Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de maio de 2019, 0:45
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Leia na Bíblia sobre o rei gordo, que estava na sala de verão confiante, que recebeu punhalada no estômago, donde saiu muita gordura. Seus servos o procuraram; pensaram que ele estava evacuando no banheiro… após algum tempo esperando, entraram e, o encontraram morto…

O livro de Juízes parece muito dramático, a atitude do povo parece bem deplorável. Acontece que tudo é bem compacto; os eventos dos anos são bem resumidos.

O objetivo do autor, supostamente Samuel, está evidente: “o sentido e o significado das narrativas acham-se no ciclo familiar de apostasia, punição, arrependimento, compaixão divina, libertação, e descanso na terra” (Walter C. Kaiser Jr.).

Nas palavras de Merril F. Unger, “Juízes está organizado em torno da ascensão e queda da sorte espiritual de Israel. Israel prosperava, relaxava a sua segurança, pecava, era condenado à dominação estrangeira, voltava-se arrependido ao Senhor, o Senhor enviava um libertador e vinha então um período de paz e prosperidade. Esse ciclo recorrente é instrutivo para os que creem no NT, que podem ser induzidos a seguir o mesmo modelo espiritual”.

1. O desleixo no seguir a tudo o que Deus nos pediu é a raiz de nossos problemas físicos, sociais e espirituais: Além de não expulsar da terra todos os inimigos de Deus, os filhos de Deus envolveram-se em jugo desigual. Pequenas concessões levam a grandes tribulações (vs. 1-6).

2. A prática do pecado rompe o compromisso com Deus. Trocar Deus pelo pecado atrai a ira divina, o povo perde a proteção sobrenatural de Deus e sofre opressão. Contudo, ao clamar a Deus, a resposta vem. Israel clamou e Deus levantou Otniel, irmão caçula de Calebe – o primeiro dos doze Juízes (vs. 7-11).

3. Momentos de paz/bonança são bons, mas podem resultar em ociosidade espiritual – abandono de Deus. Após 40 anos de sossego, na ausência de Otniel, os filhos de Deus caíram novamente em pecado e, após 18 anos servindo ao deus Eglon sofrendo opressão, clamaram a Deus; então, Eúde trouxe libertação como resposta de oração (vs. 15-31).

Altos e baixos espirituais resultam de relacionamento instável com Deus. Instabilidade na fé encontra explicação num compromisso com Deus pautado pela superficialidade.

Deus liberta-nos quando estamos em apuros, mas ter vida espiritual como ioiô não O agrada! Vamo-nos consagrar? – Heber Toth Armí.



JUÍZES 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
14 de maio de 2019, 0:06
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JUÍZES 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
13 de maio de 2019, 0:55
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JUÍZES 2 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
13 de maio de 2019, 0:45
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Valorize tua vida: “Uma pessoa que se privou do conhecimento da Bíblia privou-se da melhor coisa que existe no mundo” (Woodrow Wilson).

Leia o capítulo em apreço e note que sem um bom líder espiritual o povo de Deus tende a fazer o que bem entender. O reavivamento espiritual não é duradouro, o fogo da paixão por Deus esfria se não houver cuidado.

“O reavivamento foi genuíno e operou uma reforma entre o povo. Eles permaneceram leais à aliança que haviam feito. O povo ‘serviu ao Senhor todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram muito tempo depois de Josué e que sabiam todas as obras feitas pelo Senhor’ (Js 24:31). Eles se arrependeram de seus pecados e foram perdoados, mas a semente do mal havia sido semeada, vindo a brotar e dar frutos. A vida de firme integridade de Josué terminou. Sua voz não mais era ouvida em reprovações e advertências. Uma a uma, as fieis sentinelas que haviam cruzado o Jordão depuseram sua armadura. Entrou em cena uma nova geração. Então, o povo se afastou de Deus. Sua adoração foi misturada com princípios errôneos e ambicioso orgulho” (Ellen G. White).

· O mesmo reavivamento deu-se no pentecostes na igreja cristã; o mesmo declínio espiritual deu-se após a morte dos apóstolos.

· O mesmo reavivamento deu-se na reforma protestante; o mesmo declínio deu-se após a morte dos reformadores.

· O mesmo reavivamento deu-se com a pregação das profecias tendo Guilherme Miller como líder; porém, o mesmo declínio deu-se com a morte dos pioneiros adventistas.

No livro de Juízes “o autor antecipa o declínio na introdução do livro (1.1-3-6). Relatam-se mais uma vez o sucesso militar inicial de Israel e fracassos posteriores como lembretes de que Israel chegou a Canaã por consequência da obra de Deus a seu favor (1.1-2-5). Seguindo-se a essa introdução histórica, uma introdução teológica declara que a idolatria levou Israel a abandonar a aliança. Por isso o Senhor decidiu ‘testar’ o povo, ao permitir que os inimigos do povo permaneçam na terra (2.6-3.6)” (Paul R. House).

· Cuide-se!

· Vigie!

· Ore mais!

· Medite na Bíblia!

· Aplica-te a viver os planos divinos!

· Testemunhe!

Livre-se do declínio espiritual! “Senhor, faz-me a pessoa que queres que eu seja: Fervorosa, fiel…” – Heber Toth Armí.



JUÍZES 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
13 de maio de 2019, 0:10
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JUÍZES 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
12 de maio de 2019, 0:55
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JUÍZES 1 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ 
12 de maio de 2019, 0:45
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Se Josué é o livro da vitória, Juízes é o livro da derrota. Se em Josué você vibra com o povo de Deus; em Juízes você se decepciona. Se a história em Josué te enche de alegria e satisfação, em Juízes tem um gosto amargo e triste.

O livro mostra que, quando a humanidade está um caos é porque falta compromisso sério com Deus. Mas, como conhecer a Deus sem conhecer Seu Livro? “Se quisermos ser autênticos discípulos de Cristo, precisamos ir muito além de uma leitura descuidada, rápida e superficial da Bíblia” (Adolfo S. Suárez).

Prepare-se, madrugue-se e desperte para ler Juízes. Aprenderás muito:

1. A morte de um líder espiritual pode resultar em morte espiritual: Josué, o líder destemido, o exemplo fiel, o pregador ousado, firme e apelativo, morreu; então, a espiritualidade de Israel declinou (vs. 1; 2:1-23);

2. Após conquistar mais algumas vitórias e relaxar… o deixar de lutar, acomodar-se e entregar-se a ociosidade física, pode sofrer relaxo, preguiça e acomodação espiritual: Negligenciar desafios a enfrentar, muitos acabam esquecendo de orar, consagrar-se e dedicar-se a Deus. Foi isso que aconteceu a Israel após adentrar à Terra Prometida, embora houvesse terra por conquistar ainda (vs. 2-36).

Embora o livro de Juízes tenha muito que falar da natureza humana que é ingrata, infiel, incrédula, perversa, arrogante, negligente, orgulhosa, idólatra, imoral, corrupta, etc. por causa do pecado, a forte ênfase de livro é no caráter de Deus que é amoroso, bondoso, atencioso, gracioso, libertador, restaurador, paciente, salvador, etc.

O declínio espiritual é gradativo; mesmo na ausência de Josué, o povo ainda consultou ao Senhor por algum tempo (v. 1). “A pergunta ‘Quem (…) subirá, primeiro?’ revela a incerteza do grupo que, então, não tinha líder. Eles reconheciam que cada tribo deveria iniciar a conquista para assegurar a porção da terra concedida por sorteio. Que tribo encorajaria as demais? Eles desejavam um líder apontado divinamente” (CBASD, v. 2, p. 314).

Por buscarem a Deus, os israelitas venceram algumas batalhas; por negligência, deixaram de cumprir todo o plano de Deus a eles. Não acontece o mesmo conosco hoje? Não recorremos mais a Deus quando estamos em dificuldades?

Negligenciar Deus é a nossa derrota. Mas, a busca constante a Deus resulta em constantes vitórias. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
12 de maio de 2019, 0:05
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JOSUÉ 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
11 de maio de 2019, 0:55
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JOSUÉ 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
11 de maio de 2019, 0:45
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Querer a Deus, sem compromisso com Ele, é inaceitável. Querer bênçãos, sem amor ao Senhor, é inconcebível. As últimas palavras de Josué são magistrais e merecem nossa total atenção. Leia-as calma e atentamente!

Deus é o foco principal do discurso de Josué (vs. 3, 5, 6, 8, 10, 11, 12, 13). Toda a história de Israel havia sido regida por Deus. Agora era necessária uma decisão, ou confirmação da decisão já feita. Então, ousadamente, Josué faz o apelo do versículos 15.

A verdadeira religiosidade é uma questão de decisão. Colocando-se como exemplo de liderança familiar e eclesiástica, Josué desafiou o povo de sua época a servir ao Senhor como seu Deus. O desafio estende-se a nós, hoje, também…

• O último capítulo do livro em estudo é claro: Tomar posição e viver a fé com determinação era a maior necessidade do povo de Deus na época de Josué, NOSSA TAMBÉM…

Richard M. Davidson analisa: “Josué é um exemplo para nós em diversos aspectos”:

1. Seu caráter demonstra fidelidade, coragem, força e altruísmo;
2. Sua missão nos ensina que Deus nos convida, como cristãos, para possuir uma herança, para ganhar outros para Cristo, e para vencer o pecado;
3. Sua carreira nos mostra como ser fiel e verdadeiro, não apenas nos momentos de crise, mas também quando tudo vai bem. Até sua última atividade envolveu a criação de um relacionamento entre o povo e Deus.

“A obra de Josué em prol de Israel estava finalizada. Havia seguido inteiramente ao Senhor; e no livro de Deus ele é chamado: ‘o servo do Senhor’” (Ellen G. White). Gene Getz oferece dois princípios da despedida final de Josué:

1. Temos de crer de todo o coração que Deus é o único Deus verdadeiro;
2. Devemos amar a Deus de todo o coração.

A tradição familiar religiosa pode ser grande obstáculo que atrapalha a inteira decisão de servir ao verdadeiro Deus. Contudo, temos o exemplo de Abraão, que abandonou a tradição familiar, a idolatria e o politeísmo para servir ao Deus verdadeiro (v. 3). A graça que o alcançou está disponível hoje também.

Veja a reação do povo e, a morte de Josué nos versículos 16-33.

“Escolhei hoje” – Servir inteiramente a Deus é uma decisão individual diária…

REAVIVEMO-NOS! – Heber Toth Armí.

Escreva o que mais te impressionou lendo o livro de Josué: