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“Perfeito serás para com o Senhor, teu Deus” (v.13).
O zelo dos levitas na rebeldia do povo no monte Sinai lhes consagrou para a obra sagrada do santuário. As famílias desta tribo foram organizadas para cuidar de diferentes partes do tabernáculo e, da descendência de Arão, se perpetuaria a linhagem sacerdotal. Esse tema precisava ficar bem claro na mente dos filhos de Israel para que o povo comum não se aproximasse das coisas sagradas. Como o Éden fora a escola de nossos primeiros pais, o santuário tornara-se a escola de Israel, ensinando-lhes lições diárias sobre santidade.
Havia uma busca exacerbada dos povos pagãos por quem lhes oferecesse algum tipo de agouro. Através da necromancia, magia e consulta aos “mortos”, eles praticavam rituais e cerimônias abomináveis como, por exemplo, o sacrifício de seus próprios filhos. Deus foi muito enfático com relação a isso: “pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor” (v.12). Usar de qualquer desses artifícios é abominável e caracteriza um ato de rebelião contra Deus e desprezo por Sua Palavra.
Quão diferente é, no entanto, o papel de um profeta de Deus. Não há predições humanas nem concepções falíveis ou consulta aos “mortos”, e sim a perfeita vontade de Deus expressa através de um instrumento escolhido para este fim. Moisés foi considerado o grande líder e profeta do Senhor na história de Israel, mas ele mesmo reconheceu que de Israel sairia um grande profeta, maior do que ele. Um profeta que faria tudo o que o Senhor lhe ordenasse.
Apesar de ter sido sobremodo importante, o ministério de Moisés jamais poderia sobressair o ministério de Cristo. Daquela nação, apesar de inconstante e rebelde, sairia a salvação não apenas de Israel, mas de toda a humanidade. Jesus veio e cumpriu fielmente as palavras de Seu Pai: “Eu nada posso fazer de Mim mesmo”, declarou Ele, “na forma por que ouço, julgo. O Meu juízo é justo, porque não procuro a Minha própria vontade, e sim a dAquele que Me enviou” (Jo.5:30).
Jesus nos foi o perfeito exemplo de dependência e abnegação. Inteiramente entregue à vontade do Pai, não dava um passo sequer sem que antes não houvesse buscado em oração toda a sabedoria necessária. Cumpre-nos olhar para Cristo e seguir-Lhe as pisaduras. Precisamos atender ao Seu chamado: “aprendei de Mim” (Mt.11:29). O vasto e rico conhecimento de Deus está à nossa disposição e, à cada dia, nos é dado o privilégio de adquirirmos a inscrição de Seu caráter por intermédio do Espírito Santo.
Nos tornamos perfeitos aos olhos do Senhor quando permitimos que Ele seja o único Deus e Senhor de nossa vida. Sigamos o exemplo de nosso Salvador e Mestre: vigiemos e oremos!
Bom dia, discípulos de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio18 #RPSP
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“E o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o Senhor, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir” (v.19).
De todos os pecados, certamente o da idolatria tem um destaque no Antigo Testamento. Rodeada de nações pagãs, a nação israelita precisava obedecer às instruções do Senhor a fim de se manter protegida deste mal. A condescendência com a idolatria de alguns seria transformada em uma terrível epidemia se tais pessoas continuassem a propagar no meio do povo a transgressão à aliança de Deus. Cada caso, porém, deveria ser julgado de forma justa, mediante o “depoimento de duas ou três testemunhas” (v.6).
Deus estabelecera os sacerdotes e os juízes para julgar os litígios que surgissem no meio do povo. Algumas questões poderiam ser resolvidas entre os próprios litigantes, questões de pormenores, porém, em casos que julgassem serem difíceis demais de se resolver, deveriam buscar “a sentença do juízo” (v.9) estabelecida pelos sacerdotes e juízes, tendo o cuidado de fazer segundo tudo o que anunciaram sem desviar-se “para a direita nem para a esquerda” (v.11). E aquele que agisse com justiça própria, sem dar ouvidos ao sacerdote e ao juiz, deveria ser punido com a morte.
Além da questão da idolatria e dos litígios entre os filhos de Israel, estes também manifestariam o desejo de serem governados por um rei terreno como as demais nações. Prevendo o futuro clamor de Israel por um rei, o Senhor deixou mandamentos específicos que deveriam ser observados pelos futuros monarcas de Israel: não multiplicar cavalos, não voltar ao Egito, não multiplicar para si mulheres e nem “prata ou ouro” (v.16-17). Também deveria escrever e conservar consigo as palavras da lei, as Escrituras, e lê-las todos os dias.
Salomão, por exemplo, foi um rei dotado de excelente sabedoria, mas parece que esqueceu das leis concernentes à sua posição, fazendo tudo ao contrário do que o Senhor estabelecera como mandamentos da monarquia de Israel: “O peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro” (666! Coincidência? Creio que não!) “Os cavalos de Salomão vinham do Egito e da Cilícia” (Do Egito! De onde o Senhor havia dito: “Nunca mais voltarei por este caminho”, v.16); “Tinha setecentas mulheres, princesas e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração” (Exatamente como o Senhor havia dito: “para que o seu coração não se desvie”, v.17) (1Rs.10:14, 28 e 11:3).
A idolatria, a injustiça, a soberba, a ambição dos monarcas dos outros povos transformaram aquelas nações em trevas e maldição na Terra. O povo de Deus foi chamado por Ele para ser luz e bênção. O apóstolo Paulo escreveu: “A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Ef.3:8). Eis o que deve impulsionar a nossa vida. Eis o que deve ocupar o nosso coração e fazê-lo pulsar na direção de Deus. Iluminarmos a vida de outros, e não permitirmos que outros nos escureçam a vida. Para isso, precisamos ler todos os dias da nossa vida a Palavra de Deus e permitir que, por meio dela, o Espírito Santo molde o nosso caráter. Vigiemos e oremos!
Bom dia, luz do mundo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio17 #RPSP
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“Alegrar-te-ás perante o Senhor, teu Deus, tu, e o teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está dentro da tua cidade, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão no meio de ti, no lugar que o Senhor, teu Deus, escolher para ali fazer habitar o Seu nome” (v.11).
Feliz sábado, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio16 #RPSP
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“Pois nunca deixará de haver pobres na terra; por isso, Eu te ordeno: livremente, abrirás a mão para o teu irmão, para o necessitado, para o pobre na tua terra” (v.11).
A observância destas leis consistia em amparar os necessitados e libertar os cativos. A cada sete anos, as dívidas deveriam ser perdoadas e os servos postos em liberdade. Deus também estabelecera um “projeto” social para atender aos pobres de Israel. Aproximando-se o ano da remissão, contudo, havia quem negasse prestar assistência ao necessitado visto saber que muito provavelmente não receberia de volta o montante emprestado.
Em Israel já haviam as diferenças sociais e econômicas. Mas o plano divino consistia em erradicar a pobreza do meio do Seu povo: “para que entre ti não haja pobre” (v.4), ainda que não deixasse “de haver pobre na terra” (v.11). Questionado acerca do “desperdício” do precioso perfume que Maria derramou a Seus pés, Jesus respondeu usando a citação do versículo onze do capítulo de hoje (Jo.12:8).
Vejo na resposta de Cristo o destaque ao caráter pessoal tanto da atitude de Maria quanto daqueles que reprovaram a sua atitude. Da mesma forma que Maria de Betânia ungiu a Jesus com o melhor que possuía, devemos cooperar com Deus na obra de ajudar liberalmente a quem necessita, mas isso não nos autoriza a reprovar aquele que julgamos estar usando mal os seus recursos. A obra de Deus é vasta, o corpo de Cristo composto por diversos membros, há variedade de dons, no entanto o Espírito é o mesmo.
Como embaixadores de Cristo, somos chamados a viver em união ainda que sejamos diferentes uns dos outros. Creio que quando um servo se recusava a sair da casa de seu senhor, era porque tinha por senhor aquele que também o servia com atitudes de amor, respeito e consideração. O perdão oferecido quanto às dívidas também unia credores e devedores em amor e generosidade. Jesus nos deixou o maior exemplo de serviço abnegado e de remissão de dívidas. Ele foi o cumprimento exato destas leis:
“Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mc.10:45).
Em um mundo repleto de mazelas, corrupção, disparidades sociais, que não endureçamos o nosso coração e nem fechemos a mão ao nosso “irmão pobre” (v.7); mas também não sejamos acusadores dos que julgamos que estejam indiferentes ao sofrimento alheio, pois estes podem ter sido separados pelo Senhor para encher com o perfume do amor os lugares onde não havia esperança. Perseveremos, juntos, “na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At.2:42). Vigiemos e oremos!
Bom dia, igreja do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio15 #RPSP
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“Porque sois povo santo ao Senhor, vosso Deus, e o Senhor vos escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para Lhe serdes Seu povo próprio” (v.2).
A expressão “Filhos sois do Senhor” (v.1) revela o grau de relacionamento que Deus deseja manter com o Seu povo. Como um Pai amoroso e justo, Deus ama e zela por Seus filhos ensinando-lhes os princípios inegociáveis de Sua Palavra e como mantê-los em seus corações como regra de fé e prática. Algumas leis dadas a Israel demandavam abnegação e separação quanto aos costumes pagãos. A mutilação, ou autoflagelo, era comumente praticada pelos moradores de Canaã, principalmente em rituais fúnebres. Como povo santo ao Senhor, a nação eleita deveria se abster de tais costumes.
Outro ponto que era totalmente ignorado pelos cananeus era o da alimentação. O consumo de carnes imundas era comum. Portanto, Israel deveria abster-se de ter uma dieta igual às demais nações, e seguir as orientações deixadas por Deus quanto ao consumo de animais. O Senhor foi muito claro: “Não comereis coisa alguma abominável” (v.3). Como Criador, Ele bem sabe as implicações decorrentes à saúde humana pelo consumo da carne de certos animais e o quanto a dieta está intimamente relacionada à saúde mental. Eis um assunto que requer uma reflexão mais séria de nossa parte.
Já o dízimo foi incluído pelo Senhor como fazendo parte da adoração. Quando o adorador levava ao tabernáculo a décima parte de suas rendas, reconhecendo a Deus como o seu Senhor e Mantenedor, também estava a aprender a valiosa lição do temor do Senhor. Temer a Deus, prestar-Lhe reverência e profundo respeito deve ser o jornadear de todo cristão. Quando devolvemos o que é de Deus, através de nossos dízimos e ofertas, visando adorar a Deus e ajudar o nosso próximo, declaramos a Quem pertencemos.
Este capítulo é uma explícita declaração de que o povo de Deus é um povo com costumes diferentes, com uma alimentação diferente e com uma visão de dinheiro diferente da visão capitalista mundial. Não podemos e não devemos nos conformar “com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). A nossa vida é um dom de Deus e é preciosíssima aos Seus olhos. Portanto, o que fazemos, o que comemos e como adoramos é sim do interesse divino e define para onde estamos indo.
Como testemunhas de Jesus, filhos do Senhor, que cheios do poder do Espírito Santo possamos escolher, “todos os dias” (v.23), viver aqui “em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:11 e 12). Para tanto, vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio14 #RPSP
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“Andareis após o Senhor, vosso Deus, e a Ele temereis; guardareis os Seus mandamentos, ouvireis a Sua voz, a Ele servireis e a Ele vos achegareis” (v.4).
De forma muito pontual, Moisés buscou orientar Israel a respeito dos perigos da idolatria. Especificamente, o capítulo de hoje relata uma advertência contra os falsos profetas ou sonhadores que surgissem no meio do povo o incitando a seguir outros deuses através de sinais e prodígios previamente revelados por eles. Tais impostores buscariam de todas as formas persuadir o maior número de pessoas a cometer “rebeldia contra o Senhor” (v.5), afastando-os assim de Deus e da verdadeira adoração.
A advertência prévia, no entanto, visava proteger Israel desta ameaça nacional, inclusive, de lidar com tal assunto de maneira branda ou negligente. O Senhor permitiria que os tais falsos profetas se levantassem no meio da nação a fim de provar a fidelidade dos filhos do Seu povo, se amavam o Senhor, seu Deus, mas não poderia tolerar que os enganadores permanecessem semeando a idolatria. Nem os laços de parentesco poderiam falar mais alto do que a fidelidade ao Senhor: “não concordarás com ele, nem o ouvirás; não olharás com piedade, não o pouparás, nem o esconderás” (v.8).
Em Seu sermão profético, Cristo nos advertiu quanto ao mesmo mal: “Vede que ninguém vos engane”; “levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos”; “porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos”; “Vede que vo-lo tenho predito” (Mt.24:4, 11, 24 e 25). O engano tem sido a base do governo de Satanás na Terra, desde o princípio, quando proferiu a primeira mentira: “É certo que não morrereis” (Gn.3:4). Desde então, esta tem sido a sua estratégia em fazer com que a criatura se rebele contra o Criador.
Jesus nos deixou clara e reiterada advertência! E neste contexto bélico entre o bem e o mal não podemos assumir a atitude de Eva de aproximarmo-nos do terreno inimigo. Não podemos subestimar as tentadoras ofertas do maligno. Pois “não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz” (2Co.11:14). A sutileza do inimigo mostrará seu mais hediondo engano quando se cumprir o que Jesus também nos preveniu, quando a nossa fé se tornar uma ameaça à ordem mundial: “E sereis entregues até por vossos pais, irmãos, parentes e amigos” (Lc.21:16). “Contudo”, continuou Jesus, “não se perderá um só fio de cabelo da vossa cabeça. É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (Lc.21:18-19).
Passada a grande prova final, que o Senhor nos encontre aprovados pelos méritos do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Vigiemos e oremos!
Bom dia, adoradores do único Deus verdadeiro!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio13 #RPSP
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“Lá, comerás perante o Senhor, vosso Deus, e vos alegrareis em tudo o que fizerdes, vós e as vossas casas, no que vos tiver abençoado o Senhor, vosso Deus” (v.7).
As nações que habitavam em Canaã preservavam o seu sistema de culto pagão “sobre as altas montanhas, sobre os outeiros e debaixo de toda árvore frondosa” (v.2). Através de altares, colunas, postes-ídolos e imagens de escultura, invocavam e adoravam os seus deuses através de rituais abomináveis, inclusive, queimando seus próprios filhos e filhas como sacrifícios a seus deuses (v.31). A destruição completa desses lugares de culto simbolizava a purificação de Canaã para receber o verdadeiro e único lugar do culto verdadeiro.
A fim de entrar em Canaã, o procedimento dos filhos de Israel precisava ser mudado, pois faziam “cada qual tudo o que bem [parecesse] aos seus olhos” (v.8). Como Israel, muitos almejam entrar no descanso do Senhor “cada qual” com suas opiniões formadas, com suas concepções irredutíveis e seus corações intransponíveis. Não entregam verdadeiramente o coração à boa obra do Espírito Santo e prosseguem em viver um forjado “Assim diz o Senhor”, moldado segundo a inclinação da própria carne.
Será que não estamos incorrendo neste grave erro? A Palavra de Deus deve ser recebida como a voz de Deus diretamente ao nosso coração, e não como uma seta que apontamos em direção àqueles que julgamos estar errados. Quando o profeta Elias subiu ao monte Carmelo, apenas um era o seu objetivo: revelar a todos que só o Senhor é Deus. Ele não apontou o dedo para os seus irmãos, mas ergueu as mãos aos céus. Ali, ele ofereceu o agradável sacrifício e obteve do Senhor a resposta através do fogo.
Assim como Deus orientou em tudo a Israel, Ele nos deixou todas as orientações necessárias para que vivamos na Terra como aqueles que “manifestam estar procurando uma pátria”, os que, “agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:14 e 16); para que não incorramos na idolatria e nas práticas que corrompem o lugar que Ele elegeu como a habitação do Seu Espírito: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1Co.6:19).
Há um lugar de descanso e de banquete preparado para os que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Perseveremos em buscar ao Senhor de todo o nosso coração, edificando a nossa vida sobre a Rocha que é Cristo, e, de modo algum, erraremos o caminho (Is.35:8).
Vigiemos e oremos!
Bom dia, peregrinos rumo ao descanso!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio12 #RPSP
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“Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, e todos os dias guardarás os Seus preceitos, os Seus estatutos, os Seus juízos e os Seus mandamentos” (v.1).
O constante apelo do Senhor ao Seu povo tem sido o mesmo ao longo da história da humanidade:
Vocês precisam Me amar!
Um amor que gera obediência, confiança no poder de Deus e satisfação em servi-Lo. Já naquele tempo, cada recado dado a Israel resultara em uma mensagem aos verdadeiros adoradores até a última geração: “Guardai, pois, todos os mandamentos que hoje vos ordeno, para que sejais fortes, e entreis, e possuais a terra para onde vos dirigis” (v.8).
Como peregrinos a caminho do Lar, temos uma escolha individual e diária a fazer: “Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-O” (1Rs.18:21). Disse Jesus: “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mt.6:24). “Considerai hoje” (v.2) tudo o que o Senhor nos deixou escrito como a Sua carta de amor à humanidade. Uma vida de integridade e de retidão diante de Deus não é feita apenas de experiências do passado e nem pode ser alcançada no ato do batismo, mas mediante a constante entrega do “eu” aos cuidados do Espírito Santo a fim de que, por Seu fruto, possamos ouvir e praticar as palavras de Cristo Jesus.
Inúmeros são os benefícios da obediência, e destrutiva a maldição da rebeldia. Ninguém que conhece a Deus e prossegue em conhecê-Lo será abandonado à sua própria sorte. Sem dúvida, colherá as bênçãos provenientes das promessas divinas aqui e no porvir. O Senhor tem prazer em cuidar dos Seus filhinhos. Como um Pai amoroso e bom Pastor, Ele nos toma em Seus braços e nos cochicha aos ouvidos: “Certamente, venho sem demora!” (Ap.22:20).
Deus aguarda apenas que, como Elias dos últimos dias, a Sua igreja desperte para dar testemunho a todas as nações e com insistente fé, como um só homem, esteja unida em oração a fim de que desça sobre nós a última chuva; que, com santa ousadia, derribemos os altares da idolatria e reedifiquemos o altar do Senhor em nosso coração e em nossa casa; que o nosso coração e alma sejam regidos pelo “Assim diz o Senhor”; que nossos filhos sejam “ensinados do Senhor” (Is.54:13), tornando-se homens e mulheres de fé inabalável.
“Eis que, hoje”, o Senhor coloca diante de nós “a bênção e a maldição” (v.26). De que lado estaremos nos momentos finais deste grande conflito? Apegue-se ao Senhor, vosso Deus, “amando o Senhor, vosso Deus” (v.22) em todo o tempo! “Guardai, pois, todos os mandamentos… para que sejais fortes, e entreis, e possuais a terra para onde vos dirigis” (v.8). Não esmoreçamos agora que falta tão pouco tempo para recebermos o maior e melhor abraço de nossa vida!
“Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37).
Vigiemos e oremos!
Bom dia, perseverantes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio11 #RPSP
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“Circuncidai, pois, o vosso coração e não mais endureçais a vossa cerviz” (v.16).
Segundo tudo quanto o Senhor havia escrito na “primeira escritura”, assim Ele escreveu nas segundas tábuas “os dez mandamentos” (v.4). Tendo lugar de honra dentro da arca no lugar Santíssimo, a Lei de Deus poderia até ser quebrada pelo homem, mas jamais perderia o seu vigor. Jesus mesmo afirmou: “até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:18). A Lei proclamada no Sinai é a mesma que permanece “no céu, [no] santuário do tabernáculo do Testemunho” (Ap.15:5).
“Agora, pois, ó Israel [de Deus dos últimos dias], que é que o Senhor requer de ti, [hoje]? Não é que temas ao Senhor, teu Deus”? (v.12) “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:7). Não é que “andes em todos os seus caminhos, e O ames, e sirvas ao Senhor, teu Deus”? (v.12) “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15). Não é que guardes “os mandamentos do Senhor… para o teu bem?” (v.13). “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).
Quando permitimos que o Espírito Santo retire de nosso coração a cobertura que nos impede de ouvir com clareza a voz de Deus e de conhecê-Lo como de fato Ele é, compreendemos que a Sua Lei nada mais é do que a transcrição do caráter de Cristo, que não fez acepção de pessoas, que não aceitou suborno (v.17), que fez “justiça ao órfão e à viúva”, que amou o estrangeiro e o cobriu e o alimentou (v.18) e que afirmou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).
A circuncisão da carne era uma atitude externa, mas a circuncisão do coração simboliza a verdadeira obra de transformação que o Espírito Santo deseja realizar em nossa vida. Portanto, antes de qualquer reforma, deve haver o reavivamento. Se permitirmos que o Espírito Santo realize esta boa obra em nós, ela será completada no Grande Dia do Senhor. Pois “a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18). Que o Senhor nos ponha “como as estrelas dos céus em multidão” (v.22) rumo ao Lar eterno. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, circuncidados de coração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio10 #RPSP
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“Sabe, pois, que não é por causa da tua justiça que o Senhor, teu Deus, te dá esta boa terra para possuí-la, pois tu és povo de dura cerviz” (v.6).
Prestes a se deparar com “cidades grandes e amuralhadas até aos céus” (v.1) e a enfrentar um “povo grande e alto” (v.2), os filhos de Israel precisavam confiar que no tempo em que atravessassem o Jordão, o Senhor passaria adiante deles para destruir e subjugar aquelas nações. Contudo, a sua confiança deveria ser fruto de fé, e não de autoconfiança. Pela fidelidade da aliança feita a “Abraão, Isaque e Jacó” (v.5) e pela maldade das ímpias nações era que Israel entraria na “terra para a possuir” (v.4).
A arrogância e o orgulho agem como entorpecentes que paralisam pouco a pouco a vida espiritual. Um coração cativo pelo orgulho corre o sério risco de fechar de vez qualquer acesso à voz de Deus, e incorrer no pecado contra o Espírito Santo. A advertência de Moisés era para que Israel não chegasse justamente ao patamar dos judeus legalistas que instigariam os romanos a crucificar o próprio Cristo.
O sentimento de justiça própria deve ser rejeitado tanto quanto o pecado mais hediondo. O Senhor não prometeu a vida eterna aos que se julgam merecedores, mas aos “humildes de coração” (Mt.5:3). Ou seja, aos que reconhecem que nunca conseguirão ali entrar se não for pelos méritos de Cristo Jesus. Será a justiça de Cristo vista sobre nós que nos livrará “do corpo desta morte” (Rm.7:24). Somente com as vestes da justiça de Cristo não será exposta a nossa nudez. “Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (Ap.16:15).
O Testemunho que o Senhor gravou em “duas tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus” (v.10), logo foi quebrado pela idolatria de um povo de duro coração. Não tem sido diferente hoje. A rebelião continua, e a menos que nos apresentemos diante do Senhor com a mesma disposição de Moisés, teremos de enfrentar a ira e o furor de um Deus santo que ama o pecador, mas que odeia o pecado. Moisés não foi só o maior líder que Israel já teve, mas também o maior intercessor.
Moisés fora um tipo que apontava para o Antítipo. Hoje, Jesus ministra no Santíssimo do santuário celeste intercedendo ao Pai em nosso favor. E nós, como Seus embaixadores na Terra, precisamos fazer mais uso deste instrumento capaz de mover o coração de Deus: a oração. A oração sincera nos protege da justiça própria e nos leva ao constante reconhecimento de nossa total dependência do cuidado divino. Em tempos de grande crise, oremos uns pelos outros através das palavras do compassivo líder:
“Ó, Senhor Deus! Não destruas o Teu povo e a Tua herança, que resgataste com a Tua grandeza… não atentes para a dureza deste povo, nem para a sua maldade, nem para o seu pecado… Todavia, são eles o Teu povo e a Tua herança, que tiraste com a Tua grande força e com o braço estendido” (v.26-29).
Feliz sábado, povo do Senhor, vigiemos e oremos!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio9 #RPSP
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