de paz, boa vontade e reconciliação (Rm 16:16; 1Co 16:20; 1Ts 5:26). CABSD, vol. 6, p. 1025.

Os santos. Ver com. de At 9:13; Rm 1:7. Os cristãos são denominados assim no NT porque foram chamados a viver vida santa. Paulo faz referência especial aos cristãos da Macedônia, onde ele se encontrava no momento da escrita. CABSD, vol. 6, p. 1025.

13 A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós. Ver com. de Rm 3:24; 2Co 1:2. Este versículo é único porque, em todo o NT, ocorre apenas aqui em sua forma completa que seria conhecida como a bênção apostólica. Desde os tempos antigos, tornou-se parte da liturgia da igreja. A bênção também era pronunciada em batismos e no encerramento das reuniões cristãs. Junto com Mateus 28:19 este versículo fornece a síntese mais completa e explícita da doutrina da Trindade (ver Nota Adicional a João 1). A ordem dos nomes da Divindade apresentada neste versículo difere da ordem apresentada em Mateus. Geralmente, nas epístolas de Paulo, o nome do Pai precede o do Filho (Rm 1:7; 1Co 1:3; 2Co 1:2). Aqui, a ordem está invertida. A fórmula de despedida do AT, a bênção araônica, também era de natureza tripla (Nm 6:24-26). 0 teste da verdadeira experiência cristã é companheirismo e comunhão com Deus por meio do Espírito Santo. CABSD, vol. 6, p. 1025.

Com todos vós. Logo após enviar esta carta, Paulo fez outra visita a Corinto e passou três meses ali (At 20:1-3), tempo durante o qual escreveu as epístolas aos Romanos e aos Gálatas. Essa atitude sugere que os crentes coríntios aceitaram sua segunda epístola e agiram em harmonia com o conselho dado. Na epístola aos Romanos, Paulo indica que teve bondosa recepção em Corinto (Rm 16:23). Além disso, a coleta em Corinto para os pobres em Jerusalém foi bem-sucedida (Rm 15:26-28). Os registros da igreja apostólica não fornecem informação adicional a respeito da igreja de Corinto até o final do século, quando Clemente de Roma endereçou uma carta a eles. CABSD, vol. 6, p. 1025.



II CORÍNTIOS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
8 de janeiro de 2025, 0:40
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II CORÍNTIOS 13 – A conclusão apoteótica desta carta de Paulo chama os crentes leitores a um autoexame espiritual. Evangelho é mais um convite a autoexame do que examinar os outros.

O líder espiritual precisa pastorear as ovelhas do rebanho de Deus levando-as a tirar o foco colocado nos outros para colocar em si mesmas. Críticas precisam ser substituídas pela autocrítica.

  • Se alguém não administrar corretamente a própria vida, quem dirá a vida dos outros?

Contudo, jamais alcançaremos autoavaliação correta desprovidos do estudo correto da Bíblia e da comunhão com Deus; veja que a comunidade de crentes de Laodiceia declarou: “Rico sou e de nada tenho falta”; quando, na verdade, o diagnóstico de Cristo era contrário (Apocalipse 3:14-22).

Diante disso, é imprescindível atentar para cada detalhe do último capítulo da segunda carta de Paulo aos Coríntios, que eram crentes difíceis de lidar.

A disciplina e a exortação em amor são fundamentais para corrigir o foco da igreja que está desfocada. A exortação e repreensão só são necessárias após usar todos os outros recursos mais brandos, mas sempre se baseando na misericórdia, bondade e amor oriundos do reino dos Céus (vs. 1-4).

O autoexame deve ser uma prática constante na vida de cada crente. O líder espiritual deve convocar sua congregação a fazer isso de vez em quando. Faça o exercício você, agora mesmo. Leia o versículo 5, depois prossiga:

  • Examine a si mesmo se realmente estás na fé; tua concepção de crente pode estar fora do padrão bíblico ou do que Cristo espera de ti.
  • Provai-vos a vós mesmos, não os outros; quando colocamos o foco nos outros enxergamos o cisco no olho deles, para não perceber as vigas em nossos olhos.
  • Se Cristo não está em vós, indubitavelmente já estais absolutamente reprovados; és crente apenas de fachada, cristão só de nome, causadores de problemas na igreja.

Ser reprovado pelos homens não significa ser reprovado por Deus; fique atento, pois Paulo é um exemplo disso (vs. 6-10);

Enfim, os crentes devem amadurecer/aperfeiçoar, consolar uns aos outros, buscar o mesmo parecer e viver em paz e amor, para que Deus Se manifeste entre eles (vs. 11-12).

A Trindade deve abençoar cada comunidade para que viva na plenitude da verdade (v. 13).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
7 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS12– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 12 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



II CORINTIOS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
7 de janeiro de 2025, 0:50
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614 palavras

1 Se é necessário que me glorie. Novamente Paulo expressa relutância em se envolver no que muitos considerariam uma ostentação. No entanto, as circunstâncias tornaram necessário que ele agisse dessa forma para vindicar seu apostolado e sua mensagem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1015.

2 Conheço um homem. É evidente que Paulo fala de si devido a: (1) esta referência às visões estar no meio de um relato de eventos ligados a seu ministério e vida pessoal; (2) no v. 7, ele designar essas visões e revelações como feitas diretamente a ele; e (3) usar a terceira pessoa para evitar a aparência de ostentação. João, por conta da modéstia e humildade cristãs, de modo semelhante evitou se identificar. CBASD, vol. 6, p. 1016.

Há catorze anos. Cerca de 20 anos antes, Paulo encontrara Cristo na estrada de Damasco (At 9:1-7). A data desta epístola é cerca de 57 d.C. Catorze anos antes seria a época aproximada em que Barnabé levou Paulo a Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 1016.

Terceiro céu. Ou , “paraíso”. O primeiro “céu” da Escritura é a atmosfera, o segundo céu refere-se ao espaço onde as estrelas estão, e o terceiro céu, à morada de Deus e dos seres celestiais. Paulo foi “arrebatado” à presença de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1016.

4 Não é lícito. Literalmente, “não é permitido” ou “não é possível”. Paulo tinha sido instruído a não revelar o que viu e ouviu, ou a linguagem humana era inadequada para descrevê-lo. CBASD, vol. 6, p. 1016.

7 Não me ensoberbecesse. Uma afirmação que Paulo repete, para enfatizar, no final do versículo. Deus considerou adequado proteger Paulo de si mesmo. CBASD, vol. 6, p. 1016.

Espinho. Do gr. skolops, “uma peça de madeira indicada”, “um piquete”. Os papiros também utilizam a palavra para se referir ao estilhaço ou lasca deixada sob a pele e impossível de ser removido. CBASD, vol. 6, p. 1017.

Na carne. A enfermidade era física, não era mental nem espiritual. Era algo evidente, e lhe causava considerável constrangimento bem como desconforto e inconveniência (Gl 4:13-15). CBASD, vol. 6, p. 1017.

Mensageiro de Satanás. Ou, “um anjo de Satanás”. A aflição vinha de Satanás, com permissão de Deus. Do mesmo modo ocorreu com Jó. É da natureza e obra de Satanás infligir sofrimento físico e doença. CBASD, vol. 6, p. 1017.

Para me esbofetear. Literalmente, “golpear com o punho”. O propósito de Satanás era angustiar Paulo e impedir sua obra. O propósito de Cristo em permitir a aflição era proteger Paulo do orgulho. CBASD, vol. 6, p. 1017.

9 Basta. No grego, esta palavra está na forma enfática. A prece não libertou o apóstolo da aflição, mas lhe proporcionou graça para suportá-la. Paulo apelou para a libertação da enfermidade, pois cria que ela era um obstáculo a seu ministério. Cristo mais que supriu sua necessidade com uma provisão abundante de graça. Deus nunca prometeu alterar as circunstâncias ou livrar as pessoas dos problemas. Para Ele, enfermidades físicas e circunstâncias desfavoráveis são questões de preocupação secundária. A força interior para suportar é, de longe, mais manifestação da graça divina do que dominar as dificuldades internas da vida. Externamente, uma pessoa pode estar despedaçada, exausta, esgotada e quase enfraquecida; no entanto, internamente, tem o privilégio de desfrutar perfeita paz, em Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1017.

10 Então, é que sou forte. O paradoxo cristão é que ocasiões de fraqueza podem ser transformadas em situações de força. A derrota sempre pode ser transformada em vitória. A verdadeira força de caráter surge da fraqueza, que, desconfiando do eu, é entregue à vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1017.

20 Orgulho. Ou, “arrogância”, “desdém. Este era um dos pecados proeminentes de alguns coríntios. CBASD, vol. 6, p. 1020.

21 Indo outra vez. Paulo teme uma repetição da vergonha e humilhação da visita anterior, muito embora a maioria dos membros estivesse arrependida do modo como procedia. CBASD, vol. 6, p. 1020.

by tatianawernenburg