Reavivados por Sua Palavra


ESTER 7
19 de dezembro de 2019, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/7

No segundo banquete de Ester, ela fala abertamente sobre seus medos por sua própria vida e pela vida de seus companheiros judeus. O rei fica horrorizado que alguém planeje matar sua bela rainha e seu povo. Ester calmamente se vira para Hamã e o identifica como seu inimigo. Hamã se enche de temor quando todo o significado de suas ações torna-se evidente. Todos os seus esquemas e planos odiosos caem aos pedaços por terra. O rei fica furioso. Hamã implora por sua vida. Mas é tarde demais. Ele é amarrado, condenado à morte e enforcado na própria forca que ele havia montado para Mordecai.

Orgulho, egoísmo e vingança cresceram no coração de Hamã. Esse ódio o consumiu e destruiu, em vez de destruir a Mardoqueu. Tudo o que Hamã esperava fazer para seu inimigo foi feito à ele.

Existe uma lei interessante em ação no universo. Quando abençoamos os outros, somos também abençoados e quando amaldiçoamos ou fazemos mal a alguém, este mal também nos prejudica. Reflita sobre como você pode estar machucando os outros. Ore por eles e faça algo surpreendentemente bom para eles. Seja uma bênção e, a cada encontro que tiver hoje, procure deixar as pessoas mais abençoadas do que estavam antes de lhe encontrarem.

Karen Holford
Diretora do Ministério de Família
Divisão Trans-Européia da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=679
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



ESTER 7 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de dezembro de 2019, 0:45
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ESTER 7 – A morte prematura rouba toda a vaidade do orgulhoso e dos inimigos do bem. O fim de Hamã ilustra o fim de todos os que se opuseram ao povo de Deus durante toda a história.

O capítulo pode resumido em dois pontos:
• Paciente e estrategicamente Ester apresenta sua intrigante petição ao rei, seu marido (vs. 1-6);
• O promotor da morte dos inocentes morre na forca que ele preparou para Mardoqueu – que ironia do destino! (vs. 7-10).

Deus triunfará miraculosamente sobre os inimigos de Seu povo. Quem intenta frustrar os planos divinos terminará frustrado. Note o que escreveu Hans K. LaRondelle:
“A destruição final é chamada de ‘obra estranha’ de Deus (Isa. 28:21), porque Deus não nos destinou para sermos receptáculos de Sua ira, mas, pelo contrário, de Sua salvação pela fé no Senhor Jesus Cristo. I Tess 5:9. […] Por mais confusas que sejam as circunstâncias, por mais hostis que sejam as forças que se opõem ao povo do concerto de Deus, não importa quão desanimadora sejam as deficiências do povo escolhido, nosso Criador fará triunfar o Seu plano e Seus desígnios divinos [Sal. 33:10-12]”.
E ainda mais: “Esse desígnio da vontade divina se aplica tanto ao bem-estar presente como ao futuro do povo de Deus dentro dos movimentos complexos da história do mundo […]. Deus não é meramente um expectador dos eventos terrestres ou um vaticinador do que a humanidade fará. Sua providência, de um modo misterioso, porém efetivo, leva avante o que o eterno conselho de Deus determinou e prometeu que deveria ocorrer no planeta Terra [Isa. 14:27]”.

Ellen G. White declarou categoricamente: “Nos anais da história humana o crescimento das nações, o levantamento e queda dos impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição e capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade”.

Creia que Deus é…
1. …Senhor da História;
2. …Soberano no Universo;
3. …Salvador/vindicador do ser humano;
4. …Supremo juiz.

Tenhamos fé nEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
19 de dezembro de 2019, 0:05
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497 palavras

1 banquete. No livro de Ester, acontecimentos importantes acontecem durante banquetes (Andrews Study Bible).

2 disse o rei a Ester. Pela terceira vez, Assuero solicita que Ester torne conhecido seu pedido. A esta altura ele deveria estar curioso para saber do que se tratava (CBASD, vol. 3, p. 536).

3 Ester aborda o problema crítico de uma maneira inteligente: ela liga o destino de seu povo à sua própria vida. A identificação com alguém ou algo envolve assumir riscos (Andrews Study Bible).

Pouco importava ao rei que milhares de seus súditos seriam mortos; ele não se preocupava com eles. […] Mas, se o decreto tocava a Ester, isto era outra questão. Seu caráter, lealdade e devoção estavam muito acima de qualquer suspeita. […] A rainha tratou o assunto com tato e habilidade, introduzindo o problema de forma calculada para apelar pessoalmente ao rei. Sua vida estava ameaçada; ela, a rainha, estava em perigo mortal (CBASD, vol. 3, p. 537).

4 vendidos. Ester referia-se à propina que Hamã ofereceu ao rei (3.9; 4.7) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

6 A resposta de Ester é bastante dramática e mostra de forma contundente o caráter de Hamã. A reação de Hamã é imediata: ele vê agora que o seu plano para destruir os judeus não apenas afetava seu arquiinimigo e algumas pessoas dispersas, mas atingia diretamente o centro nervoso do poder persa (Andrews Study Bible).

8 sobre o assento onde Ester estava reclinada. Os persas tomavam suas refeições reclinados em divãs, como também os gregos e os romanos (Bíblia Shedd) [ver tb Am 6.4-7; Jo 13.23].

Hamã se comportou diante de Ester de um modo que foi interpretado pelo rei como uma quebra deliberada da etiqueta da corte e mesmo uma violação da dignidade da rainha (Andrews Study Bible).

Ao retornar, Assuero interpreta mal a postura de Hamã como sendo um ataque planejado sobre a rainha, ou, em sua ira, simula interpretá-la desta forma (CBASD, vol. 3, p. 537).

cobriram o rosto de Hamã. A exclamação do rei revelara sua ira implacável contra Hamã, e os seus servos bem sabiam que isto significava a pena de morte; cobriram-lhe o rosto conforme o costume aplicado às pessoas que iam ser executadas (Bíblia Shedd).

Escritores gregos e romanos confirmam este costume (CBASD, vol. 3, p. 537).

Um véu era colocado sobre a cara de alguém condenado à morte porque os reis persas se recusavam a olhar para a fase de um condenado (Life Application Study Bible).

9 Harbona. Ver Et 1:10. Talvez Harbona fosse um dos eunucos que o rei enviou mais cedo naquele mesmo dia para chamar Hamã ao banquete (ver Et 6.14). Sendo assim, ele viu a forca pessoalmente (ver Et 5.14) (CBASD, vol. 3, p. 537).

A referência de Harbona à forca [feita para Mordecai] introduz, com efeito, uma segunda acusação contra Hamã – sua tentativa de exterminar o benfeitor do rei (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Provérbios 26:27 ensina que uma pessoas que cava um poço para outros, cairá ele próprio neste poço. Aquilo que aconteceu a Hamã mostra os quase sempre violentos resultados de armar qualquer tipo de armadilha para outros (Life Application Study Bible).



ESTER 6
18 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/6

Na noite seguinte ao banquete de Ester, o rei luta contra a insônia. Procurando algo para acalmá-lo de volta ao sono, ele escolhe as crônicas de seu reinado. Enquanto são lidas para ele, o rei percebe que nunca honrou Mordecai por denunciar um plano de assassinato. Ele chama Hamã e lhe pergunta o que deve ser feito para homenagear um homem que agrada ao rei. Hamã pensa na honra mais elaborada possível, esperando que seja ele quem irá vestir as vestes do rei, andar no cavalo do rei e ser conduzido pelas ruas.

Quando Hamã descobre que o rei quer honrar Mordecai e que ele pessoalmente terá que liderar seu inimigo em um passeio de glória pelas ruas, Hamã é humilhado publicamente. Quando elevamos os outros, também somos elevados e, quando tentamos derrubar os outros, muitas vezes acabamos de cara no chão.

O rei queria mostrar sua gratidão a Mardoqueu por salvar sua vida. Sempre que mostramos gratidão aos outros, eles são abençoados e nós também. Agradecer aos outros também reduz a quantidade de conflitos em nossos relacionamentos. Como você mostrará sua gratidão a Deus e aos outros hoje?

Karen Holford
Diretora do Ministério de Família
Divisão Trans-Européia da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=678
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

 

Texto devocional da rodada anterior de leitura bíblica:

Hamã correu para casa, com a cabeça coberta de vergonha e humilhação por haver honrado a Mordecai por toda a cidade. Sua mulher, apesar de não ser uma crente, conhece o poder de Deus. Ela percebe, um pouco tarde demais, que se Mordecai é judeu, Hamã não o poderá vencer. Ainda se recuperando de sua humilhação, recebe um funcionário que chega para levá-lo para o segundo banquete de Ester. Seu dia não aconteceu exatamente como ele planejara.

Neste capítulo chave, Ester não desempenha nenhum papel. Ela estava preparando o banquete. Embora não seja mencionado, Deus é o ponto focal deste capítulo. O fato do rei ouvir acerca do heroísmo de Mordecai não foi mera coincidência. Deus pode não ter sido diretamente mencionado no livro de Ester, mas ele nunca deixou de estar em evidência.

Deus é o personagem central não apenas do capítulo 6, mas de todo o livro de Ester e também de nossas vidas. Não importa se O escutemos ou não, Ele ainda nos fala.

Jean Boonstra
Voz da Profecia

Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/09/15/



ESTER 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
18 de dezembro de 2019, 0:45
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ESTER 6 – Perceba a providência do Salvador mesmo que o pecador haja com negligência. A existência de Hamã se devia à negligência de Saul no passado (I Samuel 15:7-9); assim como a aflição dos judeus se devia à sua negligência de retornar a Jerusalém.
• Cuidado com negligências!

“Deus soa o alarme, mas Hamã não escuta”, observa Wiersbe: “A humilhação nas ruas da cidade e essas palavras [de sua família] deveriam ter alertado Hamã para o perigo e o levado a mudar o rumo de seus atos. Deus estava avisando Hamã, mas, em seu orgulho, o primeiro-ministro não deu ouvidos. Se tivesse se arrependido de todo o coração e clamado por misericórdia, é bem provável que tivesse salvado a própria vida e a de seus dez filhos”.
Negligência! Hamã rejeitou a graça conscientemente! Contudo, sua família pagã “ecoa um dos temas centrais do livro: aqueles que tentam subverter os planos de Deus para seu povo certamente cairão em ruína” (Bíblia Andrews).

Saber que Deus tem um povo…
• …e, tentar destruí-lo, é loucura – rejeição da graça;
• …é insuficiente para a salvação;
• …sem unir-se a esse povo é agir estupidamente;
• …e negligenciar o Deus do povo significa desprezar a própria vida.

Providência reverte negligências: “Ao passo que o cap. 4 marca o ponto de virada pessoal na vida de Ester, o cap. 6 é o ponto de virada da história inteira. Reis que não conseguem dormir costumam estar prestes a ser surpreendidos por Deus (Dn 2:1; 6:18). Todo o capítulo parece ser uma série de coincidências que levam o leitor reflexivo a se perguntar: ‘Quem está por trás de tudo isso?’. Só há uma resposta válida: o mesmo Deus que designa reis, que os demove de seus propósitos (Dn 2:21) e que controla os corpos celestes (Jr 31:35)” (Bíblia Andrews).

Providência resulta da graça, não da negligência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
18 de dezembro de 2019, 0:05
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1102 palavras

1 naquela noite o rei não conseguiu dormir. Ao passo que o cap. 4 marca o ponto de virada pessoal na vida de Ester, o cap. 6 é o ponto de virada da história inteira. Reis que não conseguem dormir costumam estar prestes a ser surpreendidos por Deus (Dn 2:1; 6:18). Todo o capítulo parece ser uma série de coincidências que levam o leitor reflexivo a se perguntar: ‘Quem está por trás de tudo isso?’. Só há uma resposta válida: o mesmo Deus que designa reis, que os demove de seus propósitos (Dn 2:21) e que controla os corpos celestes (Jr 31:35). Bíblia de Estudo Andrews.

O rei decidiu rever a história de seu reino e seus servos leram para ele sobre a boa ação de Mordecai. Isto pode parecer coincidência, mas Deus está sempre trabalhando. Deus tem estado trabalhando quieta e pacientemente em sua vida do mesmo modo. Os eventos que ocorrem ao mesmo tempo para o bem não são coincidência; eles são o resultado do controle  soberano de Deus sobre a vida das pessoas (Life Application Study Bible).

Literalmente, “o sono do rei fugiu.” Talvez ele estivesse tentando adivinhar qual seria o pedido de Ester. Uma vez ela havia se apressado a dar informações surpreendentes a Assuero (2.21,22).  Não é provável, também, que naquela ocasião, também, Ester tenha se contentado em esperar uma convocação real; o assunto era urgente. À medida que as horas da noite passavam, a curiosidade e a imaginação do rei inventavam todos os tipos de possíveis conspirações contra sua vida. Para refrescar sua memória do incidente, e talvez com medo de que alguns dos conspiradores tivessem escapado, o rei pediu que se fizesse a leitura do registro. Além disso, o fato de que Ester havia convidado Hamã indicava fortemente que ele estava envolvido de alguma forma – como amigo ou inimigo, o rei não poderia saber. Não é de se estranhar que o rei não conseguisse dormir (CBASD, vol. 3, p. 532).

Esse versículo marca o centro literário da narrativa. Quando tudo parecia tenebroso em absoluto, uma série de aparentes insignificantes coincidências marcam o ponto crucial que começa a apresentar soluções à história. A insônia do rei, seu pedido para ouvir a leitura dos registros históricos, a abertura no trecho que relata a lealdade de Mardoqueu no passado, a obra barulhenta de carpintaria de Hamã logo de madrugada (5.14), sua entrada repentina no pátio do palácio e sua pressuposição de ser ele o homem a quem o rei desejava honrar – tudo isso testemunha da soberania de Deus sobre todos os acontecimentos da narrativa. As circunstâncias que pareciam meramente secundárias passam a assumir relevância fundamental. Assim como na história de José (Gn 41.1-45), o destino do herói é revertido pelo fato de o sono do monarca ter sido perturbado (cf Dn 2:1; 6.18 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

2 foi lido. Nessa ocasião, o escriba estava lendo registros históricos de acontecimentos de cinco anos antes (cp 3.7 com 2.16) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Provavelmente, o próprio rei não podia ler. É mais provável que servos especiais foram designados para a tarefa de leitura. Naqueles dias, a escrita e a leitura eram artes altamente especializadas, e somente aqueles que dedicavam seu tempo a elas poderiam se tornar proficientes(CBASD, vol. 3, p. 532).

3 honras. Havia entre os persas um ordem chamada “ordem dos benfeitores do rei”, constituída por indivíduos que prestaram algum serviço excepcional ao rei, os quais passaram a ser sobejamente recompensados. Mordecai, tendo denunciado uma conspiração contra o rei, deveria ter sido enquadrado naquele grupo, mas não foi (Bíblia Shedd).

5 Nem Hamã poderia entrar sem o convite do rei (4.11) (Bíblia Shedd).

6 De novo, fica evidente a ironia: assim como Hamã deixara de revelar ao rei a identidade de “certo povo” (3.8), também o rei deixa de mencionar a Hamã a identidade do “homem que o rei tem prazer de honrar” (v. 6) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

8 uma roupa do próprio rei. Na antiguidade, atribuía-se muito sentido das vestes reais; vestir as roupas do rei era sinal de grande favor concedido (1Sm 18.4). Usar vestes de outra pessoa era participar de seu poder, de sua estatura, de sua honra ou de sua santidade (2Rs 2.13,14; Is 61.3,10; Zc 3; Mc 5.27). A sugestão de Hamã, além de ser grande honraria para o contemplado, também bajulava bastante o rei; escolheu-se envergar uma veste dele em vez de suas riquezas (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Que o rei costuma usar. Ou, “o rei vestiu”. Usar uma peça de roupa anteriormente usada pelo rei, em circunstâncias normais, era uma violação da lei persa punível com a morte. Isto sugeriria que o portador pensava assumir a autoridade real. O rei, é claro, poderia autorizar uma exceção como uma indicação especial de favor pessoal (CBASD, vol. 3, p. 535).

10-13 Mordecai expôs um complô para assassinar Assuero – portanto ele salvou a vida do rei (2.21-23). Apesar do seu bom ato estar registrado no livro históricos, Mordecai não tinha sido recompensado. Mas Deus estava guardando a recompensa de Mordecai para o momento certo. Exatamente quando Hamã estava para enforcar Mordecai injustamente, o rei estava pronto para dar a recompensa. A despeito das promessas de Deus em recompensar nossas boas ações, nós às vezes sentimos que nossa “retribuição” está demorando demais. Sejamos pacientes. Deus sabe quando Ele fará o melhor para nós (Life Application Study Bible).

10 apressa-te. O rei não admite demora em um assunto que já esperou tempo demais (CBASD, vol. 3, p. 536).

o judeu Mordecai. A nacionalidade e ocupação de Mordecai foram, sem dúvida, anotadas no Livro das Crônicas de onde o servo tinha lido naquela noite, e a partir delas o rei soube dos fatos que, então, declarava. Ele pode ter usado a expressão exata que encontrou no relato (CBASD, vol. 3, p. 535).

10,11 O arrogante Hamã teve que conduzir seu arquiinimigo montado no cavalo real e proclamar a apreciação real sobre Mordecai. O orgulho leva à destruição mesmo que leve um longo tempo (Andrews Study Bible).

12 voltou. Mordecai voltou à sua antiga condição e ao emprego. O rei considerou a honra assim demonstrada a Mordecai uma recompensa suficiente. Do ponto de vista oriental, isto seria de valor mais simbólico e prático do que uma recompensa em dinheiro (CBASD, vol. 3, p. 535).

cabeça coberta. Um sinal de luto e vergonha (2Sm 15:30; Jer 13:3) (Andrews Study Bible).

13 A família de Hamã ecoa um dos temas centrais do livro: aqueles que tentam subverter os planos de Deus para seu povo certamente cairão em ruína” (Bíblia de Estudo Andrews).

14 Um dos grande propósitos do autor é mostrar que aquele que põe um laço para a vida de seu vizinho está em grave perigo de ele mesmo cair na armadilha. As pessoas muitas vezes encontram os mesmos males que procuraram infligir a outros (ver Mt 7:2) (CBASD, vol. 3, p. 536).

 



ESTER 5
17 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/5

Ester, embora caminhe sozinha, sabe que cada pessoa que orou e jejuou em seu nome a está apoiando. Este apoio confirma espiritualmente estar fazendo a vontade de Deus e tem plena fé que Ele cuidará do Seu povo.

Ester corajosamente escolhe convidar Hamã, assim como o rei, para um banquete especial, onde ela divulgará seu pedido. Durante o jantar, ela os convida a voltar novamente amanhã, para outro banquete luxuoso. Ester espera que sua hospitalidade calorosa e acolhedora derreta corações e abra portas. Mas seu duplo convite deixa Hamã mais orgulhoso do que nunca.

Agora, há apenas uma coisa que estraga a felicidade de Hamã: Mordecai. Encorajado pela sugestão grotesca de sua esposa, ele monta um poste alto e planeja destruir seu inimigo publicamente para que ele possa desfrutar o banquete de Ester em paz.

O egoísmo e o orgulho machucam e destroem, mas a bondade, a generosidade e a hospitalidade curam os outros e lhes trazem esperança. Quais relacionamentos em sua vida precisam ser curados e como você os curará com bondade e hospitalidade?

Quais são os grandes desafios em sua vida que você, como Ester, enfrentará com mais coragem com o apoio de amigos em oração?

Karen Holford
Family Ministries Director
Trans-European Division of Seventh-day Adventists

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=677
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



ESTER 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
17 de dezembro de 2019, 0:05
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864 palavras

1 terceiro dia. O terceiro dia é geralmente um momento decisivo das histórias bíblicas (Gên 22:4; 31:22; 34:25; Êx 19:11; Jz 20:30; Mt 16:21; Mc 9:31; Lc 9:22, etc.) (Andrews Study Bible).

2 tocou a ponta. Estender o cetro indicava favor real e aceitação; tocar o cetro significava o reconhecimento do favor assim exibido. Ao entrar no pátio interior, Ester já havia violado a lei (Et 4:11; cf. Et 6:4). Assuero deve ter reconhecido que só uma emergência teria levado Ester a se aproximar do trono sem ser convocada (CBASD, vol. 3, p. 530).

3 até metade do reino. Fórmula usual para uma promessa sem limites (Mc 6.23). O rei era facilmente induzido, pelas paixões, a fazer extravagâncias, tanto para o bem como para o mal (Bíblia Shedd).

4 Sabedora do caráter volúvel do rei, Ester quis se assegurar de estar em situação favorável, antes de tocar naquele delicadíssimo assunto. Era este o rei que mandou algemar o oceano que sacudira seus navios! (Bíblia Shedd).

6 qual é a tua petição? Assuero entendeu, é claro, que não foi pelo simples prazer de agradar a ele e a seu primeiro-ministro num banquete que Ester se arriscou a vida se aproximando do trono sem ser convocada (CBASD, vol. 3, p. 530).

O rei renovou sua gentil sugestão e sua promessa generosa de que até metade de seu reino seria dado a Ester, uma expressão proverbial que garantia à rainha que nada lhe seria negado, dentro da razoabilidade. Aquilo que é apressadamente pedido é também apressadamente negado; o que é pedido com calma merece consideração. A providência de Deus colocou no coração de Ester que ela deveria adiar a sua petição por mais um dia. Ela não sabia por que, mas Deus sabia: o que aconteceria naquela noite de espera favoreceria a sua intenção e abriria caminho para seu êxito, pois Hamã alcançaria o ápice da maldade contra Mardoqueu e começaria a cair diante dele. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

As táticas de adiamento usadas por Ester não somente demonstram a sua sabedoria e senso de controle, mas também aumentam o suspense da história. Bíblia de Genebra.

8 Por que Ester não falou naquela mesma hora? Será que ela perdera a coragem? Possivelmente este segundo banquete fazia parte do seu plano. Ela precisava preparar bem o coração do rei porque o seu pedido seria ambicioso. Ela iria pedir ao rei para reverter um decreto irreversível, desistir de uma soma enorme de dinheiro, reconhecer que seu braço direito era um assassino manipulador, e ao mesmo tempo admitir que ela o havia enganado sobre sua origem durante os últimos 5 anos. Uma boa noite de sono e um pouco mais de tempo eram sua única esperança de suavizar o que ela tinha a certeza que seria um duro golpe. (Jean Boonstra, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/21/)

Você já convidou o próprio Rei para sua mesa de banquete? (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).

9 não se levantara, nem se movera. Ou, “não se levantara nem tremia” (AA). (CBASD, vol. 3, p. 530).

Hamã enfurece-se tanto com o fato de uma única pessoa não lhe prestar homenagem, que as demais, que lhe tratam com reverência e honra, não lhe servem como consolo algum (cf 13) (Bíblia Shedd).

Hamã está inflado pela honra pela de ter sido convidado ao banquete de Ester. Ele teria, com prazer, sacado a sua espada e perseguido Mardoqueu por tê-lo afrontado; mas ele esperava vê-lo cair junto a todos os judeus e, assim, com dificuldade, absteve-se de apunhalá-lo. A pequena afronta que ele recebeu do judeu era como a mosca morta na vasilha de precioso unguento. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

O ódio e a amargura são como ervas daninhas com raízes profundas que crescem no coração e corrompem toda a vida. Hamã estava tão consumido pelo ódio contra Mordecai que não podia nem mesmo desfrutar a honra de ter sido convidado para o banquete de Ester. Hebreus 12:13 nos adverte que não “haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.” Não permita que o ódio e sua consequente amargura se estabeleçam em seu coração. Como Hamã você terá este fogo virando-se contra você (ver 6:13; 7:9,10). Se a simples menção do nome de alguém provoca a sua ira, admita que a sua amargura é pecaminosa. Ignorar a amargura, escondê-la de outros ou fazer mudanças de aparência não são suficientes. Se a amargura não é totalmente eliminada, ela voltará a crescer, tornando as coisas ainda piores (Life Application Study Bible).

11 muitos filhos. Hamã tinha dez filhos (9.7-10). Heródoto (1.136) relata que os persas davam mais valor a ter muitos filhos que a qualquer outra coisa, a não ser o heroísmo na batalha; o rei persa mandava presentes ao súdito que tivesse o maior número de filhos (cf. Sl 127.3-5) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

13 tudo isso não me satisfaz. A alegria que este mundo dá está à mercê de circunstâncias desfavoráveis, “aquele, porém, que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede, para sempre” (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).

14 lhe sugeriram: ”Mande fazer uma forca de mais de 22 metros de altura…” (NVI). Eles queriam que todas as pessoas da cidade vissem a morte de Mordecai e fossem lembradas das consequências de desobedecer a Hamã. Ironicamente, este mesmo cadafalso permitiu que todos vissem a morte de Hamã (Life Application Study Bible).



ESTER 4
16 de dezembro de 2019, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/4

As notícias chocantes do terrível decreto de Hamã se espalham rapidamente por todo o reino e por todas as casas judaicas … exceto para Ester. A comunidade judaica responde como sempre, diante de tanta violência, ódio e antagonismo – eles jejuam, rezam e expressam sua dor abertamente, com pano de saco e cinzas.

Ester fica profundamente perturbada quando descobre o motivo do pesar de Mordecai. Inicialmente, ela hesita em interceder. Como uma jovem em um imenso palácio, ela ainda se sente vulnerável, principalmente pela ameaça de morte que paira sobre aqueles que ousam se aproximar do rei sem ser convidado.

Mordecai percebe que todos esses anos passados do desenvolvimento do caráter de Ester, aumentando sua coragem e alimentando sua fé em Deus, visavam este exato momento da história. Ela é a pessoa principal que pode interceder e iniciar um processo para proteger seu povo. Ele sente a hesitação dela: “A propósito, você sabe que se não nos defender, Deus enviará outra pessoa e o nome da sua família se dissolverá no esquecimento.”

Deus chama cada um de nós para nossos próprios momentos de Ester. Como suas experiências de vida, suas tragédias e sofrimentos podem nutrir sua fé e coragem e prepará-lo para se posicionar por Deus?

Karen Holford
Family Ministries Director
Trans-European Division of Seventh-day Adventists

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=676
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



ESTER 4 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de dezembro de 2019, 0:45
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ESTER 4 – A negligência do povo em atender orientações de Deus o coloca em perigo. Aprofunde e amplie tua visão bíblica:

“Mais de cinquenta anos antes deste episódio de Ester, o imperador Ciro fizera proclamação que permitia e exortava todos os judeus a voltarem para a Judeia, conforme registrado no livro de Esdras (1.2-4). Esdras teve o cuidado de dizer que este decreto de Ciro se deu em cumprimento à profecia de Jeremias, feita antes mesmo do início do cativeiro dos judeus. Os setenta anos de cativeiro haviam sido pré-estabelecidos (Jr 29.10 etc.; veja também 25.11, 12). Além disso, o profeta Isaías realmente havia falado de Ciro pelo seu nome, vendo-o como futuro restaurador de Jerusalém, antes mesmo que Ele tivesse nascido (Is 44.28 etc.)”, analisa J. Sindlow Baxter.

Devido ao pecado, o povo de Deus foi ao cativeiro. Apenas um remanescente retornou. A maioria preferiu ficar na Pérsia. Os judeus acomodados “na verdade, em seu egoísmo, não queriam trocar a abundância da Pérsia pela pobreza da Judéia desolada, embora aquele fosse o lugar da bênção da aliança. Eles criam no Senhor e o reconheciam como o Deus único e verdadeiro, mas seus corações estavam voltados para as coisas deste mundo. Sem dúvida, tais judeus são tipos dos homens mundanos em meio ao povo do Senhor hoje” – diz Baxter.

• As consequências de negligenciar as orientações de Deus causam dores indescritíveis, tristezas irreparáveis e angústia imensurável (vs. 1-8).
• Privilégios políticos não são positivos quando a vontade de Deus é ignorada. Ester lamenta o decreto de Hamã e precisa elaborar uma sábia estratégia para salvar-se e também salvar seu povo: A verdade seria descoberta! (vs. 9-11). Além disso, “o fato de Ester não ter sido chamada aos aposentos do rei nestes trinta dias é apenas mais indicação de como a vida era anormal no palácio de Susã” (Joyce G. Baldwin).
• Contudo, o secular povo de Deus crê na divina providência em ação no curso da história (vs. 12-17).

Atenção: Deus sempre está no controle, mesmo quando tudo sai do nosso controle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.