Reavivados por Sua Palavra


EFÉSIOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de julho de 2018, 0:45
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EFÉSIOS 3 – O apóstolo Paulo revela mistérios espirituais. Se você almeja conhecê-los, leia Efésios 3 inteiro; depois, reflita nas seguintes observações:
• Por mais inteligente que sejas, não dá para saber o que acontece no Céu, muito menos na mente de Deus; contudo, aqueles que reconhecem suas limitações encontram acessibilidade a estes mistérios na revelação de Deus (vs. 1-3). A Bíblia contém o segredo/mistério de Deus revelado.
• O mais simples e humilde cristão terá compreensão de mistérios que aqueles que ignoram Deus e a Bíblia jamais obterão, ainda que tenha títulos acadêmicos renomados (vs. 4-6). Este mistério é: pessoas do mundo inteiro podem participar ativamente do plano de salvação desenvolvido por Deus.
• Por mais cultas que sejam as pessoas, o evangelho só pode ser conhecido mediante instrumentos (profetas/apóstolos) usados por Deus para transmiti-lo; do contrário, teria permanecido oculto a nós (vs. 7-12). Agora o evangelho descortinado por estas instrumentalidades deve ser anunciado/proclamado pela Igreja Cristã espalhada pelo mundo.
• Por mais espiritual que seja o cristão, revelar/proclamar os mistérios de Deus nunca será tarefa fácil; contudo, com Deus jamais será impossível. Nenhuma tribulação deve desfalecer o cristão; mas através da oração e intercessão o fortalecerão (vs. 13-14).
• Aqueles que aceitam o mistério de Deus devem passar da imaturidade à maturidade. Cristãos verdadeiros se recusam viver a fé superficialmente (vs. 14-21). Como Paulo, cristãos maduros anseiam o amadurecimento de outros na pura essência do Evangelho: Cheios da plenitude de Deus!
Os versículos 14-21 são considerados por Peter T. O’Brien “a intercessão de Paulo por poder, amor e maturidade espiritual”. Dividindo-a em duas partes:
1. Oração pedindo poder, amor e maturidade (vs. 14-19);
2. Doxologia a Deus que pode fazer mais do que pedimos ou imaginamos (vs. 20-21).
William Hendriksen observa: “O apóstolo ora para que os leitores possam concentrar-se tão intensamente e de maneira tão exaustiva na intensidade e glória do amor de Cristo, que cheguem à compreensão de que este amor sempre excede o conhecimento”.
Devemos aprofundar-nos na revelação divina! Crentes devem deixar assuntos periféricos, focar no amor que excede todo entendimento, e proclamá-lo a tantos carentes espalhados pelo mundo!
Procure encher-se da plenitude de Deus, e assim trilhar o caminho do pleno reavivamento espiritual! Ajude outras pessoas a obterem a experiência da plenitude de Deus! – Heber Toth Armí.


EFÉSIOS 3 – VIDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
15 de julho de 2018, 0:10
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EFESIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
14 de julho de 2018, 0:20
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622 palavras

1 Mortos. O ser humano sofre algo mais do que desajustes sociais ou incômodos complexos. O seu estado é de morte espiritual. A situação de degradação humana é parecida com a morte física. Na morte, falta o princípio da vida, essencial ao crescimento e à disposição, e esta é precisamente a condição dos espiritualmente mortos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1115.

2 O príncipe. Isto é, o diabo. Jesus o chama de príncipe deste mundo (Jo 12:31). Os racionalistas creem que Satanás seja apenas uma figura mitológica. O diabo está muito desejoso de que as pessoas creiam que ele não existe. Porém, as Escrituras o apresentam claramente como um ser real (Mt 4:3). CBASD, vol. 6, p. 1115.

Do ar. Provavelmente, significando os céus atmosféricos. A expressão pode destacar o fato de que os seres demoníacos são invisíveis e habitam o ar que rodeia o planeta. CBASD, vol. 6, p. 1115.

8. Pela graça […] mediante a fé. E a graça da parte de Deus e a fé da parte dos seres humanos. A fé aceita o dom de Deus. Somos salvos quando confiamos em Cristo e nos entregamos a Ele. A fé não é a causa da salvação, mas apenas o meio. CBASD, vol. 6, p. 1117.

12 Sem Cristo. Ou, “longe de Cristo”, separados dEle. Paulo não condena os gentios, apenas diz que, como estavam desconectados do Messias, careciam da fonte do poder regenerador. “Sem Cristo” é a antítese trágica da expressão tema repetida muitas vezes: “em Cristo”. CBASD, vol. 6, p. 1118.

14 De ambos fez um. Assim, já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre (GI 3:28). CBASD, vol. 6, p. 1118.

Parede da separação. Literalmente, “parede divisória do muro”. A imagem pode ter sido tomada da barreira que no templo separava  o átrio dos gentios do pátio dos judeus. Além desse limite, nenhum gentio se atrevia a passar. CBASD, vol. 6, p. 1119.

15 Aboliu. Do gr. katargeõ, “cancelar”, “tornar nula e sem efeito”. Este verbo é utilizado em referência à figueira infrutífera que “ocupava inutilmente” (katargeõ) a terra (Lc 13:7) e também para a incredulidade que “torna nula” a fidelidade de Deus (Rm 3:3). CBASD, vol. 6, p. 1119.

Lei dos mandamentos. Geralmente, considera-se que se refere à lei cerimonial. É verdade que a lei cerimonial chegou ao fim na cruz, mas se deve lembrar que o sistema cerimonial, como Deus o deu, não se destinava a criar a inimizade que Paulo descreve nesta passagem. Foram a interpretação que os judeus lhe acrescentaram, as adições que lhe fizeram e as atitudes exclusivistas e hostis que adotaram, como resultado, que se tornaram a base da hostilidade. Os regulamentos adicionais, juntamente com as interpretações envolvidas, serviram para modificar a força e a função dos mandamentos originais ou então para anulá-los. O judaísmo, com seu sistema intrincado de mandamentos e decretos, perdera sua eficácia. Ao aceitar a Cristo e tendo sido removida essa barreira, os gentios, que estavam “longe”, foram “aproximados”. Porém, o término do sistema cerimonial judaico não significou a revogação de todas as leis que Deus havia dado aos judeus. A lei cerimonial, que apontava para Cristo, naturalmente, chegou ao fim quando Cristo cumpriu seus tipos. A lei civil judaica já havia se tornado sem efeito em grande parte com a perda da soberania nacional. Mas os preceitos morais, que são uma transcrição do caráter de Deus, são tão eternos quanto o é o próprio Senhor, e não podem ser revogados. Em todos os seus ensinos sobre o fim do sistema legal judaico, Paulo enfatizou que a lei moral não foi revogada (Rm 3:31). Falando do fim da circuncisão, Paulo teve o cuidado de acrescentar, “mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 1119 e 1120.

22 Sendo edificados. Ou, “sendo construídos em conjunto”, indicando um processo contínuo, quando novos acréscimos são feitos à igreja. CBASD, vol. 6, p. 1122.

by tatianawernenburg



HOJE COMEÇAMOS A LER A CARTA AOS EFÉSIOS!
13 de julho de 2018, 0:58
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EFÉSIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
13 de julho de 2018, 0:20
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457 palavras

1 Vontade de Deus. Paulo não estava tentando aumentar sua autoridade pessoal, mas expressar um claro sentido de vocação e obrigação. Seu chamado procedia diretamente de Deus (Gl 1:15, 16). A firme convicção dele a este respeito era o segredo de seu poderoso ministério, de sua vida cristã consagrada e fonte de sua coragem e fé em meio ao sofrimento. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1105.

5 Beneplácito. Do gr. eudokia, “boa vontade”. Frases como “beneplácito de Sua vontade”, que combinam dois termos abstratos sinônimos, são características do estilo de Efésios. Foi da vontade de Deus elaborar e pôr em funcionamento o plano da salvação, pelo qual todos os que têm fé em Jesus Cristo são adotados como filhos na família de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1107.

11 Feitos herança. Ou, “fomos escolhidos”. Todos os crentes já estão na posse da herança mediante a promessa. A herança do cristão lhe vem como direito pela adoção mencionada no v. 5. Essa herança está em Cristo, que o comprou com Seu sangue. CBASD, vol. 6, p. 1109.

20 Direita. A mão direita é a posição de autoridade. A ideia de que Cristo compartilha Sua autoridade com o Pai está exposta em outras passagens (Jo 1:1; 17:5; At 7:55; Ap 3:21). CBASD, vol. 6, p. 1113.

21 Todo principado […] e domínio. Geralmente se entende que esta enumeração se refere aos poderes angelicais, tanto bons como maus. Cristo é superior a todos os poderes celestiais e terrestres. Ele é o Senhor soberano, com autoridade suprema e universal. Paulo sempre quer deixar claro que Cristo não deve ser considerado como uma divindade subordinada, um conceito que podia ser facilmente aceito, tendo em vista a crescente influência da heresia gnóstica. Ele utiliza termos frequentes nos ensinamentos judaicos daquela época e estabelece a verdade de que Cristo está acima de todos os outros seres, não importa qual seja Sua hierarquia suposta ou real. CBASD, vol. 6, p. 1113.

22 Cabeça sobre todas as coisas. Esta relação inclui mais do que governar. Ser “cabeça”, no sentido que se dá nesta epístola, inclui as ideias de união vital e relacionamento. A cabeça é o centro ativo de todas as funções do corpo. Assim Paulo destaca a ideia de unidade, bem ilustrada pela relação vital entre a cabeça e o corpo. CBASD, vol. 6, p. 1113.

23 Seu corpo. Cristo, a cabeça, é a sede de toda a autoridade da igreja. A analogia entre a igreja e o corpo humano é muito própria. Assim como o corpo é um e a igreja é uma só, ambos são compostos de vários membros e cada um deles tem características e funções particulares. Embora exista uma grande diversidade de dons, isso não é impedimento para a associação e cooperação harmoniosas. Na realidade, apenas quando os membros atuam em estreita relação podem desempenhar as funções próprias de cada um. CBASD, vol. 6, p. 1113.

by tatianawernenburg



GÁLATAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
12 de julho de 2018, 0:45
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GÁLATAS 6 – Deus Pai, ressuscitou a Jesus, o Filho (Gálatas 1:1), O qual nos concedeu, além da liberdade da escravidão do pecado, o Espírito Santo, para que permaneçamos firmes no caminho da salvação (capítulo 5).

A cruz é central no cristianismo, mas o Espírito é essencial para vivermos verdadeiramente o cristianismo. Observe cinco versos em Gálatas referentes à cruz, medite em seu significado:

• Estou crucificado com Cristo (2:20). O crucificado está morto; o crente crucificado com Cristo só está vivo porque a vida que agora tem é pela fé no Filho de Deus.
• Cristo crucificado por mim (3:1). A transgressão e condenação à morte do pecador foram totalmente assumidas por Cristo, sendo Ele absolutamente inocente.
• A carne crucificada para mim (5:24). Vontades carnais, perversões sexuais, imoralidades, interesses pecaminosos, etc. perderam vigor para quem realmente aceitou Cristo, pois o poder do Espírito entrou em vigor (5:25).
• O mundo crucificado para mim (6:14). Todos os atrativos oferecidos pelo mundo perdem o valor para aquele que passa a viver pelo Senhor.
• Eu crucificado para o mundo (6:14). Além do mundo não oferecer mais atrativos, o cristão não é mais atraente para o mundo; a sociedade o despreza, a popularidade se afasta e a prosperidade mundana foge.

Após esse apanhado geral da participação da cruz na religião bíblica, note os pontos do último capítulo de Gálatas:

1. Desfocado de si mesmo, o cristão foca nos interesses de Seu próximo, conforme rege o amor divino em seu coração, visando salvar e restaurar pecadores (vs. 1-2).
2. Crucificado para o eu, tendo Cristo vivendo dentro de si através do Espírito Santo, o cristão viverá como Cristo viveu aqui na Terra: Sendo uma bênção para o próximo, partilhará o bem sem importar a quem (vs. 3-10).
3. A verdadeira conversão carregará a marca da perseguição, não da circuncisão; a marca da glória divina, não da vanglória; a marca da nova vida, não da velha vida de pecado (vs. 11-18).

“Paulo morrera para o mundo, ou seja, ele veio a tornar-se um objeto de desprezo para todos quantos põem sua esperança nos prazeres e tesouros, honrarias e valores mundanos, que afastam a alma para longe de Cristo” (William Hendriksen).

Se quisermos realmente ser reavivados, essa experiência precisa fazer sentido para nós! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
12 de julho de 2018, 0:20
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739 palavras

1 Se alguém for surpreendido. Isto é, se cai é porque a tentação é muito forte. A linha de pensamento do cap. 5 continua sem interrupção. Paulo se refere ao fato de que um cristão pode, em um momento de debilidade ou de descuido espiritual, baixar a guarda. Não é um hipócrita obstinado. Seu propósito era “andar no Espírito”, porém caiu, vencido pela tentação. Havia se empenhado para que o “fruto do Espírito” fosse evidente na sua vida, porém, para sua tristeza, descobriu que retornara a algumas das antigas “obras da carne”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1090.

Brandura. Jesus foi um exemplo de mansidão (Mt 11:29), e aqueles que seguem Seu exemplo serão amáveis e tolerantes ao lidar com seus irmãos. Não criticarão, nem censurarão, nem se apressarão a aplicar sem piedade a disciplina da igreja sobre os que erram, seu zelo pela justiça será temperado com misericórdia. CBASD, vol. 6, p. 1091.

Guarda-te. Não podemos restaurar os outros a menos que sejamos corretos, e não podemos saber se somos corretos, a menos que verifiquemos constantemente nossa vida pelo padrão divino e participemos diariamente da vida de Jesus. Quando procuramos corrigir os defeitos alheios, devemos fazer uma autoanálise. Os que desejam resgatar a seu próximo da correnteza do pecado devem ter seus próprios pés bem plantados em terra firme. A preocupação com nossa posição espiritual diante de Deus é um requisito indispensável antes que nos dediquemos aos quem necessitam de ajuda. CBASD, vol. 6, p. 1091.

5 Fardo. Do gr. phortion, “carga”, “fardo”, algum objeto que se deve transportar. Os “fardos” do v. 2 podem ser deixados de lado com certa facilidade, se for necessário, ao passo que o “fardo” do v. 5 é de tal natureza que, não importa quais sejam as circunstâncias, deve continuar a ser suportado. Cada soldado deverá levar seu próprio equipamento; esta é sua responsabilidade. As vezes, talvez ajude a outros a levar seus fardos. Ele será chamado a dar contas de seu próprio fardo, mas não necessariamente dos fardos dos outros. E digno de louvor aquele que leva os fardos dos outros, mas é indesculpável negligenciar os próprios. CBASD, vol. 6, p. 1092.

7 Zomba. Do gr. muktêrizõ, “zombar”, “levantar o nariz para”. Os que zombam de Deus, considerando levianamente o conselho que Ele envia, terão que sofrer as consequências de sua conduta. CBASD, vol. 6, p. 1092.

9 Se não desfalecermos. Só quem perseverar até o fim pode esperar receber a recompensa por haver praticado o bem. Com frequência, muitos que pareciam ser soldados da cruz têm renunciado à luta cristã e desistido. Vencidos pela tentação ou desanimados no caminho, eles se cansaram de seguir o Mestre. CBASD, vol. 6, p. 1093.

11 Com que letras grandes. O fato de que Paulo escrevera com “letras grandes” sugere que, pelo menos no momento em que ele escreveu aos Gálatas, sua caligrafia estava imperfeita. A grande erudição de Paulo exclui a possibilidade de que o apóstolo não soubesse escrever de modo aceitável. Alguns têm sugerido que sua má caligrafia era o resultado da visão deficiente (2Co 12:7-9; Gl 4:15); outros, que suas mãos tinham sofrido lesões mais ou menos permanentes devido aos maus tratos infligidos pelos seus perseguidores (2Co 11:24-27). CBASD, vol. 6, p. 1094.

14 Longe esteja de mim. Literalmente, “que não seja”, uma afirmação muito vigorosa. CBASD, vol. 6, p. 1095.

O mundo está crucificado. O “mundo” aqui é equivalente a “carne” (Gl 5:16-21). Estes não tinham mais influência sobre o pensamento e a conduta de Paulo. Era como se já não existissem. CBASD, vol. 6, p. 1095.

17 Marcas. Do gr. stigmata, “marca”, assinalando escravos ou outra propriedade com o nome do proprietário ou símbolo de identificação. Por “marcas de Jesus”, Paulo se refere às cicatrizes deixadas em seu corpo pela perseguição e pelo sofrimento (2Co 4:10). Seus opositores insistiam em obrigar seus conversos gentios a aceitar a marca da circuncisão como sinal de sua submissão ao judaísmo. Contudo, Paulo tinha marcas que indicavam de quem ele havia se tornado escravo, e para ele não havia outra lealdade a não ser a Cristo (Gl 6:14). CBASD, vol. 6, p. 1096.

18 Graça. Ao longo da epístola, Paulo destacou o fato de que somente se alcança a salvação por meio da graça, e que ela nunca pode ser conquistada pelas obras. Não há outra maneira de estar em paz com Deus. A graça é mais do que um atributo passivo de Deus; é o amor divino e a bondade divina em ação. Paulo conclui assim seu apelo às igrejas da Galácia, cujos membros ele amava e pelos quais sentia uma solícita preocupação. CBASD, vol. 6, p. 1096.

by tatianawernenburg



GÁLATAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
11 de julho de 2018, 0:20
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536 palavras

1 Não vos submetais. Ou, “não sejais seduzidos”. Os gálatas tinham saído da escravidão aos ídolos quando receberam o evangelho de Paulo. Porém, aceitar os princípios do judaísmo seria retornar a um estado semelhante de escravidão. Isso significava praticamente renunciar por completo a Cristo. Negar ou abandonar a verdade deixa a pessoa vulnerável ao erro e ao pecado. É pecado não fazer o que sabemos ser correto (Tg 4:17). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1079.

2 Nada vos aproveitará. As promessas de Deus pertencem somente aos que as aceitam pela fé, e não aos que se propõem a conquistá-las pelos próprios méritos. As boas obras humanas são sem valor no banco do Céu (Is 64:6). CBASD, vol. 6, p. 1080.

6 A fé que atua. Fé tem obras, mas estas não são as “obras da lei” (Gl 2:16). Assim, excluem-se todas as “obras” realizadas com o propósito de obter justiça. As “obras” que acompanham a fé genuína são inspiradas pelo espírito de gratidão pelo dom da graça divina, pelo amor a Deus e ao próximo (Mt 22:34-40). Tiago fala de obras como essas quando declara que “a fé sem obras é morta” (Tg 2:26). Neste ponto, concordam os ensinamentos de Paulo e de Tiago. Os dois não estão em conflito, como alguns apressadamente concluem. A fé que não produz o “fruto do Espírito” na vida é falsa. A suposta fé que leva a pessoa a se considerar eximida de obedecer à vontade de Deus tal como se expressa no decálogo, que é simplesmente uma breve descrição de como se deve demonstrar o amor a Deus e ao ser humano, é uma falsificação. CBASD, vol. 6, p. 1082.

9 Fermento. A influência dos judaizantes havia começado de forma aparentemente restrita, porém, alcançou proporções surpreendentes. Quando Paulo cita esse provérbio em sua epístola aos Coríntios (ICo 5:6), refere-se ao exemplo contagioso de alguns membros cuja conduta Paulo se sentia compelido a repreender. Se o movimento na Galácia continuasse, com o tempo, toda a igreja cristã teria voltado à prática dos ritos e cerimônias do judaísmo. CBASD, vol. 6, p. 1083.

17 Contra o Espírito. A guerra aparentemente interminável continua, ou seja, a luta entre a inclinação para fazer o bem e a inclinação para fazer o mal. Quando Paulo analisou esse conflito em sua experiência passada, ele viu que a vitória só é possível por intermédio de Jesus Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1086.

18 Não estais sob a lei. Paulo adverte aos gálatas que o Espírito Santo nunca leva as pessoas a buscar a salvação mediante a conformidade com os requisitos do sistema ritual judaico, ou por qualquer sistema de justiça legal. Por outro lado, os que se submetem a uma religião legalista estão em guerra com o Espírito Santo (ver com. de GI 2:16). CBASD, vol. 6, p. 1086.

24 Crucificaram a carne. Ou seja, renunciaram completa e irrevogavelmente a cada tendência natural que não estava em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1088.

26 Possuir de vanglória. Ou, “vaidade”, “egoísmo”. Os cristãos não devem se orgulhar nem mesmo em seu coração de suas realizações espirituais, mas humildemente considerar os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3). CBASD, vol. 6, p. 1088.

Provocando uns aos outros. Nada pode ser mais ofensivo aos outros do que a presunção de que somos mais virtuosos ou superiores do que eles. CBASD, vol. 6, p. 1088.

by tatianawernenburg



GÁLATAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
9 de julho de 2018, 0:58
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1 Ó gálatas insensatos! Os gálatas haviam demonstrado sua falta de entendimento ao ceder à influência dos falsos mestres. Não havia nenhuma razão válida para a decisão de renunciar à salvação pela fé. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1053.

Quem vos fascinou […]? Eles haviam sido enganados. Paulo lhes escreve na esperança de que eles vissem a incoerência e se afastem do erro evidente em que tinham caído. Eles deviam ter sido submetidos a alguma influência além da razão, pois a razão condenaria esse procedimento. Sua escolha, não pode ter resultado do julgamento sóbrio baseado em fatos. CBASD, vol. 6, p. 1053.

7 Filhos de Abraão. Ou seja, seus descendentes espirituais, e não necessariamente segundo a carne. Todos os que têm a mesma fé inabalável de Abraão são considerados seus herdeiros espirituais; são justificados como ele o foi e estão em condições de receber todas as bênçãos prometidas a ele. CBASD, vol. 6, p. 1055.

10 Maldição. A lei de Moisés continha bênçãos maravilhosas para os obedientes (Dt 28:1-14) e terríveis maldições para os desobedientes (Dt 27:15-26; 28:15-68). A mais leve violação das ordenanças da lei era suficiente para resultar em maldição. Mais tarde, o legalismo foi desvirtuado em um minucioso esforço para evitar incorrer na maldição da lei. Porém, mesmo evitando a maldição da lei, na melhor das hipóteses, o indivíduo só conseguiria obter uma justiça legal. Ele ainda não teria alcançado a justificação diante de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1056.

Livro da lei. “A lei” era o título comum aplicado pelos judeus dos tempos do NT aos escritos de Moisés. Esta referência provavelmente seja ao livro de Deuteronômio, em particular, que, às vezes, era chamado de Livro da lei. A citação é de Deuteronômio 27:26, na forma negativa: “aquele que não confirmar”. Paulo a torna positiva: “todos quantos são das obras da lei”. Aqueles que rejeitam o plano divino de salvação por meio da fé nunca poderão atender aos requisitos mínimos da lei. Seus esforços estão fadados ao fracasso. CBASD, vol. 6, p. 1056.

13 Fazendo-Se […] maldição. Nosso Senhor nasceu sob a lei (Gl 4:4) a fim de poder “resgatar os que estavam sob a lei”. Sua morte na cruz expiou as “transgressões que havia sob a primeira aliança” (Hb 9:15), bem como aquelas praticadas depois da cruz. Por isso, Ele tomou sobre Si “a maldição” em que incorreram aqueles que, embora vivendo “sob a lei”, confiavam na expiação que Ele um dia haveria de proporcionar. CBASD, vol. 6, p. 1057.

16 Ao teu descendente. O objetivo da aliança de Deus com Abraão foi a vinda do Messias e a salvação da humanidade. Todas as outras promessas eram acessórias. Havia grandes bênçãos para os israelitas, caso cooperassem com Deus, mas, infelizmente, não cumpriram com sua parte. Por essa razão, perderam o direito de desempenhar sua missão como instrumentos divinos para a salvação do mundo. Apesar de tudo, Deus superou a falha deles, de tal maneira que o Messias veio à Terra na plenitude dos tempos, como filho de Abraão. CBASD, vol. 6, p. 1058.

19 Adicionada. Do gr. prostithêmi, literalmente, “juntar”, “acrescentar”. E por que a lei foi “adicionada” se a aliança abraâmica era suficiente para a salvação? A resposta é: “por causa das transgressões”. A diferença entre os tempos de antes do Sinai e depois não era quanto à existência das grandes leis de Deus, mas quanto à revelação explícita delas. No Sinai, houve uma apresentação concreta da lei moral em duas tábuas de pedra e de outras leis no “Livro da lei”. Mas, nos séculos anteriores ao Sinai, os patriarcas de Deus possuíam, em grande medida, a lei moral escrita em seu coração, portanto, eram conscientes dos elevados padrões morais de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1060.

21 Contrária às promessas. A lei parece incompatível com a aliança. Pode até dar a impressão de ter substituído a promessa da salvação pela fé por um plano de salvação pelas obras. CBASD, vol. 6, p. 1062.

De modo nenhum! Ou seja, “pereça este pensamento!”, “uma coisa dessas nunca poderia acontecer!” Deus foi o autor tanto da lei como das promessas, e Ele não repudiaria Sua promessa incondicional de salvação pela fé em Cristo (Hb 6:17-20). Se assim fizesse, negaria Sua integridade como Deus e demonstraria ser incoerente e indigno de confiança. CBASD, vol. 6, p. 1062.

28 Um em Cristo Jesus. À medida que se põem em prática os preceitos divinos de amor a Deus e ao próximo, os corações humanos se unem em um vínculo íntimo de comunhão mútua, sob a guia de seu Pai, celestial. CBASD, vol. 6, p. 1065.

29 Herdeiros. Os cristãos, como filhos espirituais de Abraão, se tornam “coerdeiros com Cristo” (Rm 8:17). Como Filho de Deus, Cristo é também herdeiro da honra e glória do Céu, e aqueles que creem nEle se tornam herdeiros de uma posição de honra no universo que nunca teria sido possível aos seres criados desfrutar se o Verbo não Se tivesse feito carne (Jo 1:1, 14). CBASD, vol. 6, p. 1065.

by tatianawernenburg



GÁLATAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
9 de julho de 2018, 0:45
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GÁLATAS 3 – Considerar rituais da Lei como superiores ao sacrifício de Cristo é um erro crasso. Apegar-se à Lei mais do que a Seu doador é simplesmente uma perversão do evangelho.

Desprezar o sacrifício de Cristo é uma forte evidência de tolice, de que a pessoa está espiritualmente néscia, desprovida de sabedoria divina. O mesmo se pode dizer daqueles que consideram o sacrifício de Cristo insuficiente para justificá-los. Vamos à Bíblia?

F. F. Bruce sintetiza assim o capítulo em análise:

• Primazia da fé sobre a Lei (vs. 1-6);
• A bênção de Abraão (vs. 7-9);
• A maldição da Lei (vs. 10-14);
• A prioridade e permanência da promessa (vs. 15-18);
• O propósito da Lei (vs. 19-22);
• Liberação da Lei (vs. 23-25);
• Judeus e Gentios são um em Cristo (vs. 26-29).

Além de ter distorcido a relação de um povo em detrimento de outro, “o pecado distorceu a relação entre homens e mulheres (Gn 3:16) e, ao longo das eras, inúmeras mulheres têm sido anuladas e oprimida por homens […]. Homens e mulheres são iguais não só pela criação, mas também pela redenção. Aliás, a criação e a redenção são os dois grandes niveladores dos seres humanos. Tanto homens quanto mulheres foram criados por Deus e, de igual modo, salvos pelo sacrifício expiatório de Cristo na cruz. Não surpreende então que Paulo tenha destacado que não há ‘homem nem mulher’, pois todos são ‘um em Cristo’ (Gl 3:28)” (Alberto R. Timm).

Embora sejam diferentes na sexualidade, em Cristo, homem e mulher estão no mesmo nível de igualdade. Jesus veio para corrigir a disparidade imposta pelo homem na sociedade. “Durante Seu ministério terreno, Cristo respeitou, protegeu e defendeu as mulheres de discriminações de ordem social e religiosa (Jo 4:1-42; 8:1-11). Qualquer forma de abuso sexual e discriminação social contra elas é uma ofensa direta contra o Criador e Mantenedor das mulheres” (Timm).

Em Cristo somos libertos da escravidão moral e social promovidos pelo pecado, somos restaurados para viver em conformidade com os propósitos de Deus traçados em Sua Palavra.

A Lei não nos salva; judaizantes distorceram sua função. Ela visa mostrar nossa situação e o caminho para Cristo, o Libertador. Através da vinda de Cristo, a promessa a Abraão se cumpriu, assim, tornamo-nos filhos de Deus pela fé. Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.