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II CORÍNTIOS 3 – Existem verdadeiros e falsos ministérios eclesiásticos. Deus tem uma igreja na Terra, mas Satanás quer pervertê-la, adulterá-la e deformá-la. Pois a igreja de Cristo deve confrontar as obras do diabo e resgatar pessoas de suas fortes correntes do vício do pecado.
O ministério evangélico visa glorificar a Deus na Terra, transformando pecadores em adoradores.
Desde o capítulo anterior, Paulo mostrou a natureza do ministério eclesiástico. Conforme destaca Merril F. Unger, temos estes pontos:
• A glória do ministério – seu triunfo (2:14-17);
• A glória do ministério – sua autenticação (3:1-6a);
• A glória do ministério – sua mensagem de graça (3:6b-11);
• A glória do ministério – seu poder transformador (3:12-18);
• A glória do ministério – sua sinceridade (4:1-7);
• A glória do ministério – seus sofrimentos (4:8-18);
• A glória do ministério – sua intrepidez diante da morte (5:1-13);
• A glória do ministério – seus motivos e dignidade (5:14-21);
• A glória do ministério – seu caráter (6:1-10);
• A glória do ministério – sua pureza (6:11-7:1);
• A glória do ministério – sua reflexão na vida de Paulo (7:2-6).
O mesmo autor, comentando o capítulo 3, apresenta as seguintes verdades sobre o ministério evangélico:
• Ele não é autenticado pelo autoelogio (v. 1);
• É autenticado pelo testemunho e pela obra do apóstolo (vs. 2-3);
• É autenticado por Deus (vs. 4-6);
• A mensagem é espiritual e vivificante (vs. 6-11);
• Deve demonstrar grande coragem, iluminação e liberdade (vs. 12-17);
• Opera maravilhosa transformação (v. 18).
Verdadeiros ministros não precisam de endosso humano; pois, vidas pagãs transformadas miraculosamente em cristãs autenticam o ministério genuíno. Ministérios que não transformam vidas para a glória de Deus devem ser descartados como espúrios.
Ligando os versículos 7-18 com Êxodo 34:29-35 obtemos as seguintes verdades:
1. O ministério do Antigo Testamento era glorioso, o rosto de Moisés brilhava após receber os Dez Mandamentos, “quão mais deslumbrante, então, será o governo do Espírito vivo?”;
2. No ministério do Novo Testamento, tendo Cristo retirado o véu que separa-nos da glória divina, não precisamos de ninguém além de Cristo entre nós e Deus;
3. Pelo que Cristo e o Espírito Santo fez e faz “somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele” (A Mensagem).
Portanto, temos inúmeras razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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II CORÍNTIOS 2 – A introdução deste capítulo liga ao capítulo anterior; na qual temos a informação que o apóstolo Paulo…
• …não estava disposto a retornar a Corinto em tristeza (v. 1).
• …reconhecia que caso ele os entristecesse, em contrapartida, eles o alegravam (v. 2);
• …expôs que a alegria dos crentes promovia sua alegria (v. 3);
• …em vez de visitá-los em clima de tristeza, escreveu-lhes, chorando, não para entristecê-los, mas para mostrar-lhes seu amor (v. 4).
O amor requer cuidados, promove a paz baseando-se na justiça a qual gera harmonia entre os crentes e Deus. A bênção divina se manifesta numa igreja que lida corretamente com o pecador, e erradica radicalmente ao pecado.
Na anterior carta de Paulo aos crentes de Corinto (I Coríntios 5), foi tratado do problema de um jovem que cometera incesto com a mulher de seu pai, ou seja, mantinha relação sexual com sua madrasta. Inspirado pelo Espírito Santo, Paulo ordenou veementemente à igreja disciplinar duramente a esse jovem, orientando à comunidade a:
• …entregá-lo a Satanás visando à destruição da carne;
• …lançar fora o fermento estragado;
• …expulsar da comunidade o transgressor dos princípios sexuais.
Contudo, nessa ocasião, Paulo também orientou à comunidade eclesiástica a:
• …chorar;
• …julgar o pecado; e,
• …remover o pecado.
Nesta segunda carta, o apóstolo volta ao mesmo assunto; e, destaca três fatos, conforme observa Hernandes Dias Lopes: O pecado…
• …não tratado produz tristeza nos obreiros de Deus (v. 5);
• …não tratado produz tristeza na igreja de Deus (v. 5);
• …precisa ser confrontado e o faltoso precisa ser disciplinado (v. 6).
Como para Deus não há caso perdido, toda disciplina, por mais dura que seja, precisa restaurar ao pecador; por isso, o perdão da igreja deve ser oferecido ao transgressor. Warren W. Wierbe destaca: A igreja deve…
• …perdoar o transgressor por amor a ele/Paulo, pois o perdão cura corações feridos (vs. 7-8).
• …reafirmar seu amor pelo irmão perdoado por amor ao Senhor (vs. 9-10);
• …perdoar o transgressor por amor à própria igreja (v. 11).
Paulo sabia que Deus o conduzia e o usava para edificar a igreja de Cristo (vs. 14-17). Aprendamos com esse grande apóstolo e, reavivemos nosso compromisso com o sacrifício de Cristo que liberta-nos de nossos pecados!
Após ser perdoado, não dê novamente espaço ao pecado! – Heber Toth Armí.
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