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1054 palavras
1 Soube. “Saber” é uma palavra-chave em Et 4 (v. 1, 5, 11, 14). É necessário ligar aquilo que se sabe à ação, fazer uma aplicação prática (Bíblia de Estudo Andrews).
rasgou as suas vestes […] saco e cinza. O rasgar das vestimentas era um sinal de profunda tristeza , angústia, horror ou ressentimento. […] O significado do ato de Mordecai foi, possivelmente, bem compreendido por judeus e persas. […] O uso de pano de saco e cinza era outro símbolo de tristeza profunda. […] A esperança de que pudesse ainda haver libertação em face do decreto parece não ter ocorrido a ninguém (CBASD, vol. 3, p. 526, 527).
Os persas reagiram do mesmo modo depois da sua derrota para os gregos na batalha de Salamina. Bíblia de Genebra.
2 Na presença do rei não se tolerava qualquer sinal de desgosto ou de aflição (Bíblia Shedd).
3 O destaque dado aos banquetes em todo o livro de Ester ressalta nitidamente os jejuns dos v. 3 e 16; o par de jejuns forma um paralelo com os pares de banquetes em destaque (Bíblia de Estudo NVI Vida).
4 Novas roupas permitiriam que Mordecai entrasse no palácio do rei (Andrews Study Bible).
5-9 A recusa de Ester de se submeter às leis que regulavam a presença diante do rei compõe o palco da segunda maior reviravolta do livro: uma tímida mulher, que até este ponto desempenhava uma função passiva, avança em fé e, assim, está prestes a se tornar uma heroína (Andrews Study Bible).
5 Hataque. O rei havia nomeado o chefe dos eunucos para as necessidades da rainha, em parte para servi-la e em parte para observar sua conduta. Nenhum déspota é isento totalmente dos temores gêmeos: ciúme e desconfiança (CBASD, vol. 3, p. 527).
7 A consciência que Mardoqueu [Mordecai] tem do montante que Hamã prometeu ao rei serve de lembrança de sua alta posição na burocracia de Susã (2.21-23) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
11 uma sentença. Tal lei não foi completamente arbitrária. Quantas vezes amigos ou estranhos aparentemente inofensivos abordaram a realeza com objetivos assassinos. Essa lei foi, possivelmente, uma medida para proteger o rei do mal, dos peticionários problemáticos e de interferência no exercício de seu poder despótico (CBASD, vol. 3, p. 528).
Heródoto (3.118,140) também ressalta que quem se aproximasse do rei sem ser convocado para isso seria morto, a não ser que o rei concedesse o perdão imediato (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Ester podia ter solicitado uma audiência, mas, visto que o rei não estava demonstrando sinais favoráveis, poderia ter sua petição recusada, o que tornaria impossível uma segunda oportunidade. Ela bem sabia do caráter volúvel do rei (Bíblia Shedd).
13-14 não imagines. Sua posição favorecida não a protegeria da ira de Hamã. Sua identidade racial era conhecida por pelo menos alguns no palácio e seria de esperar que aqueles que informaram a Hamã sobre Mordecai fariam o mesmo no que diz respeito a Ester. Hamã não se sentiria seguro enquanto algum judeu continuasse vivo, especialmente alguém tão próximo ao rei e tão favorecido como Ester (CBASD, vol. 3, p. 528).
Apesar de Ester ser a rainha e compartilhar alguns dos poderes e riquezas do rei, ela ainda precisava da proteção e sabedoria de Deus, Ninguém está seguro em sua própria força em qualquer sistema político. É loucura acreditar que riqueza ou posição pode nos fazer imunes aos perigos. Somente de Deus vem a libertação (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
O desafio de Mordecai destaca um princípio muito importante do conflito cósmico: não existe posição neutra segura e livre de escolhas difíceis. A confiança de Mordecai no livramento divino era baseada nos atos passados de libertação operados pelo Senhor (Bíblia de Estudo Andrews).
14 a casa de teu pai. A referência de Mordecai à extinção da linhagem da família de Ester indica que ela era filha única de seu pai (CBASD, vol. 3, p. 528).
quem sabe se não foi para um momento como este (NVI). Deveríamos encarar nossa posição como um encargo sagrado para sermos usados em benefício dos outros (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).
15-16 A resposta de Ester revela elementos até então desconhecidos em seu caráter: resolução e coragem. Depois dessa virada, Mordecai foi quem recebeu uma tarefa e passou a cumprir as instruções de Ester (Bíblia de Estudo Andrews).
16 jejuai por mim. Para pedir bênção de Deus; o jejum acompanhava , normalmente, a humilhação e a oração, em um ato de culto a Deus. Apesar do livro de Ester ter sido desprezado por não mencionar o nome de Deus, ainda assim podemos nele reconhecer Deus a desempenhar o papel principal nesta narrativa (Bíblia Shedd).
Uma ação que é precedida de oração e de um exame de consciência não contém presunção (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).
Ester resolveu que teria com o rei, qualquer que fosse o custo; mas não sem antes de ela e seus amigos terem se aplicado a Deus. … “Após termos procurado o Altíssimo no que se refere a esse assunto, eu irei defronte ao rei para interceder pelo meu povo. … se tiver de perecer, perecerei; eu não poderia perder minha vida em uma causa mais digna. (Bíblia de Estudo Mathew Henry)
três dias. O tempo pretendido pode ter sido apenas a partir da noite do primeiro dia até à manhã do terceiro dia, não muito superior a 36 horas (CBASD, vol. 3, p. 528).
Normalmente os jejuns eram preceituados somente para um dia. Esse jejum incomumente largo indica a seriedade da situação e contrasta eficazmente com as festas que aparecem no começo e no fim do livro. Bíblia de Genebra.
Se eu tiver que morrer, morrerei (NVI). Ester quis dizer: “Se eu perder a minha vida nessa tentativa de salvar meu povo, vou perdê-la alegremente; vejo que é meu dever fazer a tentativa. Venha o que vier, estou decidida a fazer o meu melhor.” (CBASD, vol. 3, p. 528).
Vê-se aqui a coragem de Ester, não uma resignação passiva (cf. Gn 43.14). Bíblia de Genebra.
Na decisão que tomou, com certeza, houve alguma coisa do grande amor de Cristo(Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).
17 Deus estava no controle, mas mesmo assim Mordecai e Ester tiveram de agir. Podemos não entender como as duas coisas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo e mesmo assim elas são. Deus escolheu trabalhar através deles ao invés de trabalhar por eles. Devemos orar como se tudo dependesse de Deus e agir como se tudo dependesse de nós. Devemos temer os dois extremos: não fazer nada e achar que podemos fazer tudo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/3
Hamã estava cheio de orgulho, ganância e inveja, exatamente como Lúcifer. No entanto, a recusa de Mordecai de se curvar perante Hamã provavelmente não tinha nada a ver com essas falhas de caráter. As diferenças entre Hamã e Mordecai tinham origem em seus ancestrais. Eram tão “densas” quanto sangue.
Hamã era um descendente dos amalequitas, um inimigo histórico do povo judeu. O Rei Saul, ancestral de Mordecai, entrou em guerra contra o rei Agague e o seu povo. Saul não completou a tarefa da maneira que Deus pediu, e essa foi uma das razões porque Saul foi substituído por Davi. Curvar-se diante de Hamã, o agagita [descendente de Agague], seria uma grande humilhação e um sinal de desobediência para Mordecai, o benjamita.
A ira de Hamã não ficaria satisfeita apenas com a morte de Mordecai. Seu orgulho seria vingado apenas com a morte de todos os judeus na Pérsia.
Esta história se assemelha muito com os acontecimentos dos últimos dias descritos em Apocalipse 13 e 20. Um decreto de morte será emitido por todo o mundo para eliminar o povo de Deus. Gogue e Magogue são descrições dos inimigos de Deus, e essas palavras são derivadas do nome Agague.
O Apocalipse prevê uma repetição da história para os cristãos nos últimos dias. Felizmente, a história do povo de Deus na antiga Pérsia não termina no capítulo 3. O grande conflito está quase no fim, e sabemos que o final será feliz.
Jean Boonstra
Voz da Profecia
Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/09/12/ester-3-2/ (Texto da rodada de leitura bíblica anterior)
Texto mundial:
O caráter egoísta, amargo e irado de Hamã, cheio de ódio por Mardoqueu e pelo povo judeu, contrasta clara e viciosamente com a bondade, fidelidade e sabedoria de Mardoqueu e Ester. Hamã planeja destruir todas os judeus do país apenas porque Mardoqueu se recusa a se curvar e honrá-lo. Mordecai conhece o caráter egoísta de Hamã e sabe que este não é digno da honra que lhe é conferida.
Hamã é cheio de orgulho e egoísmo e usa seu poder e posição para ferir as pessoas, não para ajudá-las. Quando a lei genocida foi escrita, assinada e circulada, o rei e Hamã sentam-se para celebrar suas realizações com um banquete luxuoso.
A vida de Hamã demonstra o que acontece quando traços de caráter malignos se tornam fora de controle. Sua história também ilustra o que acontece quando ficamos com raiva e ressentidos daqueles que são diferentes de nós, ou quando ficamos cheios de orgulho destrutivo.
Existem sementes de amargura, raiva e orgulho em seu coração? Peça a Deus para eliminá-las e plantar as sementes da bondade e do respeito mútuo em seu coração, para que você possa demonstrar Seu amor pelos outros.
Karen Holford
Family Ministries Director
Trans-European Division of Seventh-day Adventists
Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=675
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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1278 palavras
1 Depois desses acontecimentos. Quatro anos decorreram após a coroação de Ester como rainha (v. 7; 2.16, 17). (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Hamã. Mais tarde, quando o livro de Ester passou a ser lido anualmente na festa de Purim, os judeus assimilaram a tradição de clamar “Seu nome seja apagado”, “Faze o nome dos ímpios perecer”, na hora da pronúncia desse nome [e fazer muito barulho, para que o seu nome não seja ouvido]. Hamã destaca-se pela vaidade, determinação, paixão, arrogância e pelo egoísmo (Bíblia Shedd).
Diz Josefo que “agagita” significa um descendente de Agague, o nome comum para os reis amalequitas (Nm 24.7) (Comentário Bíblico Devocional VT – FBMeyer).
Agagita provavelmente se refere ao legado genealógico do rei Agague dos malequitas, inimigos de longa data dos judeus (Êx 17:16; 1Sam 15:20) (Andrews Study Bible).
2 E se prostravam. Ou seja, prostravam-se perante Hamã no costume comum oriental. Este ato significava submissão, lealdade e obediência (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 522).
O termo utilizado para descrever o movimento de se curvar é, por vezes, associado com adoração (Êx 34:8; 2Cr 7:3, etc.). A recusa de Mordecai poderia ser interpretada neste sentido. A adoração aceitável desempenha um importante papel na história do povo de Deus. Os três amigos de Daniel preferiram morrer do que adorar a estátua de um rei babilônio (Dan 3:12-18); a adoração será também crucial nos eventos do tempo do fim (Ap 14:7-12) (Andrews Study Bible).
A obediência ao segundo mandamento (Êx 20.4) não é a causa de Mardoqueu se recusar a curvar-se diante de Hamã, pois os judeus estavam dispostos a se curvar diante dos reis (v. 1Sm 24.8; 2Sm 14.4; 1Rs 1.16) e de outras pessoas (v. Gn 23.7; 33.3; 44:14). Somente a inimizade de longa duração entre os judeus e os amalequitas explica a recusa de Mardoqueu e a intenção de Hamã de destruir todos os judeus (v. 5,6). A ameaça contra os judeus “em todo o império”(v. 6) é uma ameaça contra a questão suprema da história da redenção (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Fazer o que é correto pode não fazer você popular. Aqueles que fazem o que é certo estarão em minoria, mas obedecer a Deus é mais importante do que obedecer a pessoas (Atos 5:29) … Não devemos deixar que nenhuma pessoa, instituição ou governo tome o lugar de Deus.Quando pessoas exigem de você lealdade ou encargos que não honram a Deus, não desista. Pode ser o momento de tomar uma posição (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
5,6 Hamã amava seu poder e autoridade e a reverência que demonstravam a ele. Os judeus, entretanto, viam a Deus como sua autoridade suprema, não qualquer homem. Hamã percebeu que o único modo de realizar seus desejos auto centrados era matar todos que desobedecessem sua autoridade. Sua busca por poder pessoal e seu ódio aos judeus o consumiam [… ] A ira de Hamã não era dirigida diretamente a Mordecai, mas àquilo que Mordecai defendia: a dedicação dos judeus a Deus como única autoridade digna de reverência. A atitude de Hamã era preconceituosa. Ele odiava um grupo de pessoas por causa de uma diferença de crença ou cultura. O preconceito surge do orgulho pessoal – considerar-se melhor do que outros. Ao final, Hamã foi punido por sua atitude arrogante (7.9, 10). Deus julga severamente os preconceituosos ou aqueles cujo orgulho os faz olhar os outros com desprezo [olhar de cima] (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
7 Nisã. Março-abril. Nome internacional aramaico; antes do exílio, usava-se o antigo nome heb Abibe, o mês da Páscoa.
Após o cativeiro, este nome substituiu abibe entre os judeus. (CBASD, vol. 3, p. 522).
se lançou o Pur, isto é, sortes. Hamã usava a antiga prática do lançamento de sortes (1Sm 14.41-42; Pv 16.33) para determinar o tempo mais propício do seu plano de destruição dos judeus. A forma plural de pur, purim, é o nome da celebração que comemora a morte de Hamã, o “Adversário dos judeus” (9.23-32). (Bíblia de Genebra).
Hamã lançou sortes para determinar o melhor dia para executar o seu decreto. Mal ele sabia que estava jogando nas mãos de Deus, porque o dia da execução foi determinado quase um ano à frente, dando tempo para que Ester fizesse seu pedido ao rei. A palavra persa para “sortes” era purim, que se tornou o nome da festa celebrada pelos judeus quando eles libertos, não mortos, no dia designado por Hamã (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
Há uma certa ironia no fato de o mês em que os judeus celebram a Páscoa, quando foram libertos do Egito, ser também o mês em que Hamã começou a tramar sua destruição (Êx 12.1-11). (Bíblia de Estudo Arqueológica NVI).
Adar. Fevereiro-março. Hamã estava disposto a esperar um ano para obter o dia certo. O que nos parece ser superstição grosseira, era considerado uma verdadeira ciência, na época (Bíblia Shedd).
8 um povo. Hamã fez uma representação falsa e maliciosa dos judeus e de seu caráter para o rei. (Bíblia de Estudo Mathew Henry).
O preconceito é semeado ao se levantar suspeitas. Pessoas ou povos um pouco diferentes são vistos como suspeitos e, consequentemente, perigosos. Hamã usou argumentos típicos de orgulho nacionalista. (Bíblia de Estudo Andrews).
9 dez mil talentos. O talento pesava 30 kg. A renda total do império persa era 17.000 talentos, e os cofres imperiais estavam vazios por causa da guerra contra os gregos. A grandeza da oferta, e a cortês recusa do rei, são a maneira oriental de dizer: “Vamos despojar os judeus, e dividir entre nós os lucros”. Tanto era o ódio de Hamã, e a ganância do rei, que nem se levava em consideração o terrível sofrimento e o clima de terror que haveria de permanecer no império (Bíblia Shedd).
para que se execute esse trabalho. Ou “para que o executa”. (Bíblia de Estudo NVI Vida).
A recente guerra grega, sem dúvida, drenou pesadamente o tesouro real, mas seria indigno da honra do rei, talvez, aceitar um suborno. (CBASD, vol. 3, p. 523).
10 anel. Outra reação impulsiva do rei autorizava Hamã a expedir decretos reais (cf. Gn 41.42). (Bíblia de Genebra).
De posse do selo real, Hamã tinha poder para emitir os decretos que desejasse, pois o selo real dava-lhe plena autoridade. A palavra de Hamã era, portanto, igual à do rei, que na verdade deu permissão a Hamã para fazer o que quisesse. (CBASD, vol. 3, p. 524).
11 essa prata. A soma mencionada foi recusada, mas ficou por entendido que o rei não recusaria sua parte dos despojos (Bíblia Shedd).
13 O decreto de Hamã contra Israel é a mesma destruição que anteriormente tinha sido decretada [e não cumprida] contra Amaleque (1Sm 15.3). (Bíblia de Estudo NVI Vida).
15 correios. Heb raçim “os que correm”. O império persa foi o primeiro a estabelecer o sistema de correios, que possuía autoridade para requisitar para este serviço público, cavalos, portadores e alimentos dentre as populações civis que se achassem no seu caminho. Esse costume é aludido em Mt 5.41 (Bíblia Shedd).
Os correios saíram, com extrema urgência, carregando cópias do decreto a todas as províncias (Bíblia de Estudo Mathew Henry).
o rei e Hamã se assentaram a beber. A inserção deste detalhe na narrativa parece destinada a sublinhar a dureza do coração do rei e de Hamã. Depois de ter determinado a destruição de uma nacão, passaram a se divertir em um banquete de vinho (CBASD, vol. 3, p. 525).
Susã estava perplexa. A maior parte dos habitantes era, possivelmente, de persas e elamitas, mas pode ter havido um espírito generalizado entre as pessoas de outras nacionalidades de que a ocorrência agora definida era perigosa. Geralmente, as pessoas da capital do reino aprovavam o que o grande rei fazia. Naquele momento, porém, elas pareciam duvidar da providência e justiça do que ele tinha feito. É possível, no entanto, que o escritor se refira aos judeus residentes na capital em vez de toda a população. (CBASD, vol. 3, p. 525).
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ESTER 3 – No dia a dia a vida é complicada, não se iluda! Comentando o capítulo em análise, Charles R. Swindoll escreve:
“A vida não é só penosa, é também injusta. Você talvez esteja pensando neste exato momento que será promovido porque se esforçou mais no trabalho, você apresentou boas ideias, você fez mais pelo seu chefe; portanto, nada mais justo que você ocupe a posição especial que esteve procurando. Fique preparado! Provavelmente isso não vai acontecer. Não estou tentando ser pessimista, apenas realista. As coisas erradas acontecem! Por que a vida não é justa? Por causa do mal”.
Reflita nos seguintes tópicos:
• Dê poder a pecador e você saberá quem ele realmente é: Mordecai foi alvo de Hamã que deixou o poder subir à cabeça. Quando o poder domina, a razão sai de cena e a loucura predomina. Orgulhoso e arrogante, Hamã cometeria um assassinato em série dos judeus e o faria de forma legal (vs. 1-6).
• Inimigos do povo de Deus fazem planos maquiavélicos visando lhe destruir: Planejando datas, inventando mentiras escrupulosas, investindo recursos altos e obtendo aprovação legal, Hamã armou para destruir todos os judeus residentes da Pérsia (vs. 7-11).
• Pessoas ruins não gostam de ter toda a culpa de suas maquinações diabólicas: Hamã enviou cartas “a todas as províncias do Império. A ordem era massacrar e, assim, eliminar os judeus” no “dia 13 do décimo mês… e confiscar todos os seus bens”. Habitantes de cada província executariam a ordem (vs. 12-14).
• A frieza que domina corações perversos gera indiferença diante da agonia da multidão: “O rei e Hamã sentaram-se para beber, enquanto a cidade de Susã se alvoroçava com a notícia” (v. 15).
Hamã é o típico homem do pecado. Pelo seu poder, orgulho, ódio do povo de Deus e conspiração maquiavélica ele é retratado, por muitos, como ícone perseguidor do povo de Deus no tempo do fim.
“Nossa sociedade é maligna não porque o outro sujeito é que está errado, mas porque você e eu estamos errados. O pecado é uma doença universal. Vivemos então na sua esteira. Ela destrói parcerias. Acaba com casamentos. Divide igrejas. Instiga pensamentos e planos perversos. Dissolve amizades. Paralisa alvos. Estraçalha sonhos”, observa Swindoll.
Numa sociedade ameaçadora, busque proteção em Deus! Leia a Bíblia atentamente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/2
Mordecai nos é apresentado como um benjamita. A menção de sua ascendência está longe de ser algo casual, como veremos mais adiante no livro. A ordem do rei trouxe Hadassa, isto é, Ester, para o palácio. Mordecai tinha criado a órfã, e a amava como sua própria filha.
Ester ganhou imediatamente a simpatia dos responsáveis do palácio. Certamente ela era linda exteriormente, mas seu coração terno e inteligência combinados com seus atributos físicos faziam Ester verdadeiramente encantadora. O rei ficou impressionado com sua beleza e graça e decidiu torná-la sua rainha.
Ao estar trabalhando em seu lugar na porta do palácio do rei, Mordecai ouviu sussurros de um plano sinistro para matar o rei. Ele contou a Ester, ela informou o rei e os conspiradores foram enforcados. Este incidente não é mencionado sem propósito; ele fornecerá posteriormente condições para uma reviravolta crucial.
Uma bela jovem judia experimenta uma notável reviravolta em sua vida: de órfã a rainha do Império Persa. Deus gosta de usar os membros mais fracos da sociedade desde que eles estejam dispostos a colaborar. Deus tem transformado adolescentes rebeldes em pacientes professores; viciados em drogas em diáconos; prostitutas em guerreiras de oração. Deus, em sua misericórdia, é um Deus de reviravoltas.
Jean Boonstra
Voz da Profecia
Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/09/11/ester-2-2/ Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=674
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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630 palavras
3, 14-17 Os reis persas colecionavam não somente grande quantidade de jóias, mas também um grande número de mulheres. Estas jovens eram tomadas de suas casas e eram obrigadas a viver e uma construção separada do palácio, chamada de harém. O único propósito delas era servir o rei e aguardar seu desejo de satisfação sexual. Elas raramente viam o rei e suas vidas eram restritas e enfadonhas. Se fosse rejeitada, Ester poderia ser uma das muitas moças que o rei via apenas uma vez e se esquecia dela. Mas a presença e a beleza de Ester agradaram tanto ao rei que ele a coroou como rainha no lugar de Vasti. A rainha possuía uma posição de maior influência do que a de uma concubina, e ela tinha muito mais liberdade e autoridade que as outras no harém. Mas, mesmo sendo rainha, Ester possuía poucos direitos – especialmente porque ela fora escolhida para substituir uma mulher que havia se tornado assertiva demais (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
5 Mordecai [ou Mardoqueu, NVI). […] tinha um nome civil babilônico, derivado do nome da divindade Marduque. A história de Ester pertence ao período entre a primeira volta do Cativeiro, e a ida de Esdras e Neemias para Jerusalém: o período subentendido entre os cap 6 e 7 de Esdras (Bíblia Shedd).
Mordecai era um judeu que vivia na cidade, o que dá a entender que ele era um oficial persa. Bíblia de Genebra.
Segundo a tradição judaica, Mordecai estava envolvido em algum empreendimento comercial antes que o destino o unisse à corte persa (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 518).
7 Hadassa. Nome heb derivado de hadhas, “mirta”. (Bíblia Shedd).
Ester. O nome é persa, derivado da palavra stam, “estrela”. Alguns pensam que o nome se refere a Istar, suprema deusa dos babilônios (Bíblia Shedd).
Em Babilônia, o planeta Vênus era deificado como Ishtar. Mordecai pode ter optado por um nome persa devido a um desejo de esconder a ascedência judia de Ester (v. 10) (CBASD, vol. 3, p. 518).
9 alcançou favor. …a palavra “favor”, heb hesed, é importantíssima nas Escrituras, como base da doutrina da graça, da misericórdia, do amor que Deus demonstra aos homens, atributo que deu origem a um elo vital na história da redenção (Bíblia Shedd).
comida especial. Lit, “suas porções”. […] Dar tais porções é sinal de favor especial (1Sm 9.22-24; 2Rs 25.29,30; Dn 1.1-10). […] O motivo de dar porções aparece depois como prática da observância do Purim (9.19,22 – “trocar presentes”) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
10 Sem virtualmente nenhum direito e pouco acesso ao rei, foi melhor para Ester não revelar sua identidade. Enquanto é nossa responsabilidade mostrar firmeza em mostrar nossa identidade enquanto povo de Deus, às vezes é uma melhor estratégia manter-se quieto até que consigamos o direito de sermos ouvidos. Isto é especialmente verdade quando tratamos com aqueles em posição de autoridade sobre nós. Mas podemos sempre deixá-los ver a diferença que Deus faz em nossas vidas (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
18 alívio às províncias. Algum desconto nos impostos imperiais (Bíblia Shedd).
segundo a generosidade real. Era um costume real na Pérsia dar à rainha um décimo de todas as multas pagas ao rei. Com isso, a rainha abastecia seu guarda-roupa e realizava outros desejos (CBASD, vol. 3, p. 520).
20 Ester cumpria. O profundo respeito por seu benfeitor levou Ester a valorizar seu conselho mesmo depois que se tornou rainha. Este fato exalta Mordecai como um pai adotivo e Ester como filha leal e obediente. Sua beleza era essencialmente de caráter e de personalidade. A beleza da aparência era incidental. (CBASD, vol. 3, p. 520).
21 A história registra que Xerxes perdeu a vida em uma conspiração como a descrita neste verso (CBASD, vol. 3, p. 520).
23 pendurados numa forca. Lit. “em uma árvore”. Isso se refere à empalação em estacas de madeira, uma forma assíria e persa de execução. Bíblia de Genebra.
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* O historiador grego Heródoto afirma que os persas bebiam enquanto deliberavam sobre assuntos de Estado, crendo que a embriaguez os deixava mais próximos do mundo espiritual (1.10-12).
* A prática persa do “enforcamento” era, na verdade, a empalação com o propósito de expor o cadáver publicamente (2.23).
* Entre os persas, a única coisa mais estimada que um grande número de filhos era a coragem na batalha (5.11).
* O protocolo persa ditava que ninguém, exceto o rei, podia ficar com uma mulher do harém real (7.7, 8).
* O Purim ainda é celebrado até hoje. O livro inteiro de Ester é lido na sinagoga nesse feriado, durante uma cerimônia bem movimentada. O povo aplaude alegremente ao ouvir o nome de Mardoqueu e assovia, vaiando, ao ouvir o nome de Hamã (9.29-32).
Fonte: Bíblia de Estudo Arqueológica NVI
Se você puder, agende assistir em 2020 a uma comemoração do Purim em uma sinagoga judaica ou em uma sinagoga adventista. É uma celebração muito alegre e interessante.
Data de comemoração do Purim:
Em 2020: Do pôr-de-sol do dia 9 ao anoitecer do dia 10 de março
Em 2021: Do pôr-de-sol do dia 26 ao anoitecer do dia 27 de fevereiro
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/1
Apenas três anos após sua coroação, o rei persa desfila a riqueza de seu império diante do mundo. O final de sua extravagante exposição de seis meses é uma festa de uma semana para os nobres de Susã. O vinho flui livremente, e o rei, alimentado por álcool e arrogância, ordena que sete servos busquem a rainha, para que ele possa mostrar sua beleza ao enorme grupo de homens bêbados.
A rainha Vasti está organizando um banquete para as mulheres de Susã. O convite do rei a assusta. Ela entende as implicações perigosas de desfilar diante de uma sala cheia de homens bêbados e desordenados. Em sua sabedoria e modéstia, ela se recusa a obedecer à decisão imprudente e egoísta de seu marido bêbado, esperando que ele entenda sua escolha quando estiver sóbrio.
Vasti não é uma esposa rebelde. Seu exemplo corajoso nos lembra que Deus quer que estabeleçamos limites claros e seguros em nossos relacionamentos, especialmente quando a outra pessoa não é capaz de tomar boas decisões para si e para os outros.
Você precisa estabelecer um limite corajoso em um relacionamento ou refletir sobre o efeito doloroso de suas decisões e desejos sobre aqueles que ama?
Karen Holford
Diretora dos Ministérios da Família
Divisão Transeuropeia dos Adventistas do Sétimo Dia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=673
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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ESTER 1 – Embora o livro trata Ester como heroína – e de fato ela foi – o livro é intrigante, cheio de aparentes mistérios:
“Como é bem conhecido, Ester e Cântico dos Cânticos [ou Cantares de Salomão] são os únicos dois livros no cânon que nunca mencionam Deus diretamente […]. Nas últimas décadas, a integração desse livro [Ester] ao cânon foi examinada com algum detalhe, em parte por causa de sua natureza aparentemente secular e em parte porque ele é a única obra incluída no AT que não foi atestada pelos manuscritos do mar Morto” (Paul R. House).
Além do que já foi dito acima, nada de Ester é citado no Novo Testamento.
Por não falar de Deus, por ser de natureza secular e, não ser bem visto assim na história teológica, o livro foi (e ainda é) questionado por muitos. Contudo, “a história de Ester desperta nos leitores a compreensão das oportunidades que a providência de Deus pode trazer para o mais fraco dos fracos” (Francis D. Nichol); pois Ester estava em um ambiente puramente secular, pagão e imoral.
Observe como começa o livro:
• 180 dias de festanças nada espirituais (vs. 1-4);
• Mais 7 dias de festa para o público (vs. 5-9);
• Uma recusa digna de nota da esposa do rei Assuero (vs. 10-12);
• Vasti, esposa do rei foi enxotada por não rebaixar-se moralmente (vs. 13-22).
Informação importante: “Os acontecimentos registrados no livro ocorreram entre o sexto e o sétimo capítulo de Esdras, durante o reinado de Assuero (Xerxes), rei da Pérsia” (William MacDonald).
Os judeus deveriam ter voltado para Jerusalém. A libertação do exílio era real; alguns tinham retornado como se vê nos livros de Esdras e Neemias. Mas, houve gente que preferiu criar raízes em terras estrangeiras. A família de Ester é um exemplo disso.
Bebedeiras, autoritarismo, machismo, imoralidade, perversidade, arrogância, orgulho, humilhação, desprezo, etc., – é com isso que abre o livro de Ester.
Vasti, a rainha deposta, é a única ênfase positiva num capítulo de déspotas: rei, conselheiros, etc. “Ela agiu em harmonia com uma consciência pura” – analisa Ellen G. White.
• Aplicação: Enquanto o secularismo despreza a mulher, a Bíblia mostra sua dignidade!
Busquemos reavivamento com dignidade, consciência pura, confiando em Deus! – Heber Toth Armí.
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1 A história de Ester começa em 483 a.C., 103 anos após Nabucodonosor ter levado os judeus ao cativeiro (2Rs 25), 54 anos após Zorobabel liderar o primeiro grupo de exilados de volta a Jerusalém (Ed 1,2) e 25 anos antes de Esdras liderar o segundo grupo a Jerusalém (Ed 7). Ester vivia no reino da Pérsia, o reino dominante no Oriente Médio após a queda de Babilônia em 5339 a.C. Os deviam estar entre aqueles exilados que preferiram não retornar a Jerusalém, apesar de Ciro, o rei persa, ter emitido um decreto permitindo que eles retornassem. Os exilados judeus tinham ampla liberdade na Pérsia e muitos lá ficaram porque haviam se estabelecido ou porque tinham medo da viagem de retorno a sua terra natal (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
Xerxes [Assuero], o Grande, foi o quinto rei da Pérsia (486-465 a.C.). Ele era orgulhoso e impulsivo, como podemos ver nos eventos no cap 1. Seu palácio de inverno era em Susã, onde ele ofereceu o banquete escrito em 1:3-7. Os reis persas geralmente davam grandes banquetes antes de irem à guerra. Em 481, Xerxes lançou um ataque contra a Grécia. Após uma grande vitória nas Termópilas, foi derrotado em Salamis em 480 e teve que retornar à Pérsia. Ester tornou-se rainha em 479 (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
4 A celebração durou 180 dias (cerca de 6 meses) porque seu real propósito era planejar a estratégia de batalha para invadir a Grécia e demonstrar que o rei tinha riqueza suficiente para levá-la a termo. Guerras de invasão não tinham apenas o propósito de sobrevivência; eram um meio de adquirir mais riqueza, território e poder (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
9 Antigos documentos gregos chamam a mulher de Xerxes de Amestris, provavelmente uma forma grega para Vasti. Vasti foi deposta em 484/483 a.C., mas ela é mencionada novamente em registros antigos como a rainha mãe durante o reinado de seu filho, Artaxerxes, que sucedeu Xerxes. Até o final do reinado de Xerxes, ou Ester morreu ou Vasti conseguiu, através de seu filho, recuperar a influência que havia perdido (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
10 Alguns conselheiros e oficiais do governo eram castrados para prevenir que tivessem filhos e, então, se rebelassem, tentando estabelecer sua própria dinastia. O oficial castrado era chamado de eunuco (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
10,11 Xerxes tomou uma decisão apressada, estando meio bêbado, baseado apenas em sentimentos. Seu domínio próprio e sabedoria prática estavam enfraquecidos por vinho em excesso. Más decisões são tomadas quando as pessoas não pensam claramente. Fundamente suas decisões em pensamento cuidadoso, não em emoções do momento. Decisões impulsivas levam a grandes complicações (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
12 A rainha Vasti se recusou a desfilar na festa de homens do rei, provavelmente porque era contra o costume persa que uma mulher aparecesse em uma reunião pública de homens. Este conflito entre costume persa e a ordem do rei colocou-a em uma situação difícil, e ela escolheu recusar seu meio bêbado esposo, esperando que ele readquirisse mais tarde o bom senso. Alguns sugerem que Vasti estivesse grávida de Artaxerxes, que nasceu em 483 a.C., e ela não queria ser vista em público naquele estado. Seja qual tenha sido a situação, sua ação foi uma quebra de protocolo que colocou Xerxes numa situação difícil. Uma vez que ele havia dado a ordem, não podia mais voltar atrás. Por estar se preparando para invadir a Grécia, Xerxes tinha convidado importantes oficiais de todas as partes para conhecer o seu poder, riqueza e autoridade. Se fosse percebido que ele não tinha autoridade sobre sua própria esposa, sua credibilidade militar – o grande critério de sucesso de um rei daquela época – estaria destruída. Além disso, o rei Xerxes estava acostumado a ter o que queria (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
16-21 Talvez o pensamento dos homens estivesse nublado pela bebida. Obviamente esta lei não faria que as mulheres do país respeitassem seus maridos. O respeito entre homens e mulheres nasce da consideração e apreço mútuos como criaturas de Deus e não por uma lei humana. Obediência forçada é um pobre substituto para o amor e respeito que esposas e maridos deveriam ter uns pelos outros (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
19 e não se revogue. Memucã não quer que uma decisão, feita pelo rei num momento de cólera, instigada pela festa, pela atitude da rainha e pelos conselhos dos sábios, venha, depois, a ser revogada, pois a rainha, uma vez restaurada, logo se vingaria (Bíblia Shedd).