Reavivados por Sua Palavra


SALMO 135 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO – PRIMEIRO DEUS
15 de março de 2017, 0:55
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SALMO 135 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de março de 2017, 0:50
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SALMO 135 – Sempre gostei muito de ler. Quando criança, no verão, sentava sob as folhas de uma planta de chuchu com um livro na mão, para refrescar o corpo e alimentar a mente.

No Ensino Médio, no IASP (Instituto Adventista de São Paulo), frequentava a biblioteca para ler biografias de grandes nomes da história: Galileu Galilei, Alexander Graham Bell, Isaac Newton, entre outros. Quando fiz um teste vocacional, o resultado foi surpreendente: Revelou-me uma inclinação para o campo de exatas – sendo que sempre fui muito mais da área de humanas.

Conclusão, somos o que contemplamos. Refletimos aquilo que mais dedicamos nosso tempo. Por isso, quanto mais passarmos tempo com Deus, mais parecido com Ele nos tornaremos.

Então, permita que este Salmo te leve para mais perto dEle hoje. Medite profundamente:

1. Deus merece louvores das grandes personalidades do mundo, e também das pessoas mais simples, porque Ele é bom e adorar-Lhe é agradável ao coração humano (vs. 1-3).

2. Apesar de que o pecado nos separa de Deus, Cristo rompeu com essa barreira para formou um povo de pecadores regenerados para ser Seu representante no mundo: A igreja (v. 4).

3. Deus é eterno, infinito e todo-poderoso, Ele é Rei de reis e Senhor dos senhores. Ele é superior a todos os deuses e ídolos existentes (v. 5);

4. Deus é Criador, Seus feitos são incomparáveis, sobrenaturais:
a) Na natureza, Deus revela Sua soberania em todo lugar e época (vs. 6-7);
b) Na história humana, Deus interfere com maestria revelando sua superioridade incomparável (vs. 8-12);

5. O nome de Deus nunca desaparecerá da mente da humanidade, Seu amor e cuidado sempre serão lembrados por alguém no mundo e na história (vs. 13-14).

6. Deus repreende deuses insignificantes e adoradores de divindades falsas: “Os deuses das nações pagãs são meras bugigangas, artigos em liquidação nos mercados […]. Os que os fabricam e confiam neles, como eles se tornam” (vs. 15-18):
a) Bocas esculpidas que não podem falar;
b) Olhos pintados que não podem ver;
c) Ouvidos entalhados que não podem ouvir – madeira morta, frio metal!

7. Pessoas de todos os níveis culturais e sociais precisam ser convocadas a testemunhar profusamente do terno e paterno caráter do Deus vivo e verdadeiro (vs. 19-21).

Vamos testemunhar mais? – Heber Toth Armí.



SALMO 134
14 de março de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Um grupo de viajantes caminha durante todo o dia. Enquanto viajam, cantam. Não como as canções que ouvimos e cantamos com nossas crianças em nossas viagens de carro hoje, mas, sim, músicas para lembrá-los da importância de sua peregrinação a Jerusalém.

Ao se aproximarem do Templo, avistam os levitas trabalhando no turno da noite, e a sua última canção começa assim: “Bendigam o Senhor todos vocês, servos do Senhor, vocês, que servem de noite na casa do Senhor” (v. 1 NVI).

Imagine como esta canção podia valorizar e motivar aqueles cujo importante trabalho normalmente passaria desapercebido ou desvalorizado por ser executado no turno da noite!

O que eu gosto nessa música é que ela reconhece e incentiva esses trabalhadores noturnos sem lisonjeá-los. A canção poderia descrever o grande trabalho que esses levitas estavam fazendo ou elogiá-los por sua dedicação, mas o que ela faz é incentivá-los e lembrá-los de sua responsabilidade, da importância da atividade desempenhada por eles.

Isso me faz lembrar um dia quando havia acabado de ensinar na escola bíblica para crianças e um avô veio me visitar com a mão estendida: “Eu só queria apertar a mão do ministro mais importante desta igreja”, disse ele.

Eu sabia o que ele estava tentando me dizer. Ele estava reconhecendo meu trabalho e me lembrando da importância de conduzir crianças a Cristo. Embora não tenha inflado o meu ego com bajulações, ele me fez sentir que meu trabalho era apreciado e me motivou a fazer o melhor para o meu pequeno e muitas vezes despercebido ministério.

Quais são algumas das maneiras pelas quais você pode incentivar (sem lisonjear) aqueles trabalhadores voluntários de sua igreja que quase não são notados?

Lori Futcher
Escritora e Editora
Cleveland, Tennessee, Estados Unidos

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/134 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/134/
Texto anterior expandido: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/12/19/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 134 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



SALMO 134 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO – PRIMEIRO DEUS
14 de março de 2017, 0:55
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SALMO 134 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
14 de março de 2017, 0:50
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SALMO 134 – Louvemos ao Senhor, pois Ele cuida de nós…

· …de dia e de noite;

· …em nossas idas e vindas;

· …em nossa peregrinação rumo ao Céu…

“Este é o último dos ‘Cânticos de Romagem’. Ele pode ter sido endereçado aos sacerdotes que entravam no serviço à tarde, após as ofertas do sacrifício vespertino. Evidentemente, havia um grupo de coristas e outros que estavam de serviço enquanto Jerusalém dormia. O Salmo termina com uma bênção recíproca dos que estavam de vigília sobre as multidões que se retiravam, recomendando-as, durante as horas da noite, ao cuidado do Senhor do Céu e da Terra” (F. B. Meyer).

1. Aqueles que buscam a Deus em Sua casa aqui na Terra serão conduzidos para a Casa de Deus lá no Céu.

2. Aqueles que louvam a Deus querem que os servos de Deus continuem reavivados promovendo louvores de dia e de noite.

3. Aqueles que inclinam o coração perante Deus levantam as mãos para a adoração (ver I Timóteo 2:8).

4. Aqueles que rendem louvores ao Senhor são cada dia mais abençoados por Ele.

Angel Manuel Rodriguez observa que “tanto quanto posso apurar, não há aceno com as mãos durante o culto na Bíblia. O levantar das mãos é comum (cf. I Timóteo 2:8). A Bíblia não prescreve gestos das mãos na adoração, mas descreve como prática comum aceitável”.

“Quando adoramos a Jesus, nosso coração deve encher-se de um santo gozo. E o que produz essa jubilosa adoração é nos maravilharmos cada vez mais com o Senhor Jesus, com Sua beleza e Suas glórias. Com muita frequência, no momento em que nos inclinamos diante dele para adorá-lO, nossa mente se acha atravancada pelos problemas da vida e pelos temores do amanhã. Por isso, nossas atitudes e atos são inertes, sem emoção e alegria. Mas quando avistamos Jesus, o gozo que Ele nos transmite associa-se ao júbilo que sentimos por estar em sua presença, e esse gozo em dose dupla explode em nosso interior, erguendo-se a níveis de êxtase cada vez mais elevados” (J. Cornwall).

· Nosso louvor ao Senhor deve ser uma explosão do nosso interior revelada no exterior.

· Quem vai à Casa de Deus para louvar ao Senhor com profundidade e sinceridade sai dela abençoado para sua casa.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SALMO 133
13 de março de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Esta é um breve Salmo que traz uma grande mensagem sobre a unidade e a comunhão e as bênçãos que elas trazem. Unidade e companheirismo são tão importantes que o próprio Jesus orou por isso (João 17: 11; 20-23) e Paulo pregou sobre isso (Fl 2:2-8; Col 3:14-15).

Neste Salmo, duas imagens descrevem as bênçãos de unidade e comunhão. A primeira é a de óleo escorrendo pela cabeça e barba de Arão. No clima quente e seco da Palestina, óleo é calmante e cura para a pele seca e rachada.

O óleo era um símbolo das bênçãos de Deus ao que estava sendo ungido. Os óleos de unção possuíam uma fragrância que tomava conta de todo o ambiente, à semelhança do que aconteceu quando Maria ungiu os pés de Jesus e a casa se encheu com o perfume (João 12:1-3). A mensagem do salmista é que a unidade no relacionamento trará as bênçãos da paz e harmonia, curando e perfumando o ambiente.

A segunda imagem é a do orvalho que cai sobre o Monte Hermon. Na terra seca da Palestina o orvalho que cai à noite nas altas montanhas traz benefícios refrescantes para as plantas, animais e pessoas para todo Israel [as águas que descem o Monte Hermon formam o rio Jordão, que se estoca no mar da Galiléia e beneficia todo o país]. O Monte Hermon chega a quase três mil metros acima do nível do mar e tem uma vegetação verdejante em suas encostas, mesmo nos meses secos do verão. Em comparação, Jerusalém (Monte Sião) fica praticamente sem chuva durante 6 meses do ano.

As bênçãos de Deus que caem sobre nós quando vivemos em unidade e comunhão com nossa família nos refrescarão e nos sustentarão, mesmo nos tempos “secos” de nossas vidas. Além disso, as bênçãos de Deus nos darão “vida para sempre.” Esta é a vida abundante que Jesus veio nos dar (João 10:10). Na unidade e da comunhão com Deus e Seu povo, podemos desfrutar plenamente a vida e viver uma vida cheia de bênçãos e propósito.

“O segredo da verdadeira união na igreja e na família não é diplomacia, nem de gestão ou de um esforço sobre-humano para superar as dificuldades – embora haverá muito disso para fazer – mas a união com Cristo” (LA, p. 179).

Que todos nós possamos buscar uma união mais estreita com o nosso Deus Criador e viver em unidade e harmonia com nosso próximo. Amém.

Thandi Klingbeil
Collegedale, Tennessee, Estados Unidos

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/133 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/133/
Texto anterior expandido: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/12/18/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 133 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



SALMO 133 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
13 de março de 2017, 0:55
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SALMO 133 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
13 de março de 2017, 0:45
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SALMO 133 – Como está a tua família? Uma casa dividida gera famílias destruídas. Uma família destroçada faz qualquer pessoa ansiar por uma família abençoada, unida, feliz e harmoniosa.

A família de Davi era um caos. A desunião era sua característica principal. Devido a seu escandaloso adultério, Davi não teve autoridade para corrigir os erros de seus filhos:

• Amnom violentou Tamar, sua meio-irmã, e Davi não o confrontou, nem exortou sua filha.
• Absalão assassinou Amnom, seu irmão, e Davi não fez nada para evitar.
• Absalão conspirou e usurpou o trono do pai e Davi teve que fugir.
• Adonias foi assassinado por seu irmão Absalão quando este assumiu o trono.

Tua família está melhor, você não acha? A casa desse Rei de Israel estava tomada pelo ódio, conspiração, estupro, assassinatos – um pecado pior que o outro.

Consequentemente, a “união” arrumou as malas, e foi embora. Por sofrer a ausência dela, Davi aprendeu amargamente algumas lições, e passa a revelar-nos para que não trilhemos pelos mesmos atalhos perigosos, desastrosos.

1. A união é atraente, traz paz, está livre de intrigas, invejas, ciúmes. A desunião é má, mas a união é boa. A verdadeira união baseia-se nos princípios da Palavra do Deus que afirmou que não é bom que o homem esteja só; somente assim, a unidade trará real felicidade (v. 1).

2. A união promove a saúde física, mental, social e emocional. Desentendimentos, brigas, confusões, agressões, resultam em titânicas angústias, aflições, doenças. A união traz bênçãos assim como a unção para o cargo de sumo sacerdote. Pecados são perdoados, feridas são curadas, há valorização do outro, aceitação e vida espiritual acentuada (v. 2).

3. A união é tonificante, restaurante, refrigerante, revigorante como o orvalho que cai sobre a relva em tempos de seca. Assim como o orvalho que é discreto e constante, pequenos gestos de carinho, bondade e amor resultam em grandiosos resultados na família; contudo, assim como o orvalho, estes gestos devem vir de um coração regido por Deus, para que seja bênção (v. 3).

A união verdadeira não é obra de um coração egoísta, é fruto de busca pelo coração altruísta de Deus. É Deus Quem ordena a bênção!

É bom ver uma família unida, mas é impossível tê-la desprovido dos divinos princípios de vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SALMO 132
12 de março de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

O Salmista exprime duas petições: “Senhor, lembra-te” (v.1 NVI) e “não rejeites o Teu ungido” (v. 10 NVI). O Senhor responde e confirma mais uma vez o pacto que fizera com Davi.

A beleza nestes versos é que o Senhor, em sua resposta (v. 13-18), afirma não só que Ele se lembra e não rejeitou Seu povo Israel, mas Ele revela o grande quadro do Seu plano de salvação através de Jesus Cristo! Como disse um comentarista: “O que eram originalmente descrições do rei governante foram dirigidas para o futuro e, tomadas em conjunto, compunham um retrato de um grande rei futuro, um messias (ungido), que viria da linhagem de Davi.”

Aqui vemos uma descrição profética de Jesus, nosso Messias, o Ungido: Ele viria e se assentaria no Seu trono eterno (v. 12 e Apoc 11:15); O poder de Davi (v. 17a NVI e Lucas 1:68-69); Ele se tornaria uma luz (v. 17b e Apoc 21:22-23).

Quando eu imagino esses peregrinos cantando as “Canções da Ascenção” enquanto subiam a Jerusalém para adorar, eu ansiosamente antecipo que alegria será quando nós nos juntarmos na Nova Jerusalém aos peregrinos de antigamente e cantarmos todos este Salmo de Ascenção. Mal posso esperar por esse dia , e você?

Cindy Nash
Collegedale, Tennessee, Estados Unidos

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/132 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/132/
Texto anterior expandido: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/12/17/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 132 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



SALMO 132 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
12 de março de 2017, 0:55
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