Reavivados por Sua Palavra


2CRÔNICAS 30 — Rosana Barros
18 de maio de 2026, 0:45
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“Filhos de Israel, voltai-vos ao Senhor, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, para que Ele se volte para o restante que escapou do poder dos reis da Assíria” (v.6).

A festa da Páscoa havia caído no esquecimento. Esta celebração era em memória da libertação do povo de Israel do jugo egípcio, quando cordeiros foram imolados e seu sangue marcou os umbrais das portas dos filhos de Israel, livrando os seus primogênitos da morte. Ezequias convocou não só o povo de Judá, mas enviou os correios com cartas para todo o Israel. Todas as tribos foram convidadas a celebrar a “Páscoa ao Senhor” (v.1). Aquelas cartas não continham apenas um convite para a Páscoa, mas um convite à vida eterna. As palavras do rei Ezequias não saíram dele mesmo, mas foram uma inspiração divina, uma declaração do amor de Deus a todo o Israel, o Seu primogênito (Êx.4:22).

Aconteceu, contudo, algo impressionante: “Os correios foram passando de cidade em cidade, pela terra de Efraim e Manassés até Zebulom; porém riram-se e zombaram deles” (v.10). Que coisa mais triste, amados! Se zombaram das palavras do mensageiro de Deus, então zombaram de Deus, e “de Deus não se zomba” (Gl.6:7). O apelo de Ezequias foi que o povo se voltasse para Deus, que não endurecesse o coração, para que o Senhor pudesse Se voltar para “o restante que escapou” (v.6). E foi para um restante mesmo, pois apenas “alguns […] se humilharam” (v.11). E “em Judá se fez sentir a mão de Deus, dando-lhes um só coração” (v.12).

Um só coração, eis o que precisamos como povo de Deus. E isso faz muito sentido, já que servimos a um único Deus. Precisamos voltar ao “Deus de Abraão, de Isaque e de Israel” (v.6), o Deus EU SOU (Êx.3:14), o Deus Verbo (Jo.1:1-3), o Deus que não muda (Ml.3:6; Tg.1:17), o Deus que foi até a cruz por nós (Fp.2:8). Ele é o mesmo Deus com a mesma mensagem: Eu amo vocês para sempre! (Jr.31:3). Mas o que é isso que muitos têm feito, zombando dos mensageiros do Senhor? O fato de fazermos parte do Israel espiritual de Deus (Gl.6:16) não nos torna automaticamente salvos, porque podemos estar em Israel, mas não ser Israel. O convite de Deus é que façamos parte de “alguns” que “se humilharam” (v.11), para que Ele nos conceda “um só coração” (v.12): “Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que Me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos” (Jr.32:39).

Quando o povo de Deus se dispõe a lançar fora os altares pagãos (v.14), é porque, antes, os lançaram fora de seu coração. Os sacerdotes e levitas “se envergonharam e se santificaram” (v.15), pois a Palavra de Deus é uma espada de dois gumes; ela discerne os propósitos do coração (Hb.4:12). Temos nós nos envergonhado quando confrontados pela Palavra? O pecado que em nós habita tem nos incomodado? Cuidado, amados! Quando agimos como o mundo, pensamos como o mundo, nos vestimos e comemos como o mundo e nada disso nos incomoda, estamos no terreno minado do inimigo. Enquanto não entendermos que precisamos temer a Deus todos os dias em tudo o que pensamos e fazemos, também não compreenderemos que se trata de uma necessidade urgente.

Mas ainda “havia muitos na congregação que não se tinham santificado” (v.17); “contudo, comeram a Páscoa […] porém Ezequias orou por eles” (v.18). Eis o verdadeiro líder de Deus, que não julga, mas intercede! Temos nós intercedido por aqueles que percebemos estar longe dos propósitos divinos? Ou estamos perdendo o nosso tempo (e até a eternidade) “comentando” sobre a vida de nossos irmãos? Jesus repreendeu os escribas e fariseus por ocuparem a cadeira de “Moisés, o homem de Deus” (v.16) e não viverem como ele viveu, e deu uma séria advertência aos Seus discípulos e às multidões que O ouviam: “Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (Mt.23:3). Penso que não preciso comentar mais nada sobre isso; Cristo foi suficientemente claro.

Permitam-me parafrasear a compassiva e sincera oração de Ezequias:

— Meu Deus, Tu que és bondoso e misericordioso, perdoe estes Teus filhinhos, porque, apesar de ainda não estarem agindo em total acordo com a Tua Palavra, eles estão abrindo o coração para buscar ao Senhor.

E qual foi a resposta divina? De rejeição? Não, amados! De amor! “Ouviu o Senhor a Ezequias e sarou a alma do povo” (v.20). Percebem a semelhança deste episódio com o episódio em que uma mulher adúltera foi lançada aos pés de Jesus? Os seus irmãos na fé estavam prestes a apedrejá-la, quando o mesmo Deus que ouviu Ezequias e sarou a alma do povo, disse à mulher: — Eu não te condeno, mulher. Vai e não peques mais (Jo.8:11). Onde há perdão, há salvação. E onde há salvação, há “grande júbilo” (v.21), e “de dia em dia” há gratidão e louvor em “honra ao Senhor” que sara e que salva!

Quando há esta unanimidade entre o povo de Deus, Ele suscita “grande alegria” (v.26), e a voz do povo é ouvida e a sua oração chega “até a santa habitação de Deus, até aos céus” (v.27). Precisamos urgentemente dispor “o coração para buscar o Senhor Deus” (v.19); então a santificação virá, dia após dia, nos moldando e nos purificando de todo pecado. Você compreendeu tudo isto? Então, agora é a hora de você, “com grande júbilo” (v.21), se alegrar e louvar ao Deus da sua salvação! Ele quer te sarar! Ele quer te salvar! Ele quer te amar para sempre! Porque Ele não muda, nem tampouco o Seu amor! Assim como “imolaram o cordeiro da Páscoa” (v.15), o Cordeiro de Deus foi imolado por você e por mim! Quem compreende e aceita esse amor incondicional o tornará conhecido em toda parte. “Não endureçais, agora, a vossa cerviz […] confiai-vos ao Senhor, e vinde ao Seu santuário que Ele santificou para sempre, e servi ao Senhor, vosso Deus” (v.8).

Pai Celestial, cremos que da mesma forma que Israel recebeu mensageiros com uma mensagem do Senhor, tens enviado, hoje, Teus mensageiros a todas as nações, povos, tribos e línguas. Mas qual tem sido a nossa resposta? Será que temos ridicularizado e rejeitado os Teus mensageiros? Ou estamos dispostos a Te oferecer sacrifício aceitável e tirar de nosso meio todas as abominações? Através da Tua serva, o Senhor nos advertiu de que, se estamos esperando um reavivamento de toda a igreja, esse tempo nunca chegará. Ó, Deus do Céu, a nossa salvação foi comprada por alto preço, pelo precioso sangue do Cordeiro! Que o Teu amor imensurável constranja o nosso coração para que tenhamos alegria e ânimo nesses dias finais, na certeza de que a nossa redenção se aproxima. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, amados e salvos pelo Cordeiro de Deus!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS30 #RPSP

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2CRÔNICAS 29 — Rosana Barros
17 de maio de 2026, 0:45
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“Ezequias e todo o povo se alegraram por causa daquilo que Deus fizera para o povo, porque, subitamente, se fez esta obra” (v.36).

Após um período sofrido de uma ímpia dinastia, subiu ao trono de Judá um rei que governou a nação “segundo tudo quanto fizera Davi” (v.2). Apesar da pouca idade, Ezequias revelou a maturidade espiritual necessária para dar início ao reavivamento e reforma “de todo o Israel” (v.24). Havia, porém, a necessidade primária de realizar esta obra entre os sacerdotes e os levitas. Como líderes espirituais da nação, precisavam assumir a sua própria culpa e negligência, e prontamente buscar santificar-se para reassumir seu sagrado ofício.

Ao abrir “as portas da Casa do Senhor” e repará-las (v.3), Ezequias demonstrou o seu fiel compromisso com as Escrituras. Não ousou fazer o que não lhe era lícito, mas procurou reunir aqueles que o Senhor havia separado para O servir no templo. E, ainda que estes não correspondessem ao chamado divino, Ezequias estava “resolvido a fazer aliança com o Senhor, Deus de Israel” (v.10). Sua decisão não estava condicionada à decisão dos líderes. Sua firme decisão foi um poderoso testemunho que motivou os levitas e sacerdotes a agir conforme às suas ordens.

Os levitas reuniram “a seus irmãos, santificaram-se e vieram segundo a ordem do rei pelas palavras do Senhor, para purificarem a Casa do Senhor” (v.15). Primeiro houve um preparo pessoal, ou seja, um reavivamento, para depois haver uma reforma. Antes da limpeza do templo físico, deve haver uma purificação do templo do coração. E, seguindo essa sequência, “tiraram para fora […] toda imundícia que acharam no templo do Senhor” (v.16). Só então foi restabelecido o verdadeiro culto a Deus.

Ao som das trombetas e “dos instrumentos de Davi” (v.27), “o rei e todos os que se achavam com ele prostraram-se e adoraram” (v.29). “Eles o fizeram com alegria, e se inclinaram, e adoraram” (v.30). Além dos levitas e sacerdotes, todo o povo foi convocado para consagrar-se a Deus, “e todos os que estavam de coração disposto trouxeram holocaustos” (v.31). “Assim se estabeleceu o ministério da Casa do Senhor” (v.35).

As mudanças promovidas por Ezequias estão carregadas de útil ensino que não passa nem deve ser ignorado. Há uma urgente necessidade de líderes espirituais que sejam “retos de coração, para se santificarem” (v.34). Homens que não negligenciem a sua eleição divina de estarem perante Deus para O servir, para serem Seus ministros (v.11); que, antes de buscar lançar fora as imundícias da Casa do Senhor, busquem a santificação da própria vida; de modo que, mediante um viver eloquente, com propriedade possam dizer: “Já purificamos toda a Casa do Senhor” (v.18).

Assim como havia ordem e decência no serviço do santuário terrestre, com leis referentes às cerimônias, ao vestuário dos levitas e à música, Deus nos chama a vivermos à altura de nossa vocação. Contudo, antes importa que o nosso coração esteja disposto a servi-Lo com retidão e alegria. Como os discípulos, precisamos ir até Jesus com humildade e pedir: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc.11:1). Foi após um fervoroso e perseverante período de oração que o Espírito Santo desceu sobre eles. E será assim que o remanescente do Senhor encontrará forças para enfrentar o último e bom combate.

Diante de um tempo de apostasia e predominante letargia, “não sejais negligentes” (v.11), mas que a nossa vida esteja constantemente “diante do altar do Senhor” (v.19), em oração e estudo da Palavra, e Ele “subitamente” (v.36) fará a Sua perfeita obra em nós, a fim de que estejamos preparados para o retorno do nosso Redentor.

Senhor, estamos vivendo em tempos difíceis, e isso inclui a Tua igreja, que está prestes a passar por uma sacudidura sem precedentes. A realidade é que temos pecado contra Ti enquanto ostentamos fazer parte de uma igreja profética. Sim, Senhor, somos um movimento profético às portas do retorno de Jesus e isso deveria acender em nossa mente um grande alerta: Temos o azeite reserva? E este azeite, Pai, é o Espírito Santo! Mas, temos, nós, o Teu Espírito? Estamos, de fato e de verdade, dispostos a buscar o reavivamento e a reforma em nossa vida? Ó, Pai, está acontecendo uma verdadeira guerra de argumentos, mas será que estamos nos submetendo à obra modeladora do Espírito Santo? Meu coração desfalece de saudades do meu Redentor e do Céu, mas quando olho a nossa situação, temo que o Senhor tenha que estender ainda mais a Tua longanimidade, porque estamos longe de refletir o caráter manso e humilde de Cristo! Ó, Deus do Céu, tem misericórdia de nós e do mundo que sofre horrores, enquanto discutimos sobre assuntos que já estão tão bem definidos e claros em Tua Palavra e nos Testemunhos Inspirados! Desperta-nos, ó Deus! Desperta-nos enquanto há tempo! Dá-nos o foco correto, Senhor, que é pregar as três mensagens angélicas no espírito e poder de Elias! Eu quero tanto ir para Casa! E creio que os meus irmãos também. Perdoa-nos, Deus Pai! Santifica-nos, Espírito Santo! Habita em nós, Jesus! Levanta os Teus 144 mil que não se dobraram ao deus deste mundo e cumpre a Tua fiel promessa: “Nesse tempo, Se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do Teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve […]; mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Dn.12:1). Oramos na certeza que nos ouves, porque temos Advogado junto a Ti, Jesus Cristo, o Justo, pelo nome de quem Te invocamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, santificados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS29 #RPSP

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2CRÔNICAS 28 — Rosana Barros
16 de maio de 2026, 0:45
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“No tempo da sua angústia, cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor; ele mesmo, o rei Acaz” (v.22).

Quando eu fiz quatorze anos de idade, ganhei um livro especial. De início, não dei muito valor e simplesmente o guardei. Aos dezesseis anos, encontrei o livro entre as minhas coisas e me foi despertada a curiosidade de lê-lo. O nome do livro? “Projeto Sunlight”, traduzido e publicado pela Casa Publicadora Brasileira. Trata-se de uma ficção, mas que culmina em um fato muito real: a breve e gloriosa volta de Jesus. Terminei o livro em lágrimas e oração na primeira, na segunda e na terceira vez em que o li. E um tempo atrás pude ver a emoção e a alegria nos olhos de nosso filho mais novo, ao meu marido e eu lermos as últimas páginas do livro para ele.

Infelizmente, amados, nem sempre os filhos seguem os passos de seus pais. Ontem vimos que Jotão fez “o que era reto perante o Senhor” e que ele “dirigia os seus caminhos segundo a vontade de Deus” (2Cr.27:2 e 6), mas seu filho não foi assim. Pelo contrário, Acaz “não fez o que era reto perante o Senhor” (v.1), e andou “nos caminhos dos reis de Israel” (v.2). Ao dar as costas ao Senhor, Acaz caiu “nas mãos do rei dos siros” (v.5). Também os “filhos de Israel levaram presos de Judá, seu povo irmão” (v.8). Foi um período muito sofrido para o Reino do Sul. Durante o reinado de Jotão, o povo teve dezesseis anos para se arrepender, mas ao insistirem em sua aberta rebelião, no reinado de Acaz, durante dezesseis anos, colheram as terríveis consequências.

Percebam que Deus entregava Judá nas mãos de outras nações, mas não fazia isso quanto a colocar Israel contra Judá, ou vice-versa. Ao avistar o exército de Israel trazendo seus irmãos de Judá em situação totalmente vexatória, “um profeta do Senhor, cujo nome era Odede, […] saiu ao encontro do exército” (v.9) com uma firme repreensão. Ou cuidavam de seus irmãos e os levavam de volta, ou sofreriam os juízos da parte de Deus. Temendo o que poderia acontecer, atenderam às palavras do profeta e fizeram retornar “a seus irmãos” (v.15). Todavia, Acaz não levou em conta o livramento do Senhor e pôs-se a pedir ajuda “aos reis da Assíria” (v.16), “porém isso não o ajudou” (v.21). Então, “ofereceu sacrifícios aos deuses de Damasco” (v.23), mas “eles foram a sua ruína e a de todo o Israel” (v.23).

Existem dois tipos de obediência, amados: a cega e a voluntária. A obediência cega está baseada no medo. Eu obedeço para não sofrer as consequências da desobediência. A obediência voluntária tem por fundamento a fé e o amor. Eu obedeço porque creio em Deus, porque O conheço e O amo. Percebem? Quando Odede falou ao exército de Israel não houve arrependimento, mas o medo do que lhes sobreviria caso não atendessem à mensagem profética. “Então, voltaram para Samaria” (v.15). Muitos estão assim com relação às profecias do tempo do fim. Por medo do juízo, realizam obras esperando que estas possam eximí-los de sofrê-lo. No entanto, voltam às suas práticas pecaminosas tão logo sua consciência tenha sido amortecida pela justificação própria.

Meus irmãos, se não permitirmos que a boa obra do Espírito Santo seja realizada em nós hoje, nenhuma de nossas obras nos justificará. “No tempo da sua angústia”, Acaz “cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor; ele mesmo, o rei Acaz” (v.22), escolheu ir atrás de sua própria desgraça e ruína, terminando seus dias como um rei fracassado e indigno de ser posto “nos sepulcros dos reis de Israel” (v.27). O tempo de angústia que se aproxima, um “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), provará o ouro e a escória desta terra. “Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). E de nós será dito: “Ele mesmo, ou ela mesma, fez a sua escolha”.

O que mais precisa acontecer a fim de que despertemos para a realidade de que Jesus está às portas? Logo verei com meus olhos o que passei a desejar e almejar quando tinha dezesseis anos. Logo verei o “Projeto Sunlight” ao vivo e a cores, e com a intensidade e a glória que somente aquele Dia revelará. Tendo nossas vestes lavadas e alvejadas “no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14), que façamos parte do povo de Deus que, tendo o amor celestial como fundamento, pela obediência voluntária escolheu perseverar. “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).

Pai de misericórdia, que o Teu amor, manifestado perfeitamente no nosso Redentor, nos constranja e nos preencha a cada dia! Não queremos Te obedecer por medo, mas por amor, pois o amor lança fora todo o medo. Esvazia-nos de nós mesmos até que não reste nada de nós! Ó, Pai, Te pedimos o Espírito Santo, como o Senhor nos deixou escrito para pedirmos! Dá-nos Teu Espírito, Pai! Ele é tudo o que precisamos! Clamamos no nome do Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS28 #RPSP

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2CRÔNICAS 27 — Rosana Barros
15 de maio de 2026, 0:45
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“Fez o que era reto perante o Senhor, segundo tudo o que fizera Uzias, seu pai, exceto que não entrou no templo do Senhor. E o povo continuava na prática do mal” (v.2).

Apesar das poucas informações que a Bíblia apresenta acerca do rei Jotão, tanto o relato de Reis como o de Crônicas revelam que ele reinou em Judá dirigindo “os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus” (v.6). Isso significa que todos os “atos de Jotão, todas as suas guerras e empreendimentos” (v.7) tiveram um Líder maior. Deus foi colocado em primeiro lugar em sua vida, e isso o tornou um dos governantes de Judá que fez “o que era reto perante o Senhor” (v.2).

“Assim, Jotão foi se tornando mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus” (v.6). Imagine que este fosse o relato de Deus sobre você. Não seria suficiente ter o nosso nome em uma sentença tão abençoada? Uma coisa, porém, é muito triste de se ver no capítulo de hoje: “E o povo continuava na prática do mal” (v.2). Mesmo com um bom líder durante dezesseis anos, os filhos de Judá não emendaram seus caminhos. E, de geração em geração, tornavam-se cada vez mais rebeldes, contrariando a vontade do Senhor.

Sabem, amados, como temos visto através de tantos exemplos trazidos na Bíblia, uma boa liderança, líderes segundo o coração de Deus, é muito importante no processo de educar um povo para Ele. Mas a liderança nesta Terra que mais pesa, que mais possui o poder de exercer uma influência santificadora ou corruptora sobre o ser humano, é a liderança do lar. Sobre pais e mães repousa a sagrada obra de instruir os filhos segundo a Palavra de Deus. Contudo, não é popular dizer que a mãe, por exemplo, deve assumir a sua missão de educar seus filhos para serem cidadãos do reino eterno, acima de suas carreiras. Também não é popular dizer que o pai, como sacerdote do lar, não pode negligenciar seu papel de prestar auxílio diário à esposa na obra de construir um belo caráter em seus filhos.

Meus irmãos, se não estivermos dispostos a dirigir os nossos caminhos segundo a vontade do Senhor, nosso Deus, quem o fará? Quem dará ao mundo a mensagem final? Como todos ouvirão o último chamado de Deus? Lembremos de Noé. Sua pregação não era popular, mas nem por isso ele a disfarçou com falácias de homens para torná-la mais aceitável. Noé não pregava para angariar simpatia, mas “tudo fez Noé, segundo o Senhor lhe ordenara” (Gn.7:5). Sendo aqueles que vivem como nos dias de Noé, precisamos conhecer a vontade de Deus e segui-la como se estivéssemos construindo uma arca “para a salvação de [nossa] casa” (Hb.11:7). Como nos dias de Jotão o povo continuava a praticar o mal e como nos dias de Noé Deus “fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios” (2Pe.2:5), logo o juízo do Senhor recairá “contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts.1:8).

O Espírito Santo suplica hoje ao nosso coração para que submetamos a nossa vontade à vontade de Deus! Que confiemos em Sua provisão ainda que sejamos taxados, como Noé, de fanáticos. Como “Jerusa, filha de Zadoque” (v.1), que possamos instruir nossos filhos a sempre dirigirem seus caminhos segundo a vontade do Senhor. Confiemos nEle: “Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide, o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento” (Hc.3:17). Ainda que sob condições desafiadoras, que nossos olhos estejam postos nAquele que logo voltará “para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12) e que prometeu aos pais fiéis: “Eu contenderei com os que contendem contigo, e salvarei os teus filhos” (Is.49:25).

Nosso Deus e Pai, este mundo está sendo orquestrado pelo inimigo para a destruição, à semelhança dos dias de Noé e dos dias de Ló. O Senhor mesmo nos advertiu: “Vede que ninguém vos engane”! Mas aqueles que invocarem o Teu nome e perseverarem até o fim, esses serão salvos. Ó, Senhor, livra-nos das distrações e meios hipnóticos das trevas! Faze resplandecer a luz da Tua face sobre nós, que é a verdade da Tua Palavra! Protege a nossa mente, nos fazendo morada do Teu Espírito! Salva-nos e salva a nossa família! Clamamos, pela justiça e no nome do nosso Salvador pessoal, Jesus Cristo, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, famílias benditas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS27 #RPSP

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2CRÔNICAS 26 — Rosana Barros
14 de maio de 2026, 0:45
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“Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso” (v.16).

Uzias tinha tudo para ter sido “reto perante o Senhor” (v.4) como Davi, e não como seu pai, circunstancialmente. Iniciou o seu reinado quando era apenas um adolescente. O adolescente não é mais uma criança, mas também ainda não é um adulto. Há uma mudança muito grande acontecendo no corpo e na mente e, nessa complicada transição de fases, as tendências começam a se manifestar definindo gostos, preferências e critérios com relação às escolhas que, erradas ou não, terão uma forte influência sobre o resto da vida. E foi nessa fase que Uzias começou a reinar sob a orientação do profeta Zacarias (v.5). Ou seja, tudo lhe era favorável para que ele continuasse sendo fiel a Deus, não fosse a sua equivocada interpretação acerca de sua vida abençoada.

Porque “nos dias em que buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar” (v.5). A Bíblia não diz que Uzias adorou outros deuses; não diz que ele foi para a guerra sem buscar a Deus; não diz que ele fez o que era mau perante Deus. Não, amados. A Bíblia diz que “exaltou-se o seu coração” e “cometeu transgressões contra o Senhor” (v.16). E o que foi que ele fez, afinal? Foi queimar incenso no altar de incenso na Casa de Deus. Aparentemente, parecia uma atitude louvável, mas que fugia totalmente do que Deus havia estabelecido: “para que nenhum estranho, que não for da descendência de Arão, se chegue para acender incenso perante o Senhor” (Nm.16:40).

Uzias fez o que não lhe competia fazer. Por mais que estivesse realizando algo para Deus, Deus mesmo já havia prescrito que somente os sacerdotes poderiam ministrar os serviços do templo, como vimos no texto de Números. Portanto, nem toda a fama e prosperidade de Uzias, nem mesmo a sua função como rei, o autorizava a passar por cima da Palavra de Deus. O Senhor não honra aqueles que carregam no coração a exaltação própria. Para estes, Ele diz: “Quando vindes para comparecer perante Mim, quem vos requereu o só pisardes nos Meus átrios?” (Is.1:12).

“Uzias se indignou” (v.19) com a intervenção dos sacerdotes, provavelmente porque pensou: “Mas quem vocês pensam que são para falar assim com o rei? Eu vou queimar o incenso, pois sou tão digno quanto vocês!” Uzias estava desacatando as palavras de “oitenta sacerdotes do Senhor, homens da maior firmeza” (v.17). Homens que cumpriram com fidelidade e ousadia o princípio que deve reger a vida de todo cristão: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29). Hoje, meus irmãos, o mundo não precisa de homens famosos (v.15); o mundo precisa de homens de Deus “da maior firmeza” (v.17).

A “fama” que devemos almejar deve ser a de Cristo, que ensinava, pregava e curava as pessoas, e a Sua fama corria (Mt.4:23-24); o Homem da maior fama e, ao mesmo tempo, da maior firmeza que já pisou nesta Terra. O desejo do Senhor é o de nos abençoar em todas as nossas atividades. Mas, se no final não reconhecermos que tudo vem dEle, não adianta ser “em extremo forte” (v.8), nem ser “amigo da agricultura” (v.10), nem ser famoso (v.15). Se esquecermos do que Uzias esqueceu — que “Deus o fez prosperar” (v.5) e que “Deus o ajudou” (v.7), seremos excluídos “da Casa do Senhor” (v.21) eternamente, e o nosso coração corrompido nos será como uma lepra até à morte.

Uzias foi desrespeitoso com os sacerdotes, e foi neste exato momento que “a lepra lhe saiu na testa” (v.19). De uma fama de “extremamente forte” (v.8), Uzias terminou os seus dias com a triste conclusão: “Ele é leproso” (v.23). Que mudança drástica! E tudo por causa do seu desvio de rota. Deixou de olhar para o Senhor da glória para olhar para as glórias que o Senhor lhe deu. Filhinho(a) do Papai do Céu, se Ele tem lhe fortificado; se Ele tem fortalecido a sua família; se Ele tem abençoado os seus negócios, que a sua vida seja sempre um testemunho, não de exaltação própria, mas de que você “foi maravilhosamente ajudado(a)” (v.15) pelo Deus Altíssimo.

Que o Espírito Santo nos torne homens e mulheres “da maior firmeza” (v.17), atalaias do “assim diz o Senhor”. Hoje é o dia de buscar ao Senhor e de clamar que Ele nos ajude, não a alcançar coisas corruptíveis, mas a firmeza espiritual que nos guiará para Casa. Clame ao Senhor neste momento! Eis o incenso que O agrada: as orações dos Seus santos (Ap.8:3).

Pai Celestial, a experiência de Uzias nos diz o quanto é trágico desviar os olhos de Ti nem que seja por um instante; e que nem tudo o que alegamos fazer para o Senhor, é de fato aceito por Ti. Uzias estava indo tão bem enquanto buscava ao Senhor, mas em sua prosperidade se exaltou. Senhor, não queremos ter um bom começo e um fim trágico, mas queremos permanecer Te buscando todos os dias de nossa vida. Por isso, clamamos pelo Espírito Santo, nos concedendo a maior firmeza de caráter e uma fé em extremo forte! Nós Te amamos, Senhor! Volta logo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS26 #RPSP

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2CRÔNICAS 25 — Rosana Barros
13 de maio de 2026, 0:45
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“Fez ele o que era reto perante o Senhor; não, porém, com inteireza de coração” (v.2).

Quando o rei Davi pecou com Bate-Seba e mandou matar Urias, parecia que sua mente estava num estado de torpor espiritual. Ele não conseguiu enxergar seus pecados por si mesmo, tampouco buscou a ajuda de Deus a fim de se redimir. O Senhor, porém, lhe enviou o profeta Natã para adverti-lo e despertá-lo ao arrependimento. Ao compreender o terrível mal que havia feito, profundamente arrependido, Davi se humilhou perante Deus e clamou por Seu perdão. Após este episódio, Davi compôs um dos Salmos mais belos da Bíblia, o Salmo 51. Com o coração pesaroso e contrito, o harmonioso salmista de Israel orou:

“Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a Tua benignidade; e, segundo a multidão das Tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões” (Sl.51:1).

De igual modo, Deus enviou os Seus profetas ao rei Amazias, descendente de Davi. Diante de uma guerra iminente, as palavras do “homem de Deus” (v.7) foram prontamente obedecidas, ainda que sob o prejuízo de “cem talentos de prata” (v.9). Amazias retornou com seu exército vitorioso e com “grande despojo” (v.13), segundo a palavra do Senhor, mas também “trouxe consigo os deuses dos filhos de Seir, tomou-os por seus deuses, adorou-os e lhes queimou incenso” (v.14). Uma atitude bem estranha dadas as circunstâncias. E, novamente, o Senhor enviou o Seu profeta a fim de abrir os olhos de Amazias. Desta vez, porém, à repreensão profética, ele respondeu: “Para com isso”. “Então, parou o profeta” (v.16).

Amados, o limite entre o “assim diz o Senhor” e o ser humano somos nós mesmos que estabelecemos. Deus não ultrapassa a linha que traçamos a fim de bloquear o que não queremos ouvir, tampouco o que não queremos obedecer. Ele respeita o nosso livre-arbítrio e age somente até onde nosso coração permite que Ele atue. Por isso que Jesus comparou uma vida nascida do Espírito com o vento (Jo 3:8). Porque quem é guiado pelo Espírito Santo pode até tropeçar nas pedras das provações, mas nunca ficará no chão para lamentá-las. Ao perceber seus grandes pecados, Davi se arrependeu, humilhou-se diante de Deus e os confessou. Ao ser repreendido, Amazias ignorou as palavras do Senhor, calou o profeta e foi atrás de sua própria morte.

Em nome de Jesus, não troque a Palavra do Senhor por conselhos malignos (v.17)! Satanás coloca diante do homem os deuses deste mundo em forma de recompensas, tentando-o como fez com Jesus no deserto: “Tudo isto te darei se prostrado me adorares” (Mt.4:9). Mas o Senhor nos diz hoje: “Muito mais do que isso pode dar-te o Senhor” (v.9). Porque Satanás “vem somente para roubar, matar e destruir”, Jesus, contudo, veio “para que tenham vida, e a tenham em abundância” (Jo.10:10). Tudo nos foi dado quando, na cruz, Jesus bradou: “Está consumado” (Jo.19:30). E nossa recompensa eterna virá quando, do santuário celestial, Ele declarar: “Feito está” (Ap.16:17).

Que Jesus nos encontre fazendo o que é reto perante Ele, com inteireza de coração. Seja o desejo de Davi o nosso clamor neste dia e todos os dias:

“Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da Tua presença, nem me retires o Teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da Tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário” (Sl.51:10-12). Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, puros de coração!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS25 #RPSP

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2CRÔNICAS 24 — Rosana Barros
12 de maio de 2026, 0:45
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“[…] Fez Joás o que era reto perante o Senhor todos os dias do sacerdote Joiada” (v.2).

Mesmo se tratando de apenas uma criança em um trono, Joás havia recebido uma educação especial e seu instrutor permanecia ao seu lado como seu mais íntimo e fiel conselheiro. Desde a sua vida conjugal até os assuntos de interesse nacional, em tudo Joiada teve um papel a cumprir. Mas parece que os interesses de ambos não se harmonizaram tanto com relação a “restaurar a Casa do Senhor” (v.4). Ao perceber que suas ordens não foram cumpridas como desejava, prontamente requereu de Joiada uma resposta àquele descaso.

Joás foi além, trazendo para o lado de fora, “à porta da Casa do Senhor” (v.8), um cofre em que todo o Judá e Jerusalém pudessem depositar os recursos que seriam utilizados para a reforma do templo. Aconteceu que “todos os príncipes e todo o povo se alegraram, e trouxeram o imposto” (v.10). Todos se alegraram em participar da obra que embelezaria a Casa de Deus, e os “que tinham o encargo da obra trabalhavam, e a reparação tinha bom êxito com eles” (v.13). Tudo estava acontecendo de forma favorável e até mesmo “o resto do dinheiro” (v.14) foi utilizado para fazerem utensílios e outros objetos para o serviço no templo.

É interessante observar que a fidelidade de Joás e do próprio povo estava condicionada à presença de Joiada: “Fez Joás o que era reto perante o Senhor TODOS OS DIAS DO SACERDOTE JOIADA” (v.2, grifo meu). “E continuamente ofereceram holocaustos na Casa do Senhor, TODOS OS DIAS DE JOIADA” (v.14, grifo meu). E esse tipo de fidelidade condicionada tem prazo de validade, amados. O deles acabou quando Joiada “morreu farto de dias” (v.15). Talvez a pouca importância que Joiada inicialmente deu ao pedido de Joás em reformar o templo reflita a sabedoria do sacerdote em perceber que o clamor pela reforma estava mais patente do que pelo reavivamento.

Isso fica muito claro quando Joás mandou matar o filho de Joiada porque ele, pelo poder do “Espírito de Deus” (v.20), havia declarado o “assim diz o Senhor”. Porque a reforma sem o reavivamento pode até embelezar por fora, mas nunca poderá operar a mudança que precisa ocorrer por dentro. Não podemos depender da fé de outros para manter a nossa em pé. Caso isso aconteça, logo a fragilidade e a corrupção humana ficarão expostas, de forma que “o Senhor o verá e o retribuirá” (v.22). Enquanto Joiada “morreu farto de dias […] da idade de cento e trinta anos” (v.15), Joás recebeu sobre si “os juízos de Deus”, “e o feriram no seu leito, e morreu” (v.25).

Chega a ser nauseante o que Joás fez com os filhos daquele que o criou, o amou e o protegeu como um pai. O seu zelo na reparação do templo e no resgate do imposto mosaico causaram uma forte impressão, de forma que “todos os príncipes e todo o povo se alegraram” (v.24). Mas, é só isso? Acredito que nesse ponto fica bem claro que quando o que fazemos não condiz com o que somos, quando a aparência não se harmoniza com a essência, mais cedo ou mais tarde o verdadeiro caráter é revelado. Porque enquanto Joiada, que não era rei, foi sepultado “com os reis” (v.16), Joás, que era rei, foi sepultado sem honra alguma. E aqui cabe muito bem a palavra profética, que diz: “Mas, desviando-se o justo da sua justiça e cometendo iniquidade, fazendo segundo todas as abominações que faz o perverso, acaso, viverá? De todos os atos de justiça que tiver praticado não se fará memória; na sua transgressão com que transgrediu e no seu pecado que cometeu, neles morrerá” (Ez.18:24).

Certamente, todos nós temos referências espirituais; pessoas que admiramos e que podemos dizer: “Ali vai um homem de Deus (uma mulher de Deus)”! Isso é saudável e faz parte da edificação de nossa fé. Contudo, essa admiração precisa obedecer ao limite de que a fé provém da minha experiência pessoal com Deus, do meu relacionamento com Ele. A fé e o testemunho de outros devem constituir como ferramentas divinas para o fortalecimento de minha própria fé e de meu próprio testemunho. Portanto, usar de muito zelo e rigor em reformar enquanto se negligencia o reavivar, mais cedo ou mais tarde só lhe deixará “gravemente enfermo” (v.25) da malignidade do pecado.

Que a minha e a sua vida sejam templos do Espírito Santo, das quais “Deus é o arquiteto e edificador” (Hb.11:10).

Nosso amado Deus e Pai, precisamos ser honestos com o Senhor e confessar o que está no íntimo do nosso coração diante do Teu trono de graça. Ajuda-nos, Pai! Não permite que nos ocupemos tanto com o exterior, que isso nos roube o precioso tempo em permitir que o Teu Espírito realize os reparos tão necessários em nossa vida infeliz, miserável, pobre, cega e nua. Sim, Senhor! Porque se a atitude de Joás foi nauseante, segundo a Tua Palavra, a nossa condição não é tão diferente. Ó, Pai Celestial, nós clamamos pelo reavivamento da verdadeira piedade entre nós! Nós clamamos pelo ouro refinado no fogo, pelas vestiduras brancas e pelo colírio! Entra, Senhor, em nosso coração e nos banqueteia com toda a palavra que sai da Tua boca! Fazemos esta súplica confiados somente nos méritos do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, templos do Espírito do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS24 #RPSP

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2CRÔNICAS 23 — Rosana Barros
11 de maio de 2026, 0:45
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“Joiada fez aliança entre si mesmo, o povo e o rei, para serem eles o povo do Senhor” (v.16).

Quando Deus ordenou a Moisés que Lhe construísse um santuário, ainda que fosse provisório e móvel, revelou nesta ordem o Seu desejo de estar sempre com o Seu povo: “E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êx.25:8). Desde o Éden, Deus tem manifestado o Seu prazer em Se relacionar com o ser humano. Esse relacionamento, contudo, é fruto de uma convivência. Uma relação sadia requer tempo, dedicação e humildade.

Os quase sete anos em que o pequeno Joás passou morando no templo foram suficientes para que Joiada se animasse a ungi-lo como rei. Joás tornou-se um excelente aluno, aprendendo aos pés de um líder espiritual que, para reger a nação com sucesso, bastava manter um relacionamento sadio com o Rei do Universo.

Assim, tudo foi devidamente organizado com zelo e muita cautela. Afinal, tratava-se da exposição do remanescente de Davi, cuja existência havia sido desconhecida até então. Obstinada em assumir o poder sem ameaças de ser deposta, vimos que Atalia mandou matar todos os possíveis herdeiros ao trono. Joás foi o sobrevivente daquela chacina; criado e educado às escondidas “na Casa do Senhor” (v.12) para assumir o trono usurpado.

Estrategicamente, Joiada preparou todo o cenário do dia em que Judá celebraria o fim de um reino perverso e o início de um novo tempo. Sacerdotes e levitas, capitães e soldados, cantores “e todo o povo da terra se alegrava, e se tocavam trombetas” (v.13), pois o descendente de Davi assumia novamente o trono, segundo a promessa divina.

Com a morte de Atalia, houve um verdadeiro reavivamento e reforma no meio do povo. Primeiro, renovaram a sua aliança com Deus, a começar por seu líder espiritual, “para serem eles o povo do Senhor” (v.16). Em seguida, “todo o povo se dirigiu para a casa de Baal e a derribaram; despedaçaram os seus altares e as suas imagens e a Matã, sacerdote de Baal, mataram perante os altares” (v.17). Todo o serviço do santuário foi retomado “como está escrito na Lei de Moisés” (v.18). “Alegrou-se todo o povo da terra, e a cidade ficou tranquila” (v.21). Após aproximadamente seis anos, “no sétimo ano” (v.1), o povo pôde ver o livramento do Senhor. Nas palavras do salmista: “Converteste o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria” (Sl.30:11).

Todos nós também estamos sob o governo cruel e desleal do inimigo de Deus. Por todos os lados podemos ver seus altares malignos, onde milhares depõem suas vidas a custo de obter prazeres temporais e destrutivos, até que se deem conta de que tudo não passa “das alfarrobas que os porcos [comem]” (Lc.15:16). Muitos não estão dispostos a largar o lixo de Satanás. Outros, porém, necessitam do auxílio de quem lhes mostre o caminho da salvação e caminhe junto com eles. Joiada representa todo líder espiritual consagrado e dedicado à obra do Senhor; todo aquele que encaminha o povo para uma genuína entrega a Deus e abandono de tudo aquilo que O desagrada ou que não O representa; todo aquele que conhece o tempo e se anima em fazer o trabalho de Deus, a fim de “habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17).

Mas Joiada não poderia realizar tudo o que foi feito se ninguém tivesse lhe dado ouvidos. Os “capitães de cem” (v.1), “os levitas de todas as cidades de Judá e os cabeças das famílias de Israel” (v.2), “os sacerdotes” (v.6), “todo o povo da terra […] os cantores” (v.13), representam a diversidade de dons e de chamados do Espírito Santo para reunir “o povo do Senhor” (v.16) num só propósito, para o maior evento que esta terra jamais viu. “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:27). Quando a igreja de Deus derrubar de seu meio a falsa adoração, despedaçando tudo aquilo que se assemelha às filhas de Babilônia, apresentando ao Senhor o que Ele nos pede, que é o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm.12:1), então, e só então, estaremos prontos para dar o alto clamor, e Jesus voltará.

Reavivamento e reforma não é fanatismo, amados! Reavivamento e reforma é a resposta incontestável daqueles que buscam andar com Deus “para serem eles o povo do Senhor” (v.16). Isso não significa usar de grosseria uns com os outros, mas de uma fé que, atuando pelo amor, une coração a coração, agindo pelo poder e eficácia do Espírito. Aguardemos as cenas que se seguem neste mundo com a firme esperança de que, após seis mil anos de pecado, logo nos alegraremos no sétimo milênio ao entrarmos na cidade santa e tranquila de nosso Deus. Que essa esperança aqueça o nosso coração e nos motive a perseverar, na certeza de que muito em breve poderemos gritar: Viva o Rei Jesus!

Nosso Rei dos reis e Senhor dos senhores, louvado seja o Teu santo nome de eternidade a eternidade! Necessitamos do reavivamento da verdadeira piedade entre nós. Necessitamos do batismo diário do Espírito Santo. Ó, Pai, tem misericórdia de nós, e desperta a Tua igreja, seus líderes e pastores, homens e mulheres consagrados, que nos conduzam a sermos o povo do Senhor, o último remanescente! Queremos Te ver, Senhor! Prepara-nos para Te encontrar! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS23 #RPSP

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2CRÔNICAS 22 — Rosana Barros
10 de maio de 2026, 0:45
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“Fez o que era mau perante o Senhor, como os da casa de Acabe; porque eles eram seus conselheiros depois da morte de seu pai, para a sua perdição” (v.4).

Ao clamor de Israel por um rei terreno que o governasse, Deus deixou bem claro ao profeta Samuel: “Atende à voz do povo em tudo quanto te diz, pois não te rejeitou a ti, mas a Mim, para Eu não reinar sobre ele” (1Sm.8:7). E uma série de consequências sobreviriam à nação, as quais Deus declarou que certamente haveriam de acontecer. Apesar disso, a resposta do povo refletia o que estava em seu coração: “Porém o povo não atendeu à voz de Samuel e disse: Não! Mas teremos um rei sobre nós. Para que sejamos também como todas as nações; o nosso rei poderá governar-nos, sair adiante de nós e fazer as nossas guerras” (1Sm.8:19-20). O povo estava unido no propósito de ser semelhante a “todas as nações”; uma escolha trágica que bem se reflete no capítulo de hoje.

A dinastia dos reis de Judá estava enfrentando uma fase muito difícil. O povo era guiado por uma liderança ímpia e amante dos prazeres. Foi um período de duras provas para os que ainda temiam a Deus e perseveravam em andar segundo Seus mandamentos e juízos. Tomando conselho com os da casa de Acabe, Acazias seguia os passos de seu pai e era instruído por sua mãe, que “o aconselhava a proceder iniquamente” (v.3), “para a sua perdição” (v.4). Seu avô, Josafá, apesar de ter feito o que era reto perante o Senhor, ao “ajudar ao perverso e amar aqueles que aborrecem o Senhor” (2Cr.19:2), aliando-se a Acabe e fazendo aliança mediante o casamento de seu filho com a filha de Acabe, acabou por contribuir para a degradação do reino de Judá.

Todos nós fomos chamados por Deus para a missão que consiste em seguir “a verdade em amor” (Ef.4:15). Isso não significa, porém, sacrificar a verdade em prol do amor. O amor, segundo a Palavra de Deus, é expresso na obediência à verdade. “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos” (1Jo.5:3). Jeú foi ungido pelo Senhor “para desarraigar a casa de Acabe” (v.7). Sua missão consistiu em executar o juízo de Deus, eliminando os descendentes de Acabe e Jezabel. Não foi um chamado fácil, nem tampouco um ministério aclamado. Poucos conhecem Jeú e o que ele realizou, mas, ao tempo em que ele fazia o que Deus lhe havia ordenado, Atalia se levantou a fim de matar todos os descendentes ao trono de Judá. Pois, quando Deus realiza a Sua obra na Terra, Satanás sempre tem uma contrafação a apresentar.

O Senhor, porém, preservou a Sua semente. Através do pequeno Joás, mais uma vez revelaria o Seu poder em tornar glorioso aquilo que aparentemente se mostrava desvantajoso. Israel escolheu andar nos caminhos das nações pagãs. Acazias escolheu andar “nos caminhos da casa de Acabe” (v.3). E nós, amados? Nossa vida define para onde estamos indo e, não somente isso, mas ela é o “GPS” para muitos que nos observam. Nossas escolhas têm apontado “para o encontro do Senhor nos ares” (1Ts.4:16) ou para a “repentina destruição” (1Ts.5:3)? Quão sério e solene é o tempo presente! Há um juízo definitivo prestes a acontecer. Ó, amados, não tomemos conselho com os que amam o mundo e as coisas que há no mundo! Pois “se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele” (1Jo.2:15).

Quer viver uma vida de santificação, em amor e verdade? Então busque aconselhar-se com o Senhor através de Sua Palavra. Ela é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos (Sl.119:105). Ela nos recomenda a Cristo, o nosso perfeito Exemplo, e nos diz que em conhecê-Lo e em conhecer o Pai, está a vida eterna (Jo.17:3). Se ela for o nosso prazer todos os dias; se não nos contentarmos com uma leitura apressada e sem profundidade, mas a examinarmos com diligente perseverança e confiança de que é a voz de Deus para nós, então ela operará em nós todas as bênçãos e promessas para aqueles que por ela são santificados.

Assim como Jesus, andemos na luz do Senhor. Seja a nossa vida o cumprimento do que está escrito: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto faz será bem-sucedido” (Sl.1:1-3).

Nosso Deus e Pai, Tu és Santo e a Tua lei é santa, Tu és bom e a Tua lei é boa, Tu és perfeito e a Tua lei é perfeita, Tu és justo e a Tua lei é justa, Tu és eterno e a Tua lei é eterna. Isso nos diz, Pai, que a Tua lei revela o Teu caráter. É o que está em Tua Palavra e nós queremos ser guiados por ela. Então, Senhor, como o salmista, queremos amar a Tua lei porque nós Te amamos! Concede-nos, ó Deus, um coração puro e disposto a seguir os passos do nosso Redentor, que veio para engrandecer a lei e torná-la gloriosa! Livra-nos da condescendência com este mundo e nos transforma pela renovação da nossa mente, para que a Tua vontade governe a nossa vida! Em nome de Cristo Jesus, nós clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, guiados pela Palavra de Deus!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS22 #RPSP

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2CRÔNICAS 21 — Rosana Barros
9 de maio de 2026, 0:45
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“[…] E se foi sem deixar de si saudades; sepultaram-no na Cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis” (v.20).

A palavra saudade significa sentir a ausência de algo ou alguém e vem do latim solitas ou solitatis, que quer dizer solidão. Geralmente, é um sentimento provocado pela distância ou pela morte. Mas o relato de hoje fala de alguém que se foi sem deixar saudades. Seu caráter foi, em essência, tão cruel que, além disso, nem na morte recebeu um sepultamento digno de sua posição, pois “sepultaram-no na Cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis” (v.20). Seu nome? Jeorão.

Com a morte de Josafá, Jeorão assumiu o trono de Judá e, além de primogênito, tratou logo de tornar-se filho único, pois “matou todos os seus irmãos à espada” (v.4). E, se ele não teve o mínimo de misericórdia de seus irmãos de sangue, que diria do povo que governava.

Josafá foi um líder espiritual consagrado a Deus, contudo, também cometeu seus deslizes. Um deles foi ter feito aliança com o rei de Israel por meio do casamento de Jeorão com Atalia, filha de Acabe com Jezabel. Esta aliança política usurpou o coração de Jeorão de tamanha forma que ele apenas “fez o que era mau perante o Senhor” (v.6). Pior ainda: “seduziu os habitantes de Jerusalém à idolatria e fez desgarrar a Judá” (v.11). Ou seja, desfez todas as reformas religiosas que seu avô e seu pai haviam feito.

Contudo, apesar de toda a desgraça causada por Jeorão, Deus “não quis destruir a casa de Davi por causa da aliança que com ele fizera, segundo a promessa que lhe havia feito” (v.7). O que nos afirma que, ainda que se levantem infiéis em meio aos fiéis, o Senhor mantém as Suas promessas por amor a estes. Como está escrito: “O mau, é evidente, não ficará sem castigo, mas a geração dos justos é livre” (Pv.11:21).

A carta do profeta Elias a Jeorão não se tratava de um castigo arbitrário da parte de Deus, mas de uma última oportunidade de arrependimento para aquele rei ímpio. Entretanto, mesmo ciente de tudo o que lhe sobreviria caso permanecesse em sua maldade, Jeorão permitiu que a “enfermidade incurável” (v.18) do pecado lhe consumisse até às entranhas. E ele morreu sem família, sem amigos, sofrendo “terríveis agonias” (v.19), sepultado como um indigente, e “se foi sem deixar de si saudades” (v.20).

Do que valeu seu esforço para o mal? Qual foi a vantagem em matar os seus irmãos? Qual foi o resultado de dar as costas a Deus e ao Seu profeta? Lembram da mensagem de ontem? “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20). Quão diferente teria sido a vida de Jeorão, do povo e de sua família se tão somente ele tivesse abandonado o seu orgulho e se convertesse ao Senhor. Mas este relato também pode ser uma oportunidade que o Senhor está usando, hoje, para transformar corações.

Quem sabe, como Jeorão, você veio de um lar cristão, cresceu ouvindo a Palavra de Deus e, por alguma circunstância da vida, se encontra longe do Senhor. Amado ou amada de Deus, preste muita atenção: o Senhor te ama tanto que usa até situações aparentemente ruins para te chamar de volta para Ele. Por favor, não faça como fez Jeorão! Deus te chama de volta! “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Ainda que se sinta só, ainda que suas atitudes tenham feito com que ninguém sinta a sua falta, há Alguém que sente por você uma eterna saudade! Ó, amado(a), volta para o Senhor enquanto há tempo e Ele fará de você um herdeiro da promessa (v.7)! Pois está escrito: “Mas, convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu e praticando o que é reto e justo, conservará ele a sua alma em vida” (Ez.18:27).

Oração:
Pai de amor, a Tua graça abundante ainda está à nossa disposição e podemos aceitá-la e ser por ela transformados. Mas, assim como chegou o fim do tempo de oportunidade para Jeorão, o grande conflito se apressa para o fim. Hoje é o tempo que o Senhor nos oferece para que possamos tomar uma decisão firme ao Teu lado. O Senhor, conforme a Tua promessa, tem derramado o Teu Espírito sobre toda a carne. Dá-nos ouvidos sensíveis para ouvi-Lo e coração disposto a obedecê-Lo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, herdeiros da promessa!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS21 #RPSP

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