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Quando permitimos que o coração fale mais alto que a Palavra de Deus em nossa vida, nossas emoções dominam levando-nos para fora do belíssimo plano que Deus sonhou para nós.
Reflita nesta reflexão escrita pelo Dr. Siegfried J. Schwantes sobre Sansão:
“Sansão acabou caindo nas mãos do inimigo, porque jamais caiu em si mesmo. Dominou o leão no caminho de Timnate, mas nunca dominou o próprio eu. Gostava de propor enigmas, mas só tarde resolveu o enigma de sua vida. Fixou os olhos no brilho ofuscante de uma falsa Dalila e acabou cego. Buscou uma liberdade falsa, e terminou escravo. Não quis trilhar a senda da retidão e findou dando voltas e mais voltas empurrando as moendas do cárcere. Incendiou com o auxílio das raposas as searas inimigas, mas permitiu que a raposinha dos vícios destruísse sua própria vida. Carregou os portões de Gaza sobre os ombros, mas foi esmagado sobre os pecados de Gaza. Brincava de deixar-se amarrar, e amarrado ficou. Gostava de folia e seu penúltimo ato foi servir de palhaço, perante algozes. Felizmente arrependeu-se na undécima hora e procurou redimir uma vida fracassada com um último arroubo de esforço de fé. Venceu, mas quão gloriosa teria sido sua carreira, tivesse aceito a diretriz divina para sua vida”.
Caso queiras aprender para não cometer os mesmos erros, invista tempo com a Bíblia, atente às diretrizes divinas para sua vida:
• As raízes dos problemas no matrimônio surgem antes do casamento, são observáveis no namoro (vs. 1-7). Desconsiderar sábios conselhos paternais, e, investir em jugo desigual, resultam em caos total (Deuteronômio 7:3-4).
• As causas dos problemas no casamento podem sabiamente e racionalmente serem identificadas no namoro (vs. 8-17). Chantagem emocional, falta de confiança e traição resultam em maldição.
• As razões dos problemas no namoro estouram no casamento; a arte de estragar casamento reside em não saber lidar com problemas no namoro (vs. 18-20). Guiar-se pela emoção e não pela revelação é o trampolim da autodestruição.
Relacionamentos que Deus nunca planejou para Seus filhos são causas de muitas desgraças familiares e, também, da verdadeira religião. Casamentos impróprios aos olhos de Deus dão-nos uma vida que nunca planejaríamos para nós.
O divórcio de Sansão se deu na lua-de-mel para chamar nossa atenção. Fiquemos atentos! – Heber Toth Armí.
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Se você lê o livro de Juízes procurando perfeição, logo se deparará com a decepção. Depois de tudo o que Deus já havia feito até o capítulo 12 de Juízes, note o primeiro versículo do capítulo 13:
“O povo de Israel voltou a agir mal diante do Eterno. Por isso, o Eterno os entregou ao domínio dos filisteus por quarenta anos”.
A seguir, o texto prepara-nos para o nascimento de Sansão; Dale Ralph Davis intitula o capítulo assim: “Nasce Sansão o salvador”. Salvador?
Sim! Roy E. Gane diz que “Sansão foi um libertador especial a quem Deus escolheu antes do Seu nascimento”. Por quê? Porque embora eles O tivessem abandonado, “Deus, em Sua grande misericórdia, não abandonara os israelitas”.
Todo nascimento de uma criança neste mundo é um milagre divino; porém, o nascimento de um bebê por uma mulher estéril (impossibilitada de engravidar) é bem mais impactante e mais miraculoso. Sansão, nitidamente, foi fruto de um milagre (vs. 2-3). Contudo, isso não resolve o problema da nação em pecado.
Sansão foi um milagre de mãe estéril. Manoá e sua esposa receberam não só a visita de um anjo, mas orientações divinas dele. Ao crescer, Sansão foi abençoado por Deus… e foi guiado pelo Espírito Santo. Eis o início da história do homem mais forte do mundo; do qual, através dele Deus começaria a livrar Israel das mãos dos filisteus (vs. 4-25).
• Acaso Deus omitiu alguma orientação?
• O que mais Deus deveria fazer?
• Faltou algo a Sansão para permanecer nos caminhos do Senhor?
• Os pais de Sansão foram totalmente consagrados?
• Sansão tornou-se o líder mundial mais consagrado e poderoso?
Sansão era narizeu antes de nascer. “Deus instituiu o chamado ao narizeado para ajudar a reforma e sociedade hebraica (Amós 2:10-12). A promessa de ser temperante era parte fundamental dessa reforma. Hoje, quando a maior parte do mundo está embriagada com o vinho de Babilônia (a contrafação espiritual) e também degenerada com o vinho pelos hábitos de comer e beber, a vida de abstinência é especialmente recomendada” (Gane).
• Hoje, Deus quer pessoas que se consagrem a Ele!
• Não importa se o ambiente é favorável ou não, a decisão de servir a Deus está em tuas mãos!
• Temos muito a crescer!
“Reaviva e reforma-nos, Senhor!” – Heber Toth Armí.
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Tem coisas que sem oração não tem solução. A questão é mais séria do que muitos imaginam. Vida sem consagração é cheia de confusão.
Observe:
“O livro de Juízes começa com as tribos israelitas cooperando entre si (Juí. 1:1-3 e 22 – ‘casa de José’ = Efraim e Manassés’). Eles cooperaram liderados por Baraque (Juí. 5:14, 14 e 18) e Gideão (Juí. 7:23-25). Mas o problema entre as tribos cresceram desde a apatia (Juí. 5:15-17) até a contenda (Juí. 8:1-3) e finalmente a guerra (Juí. 12:1-6). Os israelitas se tornaram seus próprios inimigos!” (Roy Gane).
Brigas entre amigos, ou melhor, entre irmãos. A vida longe de Deus é de constante tensão, provocações e confusões. Houve guerra civil no povo de Deus. Nas palavras de Merril F. Unger, “o resultado foi disputa e guerra entre irmãos, morte e amargas e duradouras rixas, tão características de crentes que perderam o senso de unidade do Corpo de Cristo (1Co 12.13; Ef 4.1-6)”.
Jefté não teve a paciência e tolerância de Gideão (Juízes 8); consequentemente, morreram de Efraim, naquele tempo, 42.000 pessoas. Apesar disso, Gane afirma: “A despeito de suas faltas, Jefté foi um homem piedoso e zeloso perante o Senhor”; focando o Novo Testamento, ele atesta: “Levando em conta a época e as circunstâncias de sua vida, Deus registrou Jafté como um herói de fé (Heb. 11:32-34)”.
Após a morte de Jefté – que julgou por 6 anos –, levantaram-se outros juízes para governar a Terra Prometida:
• Ibsã, de Belém, que julgou Israel por 7 anos; porém, pouco se sabe sobre ele (vs. 8-10);
• Elom, de Zebulom, que julgou a Israel por 10 anos e foi sepultado em Aijalom (vs. 11-12);
• Abdom, de Piratom, que teve 40 filhos e 30 netos, que cavalgavam 70 jumentos. Julgou Israel por 8 anos e foi sepultado em terras amalequitas (vs. 13-15).
Juízes vêm, juízes vão; porém, a imoralidade em Israel continuava em ascensão. Isso é consequência da apatia do povo de Deus em relação à consagração.
Atenção:
1. Se for para guerrear, faça-o em prol da verdade;
2. Se for para lutar, que seja contra a imoralidade;
3. Se for para destruir, que seja a perversidade/iniquidade.
4. Se for para promover, que seja o sonho pela eternidade.
Consagremo-nos! Reavivemo-nos! Santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Deus atendeu as necessidades do povo quando este abandonou suas iniquidades, arrependeu dos pecados e buscou a Deus de todo coração. Então, “levantou-se um libertador na pessoa de Jefté, gileadita, o qual fez guerra contra os amonitas, e destruiu eficazmente o seu poderio” (Ellen G. White).
• Nossas angústias podem ser expulsas de nossa vida se tivermos a atitude correta diante de Deus; entretanto, preferimos apegar aos pecados que nos destroem.
Note este alerta de White. “Semelhantes a Israel, muito frequentemente os cristãos se rendem à influência do mundo, e conformam-se a seus princípios e costumes, a fim de obter amizades dos ímpios; mas no fim achar-se-á que tais professos amigos são os mais perigosos adversários”.
Por 18 anos o povo esteve sob a pressão de inimigos que os atormenta por negligência à oração. Se o povo reclama, não clama; se apenas chora, não ora. Entretanto, ao orar e clamar, coisas incríveis acontecem:
• Deus levanta alguém mesmo quando não tem ninguém com o perfil adequado (vs. 1-3);
• Deus mostra o nível de comprometimento de um líder para libertar Seu povo de mãos inimigas (vs. 4-11);
• Deus concede dons, sabedoria e habilidades ao líder para alcançar o sucesso almejado por Ele (vs. 12-40).
Cuidado com pré-julgamentos. Quem parece cristão pode ser ou tornar-se pagão; em contrapartida, quem parece não ter perfil para realizar planos divinos pode tornar-se poderoso instrumento de Deus.
Cuidado com interpretações impróprias. Jefté já foi considerado por intérpretes como assassino sem escrúpulo de sua filha; entretanto, creio pessoalmente ser inadmissível tal conclusão. Jefté conhecia os princípios divinos, estava cheio do Espírito Santo, etc. portanto, sua declaração designava oferecer a Deus um sacrifício e consagrar a Deus à primeira pessoa que lhe saísse ao encontro após obter a vitória dependo de Deus.
A verdade é que seguir a vontade de Deus traz prosperidade. A capacidade humana vinculada ao Espírito Santo alcança alturas inimagináveis. Jefté experimentou isso. Tanto é que ele fez uma promessa caso obtivesse a vitória que talvez pensou que nunca precisaria cumpri-la.
Entendeu? Então, compartilhe! – Heber Toth Armí.