Reavivados por Sua Palavra


II CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
30 de junho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 7 – Deus aspira nossa restauração, que resulta em nossa transformação de caráter. Por isso,

• Precisamos avivar-nos e reconciliarmo-nos com Deus, para que tornemos agentes de reconciliação no mundo, conforme termina o capítulo 5.

• Precisamos entender a aversão que devemos pela incredulidade, imoralidade, perversidade e motivados pelas promessas de Deus para purificarmo-nos “de toda impureza, tanto na carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus”. Desta forma, o final do capítulo 6 está ligado com a introdução do capítulo 7.

Nos versículos 2-4 nota-se amor, carinho, afeto e intimidade que Paulo ansiava ter com os crentes de Corinto. Ah! Se todo pastor tivesse esse perfil. Ah! Se todo líder espiritual tivesse o amor de Deus regendo cada uma de suas atitudes em relação aos frágeis filhos de Deus! Aprendamos com Paulo.

Os versículos seguintes são divididos da seguinte forma, conforme Paul Barnett, para auxiliar nossa compreensão:

Os efeitos da “carta severa”:

1. Alegria de Paulo pela chegada de Tito (vs. 5-7);
2. Alegria de Paulo pelo recebimento da carta (vs. 8-12);
3. Paulo confia nos crentes de Corinto (vs. 12-16).

A alegria de Paulo é notória nestes versículos. Pois, Deus o confortou em sua angústia e tribulações. Isso deixa claro que Deus jamais abandona ou rejeita Seus filhinhos. Paulo acabara de revelar suas fraquezas, ele era imperfeito como todo ser humano; todavia, Deus Lhe revelou Seu amor e consolou-o com a chegada de Tito, e com as notícias positivas resultantes de seu empenho em orientar os crentes de Corinto.

“Paulo encerra essa seção importante de sua carta com uma expressão de confiança na igreja: ‘Alegro-me porque em tudo posso confiar em vós’ (7:16). O sentimento de alegria do apóstolo (7:13-16) está intimamente ligado ao completo bem-estar daqueles com quem ele está amorosamente preocupado, seja seu cooperador (7:13-14) sejam os seus filhos espirituais (7:15-16)”, diz Hernandes Dias Lopes.

Reflita:

• A igreja deve cuidar de seus líderes e, os líderes devem cuidar dos membros da igreja.
• O arrependimento segundo Deus é positivo, mas o arrependimento do mundo é negativo.
• A santificação erradica atitudes e sentimentos impróprios e os substitui por atitudes e sentimentos nobres.
• O amor fraternal jamais deve esfriar na igreja de Cristo.

“Senhor, eleva-nos para viver o Teu ideal” – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
30 de junho de 2018, 0:15
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II CORÍNTIOS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
29 de junho de 2018, 0:55
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II CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
29 de junho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 6 – Paulo está escrevendo a cristãos, não a pagãos. Mesmo os cristãos precisam renovar seu compromisso com Deus. Devem ter disposição para a reconciliação. Por isso, é possível perguntar: Hoje, você já renovou teu compromisso com Deus?

Paulo fala sobre relacionamento aos cristãos de Corinto nos 13 primeiros versículos deste capítulo:

• Relacionamento com Deus.
• Relacionamento com ele, Paulo;
• Relacionamento com seus companheiros, de Paulo.

Há um apelo inicial para atender à graça de Deus, e um apelo final onde Paulo convida os crentes a abrir o coração e ele.

“Entre esses dois apelos, Paulo defende seu ministério. Ele novamente afirma que as agruras por que passou são uma insígnia de honra. Nessas aflições, Paulo e sua equipe exemplificaram, pelo poder de Deus, as grandes virtudes cristãs [vs. 6-7]. Eles serviram coerentemente através das mutáveis marés da opinião pública e do tratamento injusto [vs. 8-10]. Entre as contradições de seu ministério, mencionadas por Paulo, está a de que ele e seus auxiliares são desconhecidos, e, ao mesmo tempo, conhecidos [v. 9]. Eles não conquistaram grande reputação entre os homens. Mas à vista de Deus, são bem conhecidos” (John McVay).

Escrevendo a cristãos, esta carta visa o discipulado, que acompanha a conversão. E, o capítulo em questão tem muito a ser considerado (vs. 14-18):

1. O chamado ao discipulado é um chamado a ser separado:

• Separar-se significa renunciar a velha vida, filosofias anti-bíblicas, familiares e posses.
• É preciso separar-se porque associação requer compromisso com quem não quer compromisso com Deus.
• É necessário separar-se porque cristãos tornam-se santuários do Deus vivente.

Este tema abrange desde sociedade comercial até relacionamento conjugal. “O casamento entre cristãos e descrentes é proibido porque: (1) O matrimônio não ocorre entre dois indivíduos, mas também entre duas comunidades (v. 15-16); (2) A igreja é o templo santo de Deus (v. 16); e (3) por ser morada de Deus, a igreja deve manter uma clara separação do mundo em termos de constituição do caráter” (Bíblia Andrews).

2. O discipulado precisa de promessas divinas para manter os crentes motivados:
a) “Habitarei e andarei entre eles; serei o Seu Deus, e eles serão o meu povo” (v. 16).
b) “Serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas” (v. 18).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
29 de junho de 2018, 0:00
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II CORÍNTIOS 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
28 de junho de 2018, 0:55
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II CORÍNTIOS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de junho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 5 – Sobre o capítulo em questão, o comentário na Bíblia Andrews observa que nus, sem corpo, “parece ser a imagem de Paulo sobre a morte: nem vestido com o corpo mortal, nem com o imortal, mas nu. Uma vez que para ter ‘vida’ (v. 4) e ‘habitar com o Senhor’ (v. 8) é necessário possuir o corpo imortal (v. 1, 2). A passagem nega a ideia de uma alma desprovida de corpo desfrutando a vida eterna […]. Paulo gostaria de passar de uma forma de existência para a outra sem experimentar a morte. ‘Habitar com o Senhor’ significa desfrutar plena comunhão pessoal com Ele em Sua presença imediata. Isso ocorrerá na ressurreição dos mortos (1Ts 4:16, 17)”.

Paulo não era adepto da abolição dos Dez Mandamentos (3:7-11) nem cria na crença na imortalidade da alma (5:1-10); pois, estaria contrariando a Bíblia e suas próprias convicções (Êxodo 3:18; Mateus 5:17-19; I Coríntios 15:1-58; I Tessalonicenses 4:13-18; João 5:28-29; Eclesiastes 9:5-6, 10).

Destaco aqui os pontos do capítulo:

• A morte não tem a última palavra. A ressurreição é a certeza da vitória sobre a morte, promovendo esperança além-túmulo (vs. 1-8);
• A curta vida que recebemos deve ser vivida para agradar ao povo de Deus, ser influência positiva e orientar e fortalecer a sua fé; pois, um tribunal divino será estabelecido e todos terão de responder pelo que fez ou deixou de fazer (vs. 8-9);
• Por saber desse tribunal cósmico, os ministros de Cristo persuadem homens e mulheres, ricos e pobres, religiosos e ateus, a se reconciliarem com Deus, comprometerem-se e confiarem no sacrifício de Cristo para que sejam novas criaturas, que não vivam mais para si mesmas, a fim de terem a esperança da vida eterna (vs. 11-17);
• Os ministros de Deus são embaixadores do Céu perante todas as pessoas, convidando-as ou rogando como representantes do Senhor a que assumam um compromisso com o Salvador (vs. 18-21).

O plano da salvação é mais que oferecimento do perdão de Deus, é reconciliação em que, ambas as partes tomam atitude de acertar o relacionamento arruinado. Claro que, Deus toma iniciativa, sacrifica-Se e, então espera nossa resposta!

Seria muito bom ir para o Céu urgentemente, mas é importante preparar mais pessoas para estarem lá conosco! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



II CORÍNTIOS 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
28 de junho de 2018, 0:00
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II CORÍNTIOS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
27 de junho de 2018, 0:55
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II CORÍNTIOS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
27 de junho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 4 – Esse é um capítulo fantástico!

Nos versículos 1-6 Paulo aborda a magnificência do evangelho. Comentando estes versículos, Hernandes Dias Lopes destaca seis características desse evangelho que não é produto da invenção humana, mas da revelação divina: Tal evangelho…

1. …é concedido pela misericórdia divina, e não pelo mérito humano (v. 1);
2. …nos dá forças para enfrentar o sofrimento (v. 1);
3. …nos capacita a ser íntegros na pregação (v. 2);
• O cristão verdadeiro vive na luz;
• O cristão verdadeiro não usa truques para pregar a Palavra;
• O cristão verdadeiro não adultera a Palavra para ganhar os ouvintes;
• O cristão verdadeiro vive de forma transparente na presença de Deus e dos homens.
4. …nos adverte acerca de uma terrível oposição (vs. 3-4):
• O evangelho salva ou condena;
• O diabo interfere na mente dos ouvintes;
• O diabo ataca os incrédulos com a cegueira espiritual.
5. …nos mantém longe da presunção (v. 5);
6. …nos evidencia um poderoso milagre (v. 6).

Apesar das dificuldades e sofrimentos, das pressões e oposições, o discípulo de Cristo precisa proclamar o evangelho. O “trio Discípulos”, baseou-se nos versículos 7-11 para uma música magnífica, da qual destaco alguns trechos:

Se o Senhor mandar seguir
Seja feito até o fim
Jogo a rede ou vou pregar
Em terra firme ou alto mar

[…]

Eles pensaram que me fariam recuar
A glória é pesada e a tribulação é leve e já vai passar

[…]

Somos abatidos, mas não destruídos
Ainda há boa obra, eu sei
Seu amor é o primeiro e o último em tudo que farei
Somos perseguidos, mas não desamparados
Glorio-me na Sua cruz
Esperança irrompe do sangue de Jesus…

Merril F. Unger, comentando os versículos 12-18 descreve que o texto revela um segredo interior da natureza espiritual. Esse segredo abrange:

• A crucificação de si mesmo (v. 12);
• Uma fé intensa (v. 13);
• Uma radiante esperança (v. 14);
• Esquecimento de si mesmo (v. 15);
• Força espiritual (v. 16);
• Opinião correta (v. 17); e,
• Um sábio objetivo de vida (v. 18).

No versículo 15 temos a “declaração de missão pessoal de Paulo: (1) servir aos outros; (2) multiplicar a graça; (3) aumentar as ações de graça e (4) dar glória a Deus” (Bíblia de Estudo Andrews).

Aprendamos com Paulo! – Heber Toth Armí.