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956 palavras
5 Em espírito, estou convosco. O corpo de Paulo está confinado na distante Roma, mas seu coração circunda os conversos que ama. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 195.
8 Filosofias e vãs sutilezas. O apóstolo não condena a filosofia em si, nem denuncia os filósofos. Ele alerta contra a filosofia alardeada pelos falsos mestres em Colossos, a qual era vazia e vã, promovida pelo engano. O contexto sugere que essa filosofia tinha relação com as observâncias cerimoniais, as crenças humanas, tradições, hábitos e pontos de vista materialistas, todos distantes do evangelho de Deus. … O centro dessa filosofia é a exaltação humana, enquanto Deus é completamente excluído ou ignorado (ver T1, 297). O cristão deveria ser advertido e preparado contra aqueles que ensinam isso. Seu fim é morte eterna. CBASD, vol. 7, p. 196.
Tradição. As tradições são os modelos habituais de crenças e comportamento humano, transmitidos de uma geração a outra. CBASD, vol. 7, p. 196.
9 Corporalmente. Referência ao corpo glorificado de Cristo (Fp 3:21) no qual Ele ascendeu ao Céu (cf. DTN, 832). A plenitude da Divindade reside nEle corporalmente. Esta afirmação rebatia as falsas filosofias que ganhavam aceitação em Colossos (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 197.
10 Principado e potestade. Paulo novamente enfatiza que Cristo é a cabeça de todo poder e autoridade. Seu soberano poder é a fonte da vida. O apóstolo quer dizer que, ao Cristo habitar em nós, a mesma autoridade vitoriosa e poder criador nos prepararão para vencer. CBASD, vol. 7, p. 197.
16 Julgue. Isto aponta aos falsos mestres que, entre outras coisas, insistiam na vigência do sistema cerimonial judaico (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 200.
Comida e bebida. Estas palavras se referem às ofertas de alimento e bebida apresentadas pelos israelitas em conformidade com o sistema sacrificial, codificado na lei cerimonial. Alguns concluíram erroneamente que a afirmação de Paulo indica a abolição da proibição de ingerir alimentos declarado impuros (ver Lv 11). Este não é o significado pretendido pelo apóstolo, o que é evidenciado nas observações seguintes: (1) A comida e bebida são declaradas sombras de Cristo (Cl 2:17); isto é, apontam para o sacrifício e o ministério de Cristo. As ofertas de comida e bebida cerimoniais pertencem claramente a esta categoria, o que não ocorre com a proibição quanto a alimentos impuros. (2) A proibição para não comer determinados alimentos precede a lei cerimonial (ver com. de Gn 7:2). Por isso, certos animais devem ser considerados impuros por razões diferentes dos motivos cerimoniais. … O apóstolo não está permitindo que os cristãos colossenses comam e bebam o que quiserem, indiferentes às críticas. Paulo afirma que os cristãos não estão mais obrigados a praticar as exigências da lei cerimonial. As ofertas de comida e bebida têm seu cumprimento em cristo. CBASD, vol. 7, p. 200.
Dias de festa. As ordenanças cerimoniais contem mandamentos para a observância de vários dias santos: a Páscoa, a festa dos Pães Asmos, o Pentecoste, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos (ver Lv 23). CBASD, vol. 7, p. 200.
Lua nova. O primeiro dia de cada mês ou dia de lua nova (ver Nm 10:10; 28:11; cf. 1Sm 20:5; Is 66:23). CBASD, vol. 7, p. 200.
Sábados. O tipo de sábado em consideração é mostrado pela frase “tudo que há de vir” (Cl 2:17). O sábado semanal é memorial de um evento no início da história terrestre (Gn 2:2, 3; Êx 20:8-11; PP, 48). Por isso, os “dias de sábado” que Paulo declara serem sombras apontando a Cristo não podem se referir ao sábado semanal designado pelo quarto mandamento, mas indicam os demais dias cerimoniais que se cumprem em Cristo e Seu reino (ver Lv 23:6-8, 15, 16, 21, 24, 25, 27, 28, 37, 38). CBASD, vol. 7, p. 201.
18 Pretextando humildade. Humildade artificial praticada ao agregar mérito, humilhação voluntária resultante em ascetismo desnecessário e indigno, estes são os resultados do orgulho. São levados a cabo para obter mérito por meio de esforço humano, pessoal. Na prática, os falsos mestres negavam a justiça de Cristo, não dando espaço para a sua operação no coração por meio da fé (ver T1, 297). CBASD, vol. 7, p. 201.
Culto dos anjos. Os falsos mestres aceitaram a guia dos anjos, aos quais consideravam emanações inferiores de Deus. Eles insistiam na fraqueza e inferioridade humana e na distância do grande e eterno Deus. Esse ponto de vista era uma extensão da humildade voluntária que defendiam. Se o corpo humano é completamente sem valor, não pode se aproximar de Deus e precisa de intermediários. Assim, os anjos eram adorados como seres superiores aos seres humanos, num sentido, extensões da divindade. Paulo adverte os colossenses contra essa filosofia, que é oposta ao ensino de Cristo. Citando Deuteronômio 6:13, Jesus declarou: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mt 4:10). Os anjos impediram a adoração a si mesmos (ver Ap 22:9). CBASD, vol. 7, p. 202.
23 Culto de si mesmo. O ser humano confia em si mesmo; reverencia os esforços pessoais que propõe para obter o favor de Deus. na vigilância à qual se impõe, nas torturas espirituais auto-infligidas, nos rituais autodesignados na forma de adoração planejada pelo ser humano, sua vontade pessoal e proeza são os fatores exaltados. Em contraste, a filosofia cristã CBASD, vol. 7, p. 203.
Falsa humildade. Paulo se refere à falsa humildade tal como ostentada pelos fariseus e ascetas que eram culpados do orgulho do exibicionismo. CBASD, vol. 7, p. 203.
E de rigor ascético. Os extremistas religiosos de Colossos viam o corpo como pecaminoso. A severidade deles para com o corpo era extrema e desarmônica com o ensino cristão de que o corpo é o “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) e contrária à instrução de apresentar o corpo como sacrifício vivo (ver com. de Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 203, 204.
Sensualidade. Uma interpretação comum é que a execução de todas estas leis e especulações humanas não tem valor contra a indulgência excessiva da carne. A única solução é uma completa submissão do coração a Cristo e a morte da vontade para os apelos do mundo. CBASD, vol. 7, p. 204.
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COLOSSENSES 2 – Na História, as heresias mais constantes estiveram relacionadas com Cristo. Sendo Ele inimigo incessante de Satanás e seus agentes, a cristologia sempre foi um estudo muito tenso desde o início do cristianismo. Satanás quer adulterar informações sobre o único que pode libertar-nos da morte.
Já existiam, nos dias de Paulo, ataques ferrenhos à doutrina de Cristo. Embora, sabiamente, o Espírito Santo tenha levantado grandes mentalidades, como Paulo, para escrever apologias da segunda Pessoa da Trindade, ainda há grandes verdades que são obscuras para muitos, devido às investidas satânicas à mente humana.
Hernandes Dias Lopes observa que o apóstolo “adverte a Igreja sobre quatro grandes inimigos que […] ainda rondam a igreja em nossos dias”:
1. Gnosticismo (vs. 8-15): Creem que Jesus não poderia ser divino e humano ao mesmo tempo.
2. Legalismo (vs. 16-17): Creem que Jesus não é suficientemente capaz de levar pecadores a Deus; por conseguinte, enfatiza-se práticas, rituais e obediência como complementos de salvação.
3. Misticismo (vs. 18-19): Creem ser necessário ignorar as Escrituras e buscar experiências místicas, espiritualistas.
4. Asceticismo (vs. 20-23): Creem que abster-se de certas coisas instituídas pela Divindade resultam na busca a Deus.
Estes grupos não descartavam Cristo totalmente; os adeptos criam em Jesus, mas equivocadamente. Crer em Cristo, mas de forma deturpada, é tão prejudicial quanto rejeitá-Lo abertamente. É isso que Satanás quer; entretanto, é isso que o inspirado apóstolo combate veementemente.
James D. G. Dunn observa que “a cruz de Cristo torna desnecessárias as tradições e regras humanas”; isto por causa do alcance do resultado de Cristo na cruz (vs. 8-15). Deste modo, é preciso tomar cuidado com aqueles que afirmam que existem práticas e experiências mais importantes que o sacrifício de Cristo (vs. 16-19). Pois, certamente, a vida em Cristo não depende do cumprimento de tradições religiosas (vs. 20-23).
Neste capítulo Paulo expõe elevado argumento acerca de Cristo; o qual, mesmo sendo humano, nEle habita corporalmente TODA a plenitude da Divindade (v. 9). Ele triunfou sobre o pecado, o diabo e os demônios (vs. 14-15). Ele é suficiente para nossa salvação. Ele é plenamente divino. NEle temos valor; sem Ele, não somos nada!
Atenção leitor(a) amigo(a): Fique esperto com vãs filosofias (vs. 1-10) e com religiões falsificadas! Mentiras não produzem reavivamento! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO COLOSSENSES 1 – Primeiro leia a Bíblia
COLOSSENSES 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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COLOSSENSES 1 – Quando tornar-se cristão não está vinculado a conhecer o verdadeiro Cristo, é necessário meditar nesta curta, porém, profunda, carta de Paulo aos crentes de Colossos.
Jesus é Supremo e deve ter supremacia em todas as áreas da vida. Observe os seguintes pontos deste primeiro capítulo:
1. Cristo tem a supremacia na mensagem do Evangelho (vs. 1-12);
2. Por causa de Cristo, a cruz também deve ter supremacia na vida do cristão (vs. 13-14);
3. Na criação, Cristo tem e deve ter a supremacia – Ele é Criador (vs. 15-17);
4. Na igreja, Cristo tem a supremacia e deve ser tratado como Ser supremo (vs. 18-23);
5. Por mais nobre que sejam nossas atividades, Cristo precisa ter supremacia sobre elas, como teve no ministério de Paulo (vs. 24-29).
Só quem não conhece a Jesus não dá a Ele o devido lugar. Ele deve ser central na vida diária e religiosa. Paulo “argumenta com humildade e escreve com a força de um amor que expressa consideração” – observa Eugene Peterson. Ainda diz que o apóstolo “apresenta algo que os cristãos vieram a apreciar muito em Paulo: a união de um intelecto brilhante e determinado com um coração terno e maravilhosamente bondoso”.
Certamente, quem realmente conhece a Jesus e é transformado por Ele, deixa de ser arrogante e lhe dá a supremacia em tudo: Torna-se humilde e submisso a Cristo.
Jesus não foi criado. Ser o primogênito da Criação não significa ser o primeiro a ser criado. Pelo contrário, Ele é a causa de toda criação: Acima e abaixo, visível e invisível, de absolutamente tudo, inclusive de todos os anjos, Ele é soberano, com Ele tudo começou e tem propósito nEle. Desta forma, Jesus é tão eterno, divino e poderoso quanto Deus Pai. Se realmente tudo foi criado por Jesus, é impossível ser Ele criado. Ele não é criatura, mas Criador. Contudo, Ele Se fez criatura e, ao morrer na cruz, tornou-Se nosso soberano Salvador:
O maior milagre indescritível é o ato do divino Jesus de resgatar-nos de nossa situação deplorável de pecado.
Neste capítulo devemos reconhecer que Cristo é agente da criação, Senhor do Universo, Cabeça da igreja e Administrador de nossa reconciliação.
Portanto, vamos dar a Jesus a honra que Ele realmente merece! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 4 – Primeiro leia a Bíblia
FILIPENSES 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
FILIPENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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757 palavras.
1 Coroa. Do gr. stephanos, “uma grinalda da vitória”, não um diadema real… Os filipenses eram a coroa de vitória de Paulo, mostrando que o apóstolo não tinha corrido em vão (Fp 2:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 162.
No Senhor. Expressão favorita de Paulo, que a utiliza cerca de 40 vezes. CBASD, vol. 7, p. 162.
2 Pensem concordemente. Se cada um for semelhante a Cristo, anmbos estarão em harmonia. União espiritual com Cristo é o remédio para a enfermidade da igreja. CBASD, vol. 7, p. 162.
3 Clemente. Não há apoio razoável para identificar nesta pessoa com o famoso Clemente, bispo de Roma (c. 90-99 d.C.). Este Clemente parece ter sido um ativo e humilde membro da igreja filipense. CBASD, vol. 7, p. 163.
4 Alegrai-vos. Paulo não se cansa de repetir que a alegria é um dos santos privilégios do cristão. CBASD, vol. 7, p. 163.
Sempre. O Senhor é sempre o mesmo … A habilidade de Cristo em dar paz ao coração não depende de circunstâncias externas; assim, a pessoa que está centralizada nEle se alegra constantemente. CBASD, vol. 7, p. 163.
6 Andeis ansiosos. A admoestação de Paulo proíbe a ansiedade doentia que é inevitável para os que são dependentes de si mesmos em meio às dificuldades. … O pensamento da proximidade da vinda do Senhor deve nos ajudar a ficar livres de ansiedade sobre as coisas terrenas e a ser tolerantes nos relacionamentos interpessoais. CBASD, vol. 7, p. 163.
7 Paz de Deus. Pode não ser possível ao cristão sempre estar em paz com todas as pessoas (Hb 12:14); ver com. de Rm 12:18), mas falhar em alcançar essa condição não deve interferir no recebimento da paz de Deus no coração. Esta paz está fundada na fé em Deus e no conhecimento pessoal de Sua bondade. Flui de um senso de Sua constante presença e produz confiança e amor puro. CBASD, vol. 7, p. 164.
Guardará. A paz de Deus, como uma sentinela, ronda o coração e a mente para guardar as afeições e os pensamentos contra a ansiedade. CBASD, vol. 7, p. 164.
8 Tudo que é verdadeiro. Isto não deve ser limitado à veracidade. O conceito escriturístico de verdade é derivado da compreensão da natureza de Deus e de Cristo, que são a fonte de tudo que é verdadeiro. … se refere a tudo o que é moral e espiritualmente sensato, tudo que é compatível com aliança com Aquele que é “a verdade” (Jo 14:6). CBASD, vol. 7, p. 164.
Justo. … coisas puras, modestas, inocentes, irrepreensíveis e acima de reprovação. CBASD, vol. 7, p. 164, 165.
Puro. Embora a pureza sexual esteja incluída neste termo, isso não esgota todo o seu significado, já que outras formas de pureza devem estar na mente do cirstão. Por exemplo, ele deve estimar pureza de ambição, desejo e motivo. CBASD, vol. 7, p. 165.
De boa fama. Respeitável, louvável, coisas que se harmonizam com os ideais cristãos. CBASD, vol. 7, p. 165.
Vosso pensamento. O desenvolvimento do caráter cristão exige o pensar correto … Em vez de pensar sobre diferenças com o próximo ou estar ansioso sobre necessidades diárias, devemos exercitar a mente em virtudes cristas. CBASD, vol. 7, p. 165.
9 E ouvistes, e vistes. Tão importante quanto o ensino formal é a vida do mestre. Paulo …, pela graça de Deus, conseguiu viver para constantemente indicar a seus leitores seu exemplo pessoal. CBASD, vol. 7, p. 165.
11 Em toda e qualquer situação. Paulo não limita as condições sob as quais deve estar contente. … Se pudéssemos contemplar o futuro com os olhos de Deus, veríamos a vantagem de sermos conduzidos nos caminhos determinados por Deus (DTN, 224, 225). CBASD, vol. 7, p. 166.
12 Humilhado. Ou, “condições desfavoráveis”. Paulo fala de necessidades físicas, não de deficiências espirituais. CBASD, vol. 7, p. 166.
13 Tudo posso naquele que me fortalece. Em Cristo, há força para cumprir o dever, poder para resistir à tentação, e paciência para sofrer sem reclamar. Há graça o crescimento diário, coragem para as múltiplas batalhas e energia para o serviço fiel. CBASD, vol. 7, p. 166.
18 Sacrifício. Fazer o bem aos outros com um coração amoroso é elevar a Deus um sacrifício aceitável. CBASD, vol. 7, p. 167.
19 Meu Deus. Paulo aceitou a oferta como sendo feita não a ele, mas a Deus, de quem era ministro. Deus aceita as ofertas como se fossem feitas a Si. CBASD, vol. 7, p. 167.
22 De todos os santos. Esta e’ uma referencia geral aos membros da igreja em Roma [de onde Paulo, aprisionado, escrevia], distinguindo-os de “irmãos”. CBASD, vol. 7, p. 168.
Casa de Cesar. A palavra “casa” (oikia) aqui significa a equipe domestica do cortejo do imperador. … O fato de alguns dos servos de Nero terem se tornado cristãos mostra que o evangelho pode frutificar mesmo nos locais mais improváveis e sob as circunstâncias mais desencorajadoras (AA, 465, 466). CBASD, vol. 7, p. 168.
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FILIPENSES 4 – Pare, ouça e reflita!
Depois de apelar para permanecer firmes no Senhor (v. 1), Paulo relacionou itens com seus apelo pela unidade e a paz, conforme o Comentário Bíblico Broadman:
1. Evódia e Síndique (vs. 2-3);
2. A paz de Deus (vs. 4-7);
3. O que levar em conta (vs. 8-9);
4. Reação de Paulo aos presentes dos filipenses (vs. 10-20);
5. Saudações e bênçãos finais (vs. 21-23).
Neste capítulo há um imperativo: Alegrem-se no Senhor (v. 4). Da prisão, possuindo razões para lamentar e reclamar da situação em que se encontrava, ordenou e reiterou a ordem de alegrar-se no Senhor.
O crente não é mal humorado. Não anda mostrando carranca aos outros. Ele é feliz! Tal felicidade acontece quando…
• …se resolve diferenças (v. 2),
• …equilíbrio evidencia que pertencemos a Deus (v. 5);
• …substituímos preocupação por oração (v. 6);
• …a paz de Deus invade coração e mente (v. 7);
• …finalmente, nossos pensamentos forem elevados (v. 8).
Ainda neste capítulo encontra-se um dos versículos mais conhecidos de Paulo: “Tudo posso naquele que me fortalece”; contudo, muito mal interpretado.
Atenção! O texto não diz que o cristão torna-se…
• …super humano;
• …super poderoso;
• …alguém blindado;
• …alguém que tudo o que planeja acontece;
• …uma pessoa sem problemas;
• …uma pessoa desprovida de sofrimento.
O contexto mostra que o fiel e verdadeiro cristão pode passar por quaisquer adversidades por piores que sejam, mas, independente de toda oposição e dificuldades, a tudo supera confiando em Deus (vs. 10-13).
A felicidade não é ausência de dificuldades, é essência teológica do cristianismo; Paulo conta seu testemunho e revela segredos:
“Já aprendi a estar contente, a despeito das circunstâncias. Fico satisfeito com muito ou com pouco. Encontrei a receita para estar alegre, com fome ou alimentado, com as mãos cheias ou vazias” – O segredo? Depender de Cristo em qualquer situação.
“A carta se encerra com uma bênção. Possivelmente, Paulo esperava que ela fosse lida diante da igreja reunida. Pode ser por causa de um apoio deliberado à sua dominante preocupação com a unidade, que ele ora para que a graça de Cristo estivesse no espírito deles” (Broadman).
Deus não quer promotores de desunião e tristeza, mas com promotores de união e alegria de Sua Igreja!
Oremos: “Senhor, transforma nossa tristeza em alegria” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 3 – Primeiro leia a Bíblia
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414 palavras
1 Segurança. As admoestações paulinas eram para a segurança dos filipenses, que estavam expostos a perigos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 152.
8 Sublimidade. Literalmente, “excepcionalidade”. Paulo percebeu que o conhecimento pessoal de Cristo sobressaia em valor a todas as outras realizações. CBASD, vol. 7, p. 154.
10 Sofrimentos. Aquele que esta unido com Cristo e experimenta a operação do poder de Sua ressurreição inevitavelmente compartilha os sofrimentos de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 156.
15 Tenhamos esse sentimento. Literalmente, “pensar assim” ou “ter esta mente”. O apóstolo chama todos os crentes maduros a ter a mesma atitude que ele tem em relação ao crescimento cristão. Paulo admoesta a continuar progredindo com o propósito de ganhar o prêmio. CBASD, vol. 7, p. 158.
Esclarecerá. Do gr. apokalupto, “descobrir”, “liberar o que estava velado”. Se algum cristão maduro não visse a necessidade de desconsiderar o passado e acelerar rumo à perfeição, Paulo estava certo de que Deus lhe revelaria a necessidade. Quando avançamos sinceramente na corrida cristã, Deus revela os eventuais erros de doutrina ou prática. CBASD, vol. 7, p. 158.
16 Alcançamos. Paulo está dizendo: “Descubra o que contribuiu ao desenvolvimento cristão no passado e siga o mesmo plano no futuro”. O método de consecução do cristão não muda. Infelizmente, há muitos que, com rápidos progressos, iniciam a caminhada cristã, mas se cansam e não continuam com a mesma graça do início da jornada. eles se tornam dependentes da experiência passada, em vez de fazer novos avanços e apreciar novas vitórias. A satisfação com conquistas passadas leva ao descuido. As conquistas de ontem não bastam para hoje. O cristão deve avançar continuamente. CBASD, vol. 7, p. 158.
17 Sede imitadores. [Paulo] Não estava tentando tirar a atenção deles de Cristo e voltá-la para si mesmo, mas levá-los a Cristo por meio de sua experiência cristã (cf. 1Co 4:16; 1Ts 1:6). CBASD, vol. 7, p. 158.
18 Inimigos da cruz. Se estas pessoas fossem inimigas declaradas da cruz ou se negassem que Cristo morreu para fazer expiação pelo pecado, não seriam perigosas para a igreja. No entanto, eles professavam ser seguidoras do Salvador, enquanto sua vida demonstrava que eram estranhas ao poder do evangelho. A mente estava nas coisas terrenas e “a amizade do mundo é inimiga de Deus”. Uma vida imoral é inimizade para com a cruz, porque Cristo morreu para nos fazer santos. CBASD, vol. 7, p. 159.
21 Todas as coisas. A transformação dos corpos e caracteres humanos é apenas uma manifestação do poder soberano de Cristo. Sua obra total abrange a sujeição de todas as fases da criação ao governo divino. CBASD, vol. 7, p. 160.