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Injustiça. Promiscuidade. Imoralidade. Brutalidade. Sangue. Guerra. Opressão. Humilhação. Retaliação. Sofrimento. Angústia. Clamor, etc. Tudo está presente em nossa sociedade; como esteve nos tempos dos juízes.
• Em Juízes, líderes políticos eram tão corrutos quanto os nossos. Consequentemente, o povo padece, fica sem parâmetros corretos e descamba para o mal.
Sobre o capítulo em apreço, Paul R. House destaca:
“O filho de Gideão, Abimeleque, não possui nenhum escrúpulo … Ele toma o poder e governa por três anos antes de perder a vida nas mãos de uma mulher que atira uma pedra de moinho na sua cabeça […]. Abimeleque não não é escolhido por Deus, não protege o povo, não segue a Lei e não leva a nação a servir ao Senhor […]. É igualmente verdadeiro que os constituintes de Abimeleque como rei são oportunistas interesseiros. São pessoas que, como Abimeleque, não têm qualquer vontade de servir Yahweh, de forma que tanto essas pessoas quanto o rei estão teológica e eticamente falidos. A reação divina é retribuir a impiedade de Abimeleque e de quem lhe outorgou poder”
Reflexão:
• Por que existe na Bíblia o livro de Juízes?
• Que mensagem Deus quer nos transmitir?
• Por que tantos personagens um pior que o outro?
• Que vantagem tem para nós ler sobre pessoas corruptas do passado?
• Por que o Espírito Santo dedicou-se a inspirar essas páginas de relatos tão sangrentos e depravados?
• Que graça tem ler sobre tantas desgraças?
Note o que Arthur E. Cundall observou:
“Muitos acontecimentos em Juízes entristecem ao leitor. Talvez nenhum outro livro da Bíblia demonstre tão claramente a fragilidade humana. Em contrapartida, o livro apresenta sinais inconfundíveis da compaixão e da paciência divina”.
• A Bíblia é como um manual de instrução que visa orientar-nos, repreender-nos, corrigir-nos e salvar-nos. Nela encontramos um Deus disposto a ajudar-nos, por amor, misericórdia e graça. Sendo que a realidade dos tempos dos juízes se assemelha a nossa sociedade, prova que o livro é mais atual que o jornal que ainda circulará amanhã!
“Podemos perceber, ao refletir sobre a vida desses salvadores menores, a necessidade de um Salvador supremo em nossa época atual, alguém de vida pura e capaz de libertar com perfeição, não apenas para esta vida passageira, mas para toda a eternidade” (Cundall).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Por melhores que as pessoas sejam aqui neste mundo, a tendência mais forte será sempre para o mal. Infelizmente… Decepcionante!
A parte boa é que a Bíblia não esconde “os podres” de seus personagens. Observe, nestes dez pontos, as últimas informações sobre o juiz e libertador Jerubaal, conhecido por Gideão:
1. Reclamação dos efraimitas por Gideão não tê-los convidado à guerra (v. 1);
2. Gideão parabeniza os efraimitas por ter ajudado a batalhar contra os inimigos fugitivos (vs. 2-3);
3. Destemidamente, Gideão arrasou Sucote e Penuel por não ajudar seu esgotado exército (vs. 4-17);
4. Após executar dois reis midianitas – Zeba e Salmuna, Gideão partiu para vingar seus irmãos (vs. 18-21).
5. Realizados pelo sucesso de Gideão, os israelitas o convidaram para reinar sobre eles; porém, ele recusou com base teológica (v. 23);
6. A despeito de sua resposta correta sobre reinar, Gideão fez estola sacerdotal, a qual tornou-se objeto de adoração – idolatria – na cidade de Ofra (vs. 24-27);
7. Pelo poder divino, Gideão promoveu a paz em Israel por 40 anos (v. 28);
8. Gideão tornou-se polígamo, tomou para si muitas mulheres. Teve um filho com uma concubina que se tornou líder perverso (vs. 29-31);
9. Após a morte de Gideão, os filhos de Deus descambaram novamente; trocaram a adoração a Deus por deuses fabricados por homens (v. 33);
10. Israel esqueceu-se de Deus e desprezou a família de Gideão, o qual tanto fez pelo povo (vs. 34-35).
Devemos aprender com os acertos e os erros de Gideão. Nem tudo o que Deus revelou em Sua palavra em relação ao comportamento daqueles que Ele usou deve ser aplicado a nossa vida.
Precisamos…
• …começar bem e terminar bem a jornada da fé;
• …pedir discernimento a Deus para enxergar nossas falhas de caráter;
• …de reavivamento e reforma espirituais!
Aprendamos ainda que, a vida é injusta. Gideão foi questionado pelos efraimitas (vs. 1-3), ridicularizado pelos habitantes de Sucote e Penuel (v. 15), e, finalmente, esquecido pelo seu povo (v. 35).
Assim, quando você fizer algo bom pelas pessoas e ninguém reconhecer ou agradecer-te, não fique chateado! Deus faz um espetáculo a cada amanhecer e sua plateia dorme; ou mesmo no entardecer, e Seu povo prefere fazer qualquer coisa, menos contemplar sua obra de arte! – Heber Toth Armí.
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A essência de um fervoroso filho de Deus na Terra e de dependência constante do Deus que pode todas as coisas está em reconhecer que a entrega de ontem não funciona para a guerra de hoje. Independência de Deus hoje resulta em escravidão ao pecado amanhã!
A dependência de Deus hoje deve levar a um maior compromisso amanhã. Assim, Deus agiu pacientemente na vida de Gideão capacitando-o para liderar um grande exército.
“Da noite para o dia, o limpador de trigo se transformou em um autêntico estadista, demonstrando genuínas qualidades de liderança política e comando estratégico. Para combater um antagonista multinacional e multiétnico, conseguiu criar um exército tribal unido pelo mesmo passo comum, fiel ao mesmo Deus e motivado pelo mesmo desejo de assegurar a soberania religiosa e nacional dos hebreus e de seu território” (Elie Wiesel).
Rapidamente Gideão congregou 32.000 soldados. Ainda eram poucos para um exército inimigo com 135.000 soldados bem treinados. O que Gideão não sabia era que o Deus que ele provou sem questioná-lo agora iria colocá-lo à prova também (vs. 1-3).
Deus alegou que 32.000 soldados era demais para enfrentar 135.000 inimigos. Pediu-lhe que despedisse medrosos e tímidos. Surpreendentemente, 22.000 soldados afrouxaram. Coitado de Gideão! Agora, 10.000 contra 135.000. Para piorar, Deus ainda insistiu que eram muitos; deveria reduzir esse número: A segunda prova (vs. 4-6).
Com 300 soldados, Deus venceu para Israel um exército de 135.000 inimigos opressores (veja detalhes nos versos 7-25).
Aplicações pessoais:
1. A liderança que funciona é aquela regida por Deus. Os melhores líderes não são os mais ousados, mais habilidosos ou mais criativos, mas os mais submissos à regência divina.
2. O líder bom é aquele que amadurece permitindo que Deus o conduza pelas provas oriundas de Suas orientações. O desafio colocado por Deus seguido pela fé gera homens e mulheres vitoriosos.
3. Seguir à voz de comando de Deus em toda e qualquer situação é o segredo do verdadeiro e miraculoso sucesso enquanto atravessamos este mundo tenebroso.
4. Deus não precisa de muita gente para fazer milagres neste planeta dominado pelo diabo e seus anjos, Ele precisa de alguém que se dispõe a ser orientado por Ele.
5. Deus age quando Lhe damos permissão total.
“Senhor, opera também em mim!” – Heber Toth Armí.
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