Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 28 – Comentado por Rosana Barros
11 de abril de 2019, 0:30
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“Se ouvires a voz do Senhor, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos” (v.2).


O terceiro discurso de Moisés faz uma clara distinção entre a bênção e a maldição, o bem e o mal, a vida e a morte. Movidos por escolhas, todos os dias precisamos tomar decisões que, pequenas ou grandes, definem os resultados. Deus deixara a Seu povo leis e estatutos que, se fielmente cumpridos, fariam de Israel uma nação próspera e feliz. Por outro lado, a desobediência resultaria em grande caos e ruína.

Desde a primeira queda, os resultados do pecado revelaram o seu salário (Rm.6:23). Sofrimento, dor, tristeza e morte envolveram o mundo que havia sido criado com a mais perfeita harmonia. Da primeira folha a cair no chão ao primeiro homicídio, tudo passou a revelar a terrível face da morte. Ainda que a natureza fale de Seu Criador, ela também nos lembra que o pecado tornou o tempo de vida nesta terra limitado. Os filhos de Israel receberiam das mãos de Deus uma terra de delícias, mas, diferente da queda do casal edênico, precisavam assumir uma atitude de obediência a fim de desfrutar do lugar prometido.

As mesmas bênçãos estão à nossa disposição hoje. Assim como as maldições continuam a vigorar na vida de quem ignora as instruções divinas. Obediência redunda em bênção e vida, enquanto que desobediência gera maldição e morte. Há, contudo, uma falsa obediência, ou aparência de piedade, tão perigosa quanto a desobediência. Muitos há que têm confundido e oprimido os filhos de Deus com ideias fanáticas e fora do contexto divino. Alegando neles não haver pecado, tomam para si uma conquista que apenas Cristo obteve, e que concederá aos Seus fiéis apenas no Dia de Sua volta. Sobre esta perigosa influência, Ellen White advertiu:

Provai tudo antes que seja apresentado ao rebanho de Deus. … Em mensagens que pretendem ser do Céu serão feitas expressões ilusórias, e se a influência dessas coisas for aceita, ela conduzirá a movimentos exagerados, planos e maquinações que introduzirão as próprias coisas que Satanás quer que se generalizem — um espírito estranho, um espírito imundo, sob as vestes de santidade; um espírito forte para dominar tudo. Entrará o fanatismo, e estará tão mesclado e entretecido com as operações do Espírito de Deus, que muitos aceitarão tudo isso como proveniente de Deus, sendo assim enganados e desencaminhados (Mensagens Escolhidas, v.3, p.403).

A verdadeira obediência tem o amor como sua essência, pois está escrito: “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Compete a nós viver esse amor, e ao vivê-lo, transmiti-lo a outros mediante o Espírito de Cristo. O orgulho, o espírito de acusação e a introdução de teorias que em nada podem ser comparadas com o puro, reto e amável exemplo de Cristo, devem ser completamente rejeitados.

Precisamos esquadrinhar a Palavra de Deus como em busca de um grande tesouro. Nela está a segurança que precisamos para identificar o erro e ter poder para rejeitá-lo. Mediante zeloso estudo das Escrituras e fervorosa vida de oração, aliada à entrega do coração aos cuidados do Espírito Santo, certamente não participaremos da sorte dos desobedientes, mas desfrutaremos das bênçãos da salvação em Cristo Jesus. Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela graça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio28 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 27 – Comentado por Rosana Barros
10 de abril de 2019, 0:30
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“Nestas pedras, escreverás, mui distintamente, as palavras todas desta lei” (v.8).


“Guarda silêncio e ouve, ó Israel!” (v.9). Talvez esta seja a principal frase de impacto deste capítulo. Ou seja, quando Deus fala, o homem se cala. Quantas maldições, tristezas e desastres poderiam ser evitados se tão somente aceitássemos nos calar e ouvir. Há grande bênção no silêncio. O profeta Elias foi levado ao deserto e passou um período inicial de solidão para melhor ouvir a voz de Deus. João Batista vivia no deserto, e era ali que fortalecia a sua comunhão com Deus para anunciar as boas-novas de salvação em Cristo. O próprio Jesus Se retirava para a solidão das montanhas a fim de orar e ser fortalecido pelo Pai.

Se a nossa rotina diária não tem nos permitido desfrutar destes momentos tão necessários de silêncio, precisamos rever as nossas prioridades. É por não ouvir que muitos estão a viver a religião como um trabalho secular que merece reconhecimento; enquanto uns poucos que passam despercebidos (geralmente porque não seguem o mesmo ritmo) são ignorados ou julgados como não-convertidos.

A salvação não está em fazer, mas em ouvir e olhar. “Se quiserdes e Me ouvirdes, comereis o melhor desta terra” (Is.1:19). “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22). Se nossos ouvidos estiverem atentos às palavras do Senhor e nossos olhos fixos em Cristo Jesus, as obras de nossas mãos serão o resultado de uma vida de intimidade com Deus, a manifestação do fruto do Espírito. Nossa vida será uma declaração de amor, e não de imposição. Nosso serviço será de cooperação e não de competição.

O terceiro discurso mosaico foi inaugurado com uma solene promulgação da lei e com o pronunciamento das maldições referentes à desobediência da mesma. O Senhor dera instruções acerca da confecção de pedras caiadas para nelas escrever a Sua lei, além da construção de um altar de pedras toscas para holocaustos e sacrifícios, onde os filhos de Israel comeriam e se alegrariam perante o Senhor. Tudo isso deveria ser um marco da eleição de Israel como “povo do Senhor” (v.9).

“Hoje, vieste a ser povo do Senhor, seu Deus” (v.9). “Portanto, [deveis obedecer] à voz do Senhor, teu Deus”, e cumprir “os mandamentos e estatutos que hoje te [ordena]” (v.10), para que nenhuma das maldições alcancem a sua vida e a sua casa. Precisamos permitir que o Espírito Santo molde o nosso coração como pedra caiada a fim de nele escrever a lei do Senhor. Mas, quando entregamos o nosso coração a Deus, ele não necessita de uma modelação anterior, do jeito que está, como uma matéria-prima bruta, nas mãos do Oleiro torna-se um altar de verdadeira adoração e alegria.

Se dermos ouvidos ao Senhor e olharmos para o Seu perfeito Exemplo, Ele mesmo nos livrará das maldições e nos cobrirá com Suas bênçãos. Vigiemos e oremos!

Bom dia, abençoados do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio27 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 26 – Comentado por Rosana Barros
9 de abril de 2019, 0:30
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“Hoje, o Senhor, teu Deus, te manda cumprir estes estatutos e juízos; guarda-os, pois, e cumpre-os de todo o teu coração e de toda a tua alma” (v.16).


O tema dos dízimos e ofertas conforme a Palavra de Deus, traz consigo uma abordagem muito diferente das inúmeras que têm surgido no meio evangélico. Apesar da promessa do Senhor em levar o Seu povo para uma terra próspera, Seu real objetivo visava protegê-lo da apostasia e torná-lo uma nação santa. A devolução dos dízimos e das ofertas deveria ser um ato de adoração e de gratidão, reconhecendo que fora o Senhor que os levara para aquela terra.

Desde a construção do santuário, Deus fora enfático em declarar que deveria ofertar “cada um, de coração disposto, voluntariamente” (Êx.35:5). Este é o princípio que deve mover o coração do adorador: “Alegrar-te-ás por todo o bem que o Senhor, teu Deus, te tem dado a ti e a tua casa” (v.11). Assim como Israel levara a Moisés e Arão muito mais do que o necessário para construir o tabernáculo, quando levamos ao Senhor parte de nossa renda, ela deve corresponder à oferta de um coração grato e feliz em fazer parte da família de Deus.

Quantas vezes não ignoramos ou negligenciamos este tema pelo preconceito formado a partir das impressões erradas que líderes religiosos têm causado. Mas quando o compreendemos conforme a ótica divina, percebemos que as bênçãos prometidas para todo aquele que é fiel nem sempre redundará em riqueza, mas sempre em contentamento: “não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus” (Pv.30:8-9).

As últimas palavras do segundo discurso de Moisés exortaram os filhos de Israel a serem obedientes em tudo o que o Senhor os havia instruído, e isso, de todo o coração e de toda a alma (v.16). Quando a base da obediência é o amor, o cristão revela o inconfundível caráter de Cristo; aquele que nos foi revelado por Sua vida e entrega, como a insuperável oferta de amor. Que o meu e o seu coração sejam entregues à vontade do Espírito Santo mais este dia, e, certamente, “Aquele que começou a boa obra em [nós] há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp.1:6). Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis servos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio26 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 25 – Comentado por Rosana Barros
8 de abril de 2019, 0:30
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“Em havendo contenda entre alguns, e vierem a juízo, os juízes os julgarão, justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1).

As sanções penais instituídas em Israel correspondiam à correções respectivas à sua rebeldia. Chicotadas, amputação, exposição vexatória e até pena de morte faziam parte dos dispositivos legais a fim de provocar no povo aversão ao mal e à injustiça. O propósito de Deus era que ficasse muito claro que o resultado do pecado é ruína e morte. Estas leis limitavam o senso de justiça dos próprios filhos de Israel, que poderia ser aumentado, causando mortes ou punições infundadas, ou ignorado, resultando em libertinagem.

A questão do casamento e da procriação era tão importante aos olhos do Senhor, que Ele suscitou a lei do levirato, a fim de dar continuidade à família, além de lidar com firmeza quanto à mulher comprometer a integridade física do homem ao “pegar pelas suas vergonhas” (v.11), na tentativa de apartar uma briga. Além de ser um ato público imoral, também colocava em risco a fertilidade masculina.

Outra questão fundamental tratada neste capítulo é a honestidade nos negócios. Dois pesos e duas medidas, ou seja, negociar com injustiça, “é abominação ao Senhor” (v.16). Ser justo e honesto ainda que no meio de um mundo onde o lucro é o mais importante, é um dever do cristão em todos os negócios da vida. Desde uma simples atividade do lar até o mais promissor acordo financeiro devem ser realizados sob o prisma da justiça e da transparência.

A injustiça e a ameaça de violência sem causa são atitudes perigosas e contaminantes. Por sua atitude egoísta e perversa, Amaleque levou todo o seu povo à destruição. Por outro lado, sua liderança ímpia e corrupta também revelava o caráter perverso de seus liderados. Certamente, Deus faria justiça ao destruir os inimigos de Seu povo, antes que estes atentassem contra Israel.

Amados, um dia o nosso Salvador foi exposto à grande situação vexatória, foi açoitado e entregue à morte mais injusta de todos os tempos para que fôssemos nEle justificados. O Inocente deu a vida pelo culpado. Cada sanção sofrida, deveria causar no coração dos filhos de Israel dor maior do que a dor física, a dor de ferir o Senhor com os seus pecados. O santuário deveria lembrá-los constantemente de que o Substituto logo tomaria o lugar do culpado, assumindo uma culpa que não era Sua.

Muito em breve Jesus voltará não mais como servo sofredor, mas como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap.19:16), “justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1). Jesus pagou um alto preço para que você e eu possamos receber a Sua justiça e a Sua recompensa eterna. Aceite, agora, a graça que ainda está à sua disposição! Vigiemos e oremos!

Bom dia, justificados em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio25 #RPSP



DEUTERONÔMIO 24 – Comentado por Rosana Barros
7 de abril de 2019, 0:30
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“Homem casado não sairá à guerra, nem se lhe imporá qualquer encargo; por um ano ficará livre em casa e promoverá felicidade à mulher que tomou” (v.5).


A primeira cerimônia de casamento da Terra foi realizada em um jardim perfeito. Olhando para a bela mulher criada por Deus como sua auxiliadora, Adão declarou as palavras que definem a essência do casamento: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn.2:23). A impecável simetria, a pureza e a glória divina que lhes envolvia compunha o mais admirável cenário assistido pelos anjos e abençoado pelo Criador. Este era o desejo de Deus para cada união entre um homem e uma mulher, pelas gerações sem fim.

Com a entrada do pecado no mundo, houve uma grave ruptura nos relacionamentos e, o primeiro registro de bigamia, encontra-se na genealogia de Caim, onde diz que “Lameque tomou para si duas esposas” (Gn.4:19). Portanto, foi uma prática que surgiu da descendência do primeiro homicida do mundo e se espalhou como praga para as demais gerações. Quando o Senhor ordenou que leis fossem cumpridas acerca dos relacionamentos conjugais, eram leis de caráter protetivo, a fim de zelar não só pela moral, mas também para preservar a instituição do casamento e a família.

A lei acerca do divórcio fora estabelecida visto a dureza de coração do povo. Jesus mesmo confirmou esta verdade aos fariseus: “Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio” (Mt.19:8). O princípio aqui refere-se justamente ao casamento que o Senhor estabeleceu no Éden. Ao contrário do que muitos pensam, o casamento não era um benefício apenas para o homem, mas sobre este pesava a responsabilidade de promover “felicidade à mulher que tomou” (v.5). Deus deseja que tanto o homem quanto a mulher gozem de um casamento feliz, estável e abençoado; e que sua união revele ao mundo as bênçãos do plano original divino.

Aproveitando este contexto de casamento e de família, permitam-me fazer uma analogia com as demais leis registradas neste capítulo. As “duas mós” (v.6) eram pedras de moinho que haviam nas casas dos israelitas para moer os grãos usados no preparo do pão. Era, portanto, um dos meios de subsistência da família. Penhorando o moinho ou uma das pedras, a família toda seria prejudicada. Um lar estruturado financeiramente não equivale necessariamente a uma família rica, mas a todo aquele em que o pão de cada dia não é comprometido. Por mais simples que seja a casa, a organização financeira é uma bênção no sentido de promover paz e contentamento entre os membros da família.

Sobre a lepra, o capítulo 14 de Levítico contém a lei acerca da lepra em uma casa. Uma praga de fungo ou bolor é sinônimo de uma casa mais propícia à proliferação de doenças. O pecado é lepra mortal, e quando permitida a sua presença em nossa casa, grande ruína será o resultado. Precisamos ficar atentos aos “fungos” que porventura venham surgir em nosso lar e tratar logo de erradicá-los. Nisto consiste a segurança eterna não apenas nossa, mas de toda a nossa família. Ainda que não haja transferência de culpa entre pais e filhos (v.16), os seus pecados podem causar consequências desastrosas no lar.

O resultado de um casamento conforme o plano original do Criador é um lar feliz, bem ordenado, que se desvia do mal e que é uma bênção à comunidade, principalmente àqueles que estão à margem da sociedade. Entenda o comando “pelo que te ordeno que faças isso” (v.22), como a voz do Pai que deseja o melhor para os Seus filhos. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, famílias ordenadas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio24 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 23 – Comentado por Rosana Barros
6 de abril de 2019, 0:30
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“Porém, o Senhor, teu Deus, não quis ouvir a Balaão; antes, trocou em bênção a maldição, porquanto o Senhor, teu Deus, te amava” (v.5).


Quando o Senhor ordenou que fosse construído um santuário para a Sua habitação, limites foram estabelecidos a fim de manter a santidade daquele lugar. A determinados grupos de pessoas foi proibido o acesso tanto às assembleias santas quanto ao próprio tabernáculo. Deus reprovava a mutilação de membros, que geralmente era realizada em cultos pagãos. Por isso os eunucos eram privados de participar das reuniões santas de Israel. Isto não incluía, contudo, aqueles que eram castrados por acidente ou doença, que não haviam escolhido tal condição, ou aos que conhecessem o Senhor após a mutilação (Is.56:3-5).

Os amonitas e moabitas, descendentes da relação de incesto de Ló com suas filhas e povos que negaram ajudar Israel no deserto, também não podiam participar das assembleias. Porém, a história de Rute, a moabita, revela a natureza redentora de um Deus pessoal que deseja mudar a nossa história. E o povo que era proibido de participar das assembleias solenes, através de uma mulher que resolveu fazer a diferença, foi incluído pelo Senhor na genealogia de Jesus Cristo (Mt.1:5).

A limpeza do acampamento e a higiene pessoal dos filhos de Israel eram questões que deveriam ser levadas a sério. Deus estabeleceu regras que protegiam o povo contra doenças infecciosas e mantinham o acampamento limpo, simbolizando a pureza de um povo cujo Deus andava no meio dele. A prostituição e a sodomia (homossexualismo) também eram considerados por Deus como imundície e abominação, e de forma alguma poderia participar da comunhão os que tais coisas praticassem. Não podemos esquecer de que quando Jesus estendeu o perdão à mulher adúltera, Ele também lhe deu uma ordem: “vai e não peques mais” (Jo.8:11).

Jesus revelou aos filhos de Israel o estilo de vida que eles deveriam ter praticado, se tão somente tivessem submetido seus corações ao governo de Deus. O Seu ministério terrestre estabeleceu o verdadeiro cumprimento da lei, que é o amor (Rm.13:10). Fosse Israel sensível à voz de Deus, e não teria se transformado na nação que rejeitava os estrangeiros, que matava sem piedade e que crucificou o seu Salvador. Israel não reconheceu o tempo de sua salvação porque não conhecia o Senhor que lhe veio salvar. Corremos o mesmo perigo a menos que busquemos conhecer a Deus e a Jesus Cristo, a quem Ele enviou (Jo.17:3).

Obedeçamos, pois, a palavra profética: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, alvos do amor e da misericórdia de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio23 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 22 – Comentado por Rosana Barros
5 de abril de 2019, 0:30
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“A mulher não usará roupa de homem, nem o homem, veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor, teu Deus” (v.5).


Uma série de leis são relatadas neste capítulo com base em princípios que não se perdem com o tempo. Algumas leis e tradições passam, mas os princípios da Palavra de Deus são imutáveis e revelam o caráter de seu Autor. A honestidade deve ser observada em todos os aspectos da vida do povo de Deus, e, mais especificamente, quanto ao zelo dos bens materiais uns dos outros. O ditado “Achado não é roubado” nunca terá harmonia com a vida cristã.

O princípio estabelecido no versículo cinco, caracteriza o cuidado do Criador em estabelecer as diferenças quanto ao modo de vestir entre o homem e a mulher para que, de modo algum, houvesse confusão para distinguir os sexos. Isso deixa claro que as roupas feitas por Deus para vestir nossos primeiros pais tinham esta distintiva definição. O pecado e a rejeição de Deus como Criador, no entanto, afetou “o modo natural” das relações humanas, introduzindo no mundo as “paixões infames” que têm pisoteado abertamente o princípio imutável de que o Senhor criou o homem e a mulher (Rm.1:26).

Como Criador, o cuidado de Deus também é estendido para a natureza e a preservação das espécies. Através do exemplo de um ninho de passarinhos, estabeleceu o Seu povo como guardião da natureza e cooperador com Ele em sua conservação. Ao contemplar a criação, Israel deveria enxergar o amor de um Deus que cuida até mesmo dos passarinhos. Jesus reforçou esse amor ao declarar: “Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?” (Mt.6:26).

A lei seguinte é muito interessante, pois trata do cuidado com a segurança doméstica. Podemos dizer que o “parapeito” (v.8) representa as regras de segurança que devem ser obedecidas em nossa casa, tanto para preservar a integridade física dos membros da família quanto a integridade mental e espiritual. Em todos os aspectos da vida, Deus nos chama a edificarmos a nossa casa sobre a Rocha, que é Cristo. Nisto consiste a segurança eterna de nossa família.

Virgindade, pureza, casamento, adultério e estupro são temas de vasto estudo, mas os princípios contidos nas leis concernentes a eles também contêm um peso imutável. Deus criou o homem e a mulher para viverem em um relacionamento heterosexual, monogâmico e dentro do casamento. Os relacionamentos fora deste contexto são reprovados pelo Senhor.

Seja a nossa vida e a nossa casa dirigida pelos princípios da Palavra de Deus, e ainda que por algum motivo nos desviemos do caminho, ouviremos o Espírito Santo a nos dizer: “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21).

Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio22 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 21 – Comentado por Rosana Barros
4 de abril de 2019, 0:30
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“Sê propício ao Teu povo de Israel, que Tu, ó Senhor, resgataste, e não ponhas a culpa do sangue inocente no meio do Teu povo de Israel. E a culpa daquele sangue lhe será perdoada” (v.8).


O capítulo de hoje confirma uma verdade absoluta: Cada vida humana é preciosa aos olhos de Deus! Fosse achado “alguém morto, caído no campo, sem que [soubessem] quem o matou” (v.1), providências deveriam ser tomadas a fim de expiar aquele sangue derramado. Os sacerdotes e os anciãos da cidade mais próxima do lugar onde estava o morto deveriam seguir as orientações de Deus a fim de eliminar do meio do povo “a culpa do sangue inocente” (v.9).

Em uma cultura radicalmente machista, o Senhor proveu meios de proteger as mulheres rejeitadas pelo marido, inclusive, as estrangeiras. Há a possibilidade da rejeição quanto a ex-cativa abranger motivos culturais ou religiosos incompatíveis, como, por exemplo, a recusa da mulher em partilhar da mesma fé de seu cônjuge ou de querer incluir à religiosidade do lar os costumes pagãos de sua nação de origem. Seja qual tenha sido a causa da rejeição por parte do homem, Deus não permitiu que esta rejeição fosse seguida por escravidão e maus tratos.

Da mesma sorte, Israel admitia a poligamia, algo que foi estabelecido pelo homem e que tantos danos tem causado desde então. Apesar de também não se tratar do ideal de Deus para o casamento, Ele não permitiu que houvesse injustiça quanto aos direitos da mulher aborrecida ou menos amada, principalmente se esta gerasse o primogênito da família. O Senhor lhe daria um consolo e tranquilidade, assim como o foi com Lia, que tanto desejava o amor de Jacó.

A educação do lar era um dos assuntos de destaque na história de Israel. A ordem era clara quanto ao ensino dos pais aos filhos: “tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt.6:7). Porém, tivesse alguém “um filho contumaz e rebelde… dissoluto e beberrão” (v.18 e 20), que reiteradamente não desse ouvidos à voz de seus pais, a morte por apedrejamento era o seu destino. Com tristeza inexprimível, os pais entregavam aquele filho a fim de que o mal não se estendesse para o seio de outras famílias.

Como pais, não cogitamos a ideia de entregar um filho nosso que seja, ainda que rebelde, à sentença de morte. E julgamos deveras severa a punição de um filho desobediente ou um absurdo o repúdio do marido para com sua mulher. E, de fato, eram leis duras para um povo de coração duro. Contudo, a última parte deste capítulo revela a natureza do sacrifício de Cristo, o Filho obediente do Pai. Quando lemos que “o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus” (v.23), temos um vislumbre maior do que Jesus passou por mim e por você. Ele Se fez maldito para que fôssemos abençoados. Uma verdade que rasga as cortinas do tempo e nos diz que o inocente morreu para o perdão do culpado.

Em tempo de graça e de oportunidade, que possamos escolher aceitar o sacrifício que nos trouxe a paz e vivermos em conformidade com o plano original do Criador para o casamento e educação dos nossos filhos, e, certamente, o Senhor completará a obra levando a nossa família para a Casa do Pai, portanto: Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela graça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio21 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 20 – Comentado por Rosana Barros
3 de abril de 2019, 0:30
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“[Pois] o Senhor, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar” (v.4).


Um período sucessivo de guerras estava à frente de Israel. O Senhor precisava instruir a nação acerca do que teria de enfrentar e como se portar diante da batalha. Até mesmo em estado de guerra Deus ensinou aos Seus filhos que nem em uma situação tão extrema as questões familiares devem ser ignoradas. O Originador da família admitiu exceções no alistamento militar a fim de preservar a harmonia e preservação do lar de cada filho do Seu povo.

De igual forma, o Senhor também manifestou o Seu desejo pela paz entre as nações ao declarar: “Quando te aproximares de alguma cidade para pelejar contra ela, oferecer-lhe-ás a paz” (v.10). A guerra, portanto, era a última opção. E mesmo a servidão da nação que aceitasse o acordo de paz seria beneficiada pelas leis criadas para o bem-estar dos servos, oportunizando a Israel tratá-los de forma como gostariam de ter sido tratados quando estavam sob cativeiro egípcio.

O primeiro porta-voz de guerra seria o sacerdote, que dirigiria ao povo palavras de ânimo, de incentivo e de bênção. Logo após, falariam ao povo os oficiais da nação, declarando as exceções quanto ao alistamento dos exércitos de Israel e designando “os capitães dos exércitos para a dianteira do povo” (v.9). Contudo, o acordo de paz não teria validade quanto aos povos que habitavam em Canaã.

Infelizmente, como Sodoma e Gomorra, aquelas nações rejeitaram os apelos divinos que por tantos anos de graça haviam se estendido. E, semelhante ao tempo de Ló, desde o menor até ao maior haviam sido maculados pelas abominações “que fizeram a seus deuses” (v.18). Ou Israel destruía por completo aqueles povos, ou seriam ensinados a imitá-los. A influência maligna da idolatria precisava ser detestada e erradicada pela raiz.

Estamos todos envolvidos em uma grande peleja espiritual. O campo de batalha? A Terra. Os inimigos? Satanás e seus anjos. O exército do Deus vivo? Aqueles que se revestem de Sua armadura. O sacerdote e capitão que está a dianteira do povo de Deus? Jesus Cristo. E assim como houve “peleja no Céu” (Ap.12:7) e Cristo e Seus anjos venceram a batalha, “o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14).

“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).

Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio20 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 19 – Comentado por Rosana Barros
2 de abril de 2019, 0:30
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“Não o olharás com piedade: vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé” (v.21).


Estamos diante de um contexto difícil de se conceber, partindo do princípio de que “Deus é amor” (1Jo.4:8). Um dos maiores questionamentos de muitos tem sido justamente este: Se Deus é amor, como explicar os Seus atos no Antigo Testamento? Como harmonizar este Deus com Jesus e Suas obras? Na verdade, havia uma real necessidade de impor estreitos limites que evitassem a tolerância com o pecado e a prática da injustiça; uma urgência de instruir um povo prestes a cruzar as fronteiras de Canaã.

As cidades de refúgio eram uma irrefutável representação da misericórdia e da justiça de Deus. Não é o ato do pecado em si que fere o coração de Deus, mas a intenção ao praticá-lo. O mandamento é claro: “Não matarás” (Êx.20:13), mas se alguém transgredisse tal mandamento “sem o querer” (v.4), teria a oportunidade de encontrar abrigo em uma das cidades refúgio para que fosse conservada a sua vida. O pecado, no entanto, é tão cruel, que mesmo o cometendo sem intenção, acabamos colhendo as suas ruins consequências, afinal, mesmo que o homicida tivesse para onde ir, teria de deixar para trás o seu lar e aqueles a quem amava.

A famosa lei do “olho por olho, dente por dente” (v.21), apesar de ser considerada severa e hostil, fora uma maneira de impor limites a fim de evitar excessos na hora de punir. Diante de um povo de dura cerviz, não houvesse o Senhor instruído Moisés a limitar as sanções, e Canaã se tornaria um covil de assassinos. O real desejo do Senhor para Israel era que a nação aprendesse a viver em paz uns com os outros e que, por seu exemplo, as demais nações convertessem “as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras”; [que] uma nação não [levantasse] a espada contra outra nação, nem [aprendesse] mais a guerra” (Is.2:4).

O ministério terrestre de Cristo foi o cumprimento e o supremo exemplo do que Deus deseja seja o Seu povo na Terra, “para que viva” (v.4), “para que te vá bem” (v.13) e receba por herança a “terra que o Senhor, teu Deus, te dá para a possuíres” (v.14). Jesus foi a personificação do Pai, a perfeita manifestação do caráter do grande EU SOU. Ele mesmo afirmou: “Quem me vê a Mim vê o Pai” (Jo.14:9). Ainda há “uma porta aberta no céu” (Ap.4:1). Ainda há uma oportunidade de graça. Deus nos chama para fazermos dEle o nosso refúgio e foi Ele mesmo que “deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Aceitemos, hoje, a Sua oferta de graça e, enquanto aguardamos a nossa futura herança, vigiemos e oremos.

Bom dia, alvos da graça de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio19 #RPSP

Comentário em áudio:
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