Reavivados por Sua Palavra


1 SAMUEL 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
22 de maio de 2019, 0:06
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JUÍZES 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
22 de maio de 2019, 0:06
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JUÍZES 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
21 de maio de 2019, 0:55
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JUÍZES 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
21 de maio de 2019, 0:45
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Crianças precisam de cuidado, amor e tolerância; os pecadores também. É evidente no livro de Juízes o cuidado, o amor e a tolerância de Deus para com Seus filhos imaturos, rebeldes e ingratos.

Embora seja necessário ter fé, ainda é muito mais fácil admitir o caráter de Deus do que assumir quem realmente somos. É por isso que precisamos ler a Bíblia para aplicá-la bem em nossa vida. Para isso, precisamos interpretá-la bem também!

O capítulo em apreço pode ser esboçado da seguinte forma:

1. Dois novos juízes na lista dos libertadores de Israel: Tola e Jair (vs. 1-5);
2. Os canaanitas influenciam mais os israelitas do que são influenciados (v. 6);
3. Deus não cruza os braços e deixa pecados tomarem conta; pelo contrário, Ele reage à maré do mal que se levanta (vs. 7-9);
4. O povo de Deus sabe encontrar o caminho de volta quando as coisas complicam, a situação aperta ou quanto a vida se torna difícil:
a) Confessa pecados (v. 10);
b) Deus ouve e responde (vs. 11-14);
c) Deus renova compromissos arruinados (vs. 15-16);
d) Tem suas necessidades supridas por Deus (vs. 17-18).

A graça divina invade a desgraça humana. Ao tocar o coração que clama na lama da desgraça, a graça opera a fim de restaurar a situação do pecador arrependido genuinamente.

Contudo, a graça pode ser rejeitada, desprezada; consequentemente, qualquer coisa passa a ocupar o coração. A graça divina encontra limites na rejeição humana. Deus não invade onde a decisão levanta a voz dizendo-lhe: “Aqui não”!

O ser humano é complexo, suas atitudes são difíceis de serem interpretadas e suas emoções difíceis de serem analisadas corretamente. Contudo, Deus nos conhece melhor do que nós mesmos. Baseando-se neste capítulo, Ellen G. White escreveu:

“O povo lamentava porque seus pecados lhes haviam acarretado sofrimento, mas não porque tivessem desonrado a Deus”.

Aplicações:

1. Reavivamento e reforma são necessários, reconhecemos; mas, não os buscamos como de fato, deveríamos buscar.
2. Arrependimento é importante, mas o verdadeiro arrependimento nem sempre é perseguido.
3. Deveríamos aprender a buscar a Deus antes que o sofrimento batesse à nossa porta e roubasse a nossa paz.
4. Deus está sempre disposto a ouvir-nos quando clamamos com sinceridade por perdão dos pecados.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
21 de maio de 2019, 0:05
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JUÍZES 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
20 de maio de 2019, 0:55
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JUÍZES 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de maio de 2019, 0:45
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Injustiça. Promiscuidade. Imoralidade. Brutalidade. Sangue. Guerra. Opressão. Humilhação. Retaliação. Sofrimento. Angústia. Clamor, etc. Tudo está presente em nossa sociedade; como esteve nos tempos dos juízes.

• Em Juízes, líderes políticos eram tão corrutos quanto os nossos. Consequentemente, o povo padece, fica sem parâmetros corretos e descamba para o mal.

Sobre o capítulo em apreço, Paul R. House destaca:

“O filho de Gideão, Abimeleque, não possui nenhum escrúpulo … Ele toma o poder e governa por três anos antes de perder a vida nas mãos de uma mulher que atira uma pedra de moinho na sua cabeça […]. Abimeleque não não é escolhido por Deus, não protege o povo, não segue a Lei e não leva a nação a servir ao Senhor […]. É igualmente verdadeiro que os constituintes de Abimeleque como rei são oportunistas interesseiros. São pessoas que, como Abimeleque, não têm qualquer vontade de servir Yahweh, de forma que tanto essas pessoas quanto o rei estão teológica e eticamente falidos. A reação divina é retribuir a impiedade de Abimeleque e de quem lhe outorgou poder”

Reflexão:

• Por que existe na Bíblia o livro de Juízes?
• Que mensagem Deus quer nos transmitir?
• Por que tantos personagens um pior que o outro?
• Que vantagem tem para nós ler sobre pessoas corruptas do passado?
• Por que o Espírito Santo dedicou-se a inspirar essas páginas de relatos tão sangrentos e depravados?
• Que graça tem ler sobre tantas desgraças?

Note o que Arthur E. Cundall observou:

“Muitos acontecimentos em Juízes entristecem ao leitor. Talvez nenhum outro livro da Bíblia demonstre tão claramente a fragilidade humana. Em contrapartida, o livro apresenta sinais inconfundíveis da compaixão e da paciência divina”.

• A Bíblia é como um manual de instrução que visa orientar-nos, repreender-nos, corrigir-nos e salvar-nos. Nela encontramos um Deus disposto a ajudar-nos, por amor, misericórdia e graça. Sendo que a realidade dos tempos dos juízes se assemelha a nossa sociedade, prova que o livro é mais atual que o jornal que ainda circulará amanhã!

“Podemos perceber, ao refletir sobre a vida desses salvadores menores, a necessidade de um Salvador supremo em nossa época atual, alguém de vida pura e capaz de libertar com perfeição, não apenas para esta vida passageira, mas para toda a eternidade” (Cundall).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
20 de maio de 2019, 0:05
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JUÍZES 8 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
19 de maio de 2019, 0:55
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JUÍZES 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de maio de 2019, 0:45
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Por melhores que as pessoas sejam aqui neste mundo, a tendência mais forte será sempre para o mal. Infelizmente… Decepcionante!

A parte boa é que a Bíblia não esconde “os podres” de seus personagens. Observe, nestes dez pontos, as últimas informações sobre o juiz e libertador Jerubaal, conhecido por Gideão:

1. Reclamação dos efraimitas por Gideão não tê-los convidado à guerra (v. 1);

2. Gideão parabeniza os efraimitas por ter ajudado a batalhar contra os inimigos fugitivos (vs. 2-3);

3. Destemidamente, Gideão arrasou Sucote e Penuel por não ajudar seu esgotado exército (vs. 4-17);

4. Após executar dois reis midianitas – Zeba e Salmuna, Gideão partiu para vingar seus irmãos (vs. 18-21).

5. Realizados pelo sucesso de Gideão, os israelitas o convidaram para reinar sobre eles; porém, ele recusou com base teológica (v. 23);

6. A despeito de sua resposta correta sobre reinar, Gideão fez estola sacerdotal, a qual tornou-se objeto de adoração – idolatria – na cidade de Ofra (vs. 24-27);

7. Pelo poder divino, Gideão promoveu a paz em Israel por 40 anos (v. 28);

8. Gideão tornou-se polígamo, tomou para si muitas mulheres. Teve um filho com uma concubina que se tornou líder perverso (vs. 29-31);

9. Após a morte de Gideão, os filhos de Deus descambaram novamente; trocaram a adoração a Deus por deuses fabricados por homens (v. 33);

10. Israel esqueceu-se de Deus e desprezou a família de Gideão, o qual tanto fez pelo povo (vs. 34-35).

Devemos aprender com os acertos e os erros de Gideão. Nem tudo o que Deus revelou em Sua palavra em relação ao comportamento daqueles que Ele usou deve ser aplicado a nossa vida.

Precisamos…

• …começar bem e terminar bem a jornada da fé;
• …pedir discernimento a Deus para enxergar nossas falhas de caráter;
• …de reavivamento e reforma espirituais!

Aprendamos ainda que, a vida é injusta. Gideão foi questionado pelos efraimitas (vs. 1-3), ridicularizado pelos habitantes de Sucote e Penuel (v. 15), e, finalmente, esquecido pelo seu povo (v. 35).

Assim, quando você fizer algo bom pelas pessoas e ninguém reconhecer ou agradecer-te, não fique chateado! Deus faz um espetáculo a cada amanhecer e sua plateia dorme; ou mesmo no entardecer, e Seu povo prefere fazer qualquer coisa, menos contemplar sua obra de arte! – Heber Toth Armí.