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FILIPENSES 3 – Alguém disse que “o mais perigoso tipo de ateísmo não é o ateísmo teórico, mas o ateísmo prático. Este é o mais perigoso tipo. E o mundo, e mesmo a igreja, está repleta de pessoas que prestam culto com os lábios em lugar de um culto com a vida”.
“Os judeus colocavam a sua confiança no fato de serem circuncidados, em serem descendentes de Abraão e na realização de cerimônias exteriores e obrigações da lei mosaica – coisas que não poderiam salvá-los. O verdadeiro cristão vê sua carne como pecaminosa, sem qualquer capacidade de merecer salvação ou de agradar a Deus” (John MacArthur).
Laercio Mazaro declarou: “Quantidade não é garantia de qualidade”, e fez uma referência a Serranta Wiersbe que disse: “Algumas pessoas avaliam o ministério exclusivamente através de estatísticas”.
Ministério não deve estar focado em estatísticas assim como a salvação não é pelas obras. Ministério é pastoreio, ministrar espiritualmente (ações imensuráveis), assim como a salvação é pela fé em Jesus.
Moisés Silva sintetiza o capítulo em pauta da seguinte forma, o qual intitula-o de “Polêmicas doutrinárias”:
1. Judaizantes como contexto para a teologia:
• Paulo toma a ofensiva (vs. 1-3);
• Jactância sínica (vs. 4-6).
2. Essência da teologia paulina:
• Falência espiritual (vs. 7-8);
• Riqueza espiritual (vs. 9-11).
3. Teologia prática:
• Frustração e esperança (vs. 12-14);
• Maturidade através da obediência (vs. 15-16);
• Padrões de comportamento (vs. 17-19);
• Cidadania celestial (3:20-4:1).
Há muito falsos líderes religiosos assim como existem muitos falsos crentes na igreja. Eles são hipócritas, inimigos da cruz de Cristo, e tem como Deus ao próprio ventre, isto é, vivem, “não para a glória de Deus (1Co 10:31), mas para autoindulgência e gratificação pessoal” (Francis D. Nichol).
Paulo foi às lágrimas neste capítulo. Porque, em vez dos falsos líderes eclesiásticos “gloriar-se na cruz de Cristo, esses inimigos de Cristo gloriavam-se no seu vergonhoso estilo de vida. Em vez de exaltar a Cristo como a fonte de sua esperança, eles deificavam os seus apetites. Em vez de concentrar a atenção no alvo celestial, chafurdavam no lamaçal do que é terreno! Não é de admirar que Paulo chorasse!” complementa Hebert Douglas.
O cristão deve ter Cristo no coração para reger seu estilo de vida e, o Céu, como alvo primário em tudo na vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
#ebiblico #rpsp #palavraeficaz
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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia
FILIPENSES 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
FILIPENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1285 palavras.
2 Mesmo amor. Amor mútuo produz reciprocidade de pensamento e ação unida (cf. Jo 13:35; Cl 1:4; 1Ts 3:12; 2Ts 1:3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 138.
Mesmo sentimento. Paulo afirma a necessidade de os crentes demonstrarem que aqueles que estão em harmonia com Deus vivem em harmonia uns com os outros. Poucas coisas contradizem mais a fé do que a incapacidade dos cristãos de viver e trabalhar em harmonia uns com os outros. CBASD, vol. 7, p. 138.
Vanglória. Não se devem fazer planos nem estabelecer alvos que seja instigados por ambição egoísta ou pelo desejo de sobrepujar os outros. Nada, nem mesmo por um fim que seja bom em si mesmo, é agradável a Deus se instigado por esses motivos. CBASD, vol. 7, p. 138.
Superiores. A humildade se volta para a excelência do outro e o julga a partir desse ponto de vista. … A pessoa piedosa é humilde e deseja que outros sejam preferidos em posição e honra. Isso não a torna alheia aos defeitos alheios dos outros quando estes se manifestam, mas a faz modesta e discreta mesmo diante desse fato. Esse padrão cristão reprova o amor excessivo a cargos e desperta contentamento em qualquer lugar ou função em que a providência de Deus determine estar (cf. com de Fp 4:11, 12). CBASD, vol. 7, p. 138, 139.
4 O que é dos outros. Os cristãos têm responsabilidade particular em relação ao bem espiritual alheio. … Se a pessoa não está ciente do retorno do Senhor, não é interferência imprópria contar-lhe da brevidade desse evento. É do interesse da pessoa e é dever do amigo ensiná-la ou lembrá-la dessas coisas. O mundo depende da igreja para informá-lo acerca da vida por vir, e todo aquele que ama a Cristo ama o próximo a ponto de esclarecer-lhe sobre a necessidade de preparo para o breve retorno de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 139.
6 Não julgou como usurpação o ser igual a Deus. O apóstolo falou do estado de Cristo: igualdade com Deus. Então, ele se volta para os pensamentos de Cristo a fim de dar uma compreensão de Sua mente e, assim, capacitar os filipenses a imitá-Lo. O raciocício de Paulo é coeso. Em uma sentença, ele mostra que a mente de Cristo, consciente da igualdade com Deus, decidiu renunciar à glória associada àquele estado para realizar o propósito compassivo de salvar a humanidade perdida. CBASD, vol. 7, p. 140.
Ser igual. Isto é, continuar a existir em igualdade com Deus. … Paulo declara esta posição apenas para mostrar a disposição de Cristo em renunciá-la em favor da salvação dos seres humanos. CBASD, vol. 7, p. 140.
A Si mesmo se esvaziou. Este esvaziamento foi voluntário (ver com. de Jo 10:7, 18). Não era possível a Cristo manter todas as características da Divindade e ainda efetuar a encarnação. CBASD, vol. 7, p. 140.
Forma de servo. Uma característica externa do servo é prestar obediência inquestionável. Como ser humano, o Filho decidiu obedecer ao Pai (cf. com. de Hb 5:8). Não se apegou à soberania divina, mas ao serviço, que se tornou a atitude predominante de Sua vida (Mt 20:28). Toda a vida de Cisto foi subordinada à vontade do Pai, assim como a nossa vida deve ser (MDC, 14, 15; DTN, 208). … Quando compartilhamos o verdadeiro espírito de Cristo, quando Ele habita em nós e vivemos a vida do Filho de Deus, o objetivo de admoestação de Paulo se cumpre em nós. Seremos, então, como Cristo. CBASD, vol. 7, p. 140.
Semelhança. Ele era plenamente humano e também divino. CBASD, vol. 7, p. 140.
8 Tornando-Se. Isto indica que o ato supremo da humilhação pessoal consistia na submissão voluntária de Cristo à morte. CBASD, vol. 7, p. 141.
Obediente. Isto é, a Deus (ver com. de Rm 5:18, 19; Hb 5:8). CBASD, vol. 7, p. 141.
Até a morte. A obediência de Jesus foi prestada a ponto de entregar a vida. Na verdade, já era humilhação para Deus tornar-Se homem; e, então, sendo homem, sofrer a vergonhosa morte da cruz. CBASD, vol. 7, p. 141.
Morte de cruz. A ênfase não está apenas no fato de que Cristo morreu, mas no tipo de morte. Foi uma morte que envolveu vergonha e sofrimento intensos. A crucificação era reservada a escravos, a não romanos e aos criminosos mais vis. CBASD, vol. 7, p. 141.
12 Todo joelho. Neste versículo, Paulo utiliza a ideia de Isaías 45:23, aplicando-as à última adoração universal ao Salvador (cf. com. de Rm 14:11). Estas palavras ainda não se cumpriram, mas é uma segurança de que virá o tempo quando toda criatura reconhecerá a supremacia de Cristo (cf. Ap. 5:11-14). Isto ocorrerá apenas quando o grande conflito terminar e todos, incluindo Satanás e seus seguidores, se ajoelharem aos pés de Jesus e admitirem que os caminhos de Deus são justos (GC, 666-670). CBASD, vol. 7, p. 142.
Debaixo da terra. Os conjuntos “no céu”, “na terra” e “debaixo da terra” estão baseados num idiomatismo hebraico que denota toda a criação (ver com. de Êx 20:4). “Debaixo da terra” pode se referir ao reino figurado dos mortos (ver com. de Is 14:9, 10, 15, 16). CBASD, vol. 7, p. 143.
11 Para a glória de Deus Pai. Esta frase está ligada à expressão “toda língua confessará” (v. 11), isto é, a confissão universal que Jesus Cristo é Senhor traz glórias a Deus. … Este versículo [11] levam ao clímax da breve apresentação dos princípios relacionados à humildade e exaltação. Na primeira parte (v. 1-4), ele adverte que não deve haver exaltação própria ou briga entre os filipenses. Assim, (v. 5-8), Cristo é estabelecido como modelo de humildade. Na última parte (v. 9-11), demonstra que o humilde Jesus foi exaltado à maior glória que tinha deixado de lado na encarnação. O apóstolo espera que seus leitores aprendam que Deus pode exaltar apenas quem humildemente O têm servido aqui na terra. CBASD, vol. 7, p. 143.
12 Desenvolvei. …as Escrituras ensinam que cada pessoa deve cooperar com a vontade e o poder de Deus. Devemos nos esforçar para entrar (Lc 13:24), nos despir do velho homem (Cl 3:9), nos desembaraçar de todo peso, “correr com perseverança” (Hb 12:1), resistir ao diabo (Tg 4:7) e “perseverar até o fim” (Mt 24:13). A salvação não é pelas obras, mas deve ser desenvolvida. Ela decorre apenas da mediação de Cristo, mas é vivida por cooperação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 144.
Temor e tremor. O cristão deve temer que sua vontade não esteja continuamente submetida a Cristo ou que os traços carnais de caráter controlem a vida. Ele deve temer confiar em sua própria força, soltar a mão de Cristo ou tentar trilhar o caminho sozinho (PJ, 161). Tal temor conduz à vigilância contra a tentação (1Pe 1:17, 5:8). à humildade (Rm 11:20) e ao cuidado para não cair (1Co 10:12). CBASD, vol. 7, p. 144.
13 Efetua. Neste versículo, o apóstolo enfatiza que o poder para a salvação vem de Deus, e que este poder opera em nós para alcançar o propósito divino. CBASD, vol. 7, p. 144.
Tanto o querer como o realizar. Deus provê tanto o estímulo para a determinação inicial na aceitação da salvação quanto o poder para efetivar a decisão. … Ele provê o estímulo que desperta em nós o desejo de ser salvos, nos capacita a tomar a decisão de alcançar a salvação e nos supre com a energia para efetivar a decisão para que a decisão seja realizada em nossa vida. Assim, a redenção é figurada como uma obra cooperativa entre Deus e o ser humano, em que Deus fornece todos os poderes necessários ao ser humano. CBASD, vol. 7, p. 144.
Sua boa vontade. A “boa vontade” de Deus é que as pessoas sejam salvas. Ninguém deseja mais a nossa redenção do que o Pai. CBASD, vol. 7, p. 144.
21 Buscam o que é seu próprio. Em vista do louvor aos filipenses…, a Timóteo… e a Epafrodito…, é surpreendente ver esta acusação da parte de Paulo. Muitos dos que estavam com ele (4:21) parece que não compartilhavam de seu espírito abnegado. Fica sugerido que esses recuaram da perigosa jornada a Filipos e que Paulo teve de chamar Timóteo, o qual ele gostaria que permanecesse a seu lado. CBASD, vol. 7, p. 144.
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FILIPENSES 2 – Igrejas que lutam pela unidade vencem, enquanto igrejas divididas perdem. As conhecidas panelinhas são formas sutis de divisões na igreja.
Gene Getz, em sua introdução ao estudo do segundo capítulo de Filipenses, oferece-nos as seguintes indagações: “Você já perguntou a si mesmo qual tem sido a estratégia mais importante de Satanás desde os dias do Novo Testamento? Onde ele tem concentrado seus esforços a fim de frustrar a obra de Cristo? O que ele tem feito? E por quê?”
O capítulo em pauta ajuda-nos a evitar o estrago que Satanás intenta fazer em nossas comunidades de crentes. Baseando-me no esboço do Comentário Bíblico Adventista, deixo o seguinte esboço do capítulo:
1. Paulo exorta os filipenses à humildade com base no exemplo de Cristo (vs. 1-11)
2. Paulo admoesta os crentes a serem luz do mundo (vs. 12-15);
3. Paulo diz estar pronto a ser oferecido a Deus (vs. 16-18);
4. Paulo espera enviar Timóteo, assim como Epafrodito aos filipenses (vs. 19-30).
A exortação sagrada à humildade tem sua base na atitude de Cristo. Sendo que a conversão coloca Cristo no coração do converso, a unidade se efetivará através do amor altruísta e da mansidão (vs. 1-4).
A mais alta posição dentro da igreja é a de servo. Qualquer ambição que ultrapasse o limite de servo é uma porta que o crente abre para aquele que desejou ser igual a Deus e causou guerra no Céu (Apocalipse 12:7-9). Em contraste com Satanás, Cristo Se humilhou.
O apóstolo Paulo nos desafia a seguir o exemplo de Cristo. Leia Filipenses 2:5-11 em diversas versões bíblicas várias vezes e tente assimilar a mensagem destes versículos a tua vida diária.
Perceba que o crescimento espiritual depende de nosso envolvimento com o projeto divino, assim como o crescimento biológico depende de comer, exercitar-se e dormir. Desenvolver a salvação no cotidiano depende de obedecer à Palavra de Deus e permitir que Deus opere Seu querer em nós. Isso resultará em…
a) Realização espiritual desprovida de reclamações e dissenções;
b) Uma vida limpa das manchas do pecado;
c) Testemunho poderoso do cristianismo;
d) Satisfação aos líderes espirituais consagrados.
Temos em Paulo, Timóteo e Epafrodito exemplos reais do poder do verdadeiro evangelho. O que estamos esperando para experimentá-lo também?
Levantemo-nos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 1 – Primeiro leia a Bíblia
FILIPENSES 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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425 palavras
1 Servos. Do gr. douloi. Alguns sugerem que ao aplicar esse termo a si mesmo, Paulo podia ter em mente a prática grega frequente de se libertar um escravo ao comprá-lo para um dos deuses. Uma transação de negócios fictícia era arranjada, e o escravo deveria pagar ao tesouro do templo seu preço de compra, dinheiro que ele teria poupado. O proprietário e o escravo iam juntos ao templo. O senhor recebia o preço de compra, e o escravo era supostamente vendido para o deus. Assim, o escravo se tornava propriedade particular daquele deus. Contudo, para fins práticos, ele estava livre. Paulo se considerava de Cristo comprado por preço. Sabia que não pertencia a si mesmo, pois fora comprado por Cristo, que o amava e por ele dera a vida. Essa compra não era ilusória, mas uma realidade viva. Ele estava sob pleno controle do Mestre. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 125.
6 Aquele que começou. Isto é, Deus. O apóstolo espera que seus conversos lembrem que Deus é o autor da salvação deles. CBASD, vol. 7, p. 126.
12 Coisas que me aconteceram. Paulo assegura aos filipenses que seu confinamento tem resultado em bênçãos, em vez de prejuízos. Os filipenses deviam compreender que, pela providência de Deus, as provas estavam sendo utilizadas para fazer a pregação do evangelho avançar. Como ocorre com frequência, a ira das pessoas termina por produzir glória para Deus. CBASD, vol. 7, p. 128.
15 Inveja e porfia. Ou, “inveja e rivalidade”. O apóstolo não menciona a causa da rivalidade. Mesmo em Roma devia haver um partido que tinha ciúmes da influência de Paulo; e, supostamente, sua prisão seria uma boa oportunidade para diminuir a influência de Paulo e fortalecer a posição deles. Paulo estava aprisionado, e eles tinham acesso ao povo. Os opositores podiam até concordar com Paulo na doutrina, mas procuravam prejudica-lo com inimizade. Como esses homens professavam pregar a Cristo, era difícil discernir os motivos deles. CBASD, vol. 7, p. 129.
18 Sempre me regozijarei. O regozijo de Paulo não era apenas momentâneo. Ele continuaria a se regozijar nos pregadores opositores assim como se alegraria na pregação daqueles que a faziam de boa vontade. CBASD, vol. 7, p. 130.
21 Lucro. O cristão não tem nada valioso para perder diante da morte, mas tem muito a ganhar. Ele perderá tentação, provação, labuta e tristeza, e ganhará, na ressurreição, a imortalidade. CBASD, vol. 7, p. 132.
30 Combate. Do gr. agõn, “uma competição”, expressão utilizada para competições atléticas ou entre gladiadores. Aqui se refere a conflitos com o inimigo. Os filipenses estavam enfrentando perseguições semelhantes ás que sobrevieram a Paulo. CBASD, vol. 7, p. 135.
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FILIPENSES 1 – Precisamos de líderes eclesiásticos que tiram os olhos das coisas materiais para fixá-los nas coisas espirituais; pois os crentes do presente precisam dos mesmos ensinamentos que os crentes do passado.
Nesta carta aos crentes de Filipo, “Paulo queria que eles fossem frutíferos na compreensão espiritual rica e profunda, de modo que permanecessem irrepreensíveis até o dia de Cristo. Esse dia será uma ocasião de julgamento das obras dos crentes, quando o Senhor se manifestar e a fidelidade deles for recompensada” (David S. Dockery).
Após a saudação (vs. 1-2), temos três tópicos no capítulo em questão, conforme apresentado por William MacDonald:
• Ação de graças e oração de Paulo em favor dos crentes (vs. 3-14);
• As glórias de Cristo, Cabeça da Igreja (vs. 15-23);
• O ministério confiado a Paulo (vs. 24-29).
A amizade cristã é uma das ênfases no primeiro capítulo da epístola. Gene Getz, comentando-o, destaca que: “Os relacionamentos humanos não acontecem simplesmente – nem mesmo em Cristo. Devem ser cultivados e mantidos cuidadosamente. Por exemplo, os filipenses faziam tudo para expressar seu amor em Cristo por Paulo. Conservaram abertas as linhas de comunicação. Paulo, por sua vez, fazia o mesmo”.
Os versículos 20-26 oferecem uma mensagem pouco percebida por aqueles que pouco estudam ou apenas leem superficialmente o texto sagrado. Destaco os seguintes pontos:
1. Cristãos verdadeiros têm como alvo diário engrandecer a Cristo na vida e na morte, não importa a situação (v. 20).
2. Desafios na existência cristã são tão grandes que, no sofrimento, o desejo de estar com Cristo no Céu é muito maior que viver ou morrer numa sociedade tão insana (vs. 21-23):
• O viver é Cristo, mas neste mundo até Cristo sofreu;
• O morrer é lucro, porque repousa até a ressurreição;
• Por isso, mais do que viver ou morrer por Cristo, melhor mesmo é ascender aos Céus para estar com Cristo.
3. Ainda que seja melhor estar no Céu em vez de viver numa sociedade opressora, servos de Deus estão dispostos a influenciar pessoas para Cristo até o dia de Seu advento (vs. 24-26).
A esperança do cristão não é morrer. A morte é salário do pecado (Romanos 6:23), nunca poderia ser caminho para o Céu. O caminho para o Céu é uma existência vivida em Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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768 palavras
1 Filhos. O apóstolo faz uma transição natural de maridos e esposas para filhos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1154.
Obedecei. Isto é mais forte do que a palavra “sujeitai-vos”, que é usada para expressar a relação da mulher para com o marido (Ef 5:22), e indica uma relação diferente. Em toda a Escritura, a desobediência aos pais é tratada como um dos piores males (Rm 1:30; 2Tm 3:2). A obediência por parte dos filhos é razoável e justa. O bebê, ao nascer, é o mais indefeso de todos os seres e, durante anos, depende completamente do amor e ternura dos pais. Não pode haver vida em uma família sem a obediência dos filhos, pois a criança não é competente para julgar o motivo de certas formas de ação. Ainda mais importante, a criança desobediente aos pais certamente será desobediente a Deus, pois não conhece as disciplinas e restrições essenciais ao crescimento cristão. A palavra “obediência” não soa agradável aos ouvidos modernos, mas os que se ressentem dela como uma “imposição” devem assumir sua parcela de culpa pelo alarmante aumento da delinquência juvenil nos últimos tempos. CBASD, vol. 6, p. 1154.
4 Pais. O termo pode ser usado,genericamente para incluir pais e mães. No entanto, a primeira responsabilidade para a disciplina geralmente recai sobre o pai e, além disso, os pais com frequência precisam seguir esse conselho mais do que as mães. Às vezes, as mães tendem a ser indulgentes, e os pais, à severidade. CBASD, vol. 6, p. 1155.
Não provoqueis. Este conselho negativo é essencial para que a necessária obediência dos filhos se apoie em uma base moral. A passagem paralela de Colossenses dá o motivo para esta exortação: “Para que não fiquem desanimados” (Cl 3:21). A presente condição de baixa autoridade paterna, por vezes, se origina de posturas injustas e irritantes, até mesmo brutais cometidas pelos pais sobre os filhos, especialmente os indesejáveis. Muitas vezes, os filhos são considerados “perturbadores da paz” do lar, um aborrecimento. Outra causa comum de ressentimentos entre os filhos são as exigências caprichosas e incoerentes de alguns pais. Até mesmo obediência exterior é obtida por meios violentos, à custa da honra e do respeito. CBASD, vol. 6, p. 1155.
Admoestação. Do gr. nouthesia, “colocar na mente”. Esta palavra implica instrução ou disciplina que se transmite por meio da palavra, em forma de advertência. A admoestação ou conselho incentiva a criança quando está correta e avisa quando procede de forma errada. Tem sido seriamente sugerido por alguns educadores que a criança deve ser deixada para formar suas próprias ideias e convicções religiosas, uma vez que é injusto impor a religião a ela quando está despreparada para pensar por si mesma. Este raciocínio é enganoso, pois é impossível a uma criança crescer sem nenhum tipo de convicção religiosa. Se os pais ou responsáveis não instruírem seus filhos na verdade, alguém vai instruí-los no erro. Não há neutralidade nessa questão. CBASD, vol. 6, p. 1156.
8 Certos. O escravo pode ter a certeza de que sua vida e seus atos são observados pela Providência, e que as recompensas que sobrevêm a outros também serão suas. As grandes promessas de ordem espiritual são para todos os crentes. CBASD, vol. 6, p. 1157.
11 Revesti-vos. Paulo usa frequentemente a figura de “revestir-se”. Aqui, refere-se a colocar a armadura que protege o cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.
Toda a armadura. Do gr. panóplia, “armadura completa”. A armadura é de Deus, porque Ele é o único que fornece cada equipamento em particular (Ef 6:14-17). O cristão é convidado a se revestir dela e lutar bravamente na batalha. Aquele que fez a armadura garante sua eficácia. CBASD, vol. 6, p. 1159.
Do diabo. Do gr. diabolos. Se o conflito fosse apenas com seres humanos, a necessidade da armadura não seria tão evidente, mas é preciso enfrentar as artimanhas e astúcias do diabo. As tentações que Cristo sofreu revelam as sutilezas dos métodos do diabo, sempre dirigidos para os pontos mais frágeis da pessoa. É muito mais fácil lidar com a hostilidade aberta do que com a fraude. A armadura de Deus é planejada para defender contra os ataques cheios de astúcia que, de outra maneira, destruiriam o guerreiro cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.
12 Dominadores deste mundo. Literalmente, “governantes do mundo das trevas deste século”. É evidente que Paulo se refere aos espíritos malignos, que exercem certo grau de autoridade sobre o mundo. CBASD, vol. 6, p. 1159.
22 Console. Paulo sabia o quanto seus leitores estavam preocupados com seu bem-estar e desejava aliviá-los de toda preocupação desnecessária, bem como mostrar-lhes como um cristão pode suportar os sofrimentos com alegria. CBASD, vol. 6, p. 1162.
24 Sinceramente. Literalmente, “em incorruptibilidade”. Em suas palavras finais, Paulo dirige a atenção dos leitores às realidades eternas. CBASD, vol. 6, p. 1163.
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EFÉSIOS 6 – A batalha entre o bem e o mal é real, e não há meio termo: Ou tomamos o partido do bem ou nos posicionamos ao lado do mal.
O bem está no evangelho, o qual afeta profundamente todos os relacionamentos. A primeira parte do capítulo, baseando-me em Warren Wiersbe, obtemos os seguintes pontos:
1. Filhos cristãos (vs. 1-3):
• São cristãos (“no Senhor”);
• A obediência correta;
• A obediência é ordenada;
• A obediência traz bênçãos.
2. Pais cristãos (v. 4):
• Não deve provocar seus filhos;
• Deve nutri-los;
• Deve discipliná-los;
• Deve instrui-los e incentivá-los.
3. Servos cristãos (vs. 5-8):
• Devem trabalhar como se estivesse servindo a Cristo;
• Fazer um bom trabalho é a vontade de Deus;
• Serão recompensados pelo Senhor.
4. Senhores cristãos (v. 9):
• Deve-se preocupar com o bem-estar de seus funcionários;
• Não deve ameaçá-los;
• Deve sujeitar-se ao Senhor;
• Não deve ter favoritismo.
A batalha espiritual é intensa, quanto mais nos identificamos com Deus. A última parte do último capítulo de Efésios, conforme Hernandes Dias Lopes, oferece-nos os seguintes pontos:
1. O inimigo (vs. 11-13) contra quem lutamos na mais terrível batalha mundial é…
• …invisível;
• …maligno;
• …astuto;
• …persistente;
• …numeroso;
• …oportunista.
2. O equipamento que precisamos para essa batalha (vs. 14-17):
• Cinturão da verdade;
• Couraça da justiça;
• Calçado do evangelho;
• Escudo da fé;
• Capacete da salvação;
• Espada do Espírito.
3. O poder para vencer essa guerra (vs. 10-13): Precisamos…
• …do revestimento do poder de Deus;
• …do revestimento de toda a armadura de Deus;
• …de vigilância constante;
• …estar a postos e não ceder às pressões;
• …continuar atentos mesmo depois de uma vitória consagrada.
4. A energia com a qual devemos lutar essa guerra (vs. 18-20): A oração é o poder para a vitória:
• O tempo da oração: “Orando em todo o tempo”;
• A natureza da oração: “Com toda oração e súplica”;
• A esfera da oração: “No Espírito”;
• A vigilância da oração: “E, para isso mesmo, vigiando”;
• A perseverança da oração: “Com toda perseverança”;
• O alcance da oração: “E súplica por todos os santos, e…”.
5. O encorajamento para lutar essa guerra (vs. 21-24):
• Não estamos sozinhos na batalha;
• Mesmo em guerra, somos o povo mais abençoado do mundo.
Encontramos em Efésios os propósitos de Deus para os cristãos e para a igreja, vamos vivê-los. Lutemos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
O que você achou interessante ao estudar a carta de Efésios?