Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 1 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ 
12 de maio de 2019, 0:45
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Se Josué é o livro da vitória, Juízes é o livro da derrota. Se em Josué você vibra com o povo de Deus; em Juízes você se decepciona. Se a história em Josué te enche de alegria e satisfação, em Juízes tem um gosto amargo e triste.

O livro mostra que, quando a humanidade está um caos é porque falta compromisso sério com Deus. Mas, como conhecer a Deus sem conhecer Seu Livro? “Se quisermos ser autênticos discípulos de Cristo, precisamos ir muito além de uma leitura descuidada, rápida e superficial da Bíblia” (Adolfo S. Suárez).

Prepare-se, madrugue-se e desperte para ler Juízes. Aprenderás muito:

1. A morte de um líder espiritual pode resultar em morte espiritual: Josué, o líder destemido, o exemplo fiel, o pregador ousado, firme e apelativo, morreu; então, a espiritualidade de Israel declinou (vs. 1; 2:1-23);

2. Após conquistar mais algumas vitórias e relaxar… o deixar de lutar, acomodar-se e entregar-se a ociosidade física, pode sofrer relaxo, preguiça e acomodação espiritual: Negligenciar desafios a enfrentar, muitos acabam esquecendo de orar, consagrar-se e dedicar-se a Deus. Foi isso que aconteceu a Israel após adentrar à Terra Prometida, embora houvesse terra por conquistar ainda (vs. 2-36).

Embora o livro de Juízes tenha muito que falar da natureza humana que é ingrata, infiel, incrédula, perversa, arrogante, negligente, orgulhosa, idólatra, imoral, corrupta, etc. por causa do pecado, a forte ênfase de livro é no caráter de Deus que é amoroso, bondoso, atencioso, gracioso, libertador, restaurador, paciente, salvador, etc.

O declínio espiritual é gradativo; mesmo na ausência de Josué, o povo ainda consultou ao Senhor por algum tempo (v. 1). “A pergunta ‘Quem (…) subirá, primeiro?’ revela a incerteza do grupo que, então, não tinha líder. Eles reconheciam que cada tribo deveria iniciar a conquista para assegurar a porção da terra concedida por sorteio. Que tribo encorajaria as demais? Eles desejavam um líder apontado divinamente” (CBASD, v. 2, p. 314).

Por buscarem a Deus, os israelitas venceram algumas batalhas; por negligência, deixaram de cumprir todo o plano de Deus a eles. Não acontece o mesmo conosco hoje? Não recorremos mais a Deus quando estamos em dificuldades?

Negligenciar Deus é a nossa derrota. Mas, a busca constante a Deus resulta em constantes vitórias. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
12 de maio de 2019, 0:05
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JOSUÉ 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
11 de maio de 2019, 0:55
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JOSUÉ 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
11 de maio de 2019, 0:45
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Querer a Deus, sem compromisso com Ele, é inaceitável. Querer bênçãos, sem amor ao Senhor, é inconcebível. As últimas palavras de Josué são magistrais e merecem nossa total atenção. Leia-as calma e atentamente!

Deus é o foco principal do discurso de Josué (vs. 3, 5, 6, 8, 10, 11, 12, 13). Toda a história de Israel havia sido regida por Deus. Agora era necessária uma decisão, ou confirmação da decisão já feita. Então, ousadamente, Josué faz o apelo do versículos 15.

A verdadeira religiosidade é uma questão de decisão. Colocando-se como exemplo de liderança familiar e eclesiástica, Josué desafiou o povo de sua época a servir ao Senhor como seu Deus. O desafio estende-se a nós, hoje, também…

• O último capítulo do livro em estudo é claro: Tomar posição e viver a fé com determinação era a maior necessidade do povo de Deus na época de Josué, NOSSA TAMBÉM…

Richard M. Davidson analisa: “Josué é um exemplo para nós em diversos aspectos”:

1. Seu caráter demonstra fidelidade, coragem, força e altruísmo;
2. Sua missão nos ensina que Deus nos convida, como cristãos, para possuir uma herança, para ganhar outros para Cristo, e para vencer o pecado;
3. Sua carreira nos mostra como ser fiel e verdadeiro, não apenas nos momentos de crise, mas também quando tudo vai bem. Até sua última atividade envolveu a criação de um relacionamento entre o povo e Deus.

“A obra de Josué em prol de Israel estava finalizada. Havia seguido inteiramente ao Senhor; e no livro de Deus ele é chamado: ‘o servo do Senhor’” (Ellen G. White). Gene Getz oferece dois princípios da despedida final de Josué:

1. Temos de crer de todo o coração que Deus é o único Deus verdadeiro;
2. Devemos amar a Deus de todo o coração.

A tradição familiar religiosa pode ser grande obstáculo que atrapalha a inteira decisão de servir ao verdadeiro Deus. Contudo, temos o exemplo de Abraão, que abandonou a tradição familiar, a idolatria e o politeísmo para servir ao Deus verdadeiro (v. 3). A graça que o alcançou está disponível hoje também.

Veja a reação do povo e, a morte de Josué nos versículos 16-33.

“Escolhei hoje” – Servir inteiramente a Deus é uma decisão individual diária…

REAVIVEMO-NOS! – Heber Toth Armí.

Escreva o que mais te impressionou lendo o livro de Josué:



JOSUÉ 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
11 de maio de 2019, 0:05
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JOSUÉ 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
10 de maio de 2019, 0:55
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JOSUÉ 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
10 de maio de 2019, 0:45
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Quando cada indivíduo vive seus próprios interesses problemas tendem a aparecer com facilidade (veja o capítulo anterior); porém, quando todos têm objetivos comuns, a união é quase que automática…

Imagine se todos os habitantes do Planeta Azul estivessem dispostos unanimemente a seguir indicações morais instituídas pelo Criador do Universo!

Após ler Josué 23 em tua Bíblia, observe estes pontos:

• Josué considerava sua velhice e, por conseguinte, fez discurso de despedida diante do povo de Deus. “Josué fez uma promessa para o futuro, a qual estava firmada no tempo e no espaço. Ele não pediu ao povo que desse um salto kierkegaardiano de fé” (Francis A. Schaeffer). Fé verdadeira tem lógica, não é irracional (vs. 1-5).

• As palavras finais de Josué estão carregadas de teologia. A “ênfase sobre a ação de Deus na História reaparece ao longo de toda sua despedida […]. A fé bíblica está alicerçada em fatos que podem ser vistos e ouvidos […]. As Escrituras nunca nos confrontam repentinamente com uma linguagem celestial que nos levem a uma experiência religiosa sem conteúdo” (Schaeffer). Observe atentamente os versículos 6-16.

A religião bíblica baseia-se na divina revelação escrita. Sempre foi assim. A segurança presente, e futura, está em seguir o manual de instrução originado no Céu: “Agora, sejam fortes e constantes. Obedeçam a tudo que está escrito no livro da Revelação de Moisés – não omitam nenhum detalhe” (v. 6).

Deus liberta-nos para a obediência! A obediência sempre deve resultar da graça divina. A graça que foi relevante no passado é importante no presente. Amor e submissão ao Senhor, não ao pecado, ‘e o segredo do sucesso!

O capítulo em questão importa ser bem considerado por quem quer evitar o inferno e alcançar o Céu prometido por Deus. “A passagem de 2 Coríntios 6:14-18 faz um paralelo com esse texto. A vida de santidade é essencial para a comunhão do indivíduo com Deus. Não podemos ser fieis a Deus e ao mesmo tempo fazer alianças com inimigos do Senhor” (William MacDonald).

Se quisermos alcançar os propósitos que Deus traçou para nós precisamos…

1. …considerar seriamente Sua Palavra;
2. …orar e viver em todo tempo de acordo com a Palavra e as promessas reveladas;
3. …ficar distante daquilo que nos distancia de Deus.

Compartilhe! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
10 de maio de 2019, 0:05
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JOSUÉ 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
9 de maio de 2019, 0:55
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JOSUÉ 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
9 de maio de 2019, 0:45
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A vida de oração deve levar a uma vida de ação, ação fundamentada não na emoção, mas na direção do Deus que sabe o que é melhor para nós em cada situação. Sem consultar a Deus nossas reações serão desequilibradas, movidas pela emoção de um coração deturpado e julgaremos os outros de forma equivocada.

Você pode aproveitar teu tempo livre ou desperdiçá-lo. Aproveitar o tempo é investir na vida; desperdiçar o tempo é perder tempo, vida e coisas maravilhosas. A melhor forma de investir teu tempo é meditar na Bíblia a fim de harmonizar tua vida com a vontade de Deus. Isso resulta em bênçãos!

Neste capítulo encontramos:

• Após Josué parabenizar as tribos que obtiveram sua herança antes de cruzarem o rio Jordão por sua ajuda às outras tribos na conquista da Terra Prometida, os abençoou e os despediu (vs. 1-9);

• Antes de chegarem em casa, as tribos erigiram um altar na fronteira de Canaã, na região do rio Jordão, para testemunho do verdadeiro Deus às futuras gerações (vs. 10-11);

• Os israelitas que receberam ajuda dessas tribos se irritaram com a construção do altar. Planejaram uma guerra civil desde Siló. Tal construção foi interpretada como uma rebelião contra Deus e contra o restante das tribos de Israel. A parte positiva é que antes de guerrearem, houve um diálogo (vs. 12-29);

• A explicação com mansidão e calma resolveu o mal-entendido e a acusação entre as tribos do povo de Deus (vs. 30-32).

Com base nesta situação, Richard M. Davidson destaca: “Temos a estranha tendência de interpretar erradamente as ações de outras pessoas. Da mesma forma, algo que dizemos ou fazemos pode ser mal interpretado por outros. Josué revela que o equívoco tem três componentes básicos”:

1. AÇÃO: A inevitabilidade das nossas ações dá chance para o surgimento dos equívocos e conflitos. Deveríamos agir de forma a reduzir ao mínimo tais possibilidades.

2. PERCEPÇÃO: A percepção de um ato é, por natureza, muito superficial. O significado e objetivo dos atos estão escondidos dentro da pessoa que os praticou, inacessível ao observador. Por isso, evitemos julgar e criticar.

3. REAÇÃO: Os mal-entendidos tendem a provocar conflitos, os quais destroem o bem estar de indivíduos e da comunidade.

Portanto, aprendamos a resolver com satisfação os mal-entendidos! – Heber Toth Armí.