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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/18
O profeta Micaías é mencionado na Bíblia apenas nessa história, mas foi um grande homem. O ímpio rei Acabe queria lutar contra os sírios que ocupavam Ramote-Gileade (ver 1Rs 22:3) e o bom rei Josafá se juntou a ele imprudentemente. Josafá sugere, então, que busquem o conselho de Deus antes de irem à batalha. Acabe concorda e chama seus 400 profetas bem treinados.
“Subam”, eles gritam num bem remunerado uníssono. “Deus entregará os inimigos nas mãos de vocês!”
Josafá quer ouvir a voz de um verdadeiro profeta, alguém verdadeiramente conectado com Deus. Acabe finalmente manda chamar Micaías. Aqueles que o trazem sussurram: “É melhor você falar apenas palavras de encorajamento.”
As respostas de Micaías são uma inspiração para qualquer servo de Deus ainda hoje: “o que meu Deus disser, isso falarei” (v. 13). E, de fato, ele diz claramente ao rei Acabe: “Vi todo o Israel disperso pelos montes, como ovelhas que não têm pastor” (vers. 16). Ele profetiza a morte do rei Acabe.
Um dos falsos profetas bate-lhe no rosto. O rei de Israel envia Micaías para a prisão. Ele simplesmente responde: “Se voltares em paz, não falou o Senhor, na verdade, por mim. Disse mais: Ouvi isto, vós, todos os povos!” (verso 27).
Coragem! Compromisso total com a verdade! Disposição de permanecer sozinho pelo que é correto! Isto é o que Deus espera de você e de mim.
Sejamos corajosos!
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=631
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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II CRÔNICAS 18 – Somente Deus é infalível; os seres humanos não. Por maior que seja seu crescimento no campo espiritual, os seres humanos podem falhar; só Deus não falha. Depois de Jeosafá (Josafá) ter feito grandes reformas em II Crônicas 17 ele comete alguns erros que levam a outros no capítulo 18. Perfeito é somente Deus. Ainda que os homens falhem, Deus não falhará! Muitos confiam em seres humanos, muitos creem que líderes religiosos não falharão, no entanto, podem se decepcionar. Josafá erro quando casou seu filho se case com a filha do perverso rei Acabe, de Israel (18:1). Em consequência, Josafá teve que aliar-se a Acabe para guerrear contra Ramote-Gileade (vs. 2-34). Por causa disso, Josafá quase morreu numa guerra que não era sua ao inocentemente ou por imposição aceitar disfarçar-se de rei Acabe, que era caçado pelos sírios. Graças a intervenção de Deus ele não morreu (vs. 28-32). Um erro leva a outro erro. Geralmente concessão é gerada pela insensatez; quem cede ao erro uma vez, logo cederá outra vez. Ao não ser firme contra o erro, o pecado conduz à imbecilidade até grandes homens espirituais . Diz John Owen, “Ninguém pense que está fazendo algum progresso na santidade se não pisotear as concupiscências do pecado”. Você quer progresso na santificação, na consagração e na tua espiritualidade? Então vença o pecado com o poderoso sangue de Jesus! Não há outro caminho, só Jesus!
Diante de tudo o que se fizer na vida é fundamental buscar conselhos de Deus. Ainda que muitos conselheiros sejam falsos, parece prudente dizer que até aqueles que acreditam nos mensageiros, profetas e mestres falsos o fazem duvidando, mesmo assim preferem a estes que aos verdadeiros. Josafá desejou consultar a Deus diante de guerra iminente, Acabe então pergunta a seus 400 profetas sobre o resultado de atacar Ramote-Gileade; eles responderam o que o rei queria ouvir: que ele sairia vitorioso. Em oposição a Acabe, Josafá insistiu em ouvir um profeta de Deus que falasse não o que o povo ou o rei queria ouvir, mas o que de fato era verdade; relutante, Acabe mandou chamar Micaías, o qual ironicamente falou as mesmas palavras que os outros 400 profetas falaram. Interessante que a ele, Acabe ordenou que falasse a verdade. Então ele relatou o fracasso daquela guerra. Acabe mandou prender Micaías, mas disfarçou-se revelando que mesmo contra a sua vontade creu nas palavras de Micaías; entretanto, mesmo assim foi morto por uma flecha perdida. Eis a consequência de rejeitar a revelação de Deus. Não dá certo andar no caminho errado; o fracasso acompanha aqueles que rejeitam os sábios princípios da Palavra de Deus. Não há como manipular as profecias ou o destino por não querer fazer a vontade de Deus. Até uma flecha perdida é suficiente para impedir alguém de avançar em sua rebelião contra Deus! É bem melhor consultar a Deus sempre! Faça isso!
Há mais profetas e pregadores falsos que verdadeiros. Os falsos falam em nome de Deus, mas cheios do espírito de Satanás. Usam a Bíblia, mas promovem as obras do diabo. Falam mentiras e fazem as pessoas acreditarem que são verdades. Pregam na casa de Deus, mas suas palavras são inspiradas pelos demônios; pregam para agradar pessoas e não a Deus (veja com detalhes 2Cr 18:4-5, 9-11, 18-27, 33-34). É impossível ser um pregador fiel a Deus sem um profundo estudo de Sua Santa Palavra, e é por isso que existem tantos pregadores falsos. É impossível ser um pregador que fale as palavras de Deus sem passar tempo em oração e meditação de Seu Sagrado Livro, e é por isso que não existem muitos grandes pregadores nos dias de hoje. E, quando há grandes pregadores, na maioria das vezes é no conceito humano, não no conceito de Deus. A profecia bíblica aponta para o tempo em que as pessoas que, como Acabe darão ouvidos a pregadores que falam para agradar, para satisfazer suas cobiças (ambições), os tais se recusarão a dar ouvidos à verdade; porém, no mesmo texto há um apelo a todos os que pregam: “Prega a Palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino” (II Timóteo 4:2-4). Se você é um ouvinte, o que você está ouvindo? Se você prega, o que você está pregando? Você ouve apenas pregadores que pregam para agradar pessoas ou a Deus? Você prega para agradar a quem? Pense nisso… Tem muitos pregadores falsos! – Heber Toth Armí.
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1116 palavras
1 Apesar de Josafá ser profundamente comprometido com Deus, ele arranjou que seu filho se casasse com Atalia, a filha do perverso rei Acabe de Israel, e, então, fez com ele um acordo militar. […] Esta aliança trouxe três consequências devastadoras: (1) Josafá incorreu na ira de Deus (19.2); (2) quando Josafá morreu e Atalia se tornou rainha, ela assumiu o trono e quase eliminou a descendência de Davi (22:10-12); (3) Atalia trouxe as perversas práticas de Israel para Judá, que eventualmente levou esta nação à ruína. Quando crentes em posição de liderança se aliam a não crentes, valores podem ser comprometidos e a consciência espiritual é nublada. A Bíblia sempre alerta contra a associação com não crentes (2Cor 6.14) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
4 a palavra do SENHOR. Josafá impensadamente concordou em ir com Acabe contra os siros, mas desta vez parece que sua consciência lhe disse que deveria primeiro consultar a vontade do Senhor (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7 º Dia, vol. 3, p. 269).
5 quatrocentos homens. Tendo em vista que os profetas de Baal tinham sido mortos por Elias no monte Carmelo, estes homens eram provavelmente profetas de Aserá (Asherah) que comiam à mesa de Jezabel (1Rs 18.9) (Comentário da Andrews Study Bible, sobre a passagem paralela, 1Rs 22.6).
12 fala o que é bom. É preciso ter em pouca conta um profeta do Senhor para achar que seja possível influenciar a mensagem que ele deve transmitir (CBASD, vol. 3, p. 269).
As palavras do mensageiro refletem o espírito do mundo: “Não estrague a festa”; adira à “onda” e tudo ficará “naquela base”; “Nada de reparar, de chamar a atenção, ou de criticar; seja bonzinho” (Bíblia Shedd).
14 sobe. Micaías parecia estar falando com dramática ironia, simplesmente repetindo a falsa mensagem dos profetas mentirosos (v. 11). Evidentemente seu tom de voz deixou isso claro, como é demonstrado pela resposta de Acabe (v.15) (CBASD, vol. 3, p. 269).
17 não te disse eu …? Acabe era um rei ímpio e sabia que não podia esperar uma boa mensagem do Senhor, mas devia ter reconhecido que, apesar disso, a mensagem divina era verdadeira. O fato de não havê-la aceito como tal custou-lhe a vida (CBASD, vol. 3, p. 269 e 270).
18 vi. Esta é uma visão em forma de parábola e deve ser interpretada como tal. Nela, Deus é representado como se fizesse aquilo que não impede que aconteça. Deus não coage a vontade. Quando pessoas más escolhem deliberadamente seguir a mentira, Ele não intervém. Uma vez que Deus é supremo, Sua recusa de reprimir as forças do mal muitas vezes é representada como se Ele enviasse diretamente o mal. Pode-se encontrar um exemplo disso no incidente das serpentes abrasadoras (Nm 21.6). Contudo, essas “serpentes” não foram criadas de repente nem transportadas miraculosamente de outro lugar só para aquela ocasião. Na verdade, elas já infestavam a área do deserto pela qual os filhos de Israel passavam e teriam sido uma fonte real de perigo e causa de mortes frequentes se o Senhor, por milagre, não tivesse reprimido esses répteis venenosos. Mas, quando o povo se voltou contra o Senhor, que os protegia dos muitos perigos do deserto, Deus simplesmente retirou Sua proteção, e o resultado foi a morte (ver PP, 429) (CBASD, vol. 3, p. 270).
21 faze-o assim. A ordem divina na visão em forma de parábola representa a permissão divina. Satanás desejava provocar a morte de Acabe, e o Senhor não o impediu. Enquanto a mão repressora de Deus está estendida, Satanás não tem permissão para matar, mas quando a mão de Deus é removida, então o inimigo prossegue em sua obra de destruição (ver GC, p. 614) (CBASD, vol. 3, p. 270).
22 É pela boca dos profetas que o espírito mentiroso age com poder para enganar os fiéis; ainda hoje, Satanás usa as inve
rdades dos falsos profetas como sua arma, a mais poderosa. Os espíritos devem ser examinados pela Bíblia (Bíblia Shedd).
O espírito mentiroso é um retrato do modo de agir dos profetas – dizendo ao rei o que ele queria ouvir e não o que ele precisava ouvir. Os líderes somente enfrentarão dificuldades ao se acercarem de conselheiros que somente procurem agradá-los (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
23 deu uma bofetada em Micaías. Este insulto ao profeta do Senhor revela bem o espírito do maligno. De uma forma ou de outra, Satanás mostra sua natureza na atitude de seus emissários (CBASD, vol. 3, p. 270).
Obedecer a Deus nem sempre nos protege de maus resultados. A obediência pode, de fato, provocá-los. Mas é melhor sofrer do desagrado humano do que da ira de Deus (Mat. 10.28). Se você for ridicularizado por ser honesto, lembre-se que isso pode ser um sinal de que você está, de fato, fazendo o que é correto aos olhos de Deus (Mat 5.10-12; Rm 8.17, 35-39) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
28 subiram. Josafá se viu em estranha companhia e em estranhas circunstâncias. Ele havia solicitado um profeta do Senhor, e esse profeta dera sua mensagem. O
O fracasso da campanha planejada fora clara e enfaticamente predito. Se Josafá tivesse então aceito a mensagem e se recusasse a acompanhar Acabe, poderia ter sido um instrumento para poupar a vida do rei de Israel e impedir a derrota desastrosa e humilhante. Josafá tinha uma solene responsabilidade nessa ocasião, mas fracassou. Pessoas boas nem sempre procedem bem e pessoas sábias nem sempre agem com tais (CBASD, vol. 3, p. 270, 271).
31 gritou. O grito de Josafá foi um pedido de ajuda, e o Senhor lhe respondeu. Este evento ele contrasta com Saul, que enfrentando a mesma ameaça, decidiu cometer suicídio (Andrews Study Bible).
Ele poderia ter aceitado o seu destino pelo fato de merecê-lo mas, em vez disso, clamou a Deus, que miraculosamente o salvou. Quando pecamos e as inevitáveis consequências se seguem, podemos ser tentados a desistir. […] Apesar de merecermos o que nos sobrevém, isto não é motivo para que não busquemos o auxílio de Deus. Se Josafá tivesse desistido, ele teria morrido. Não importa o quanto você pecou, você pode ainda clamar a Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
33 Acabe foi morto apesar da proteção da armadura humana; Josafá foi milagrosamente preservado apesar de ter sido um alvo fácil. Nisto se evidencia a providência de Deus dirigindo os imprevistos para Seus próprios fins (Bíblia Shedd).
Micaías profetizou a morte para Acabe (16,27). Então Acabe se disfarçou para enganar o inimigo. Aparentemente o disfarce funcionou, mas isto não mudou a profecia. Uma seta disparada ao acaso por um sírio encontrou uma brecha em sua armadura e o matou. Deus realiza Seus propósitos a despeito das defesas que as pessoas possam erguer. Deus pode usar qualquer coisa, até mesmo algum erro, para cumprir Sua vontade. Esta é uma boa notícia para os seguidores de Deus porque podemos confiar que Ele executará os Seus planos e manterá Suas promessas não importa quão desesperadas nossas circunstâncias estejam (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
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Reavivamento e reforma começam em nossas próprias vidas à medida que diariamente entregamos nossa vontade a Deus e escolhemos viver de acordo com “toda palavra que procede da boca de Deus” (Mateus 4:4).
Fernando Canale
Andrews University
https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/07
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/17
O rei Josafá “não buscou aos ídolos de Baal, mas procurou o Deus de seu pai e andou nos Seus mandamentos …. seu coração teve prazer nos caminhos do Senhor” (versículo 3,4 e 6 NKJV).
Que bela descrição do que um cristão deve ser!
“Andou” nos mandamentos de Deus significa atividade, mais do que meramente professar com palavras. Ter “prazer nos caminhos do Senhor” é ainda mais profundo. Mostra o trabalho interior do Espírito Santo escrevendo a lei no coração até que seja uma alegria estar com Deus e fazer o que Ele requer.
Por isso “o Senhor confirmou o reino nas suas mãos, e todo o Judá deu presentes a Josafá” (v. 5). Deus tem prazer em abençoar seus filhos. A obediência a Deus frequentemente traz o sucesso, assim como o bom favor das pessoas.
Josafá removeu ainda mais ídolos, e no terceiro ano do seu reinado enviou líderes a toda Judá para ensinar o Livro da Lei do Senhor. Alguns deles ainda trouxeram presentes! Isso também é um exemplo de como podemos conduzir aqueles sob nossa influência para uma maior alegria ao compartilhar com eles os conselhos de Deus.
Encontre hoje alguma maneira de ser como um Josafá, servindo, ensinando, tendo prazer em Deus!
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=630
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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II CRÔNICAS 17 – O povo de Deus do século XXI só experimentará um novo avivamento e nova reforma espiritual quando todos se voltarem à Bíblia e ao Seu Autor: Deus. Isso não porque não existam igrejas e membros de Deus na terra, mas porque atualmente o foco de muitos cristãos é expandir a igreja e não o reino de Deus. Querem crescimento quantitativo, ignorando o qualitativo. A maioria está ávida por sucesso e aprovação humana sem se importar com a vontade divina. Consequentemente há uma rotatividade de membros na igreja sem comprometimento. Muitos líderes não são cheios do Espírito Santo, mas cheios de espírito crítico, além de serem egoístas e orgulhosos. No geral a igreja carece de avivamento espiritual e de radical reforma de vida. Isso se dará quando houver um retorno genuíno à Palavra de Deus, aos seus princípios e a um relacionamento íntimo com Seu Autor. É preciso ter coragem para agir com ousadia em prol da Palavra de Deus e não em conformação com a vontade humana (vs. 1-6). Entretanto, antes de ter coragem, Josafá buscou a Deus e guardou Seus mandamentos; só então foi abençoado com recursos para governar e Deus lhe confirmou o reino. Por conseguinte, Josafá “encorajou-se o seu coração nos caminhos do Senhor, e ainda tirou os altos e postes-ídolos de Judá” (v. 6). Você precisa de coragem para começar um reavivamento e reforma em tua vida? Busque a Deus, peça-Lhe forças e habilidades; Ele te dará!
Josafá reinou em Judá cerca de 870-845 a.C. Além de hábil administrador, promoveu reformas religiosas e passou para a história como um dos reis que levou o povo a um grande reavivamento e reforma. Já no início ele encontrou conforto em Deus e em Seus caminhos, e nesta experiência encontrou satisfação e prazer (vs. 1-6). Animado pela sensação do favor divino, se dispôs a efetuar maiores reformas e a animar ao povo a que andasse pelo caminho do Senhor. Reforma espiritual significa acabar com práticas religiosas erradas apresentando corretamente a verdade ao povo (vs. 7-10). Nos dias atuais é preciso líderes na igreja com a visão de Josafá. As estratégias apresentadas para combater práticas religiosas erradas são:
1. Sistematizar um plano espiritual ousado, rápido e abrangente (v. 7);
2. Envolver no projeto vários líderes consagrados que levem de casa em casa a Lei de Deus – a Bíblia (v. 8);
3. Usar pessoas capacitadas para espalhar doutrinas verdadeiras em todas as cidades, em todas as casas (v. 9).
O texto revela que não basta simplesmente condenar o erro, é preciso proclamar a verdade. Não se deve combater as pessoas e suas crenças, deve-se apresentar o claro “Assim diz o Senhor”, o “Está Escrito”. O certo é abrir a Bíblia e apresentar a verdade; só então virá “o temor do Senhor sobre todos os reinos das terras…” (v. 10).
Apenas argumentos não são suficientes para convencer as pessoas do seu erro. Somente abrindo e apresentando correta, clara e objetivamente a Palavra de Deus que se obterão resultados valiosos. Josafá não tomou meias medidas. Os sacerdotes foram enviados por todas as cidades com a missão de instruir ao povo na Lei do Senhor e nos caminhos da retidão. O líder deve entender que a prosperidade depende da dependência de Deus e Suas ordens. Portanto, deve fazer tudo o que pode para que o povo conheça bem os requisitos divinos a fim de que se liberte do pecado e ande nos caminhos do Senhor. No tempo de Josafá, “como muitos procurassem compreender os reclamos de Deus e afastar do pecado, teve lugar um reavivamento” (Profetas e Reis, pág. 191). Os resultados vieram (II Crônicas 17:11-19) e com eles aprendemos que:
1. Deus age quando o povo toma atitude: Os resultados dos fervorosos esforços do rei em favor de seu povo foi um despertar espiritual em todas as partes da nação.
2. Deus promove a paz quando Sua igreja O busca: Deus mudou a forma de agir das cidades e nações vizinhas de Judá. Em vez de provocações, ameaças e guerras os vizinhos de Judá trouxeram presentes, pratas e rebanhos. Desta forma, uma igreja sem a Palavra e a bênção de Deus gera preconceito e ódio na sociedade, mas uma igreja que tem o poder de Deus ganha o respeito e o carinho das pessoas. – Heber Toth Armí.
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425 palavras
1 seu filho Josafá. Os caps. 17 a 20 tratam de Josafá e seu reinado. O relato desse reinado em Reis é breve (ver 1Rs 22.4-50). O conteúdo do cap. 17 é exclusivo de Crônicas. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 265.
Josafá. [heb Y’oshafat ou Jehoshaphat] Quer dizer “O Senhor é juiz”. Bíblia Shedd.
Com a insensata política de contratar a ajuda da Síria contra Israel. Asa deixara para o filho um legado de problemas. Logo que Josafá subiu ao trono, foi forçado a tomar medidas de defesa contra o vizinho do norte. Tudo isso aconteceu na primeira parte de seu reinado, e evidentemente antes de ele faze aliança com Acabe (2Cr 18:1). CBASD, vol. 3, p. 265.
3 ele andou. Metáfora bíblica para “viveu”. Não buscou os baalim [plural de baal]. Em contraste com Acabe, com quem Josafá fez uma aliança. Andrews Study Bible.
Primeiros caminhos. Os primeiros anos, tanto de Davi quanto de Josafá, foram melhores do que os últimos de ambos. […] Asa demonstrou confiança em Deus e lealdade aos princípios da justiça que não foram evidentes em seus últimos anos (ver 2Cr 16:2-10). CBASD, vol. 3, p. 265.
6 retirou … os altares idólatras. Assim com seu pai Asa tinha tentado retirar os altares idólatras, mas foram restaurados (14.5; 15.17), também Josafá os retirou inicialmente, só que foram restaurados e persistiram (20.33; v. 1Rs 22.43). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os baalins [heb: baalim] eram exemplares locais do deus cananeu da fertilidade. […] A adoração deles havia se tornado tão comum que Josafá é elogiado por não seguir a prática habitual de sua época. CBASD, vol. 3, p. 265.
9 livro da Lei. Josafá compreendeu que a prosperidade de seu país dependia da obediência aos mandamentos de Deus. Portanto, ele fez tudo o que podia para garantir que o povo se familiarizasse com os requisitos divinos, a fim de que abandonasse o pecado e andasse nos caminhos do Senhor. CBASD, vol. 3, p. 265.
todas as cidades. Os sacerdotes foram enviados por todo o país com o encargo de instruir o povo na lei do Senhor e nos caminhos da justiça. O resultado dos sinceros esforços do rei em favor do povo foi um despertamento espiritual por todas as regiões. Ele se tornou o primeiro grande rei reformador de Judá. CBASD, vol. 3, p. 266.
10 não fizeram guerra. Isto estava em harmonia com o plano de Deus. O Senhor não se deleita na guerra, e desejava que Seu povo permanecesse em paz. CBASD, vol. 3, p. 266.
14 segundo as suas famílias. Os homens foram arrolados segundo suas famílias ou clãs, de forma que procedentes de uma mesma linhagem lutavam lado a lado com seus parentes. CBASD, vol. 3, P. 266.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/16
Enquanto as primeiras atividades do rei Asa apresentam qualidades dignas de admiração e mesmo imitação, (capítulos 14-15) lamentavelmente suas últimas são dignas de total evitamento. O contraste do informado no capítulo 16 é notável em relação aos dois imediatamente anteriores. Neles as descrições de fidelidade e sucessos são marcantes, já no 16, o fracasso, infidelidade, desobediência e reprovação profética são infelizmente enfáticos.
Neste capítulo Asa não busca ao Senhor quando em perigo, mas o apoio estrangeiro. Enquanto no capítulo anterior Asa promovera aliança com Deus, neste ele entra em aliança com um pagão. Como resultado ele sofre reprovação do profeta Hanani e diferente da louvável reação anterior ao discurso do profeta Azarias, desta feita Asa repudia a fala do vidente Hanani e o lança na prisão (v. 10). Portanto, a ênfase da busca por Deus no início de seu governo faz contraste com a não busca por Ele no desfecho de seu reinado. A busca pelo divino fora substituída pela busca no amparo humano. Deste modo, as lições apresentam-se claras: experiências de fé no passado têm sua importância, mas não anulam a necessidade presente da contínua dependência de Deus.
Isael Santos Souza Costa
SALT – Seminário Adventista Latino Americano
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=629
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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II CRÔNICAS 16 – O suborno é uma tentativa de solução de certos problemas que, por ser errado na origem, pode levar ao fracasso e à frustração. É por isso que Deus não o aprova (II Crônicas 16). O capítulo bíblico que pessoas do mundo inteiro estão lendo hoje nos mostra o rei Asa – que no capítulo anterior havia feito proezas por ter confiado em Deus – fazendo a besteira de subornar o rei sírio para agir como seu aliado contra Baasa, rei de Israel. Deus enviou o profeta Hanani para repreendê-lo por esse ato de desconfiança e ele adquiriu uma doença nos pés, vindo logo a falecer. Com prata e ouro do templo o rei Asa sacrificou sua piedade revelada em II Crônicas 15 e desprezou as bênçãos de Deus tirando tesouros do templo para seduzir a Ben-Hadade, rei pagão de Damasco, a fim de que realizasse um ato de perfídia (v. 3), objetivando “proteção” a seu reino. Refletindo em tudo isso concluí o seguinte: Como é fácil parar de confiar em Deus! É tão simples trocar Deus por coisas ou pessoas! Parece ser muito mais fácil buscar proteção terrena do que divina. Sendo assim, cada um de nós deve tomar cuidado para não trocar nosso compromisso com Deus por qualquer outro compromisso! O suborno é a pior forma de se comprometer com alguém e revela desconfiança em Deus! Cuidado, a desconfiança em Deus traz consequências!
O verso 9 é ponto alto do capítulo. É uma mensagem ao rei Asa, mas também uma mensagem universal que pode ser muito bem dirigida a cada um de nós. Leia-a como sendo dita diretamente a você: “Porque, quanto ao SENHOR, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é perfeito para com ele; nisto, pois, procedeste loucamente porque desde agora haverá guerras contra ti”. Eis as lições espirituais deste extraordinário versículo:
1. Porque os olhos do Senhor passam por toda a terra, o povo de Deus deve saber que não existe problema no mundo que Deus desconheça;
2. Além de conhecer todos os tipos de problemas que atingem os seres humanos, Deus tem a solução para cada um deles à nossa disposição;
3. Deus protege, cuida e liberta aqueles cujo coração é totalmente dEle, ou seja, o que é integro (perfeito) em seu relacionamento com Deus (nota-se que o texto refere-se a “perfeito” no relacionamento, não no comportamento);
4. Por fim, o texto encerra com um tom negativo: Aqueles que não confiam em Deus tentam qualquer solução para seus problemas, que se agravarão ainda mais.
A confiança em Deus é tudo, a desconfiança não vale nada. A minha atitude diante de Deus marcará minha atitude diante da vida, e cada atitude tem sua consequência ou recompensa! Nada como confiar em Deus! Você confia?
A repreensão de Deus por meio de um de seus servos só funciona com aqueles que são humildes e submissos a Deus. Quando Davi foi repreendido pelo profeta Natã, ele prontamente reconheceu seu pecado; mas o mesmo não se deu com o rei Asa que, ao invés de dar ouvidos à voz profética tentou silenciá-la como muitos tentam fazer com a Bíblia (v. 7-14). Quando Hanani lhe disse que, se tivesse confiado em Deus teria desbaratado os exércitos combinados de Baasa e dos sírios, sua resposta foi colocar o profeta não apenas numa prisão, mas na casa do tronco (v. 10). Por não reconhecer seu erro, Deus permitiu que Judá colhesse o que plantara enfrentando guerras contínuas, e, a Asa o sofrer de uma doença nos pés. Asa deveria buscar a Deus, mas preferiu confiar em médicos cujos tratamentos eram mais feitiçarias do que medicina. Não é errado confiar em médicos; errado é não confiar que Deus usa os médicos para auxiliar na cura, mas quem cura de fato é Deus, o Médico dos médicos. A lição é clara, quem não confia em Deus se apega a qualquer coisa. Incrível é que alguém que já confiou em Deus pode abandoná-lO por nada e ainda não admitir seu erro quando confrontado. É comum os servos de Deus caírem nesse ponto; portanto, abra os teus olhos, fique atento: quem está em pé cuide para não cair. Confie em Deus sempre, não há nada melhor! Ele se mostra poderoso “para com aqueles cujo coração é perfeito para com Ele”. Agora é com você! – Heber Toth Armí.
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663 palavras
1-6 A batalha de Asa contra Baasa, de Israel, deu início à sua queda. Ele buscou a ajuda de Ben-Hadade, da Síria, em nítido contraste com a sua batalha contra Zerá, quando ele confiou no Senhor (14.2-16.14). Biblia de Genebra.
2 Ao entrar em acordo com o rei sírio, Asa abriu outra frente de guerra para Baasa, forçando-o a se retirar o território de Judá. Andrews Study Bible.
Os atos de Asa foram errados em dois pontos. Ele tirou tesouros do templo, mostrando desconsideração pelo templo e seu culto (cf. 20.21). Em segundo lugar, aliou-se a uma potência estrangeira, em lugar de confiar no Senhor. O historiador demonstra muitas vezes quão benéfico é confiar em Deus (1Cr 5.20; 2Cr 13.18; 14.11-15; 16.7-8; 32.20-22). Ele também deplora alianças com o estrangeiro e salienta suas terríveis consequências (18.1; 19.2; 20.35=37; 22.3-9; 25.7; 28.16-21; 35.21, nota), uma advertência adequada para aqueles que estavam reedificando a nação, depois da volta do exílio na Babilônia. Biblia de Genebra.
Até pessoas com um longo histórico de serviços fiéis podem vir a macular seu registro ao olhar para as dificuldades do momento, em vez de colocar a confiança no Senhor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 262.
7-10 Não é pecado usar meios humanos para resolver nossos problemas, mas é pecado acreditar mais neles do que em Deus, pensar que eles são melhores que os caminhos de Deus ou deixar Deus completamente de fora do processo de resolução dos problemas. Life Application Study Bible Kingsway.
Se a fé e a coragem de Asa não tivessem falhado nessa ocasião, seu reino teria sido ampliado e o nome do Senhor exaltado entre as nações da Terra. CBASD, vol. 3, p. 262.
9 por toda a Terra. Os olhos de Deus estão em toda parte, procurando os que O servem de todo o coração, para, por meio deles, revelar Seu grande poder e realizar Suas maravilhosas obras. Através dos atos de pessoas justas, o mundo se familiariza com a natureza e o poder de Deus. Ao deixar de manifestar fé em Deus, Asa cometeu uma injustiça, não apenas para consigo mesmo e para com a nação, mas também para com Deus. No momento em que Deus procurava alguém por meio de quem pudesse Se revelar ás nações e quando o rei de Judá parecia ser a pessoa certa para isso, Asa fracassou. Se tivesse sido forte e corajoso, avançando em nome do Senhor, a reforma que ele havia começado em Judá poderia ter-se estendido para outras nações, e muitos dentre os pagãos conheceriam a Deus e tomariam posição ao lado dEle e de Seu povo. CBASD, vol. 3, p. 263.
9 cujo coração é totalmente dEle. A palavra totalmente é a mesma que em heb se traduz por “perfeito” em 15.17. A ideia, inclusive na palavra shalem ou shalom, significa inteireza, fidelidade, integridade, digno de confiança. Há o sentido de plenitude e de saúde na saudação shalom, que se pode traduzir “a paz do Senhor”. Biblia Shedd.
10 oprimiu Asa alguns do povo. Presumivelmente aqueles que concordavam com o profeta Hanani. Bíblia de Genebra.
12 os médicos. Asa falhou em reconhecer o poder de Deus para curar sua doença. Andrews Study Bible.
Não foi só na guerra e nas políticas nacionais que Asa colocou indevida dependência na ajuda humana, mas também no caso de sua enfermidade. Tornou-se fraca a fé do rei que um dia fora tão forte. Uma vitória nunca é garantia de outra. A força de hoje não é certeza da força de amanhã. Na ocasião de sua grande vitória sobre Zerá, Asa foi forte na fé e poderoso em atos. No entanto, são as pessoas fortes que se tornam alvos principais do inimigo. Em vez de continuar crescendo em força e coragem, Asa foi declinando, até que chegou aos últimos dias de sua vida doente, desapontado e amargurado, com pouca fé em Deus e sem ajuda humana. CBASD, vol. 3, p. 263.
14 Foi mui grande a queima. Não se tratava de cremação, uma vez que essa prática não era seguida pelos hebreus. Talvez a referência seja à queima de incenso e de especiarias. CBASD, vol. 3, p. 263.