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I CRÔNICAS 2 – O plano de Deus inclui todas as pessoas; Seu interesse é salvar cada indivíduo neste planeta tomado pelo pecado. Suas ações com Israel visam alcançar nações mundiais.
É importante considerar que os livros paralelos de I e II Reis abordam a história do ponto de vista profético; já, Crônicas, é um texto sacerdotal, de cunho teológico. Observe:
Como governador soberano, Deus escolhe um indivíduo no Planeta: Abraão (I Crônicas 1:27). Dentre seus descendentes, escolhe uma nação: Israel (I Crônicas 1:34). Dentre os doze filhos de Jacó/Israel (I Crônicas 2:1-2), Deus seleciona uma tribo: Judá (I Crônicas 2:3-55). E, de dessa tribo, escolhe reis; dos quais descenderia a linhagem do Messias profeticamente prometido: Davi e Salomão (I Crônicas 3:1-24).
I Crônicas 2 apresenta a genealogia de Davi, filho de Jessé, e neto de Boaz. Sua ascendência vem de mãe moabita, Rute (Rute 4:13-22). Estrangeiros não são desvalorizados nem ignorados por Deus. Além de Davi não descender com sangue puro, na genealogia de Judá é citado Calebe, com Bezalel concluindo sua genealogia (I Crônicas 2:19-20). Calebe era filho de Jefoné, o quenezeu (Números 32:12); que, mesmo não sendo israelita, tornou-se líder da tribo de Judá.
Se considerada com atenção, a genealogia apresenta importantes e relevantes curiosidades. Observe outra delas: Um pai dá uma de suas filhas para casar-se com um escravo egípcio, indicando não haver discriminação racial nem mesmo social (I Crônicas 2:34-35).
O autor consagrado, inspirado pelo Espírito Santo, iniciou com Adão (I Crônicas 1:1), pai da raça humana; e, fechou o ciclo com Ciro – rei pagão do Império Persa (II Crônicas 36:22-23), mostrando que Deus é o regente da história mundial, não apenas da nação de Israel. Israel é apenas um grão de areia num complexo da História Universal.
Embora Deus esteja aberto para incluir em Seu povo todo tipo de indivíduos – inclusive cananitas – Ele não tolera (por isso, elimina) pessoas como Er e Acar/Acã que possuem conduta perversa ou causa desgraça quebrando princípios claros de Sua Palavra (I Crônicas 2:3, 7; Josué 7:1-26).
No entanto, Deus anseia salvar pecadores! Mesmo que Gênesis 38 destaque os horrorosos pecados originários de Judá e sua família, de sua tribo viria o Messias.
Evidentemente, a graça divina atua na desgraça humana! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO I CRÔNICAS 1 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
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422 palavras
1 Adão, Sete, Enos. O livro das Crônicas se inicia de forma abrupta com uma lista de nomes, começando com o primeiro homem, Adão. … o objetivo era evidentemente traçar a história do povo de Deus desde o início até a queda de Israel e Judá e a restauração após o exílio babilônico. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 122.
5 Madai. Foi o progenitor do medos (ver com. de Gn 10:2). CBASD, vol. 3, p. 122.
Javã. Foi o progenitor dos jônicos ou gregos (ver com de Gn 10:2; Is 66:19; Ez 27:13). CBASD, vol. 3, p. 122.
7 Társis. O nome é comumente identificado com Tartessos, na Espanha. CBASD, vol. 3, p. 123.
8 Cuxe. Os cuxitas habitavam a Núbia, agora parte do Sudão, chamado de Etiópia no mundo antigo (ver com. de Gn 10:6). CBASD, vol. 3, p. 123.
Mizraim. Nome hebraico para a terra ou os povos do Egito. CBASD, vol. 3, p. 123.
12 Caftorim. Um povo que saiu de Caftor (Dt 2:23), identificada em geral com Creta. …a frase anterior: “de quem descendem os filisteus”, provavelmente, foi colocada no lugar errado e, sem dúvida deveria estar aqui, pois Caftor é mencionada repetidas vezes como o antigo lar dos filisteus (Jr 47:4; Am 9:7). CBASD, vol. 3, p. 123.
13 Sidom, seu primogênito. Sidom foi a cidade mais famosa da Fenícia. mesmo após Tiro ter se tornado a mais importante, os fenícios ainda eram chamados de sidônios (Dt 3:9; Js 13:6; 1Rs 11:5). CBASD, vol. 3, p. 123.
14 Jebuseus. Os habitantes de Jebus, ou Jerusalém (1Cr 11:4, 5). CBASD, vol. 3, p. 123.
17 Filhos de Sem. Entre eles estão alistadas várias nações importantes. CBASD, vol. 3, p. 124.
Elão. Este era um país famoso da região montanhosa ao leste de Babilônia [hoje, Irã] (ver com. de Gn 10:22). Sua capital, Susã, era uma nas capitais do império persa da época de Ester (ver com. de Ester 1:2). CBASD, vol. 3, p. 124.
Arã. Os arameus, chamados algumas vezes de siros, eram um povo muito importante cuja língua foi bastante usada na Ásia ocidental (Is 36:11), tanto no comércio como na diplomacia. CBASD, vol. 3, p. 124.
32 Quetura, concubina de Abraão. Em Gênesis 25:1 é dito que Abraão casou-se com Quetura, uma observação condizente com o que é dito sobre ela em Gênesis 25:6 e neste versículo de Crônicas. Antigamente, uma concubina não era uma companheira ilegítima, mas uma esposa de classe inferior. CBASD, vol. 3, p. 124.
35 Os filhos de Esaú. Dos filhos de Isaque, Esaú precede Israel [Jacó], visto que o cronista tem o propósito de chegar até Israel como o clímax de sua apresentação. CBASD, vol. 3, p. 124.
43 São estes os reis. As listas de antigos reis e príncipes de Edom (v. 43-54) é quase a mesma da encontrada em Gênesis 36:31 a 43. CBASD, vol. 3, p. 125.
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I CRÔNICAS 1 – Na organização dos livros na Bíblia Hebraica, I e II Crônicas encerram os escritos sagrados. Eles não reiteram meramente histórias dos livros bíblicos de Reis. Então, no que eles diferem?
Reis aborda eventos antecedentes ao cativeiro de Israel e, posteriormente de Judá. Crônicas, aborda teologicamente esses eventos após depois de ocorrerem.
Reis não é um ponto de vista diferente de Crônicas; ambos são complementares, de ângulos cronológicos diferentes:
II Reis encerrou com uma expectaTIva sombria para o povo de Deus. Israel, o reino do norte, tornara-se cativos mais de 100 anos antes quando foi concluído o livro. Judá, no final do livro de II Reis, teve sua capital saqueada, o templo fora tomado pelo fogo, a terra com suas plantações estava arrasada, e a população estava exilada em Babilônia… Quanta tristeza!
I Crônicas foi escrito após o retorno do cativeiro da Babilônia. Isso deve ajudar a entender sua mensagem; e, então, compreender o que Deus quer nos ensinar, após a entrega e morte de Cristo e Sua ressurreição neste planeta assolado pelos inimigos de Seu povo.
Enquanto os livros de Reis enfatizam aspectos políticos, Crônicas enfatizam o templo e seus serviços. Deste modo, a reflexão teológica de Crônicas visa alertar o remanescente para encontrar-se com o cumprimento das profecias messiânicas. A retrospectiva parte de Adão e avança rapidamente com vários nomes que despertam a memória de quem leu todo o Antigo Testamento.
Para nós hoje, seu objetivo é direcionar nossa compreensão da importância da preparação para o segundo advento do Messias.
O primeiro capítulo trata…
• …da descendência de Adão após o pecado (I Crônicas 1:1-4),
• …dos descendentes dos filhos de Noé após o dilúvio (I Crônicas 1:5-23),
• …dos filhos de Sem após a Torre de Babel que deram origem aos semitas/israelitas (I Crônicas 1:24-27),
• …dos descendentes de Abraão, após seu chamado nas terras de Babilônia (I Crônicas 1:28-34),
• …e, dos descendentes de Esaú – irmão de Jacó/Israel; de Seir e dos reis e líderes edomitas (I Crônicas 1:43-53).
Crônicas foca a história da humanidade tendo em vista o resgate que Deus promove e promete após a queda no pecado. Embora fossem indiferentes à verdadeira espiritualidade, Deus não ignorou a descendência de Esaú. Seu propósito é salvar a todos!
Por isso, precisamos reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO II REIS 25 – Primeiro leia a Bíblia
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636 palavras
1 no nono ano. Deus revelou a Ezequiel, na Babilônia, o dia em que o cerco de Jerusalém começou (Ez 24:1-4). CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1088.
contra Jerusalém. O cerco não foi somente contra Jerusalém. Destacamentos do exército foram enviados “contra todas as cidades que restavam de Judá”. CBASD, vol. 2, p. 1089.
2 sitiada. Para detalhes do terrível cerco, ver Jeremias 37 a 39. CBASD, vol. 2, p. 1089.
3 apertada de fome. Por esse tempo a fome tinha se tornado tão severa que já não era possível se defender. As mães comiam seus próprios filhos e a pele das pessoas se tornara negra e ressecada (Lm 2:11, 12, 19, 20; 4:3-10; 5:10). CBASD, vol. 2, p. 1089.
4 arrombada. Os aríetes abriram uma brecha no muro da cidade. CBASD, vol. 2, p. 1089.
os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho que está entre os dois muros. A fuga foi feita pelo vale do Tiropeon, adiante do tanque de Siloé, que estava no jardim do rei (Ne 3:15), próximo à junção dos vales de Hinom e Cedrom. Um segundo muro foi edificado a sul e sudeste do antigo muro para proteger o tanque de Siloé (ver 2Cr 32:4,5, 5; Is 22:9-11). Foi provavelmente entre esse muro e o antigo, de Sião, que a fuga ocorreu. CBASD, vol. 2, p. 1089.
6 sentença. A acusação nesse caso era de rebelião, a quebra de um voto solene feito por Zedequias (2Rs 24:20). Nabucodonosor tinha se familiarizado com o Deus dos hebreus e exigira que Zedequias confirmasse sua fidelidade por meio de um juramento em nome do Senhor (2Cr 36:13). CBASD, vol. 2, p. 1089.
7 a ele [Zedequias] vazaram os olhos. Jeremias constantemente alertava a Zedequias de que ele seria levado para Babilônia caso persistisse na rebelião (Jr 32:4, 5; 34:3; 38:23). Ezequiel predisse que ele seria levado para essa terra, mas não a veria (Ez 12:13). CBASD, vol. 2, p. 1089.
9 E queimou a casa do SENHOR. Esta ação acabou com o templo de Salomão. Além do templo, o palácio e outras estruturas importantes em Jerusalém foram queimadas. A cidade foi deixada em ruína e desolação: uma demonstração impressionante da destruição produzida pelo pecado. A conflagração não ocorreu sem advertência (Jr 21:10; 32:39; 34:2; 37:8, 10; 38:18, 23). CBASD, vol. 2, p. 1090.
10 derribou. Os muros permaneceram em ruínas até que foram reparados por Esdras (Ed 1:1-4; 7:6-9; 9:9) e Neemias (Ne 3; 6:15), muito tempo depois de Ciro ter concedido a repatriação no seu primeiro ano (2Cr 36:22, 23; Ed 1:1-11). CBASD, vol. 2, p. 1090.
11 os desertores. Estas foram as pessoas que aderiram aos babilônios durante o cerco. Jeremias constantemente insistiu a favor da submissão (Jr 27:12; 38:2-4, 17-23) e foi injustamente acusado de ter passado para o lado dos babilônios (Jr 37:13, 14). CBASD, vol. 2, p. 1090.
21 Judá foi levado cativo. A deportação de cativos para a Babilônia não ocorreu num único ano [605 a.C., 598, 597, 586 e 582 a.C. Um período de 23-24 anos]. CBASD, vol. 2, p. 1090 e 1091.
22 Gedalias. Nabucodonosor diplomaticamente apontou um judeu para ser o governador da terra na administração babilônica. Gedalias vinha de uma família nobre. Seu pai, Aicão, fora um oficial de confiança de Josias (2Rs 22:12) e influenciara Jeoaquim a poupar Jeremias da morte (Jr 26:24). Gedalias apoiou a mesma política de moderação de Jeremias (ver Jr 40:9). CBASD, vol. 2, p. 1091.
23 Joanã. Ver Jr 40:8. Joanã alertou Gedalias que Ismael pretendia traí-lo e se ofereceu para matar Ismael, mas Gedalias não permitiu (Jr 40:13-16). Mais tarde Joanã se voltou contra Ismael e se tornou líder de um grupo de judeus que fugiram para o Egito, forçando Jeremias a acompanhá-lo (Jr 41:14, 15; 42:1, 2. 43:2-7). CBASD, vol. 2, p. 1091.
27 feriram Gedalias. Ismael foi contratado por Baalis, rei de Amom, para assassinar Gedalias(Jr 40:14). O assassinato poderia ter sido evitado se Gedalias tivesse dado atenção ao aviso de Joanã (Jr 40:13-16). Gedalias foi assassinado traiçoeiramente depois de acolher Ismael e seus homens com uma refeição amigável (Jr 41:1-3).
30 subsistência vitalícia [a Joaquim]. O escritor de Reis termina seu livro com a imagem de um antigo rei de Judá, depois de um cativeiro longo e tedioso, terminando a vida em relativo conforto e honra. Na aflição extrema, a semente de Davi não foi totalmente destruída. CBASD, vol. 2, p. 1092.
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II REIS 25 – A ruína é fruto de desobediência a Deus! A experiência de Judá em fazer o quer, mostra que desprezar à vontade de Deus por conta dos próprios gostos pessoais implica em destinos fatais. Dependência dEle trará melhor experiência!
Desde o capítulo anterior, é demonstrado que apesar das calamidades que sobrevieram aos judeus, o rei Zedequias fora devidamente instruído por Deus através do profeta Jeremias “sobre como podia ser preservado das calamidades que certamente viriam sobre ele se não mudasse sua conduta e passasse a servir ao Senhor. As calamidades vieram, porque ele não quis se colocar sob a proteção de Deus por meio da obediência. Com os olhos vazados, ele foi levado cativo em correntes para Babilônia”, lamenta Ellen White.
A Bíblia mostra o preço da desobediência para que não optemos por ela em nossa ignorância.
Deus fez de tudo para impedir a destruição de Judá, mas o rei e o povo fizeram de tudo para trilhar o caminho da destruição.
“Que triste e terrível advertência é essa para aqueles que se endurecem diante da reprovação, e que não se humilham em arrependimento para que Deus possa salvá-los […]. Por que o Senhor permitiu que Jerusalém fosse destruída pelo fogo na primeira vez? Por que Ele permitiu que Seu povo fosse vencido pelos inimigos e levado a terras pagãs? Foi porque haviam deixado de ser missionários e haviam construído muros de separação entre si ao seu redor. O Senhor os espalhou para que o conhecimento de Sua verdade pudesse ser levado ao mundo. Se fossem leais, verdadeiros e submissos, Deus os traria de volta a sua própria terra”, considera White.
O pecado vicia e escraviza. Israel havia provado seus efeitos antes de Judá; contudo, Judá não desviou-se do caminho que havia levado sua irmã ao cativeiro. Isso evidencia nossa tremenda incapacidade de aprender com os erros dos outros.
Os habitantes de Judá, que haviam chegado a 250.000, sobraram menos de 20.000. Apesar de a maioria ter sido exilada em Babilônia, o texto sagrado não deixa o leitor frente a um futuro sombrio. Ao contrário, o Deus da esperança evidencia que o pecado não tem a última palavra em nossa história. Ele está acima do pecado e o eliminará completamente. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO II REIS 24 – Primeiro leia a Bíblia
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1684 palavras
1-20 Este capítulo conta a história da invasão babilônica na região da Síria-Palestina. Durante esta época, Judá foi conquistada pelos inimigos do leste [babilônios], e sua população, levada cativa para Babilônia. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Nabucodonosor. Construtor da capital do novo império babilônico. Foi o rei que governou por mais tempo aquela nação. Ele derrotou o faraó Neco na Síria em 605 a.C. na batalhado Carquemis (Jr 46:1, 2). Joaquim se tornou seu vassalo. A história da conversão de Nabucodonor ao Deus de Israel é narrada em Dn 4. Bíblia de Estudo Andrews.
Significa “Ó (deus) Nabu, protege meu filho!”. Era filho de Nabopolassar e rei [605-562 a.C.] mais poderoso do império Neobabilônico (612-539 a.C.). Bíblia de Estudo NVI Vida.
subiu Nabucodonosor, rei da Babilônia, contra ele [Jeoaquim]. De acordo com Daniel 1:1, Nabucodonosor foi contra Jerusalém no terceiro ano de Jeoaquim. … Jeoaquim se tornou vassalo de Babilônia e entregou reféns a Nabucodonosor, entre eles, Daniel. Três anos depois, ele parece ter se ligado ao Egito novamente. A intenção de renovar as forças parecia bem-sucedida, uma vez que os egípcios infligiram pesadas perdas ao exército de Nabucodonosor em 601 a.C. No entanto, a rebelião de Joaquim exibia falta de visão política, pois os babilônios rapidamente se recuperaram do contratempo e retornaram para punir os vassalos desleais. CBASD, vol. 2, p. 1083. Bíblia de Estudo NVI Vida.
voltou atrás e rebelou-se. Em 601 Nabucodonosor marchou de novo para o oeste, contra o Egito, e foi expulso pela forte resistência egípcia. Esse fato pode ter estimulado Joaquim a rebelar-se, embora Jeremias advertisse contra isso (v. Jr 27.9-11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 caldeus. A etnia predominante no império neobabilônio. Os caldeus não eram nativos d Babilônia. Eram originários do extremo sul da Mesopotâmia. Nabucodonosor e seu pai, Nabopolassar, eram caldeus. Bíblia de Estudo Andrews.
tropas babilônicas [caldeus], aramaicas, coabitas e amonitas. A reação contra a rebelião de Joaquim foi rápida. Tropas babilônicas, talvez estacionadas em Arã [Síria], junto com tropas de outros vassalos leais à Babilônia, foram enviadas para esmagar a rebelião na Judéia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 por causa dos pecados cometidos por Manassés. Repetidamente os pecados de Manassés são notados como a causa primária para a queda de Judá (ver 2Rs 21:11, 12; 23;26; Jr 15:4). CBASD, vol. 2, p. 1083.
4 sangue inocente. Inclusive o de Isaías (PR, 382). Isaías não olhou para as abominações de Manassés em silêncio e complacência, mas ergueu a voz em severa repreensão aos delitos do rei. CBASD, vol. 2, p. 1083.
por isso, o SENHOR não o quis perdoar. As atrocidades de Manassés foram o clímax da longa história de maldade de Judá. … O bom reinado de Josias adiou, mas não revogou a sentença de destruição. Eles chegaram ao limite, e Deus não perdoou a nação culpada, por não haver mudança. No entanto, a culpa nacional sempre deve ser distinguida da culpa pessoal (ver com. De 2Rs 17:20). CBASD, vol. 2, p. 1084.
5 Jeoaquim foi um dos piores reis de Judá, segundo Jr 22.13-19; 2Cr 36.8. Jeremias predisse que aquele rei seria sepultado como um jumento, sem ninguém a lamentá-lo, e de fato, o v. 6 nada diz sobre seu sepultamento. Bíblia Shedd.
6 descansou com seus antepassados. Joaquim morreu pouco antes de Jerusalém ser vencida pelo cerco dos babilônios (cf. v. 8-12). Não se indica se sua morte se devia às causas naturais ou à intriga política. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Joaquim, seu filho reinou. Joaquim (tb em 2Cr 36:9), é também chamado por Jeconias (1Cr 3:16, 17; Ester 2:6; Jr 22:24, 28; 24:1; 27:20; 28:4; 29:2) e por Conias (Jr 37:1) …. “Yahweh estabelecerá”. CBASD, vol. 2, p. 1084.
7 o rei do Egito não mais se atreveu a sair com seu exército de suas próprias fronteiras. Esse fato devia-se à derrota dos egípcios em Carquemis [Síria] (v. Jr 46.2) em 605 a.C., e explica por que Joaquim não recebeu nenhuma ajuda do Egito na sua rebelião contra os babilônios. Bíblia de Estudo NVI Vida.
o ribeiro do Egito. Pequeno rio localizado a leste do Nilo. Delimitava a fronteira sudoeste da terra prometida a Abrão. O autor observa que os babilônios conquistaram a região que havia pertencido ao império de Davi e Salomão. Bíblia de Estudo Andrews.
8 Elnatã. Este [o pai de Neústa, vô de Joaquim] foi um dos mensageiros enviados ao Egito por Jeoaquim [pai de Joaquim], a fim de tomar de volta o profeta Urias (Jr 26:22, 23). Também foi um dos príncipes que insistiram para que Jeoaquim não queimasse o rolo de Jeremias (Jr 36:12, 25) [provavelmente, um dos responsáveis por que tivéssemos em nossos dias o livro bíblico de Jeremias]. CBASD, vol. 2, p. 1085.
10 subiram os servos de Nabucodonosor. Ou seja, os generais. Esse foi o segundo ataque de Nabucodonosor a Jerusalém. CBASD, vol. 2, p. 1084.
Este cerco efetuou-se no ano 597 a.C., e contra o mesmo não houve muita resistência. A capitulação imediata da cidade poupou muitas vidas. Bíblia Shedd.
A rendição de Joaquim aos babilônios em 597 a.C. salvou a cidade e levou segunda deportação de Judá. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Então, subiu Joaquim. Desesperado, Joaquim, se rendeu [foi encarcerado e, 37 anos depois, foi libertado e tratado com complacência, 2 Rs 25:27-30]. CBASD, vol. 2, p. 1084.
o levou cativo. Quando Nabucodonosor aceitou a submissão do rei Joaquim (24.1), levou, além dos despojos, alguns dentre os jovens intelectuais judeus (Dn 1.3-7). Esse primeiro cativeiro deu-se no primeiro ano de Nabucodonosor, 605 a.C. Aqui, já no oitavo ano de seu reinado, 597 a.C., o rei da Babilônia impõe um cativeiro mais rigoroso, por outros motivos, não para enriquecimento do seu país, mas sim, para privar a Judá de todas as pessoas responsáveis que poderiam organizar um exército rebelde. Mas o rei desconhecia a coragem do povo: dez anos mais tarde, no ano 587 a.C. viu-se forçado a deportar todo o povo, destruindo a cidade de Jerusalém e deixando apenas alguns camponeses pobres para lavrar a terra; esse foi o terceiro cativeiro. Bíblia Shedd.
13 levou dali todos os tesouros da Casa do SENHOR. Alguns dos utensílios do templo já tinham sido levados para Babilônia em 605 a.C., no primeiro ataque de Nabucodonosor a Jerusalém (Dn 1:2; 2Cr 36:7). [Ver tb 2Rs 25:13-16; Jr 27:18-20, sobre os utensílios que restaram e Ed 1:7-11, sobre a quantidade]. CBASD, vol. 2, p. 1085.
segundo tinha dito o SENHOR. Isaías havia predito isso quando os embaixadores babilônios visitaram Ezequias (2Rs 20:17; Is 39:6). CBASD, vol. 2, p. 1085.
14 transportou. A nação de Judá foi exilada, assim como os habitantes de Israel haviam sido deportados anteriormente pela Assíria. Os babilônios adotavam uma política diferente da praticada pelos assírios; permitiam que os exilados se restabelecessem em comunidades orgânicas. Pessoas influentes e trabalhadores qualificados podiam ser empregados em Babilônia a um baixo custo. Bíblia de Estudo Andrews.
toda a Jerusalém. Isto é, as classes mais elevadas. Com os ”figos bons” (Jr 24:1-7), Jeremias simbolizou os que foram levados naquela ocasião. … Levar de Jerusalém os seus trabalhadores qualificados privaria a cidade conquistada desse tipo de cidadão que seria útil na guerra, e forneceria valiosos auxiliares para amplos empreendimentos de construção dos conquistadores. CBASD, vol. 2, p. 1085.
dez mil. Este número compreende sete mil guerreiros, “valentes”. Mil “artífices” e dois mil “príncipes” (que inclui a corte real, os anciãos da cidade e líderes religiosos). O profeta Ezequiel era um destes últimos e já considerava aquele ano como o fim de Judá. Bíblia Shedd.
15 a mãe do rei. A menção da mãe [ver v. 8] logo depois do rei e antes das esposas dele é um indicativo da importância dela. CBASD, vol. 2, p. 1085.
os homens principais da terra. O chefe civil e os funcionários eclesiásticos: o príncipe, os eunucos, nobres, cortesãos, anciãos, sacerdotes, profetas e levitas (ver Jr 29:2, 2). CBASD, vol. 2, p. 1085.
16 Todos os homens valentes. Os “homens valorosos” (v. 14, ARC), os líderes da aristocracia da região treinados para a guerra e que, como os cavaleiros da Europa medieval, lideravam o povo na batalha. CBASD, vol. 2, p. 1085.
17 Matanias [Zedequias]. Ele era o terceiro filho de Josias e foi o último rei de Judá. Bíblia de Estudo Andrews.
O nome de Matanias (que significa “dádiva de Iavé”) foi mudado mara Zedequias (“justiça de Iavé”). Talvez Nabucodonosor quisesse dar a entender que suas ações contra Jerusalém e Joaquim eram justas. De qualquer maneira, a mudança de nome significava sujeição a Nabucodonosor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
597-587 a.C. Este é o rei com o qual o profeta Jeremias manteve mais contato, embora seu ministério houvesse iniciado em 627 a.C., trinta anos antes. Este rei é mencionado muitas vezes, desde o capítulo 21 de Jeremias em diante. Bíblia Shedd.
Zedequias. Literalmente, “justiça de Yahweh” ou “Yahweh é justiça”. [Nome provavelmente dado por seus pais ou parentes] … porque Nabucodonosor dificilmente teria escolhido este nome. CBASD, vol. 2, p. 1085.
19 Fez ele o que era mau. Durante o reinado de Zedequias, práticas idólatras continuavam a aumentar-se em Jerusalém (v. 2Cr 36.14; Ez 8-11). Era um governante fraco e indeciso (v. Jr 38.5, 19), que se recusou a prestar atenção à palavra do Senhor dada por meio de Jeremias (2Cr 36.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 Zedequias rebelou-se. Esta frase introduz os eventos do cap. 25 e deveria iniciá-lo. O cap. 24 termina com a palavra “presença”. CBASD, vol. 2, p. 1085.
rebelou-se. Zedequias se aliou à coalisão antibabilônica das nações na Síria-Palestina que planejavam se rebelar (Jr 27). Foi severamente punido por Nabucodonosor em consequência deste ato de traição. Bíblia de Estudo Andrews.
A rebelião de Zedequias contra Babilônia causou a investida de Nabucodonosor contra Judá e arruinou a nação. No início do reinado de Zedequias, houve uma expectativa geral, fomentada pelos falsos profetas, de que haveria um rápido regresso dos exilados de Babilônia com o fim do cativeiro (Jr 27:16; 28:1-4; 10, 11). Por causa dessa expectativa, Zedequias enviou embaixadores a Babilônia (Jr 29:3) e depois ele mesmo foi lá, no quarto ano de seu reinado (Jr 51:59). Constantemente Jeremias tentava corrigir essa impressão e aconselhava que não se revoltassem (Jr 27:5-22; 28:5-17; 29:1-32). Zedequias, no entanto, continuou suas atividade para acabar com o jugo babilônico e buscou auxílio do Egito (Ez 17:15; cf Jr 37:5; 44:30). CBASD, vol. 2, p. 1085, 1087.
Parece, no entanto, ter cedido diante da propaganda sedutora da facção anti-Babilônia e pró-Egito em Jerusalém (v. Jr 37.5; Ez 17.15, 16) num esforço tragicamente mal calculado para tornar-se independente da Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Zedequias caiu no tradicional erro de entrar nas tramas políticas do Egito (2 Cr 36.13; Ez 17.11-21). … A rebelião declarada em 589 a.C. contava com o apoio do Faraó Hofra; mas logo que os caldeus (babilônios) interromperam o sítio de Jerusalém para perseguir os egípcios, o povo de Jerusalém evadiu-se deixando a cidade abandonada e sem defesa alguma (Jr 37.5-10). Bíblia Shedd.
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II REIS 24 – Este livro bíblico em apreço serve para alertar-nos constantemente contra terríveis consequências da transigência.
Note que “outros reis surgem depois de Josias, mas nenhum chega a adiar a morte de Judá. Yahweh não tem motivo nenhum para poupar a nação se não uma paciência extraordinária que já se estendeu por mais de trezentos anos desde a idolatria de Salomão. Agora o Senhor, movido por uma indignação justa, dá cabo de Judá. Duas deportações menores precedem a derrota final (24:1-17); então a cortina fecha-se durante o desafortunado reinado de Zedequias (c. 597-587 a.C.). A descrição da devastação inclui a perda da cidade, do templo, do povo, da terra e da monarquia (24:18-25:21). Só uns poucos permanecem junto ao governador nomeado por Babilônia. Esses poucos assassinam o governador e fogem, dessa forma reduzindo ainda mais a população (25:22-26). A nação santa foi reduzida a um mero punhado de gente numa terra santa que, para todos os propósitos, está destruída”, lamenta Paul House.
• Independente de quem seja, fazer concessão em sua fé por questões interesseiras, desafia Deus.
• II Reis é solene advertência àquele que busca independência de Deus.
Nesse livro, “a dependência de outros deuses levou à morte tanto indivíduos como nações. Se nossa segurança repousa em nossa própria riqueza ou poderio militar, estamos confiando numa casa construída sobre a areia (cf. Mt 7:26). Os fracassos dos reis de Israel e Judá lembram os cristãos que eles devem depositar sua confiança só em Deus. Os reis de Israel e Judá muitas vezes procuraram preservar a segurança nacional à custa das suas convicções religiosas distintas. O povo que Deus havia libertado da escravidão egípcia devia ter evitado situações políticas que comprometessem a liberdade de cultuar seu Deus… O fim trágico das nações de Israel e Judá demonstra as terríveis consequências do pecado. Entretanto, nenhuma catástrofe é tão grande, que Deus não possa agir por meio dela, dando esperança a Seu povo” (Kenneth Mathews).
• Fazer o mal diante do Deus que almeja nosso bem, nos levará além da apostasia – o destino será a ruína.
• Seguir ideologias forâneas às Escrituras visando preservar a cultura, resultará no fim de toda estrutura familiar, civil ou eclesiástica.
Devemos erguer-nos dos valores corrompidos, para não desembocarmos numa vida destruída! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.