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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 1 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1385 palavras
2 Sabedoria. A sabedoria é a capacidade de fazer uso prático dos fatos. … A sabedoria tão exaltada no livro de Provérbios é a sagacidade prática que se revela num caráter moral e religioso ideal. Os vários aspectos da sabedoria descrevem as características da pessoa que alcançou os padrões de Deus. A sabedoria apresentada por Salomão é abrangente, pois abarca todos os aspectos da vida prática. Ela não separa a religiosidade dos deveres comuns. Na experiência daquele que tem sabedoria verdadeira, todo pensamento e ato têm ligação com as exigências divinas. Em vez da “sabedoria”ideal, o NT fala de “justiça” (Mt 6:33), “santidade” (2Co 7:1; Hb 12:10) e “amor” (1Co 13), em referência a uma característica semelhante. A ênfase de todos esses conceitos está no caráter, não no ritualismo ou nos dogmas ligados ao cristianismo teórico. … “As verdades da Palavra de Deus são as declarações do Altíssimo. Aquele que faz dessas verdades parte de sua vida se torna, em todos os sentidos, nova criatura. Não recebe novos poderes mentais, mas é removida a escuridão que, mediante a ignorância e o pecado, obscurece o entendimento. As palavras: ‘Dar-vos-ei coração novo (Ez 36:26) significam”‘Dar-vos-ei uma mente nova’. A mudança de coração é acompanhada da convicção clara do dever cristão e de um entendimento da verdade. Todos os que atentam às Escrituras intimamente em em oração adquirem compreensão e julgamento claros. Na medida em que se aproximam de Deus, alcançam um plano mais elevado de inteligência (Ellen G. White, RH, 18/12/1913). CBASD, vol. 3, p. 1064.
7 Temor do SENHOR. Isto é, reverência pelo Senhor. O temor do Senhor é uma atitude reverente motivado por amor, respeito e gratidão. Ele distingue as pessoas que reconhecem sua indignidade e encontram salvação no plano gracioso de Deus. Nenhuma forma de exercício mental pode se comparar ao ávido estudo das Escrituras. CBASD, vol. 3, p. 1065.
Princípio. Do heb. re’shith. Esta palavra também pode significar “parte principal”. O temor do Senhor não é apenas o primeiro passo na aquisição de todo o conhecimento verdadeiro, mas, sim, a ênfase central do conhecimento. Se o conhecimento não levar à entrega da vida a Jesus Cristo, terá perdido o alvo. CBASD, vol. 3, p. 1065.
Loucos. Pessoas tolas. CBASD, vol. 3, p. 1065.
8 Filho meu. Junto com o temor do Senhor se encontra a respeitosa obediência aos pais. CBASD, vol. 3, p. 1065.
10 Não o consintas. Um lembrete de que a vontade é soberana. Nenhum ser humano ou demônio pode nos fazer pecar, a não ser persuadindo nossa vontade ao erro (ver Rm 6:13). A pessoa precisa ter a intenção de realizar o ato pecaminoso antes que a paixão consiga dominar a razão (ver T5, 177). CBASD, vol. 3, p. 1065, 1066.
11 Embosquemo-nos para derramar sangue. Este apelo manifesto à crueldade e à ganância pode parecer encontrar poucos paralelos num mundo civilizado. Mas as oaixões do ser humano não regenerado permanecem as mesmas. Assassinatos a sangue frio, motivados por razões tão pequenas quanto o desejo por notoriedade ou a satisfação da curiosidade, marcam nosso mundo. Assaltos maldosos, que levam grande sofrimento aos inocentes e necessitados, são ocorrência diária. Estes versículos são uma advertência necessária aos jovens de hoje. CBASD, vol. 3, p. 1066.
13 Encheremos de despojos a nossa casa. Este versículo revela o fato que motiva o ladrão. Lisonjeado pela possibilidade de ser parte de um grupo célebre e de usufruir os lucros das más conquistas, o ganancioso e indolente é convencido com facilidade. CBASD, vol. 3, p. 1066.
15 Não te ponhas a caminho. Há perigo até na amizade casual com malfeitores, pois eles parecem incitados aos atos de maldade por um poder superior a si mesmos. A associação com eles pode subverter as noções de certo e errado, levando a pessoa a se unir ao estilo de vida do grupo. CBASD, vol. 3, p. 1066.
16 Os seus pés correm para o mal. A rapidez da degeneração daquele que lançou sua sorte com homens perversos é assustadora. Logo sua consciência fica tão endurecida que o pensamento de cometer assassinato se torna convincente até mesmo para o jovem criado no temor do Senhor. CBASD, vol. 3, p. 1066.
17 Debalde se estende a rede. Os resultados insatisfatórios da vida do crime são demonstrados de forma tão clara e comum que até alguém com inteligência mínima deveria ser sábio o suficiente para evitar a armadilha a sua frente. CBASD, vol. 3, p. 1066.
19 Tira a vida. O ganancioso não se dá conta do sofrimento dos pobres a quem oprime e das vidas que pode encurtar pela privação, violência ou por práticas comerciais desonestas. CBASD, vol. 3, p. 1066.
20 Grita na rua a Sabedoria. Nesta parte inicial do livro, a sabedoria é personificada como uma mulher pura e nobre. CBASD, vol. 3, p. 1066.
23 Derramarei … o meu espírito. A medida do Espírito é determinada pela capacidade de quem O aceita, não pelo Deus que O dá. CBASD, vol. 3, p. 1067.
25 Rejeitastes. Os que rejeitam a misericórdia de Deus não são retratados como pessoas que ignoram o bem ou afirmam que a salvação e sem valor; são apresentados apenas como ocupados demais com coisas menores, ou endurecidos demais pelo pecado para atender ao chamado (Lc 14:18; At 24:25). Esses não são os pagãos, mas, sim, os crentes descuidados ou apostatados. É perigoso adiar o dia de responder às súplicas da sabedoria. CBASD, vol. 3, p. 1067.
26 Também eu me rirei. Assim como os néscios riram ao rejeitar a oferta de salvação, a sabedoria ignorará seu sofrimento. E assim como os loucos e escarnecedores zombaram da vida, suas súplicas por misericórdia serão recebidas com solene execução de julgamento. CBASD, vol. 3, p. 1067.
28 Então, me invocarão, mas eu não responderei. Quando Deus chamou e apelou por meio da sabedoria, eles não deram ouvidos. Agora clamam em vão pelo conhecimento salvífico do Senhor (ver Am 8:11, 12). Em meio a tempestades e terremotos, guerras e necessidades, pessoas pecadoras e negligentes costumam clamar a Deus por salvação e prometem mudar de vida se Ele as livrar do perigo. Muitas vezes, porém, quando voltam à paz e à tranquilidade, elas riem das promessas feitas durante os momentos de medo. Embora a iminência da morte, às vezes, leve a conversões genuínas, a salvação no último instante é raramente garantida àqueles que voltaram ouvidos surdos ao chamado do Espírito. O cumprimento mais pleno e terrível dessa profecia ocorrerá no final da história do mundo. Quando o Espírito de Deus for rejeitado pela última vez e a proteção da graça se retirar, os impenitentes se encontrarão à mercê do senhor cruel a quem escolheram servir em lugar de Deus (ver GC, 614). … o Senhor se entristece profundamente quando os seres humanos se voltam contra Ele (ver Ez 33:11; Os 11:8). No entanto, os seres humanos são agentes morais livres e Deus não impede as consequências do caminho que elas mesmo escolheram. Ao mesmo tempo, Ele faz todo o possível para impedir que tomem a decisão contrária. Apela para todos irem até Ele, mesmo os mais antigos inimigos do bem (Ez 18:21; Mt 11:28; Rm 5:8; Ap 22:17). CBASD, vol. 3, p. 1067, 1068.
29 Aborreceram o conhecimento. Quando tinham mente maleável o suficiente para ser impressionada, essas pessoas se recusaram a permitir que o Espírito de Deus trabalhasse nelas. Por fim, seu coração se endureceu e o caráter está fixo. É tarde demais. Qualquer arrependimento simulado seria apenas o desejo de escapar das terríveis consequências do pecado. Mesmo se recebessem outra oportunidade, essas pessoas não mudariam. O perdão verdadeiro não é uma mera desculpa para o pecado, mas, sim, a purificação do pecador (1Jo 1:9). Sem uma entrega genuína à instrução e ao controle do Espírito Santo e um desejo sincero de mudança, nenhum pecador pode ser salvo. CBASD, vol. 3, p. 1068.
Não preferiram. O temor do Senhor seria o início do conhecimento da salvação (v. 7). Mas as pessoas não quiseram esse saber, pois ele interferiria no desfrute da impiedade. No fim, gostariam de fugir das consequências inevitáveis. CBASD, vol. 3, p. 1068.
31 Do seu procedimento. Não se trata de um ato arbitrário de poder da parte de Deus que remove os ímpios de Sua presença (Os 13:9; 14:1). São os próprios impenitentes que colocaram sua vontade em oposição à Fonte da vida. Por isso, a amorosa presença divina será para eles um fogo consumidor (ver DTN, 764, 107; GC, 36). CBASD, vol. 3, p. 1068.
33 O que me der ouvidos. Aqueles que derem ouvidos ao sábio conselho de Deus e obedecerem aos preceitos de sabedoria permanecerão em paz num mundo de calamidades. O coração deles é tocado de pena por aqueles que sofrem; ao mesmo tempo, porém, não temem por si mesmos. Aguardam expectantes e confiantes a salvação prometida. CBASD, vol. 3, p. 1068
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PROVÉRBIOS 1 – O conteúdo deste livro visa moldar nosso caráter. Caráter é quem nós somos fora das dependências da igreja – embora haja crentes que revelam piores atitudes dentro da igreja do que na empresa em que trabalha.
Provérbios, “é um dos mais maravilhosos textos sobre educação, sabedoria e prudência para a vida. Fala sobre obediência, discrição, comportamento sexual, fidelidade, autoridade, vida de trabalho, relacionamento entre pais e filhos, e muitos outros conselhos práticos”; isso porque, “a vida espiritual precisa ser evidenciada nas decisões da vida diária”, destaca a Bíblia do Discípulo.
O livro de Provérbios pode ser considerado uma imersão na sabedoria prática, um curso de sabedoria para a vida. Seus 915 versículos são pepitas de sabedoria que, aplicadas à vida diária, nos farão totalmente diferentes da vida dos indiferentes aos seus ensinamentos inspirados.
Além de Deus dotar homens de sabedoria divina, o Espírito Santo inspirou esses escritores a formular mensagens especiais que tornam nossa vida especial. Salomão, o autor mais proeminente de Provérbios, pela graça de Deus tornou-se erudito, versado em ciência e perito nas áreas práticas da existência neste mundo corrompido. Sua sabedoria inspirada escrita nas páginas de Provérbios ultrapassam os limites culturais, geográficos e temporários; desta forma, eles continuam tão ou mais relevantes do que quando foram escritos – pois nossa sociedade tem muito que evoluir ainda!
Leia Provérbios 1. Faça tuas anotações. Depois, considere estes pontos:
• Ouvir os sábios aumenta o aprendizado; precisamos estar dispostos a aprender com aqueles que têm sabedoria (Provérbios 1:5).
• Ouvir os avisos dos sábios quanto a não ceder às tentações – elas são armadilhas para destruir os ingênuos. Somos desafiados a resistir a influências negativas e a não ceder à pressão para trilhar o caminho mal (Provérbios 1:10-19).
• Ouvir a voz da sabedoria é exacerbadamente melhor que rejeitá-la: As vantagens da loucura são ilusórias, enquanto os benefícios da sabedoria são verdadeiros (Provérbios 1:20-33).
Maltratar, explorar, prejudicar, roubar, zombar, humilhar e enganar são características de indivíduos com caráter deformado. Deus é o único que pode restaurar o caráter e elevá-lo da imoralidade e perversidade de nossa sociedade depravada (Provérbios 1:1-9).
Para obter sabedoria, considere…
• Praticar a humildade.
• Desenvolver o temor do Senhor.
• Discernir as amizades.
• Fugir das tentações pecaminosas.
• Cultivar a integridade.
• Assumir a responsabilidade de buscar sabedoria! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 150 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 150 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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365 palavras
Introdução. O Salmo 150 é o último dos salmos de aleluia. É a grande aleluia de encerramento ou doxologia do saltério. Desta forma o livro de Salmos termina com um convite para que todo o ser que respira se junte ao grande hino de louvor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1057.
Todos os livros que formam as subdivisões dos Salmos terminam com louvores curtos (41:13; 72:18, 19; 89:52; 106:48), mas este salmo é o ápice final em forma de Hallel (cântico/doxologia de louvor) de todo o Saltério. Este grande hino começa e termina com “Aleluia!” (Louvai ao SENHOR). Cada versículo contém um duplo chamado para louvar a Deus (ao todo, dez vezes), com um apelo conclusivo adicional para louvar ao Senhor. Este poema contém uma ênfase no louvor a Deus, nas localizações (santuário, firmamento, v. 1), depois na orquestra e nos movimentos (v. 2-5; instrumentos de sopro, cordas e percussão com danças no centro) e, por fim, no coral. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Louvai-O no firmamento. Como no Salmo 148, a convocação ao louvor se estende aos habitantes do Céu e da Terra. CBASD, vol. 3, p. 1057.
3 Trombeta. Do heb. shofar, “trombeta. CBASD, vol. 3, p. 1057.
Saltério. Do heb nebel, “harpa. CBASD, vol. 3, p. 1057.
Harpa. Do heb. kinnor, “lira”. CBASD, vol. 3, p. 1057.
4 Adufes. Do heb. tof, um pequeno tambor de mão. CBASD, vol. 3, p. 1057.
danças. Nos tempos bíblicos, a prática moderna de dançar em pares era desconhecida. As danças ocorriam principalmente no contexto de celebrações religiosas, como uma expressão de alegria (Jr 31:4). Costumava ser realizada por mulheres (Êx 15:20; Jz 21:19-23; 1Sm 18:6) e, em raras ocasiões, por homens (2Sm 6:14, 16). Não há evidência real de que homens e mulheres dançassem juntos. Com frequência, a música era incluída. Não existem evidências de que as danças acontecessem dentro do templo. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Címbalos. Do heb. tsiltselim. CBASD, vol. 3, p. 1057.
6 Louvai ao SENHOR (ARC; ARA: “Aleluia!”). O maior livro de cânticos já composto encerra com uma grande aleluia final. … No grande auditório dos salmos, onde se estremeceu o nosso coração ao compasso de muitos coros comoventes, levantamo-nos com reverência no momento em que a grande sinfonia chega a seu clímax. De bom grado unimos nossas vozes neste último apoteótico “aleluia”ao Cordeiro de Deus. CBASD, vol. 3, p. 1057.
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SALMO 150 – Devemos ser exclusivistas na adoração (adorar unicamente ao Deus verdadeiro, conforme o primeiro mandamento); porém, devemos ser inclusivos no convite à adoração (convidar, incentivar e apelar a todos para adorarmos juntos ao Deus verdadeiro) – não devemos contentar-nos e acomodar-nos enquanto não estivermos levando mais gente a adorar conosco!
O Salmo 150 possui claros aspectos práticos e teológicos, sua mensagem é lógica e contundente. “Ao chegarmos ao grande final, nada mais apropriado do que encontrarmos um apelo curto e incisivo para a criação cumprir seu verdadeiro propósito ao adorar a Deus”, diz William MacDonald.
A estrutura do último Salmo do saltério divide-o em respostas essenciais a quatro perguntas cruciais:
• Onde deve ocorrer a adoração coletiva? (Salmo 150:1): No Santuário e no firmamento, em toda parte, no Céu e na Terra. “Não há lugar onde o louvor seja inapropriado” (MacDonald).
• Por que é necessário louvar a Deus? (Salmo 150:2): Pelos Seus feitos poderosos no Antigo e Novo Testamento. “Não O glorificamos apenas por Sua muita grandeza, mas também consoante a ela. É pecado se mostrar indiferente ao relatar as excelências de nosso Criador e Redentor” (MacDonald).
• Como se deve louvar ao Soberano Deus? (Salmo 150:3-5): Com toda sorte de instrumentos musicais – de sopro, cordas e percussão. “Este poema contém uma ênfase no louvor a Deus, nas localizações (santuário, firmamento; v. 1), depois, na orquestra e nos movimentos (v. 2-5; instrumentos de sopro, cordas e percussão no centro) e, por fim, no coral (v. 6)”, explica a Bíblia Andrews.
• Quem participa do louvor a Deus? Ninguém pode ficar de fora! “Todo ser que respira é convocado a adorar a Yahweh de todo o coração. Afinal, a vida se origina do sopro de Deus, sendo Sua prerrogativa de dar, tirar, e tornar a dar esse mesmo fôlego” comenta N. T. Wright.
A adoração é fundamental na vida humana; especialmente antes da segunda vinda de Cristo. “O tema de louvor e adoração é um dos mais relevantes para o momento no qual vivemos, especialmente quando consideramos as Três Mensagens Angélicas. A primeira e a terceira delas apresentam dois tipos de adoração, uma verdadeira e outra falsa”, diz o músico Jetro Meira de Oliveira.
Precisamos considerar na adoração “onde, por que, como e quem” se desejamos adorar corretamente! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 149 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 149 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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321 palavras
Introdução. O Salmo 149 é o quarto dos salmos de aleluia (ver introdução do Sl 146). O salmo se expressa de modo jubiloso e alegre. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1056.
Na primeira parte deste hino, o povo de Deus é convidado a se alegrar em seu Crador e Rei com cânticos em louvor pela Salvação (v. 1-5). Usando uma linguagem repleta de simbolismos na segunda parte (v. 6-9), todos têm a honra de participar do juízo executivo, pronunciado e escrito por Deus (v. 9), com louvores nos lábios e uma espada na mão. Isso significa que precisam ter, em relação aos ímpios, a mesma atitude de Deus, pois os malfeitores são corruptos, destroem a vida e se identificam com o mal de maneira tão íntima que pecado e pecadores se tornam um. Por fim, o próprio Deus executará juízo sem qualquer envolvimento humano (2Ts 1:6-10; 2:8; Ap 20:9, 9, 14). Bíblia de Estudo Andrews.
Louvores a Deus pelas elevadas honrarias outorgadas ao seu povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 Novo cântico. Deus deseja que Seus santos renovem sua experiência espiritual dia a dia (ver Lc 9:23; 2Co 4:16). Cada consagração renovada deve acompanhar um novo cântico. Visto que as misericórdias de Deus se renovam a cada manhã, nossa gratidão e ação de graças também devem se renovar. CBASD, vol. 3, p. 1056.
3 flautas. Em outras passagens (150:4; Jr 31:13; Lm 5:15) o termo original hebraico, machol, é traduzido como dança.
Com danças (NVI). A dança sagrada de alegria santa era muito diferente das danças frívolas e degradantes de hoje (ver com. de 2Sm 6:14). CBASD, vol. 3, p. 1056.
adufe (ARA; NVI: “Tamborim”). Um pequeno tambor de mão. CBASD, vol. 3, p. 1056.
5 Cantem de júbilo. Do heb. ranan, “dar um sonoro brado de alegria”. O vigor da linguagem indica a força das convicções de Davi neste assunto. CBASD, vol. 3, p. 1056.
6 A espada de dois gumes simboliza a plenitude do julgamento que será executado pelo Messias quando ele retornar para punir os ímpios. Life Application Study Bible Kingsway.
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SALMO 149 – Este Salmo convoca todas as criaturas, tanto celestiais quanto as terrenas, a louvar a Deus. Ele ressalta o tema da soberania divina sobre toda a criação e salienta a adoração como uma resposta correta a essa soberania.
Quando refletimos sobre a soberania de Deus, somos levados à adoração por diversas razões, tais como:
1. O juízo de Deus geralmente é associado à Sua justiça. Com isso em mente, a adoração surge da compreensão de que Deus é um Juiz justo, que faz julgamentos corretos e imparciais num mundo corrupto, cruel, manipulador, explorador e injusto.
2. O juízo de Deus nos faz reconhecer a santidade divina. Desta forma, a adoração é uma resposta natural à presença de um Deus santo, perfeito e incorruptível que age em nossa história sangrenta, perversa e egoísta.
3. O juízo de Deus nos leva a lembrar de nossos próprios pecados, imperfeições e de nossas transgressões perante Sua Lei. Consequentemente, essa realidade nos torna humilde e, promove em nós o arrependimento; as quais são atitudes essenciais na adoração genuína ao Deus verdadeiro.
4. O juízo divino quando compreendido de forma equilibrada e correta destaca a misericórdia de Deus ao poupar-nos da condenação que fatidicamente merecemos. A adoração surge da gratidão por essa misericórdia, que nos é concedida apesar de nossas terríveis falhas.
5. O juízo divino nos lembra da soberania do Juiz do Universo. Cientes que Deus tem autoridade suprema sobre todas as coisas e todas as pessoas, inclusive os soberanos deste mundo nossa adoração será uma resposta à autoridade e ao governo dEle sobre o Universo e sobre tudo o que nele existe.
Com estes itens em mente, vamos considerar atentamente que o salmista:
• Faz um chamado à adoração (Salmo 149:1-3). Nesses três primeiros versículos encontramos uma convocação para a adoração, exortação a se alegrar no Criador e um convite para louvar a Deus com movimentos corporais e com instrumentos musicais.
• Acrescenta as razões para louvar a Deus (Salmo 149:4-5). Os motivos para louvar a Soberano se devem ao fato de Deus Se agradar de Seu povo e por coroar aos humildes com vitória.
• Descreve a vitória divina (Salmo 149:6-9). Na execução do juízo, Deus pune os ímpios e honra aos justos.
Portanto, reavivemo-nos alegremente no juízo divino! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 148 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 148 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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