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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 2 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/2
Isaías começa este trecho com uma promessa animadora de um tempo em que todos seguirão os caminhos do Senhor. A paz reinará. Então, de repente, Isaías lança uma incriminação. A humanidade está cheia de superstições, corre atrás de riquezas, investe pesadamente em poder militar e admira os tesouros e o poder que criaram, em vez de adorar a Deus. Vemos isso acontecendo no mundo hoje? Com certeza. Isaías deixa claro que os arrogantes e orgulhosos precisam ser abatidos antes que o Senhor possa ser exaltado.
Às vezes pode parecer que muitos cristãos, como a “Casa de Jacó” nesta passagem, perderam de vista o que significa seguir a Deus. Tento dizer isso sem julgamento porque todos nós “vemos obscuramente através de um vidro”. Vocês estão lendo este texto porque dedicam tempo em oração e estudo da Bíblia, então, presumivelmente, fazem o melhor para conhecer e seguir a Deus. O que, então, esta passagem significa para nós além de nos dar esperança na promessa de um futuro com Deus?
Temos a nos orientar algo que Isaías só viu profeticamente: os ensinamentos de Jesus e o chamado que Ele nos deu. Falo para mim mesma e para qualquer pessoa: ame a Deus com tudo o que você tem e é, alimente os famintos, visite os encarcerados, receba os estrangeiros e compartilhe o Evangelho até que Jesus volte.
Cathy Robertson Kabanuk
Professora e assistente social, Fall River Mills, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=927
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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2127 palavras
2. Nos últimos dias. Do heb. ‘acharith hayyamim. ‘Acharith, ‘último”, em geral designa o final de qualquer período, seja curto ou longo… ‘Acharith é traduzido com frequência na LXX por eschatos, “último”, “final”… O uso bíblico de ‘acharith torna evidente torna evidente que o contexto deve, em cada caso, determinar quão distante está esse “fim”. O contexto de “nos últimos dias” (Is 2:2) se refere à manifestação da “majestade de Deus” (v. 10), a “naquele dia” em que “o Senhor será exaltado (v. 11, 17), ao “Dia do Senhor”(v.12)… Portanto, os “últimos dias” de Isaías2:2 precedem imediatamente o estabelecimento do reino messiânico. Segundo claros princípios de interpretação (…), a era messiânica, no plano original de Deus para Israel, devia ter ocorrido como o clímax do período de restauração depois do cativeiro babilônico (…). No entanto, Israel fracassou cumprir as condições mediante as quais Deus poderia ter cumprido as muitas promessas de glória nacional e domínio universal para Israel; e, como resultado, a previsão de Isaías 2:1 a 4 nunca se cumpriu com o Israel literal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.3, p. 91-92.
Acontecerá. Existem diferentes interpretações para a mensagem dos v. 2 a 4: (1) que se refere a um milênio, quando haverá paz na terra, quando os judeus serão restaurados a seu lar original e à sua antiga posição como povo escolhido de Deus, quando governarão a Terra e converterão o mundo; (2)que descreve um falso reavivamento religioso que se dará no final da história da terra, patrocinado pelo cristianismo apóstata e designado a converter o mundo (ver 1Ts 5:1-5; Ap 13:11-17; etc); (3) que descreve o plano original de Deus no qual o Israel literal devia se tornar Seu instrumento para salvação do mundo, mas que, devido ao fracasso e à rejeição de Israel, essa previsão será cumprida pelo povo escolhido de Deus no presente ao proclamar a mensagem do evangelho aos lugares mais remotos da terra… Há claros estudos quanto aos problemas de certas interpretações literais referentes ao retorno dos judeus para a Palestina e ao papel de Israel no plano divino (…). Deve-se notar que Miqueias 4:1 a 3 é praticamente idêntico a Isaías 2:2 a 4. Um estudo do contexto de Miqueias esclarece a passagem paralela de Isaías. Isaías e Miqueias foram contemporâneos por muitos anos. CBASD, vol.3, p. 92.
O monte da Casa do Senhor… dizer que “o monte da Casa do Senhor” seria exaltado ao “cimo dos montes” era equivalente a dizer que o Deus de Israel seria honrado acima das demais religiões e dos outros deuses… CBASD, vol.3, p. 92-93.
Para ele afluirão todos os povos. De acordo com o plano original de Deus para Israel como instrumento para a salvação do mundo, chegaria o tempo em que as nações da Terra reconheceriam a superioridade e a liderança de Israel como nação (…) Esse quadro glorioso do triunfo final da verdade nunca foi cumprido pelo Israel literal, mas será pelo Israel espiritual. Isaías 2: 1 a 5 torna-se dessa forma, um quadro do glorioso triunfo do evangelho por meio do instrumento escolhido de Deus em nossos dias, Sua igreja (…). CBASD, vol.3, p. 93.
3. Irão muitas nações e dirão… Esta promessa da reunião das nações para adorar o deus verdadeiro jamais se cumpriu com o Israel literal, devido a sua falha em cumprir as condições, mas se cumprirá, de forma espiritual, com o povo de Deus (…). CBASD, vol.3, p. 93-94.
Vinde, e subamos. Se Israel tivesse sido fiel a Deus, estas palavras teriam estado nos lábios dos gentios, quando homens de outras nações reconhecessem as vantagens de se honrar o verdadeiro Deus. CBASD, vol.3, p. 94.
Deus de Jacó… O fato de os gentios não dizerem simplesmente “subamos a Jerusalém”, e sim, “subamos ao monte do SENHOR, e à casa do Deus de Jacó”, indica verdadeira compreensão de que a grandeza de Israel se deveria à cooperação do povo com o plano divino e à escolha de adorar o verdadeiro Deus. CBASD, vol.3, p. 94.
Sião. Referência a Jerusalém ou ao povo de Deus. Inicialmente, aludia à parte mais antiga de Jerusalém, “a cidade de Davi”. … Em 51:16 designa os israelitas.. No cap. 2, Sião é um lugar onde se ensina a lei. É também o local em que se assenta o Juiz universal. Bíblia de Andrews.
De Sião sairá. Jerusalém devia ter permanecido de pé “no orgulho de sua prosperidade, rainha de reinos”para ser : estabelecida como a poderosa metrópole da Terra” (…). O templo (…), bem como a cidade, “teria permanecido para sempre” (…). As nações da Terra teriam honrado os judeus, e os reconhecido como depositários e expositores da lei divina a toda humanidade (Dt 4:7, 8; Rm 3:1, 2). Os princípios revelados por meio de Israel deviam ter sido “o meio de restaurarão homem a imagem moral de Deus”(…). E, “na medida em que o número de Israel aumentasse, deveriam ampliar os limites até que seu reino abarcasse o mundo”(…) . CBASD, vol.3, p. 94.
4. Ele julgará. Nem todas as nações da Terra estariam dispostas a obedecer à “palavra do SENHOR, de Jerusalém”(v. 3). Aqueles que se recusassem a se submeter à autoridade de Deus, exercida por meio dos judeus como povo escolhido, se uniriam para conseguir por força das armas o que não estariam dispostos a obter harmonizando o caráter com a lei de Deus (Jr 25:32; Ex 38:8-12; Jl 3:1, 12; Zc 12: 2-9; 14:2). Ao alcançarem e sitiarem Jerusalém, eles descobririam para seu espanto que estavam entrando em conflito com o Deus dos céus (Jr 25: 31-33) e que Ele os julgaria (Jl 3:9-17) e os destruiria ali (Is 34:1-8; 60:12; 63:1-6; 66:15-18). Quando os gentios se reunissem nas proximidades do vale de Josafá (Jl 3:3, 12), localizado bem ao leste de Jerusalém, Deus se assentaria “para julgar todas as nações em redor” (Jl 3:12). A palavra Yehoshafat, “Josafá’, literalmente, significa “Yahweh julgará”. CBASD, vol.3, p. 94.
Corrigirá muitas nações. Contra Jerusalém “se juntarão todas as nações da terra” (Zc 12:3), mas Deus “protegerá os habitantes de Jerusalém” (Zc 12:8) e destruirá “todas as nações que vierem contra Jerusalém”(Zc 12:9). Esses eventos nunca se cumpriram com o Israel literal, devido ao fracasso da nação em cumprir a missão que lhe fora designada. Contudo, como afirma João (Ap 20: 7-15), essa profecia se cumprira1 quando, no fim do milênio, Satanás seduzir “as nações […] da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja” (v. 8) e sitiar “o acampamento dos santos” (v. 9). Então, os ímpios estarão diante de Deus e serão “julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livro” (v. 11, 12), “julgados, um por um, segundo as suas obras”(v. 13). As nações da Terra saberão que o senhor é Deus (Ez 38:23; ver Zc 12:4; Ap 19:19-21). CBASD, vol.3, p. 95.
Nem aprenderão mais a guerra. Comparar com Os 2:18 e Sl 46:9. Os que acreditam que um retorno literal dos judeus à Palestina anuncia sua restauração à aliança dos tempos do AT interpretam saías 2:1 a 4 e a passagem paralela de Miqueias (4:1-3) como uma previsão de mil anos de paz, quando os judeus governarão a terra e a converterão a Deus. É evidente que essa interpretação não tem base bíblica (…) Deus deixou claro que nos últimos dias haverá um falso reavivamento religioso. Mas, ao se estudarem as evidências, conclui-se que Isaías não se refere a tal reavivamento. cristo predisse que as mensagem dos ministros do falso reavivamento religioso seriam de natureza tal que , se possível, enganariam os próprios eleitos (Mt 24:23-27). “Tão meticulosamente a contrafação se parecerá com o verdadeiro, que será impossível distinguir entre ambos sem o auxílio das Escrituras Sagradas (GC, 593). Quando chegar a hora, somente o amor genuíno à verdade e uma atenção diligente às instruções contidas na Bíblia e no Espírito de Profecia poderão proteger dos enganos do inimigo, dos espíritos sedutores e das doutrinas de demônios (Os 4:6; 2Ts 2:9-12; …). CBASD, vol.3, p. 95-96.
5… Andemos… A obediência ao dever é a única evidência válida de que se aceitou com sinceridade a oferta divina de misericórdia. De fato, a fé não acompanhada de obras de obediência é declarada como “morta” (Tg 2:26). Diz-se que os que ouvem a palavra do Senhor, mas negligenciam cumpri-la são como quem constrói a casa sobre a areia (Mt 7:26, 27). CBASD, vol.3, p. 97.
Luz do Senhor. Isto é, a luz da verdade que o Senhor enviou por meio de Seus profetas… CBASD, vol.3, p. 97.
6. Desamparaste o Teu povo. Em vez de perceber o glorioso destino que Deus planejara, eles praticamente se apostataram. Os judeus já não eram verdadeiros, fiéis e obedientes ao Senhor. Estavam abandonados e deixados de lado por causa de suas grandes iniquidades. Deus não estava com eles, porque se voltaram para o pecado… CBASD, vol.3, p. 98.
Corrupção do Oriente. Babilônia ficava ao oriente da Palestina, famosa por seus astrólogos, agoureiros e feiticeiros (Dn 2;2′, 27; 4:7, 11). Por abandonar o Senhor e seguir a religião falsa do Oriente, Israel perdeu o favor divino. CBASD, vol.3, p. 98.
Alude a adivinhos como os filisteus e à adoração a ídolos (Is 2.8) dos rituais mesopotâmicos (44:25; 47:8-11). Em consequência, o juízo de Deus cairia sobre o povo para tirar dele o falso apoio às práticas estrangeiras de culto. Além disso, a queda de Judá e Jerusalém é atribuída ao fato de que seu discurso e seus atos são contrários ao Senhor (3:8). A acusação à liderança se baseia na injustiça social; em especial, no fato de se aproveitarem dos pobres (3:13-15). Bíblia de Andrews.
Como os filisteus… Como os babilônios, os filisteus tinham seus sacerdotes e ocultistas e seus adivinhos (1Sm 6:2), e o professo povo de Deus estava seguindo seu exemplo. Em vez de ir a Deus em busca de luz, eles procuravam os líderes, associados ao príncipe das trevas.CBASD, vol.3, p. 98.
E se associam com os filhos dos estranhos… Israel tinha se associado aos estrangeiros, “dando-se as mãos”no sentido de entrar em acordo com eles e compartilhar causas comuns. Israel não era mais um povo separado e peculiar. Eram um com o mundo ao seu redor quanto a política, comércio, religião e iniquidade (comparar com 2Co 6:14). CBASD, vol.3, p. 98.
7. De prata e de ouro. Judá tinha se familiarizado com o comércio, e seu principal interesse era o lucro material. A nação possuía abundância de prata e ouro, mas carecia de justiça e fé… Com a prosperidade, houve luxo e declínio moral… CBASD, vol.3, p. 98.
Cavalos… Na época do AT, cavalos eram usados principalmente na guerra. A multiplicação de cavalos e carros faria com que o povo deixasse de confiar em Deus para confiar em coisas materiais… CBASD, vol.3, p. 98.
8. Está cheia a sua terra de ídolos. O reinado de Acaz foi caracterizado por grande declínio moral, em que rei e povo abandonaram o verdadeiro Deus e passaram a adorar ídolos. Faziam-se imagens a Baal (…), sacrifícios humanos eram oferecidos aos deuses pagãos, altares eram erigidos em toda a Jerusalém, lugares altos para queimar incenso a ídolos eram dedicados em toda a terra, e um altar pagão foi erigido no átrio do templo, onde ficava o altar de bronze de Salomão (2Rs 16:10-14; 2Cr28:2-4, 23-25). CBASD, vol.3, p. 98-99.
12. O Dia do SENHOR. “O Dia do SENHOR” é o dia da ira de Deus sobre nações individualmente e sobre o mundo. Quando uma nação se torna tão ímpia, de modo que seu destino é selado e o juízo final pronunciado contra ela pelo Senhor, esse é “o Dia do Senhor” para esse povo particular… CBASD, vol.3, p. 99.
No contexto do cap. 2, vários temas são entrelaçados para explicar o sentido da expressão “o dia do SENHOR”. Trata-se de um dia de juízo contra a idolatria, o espiritualismo e o orgulho. No NT, as expressões “Dia de Cristo Jesus” (Fp 1:6) e “vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”, como em 2Ts 2:1-10, capturam a essência da vitória divina sobre os inimigos e a salvação do povo de Deus. Bíblia de Andrews.
Soberbo e altivo… Isaías viu o professo povo de Deus se jactar e se gloriar de suas próprias conquistas. Também o viu humilhado no pó diante do Criador no grande dia do juízo. CBASD, vol.3, p. 99.
14. Os montes altos. Com frequência montes representam reinos na Bíblia. Assim como a ira de Deus cairá sobre o soberbo e altivo no grande Dia do Senhor, também cairá sobre as nações orgulhosas… CBASD, vol.3, p. 100.
16. Os navios de Társis. Grandes navios transportavam metais no Mediterrâneo e o Mar Vermelho, para comercializá-los em terras distantes (ver 1Rs 10:22; 22;48; 2Cr 20:36). O juízo dos céus cairia sobre todas essas empresas comerciais, motivadas pelo egoísmo e pela cobiça. CBASD, vol.3, p. 100.
20… Ídolos de prata… Estes não são necessariamente ídolos literais, mas podem ser tesouros de ouro e prata. Eles se provam inúteis e incapazes de salvar, e são rejeitados como vãos. CBASD, vol.3, p. 100.
22. Afastai-vos, pois, do homem… Vez após vez, Deus advertiu Israel a não depositar sua confiança na força humana, fosse a deles mesmos ou de nações vizinhas como Egito e Assíria, mas sim a ter confiança no que Ele faria por eles, se fossem fiéis… CBASD, vol.3, p. 101.
Cujo fôlego. Estas palavras enfatizam a fragilidade da vida humana (ver Gn 2:7; 7:22; Sl 146:3, 4). Deus deu ao ser humano fôlego e vida, e quando o fôlego falta, a vida cessa… CBASD, vol.3, p. 100.
Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli.
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ISAÍAS 2 – Carecemos de religiosidade sólida, verdadeira, bíblica, relevante e plena. Por que contentamos com migalhas das revelações divinas e nos satisfazemos com alcançar à superficialidade da fé, em vez de ansiar por sua profundidade?
• Se quiserdes sair da mesmice e da superfície espiritual, envolva-se diariamente com Isaías.
Da família real, esse magnífico profeta, é “dotado de uma espiritualidade profunda, bem-educado e capelão da corte de quatro reis de Judá por um período aproximadamente de cinquenta anos”. Ele, “foi talvez a figura mais monumental dos séculos intermediários da história de Israel” (Stanley A. Allisen).
No capítulo em pauta, após Isaías emitir introdução profética (v. 1), há uma ênfase no povo de Deus como proclamador da verdadeira religião (vs. 2-5). Todavia, o povo descumpriu com seus elevados propósitos, por preferir viver na lama das religiões falsas; então, o resultado era inevitavelmente assustador (vs. 6-11).
• Seria diferente hoje?
Após revelar a tentativa frustrante do povo judeu de viver conforme a expectativa divina, a profecia trata do grande dia do Senhor. Nesse dia ficará nítido que tudo o que parece seguro trará humilhação, decepção e frustração; em contrapartida Deus será glorificado, exaltado e mostrado digno de confiança (vs. 12-17). Toda idolatria será destruída, imprópria para auxiliar aos que dela dependem (vs. 18-21).
A expressão “o dia do Senhor” refere-se “ao julgamento divino dos perversos em meio ao povo do Senhor ou entre as nações. Também está ligada à ideia de salvação. Além disso, pode indicar a era messiânica, como em 10:20 […]. No contexto do cap. 2, vários temas são entrelaçados para explicar o sentido da expressão ‘o dia do Senhor’. Trata-se de um dia de juízo contra a idolatria, o espiritualismo e o orgulho” (Bíblia Andrews).
O dia do Senhor será o grande dia da decepção aos que confiaram em…
• …si mesmos, em suas forças, habilidades, espertezas;
• …tudo, menos em Deus;
• …religiões místicas, aparentemente mais poderosas, melhores…
Os pecadores se interessam por tudo, menos no que realmente importa. Creem em qualquer coisa boba, mas duvidam do que é verdadeiro. Abraçam conceitos falsos e insignificantes, mas rejeitam a Deus e Sua Palavra… Contudo, “Deus vai mostrar qual é Seu agir para que vivamos a vida para a qual fomos feitos” (v. 3).
“Senhor, reaviva-nos enquanto é tempo!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 1 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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2440 palavras
1. Visão de Isaías. Este é o título que o próprio Isaías deu ao livro. O termo “visão” indica a revelação em si, em vez de o processo pelo qual foi dada… As visões de Isaías se referiam em especial a Judá e Jerusalém, mas também às nações vizinhas e ao mundo como um todo. Por meio da “visão de Isaías”, podem-se ver as coisas como Deus as vê e como escolhe revelá-las por meio do profeta. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
É muito provável que esta expressão se aplique a todo o livro. Baseia-se na aliança divina com Israel unida aos requisitos ou às expectativas de retidão na conduta do povo de Deus. Esta visão é também Uma interpretação e um vislumbre das circunstâncias do povo do senhor na época. As pessoas estavam envolvidas em rituais religiosos, muito embora houvessem abandonado a deus, agissem com injustiça e oprimissem os pobres. Confiavam em poderes terrenos como a Assíria ou o Egito, em vez de depositar sua confiança no Senhor. Em consequência, o livro é uma visão de juízo. É também uma visão futura de esperança na determinação divina de cumprir seu propósito por intermédio do Messias e de um remanescente. A visão culmina na criação de um novo céu e uma nova terra: uma visão do fim da calamidade e do mal, de bênção, de reconciliação e paz. Bíblia de Andrews.
Nos dias. De acordo com a cronologia empregada neste Comentário, Uzias morreu em 740/739 a.C., e Ezequias, em 687/686… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
2-31 Este capítulo faz um diagnóstico do problema do povo de Deus, além de sugerir uma solução. Bíblia de Andrews.
2, 3 Os problemas identificados são a rebelião contra Deus, a falta de conhecimento e entendimento. O povo havia abandonado seu Deus. A acusação de falta de conhecimento e entendimento é frequente nos livros proféticos (ver Os 4:1). Bíblia de Andrews.
2. Ouvi, ó céus… O primeiro discurso de Isaías começa com uma acusação ao professo povo de Deus. Sua falha em não aproveitar as oportunidades dadas por Deus causa assombro. Por assim dizer, Isaías pede aos habitantes dos céus para testemunhar o espetáculo extraordinário, um recurso literário semelhante em propósito ao usado por Joel (Jl 1:2-3), designado a impressionar os sentidos embotados da transgressão… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
… Deus é apresentado como Juiz, e as testemunhas são os céus e a terra. A escolha das testemunhas confere solenidade ao julgamento e aumenta a importância das acusações. Bíblia de Andrews.
3. O boi. Os animais domésticos conhecem quem os alimenta. Até os irracionais sabem onde encontrar alimento e, por conseguinte, têm certa ligação com quem os alimenta. No entanto, aquele povo não tinha isso. Desatentos e ingratos quanto ao cuidado amoroso do Pai celestial, eles eram culpados da mais ingrata insensatez. Eles sequer demonstraram ter a inteligência de animais irracionais. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Israel não tem conhecimento. … refere-se especificamente a Judá no sentido de que, como descendentes de Jacó, eram herdeiros das promessas feitas aos pais da nação (…). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
4. Ai dessa nação pecaminosa. Aqueles que Deus escolheu para ser “povo santo ao SENHOR” (Dt 14:2) se transformaram numa nação pecaminosa… apostataram abertamente e desobedeceram. O esquecimento passivo se converteu em rebelião ativa. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Este versículo retrata uma perda de posição e dignidade. A comparação posterior com Sodoma e Gomorra mostra o resultado do caminho escolhido, que conduzia à alienação. Bíblia de Andrews.
Santo de Israel. A expressão favorita de Isaías. Ele a emprega 25 vezes, ao passo que todos os outros escritores do AT a usam apenas seis vezes. Quando Isaías viu a deus pela primeira vez em visão, sentado em Seu trono, também ouviu o coro angelical cantar “santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos” (Is 6:3). O caráter santo de Deus impressionou o profeta de forma profunda… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
5-9 O julgamento chegou a Israel, incluindo a destruição e devastação da terra. A imagem de um corpo enfermo, de uma cidade destruída pela guerra e das dificuldades subsequentes intensificam a seriedade do que estava acontecendo com o povo de Deus… Bíblia de Andrews.
5. Por que […]? Ou, “onde?’ O corpo está tão coberto de feridas que o pai hesita em continuar punindo, embora seja necessário, e, por misericórdia, prefere não golpear o filho onde as feridas de punições anteriores ainda não sararam. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
7. A vossa terra está assolada. … a situação de Judá na época das invasões assírias. Com sua costumeira crueldade implacável, os assírios tinham devastado o país, queimando, saqueando e matando… Parecia que o fim havia chegado. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
8. A filha de Sião. Isto é, Jerusalém (ver Lm 2:8, 10, 13, 18; Mq 1:8, 10, 13). Antigamente, Sião era a fortaleza dos jebuseus, a cidade de Davi (2Sm 5:7; 1Rs 8:1…), no entanto, mais tarde, o nome foi usado num sentido amplo para designar toda a cidade… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Choça. Isto é, uma cabana onde o vigilante da vinha ou os membros de uma família viviam durante a vindima. Os que viviam nessas estruturas ficavam isolados do restante da comunidade e desprotegidos. Essa era a situação de Jerusalém durante o período em questão. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Cidade sitiada. Na época da invasão de Senaqueribe, Jerusalém estava literalmente cercada pelos exércitos assírios. Foi a única cidade que continuou resistindo quando todo o restante da terra de Judá tinha caído em mãos inimigas. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
9 … Alguns sobreviventes. Toda a Judeia, com exceção de Jerusalém, caiu em mãos inimigas, Apenas a capital permaneceu, aparentemente indefesa e em grave perigo. Não fossem “alguns sobreviventes”, a nação de Judá teria tido um fim igual ao de Sodoma e Gomorra. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
10-20 Os temas desta seção abordam a situação religiosa do povo de Deus. … Por mais paradoxal que possa parecer, não faltava religiosidade ao povo de Deus. A adoração continuava como de costume, enquanto a injustiça aumentava. Diante da injustiça gritante, havia uma multidão de sacrifícios, ofertas, incensos, festas, luas novas e sábados, além de orações sem nenhum valor. Na verdade, tais práticas são chamadas de abomináveis (ver também Am 5:21-24). Bíblia de Andrews.
10. Vós, príncipes de Sodoma… Os líderes do país tinham se distanciado tanto do Senhor que, na prática, diferiam bem pouco dos líderes das nações mais pecaminosas da terra… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
11. De que me serve [,,,]? Judá ainda tinha a aparência de uma nação religiosa. Muitos sacrifícios eram oferecidos no templo, mas havia pouca religião verdadeira… Eles conheciam as formas da religião, mas não entendiam que necessitavam de um Salvador, nem compreendiam o significado de justiça. Isaías se esforçou para despertar o povo e fazer com que percebesse a tolice de seus caminhos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
12. Para comparecer perante Mim. Comparecer perante deus era a frase comum que significava visitar o templo nas grandes festividades religiosas (Êx 34:23; Sl 42:2; 84:7)… Mas nem necessariamente todos que iam ao templo experimentavam a presença de Deus. Por meio de Isaías, o Senhor proclama que Ele habita “no alto e santo lugar, mas também com o contrito e abatido de espírito” (Is 57:15). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
13 … Festas da Lua Nova, os sábados. Os dias sagrados mencionados nesta passagem ocorrem juntos outras vezes (2Rs 4:23; 2Cr 8:13; Am 8:5). Observar esses dias era parte essencial da religião hebraica. Eles foram apontados pelo próprio Senhor, e Ele foi quem pediu a Israel que os observasse (Êx 23:12-17; Lv 23; Nm 28, 29; Dt 16: 1-17). A observância exterior dessas formas de religião, porém, não era suficiente, Rituais e cerimônias não têm significado quando falta justiça. Deus deixou claro que a observância formal dos dias sagrados que Ele mesmo ordenou era ofensiva sem obediência. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
15. Quando estendeis as mãos. Quando os hebreus oravam, com frequência estendiam as mãos em direção a Deus (ver Êx 9:29, 33; 17:11; 1Rs 8:22; Ed 9:5, Jó 11:13; Sl 88:9; 143:6). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Não as ouço. Ver Sl 66:18; Tg 4:3. Deus não ouve orações de hipócritas, apenas dos sinceros (Mt 6:5; Lc 18:14)… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
16. Lavai-vos …Isaías disse a Jerusalém para vestir roupas formosas, pois estava chegando a hora em que o impuro não mais entraria ali (Is 52:1). João declarou que nada imundo entraria na cidade santa (Ap 21:27). A lição que Isaías se esforçou para ensinar a Israel era de que Deus. “o Santo de Israel”, requer santidade de Seu povo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
As purificações cerimoniais sem abrir mão do mal e sem o compromisso com a justiça não tinham valor, não passavam de hipocrisia religiosa (ver 52:11; 55:7). Bíblia de Andrews.
17. Aprendei a fazer o bem …A pessoa passivamente boa, que apenas se refreia de fazer o mal, não é suficientemente cristã… Qualquer que tenha sido a inclinação anterior, a pessoa deve não só deixar de fazer o mal, mas apresentar esforços sinceros para fazer o bem. Para atingir esse objetivo, é preciso firmeza de propósito e a ajuda do Céu… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Repreendei ao opressor. …Muitos em Israel eram oprimidos por seus irmãos. Era dever daqueles que amavam a deus corrigir isso. Os opressores deviam ser refreados, e os oprimidos precisavam de alívio. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Pleiteai a causa das viúvas. O pobre e o necessitado, o desafortunado e oprimido precisava desesperadamente de alívio. Os líderes do professo povo de deus estavam tirando vantagem dessas classes desafortunadas e se enriquecendo às suas custas. Essa situação demandava um ponto final, Amor verdadeiro e simpatia deviam se manifestar nos esforços para corrigir o mal e estabelecer a justiça a todos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
18 arrazoemos. O convite para arrazoar juntos revela algo atraente acerca do caráter e dos propósitos de Deus. Ele ajuda seu povo a amadurecer. Trata-os como parceiros, em vez de se comportar como um governante que só se importa em realizar a própria vontade. A mudança que deseja ver em seu povo requer a participação do elemento humano no diagnóstico de sua verdadeira condição. O Senhor mostra disposição em perdoar e salvar seu povo. Insiste para que todos escolham a vida, ao escolher o deus da vida. A outra opção é a morte inevitável. Mais adiante, o povo é acusado de fazer uma aliança com a morte (28: 15, 18). Mesmo nessa condição, o Senhor deseja salvá-los. Isso nos dá uma ideia da profundidade do amor de Deus por seu povo. Ele não os deixa ir sem fazer tudo o que pode para salvá-los do desastre. Bíblia de Andrews.
Ainda que os vossos pecados. … Deus assegura que não importa qual tenha sido a culpa, quão grave tenha sido o pecado, é possível ser restaurado à pureza e santidade. Esta promessa tem a ver não apenas com os resultados do pecado, mas com o pecado em si, Ele pode ser erradicado e banido por completo da vida… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
19. Se quiserdes e Me ouvirdes. … As alegrias do Céu não são dons arbitrários de Deus àqueles que O seguem, mas o resultado natural de cumprir com o que Ele requer… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
20. Se recusardes. O que condena o pecador não é um decreto arbitrário de Deus. Ele apenas colhe o que ele mesmo plantou. Assim como as bênçãos acompanham o viver correto, as dores acompanham a iniquidade… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
21-26 Estes versículos retratam a corrupção da estrutura social. O juízo era iminente por causa da falta de justiça e retidão. Assassinatos, rebelião, roubo, a prática de aceitar subornos e fechar os olhos à causa dos oprimidos eram atos comuns. Deus intervém a fim de transformar a cidade infiel em uma cidade de justiça… Bíblia de Andrews.
21. Como se fez prostituta. Sião, outrora a cidade fiel, se tornou infiel. Outrora a esposa de Yahweh, ela se distanciou dEle e se entregou a outros. Tornou-se prostituta (ver Jr 2:20, 21; Ez16; Os 2)… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Agora, homicidas. A justiça se retirou, e a corrupção e depravação se puseram em seu lugar. A cidade de santos tinha se tornado cidade de homicidas e perversos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
22. A tua prata. Com duas figuras apropriadas, Isaías contrasta o presente com o passado. O caráter do povo tinha se degenerado da prata preciosa para a escória. O vinho puro da retidão e a santidade foram diluídos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
23. Os teus príncipes. … Os principais de Israel eram teimosos e rebeldes contra o Senhor, e mestres em todo tipo de crime (Is 3:12; 9:16; Mq 3:11). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Companheiros de ladrões. … Os oficiais não detinham os criminosos que infestavam as estradas, pois repartiam com eles o lucro pelos roubos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Não defendem. Os juízes se faziam de surdos para com os órfãos e as viúvas, que em geral não tinham condições de oferecer recompensas como as oferecidas pelos opressores. Era fácil para um juiz adiar por tempo indefinido a audiência de casos de pessoas pobres (ver Lc 18: 2-5). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
25. … Escórias. Restos de fundição (ver Is 1:22; cf. Ml 3:2, 3). Deus removeria a escória acumulada da iniquidade se tão somente Israel se mostrasse disposto a que Ele o fizesse. O fogo da aflição removeria a escória, e apenas o ouro puro do caráter santo permaneceria (Jó 23:10). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
27. Redimida pelo direito. … Um justo Juiz irá redimir e restaurar Sião por meio de julgamento justo. Em harmonia com decretos justos, a escória da cidade pecaminosa será eliminada por completo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Os que se arrependem. … A justiça de Cristo será o meio e o objetivo da salvação. Sendo que Cristo é justo, todos os habitantes da cidade santa serão justos, pois serão como Ele (1Jo 3:2). A justiça de Cristo é imputada e conferida a todos os seus seguidores… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
28. Destruídos. Os que se rebelam contra Deus e permanecem no pecado perecerão… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
29. carvalhos. Locais onde havia carvalhos e jardins eram usados comumente para adoração a ídolos. Bíblia de Andrews.
30. … Que não tem água. Sem água nenhum jardim pode florescer. O Senhor é fonte de vida (Sl 36:9), e os que O abandonam, deixam o manancial de águas vivas (Jr 2:13)… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
31. Estopa. A estopa, parte inferior do linho ou da juta, quando pronto para tecer, é altamente inflamável. Os que se consideram fortes serão consumidos no fogo inextinguível que devorará o ímpio. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
E a sua obra. Tanto o ímpio como suas obras perecerão no fogo consumidor dos últimos dias (2Pe 3:7, 10). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli.
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ISAÍAS 1 – O profeta de quem este livro recebe seu título foi grande visionário, culto, inteligente e consagrado. Ele nos oferece um livro muito bem elaborado.
Isaías “é o grande profeta messiânico e príncipe dos profetas do AT. Não tem rival em esplendor de dicção, brilhantismo de símiles, versatilidade e beleza de estilo, profundidade e amplidão de visão profética. Era filho de Amoz (1.1), e tido tradicionalmente como de ascendência real – irmão do rei Amazias, neto do rei Joás” (Merril F. Unger).
Se estudarmos com afinco e mergulhados em oração a este livro profético messiânico, experimentaríamos um reavivamento pela Palavra de Deus.
Comece com entusiasmo no primeiro capítulo. O contexto “refere-se à devastação do território e ao cerco de Jerusalém no tempo de Senaqueribe em 701 (cf. 36,1s; 2Rs 18,13s), ou por ocasião da guerra siro-efraimita em 735 (vf. 7,1-2 e 2Rs 16,5-9)” (Comentário da Bíblia de Jerusalém).
O povo de Deus, embora religioso, era alheio a Deus. Vivia na igreja, mas longe de Deus. Praticava rituais, mas não havia profundidade em seu relacionamento com Deus. O profeta de Deus mostra o perigo dessa religiosidade vazia, de aparência, hipócrita.
“Este capítulo descreve uma cena em um tribunal”, diz Warren W. Wiersbe. E então acrescenta:
1. Deus convocou o tribunal e declarou as acusações (vs. 2-4);
2. Deus apresentou seu caso e declarou a nação culpada (vs. 5-15);
3. Deus, porém, ofereceu aos acusados a oportunidade de se arrependerem e de serem perdoados (vs. 16-31).
A avaliação de Deus é perfeita, real. Deus não é negativista, muito menos pessimista, mas realista. Sua conclusão é exata. Consequentemente, quando Deus diz que Seu povo merece ser castigado, Ele não está exagerando, muito menos inventando.
O que fica claro para nós, é que Deus é intolerante ao envolvimento com a religião verdadeira possuindo uma espiritualidade superficial. Diante de uma religiosidade só de forma, Ele exige uma radical reforma. Ele confronta uma espiritualidade morta, porque deseja um reavivamento sobrenatural.
O anseio de Deus por arrependimento por uma vida religiosa hipócrita, vazia e superficial é visto em seu oferecimento de perdão, graça e restauração. Uma renovação do compromisso com Deus resulta em atitudes perceptíveis: Abandono daquilo que para Deus é intolerante, para abraçar ao estilo de vida que Deus preza!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO CANTARES 8 – Primeiro leia a Bíblia
CANTARES 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
CANTARES 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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1 Como meu irmāo. A palavra chave aqui é “como”. Naturalmente, ela desejava que seu amado seja realmente seu irmão, mas somente que ela tivesse a liberdade de beijá-lo em público e ir na companhia dele a qualquer lugar, sem atrair comentários. Bíblia de Genebra.
No antigo Oriente Próximo era impróprio mostrar afeição pública exceto entre membros da família. A moça desejava poder mostrar livremente sua afeição a quem amava, mesmo em público. Life Application Study Bible Kingsway.
A noiva parece recordar do tempo anterior à remoção dos obstáculos de sua união. Como nāo podia se declarar a ele como uma mulher apaixonada, ela desejava que seu relacionamento fosse como de irmão e irmā. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1271.
Desprezariam. Isto é, a família e os amigos dela nāo a reprovariam. CBASD, vol. 3, p. 1271.
2 E tu me ensinarias. A esposa percebe a diferença entre o esposo nobre e ela. … Destarte, pois, está disposta a se deixar ensinar. [Ap] A Igreja recebe o ensino, e todas as instruções de Cristo mediante as Escrituras, que são Sua Palavra. Biblia Shedd.
3 Este versículo é idêntico a 2.6. Em ambos os casos, a jovem está sonhando estar nos braços de seu amado. Bíblia de Genebra.
4 Ocorrendo aqui pela terceira vez, o refrão aponta para a consumação que ainda ocorrerá (2.7; 3.5). Bíblia de Genebra.
5-14 A sulamita reflete em seu relacionamento de amor com Salomão desde o início até o presente. Suas frases de sabedoria, as quais declaram que o amor se origina do Senhor (ver nota sobre 8:6), revelam sua crença no Deus verdadeiro. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Quem é esta que sobe do deserto? Essa frase é uma repetição exata de 3.6, onde introduz a seção de casamento no sonho da jovem (3.6-11 …). Agora, o sonho cedeu à realidade. O par feliz, casado finalmente, não tem mais de ocultar seu relacionamento, mas pode andar em público de braços dados (contrastar com o v. 1 …). Bíblia de Genebra.
encostada ao seu amado. Esta declaração simples capta uma pose íntima e típica de um homem e sua mulher. Bíblia de Genebra.
Debaixo da macieira de despertei. Salomāo sugere que eles devem voltar ao local onde ele conquistou o amor de sua noiva. CBASD, vol. 3, p. 1271.
te despertei. Ou seja, “comecei a cortejar-te”. … a passagem indica que a consumação foi realizada, e os amados relembram como tudo começou. Bíblia de Genebra.
Tua māe. Eles retornaram à casa em que a noiva nasceu. CBASD, vol. 3, p. 1271.
6, 7 o amor… a sepultura. Suas brasas… labaredas. Nem muitas águas conseguem… levá-lo. Essas três declarações sapienciais… caracterizam o amor conjugal como a força mais poderosa, irresistível e invencível da experiência humana. Com essas declarações, o Cântico atinge o ápice literário e revela seu propósito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Uma série de artifícios literários converge para marcar este versículo como o ponto alto de Cântico dos Cânticos. Aqui encontramos a descrição mais plena do assunto supremo do livro: o amor. Bíblia de Estudo Andrews.
selo. O “selo”é um sinete feito de metal ou de pedra e usado em um colar sobre o coração ou como um laço no braço (Gn 38.18). Bíblia de Genebra.
Põe-me como selo. No hebraico, … fica evidente que é a noiva quem fala. A palavra hebraica para “selo”, chotham, significa sinete (ver Êxodo 28:11, 21; Jó 38:14; 41:15; Jr 22:24). Algumas vezes, os hebreus usavam o sinete pendurado sobre o peito. A noiva de Salomāo desejava que seu esposo a visse como um sinete. CBASD, vol. 3, p. 1271.
Cf Jr 22.24, o selo sobre o braço é uma declaração quase que indissolúvel de um acordo. Biblia Shedd.
forte como a morte. O amor é tão forte quanto a mais poderosa e negativa experiência humana. Bíblia de Genebra.
duro como a sepultura, o ciúme. Também, “amor intenso, inexorável”. Assim como a sepultura não abre mão de seus mortos, o amor intenso nunca desiste dos amados. Biblia de Estudo Andrews.
Trata-se do amor-paixão, sentimento nobre e exigente: Deus é Deus “ciumento”(Ex 20,5; 34,14; 1Rs 19,10, etc. Biblia de Jerusalém.
Em paralelo com o “amor”, aqui, o “ciúme” é um zelo positivo, semelhante ao ciúme de Deus (Êx 20.5; Jo 2.17). Tal como o amor de Deus, o amor aqui celebrado não tolera rivais. Bíblia de Genebra.
veementes labaredas. A melhor tradução literal seria “uma chama de Yah“, isto é, “do SENHOR”. Esta expressão, reservada para o clímax temático de todo o livro, revela que Yahweh é a fonte de todo amor humano, proporcionando, dessa forma, a base para a interpretação tipológica do Cântico dos Cânticos. Biblia de Estudo Andrews.
O uso desta expressão [“brasas de fogo”/”chama de Jah“] confirma que há uma comparação implícita com o amor divino. Bíblia de Genebra.
7 Nāo poderiam apagar o amor. O Cântico não definira ainda o amor. A amada o faz aqui nos termos mais belos e fortes, falando do seu poder invencível, … do seu valor sem igual. Compreende-se que este poema tenha sido colocado como uma coroa no fim da coleção. O que segue é adicional. Biblia de Jerusalém.
Se alguém oferecesse… desprezado. Uma quarta declaração sapiencial… que declara o valor incomparável do amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O amor puro é de tal natureza que nada pode destruí-lo. Não pode ser comprado. A proposta mais alta seria totalmente desprezada. Esta passagem, que fala da regularidade, durabilidade e invencibilidade do poder do amor não possui paralelo na literatura devido à força da expressão. CBASD, vol. 3, p. 1271.
Aceite o amor de seu cônjuge como um presente de Deus e lute por fazer de seu amor um reflexo do perfeito amor que vem do próprio Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
8-14 Nos últimos versos do Cântico, as palavras dos irmãos (v. 8, 9), a referência da amada à sua vinha (v. 12) e a referência final a Salomão (v. 11, 12) fazem supor um retorno ao início do Cântico (v. 1.2-7). Os versos talvez relembrem o crescimento da amada até atingir a idade do amor e do casamento e o desabrochar do relacionamento com o amado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Irmāzinha. No antigo Oriente Médio, os irmãos eram muitas vezes guardiães de suas irmãs, sobretudo nas questões relacionadas ao casamento (v. Gn 24.50-60; 34.13-27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
em que for pedida. Ou seja, pedida como noiva. Bíblia de Genebra.
no dia em que for pedida em casamento. O casamento era muitas vezes contratado já na juventude. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os irmãos se preocupam com o momento em que casarão sua irmãzinha; esta replica que já é grande o bastante para guardar a si mesma. Biblia de Jerusalém.
Esta declaração parece ter sido feita pelos irmãos da Sulamita, ao recordar a infância dela. É possível que estivessem preocupados quanto à maneira de tratar sua irmãzinha quando fosse feita uma oferta de casamento a ela. CBASD, vol. 3, p. 1271.
9 Esse versículo imaginativo provavelmente expressa a resolução dos irmãos de defender a irmã mais jovem (a amada) até chegar o tempo oportuno para o amor e o casamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9, 10 muro … porta. Muro não quebrado, virgem. Biblia Shedd.
Simbolizam os dois caminhos que ela poderia escolher quando jovem: ser pura e inacessível (um muro) ou ser promíscua e “disponível” (uma porta). A sulamita deixa claro que foi moralmente pura, inconquistável aos avanços de qualquer um, exceto seu marido. Biblia de Estudo Andrews.
A garota está refletindo a respeito dos dias quando era bem jovem e sob o cuidado de seus irmãos, que se pensavam em como ajudá-la a se preparar para o casamento. Eles decidiram que se ela fosse um muro, permanecendo firme contra as tentações sexuais, eles a louvariam. Mas se ela fosse como uma porta, aberta à imoralidade, eles agiriam de modo a guardá-la de fazer algo tolo. Em 8:10 ela testifica que tinha sido persistente em sua moralidade e, portanto, havia encontrado favor aos olhos de Salomão. Life Application Study Bible Kingsway.
10 eu sou um muro, e os meus seios, como as suas torres. A jovem afirma a força de sua integridade moral, mas também a sua maturidade sexual (contrastar com o v. 8). Bíblia de Genebra.
fui tida por digna de confiança. Um completo bem-estar. No hebraico original temos aqui a palavra shalom. Por implicação, o Cântico dos Cânticos de Salomão aponta para o relacionamento do casamento como a situação em que a paz e a realização devem ser achadas. Bíblia de Genebra.
12 A vinha. A noiva renova seus votos para com seu esposo. Ela fala de si mesma como a proprietária de sua própria vinha, mas ela transfere esses direitos e privilégios a seu esposo. CBASD, vol. 3, p. 1271.
13 companheiros. Provavelmente, os convidados para a cerimônia do casamento. Bíblia de Genebra.
Faze-me, pois, também ouvi-la. Ao cair das cortinas, Salomāo pede para ouvir uma vez mais a voz de sua amada, talvez um refrão que ele a ouviu repetir no namoro. CBASD, vol. 3, p. 1272.
O noivo anela estar sozinho com a sua noiva. Bíblia de Genebra.
14. Vem depressa. A palavra hebraica neste versículo também pode significar “penetrar”. Dessa forma, Cântico dos Cânticos termina com uma provocante ambiguidade. O amor romântico e apaixonado de Salomão e da sulamita não perde a intensidade à medida que eles continuam a desfrutar juntos a vida de casados. Biblia de Estudo Andrews.
seja como uma gazela ou … um cervo novo. Demonstre suas forças e agilidade viris para o meu deleite. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Vem depressa, amado meu. O desejo é mútuo. Ela o convidou a vir com ela, usando de uma linguagem que fazia lembrar seus sonhos com o ato do amor (2.8-9; 4.6). Bíblia de Genebra.
Assim termina o poema, com dois versos curtos que compactam em si tudo que foi repetido várias vezes sob diferentes imagens: o namoro e o casamento de duas pessoas felizes. CBASD, vol. 3, p. 1271.
[Ap] Lembra-nos da ansiedade da Noiva à espera da vinda do Senhor no Apocalipse (22.17, 20). Biblia Shedd.