Reavivados por Sua Palavra


I TESSALONICENSES 5
31 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-tessalonicenses/1ts-capitulo-5/

Em I Tessalonicenses 5:1-11 a Segunda Vinda ainda é o tema principal, mas o foco muda. Aqui Paulo não traz muitos detalhes sobre o retorno de Jesus, mas proclama a necessidade de estar constantemente pronto para o julgamento final.

A preparação para a Segunda Vinda tem a ver com investir tempo no estudo da Palavra de Deus (vs. 1-5). Há muitas distrações no mundo de hoje, de trabalhos sufocantes a e-mails que tomam todo o nosso tempo e até uma ampla variedade de entretenimentos. O apelo de Paulo é que coloquemos a Palavra de Deus em primeiro lugar em nossas vidas. Assim não seremos atropelados pelos acontecimentos, não importa a rápida sucessão em que eles ocorram.

Na oração de encerramento (vs. 23-24) Paulo resume um dos temas principais da carta: seu desejo de que os crentes em Tessalônica continuem a crescer em santidade até a Segunda Vinda. O tema do crescimento espiritual continua a ser vital para todas as igrejas ao redor do mundo hoje. Busquemos pois individualmente a santificação, porque a nossa redenção se aproxima.

Jon Paulien
Universidade Loma Linda
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1362
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados31-07-2018.mp3

Áudio online [voz:Valesca Conty]:



I TESSALONICENSES 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
31 de julho de 2018, 0:45
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I TESSALONICENSES 5 – Esta carta inspirada orienta o crescimento e amadurecimento do crente. Nesse aspecto, como observou John Blanchard, “o crescimento cristão requer mais do que conhecimento da Bíblia; ninguém se alimenta decorando cardápio”.

Assim como para matar a fome não adianta decorar receitas, para nutrir a alma não adianta decorar a Bíblia. Então, precisamos viver os princípios revelados nas páginas sagradas mediante o incessante agir do Espírito Santo.

Neste último capítulo de sua carta, Paulo não está enchendo de tantas informações aos crentes de Tessalônica, porque Ele percebe ser mais útil exortá-los a que experimentem viver à luz que já conheciam.

Podemos destacar os seguintes pontos deste capítulo:

1. A vinda do dia do Senhor é certa: Deus virá julgar o mundo, e recompensar os fieis (v. 1).

2. O dia da vinda do Senhor é incerto para nós; contudo, Deus dá dicas de que, quando as pessoas estiverem vivendo as falsas promessas de paz e segurança, experimentariam repentinamente o drama das desgraças de seus pecados (v. 2).

3. O dia do Senhor é de juízo e condenação para os incrédulos, ímpios e rebeldes; em contraste, será um dia de redenção e salvação para aqueles que andam na luz da Palavra de Deus e se preparam para se encontrar com Jesus (vs. 4-11).

a) Deus quer pessoas focadas na revelação, não pessoas envolvidas com preocupações desta vida;
b) Deus quer pessoas esperançosas pelo cumprimento de Suas profecias, não pessoas insensatas com a sensação de que as coisas deste mundo material trarão segurança e proteção.

Após falar do dia vindouro, Paulo aborda questões que preparam seus leitores para o futuro:

• Honrar e respeitar aos líderes espirituais colocados por Deus para administrar sua igreja (vs. 12-13);
• Promover a paz na congregação, orientar, corrigir os indisciplinados, consolar os desanimados, amparar aos fracos, ser paciente e, desestimular a vingança (vs. 13-15);
• Alegrar-se, orar e ser gratos continuamente (vs. 16-18);
• Não apagar o Espírito Santo com uma conduta resistente à obediência à vontade de Deus (v. 19);
• Prezar pelas profecias; examinar tudo para, então, evitar o que é mal (vs. 20-22);
• Praticar a santificação total na vida diária promovida por Deus (vs. 23-24);
• Orar pelos líderes espirituais e ler na igreja as cartas apostólicas (vs. 25-28).

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Agora, escreva como esta carta alcançou teu coração…



I TESSALONICENSES 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
31 de julho de 2018, 0:20
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1372 palavras

1 Tempos e as épocas. Paulo cuidadosamente explica “com respeito aos que dormem” (1Ts 4:13) …, mas, … não propôs discutir a cronologia dos últimos dias. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 253.

2 O Dia do Senhor. Neste versículo, “o Dia do Senhor” se refere ao segundo advento de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 253.

Como ladrão. Pelo uso da imagem de um ladrão, o apóstolo enfatiza a surpresa da segunda vinda, alertando os leitores a estar prontos para a ocorrência em qualquer tempo (ver com. de 1Ts 4:15). CBASD, vol. 7, p. 253.

3 Paz e segurança. Estas palavras, ditas por aqueles que não se prepararam para o retorno do Senhor, se referem à tranquilidade interna e à segurança externa e revelam o estado de satisfação mental dos interlocutores. A calma é indevida porque o desastre está às portas, e o descrente deve aprender com o cristão, que está vigilante, pronto para os eventos dos últimos dias. As Escrituras ensinam que o tempo que imediatamente precede o aparecimento de Cristo será de angústia universal (ver com. de Lc 21:25, 26). CBASD, vol. 7, p. 254.

4 Em trevas. Isto é, em ignorância e, indiretamente, em iniquidade. No NT, a palavra “trevas” é utilizada com frequência para um estado de pobreza espiritual e reprovação (Mt 4:16; 6:23; Jo 3:19; At 26:18; Rm 13:12). CBASD, vol. 7, p. 254.

6 Não durmamos. “Dormir”, neste versículo, indica indiferença à proximidade da vinda de Cristo, uma letargia que impede o cristão de estar preparado para os eventos finais (cf. Mt 25:5). CBASD, vol. 7, p. 254.

Demais. Isto é, os filhos das trevas que estão inconscientes dos terríveis e gloriosos eventos que anunciam o retorno do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 255.

Sóbrios. Paulo … admoesta o cristão a ser constante, temperante, calmo, em vista do grande “dia” que está por vir. CBASD, vol. 7, p. 255.

8 Da fé e do amor. Fé é agarrar a justiça que Cristo transmite ao crente. Amor, o principal atributo do caráter de Deus (1Jo 4:8), é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo de Deus (Rm 5:5). CBASD, vol. 7, p. 255.

9 Porque Deus. Paulo apresenta sua compreensão dos propósitos de Deus como a base da esperança da salvação (v. 8). CBASD, vol. 7, p. 255.

Nos destinou … para alcançar a salvação. A palavra [destinou] se relaciona ao propósito de Deus para com os homens, que é e sempre tem sido benevolente (ver com. de Jo 3:16, 17; 2Pe 1:9). … O Senhor deseja e planeja que todos os homens sejam salvos (ver Is 55:1; Jo 7:37; Ap 22:17) e, ao entregar Seu Filho, possibilitou a salvação. CBASD, vol. 7, p. 255.

10 Durmamos. O estado do cristão morto comparado ao dos crentes vivos no momento do retorno de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 255, 256.

11 Consolai-vos, pois. Paulo mostra que a obra de encorajar os desanimados não é apenas do ministro. Todos os cristãos devem confortar os companheiros. CBASD, vol. 7, p. 256.

Edificai. Por consideração mútua de importantes temas como a vinda do Senhor e a glória da herança dos santos, os membros da igreja devem fortalecer espiritualmente uns aos outros (cf com. de Ml 3:16-18; At 20:32). CBASD, vol. 7, p. 256.

13 Vivei em paz. Esta firme injunção sugere que a unidade da igreja em Tessalônica foi abalada, possivelmente pelo desacordo entre oficiais e leigos. CBASD, vol. 7, p. 256.

14 Desanimados. Do gr. oligopsuchoi, literalmente, “alma pequenas”, isto é, aqueles que tem coração pequeno ou os medrosos. Esses cristãos, possivelmente sobrecarregados com o pesar pelos mortos (1Ts 4:13-18) ou com dúvidas acerca do tempo do retorno de Cristo (1Ts 5:1-11), deviam ser confortados, não repreendidos. Os cristãos deveriam oferecer palavras de conforto e encorajamento às almas tímidas e carentes (Hb 12:12, 13; cf. Gl 6:2). CBASD, vol. 7, p. 257.

15 Retribuir mal por mal. A tendência natural é agir assim, mas o proceder cristão é diferente. Cristo proíbe a retaliação e motiva Seus seguidores a retribuir o mal com o bem (ver com. de Mt 5:38-48 cf. com. de Rm 12:17). CBASD, vol. 7, p. 257.

segui sempre o bem. Paulo sabia que, ao seguirem o bem, teriam pouco tempo para se envolver com o mal. CBASD, vol. 7, p. 257.

17 Orar sem cessar. Um espírito de constante oração deve exalar da vida cristã. A conexão com o Céu nunca dve ser quebrada (ver com. de Lc 18:1). CBASD, vol. 7, p. 257.

18 Em tudo. Isto é, em todas as circunstâncias, de alegria ou pesar. CBASD, vol. 7, p. 257.

19 Apagueis. Do gr. sbennumi, “extinguir”, “apagar”, “asfixiar”, “suprimir”. A palavra é utilizada em relação a apagar fogo (Mt 12:20; Mc 9:44-48; Ef 6:16; Hb 11:34) e à insuficiência de óleo das lâmpadas (Mt 25:8). Como o Espírito está associado ao fogo, o vocábulo sbennumi é especialmente adequado. É possível que alguns membros da igreja tessalonicense, que exercitavam os dons espirituais com entusiasmo, tenham esfriado o ardor (ver com. de 1Co 12:1; 14:1). CBASD, vol. 7, p. 258.

21 Julgai. Deve-se fazer uma discriminação cuidadosa para se distinguir entre o falso e o verdadeiro (ver AA, 263). CBASD, vol. 7, p. 258.

Todas as coisas. Especificamente, a manifestação do Espírito (v. 19, 20). Deus proporcionou testes para determinar se um profeta é genuíno: (1) O verdadeiro profeta deve confessar a Cristo na vida e na palavra (1Jo 4:1-3), bem como reconhecer e confessar a divindade de Cristo (1Jo 2:22, 23). (2) Os ensinos devem estar de acordo com as Escrituras (ver At 17:11; Gl 1:8, 9). (3) O resultado ou fruto de seus ensinos deve ser bom (Mt 7:18-20). CBASD, vol. 7, p. 258.

Retende. O crente não deve apenas testar os dons espirituais. Tendo diferenciado o verdadeiro e o falso, o bom e o ruim, deve reter o bom a despeito de todas as tentações para abandoná-lo. CBASD, vol. 7, p. 258.

22 Abstende-vos de toda forma de mal. Paulo … reconhece que o “mal” tem muitas aparências e alerta os conversos contra as muitas formas em que ele é mascarado. Essa admoestação tem sido utilizada algumas vezes para proibir fazer o que é certo apenas porque parece errado a alguns espectadores. O conselho pode ser adequado em determinadas circunstâncias, mas não é o que o apóstolo está apresentando aqui. Há também muitas exceções a esta regra. Jesus curou no sábado (Jo 5:2-16; etc.) e comeu com os publicanos e pecadores (Mt 9:10-13) CBASD, vol. 7, p. 258, 259.

23 Em tudo. Cada aspecto da existência deve ser submetido ao poder purificador do Espírito de Deus. CBASD, vol. 7, p. 259.

Espírito, corpo e alma. Paulo não está dando um estudo sobre a natureza humana, mas deixa claro que nenhuma parte da vida dos conversos é deixada intocada pelo poder santificador de Deus. … É possível [, entretanto,] ver significado especial nas divisões que Paulo faz. Quanto a “espírito” (pneuma, ver com. de Lc 8:55), pode-se entendê-lo como o princípio superior de inteligência e pensamento com o qual o  ser humano é dotado e pelo qual Deus Se comunica por meio do Espírito Santo (ver com. de Rm 8:16). … Por “alma” (psuche, ver com. de Mt 10:28) … pode-se entender a parte da natureza humana que se expressa por meio dos instintos, das emoções e dos desejos. … O significado de “corpo” (soma) parece evidente. A estrutura corporal (carne, sangue e ossos) é controlada pela natureza superior ou pela natureza inferior. Quando a mente santificada está no controle, o corpo não é maltratado. A saúde floresce. … A santificação que não inclui o corpo não é completa. Nosso corpo é o templo de Deus. Devemos sempre tentar mantê-lo santo e glorificar a Deus nele (1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 7, p. 259.

Irrepreensíveis. Aquele que é santificado será conservado por Deus e apresentado irrepreensível no grande dia da vinda do Senhor (cf. com. de Jd 24). CBASD, vol. 7, p. 260.

25 Orai por nós. Os ministros e os leigos precisam das orações uns dos outros, e ambos devem orar para que nada impeça o avanço da mensagem do evangelho aos confins da terra (T5, 718). CBASD, vol. 7, p. 260.

26 Ósculo santo. No Oriente, o beijo era um modo comum de expressar amor e amizade na saudação (ver Lc 7:45; At 20:37). O “ósculo santo” ou “ósculo de amor” (1Pe 5:14) era símbolo de afeição cristã. CBASD, vol. 7, p. 260.

27 Conjuro. O uso de uma palavra forte (cf. Dt 6:13) indica que alguns dos líderes tessalonicenses estavam relutantes em ler a epístola para todos os crentes, ou que alguns dos membros estavam indispostos a ouvir sua leitura (cf. 2Ts 3:14). CBASD, vol. 7, p. 260.

Seja lida. Isto é, publicamente, diante dos cristãos reunidos (cf. com. de Cl 4:16). CBASD, vol. 7, p. 260.

28 A graça de nosso Senhor. A cristologia do apóstolo se projeta ao longo da epístola. No início (1Ts 1:1) e no final, ele invoca a graça de nosso Senhor Jesus Cristo sobre os crentes. CBASD, vol. 7, p. 260.

Evidência histórica favorece Corinto como a cidade de onde Paulo escreveu esta epístola (ver p. 222). CBASD, vol. 7, p. 260.



I TESSALONICENSES 4
30 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-tessalonicenses/1ts-capitulo-4/

Nos capítulos 4 e 5 Paulo passa do passado para o futuro. Haviam coisas que estavam faltando na fé dos crentes tessalonicenses (1Ts 3:10). Paulo queria ajudá-los a resolver esse déficit. A carta seria o começo do processo, mas o projeto não estaria completo até que Paulo e os tessalonicenses pudessem estar juntos novamente.

Deus se agrada quando nosso caráter e nosso comportamento se alinham com o Seu próprio caráter e comportamento (versos 1-2). Quando somos bondosos e benevolentes espelhamos o caráter bondoso e benevolente de Deus. Quando nos abstemos da imoralidade sexual, mostramos respeito pelo valor que Deus colocou em outras pessoas (versos 3-8).

Paulo se volta, então, nos versos 13-18, para os eventos do tempo do fim, não para estabelecer todos os detalhes do que acontecerá, mas para lidar com uma situação de profunda tristeza da vida real. O tema principal da passagem é, talvez, a “união.” Os vivos e os mortos serão reunidos para que possam estar todos “juntos” com o Senhor. A solução para a dor profunda é a esperança do relacionamento contínuo por toda a eternidade.

Jon Paulien
Universidade Loma Linda
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1361
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados30-07-2018.mp3

 



I TESSALONICENSES 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
30 de julho de 2018, 0:45
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I TESSALONICENSES 4 – Se o futuro, conforme apontado pela Bíblia, não estiver em nossa mente no presente, nossa perspectiva de vida será deprimente.
 
Álvaro César Pestana sintetiza os seguintes pontos. Observe-os com atenção: Os cristãos…
 
• …devem manifestar santidade na vida sexual, reservando o exercício da mesma para o casamento. Deus é juiz nesta questão (vs. 1-8);
• …devem viver em amor fraternal, mas não devem abusar ou ser abusados nesta questão. Amor fraternal não nos permite viver como desocupados à custa da irmandade (vs. 9-12);
• …vivem consolados e animados pela segunda vinda de Jesus. Tal fato nos dá força para viver de modo disciplinado no presente (vs. 4:13-5:11).
 
“O capítulo 4 marca uma mudança. Paulo deixa de olhar para trás e começa a contemplar o que está a sua frente. Seu assunto é caracteristicamente prático. Se nos três primeiros capítulos ele esteve lembrando proveitosamente aos mesmos como haviam sido salvos, nesses dois capítulos seguintes ele lhes ensina como devem viver”, diz J. Sidlow Baxter.
 
Cristianismo não consiste apenas em crer no evangelho, mas em vivê-lo na prática. E, prática cristã não resulta de mero conhecimento da revelação divina, mas de assimilar à vida os princípios revelados. Sem essa compreensão não pode haver progresso nem reavivamento espiritual (vs. 1-2).
 
O crente recebe o Espírito Santo em seu batismo, O qual santificará a vida e o corpo do cristão. Sendo assim, é abominável qualquer tipo de sexo fora do casamento. O chamado de Deus é para sair da impureza para a santidade e cada um deve honrá-lO através do seu corpo, pois Deus julgará isso antes da segunda vinda de Cristo (vs. 3-8).
 
Mesmo após ter falado sobre o amor nos relacionamentos que deve haver entre os crentes, Paulo reitera sabendo de sua relevância. Isso traz suas implicações (vs. 9-18):
 
1. O cristão não vive para perturbar as pessoas;
2. O crente trabalha para suprir suas necessidades e ainda ter para cuidar dos outros;
3. O converso viverá à altura que impactará a vida dos incrédulos;
4. O filho de Deus não será ignorante com respeito aos mortos: Saberá que…
• …ninguém vai morto ao céu;
• …ao Cristo voltar no mundo, vivos e ressuscitados fieis serão arrebatados;
• …a esperança bíblica acompanhará aos cristãos nos momentos mais críticos.
 
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


I TESSALONICENSES 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
30 de julho de 2018, 0:25
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I TESSALONICENSES – COMENTÁRIOS SELECIONADOS II – v. 13 a 18
30 de julho de 2018, 0:25
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Parte I: https://reavivadosporsuapalavra.org/2018/07/30/i-tessalonicenses-4-comentarios-selecionados-i/

1434 palavras

13 Não queremos. O apóstolo aborda um novo tópico: o destino dos cristãos mortos em relação ao retorno de Cristo. Pode ser que Timóteo, ao retornar de Tessalônica (1Ts 3:6) , tenha trazido notícias de que os membros da igreja estavam preocupados com o destino daqueles que faziam parte do grupo, mas morreram depois de convertidos. Como compartilhariam das glórias do reino de Cristo em Sua vinda? Paulo passa a considerar o assunto em detalhes (1Ts 3:13-18) e lida com o tópico relacionado: o tempo da vinda de Cristo (1Ts 5:1-11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 247.

Aos que dormem. Do gr. koimao, “dormir”, “morrer”. … Cristãos morriam continuamente. As inscrições gregas demonstram que uma sepultura era conhecida às vezes como koimeterion, palavra utilizada também para um dormitório ou quarto de dormir. No uso cristão pensava-se na morte como um sono, aguardando a manhã da ressurreição. CBASD, vol. 7, p. 244.

Para não vos entristecerdes. Parece que os tessalonicenses sofriam desnecessariamente por aqueles que morreram depois de aceitar o evangelho. Os que permaneceram temiam que o falecido perdesse a gloriosa experiência que os cristãos esperavam desfrutar no retorno de Cristo. Paulo devota os v. 13 a 18 para desfazer esse mal-entendido e para consolar os crentes. … Paulo não está mostrando aversão ao pesar natural. Ele ensina os crentes a não imergir em desesperadora tristeza humana, mas a erguer a cabeça em expectação da reunião com os amados que partiram na época do retorno do Senhor e da ressurreição. CBASD, vol. 7, p. 247, 248.

Como os demais. … os não cristãos. CBASD, vol. 7, p. 248.

14 Se cremos. O grego mostra que não há expressão de dúvida. A cláusula condicional considera como verdade a morte e ressurreição de Jesus. … A morte e ressurreição de Jesus dão ao cristão uma firme esperança de ressurreição (ver Jo 14:19; ver com. de 1Co 15:20-23). Logo, os tessalonicenses não deveriam se desesperar quando seus amados morressem. CBASD, vol. 7, p. 248.

Em sua companhia. Isto é, com Jesus, da sepultura. Paulo chega ao ponto crucial da resposta aos tessalonicenses angustiados. Eles estavam preocupados com o destino dos mortos. O apóstolo lhes assegura, numa declaração categórica, que Deus planejou que os cristãos que morreram fossem ressuscitados assim como Jesus. Essas palavras garantiram aos crentes que seus amados não foram esquecidos. Essa convicção inspirada satisfaria as inquietações e lhes daria descanso mental. … Deve-se observar que Paulo está preocupado principalmente com o fato de que os justos mortos não foram esquecidos, não com os detalhes cronológicos da ressurreição. Estes são apresentados em 1 Coríntios 15:23: “Cristo, as primícias, depois, os quer são de Cristo, na Sua vinda.” … Alguns ensinam que Paulo fala de almas desencarnadas que ascenderão ao Céu na morte e retornarão com Jesus quando Ele vier à Terra na segunda vinda. No entanto, a Bíblia não ensina em nenhum lugar que a alma humana é imortal e que ascende ao Céu na morte (ver com. de Mt 10:28; Lc 16:19-31; 2Co 5:2-8). Além disso, a interpretação está completamente fora de harmonia com o contexto. Paulo não fala de almas imortais, mas dos “que dormem” (v. 13), dos “que em Jesus dormem” (v. 14, ARC), “os mortos em Cristo” (v. 16). Os “mortos em Cristo” ressuscitarão (v. 16), não descerão. Os vivos não são descritos como os que precedendo, com referência a estar com o Senhor (v. 15). Todos entrarão no reino juntos (v. 17). Se os mortos precedessem os vivos e passassem algum tempo com o Senhor antes da ressurreição, a linguagem do apóstolo não teria sentido, na verdade, seria absurda. O conforto seria inapropriado. Paulo deveria ter dito aos tessalonicenses aos tessalonicenses para dispersar todas as preocupações porque seus amados estavam desfrutando a paz do Céu. No entanto, não foi o que Paulo fez. Ele não podia fazer isso. Seu ensino estava em harmonia com o do Senhor (ver com. de Jo 14:3). Alguns comentaristas, vendo os problemas envolvidos, sem reserva admitem que “não se fala aqui das almas desencarnadas” (Jamiesen, Fausset e Brown). CBASD, vol. 7, p. 248, 249.

15 Nós, os vivos, os que ficarmos. Isto é, aqueles que, em contraste com os justos mortos, permanecerão vivos até o retorno de Cristo. Aqui, Paulo parece expressar uma esperança de que ele e os conversos a quem está escrevendo estarão vivos quando Cristo vier, uma esperança comum aos cristãos de todas as épocas. No entanto, ele não afirma explicitamente que viverá até aquele grande dia (ver Rm 13:11; 1Co 10:11; Fp 4:5; Tt 2:13; ver nota adicional do com. de Rm 13). CBASD, vol. 7, p. 249.

Vinda, Do gr. parousia (ver com. de Mt 24:3). A palavra parousia algumas vezes foi utilizada para a chegada de um general romano para celebrar uma procissão triunfal pelas ruas de uma cidade. A palavra é adequada para descrever o retorno triunfal de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 249.

De modo algum precederemos. Do gr. phthano. Paulo assegura aos leitores que os cristãos vivos não se unirão ao Senhor antes daqueles que dormiram. … Este ensino deixa claro o verdadeiro estado daqueles que morreram “em Cristo”. Eles estão adormecidos, aguardando a vinda do Senhor. Ainda não foram unidos ao Senhor, mas, como os cristãos vivos, aguardam o segundo advento para a tão esperada união com o Mestre (cf. Jo 11:23-25). Nenhuma classe tem precedência sobre a outra; ambas serão levadas juntas em glória ao Senhor na Sua vinda. CBASD, vol. 7, p. 249.

16 O Senhor mesmo. Cristo não enviará um substituto, nem virá espiritualmente. Ele virá pessoalmente. O mesmo Jesus que ascendeu ao Céu descerá de lá. CBASD, vol. 7, p. 249.

Arcanjo. Do gr. archaggelos, “anjo principal”, “primeiro anjo”, composto de archi, um prefixo que denota “liderança” ou “importância” e aggelos, “anjo”, portanto, “o líder dos anjos”. No NT, a palavra archaggelos ocorre apenas aqui e em Judas 9, em que Miguel é declarado o arcanjo. Este Comentário apoia o ponto de vista de que Miguel é nosso Senhor, Jesus Cristo (ver com. de Dn 10:13; Jd 9; Ap 12:7). Esta interpretação possibilita conceber a voz de Cristo como a voz do arcanjo, sendo ouvida enquanto Ele desce (ver com de Jd 9). CBASD, vol. 7, p. 250.

E os mortos em Cristo. A expressão “os mortos em Cristo” é utilizada aqui para distinguir os santos que dormem das outras duas classes de pessoas: (1) os ímpios mortos que, em massa, não serão ressuscitados na segunda vinda de Cristo; (2) os cristãos vivos aos quais é assegurado que os amados mortos não estarão em desvantagem quando Jesus regressar, mas receberão atenção prévia ao serem ressuscitados primeiro e, assim, colocados em pé de igualdade com os santos vivos. CBASD, vol. 7, p. 250.

17 Arrebatados. Do gr. harpazo, “arrebatar” (ver com. de At 8:39; Fp 2:6; Ap 12:5). De harpazo, por meio do verbo do latim rapio, é derivada a palavra “rapto”, um termo que alguns utilizam num sentido teológico técnico para descrever o arrebatamento dos santos que Paulo menciona aqui. Aqueles que utilizam a palavra “rapto” ensinam que a aparição audível e visível de Cristo de Cristo com poder e grande glória será precedida alguns anos antes por Sua vinda de modo secreto e invisível nos ares para arrebatar Seus santos, enquanto o restante da população vive durante um período marcado por uma tribulação sob o governo do anticristo. No entanto, esta passagem, com a qual eles descrevem a vinda secreta, anuncia a vinda de Cristo com uma “palavra de ordem”, a “voz de arcanjo” e a trombeta de Deus” (v. 16) e dificilmente representa um evento secreto. … A trombeta também é mencionada em Mateus 24:30-31, num contexto que claramente descreve a vinda visível… As duas passagens [Mateus 24 e I Tessalonicenses 4] caracterizam um único evento que ocorrerá num determinado momento. Esse é o ensino uniforme de todas as Escrituras (sobre determinados conceitos falsos em que baseia o arrebatamento secreto, ver Notas Adicionais a Apocalipse 20, Nota 2).  CBASD, vol. 7, p. 251.

Para o encontro com o Senhor. No momento do encontro, o desejo mais estimado do cristão será realizado: ele estará unido Àquele a quem ama acima de todos os outros (cf. com. de Fp 1:23). CBASD, vol. 7, p. 251.

Estaremos para sempre com o Senhor. Paulo não tenta levar os leitores mais além do momento extático do encontro. Os discípulos de todas as épocas estarão finalmente unidos com o Mestre, o futuro está seguro. Não há necessidade nesta conjuntura de escavar o que está adiante. No entanto, sabemos de outras escrituras que depois da união os redimidos continuarão a jornada iniciada e seguirão com Cristo para o lar celestial (ver com. de Jo 14:2, 3). Dessa forma, estarão “para sempre com o Senhor”. CBASD, vol. 7, p. 251.

18 Consolai-vos … uns aos outros com estas palavras. É mais que uma sugestão. De modo carinhoso, o apóstolo ordena que os crentes meditem nestas “palavras” (v. 13-17), para perceber a importância do conforto e de compartilhar essa consolação uns com os outros, afim de que todos fossem encorajados pela mensagem. CBASD, vol. 7, p. 251, 252.



I TESSALONICENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS I – v. 1 a 12
30 de julho de 2018, 0:20
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793 palavras

1 Nós vos rogamos. Em vez de recorrer à autoridade apostólica e distribuir ordens aos ouvintes, com tato e humildade, Paulo solicita-lhes que ouçam e se dirige a eles como irmãos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 243.

3 Santificação. Do gr. hagiasmos (ver com de Rm 6:19). A vontade de Deus … pode ser cumprida apenas com nossa completa consagração. Cristo morreu para possibilitar nossa santidade (Ef 5:25-27), mas esse resultado não é obtido num momento. A justificação é efetuada momentaneamente, quando o pecador arrependido aceita o perdão de Deus, o que não ocorre com a santificação, que é obra contínua da graça (ver com. de Rm 12:1, 2). “Não é obra de um momento, uma hora, um dia, mas da vida toda” (AA, 560). CBASD, vol. 7, p. 243, 244.

Abstenhais. Deus espera que o cristão se mantenha longe do pecado e não se exponha à tentação (ver com. de 1Co 6:18). CBASD, vol. 7, p. 244.

Prostituição. Em nossos dias, quando os padrões de conduta sexual são diminuídos, a castidade é considerada antiquada e os divórcios são frequentes, essa imposição merece atenção escrupulosa de cada professo seguidor do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 244.

5 Lascívia. A expressão “desejo de lascívia” pode ser traduzida como “paixão do desejo”. CBASD, vol. 7, p. 245.

6 Nesta matéria. Paulo … claramente lida com pureza sexual. … o apóstolo se mantém no assunto nos v. 3 e 7, e ,,, cuidadosamente afirma que a fornicação é uma forma de roubo, uma vez que toma o que pertence ao outro. CBASD, vol. 7, p. 245.

Testificamos. Paulo tinha alertado fielmente os conversos contra as influências corruptoras presentes na sociedade. Tal admoestação solene precisava ser levada a sério pela igreja de Deus na atualidade, cercada como está pelas influências de uma sociedade corrupta. CBASD, vol. 7, p. 245.

Vingador. Aquele que forma o laço o qual une esposo e esposa, também cuida deles (ver Mt 19:5, 6). … Paulo relembra seus leitores que o pecado, especialmente o tipo do qual ele trata aqui, não permanecerá sem punição. Essa declaração é dada como a primeira razão para não defraudar o irmão. CBASD, vol. 7, p. 245.

7 Chamou. Ver com. de 1Ts 3:12. O chamado de Deus é uma razão poderosa para os filhos de Deus se absterem de qualquer impureza (ver com. de 1Co 6:18-20; 1Pe 1:14-16). CBASD, vol. 7, p. 245.

Santificação. A santidade deveria caracterizar cada aspecto da vida do cristão. CBASD, vol. 7, p. 2436.

8 Rejeita. Aquele que rejeita o conselho de Paulo (v. 3-7) rejeita a palavra de Deus. CBASD, vol. 7, p. 246.

Vos dá. Paulo não fala de sua inspiração pessoal pelo Espírito Santo, mas da provisão que Deus tem feito para Seu povo ser vitorioso sobre todas as formas de pecado. O Senhor não chamou Seus filhos apenas à santidade e lhes concedeu ordens explícitas contra a impureza, mas concedeu poder para alcançarem Seu alto padrão. Assim fortalecido, o cristão é capaz de superar todos os obstáculos na busca de um caráter como o do Mestre (cf. Ef 3:16-19; Fp 4:13; Cl 1:11). CBASD, vol. 7, p. 246.

9 Amar-vos uns aos outros. O propósito da instrução divina é promover o amor fraternal no coração dos crentes (cf. com de 1Ts 3:12). O amor fraternal fervoroso é uma das mais fortes evidências de conversão (AA, 262). CBASD, vol. 7, p. 246.

10 Na verdade, estais praticando. Os tessalonicenses já tinham demonstrado amor para com os crentes do norte da Grécia, e Paulo os elogiara no início da epístola pela “abnegação do vosso amor” (ver com. de 1Ts 1:3). CBASD, vol. 7, p. 246.

Progredirdes cada vez mais. O amor que os tessalonicenses exibiam ainda não era perfeito. O apóstolo solicitou-lhes que se empenhassem em realizações ainda maiores. O caminho do cristão é de progresso contínuo. Apenas quando amamos uns aos outros plenamente é que o amor de Deus é aperfeiçoado em nós (1Jo 4:12, 20, 21). CBASD, vol. 7, p. 246.

11 Tranquilamente. Isto é, ter uma vida sossegada, viver com calma. Havia fanatismo entre os crentes tessalonicenses. … A partir do contexto e do teor da epístola, parece que esses pontos de vista inquietantes estavam ligados à doutrina do segundo advento (ver 1Ts 4:13-18; 5:1-11; cf. AA, 228, 229). CBASD, vol. 7, p. 246.

Cuidar do que é vosso. Dá-se a impressão que alguns membros da igreja tinham se intrometido em assuntos alheios, possivelmente, até mesmo em assunto da igreja (cf. com. de 2Ts 3:11, 12). CBASD, vol. 7, p. 247.

Trabalhar. … parece que alguns estavam ensinando que, em vista do segundo advento, era muito tarde para ocupações comuns. Como resultado, alguns pararam de trabalhar pela subsistência e, para sustento próprio, dependiam da generosidade dos irmãos. CBASD, vol. 7, p. 247.

12 Dignidade. A admoestação não se refere a relações comerciais, mas a ter uma vida cristã consistente, tomando conta dos assuntos pessoais e trabalhando diligentemente para se sustentar. CBASD, vol. 7, p. 247.

Para com os de fora. A coerência na vida cristã é um testemunho ao mundo descrente. CBASD, vol. 7, p. 247.

De nada venhais a precisar. O cristão deve ter como objetivo ser independente, não depender de outros para sustento pessoal. CBASD, vol. 7, p. 247.

 

Parte II: https://reavivadosporsuapalavra.org/2018/07/30/i-tessalonicenses-comentarios-selecionados-ii-v-13-a-18/



I TESSALONICENSES 3
29 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-tessalonicenses/1ts-capitulo-3/

O tema principal deste capítulo é o mesmo do capítulo anterior (1Ts 2:13-3:13): a amizade. Havia um vínculo emocional profundo entre Paulo e os tessalonicenses. Mas o relacionamento deles era mais do que uma ligação emocional – era uma amizade duradoura (1Ts 2:19-20; 3:13). Essa não era apenas uma relação de conveniência para o bem do evangelismo – Paulo tinha a intenção de continuar próximo a eles por toda a eternidade.

Uma razão pela qual Paulo anseia tanto rever os tessalonicenses é porque ele os vê como uma validação do seu ministério. Quando Jesus voltar os tessalonicenses serão sua alegria diante de Jesus (2:19-20). Paulo não se contentava em ser salvo, ele também queria evidências de que sua vida tinha feito diferença na vida dos outros. A igreja precisava de Paulo, mas Paulo também precisava da igreja.

O objetivo final de Paulo é ser declarado sem culpa por Deus no julgamento final (3:11-13). Mas igualmente importante para ele, é que a Segunda Vinda será uma reunião gloriosa de familiares e amigos, cujos relacionamentos durarão por toda a eternidade por causa do que Jesus fez. Os relacionamentos cristãos não têm data de validade. Eles são projetados para durar para sempre.

Jon Paulien
Universidade Loma Linda
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1360
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/05
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados29-07-2018.mp3

Audio online [Valesca Conty]:



I TESSALONICENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
29 de julho de 2018, 0:20
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854 palavras

1 Pelo que. Isto é, devido ao intenso amor e aflição do apóstolo por seus conversos e a contínua frustração de Paulo nas tentativas de retornar a Tessalônica. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7. p. 238.

Ficar sozinho em Atenas. O relato informa que, quando Paulo foi forçado a deixar a Macedônia, “Silas e Timóteo continuaram ali” (At 17:14). Ao chegar a Atenas, o apóstolo sentiu o tremendo desafio apresentado pela culta metrópole pagã e sentiu necessidade de auxiliadores fiéis. … O relato em Atos … sugere que Timóteo foi, e que o enviaram de volta à Macedônia quase imediatamente para ministrar aos crentes tessalonicenses. Paulo ficou sozinho em Atenas. Essa decisão deve ter sido a mais difícil para ele. O grande sacrifício que o apóstolo estava disposto a fazer, privando-se do companheirismo e auxílio de Timóteo indica a urgência das necessidades dos tessalonicenses. Depois da visita, Timóteo e Silas se encontraram com Paulo em Corinto (At 18:5). CBASD, vol. 7. p. 238.

2 Para confirmar-vos. O principal objetivo da visita de Timóteo era fortalecer e confirmar os crentes, para que nenhum voltasse atrás. CBASD, vol. 7. p. 238.

Exortar-vos. O segundo propósito na missão de Timóteo era exortar os crentes. Isso incluiria uma revisão acerca do que foram ensinados, uma ampliação dos horizontes doutrinários e fortalecimento da experiência cristã diária. Tudo isso estã incluído na frase “em benefício da vossa fé”. CBASD, vol. 7. p. 238.

3 Se inquiete com estas tribulações. Paulo conhecia os perigos que a perseguição local apresentava aos tessalonicenses , e esperava fervorosamente que o ministério de Timóteo os impediria de enfraquecer na fé. … Paulo previa as difíceis circunstâncias em que seus conversos teriam que praticar a fé. CBASD, vol. 7. p. 238.

Estamos. A percepção de que Deus sabia da perseguição que estavam sofrendo, e que ela desempenhava parte importante em Seu plano para a vida deles, fortalece os cristãos para enfrentar a aflição. As provações que nosso Pai permite são meios necessários para a salvação, dirigidas e amenizadas para tal fim (1Co 10:13). O caráter é aperfeiçoado pelas provações, e os cristãos não devem se rebelar no processo de refinamento (ver com. de Ml 3:3; At 14:22; 2Tm 3:12; 1Pe 2:21; 4:12, 23). CBASD, vol. 7. p. 239.

5 Foi por isso. Embora Paulo soubesse que os tessalonicenses seriam perseguidos, não aceitou de modo indiferente essa convicção. ele amava seus filhos espirituais e estava ansiosopelo bem-estar deles. Por esta razão, enviou um mensageiro pessoal para lhe trazer em primeira mão as notícias sobre eles. CBASD, vol. 7. p. 239.

6 Grata lembrança de nós. Paulo temia que as interpretações errôneas dos judeus tivessem voltado os tessalonicenses contra ele, quando se ausentou. As notícias de que ainda pensavam nele com carinho e ansiavam vê-lo foi muito reconfortante ao apóstolo, que declara retribuir ao anseio (cf 1Ts 2:17, 18). CBASD, vol. 7. p. 239.

7 Fomos consolados. Paulo foi muito cuidadoso em encorajar outros e então foi confortado pelos que ajudava. Do mesmo modo, os atuais ministros de Deus devem ser animados. O melhor encorajamento que um coverso pode dar a quem o levou ao Salvador é estar firme no caminho cristão. CBASD, vol. 7. p. 240.

8 Se é que estais firmados. Paulo declara que enquanto os tessalonicenses permanecessem firmes, ele e seus companheiros desfrutariam vida no sentido cristão mais pleno. CBASD, vol. 7. p. 240.

9 Que ações de graças …? Paulo deseja agradecer o testemunho exemplar Não às pessoas, mas a Deus, que possibilitou a vida vitoriosa deles. CBASD, vol. 7. p. 240.

10 Orando noite e dia. Neste versículo, há um vislumbre da vida de oração do apóstolo. … como o sumo sacerdote, ele carregava os conversos em seu coração continuamente (ver com de Êx 28:29). CBASD, vol. 7. p. 240.

12 Faça crescer. O apóstolo queria que o ardente amor que sentia pelos tessalonicenses fosse reproduzido no coração deles em benefício de outros. Amor ardente uns pelos outros é um sinal para o mundo sobre a genuidade da religião cirstã. Esse é um claro ensino de Cristo (Jo 13:34, 35). CBASD, vol. 7. p. 241.

13 Confirmado. Paulo estava confiante que Cristo firmaria o coração dos crentes, e reconhecia que os tessalonicenses não poderiam realizar a obra por si próprios. CBASD, vol. 7. p. 241.

Santidade. Isto indica a esfera em que Cristo torna os crentes inculpáveis. Ele os capacita a viver vida santa para que consigam permanecer em pé e sem censura diante do Juiz do universo. Estar “confirmado em santidade” representa o mais alto padrão ético e espiritual. O apóstolo crê que tal padrão pode ser alcançado pela graça que Cristo provê àqueles que crescem em amor. Crer menos que isto seria negar o evangelho. CBASD, vol. 7. p. 241.

Na presença de nosso Deus. O desejo do apóstolo em favor de seus conversos é que eles estejam livres de qualquer falha em questões espirituais. CBASD, vol. 7. p. 241.

Na presença de nosso Deus. a preocupação de Paulo é que seus conversos sejam julgados irrepreensíveis, não pelos homens que são falíveis, mas por Deus, que perscruta os corações e sabe o que está na mente. CBASD, vol. 7. p. 241.

Vinda. Do gr. parousia (ver com. de Mt 24:3). A vinda de nosso Senhor é um dos temas principais desta epístola (ver 1Ts 1:10; 2:19; 4:16; 5:23). Nesse cenário, Paulo vê o dia da vinda de Cristo como as época quando o caráter do crente deverá ser confirmado. então, não haverá possibilidade de mudança. CBASD, vol. 7. p. 241.