Reavivados por Sua Palavra


2CRÔNICAS 20 — Rosana Barros
8 de maio de 2026, 0:45
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“Pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; ao saírem eles, pôs-se Josafá em pé e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém! Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (v.20).

Quando você ouve a palavra “deserto”, o que lhe vem à mente? Calor? Areia? Peregrinação? Tentação? Josafá havia acabado de renovar sua aliança com Deus por meio da segunda reforma em seu reinado. E “depois disto” (v.1), passou por uma das piores provas de sua vida. Dois grandes povos, Moabe e Amom, “com alguns meunitas”, ameaçaram destruir a nação de Judá. A Bíblia diz que “Josafá teve medo” (v.3). Só que esse medo o fez buscar socorro no lugar certo: “e se pôs a buscar ao Senhor” (v.3).

Todo o Judá se reuniu na Casa do Senhor, a mesma Casa que Deus disse que, se o Seu povo orasse, se humilhasse e O buscasse, com genuíno arrependimento, Ele o ouviria, o perdoaria e o ajudaria (2Cr 7:14). Pois bem, lá estava todo o povo fazendo exatamente como o Senhor orientou: pedindo “socorro ao Senhor” (v.4). E que oração a de Josafá! Ele estava prestes a entrar no deserto. Ele sabia disso. Ele não procurou aliados políticos, não se apegou ao seu exército, mas na força e no braço poderoso do Senhor dos Exércitos. Não confiou em suas próprias forças, mas fixou os olhos em Deus: “porém os nossos olhos estão postos em Ti” (v.12).

Prontamente, o Espírito Santo veio sobre Jaaziel, que trouxe a mais fiel mensagem de Deus a todo filho em angústia: “Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus” (v.15). “não tereis de pelejar […] ficai parados e vede o salvamento que o Senhor vos dará […] porque o Senhor é convosco” (v.15,17). Uau! Você pôde sentir o poder saindo de cada palavra? Não há como duvidar de um Deus assim! Meus irmãos, sempre que resolvemos fazer a vontade de Deus, podemos ter a certeza de que desertos virão. Surgirão provações que nos farão sentir medo, desânimo. Inimigos se levantarão para tentar nos tirar a paz. No entanto, em meio a tudo isso, se assumirmos a atitude de Josafá, e buscarmos ao Senhor de todo o nosso coração, Ele nos diz:

— Não precisa ter medo, filho(a), a guerra não é tua, é Minha. Você não tem que lutar. Apenas contemple o livramento que te darei, pois Eu sou contigo.

Que outra atitude podemos ter diante de um Deus tão maravilhoso, senão a que teve Josafá e todo o povo? — “Oh, Senhor, nos prostramos diante da Tua face e Te adoramos!” (v.18). Mas para que Deus nos ajude no deserto da tentação, precisamos “pela manhã cedo” (v.20) nos dirigir ao deserto da comunhão. A nossa luta não é “contra o sangue e a carne”, amados, mas contra as forças do mal que tentam nos destruir (Ef.6:12). Eis aí a receita da vitória: Levanta-te, povo do Senhor, todos, “como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos” (v.13), e de manhã cedo buscai ao Senhor por meio do estudo da Palavra e da oração, para crer no Senhor e no que Ele nos deixou escrito por intermédio de Seus profetas.

Lembrem-se de que foi por meio do jejum, oração e do “está escrito” que Cristo venceu Satanás no deserto (Mt.4:1-11). Se seguirmos essa receita espiritual, logo estaremos “no vale da Bênção” (v.26), rendendo “graças ao Senhor, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.21). Ó, amados, não percamos esse foco, e Deus há de nos dar “repouso de todos os lados” (v.30)! Há um recado do Céu para cada um de nós, hoje:

Não permita que Deus tenha que “destruir as tuas obras” (v.37) para que então você perceba que elas não têm poder para te fazer vencer. Você está sendo ameaçado? Busque ao Senhor. Está sendo perseguido? Busque ao Senhor. Alguém te faz sofrer? Busque ao Senhor. Circunstâncias adversas te afligem? Busque ao Senhor. Creia em Deus e estarás sempre seguro. Creia em Sua Palavra, e Ele te fará prosperar. “Tomai posição” (v.17) com os joelhos no chão e Jesus no coração, e apenas com os teus olhos contemplarás o livramento que Deus te dará, conduzindo-te ao eterno vale de Bênção. “Não temais”, povo de Deus, “nem vos assusteis […] porque o Senhor é convosco” (v.17).

Oração:
Pai amado, que também é o Senhor dos Exércitos que luta por nós, graças Te damos porque o Senhor continua lutando pelo Teu povo hoje! Mas será que temos assumido a mesma postura de Josafá em meio às nossas provações? Temos, de fato, mesmo com medo, buscado ao Senhor e fixado nEle os olhos? Ó, Senhor, clamamos pelo Espírito Santo nos dando a fé e a perseverança tão necessárias nestes desertos finais! Há uma multidão de inimigos contra nós nas diversas investidas de Satanás para nos destruir. Cremos em Ti e cremos em Teus profetas! Então, Pai, guarda-nos em segurança e faz-nos prosperar em Ti, até que Cristo volte. Em nome dEle, do nosso poderoso Cristo vencedor, nós clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, crentes perseverantes!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS20 #RPSP

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2CRÔNICAS 19 — Rosana Barros
7 de maio de 2026, 0:45
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“Agora, pois, seja o temor do Senhor convosco; tomai cuidado e fazei-o, porque não há no Senhor, nosso Deus, injustiça, nem parcialidade, nem aceita Ele suborno” (v.7).

Depois de voltar “para sua casa em paz” (v.1), Josafá se deparou com as palavras de repreensão do profeta “Jeú, filho de Hanani” (v.2), aquele que anteriormente fora usado por Deus para repreender o seu pai. Foi-lhe dito: “Devias tu ajudar ao perverso e amar aqueles que aborrecem o Senhor?” (v.2). Josafá havia se unido a Acabe não somente em batalha, mas estabeleceu uma aliança de resultados duradouros e desastrosos ao permitir o casamento de seu filho Jeorão com Atalia, filha de Acabe com Jezabel. Josafá se mostrou como um homem de coração bondoso, mas também ingênuo no quesito relacionamentos.

Não podemos confundir o princípio bíblico de amar os inimigos, com a insensatez de nos tornarmos cúmplices deles. Não podemos confundir compaixão com condescendência. Compaixão é colocar-se no lugar do outro; é sofrer junto. Já a condescendência, de acordo com o dicionário, é a “atitude de quem concorda com algo, embora tenha vontade de o recusar”. Josafá tolerou as ações de Acabe, embora soubesse que eram contra a vontade de Deus. Ele foi conivente. Foi isso que provocou “a ira da parte do Senhor” (v.2). No entanto, Josafá não recebeu apenas uma repreensão, mas uma admoestação plena de misericórdia: “Boas coisas, contudo, se acharam em ti; porque tiraste os postes-ídolos da terra e dispuseste o coração para buscares a Deus” (v.3).

A partir de então, Josafá deu início a uma nova reforma em seu reino, estabelecendo juízes para que julgassem o povo “da parte do Senhor” (v.6). Ao aceitar a repreensão profética, buscou admoestar as autoridades locais a andar no “temor do Senhor” (v.7). A Bíblia diz que “o temor do Senhor é a sabedoria” (Jó 28:28). Temer a Deus seria o sustentáculo da justiça no ofício daqueles juízes. E a mesma coisa Josafá ordenou aos levitas, sacerdotes e chefes das famílias de Israel: “Assim, andai no temor do Senhor, com fidelidade e inteireza de coração” (v.9).

Se o temor de Deus é sabedoria, então, se O tememos, fazemos o que Ele nos pede; se tememos a Deus, nossa vida é governada pelo “assim diz o Senhor”; se tememos a Deus, temos amor e compaixão pelo próximo, mas não nos tornamos participantes de seus pecados; se tememos a Deus, não levantamos falso juízo contra nossos semelhantes; se temos o temor de Deus, o Senhor nos torna bons (v.11), assim como Ele é.

Josafá agiu corretamente ao consultar um profeta de Deus antes de ir à batalha, mas falhou ao aliar-se com Acabe. Como está escrito: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão há da luz com as trevas?” (2Co.6:14). Isso não significa que devamos viver isolados do mundo, mas que temos a escolha de rejeitar o que ele nos oferece. Jesus nos deixou escrito o que devemos fazer para alcançar este propósito: “Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt.10:16). Então, amados, “fazei assim e não vos tornareis culpados” (v.10).

A primeira voz angélica anuncia a plenos pulmões: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Muito em breve, os juízes desta terra darão lugar ao Justo Juiz, e Ele não julgará simplesmente as ações de nossas mãos, mas as intenções de nosso coração. O princípio apresentado no livro de Jó, reforçado por Josafá e proclamado pela primeira voz angélica, deve ser a nossa motivação e escolha diária: temer a Deus, “com fidelidade e inteireza de coração” (v.9). “Sede fortes no cumprimento disso, e o Senhor será com os bons” (v.11).

Oração:
Nosso Pai Celestial, estamos vivendo em um tempo semelhante ao do antigo Israel, no sentido de que há uma divisão entre os verdadeiros e os falsos adoradores. Poderíamos enumerar uma lista de coisas que têm entrado em Tua igreja e sugado as nossas energias, quando deveríamos estar focados em crescer num relacionamento salvífico Contigo e, consequentemente, pregar o Teu evangelho eterno. Senhor, por favor, tem misericórdia de nós e desperta-nos para o que realmente importa nestes dias finais! Clamamos que nos enchas do Teu Espírito, para que andemos em sabedoria e temor do Senhor! Forma em nós o caráter de Cristo e livra-nos da corrupção que há no mundo! Em nome de Jesus, clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, bons filhos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS19 #RPSP

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2CRÔNICAS 18 — Rosana Barros
6 de maio de 2026, 0:45
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“Respondeu Micaías: Tão certo como vive o Senhor, o que meu Deus me disser, isso falarei” (v.13).

No relato de hoje, Josafá cometeu um deslize ao fazer aliança com um rei perverso e maligno. Ele casou seu filho com a filha de Acabe, e esta união causaria muitos e graves problemas à nação de Judá. Acabe foi um dos piores monarcas de Israel. Juntamente com sua mulher, Jezabel, tornaram Israel pior do que as nações pagãs. E, por melhores que fossem as intenções de Josafá, essas associações incoerentes quase lhe custaram a vida.

Em meio a um banquete farto, Acabe fez um convite inusitado a Josafá. Na verdade, ele insistiu e o convenceu a provocar uma guerra. O rei de Israel certamente se aproveitou da bondade e da disposição do rei de Judá e “o persuadiu a subir com ele a Ramote-Gileade” (v.2). Sua insistência, contudo, não foi a causa do consentimento de Josafá. Mas o consentimento de Josafá foi seguido do que, para Acabe, foi uma cortante e penetrante condição: “Consulta, primeiro, a palavra do Senhor” (v.4). Acabe, então, convocou quatrocentos profetas que, prontamente, foram identificados por Josafá como falsos.

Aqueles homens repetiam e repetiam a mesma coisa, numa espécie de mantra do engano, como se uma mentira dita muitas vezes e por muitas pessoas se tornasse uma verdade. Entretanto, aquele bando de falsários estava diante de um conhecedor das Escrituras e do Senhor das Escrituras. Os que estudam a Bíblia com sinceridade e oração jamais serão enganados, a menos que assim desejem. Nada será mais decisivo nestes últimos dias do que a vigilância ou o descuido com relação ao estudo da Palavra de Deus. E somente os que perseverarem em estudar a Bíblia com uma fé simples e infantil não serão enganados.

A pergunta de Josafá revela isso. Era como se ele tivesse dito: “Bem, já vi o que tinha de ver. Agora, será que dá para trazer aqui um profeta de verdade, que realmente fale o ‘assim diz o Senhor’?” (v.6). “Há um ainda” (v.7), disse Acabe. Um, ele disse. Mas aquele “um” era pedra no seu sapato. Por quê? Porque falava a verdade. Porque dizia o que Acabe não queria ouvir. Só por isso. Fico tentando imaginar a fisionomia de Josafá diante daquela cena patética: um bando de “atores” liderados por Zedequias e seus “chifres de ferro” (v.10), pensando que seu teatro seria convincente o bastante para enganar o rei de Judá. E até o mensageiro enviado tentou persuadir o profeta de Deus: “seja, pois, a tua palavra como a palavra de um deles, e fala o que é bom” (v.12).

Primeiro, que não seria a palavra de Micaías, mas a palavra do Senhor através dele. Segundo, que Micaías não era popular em Israel, pois falava a verdade. Falar a verdade, portanto, não era considerado como falar o que é bom. Isso não é um tanto confuso, amados? Mas, será que estamos longe dessa realidade? Vejamos:

Hoje não é nem um pouco popular dizer que o sábado é o dia do Senhor e que Deus o separou para que possamos adorá-Lo de uma forma especial nesse dia (Leia Gn.2:1-3; Êx.20:8-11; Is.66:22-23; Ez.20:12,20, Lc.4:16 e 31). Dia esse em que a Bíblia declara mais de 200 vezes que devemos guardar e que em nenhum lugar autoriza a mudança para outro dia da semana. Também não é popular dizer que as pessoas precisam abandonar seus vícios e buscar uma mudança em seu estilo de vida (Leia Rm.12:2; 1Co.10:31). Não é popular dizer que o dia das bruxas é uma abominação e que Deus condena tudo o que envolve feitiçaria e espiritismo, incluindo todos os lixos que muitos chamam de filmes, séries, novelas, desenhos e jogos (Leia Dt.18:9-14). Não é popular dizer que existem espécies de animais que Deus deixou muito claro: Não comam! São imundos! (Leia Gn.7:2; Lv.11), e que existem uniões que Ele chamou de abomináveis (Leia Lv.18:19-30; Rm.1:24-27). Essas mensagens não lotam igrejas, meus irmãos. Mas há um detalhe especial nelas: SÃO VERDADEIRAS!

Portanto, o que houve naquele episódio, muito mais existe hoje. Enquanto Micaías falava “a palavra do Senhor” (v.18), os falsos profetas falavam o “assim dizemos o que o rei deseja ouvir”. Daí, eu pergunto: Acabe deu ouvidos a quem? E qual foi o resultado do seu disfarce inútil? Pois é. É exatamente isso o que acontece com quem prefere crer em mentiras a viver a vontade do Senhor. Notem que Acabe sabia que Micaías falava da parte de Deus, mas, ainda assim, o desprezava, porque, ao contrário da turba de profetas mentirosos, Micaías dizia o que Acabe precisava ouvir e não o que ele desejava ouvir.

De que lado você está hoje? Da verdade ou do engano? A Bíblia está à nossa disposição. Precisamos estudá-la com espírito submisso. Cuidado para não julgar o que é mau como sendo bom e o que é bom como sendo mau! Está escrito: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal” (Is.5:20). O Senhor nos chama para que O busquemos em primeiro lugar, então não seremos enganados. E prestem muita atenção, amados! A mensagem de Micaías está longe de ter sido apenas para Acabe: “Ouvi isto, vós, todos os povos!” (v.27). Isso mesmo. É para todos nós! Josafá quase perdeu a vida por não ter dado ouvidos ao profeta de Deus e Acabe perdeu a vida por desprezá-lo. Não nos contentemos em apenas conhecer a verdade, mas permaneçamos firmes ao lado dela, ainda que caiam os céus.

Oração:
Senhor, nosso Deus, as armadilhas do inimigo estão cada vez mais disfarçadas e com aparência de piedade. Estamos cercados das tentativas de Satanás de cegar os nossos olhos para percebermos os seus enganos. Podemos ser Josafás, hoje, iludidos por alianças com irmãos que não temem de fato o Senhor. A Ti clamamos que nos encha com o Teu Espírito para que consideremos em todo tempo a Tua verdade como o que é bom e, como Micaías, somente a Tua Palavra esteja em nossa boca. Dá-nos coragem e ousadia para proclamá-la ainda que soframos perseguições por isso! Estamos cansados deste mundo, Pai! Volta logo, Senhor! Em nome de Cristo, clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, atalaias da verdade!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS18 #RPSP

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2CRÔNICAS 17 — Rosana Barros
5 de maio de 2026, 0:45
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“Ensinaram em Judá, tendo consigo o Livro da Lei do Senhor; percorriam todas as cidades de Judá e ensinavam ao povo” (v.9).

Após a morte de Asa, seu filho Josafá reinou em seu lugar. O caráter de Josafá e suas obras revelam a importância da educação pelo exemplo, principalmente nos primeiros anos de vida. A fidelidade inicial de Asa foi transmitida a seu filho que “procurou ao Deus de seu pai e andou nos Seus mandamentos e não segundo as obras de Israel” (v.4). Além de fortalecer as cidades e as fronteiras de Judá, Josafá ordenou que o povo fosse instruído no “Livro da Lei”. Ao contrário de reis anteriores, ele aliviou o fardo da nação e, com isso, conquistou-lhe a simpatia, recebendo presentes de todo o Judá, governando um reino com “riquezas e glória em abundância” (v.5).

O coração de Josafá tornou-se ousado “em seguir os caminhos do Senhor” (v.6), eliminando de Judá “os altos e os postes-ídolos” (v.6), que alimentavam a idolatria da nação. Não se limitou, contudo, a simplesmente tirar do povo as abominações, mas a ensinar-lhe o caminho sobremodo excelente. Para este mister, enviou os príncipes, levitas e sacerdotes, que, usando o Livro da Lei do Senhor como fundamento, “percorriam todas as cidades de Judá e ensinavam ao povo” (v.9).

Grande tempo precisou ser empreendido no serviço de ensinar o povo. Um trabalho dedicado e minucioso foi realizado naquela nação, a fim de promover a verdadeira educação religiosa, resgatando o propósito pelo qual ela foi eleita. Com um exército fortalecido e um povo esclarecido, Josafá liderou um movimento ainda mais significativo do que a reforma empreendida por seu pai, Asa. Com isso, “Josafá se engrandeceu em extremo, continuamente” (v.12).

Em um tempo onde a tecnologia se supera a cada dia, favorecendo uma verdadeira explosão de mídias sociais, parece que estamos em situação mais vantajosa e célere do que a dos nobres professores de Judá. Todavia, essa facilidade também tem sido uma grave distração e, com isso, instrumento de Satanás no grande conflito que envolve o controle da nossa mente. Temos, realmente, usado esta ferramenta para promover a causa do Senhor e apressar a Sua vinda? A nossa vida tem declarado que fazemos parte do povo de Deus e o nosso lar não é aqui? Qual tem sido o nosso testemunho no cenário do grande conflito entre o bem e o mal?

Ensinar as Escrituras é um privilégio que trabalho algum pode superar. Todos os nossos esforços devem ser concentrados nesta sagrada e solene obra. Desde a mãe que nina o bebê até o ministro que lidera uma multidão, desde o mais leigo até o mais instruído, todos possuem uma parcela na seara do Senhor, e precisamos administrá-la com temor e tremor. Como Amasias, “que, voluntariamente, se ofereceu ao serviço do Senhor” (v.16), essa deve ser a postura de todo cristão que aguarda com ansiedade o glorioso Dia de seu resgate. E, como Josafá, com ousadia de espírito, devemos “seguir os caminhos do Senhor” (v.6) com fidelidade e integridade de coração.

A Palavra de Deus, amados, é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos (Sl.119:105). Ela é a verdade (Jo.17:17). Ela é eterna (Is.40:8). E a Palavra é Cristo (Jo.1:1). Toda ela se resume na pessoa de Jesus Cristo e Sua missão de nos salvar. Se as Escrituras testificam de Jesus e almejamos nos assemelhar a Ele, é nela que devemos nos debruçar, clamando pelo auxílio do divino Instrutor, o Espírito Santo. Portanto, Cristo em nós é o conhecimento que não possui rival. Permita que a Palavra do Senhor opere esse milagre em sua vida, hoje, e a cada dia, até aquele Grande Dia.

Oração:
Paizinho querido, com que anseio e temor, alegria e reverência deveríamos nos aproximar da Tua Palavra e estudá-la com muito cuidado e muita oração. Aquele que treme da Tua Palavra, como está escrito em Isaías 66:2, é aquele para quem o Senhor olha. Então, Pai, que o Teu Espírito faça de nós o povo que teme a Tua Palavra, em submissão reverente, que guarda os Teus mandamentos e tem a fé de Jesus. Dá-nos ousadia para andar nos Teus caminhos e fazer o que é correto, ensinando assim a Tua Palavra por preceito e por exemplo. Que essa obra comece dentro da nossa casa e atinja o mundo com o último e grande clamor. Temos saudades do Senhor! Volta logo, Jesus! Em Teu bom nome, nós clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, ensinados do Senhor!

Rosana Garcia Barros
Membro da IASD Central de Maceió

#2CRÔNICAS17 #RPSP

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2CRÔNICAS 16 — Rosana Barros
4 de maio de 2026, 0:45
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“Porque, quanto ao Senhor, Seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-Se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dEle” (v.9).

Após uma vitória milagrosa contra a Etiópia e anos de paz e de reformas espirituais significativas, parecia que Judá estava começando a reviver a glória do reinado de Salomão. Contudo, Israel havia se tornado uma ameaça constante a essa paz. Por algum motivo, o rei Asa, antes tão firme em seu propósito de servir a Deus, seguiu por um caminho sobremodo perigoso, fazendo aliança com o rei da Síria ao invés de consultar ao Senhor e vendo na nação pagã a oportunidade de fazer tombar seu irmão do Norte.

Através desta aliança bélica, Asa revelou um coração bem diferente dos anos em que havia empreendido como reformador de Judá. Aproveitando-se de sua função, tratou de exercê-la tomando decisões precipitadas e certificando-se de que seus planos tivessem êxito. Aos seus olhos, a vitória da Síria contra Israel e os despojos de Ramá eram provas do sucesso de sua liderança. “Naquele tempo” (v.7), ou seja, no momento em que celebrava suas conquistas, a alegria do rei foi interrompida pelas duras palavras de Hanani, e a sua reação mostrou o quanto havia se afastado do Senhor.

Encerrando o profeta no cárcere e oprimindo “alguns do povo” (v.10), indignado e enfurecido, Asa não compreendeu a ação divina por trás da repreensão profética, ou de fato não quis aceitá-la. Como no Éden, na mais triste viração do dia, o Senhor indagou ao insensato rei através do Seu profeta: “Onde estás?” (Gn.3:9). Onde estava aquele líder espiritual extraordinário? Onde estava aquele rei que promoveu o reavivamento da nação eleita? Onde estava aquele guerreiro cujo escudo era a fé? Mas ele preferiu confiar em homens do que em Deus, e “na sua enfermidade não recorreu ao Senhor, mas confiou nos médicos” (v.12).

Sabem, amados, todos os dias o Senhor nos desperta para reafirmar o Seu fiel concerto conosco. O amor de Deus, que entregou o Seu Filho unigênito como sacrifício por pessoas imerecedoras e pecadoras como nós, deveria ser o nosso mais profundo objeto de estudo diário. Um dia que seja sem esse vínculo com o Céu pode significar duas coisas: um tempo precioso que foi perdido ou o fim do tempo que nos foi concedido.

Certamente, Asa teve muitas oportunidades de retornar ao primeiro amor, mas as desperdiçou. Ao invés de ser um perfume do Senhor em vida, seu corpo foi preparado “segundo a arte dos perfumistas” (v.14) na morte. Há um tempo precioso que não podemos desperdiçar: “eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Hoje, agora, é o tempo que temos de andar com o nosso Deus, entregando a nossa vida por completo em Suas mãos. Ele Se mostra “forte para com aqueles cujo coração é totalmente dEle” (v.9) e logo voltará para buscar aqueles cuja vida foi “o bom perfume de Cristo” (2Co.2:15).

Oração:
Nosso Deus e Pai, temos aprendido em Tua Palavra que a fé precisa ser acompanhada de perseverança. Ajuda-nos, Senhor, a não esmorecer! E que a nossa confiança esteja posta em Ti todos os dias para que, pela unção do Teu Espírito, sejamos bom perfume de Cristo, apressando a volta do Senhor. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, bom perfume de Cristo!

Rosana Garcia Barros
Membro da IASD Central de Maceió

#2CRÔNICAS16 #RPSP

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2CRÔNICAS 15 — Rosana Barros
3 de maio de 2026, 0:45
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“Entraram em aliança de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12).

Asa não só promoveu reformas religiosas, mas reformas espirituais que mudariam o curso da nação. À semelhança do Reino do Norte, Judá se envolveu com os deuses estrangeiros e levou para dentro de seu território as mesmas abominações que o Senhor havia condenado. O terceiro rei de Judá liderou o povo num verdadeiro movimento de reavivamento e reforma, que foi confirmado e abençoado pelo Senhor através da profecia de Azarias, um profeta que aparece apenas neste capítulo da Bíblia, mas cujas palavras fortaleceram o coração de Asa e, certamente, continuam sendo uma força a ser considerada na vida de todo cristão que se dispõe no serviço do Senhor.

A obediência de Asa gerou uma assembleia solene, reunindo “todo o Judá e Benjamim e também os de Efraim, Manassés e Simeão que moravam no seu meio, porque muitos de Israel desertaram para ele, vendo que o Senhor, seu Deus, era com ele” (v.9). E, após oferecerem grande “sacrifício ao Senhor” (v.11), foi feita uma aliança nacional “de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12). “Todo o Judá se alegrou por motivo deste juramento”, e o “Senhor lhes deu paz por toda a parte” (v.15). Foi um tempo de renovar “o altar do Senhor” (v.8) em cada coração.

A reforma promovida por Asa não excluiu os de sua própria casa. Até mesmo sua avó foi deposta “da dignidade de rainha-mãe” por ter feito “uma abominável imagem” (v.16), que Asa cuidou de destruir e queimar. Mas houve um porém: os altos “não foram tirados de Israel” (v.17). Uma mancha foi ignorada e aquele cujo coração “foi perfeito todos os seus dias” (v.17) colheria no futuro as terríveis consequências de tal concessão.

Nunca houve tempo em que se falasse tanto em reavivamento e reforma como nos últimos anos. Homens e mulheres têm se dedicado à obra de renovar “o altar do Senhor” (v.8) e habilitar um povo que esteja preparado para o segundo advento de Cristo. Contudo, sem incitar juízo infamatório ou julgamento prévio, precisamos ponderar acerca do que temos visto e ouvido. Há a urgente necessidade de mudança no meio do povo de Deus, mas não é a mera aparência de piedade que identifica a verdadeira adoração. “Mas, quando, na sua angústia, eles voltaram ao Senhor, Deus de Israel, e o buscaram, foi por eles achado” (v.4).

Toda reforma deve ser resultado de um reavivamento. Os dois andam juntos. Reavivamento sem reforma é sentimentalismo. Reforma sem reavivamento é legalismo. O prefixo “RE” significa “duas vezes”. Reavivamento, então, é viver novamente, é buscar de volta a vida eterna perdida no Éden. Reforma é buscar de volta a forma original, a imagem e semelhança do nosso Criador, que foi corrompida pelo pecado. Portanto, o movimento de reavivamento e reforma é o caminho de volta para o Paraíso, e deve ter início em nosso coração, transformando-nos segundo o caráter de Cristo.

A nossa busca, porém, precisa ser diária e constante, e não pode depender da fidelidade alheia. É importante ter pessoas ao nosso redor que nos animem e encorajem pelo caminho; referências que nos revelem o quanto vale a pena ser fiel a Deus. Entretanto, não podemos e não devemos depositar toda a nossa confiança em pessoas, para que as decepções não abalem a nossa fé. Percebam que um dos motivos da apostasia de Israel foi por estar “muito tempo sem o verdadeiro Deus, sem sacerdote que o ensinasse e sem lei” (v.3). O conhecimento do Senhor é o bem mais precioso que podemos ter e compartilhar. Não o ignoremos, nem tampouco o guardemos só para nós enquanto milhares desfalecem pelo caminho.

Diante de um cenário profético em rápido andamento, que a nossa vida seja governada pelo Espírito Santo, e ensinada, corrigida, repreendida e educada na justiça pela Palavra de Deus, “a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm.3:16-17). Eu sei, meus irmãos queridos, que têm dias em que choramos por dentro dores que só o Senhor conhece. Principalmente quando dizemos “sim” ao chamado de Deus, entramos em tempestades sem saber quanto tempo irão durar e o que nos custará. Mas uma coisa é certa: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Assim como as palavras de Azarias vieram ao meu encontro hoje, o Senhor lhes diz: Meus filhos, sejam “fortes, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra terá recompensa” (v.7).

Oração:
Senhor, temos sofrido muitas dores e algumas delas têm sido realmente desafiadoras. Mas nós cremos que a Tua Palavra foi escrita também pensando em cada um de nós e que suas palavras de ânimo e encorajamento são para nós. Ó, Senhor, nosso Deus, dá-nos forças para que não desfaleçamos, agora tão perto como estamos de contemplar a nossa bendita esperança! Purifica o nosso coração e nos capacita a pregar o Teu evangelho eterno com o poder do Teu Espírito! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, fortes no Senhor!

Rosana Garcia Barros
Membro da IASD Central de Maceió



2CRÔNICAS 14 — Rosana Barros
2 de maio de 2026, 0:45
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“Clamou Asa ao Senhor, seu Deus, e disse: Senhor, além de Ti não há quem possa socorrer numa batalha entre o poderoso e o fraco; ajuda-nos, pois, Senhor, nosso Deus, porque em Ti confiamos e no Teu nome viemos contra esta multidão. Senhor, Tu és o nosso Deus, não prevaleça contra Ti o homem” (v.11).

Asa foi o primeiro rei de Judá a promover grande reforma no meio do povo. Ao dar fim a todo objeto e local de culto pagão, e eliminar toda a idolatria que havia em Judá, “houve paz no seu reinado” (v.5). Tempo em que aproveitou para fortalecer as cidades de seu povo e organizar o seu exército. Mas, então, a fé de Asa e de todo o Judá foi provada. Com um exército “de um milhão de homens e trezentos carros” (v.9), o rei etíope desafiou o exército de Deus.

Até então, não tinha visto na Bíblia o registro de um exército tão numeroso como o dos etíopes. Vocês fazem ideia do que seja um exército de um milhão de homens? Se no capítulo de ontem quatrocentos mil contra oitocentos mil já era desafiador, o desafio do capítulo de hoje, de quinhentos e oitenta mil contra um milhão, também seria amedrontador. Seria, não fosse a oração do rei Asa, que, semelhante a seu pai, confiou no Senhor e apelou para Ele. E, de um milhão, “caíram os etíopes sem restar nem um sequer” (v.13), pois “o Senhor feriu os etíopes” (v.12).

A vida de quem faz o que é bom e reto perante Deus (v.2), Ele honra com vitórias humanamente impossíveis. Asa fez o que outros líderes não tiveram coragem de fazer. Temente a Deus, decidiu fazer o que era correto independentemente de opiniões contrárias. Ele aboliu de Judá tudo o que não agrada a Deus, tudo o que pudesse ser considerado abominação ao Senhor, e deu voz de ordem ao povo para “que buscasse ao Senhor, Deus de seus pais, e que observasse a lei e o mandamento” (v.4). Resultado: “Houve paz no seu reinado” (v.5), “porquanto o Senhor lhe dera repouso” (v.6). “Edificaram e prosperaram” (v.8).

Amados, precisamos buscar fazer como “Asa fez” (v.2). Abolir de nossa vida tudo o que possa ter se tornado um ídolo. Muitas vezes trocamos o “assim diz o Senhor” por tão pouca coisa, então vem o inimigo com um milhão de dificuldades e ainda queremos colocar a culpa em Deus, quando o desejo do Senhor é o de “ferir” tudo o que ameace a nossa paz. Cristo nos advertiu que neste mundo passaríamos por muitas aflições, mas, assim como o Senhor deu a vitória a Judá, Ele também venceu o mundo por nós (Jo.16:33). O que Ele nos pede hoje é que confiemos e descansemos nEle. Que acreditemos que Ele fará de nossas aflições degraus para alcançarmos a plenitude da fé.

Sei que nossas aflições não têm sido fáceis; que a nossa mente tem sofrido muitos ataques; que por vezes nos sentimos encurralados sem nem mesmo conseguir bem explicar o que está acontecendo. Mas eu creio que o Espírito Santo está preparando a última geração do povo de Deus para a batalha final. Creio que os anjos estão trabalhando em nosso favor como nunca antes. Creio que só precisamos nos manter conectados a Jesus. E em nossa fraqueza, pela fé, ouvirmos as Suas palavras de ânimo e conforto: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co.12:9).

Como Asa, decida, agora, fazer a vontade do Senhor. E mesmo em tempos de paz, como o rei de Judá, faça suprimentos para tempos de guerra, pois no grande conflito em que estamos envolvidos, há um inimigo desleal que “sabe que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12), e só o Senhor pode nos socorrer nesta batalha “entre o poderoso e o fraco” (v.11). Tema a Deus e observe os Seus mandamentos, “porque isto é o dever de todo homem” (Ec.12:13). Fazendo a vontade do Senhor, experimentamos a verdadeira paz, aquela que nos prepara para sermos vitoriosos na guerra.

Oração:
Ó, Senhor, nosso Deus, a batalha que estamos prestes a enfrentar nem se compara com aquela multidão de etíopes. Porque a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os principados e potestades, contra Satanás e seus anjos. E nesse conflito, Senhor, eles são os poderosos e nós, os fracos. Mas cremos na Tua Revelação, de que o inimigo não pode vencer o mais débil e fraco filho Teu que ora com fé perseverante. Por isso, Senhor, cobre-nos com Tua graça até que todos os nossos inimigos sejam destruídos, sem restar nem um sequer! Temos também enfrentado uma luta árdua contra o nosso próprio eu! Dá-nos a vitória, Pai! Lava-nos e purifica-nos com o hissopo celestial e faz-nos mais alvos do que a neve! Nós clamamos a Ti, nosso Deus, pelo poder que há no sangue de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, vencedores em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2CRÔNICAS 13 — Rosana Barros
1 de maio de 2026, 0:45
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“Os homens de Judá gritaram; quando gritavam, feriu Deus a Jeroboão e a todo o Israel diante de Abias e de Judá” (v.15).

O relato do reinado de Abias no primeiro livro de Reis não é favorável como o de hoje. Lá em Reis, a Bíblia diz que ele “andou em todos os pecados que seu pai havia cometido” (1Rs.15:3). Já o relato de hoje revela um episódio de muita fé por parte de Abias. Lá estava ele e seu exército de quatrocentos mil homens. Jeroboão, por sua vez, levou o dobro de “guerreiros valentes” (v.3). Era uma enorme desvantagem. Aparentemente, uma derrota certa para o exército de Judá. E seria, de fato, uma terrível derrota, não fosse a decisão de Abias naquele momento. Ele decidiu, firmemente, confiar em Deus. Confiou na fidelidade da aliança do Senhor. A “aliança de sal” significava permanência, segurança no fiel e imutável caráter de Deus.

Enquanto Abias confiava no Senhor, Jeroboão confiava em “bezerros de ouro” (v.8). Abias tinha a certeza de que Deus estava com Judá. Então, eles clamaram a Deus, os sacerdotes tocaram suas trombetas, os homens gritaram e Deus feriu Jeroboão e o suposto “imbatível” exército de Israel. Isso nos faz refletir, amados: diante das batalhas da vida, a quem pedimos auxílio? Jeroboão e Israel confiaram em imagens de fundição e uniram-se a “gente vadia, homens malignos” (v.7). Abias e Judá confiaram no Senhor e uniram-se aos eleitos de Deus.

Qual foi o resultado de confiar em imagens de escultura e em homens ímpios?
“Feriu Deus a Jeroboão e a todo o Israel” (v.15);
“Os filhos de Israel fugiram de diante de Judá” (v.16);
“Foram humilhados os filhos de Israel” (v.18);
“Feriu o Senhor a Jeroboão, que morreu” (v.20).

E o que aconteceu com Abias e com Judá?
Deus entregou os inimigos “nas suas mãos” (v.16);
“Prevaleceram os filhos de Judá, porque confiaram no Senhor, Deus de seus pais” (v.18);
“Abias, porém, se fortificou” (v.21).

Amados, não há sucesso em pelejar contra Deus. Quando alguém intenta ferir um de Seus pequeninos, é como se estivesse ferindo a Ele mesmo. Diante daquele que perseguia o Seu povo, Jesus disse: “Saulo, Saulo, por que Me persegues?” (At.9:4). Jesus está em cada um de Seus filhos, habitando em cada coração que a Ele se entrega. Nenhum deles que clame e grite ao Senhor por livramento é rejeitado ou ignorado. Nenhum!

O resultado de nossas batalhas depende da escolha de nosso general. Depositaremos a nossa confiança em ídolos modernos e marcharemos com um exército de homens corruptos (Leia 2Tm.3:1-5)? Ou confiaremos em Deus e em Sua Palavra, como Seu remanescente fiel (Leia Ap.12:17)? Seguir o caminho da multidão nunca foi sinônimo de vitória. Lembrem-se de que, apesar de divididos, Judá e Israel ainda faziam parte do mesmo povo. Tomemos muito cuidado, meus irmãos, com o que nos advertiu Paulo: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com as doutrinas que aprendestes; afastai-vos deles” (Rm.16:17).

Jeroboão foi o organizador da rebelião e isso gerou guerras e separação entre o povo de Deus. Não sejamos, pois, “homens malignos” (v.7), mas “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Confiemos nossas lutas Àquele a quem pertence a justiça e a vingança: o Senhor dos Exércitos! Porque enquanto clamamos, Ele luta por nós. Você crê nisso?

Oração:
Nosso Deus Todo-Poderoso, Aquele que sai vencendo para vencer, graças Te damos porque, até aqui, o Senhor tem nos ajudado e vencido as nossas batalhas! Ó, Senhor, fomos comprados não por uma aliança de sal, mas de sangue, o sangue precioso do nosso Redentor! E é pelo poder que há no sangue de Jesus que nós clamamos pelo Espírito Santo em nossa vida e em nosso lar, vencendo as batalhas por nós! Reveste-nos de toda a Tua armadura e nos prepara para a vitória final! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, exército do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2CRÔNICAS 12 — Rosana Barros
30 de abril de 2026, 0:45
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“Tendo-se ele humilhado, apartou-se dele a ira do Senhor para que não O destruísse de todo; porque em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).

Com o reino confirmado e fortalecido, Roboão assumiu um governo de postura presunçosa, deixando “a lei do Senhor, e, com ele, todo o Israel” (v.1). Seus primeiros anos de liderança e sucessos de aquisição, através de suas cidades-fortaleza, encheram o seu coração de orgulho e o fizeram esquecer de que sua função havia sido dada por Deus. Não bastasse a sua rebelião, seu poder de influência gerou uma apostasia nacional.

A nação que foi retirada pelo poder de Deus da servidão do Egito, pelo Egito seria disciplinada “(porque tinham transgredido contra o Senhor)” (v.2). Aquela geração não havia provado os anos de escravidão nem tampouco as dificuldades do deserto. Desdenharam das advertências do Senhor por intermédio de Seus profetas. Ignoraram o Seu justo governo. Seus líderes assumiram as rédeas de uma nação sem freios. E mediante tamanho descaso para com Aquele que tanto os amava, em meio à desgraça que eles mesmos provocaram, só puderam confessar: “O Senhor é justo” (v.6).

“Vendo, pois, o Senhor que se humilharam” (v.7), colocou sobre a Sua ira o glorioso peso de Sua misericórdia. No entanto, não os deixou em situação tranquila. Permitiu que o Egito os dominasse, “para que conheçam”, disse Deus, “a diferença entre a Minha servidão e a servidão dos reinos da Terra” (v.8). Passando pela semelhante experiência de seus antepassados, o fogo da aflição provaria os que de fato eram servos do Senhor. Nesse meio-tempo, o rei do Egito “tomou tudo” (v.9) o que havia de mais valioso em Jerusalém. Porém, mesmo diante de um cenário nada promissor, houve uma significativa mudança na vida de Roboão e “em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).

Em toda a Bíblia há um forte apelo pessoal. A salvação é individual e você e eu precisamos desenvolver um relacionamento íntimo e singular com Deus. Ele tem formas diferentes e criativas de alcançar corações, e cada vida é de particular importância para o Céu. Há, porém, outra peculiaridade que encontramos em ambos os Testamentos: a responsabilidade da liderança. Noé, Moisés, Jacó, Davi, dentre outros, foram exemplos de líderes escolhidos por Deus para ir adiante de Seu povo. E a queda deles significava grande prejuízo para o todo.

Assumir um cargo de liderança, e principalmente de liderança espiritual, requer, no mínimo, três requisitos: ser completamente submisso a Deus, saber ouvir e saber calar. Mais do que confirmar e fortalecer a liderança, é preciso manter sempre em mente a origem da eleição. Boa oratória e carisma não são provas de uma liderança de sucesso. Noé foi escolhido porque andava com Deus, liderando a sua casa para dentro da arca. Moisés foi chamado quando julgou não ter capacidade alguma para guiar o povo. Jacó foi nomeado príncipe de Deus após uma noite de luta e humilhação. Davi foi chamado o homem segundo o coração de Deus após se humilhar e confessar os seus pecados.

Em tempos de crise iminente, o Senhor olha para a Terra e segura os quatro ventos porque ainda consegue ver boas coisas. Não necessitamos de críticos de plantão que, acima de expor os pecados dos líderes, promovem vexame ao nome de Deus. Necessitamos de líderes espirituais cujo caráter reflita o flavo ouro da presença do Espírito Santo, cuja influência conduza a igreja de Deus a ser o que foi chamada para ser: “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), a fim de que sejamos considerados por Deus como as “boas coisas” (v.12) do tempo do fim. Sigamos, pois, o conselho de nosso supremo Líder: “Vigiai e orai” (Mt.26:41).

Oração:
Pai de amor eterno, o Senhor nos escolheu não porque haja mérito em nós, ou porque sejamos melhores, mas por causa das Tuas muitas misericórdias. Oramos, hoje, pelos líderes e pastores da Tua igreja. Que o Espírito Santo os alcance de forma especial e que, acima de tudo, eles sejam homens e mulheres que reflitam o caráter de Jesus. Ajuda-nos também, Senhor, para que independentemente de uma liderança ruim, possamos permanecer fiéis à Tua Palavra. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, imitadores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2CRÔNICAS 11 — Rosana Barros
29 de abril de 2026, 0:45
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“Assim, fortaleceram o reino de Judá e corroboraram com Roboão, filho de Salomão, por três anos; porque três anos andaram no caminho de Davi e Salomão” (v.17).

Israel foi dividido e as consequências dessa separação ainda causariam muito sofrimento ao povo de Deus. O fato de o Senhor afirmar que Ele mesmo fez isso (v.4) não quer dizer que era de Sua vontade a divisão da nação eleita, mas que nossas más escolhas, aliadas a motivações egoístas, geram efeitos destrutivos. Apesar de saber, por exemplo, que Adão e Eva pecariam, Deus prosseguiu com o Seu plano de criação porque, antes, já havia estabelecido o plano da salvação. O que nos deixa claro que não era propósito de Deus que houvesse Israel do Norte e Israel do Sul, e sim que Ele permite que os nossos erros sigam seu curso, a fim de nos dar provas incontestáveis de que obedecer à Palavra do Senhor é o melhor caminho a ser seguido, sempre.

Jeroboão logo cuidou de se esquecer do Senhor e tratou de conduzir o povo para o mesmo abismo. Alguns de Israel, porém, continuaram sendo fiéis a Deus: “os que de coração resolveram buscar o Senhor, Deus de Israel” (v.16), e fizeram isso por três anos. Permanecer em Deus requer de nossa parte uma entrega diária e total dependência. De que adianta servir a Deus por três anos, ou dez, ou vinte, e terminar os dias sem Ele, amados? Nosso relacionamento com Deus e o conhecimento que o mesmo nos proporciona, à medida que estreitamos essa relação, é um precioso tesouro, melhor do que qualquer coisa que este mundo possa nos oferecer. Quando descobrimos isso, o nosso coração pode exclamar como o salmista: “Pois um dia nos Teus átrios vale mais que mil” (Sl.84:10).

Não existe uma conta no Céu onde Deus vai registrando as nossas boas ações e, se elas sobressaírem às más, então receberemos um ticket de entrada no Paraíso. Não, meus irmãos! Ou perseveramos com Deus e confiamos em Sua graça, ou cairemos na terrível armadilha de confiar em nós mesmos. Não podemos baixar a guarda das entradas da alma! Há um inimigo cruel e astuto, sempre ativo em sua obra de destruição. Olhemos para Jesus! Não desviemos os olhos, nem por um instante sequer, do Autor de nossa salvação. Mas se o mar de dificuldades nos fizer olhar em outra direção, como Pedro clamemos: “Salva-me, Senhor!” (Mt.14:30). E Jesus nos estenderá a Sua mão de misericórdia e nos erguerá para junto dEle.

Nenhuma cidade fortificada pode superar em força e resistência o mais débil pecador que, reconhecendo sua fragilidade, estende a sua mão para o alto em busca de auxílio. Somente através da comunhão diária e da santificação, poderemos receber do Espírito Santo o vigor espiritual para vivermos toda a nossa vida buscando ao Senhor de todo o coração. Então, como Semaías, seremos chamados de homens e mulheres de Deus (v.2); e procederemos prudentemente (v.23) não apenas uma vez, não seremos fiéis ao Senhor apenas por três anos, mas permaneceremos crescendo pela graça de um Deus que não se cansa de nos ensinar, como está escrito: “Ensina ao justo, e ele crescerá em prudência” (Pv.9:9).

Roboão tinha tudo para ter sido um jovem temente a Deus e com um reino ainda mais grandioso do que o reino de seu pai. Mas preferiu se aliar a amigos tolos, ouvindo conselhos que dividiram Israel para sempre. E a sua tentativa de tornar as cidades de Judá “em fortalezas” (v.11), definitivamente não serviria de nada se não fosse o Senhor guardando as cidades (Sl.127:1). Da mesma forma, tão perto como estamos do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), se não nos apegarmos e obedecermos “à palavra do Senhor” (v.4), nossa religiosidade, por mais erudita que seja, não garantirá a nossa segurança. O momento é agora de estarmos revestidos da armadura de Deus e com nossas lâmpadas bem acesas. Só assim estaremos fortificados “sobremaneira” (v.12) para a última grande batalha.

Nosso Pai do Céu, chegou a hora de estarmos juntos num só coração e espírito, clamando pelo Espírito Santo. A nossa mente tem sido o principal alvo de um inimigo que desceu até nós com grande cólera. Ó, Senhor, socorre-nos! Que a Tua Palavra, que é pura e verdadeira, seja o nosso principal alimento diário, de forma que, fortalecidos e nutridos, tenhamos força para resistir às tentações e perseverança para andar no Teu caminho eterno todos os dias de nossa vida. Dá-nos a prudência necessária para hoje. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, prudentes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100