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“Estes nasceram dos gigantes em Gate; e caíram pela mão de Davi e pela mão de seus homens” (v.8).
Alguns acreditam que os gigantes da Bíblia mediam aproximadamente incríveis 4 metros de altura. Outros, que chegavam a quase três metros. Uma coisa é certa: eram homens imponentes e extremamente fortes. Quando Moisés enviou os primeiros espias à terra prometida, o medo apoderou-se do povo quando soube que era terra de gigantes (Nm.13:28). Medo esse que provocou a incredulidade que fez aquela geração tombar no deserto.
Golias não seria o único gigante na vida de Davi. No quesito dificuldades, Davi teve que enfrentar “gigantes” bem maiores, como a perseguição implacável de Saul. Mesmo Davi demonstrando o seu amor e provas de que não desejava o seu mal, Saul tornou-se “um homem de grande estatura” (v.6) na vida de Davi. O pastorzinho de Jessé não tinha ambição alguma de tomar a coroa de Saul como fez com o rei de Rabá (v.2). Saul que a escolheu perder. Mas Davi confiou na justiça do Senhor e o Senhor o livrou.
Meus irmãos, como o capítulo de hoje, serei rápida e objetiva. Os gigantes que aparecem na nossa vida podem ser instrumentos de derrota ou de vitória. Tudo vai depender de como os enfrentamos. Quantas vezes são problemas que podem ser facilmente solucionados e acabamos transformando-os em verdadeiros gigantes. Quantas vezes o Senhor nos convida a nEle descansar e trocamos a Sua graciosa oferta por angústia e frustração: “Em vos converterdes e sossegardes, está a vossa salvação; na tranquilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes” (Is.30:15).
Eu não sei qual ou quais são os gigantes que te desafiam. Mas o Senhor diz aos Seus filhos, hoje: “Não temas diante deles, porque Eu sou contigo para te livrar, diz o Senhor” (Jr.1:8). Não se desespere diante da tribulação. Confia no Senhor dos Exércitos, e Ele fará de você um gigante da fé, e lhe recompensará com a coroa da salvação. Basta aceitar, confiar e permanecer sendo reavivado, até atingir “a medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef.4:13). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, vencedores com Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas20 #RPSP
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“Sê forte, pois; pelejemos varonilmente pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus; e faça o Senhor o que bem Lhe parecer” (v.13).
A estratégia política usada por Naás não foi a mesma usada por seu filho, Hanum. Davi usou de bondade. Hanum desmoralizou os mensageiros de Davi. O contraste gerou discórdia, e a discórdia gerou guerra. E os valentes de Davi foram enviados para serem instrumentos do Senhor avançando com firmeza na certeza da vitória. A sentença dita por Joabe: “faça o Senhor o que bem Lhe parecer” (v.13), não denota um famoso “se Deus quiser”, e sim um “seja feita a Tua vontade” (Mt.6:10). Foi uma expressão de plena confiança na provisão divina. Deus os fortalecia e, por conseguinte, fortaleciam-se uns aos outros.
Percebam que o versículo 12 enfatiza a forma como eles se ajudavam mutuamente. Um agia em socorro do outro, conforme a necessidade. O mais forte agindo em favor do mais fraco. Esse é um dos princípios fundamentais da Palavra de Deus: a solidariedade. Primeiramente, a ajuda vem do Alto, mas ela precisa produzir seus efeitos horizontais. Ao nosso lado existem pessoas que precisam que usemos de bondade para com elas. Não por intenções egoístas, mas por amor; pelo precioso amor que de Deus procede.
Um dia João Batista enviou mensageiros a Jesus para perguntar se Ele realmente era o Messias. Ora, João havia confessado isso pouco tempo antes e pôde contemplar e ouvir a manifestação do Pai e do Espírito Santo. Como, pois, perguntar se ainda viria outro após Ele? Jesus poderia tê-lo censurado, porém, escolheu enviar-lhe uma resposta incontestável: “os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho” (Lc.7:22).
Assim como nas batalhas do antigo Israel, temos de lidar com um conflito cósmico cujo inimigo “anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Mas o Senhor “escolheu dentre todos o que havia de melhor… e os formou em linha” (v.10), para a batalha final. Precisamos ter em mente que somos soldados de um só exército e que a nossa missão consiste em cuidar uns dos outros; aliviar os sofrimentos, tratar das feridas e, se preciso for, dar “a própria vida em favor dos seus amigos” (Jo.15:13).
A resposta que os mensageiros de Davi tiveram tornou-se em vergonha, mas a resposta dada por Cristo aos mensageiros de João Batista tornou-se em inconfundível manifestação das maravilhosas obras de Deus. Cumpre-nos permanecer em Cristo Jesus a fim de que as Suas obras sejam reveladas em nós. Nas trincheiras deste mundo ainda existem milhares de soldados aguardando alistamento. O Espírito de Deus tem Se movido por sobre as multidões e procurado pelos verdadeiros adoradores, “todo o exército dos valentes” (v.8) do Senhor.
Há uma ardente expectativa do universo não caído pelo fim do pecado e pelo começo de um planeta Terra renovado. Anjos intensificam seu “serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Jesus mostra ao Pai as marcas de Seu sacrifício, e Seu amor é derramado sobre o mundo em forma de longanimidade, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). É nosso dever cristão fazer parte deste cenário de amor eterno agindo em socorro de nossos irmãos. Mas agindo como? Jesus nos dá a resposta: “aquele que crê em Mim fará também as obras que Eu faço e outras maiores fará” (Jo.14:12).
Vá a Jesus, hoje. Olhe para Ele. Só podemos ser transformados à Sua imagem através da contemplação. Olhando para Jesus você conseguirá olhar para o seu semelhante com as lentes da graça de Deus. Portanto, “executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (Zc.7:9). Vigiemos e oremos!
Bom dia, linha de frente do exército do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#RPSP #1Crônicas19 #RPSP
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“… e o Senhor dava vitórias a Davi, por onde quer que ia” (v.13).
Davi subiu ao trono de Israel não apenas como um rei, mas como um valente guerreiro e justo juiz. Com a mesma coragem com que desafiou a fúria de Golias, Davi enfrentava cada batalha certo de que o Senhor dos Exércitos ia à sua frente. Em cada conquista, tudo era dedicado a Deus, e boa parte separada para a construção do futuro templo. Certamente, o reinado de Davi tornou-se conhecido entre os povos e, como homem de guerra era temido pelas nações da Terra.
Apesar de sua fama nas batalhas, era um homem que também as evitava, sempre que possível. Quando proposta, a paz era feita em forma de alianças políticas através do pagamento de tributos e de mão-de-obra escrava. Em sua função como juiz, “julgava e fazia justiça a todo o seu povo” (v.14). Na lista de seus oficiais estão inclusos alguns de seus valentes, sendo que seus filhos “eram os primeiros” ao seu lado (v.17). Se os registros de Davi fossem limitados ao que temos visto até agora neste livro, sua biografia poderia ser considerada a de um perfeito governante.
Mas, por algum motivo, o Senhor escolheu revelar as quedas de Davi e deixá-las registradas nas Escrituras. Davi foi vitorioso nos conflitos externos, mas teve de enfrentar terríveis derrotas em conflitos internos. Às escondidas com Bate-Seba, ou na ousadia de levantar um censo sem a permissão de Deus, o bravo monarca teve de encarar de frente as consequências de seus pecados, e o seu pior inimigo: ele mesmo. “Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim” (Sl.51:3).
É fácil ficar em pé diante da vitória, difícil é permanecer da mesma forma em face da derrota. Davi foi considerado um homem segundo o coração de Deus não por causa de suas conquistas, mas porque permitiu que suas quedas se tornassem em degraus para estar mais perto do Senhor. Ele não encontrava desculpas para o pecado, mas o confessava em profundo arrependimento: “Pequei contra Ti, contra Ti somente, e fiz o que é mau perante os Teus olhos” (Sl.51:4).
Às vezes o que nos falta é justamente essa confissão e entrega. Nas vitórias, reconhecer que foi a mão do Senhor. Nas derrotas, clamar por Seu perdão e auxílio. O “Senhor dava vitórias a Davi, por onde quer que ia” (v.6) não porque houvesse em Davi mérito algum, e sim porque Davi confiava em Deus e em Seu amor, como está escrito: “Porque a Mim se apegou com amor, Eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o Meu nome” (Sl.91:14).
Apegue-se ao Senhor! Prossiga em conhecê-Lo! Confesse-Lhe os seus pecados! E as mesmas bênçãos e promessas lhe acompanharão por onde quer que você vá. Vigiemos e oremos!
Bom dia, apegados ao amor de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas18#RPSP
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“Sê, pois, agora, servido de abençoar a casa de teu servo, a fim de permanecer para sempre diante de Ti, pois Tu, ó Senhor, a abençoaste, e abençoada será para sempre” (v.27).
Davi habitava “em sua própria casa” (v.1) quando expressou ao profeta Natã a sua angústia: “Eis que moro em casa de cedros, mas a arca da Aliança do Senhor se acha numa tenda” (v.1). Aquela situação incomodou o homem segundo o coração de Deus. Como ele poderia morar em uma linda casa, enquanto a Casa do Senhor não passava de uma tenda? Percebendo a sinceridade do rei e reconhecendo seu propósito louvável, o profeta Natã o encorajou: “Faze tudo quanto está no teu coração, porque Deus é contigo” (v.2).
Davi tinha as melhores intenções, mas essas não estavam de acordo com a vontade de Deus. Não seria por meio dele que o templo seria construído, mas por seu filho e sucessor, Salomão.
Muitas vezes temos as melhores intenções possíveis em realizar a obra do Senhor, mas esquecemos de perguntar ao Senhor da obra se realmente estamos no caminho certo. Davi não foi o escolhido por Deus para construir o templo, e sim para iniciar uma dinastia que faria parte da genealogia do Rei dos reis, Jesus Cristo.
Não podemos confundir bênção com permissão. Ainda que estejamos debaixo da bênção do Senhor, isso não nos autoriza a fazer tudo o que desejamos, ainda que tenha a ver com o serviço cristão. Agir dessa forma acaba gerando resultados insatisfatórios e causando decepções que poderiam ser evitadas simplesmente se fizéssemos o que estudamos essa semana: antes da ação, vem a oração. Tenho aprendido a viver dessa forma, e posso lhes garantir: vale muito a pena! É tão maravilhoso que você pedirá a Deus todos os dias para nunca mais voltar a fazer qualquer coisa sem antes pedir a Sua orientação. Afinal, Cristo mesmo disse: “porque sem Mim nada podeis fazer” (Jo.15:5).
Davi queria fazer algo maravilhoso, mas sem a permissão divina, não passaria de uma simples construção. E sabem o que é mais lindo? O diálogo entre o Senhor e Davi. A intimidade que havia entre Davi e Deus pode ser claramente vista todas as vezes que Davi expressava a sua gratidão. Como ele mesmo escreveu: “A intimidade do Senhor é para os que O temem, aos quais Ele dará a conhecer a Sua aliança” (Sl.25:14). Deus realmente deu a conhecer a Davi a Sua aliança com ele e com a sua descendência: “de maneira que também falaste a respeito da casa de teu servo para tempos distantes” (v.17). Os salmos que compôs são verdadeiras orações cantadas. Davi não escondia suas intenções, nem tampouco fingia ser o que não era. Por isso que com ousadia, disse ao Senhor: “Pois Tu conheces bem teu servo” (v.18). E com humildade se fez o menor dentre todos: “Quem sou eu, Senhor Deus, e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?” (v.16).
Ele mesmo confessou: “que é o homem, que dele Te lembres?” (Sl.8:4). Contudo, Deus tem prazer em abençoar Seus filhos e torná-los bem-sucedidos onde quer que andem (v.8). E a bem-aventurança de Davi seria perpetuada por meio do Filho de Davi. Competia a Davi fazer preparativos para a construção do templo, entretanto, não lhe competia edificá-lo. De uma coisa, porém, ele poderia ter certeza: o Senhor o amava e amava a sua casa com amor eterno (v.27).
O ‘felizes para sempre’ existe, meus amados. Não é apenas uma frase de contos infantis. É uma promessa de Deus para “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). O que Davi conquistou com guerras foram despojos de dor. As guerras que Deus venceu por ele foram milagres do amor. Amor de um Deus que escolhe esquecer os nossos pecados, e os lança “nas profundezas do mar” (Mq.7:19).
Se você nunca experimentou a intimidade do Senhor, não perca mais tempo! Busque agora mesmo um lugar onde possa conversar com Aquele que deseja ser o seu melhor Amigo, continue sendo reavivado pela Palavra, e, certamente, muito em breve, ouvirás: “o confirmarei na Minha casa e no Meu reino para sempre” (v.14). Vigiemos e oremos!
Bom dia, amigos do Senhor!
- Deixe nos comentários o seu testemunho e/ou pedido de oração. #euoroporvocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas17 #RPSP
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“Rendei graças ao Senhor, invocai o Seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os Seus feitos” (v.8).
A arca da aliança foi introduzida “no meio da tenda que lhe armara Davi; e trouxeram holocaustos e ofertas pacíficas perante Deus” (v.1). Ali, foi tributado ao Senhor um culto especial de entrega, de comunhão e de gratidão. “[Tanto] os homens como as mulheres” (v.3) foram beneficiados com porções iguais de alimento, como um símbolo da igualdade das bênçãos provenientes da verdadeira adoração.
Desde a mais tenra idade, Davi desenvolveu um gosto pela música e seu talento nas mãos de Deus tornou-se em instrumento de louvor. Ao tocar a sua harpa nas colinas de Belém ou diante de um rei endemoniado, não restava dúvida de que suas composições eram acompanhadas pela regência do Céu e afugentavam as potestades malignas. E era esse tipo de música que deveria encher o santuário, “e celebrar, e louvar, e exaltar o Senhor, Deus de Israel” (v.4), “continuamente” (v.37).
Diante de um cenário de paz e harmonia, Davi declamou as palavras que compõem o texto de pelo menos três salmos: Salmo 96, Salmo 105 e Salmo 106. Em forma de ações de graças, o rei poeta exaltou o nome de Deus, reforçou a sua confiança na aliança divina, fez um chamado a todos para que adorem somente ao único Deus e Criador de todas as coisas, e encerrou com a máxima da salvação que só o Senhor pode dar.
Parece que Davi estava vivendo um pequeno vislumbre do Céu. O santuário e tudo o que ali havia despertava em Davi o ardente desejo de estar na presença de Deus. Era ali que o guerreiro de Judá depunha sua armadura mortal e vestia-se “de um manto de linho fino” (1Cr.15:27); tirava a sua coroa real, e humilhava-se na condição de servo; deixava de ser um rei, para tornar-se um súdito. E experimentando aquela atmosfera celestial, com o coração e com lágrimas orava: “que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no Seu templo” (Sl.27:4).
Aquele lugar sagrado apontava para a morada de Deus, mas, principalmente, para a promessa verdadeira e fiel de que o Senhor salvará o Seu povo. Através do episódio do transporte da arca, Davi soube reconhecer que há um abismo entre apenas conhecer as Escrituras e conhecer e praticar as Escrituras. Quando ele declarou: “Porque todos os deuses dos povos são ídolos; o Senhor, porém, fez os céus” (v.26), nos deixou o ponto exato que difere o Senhor dos deuses e ídolos deste mundo: o Senhor Deus é o Criador.
O único mandamento que contém o selo da criação, é o quarto mandamento, quando diz: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êx.20:11). Declara ainda a primeira voz angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Israel era o único povo que observava o sábado dentre as demais nações, e esta será uma marca distintiva do povo de Deus que dentro em breve acentuará a diferença entre os falsos e os verdadeiros adoradores.
Assim como há uma forma litúrgica especial de louvor na Casa do Senhor, com “instrumentos de música de Deus” (v.42), bem como um dia de especial adoração que Ele mesmo declarou como santo, somos chamados a desfrutar as bênçãos da obediência, rejeitando tudo aquilo que não dê “ao Senhor a glória devida ao Seu nome” (v.29). Possamos, hoje, dar ouvidos ao apelo do apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).
Seja a nossa oração “continuamente ao Senhor” (v.40): “Salva-nos, ó Deus da nossa salvação, ajunta-nos e livra-nos das nações, para que rendamos graças ao Teu santo nome e nos gloriemos no Teu louvor” (v.35). Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo da aliança perpétua!
Desafio da semana: Além de desfrutarmos dos benefícios do ar puro, da luz solar e da água, precisamos de uma alimentação saudável para desfrutar de boa saúde. Dê preferência à ingestão de frutas, vegetais, grãos e alimentos integrais (Aconselho procurar um nutricionista naturalista). Faço votos por tua saúde!
Rosana Garcia Barros
PrimeiroDeus #1Crônicas16 #RPSP
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“Santificaram-se, pois, os sacerdotes e levitas, para fazerem subir a arca do Senhor, Deus de Israel” (v.14).
A bênção de Deus na casa de Obede-Edom alegrou sobremodo o coração de Davi, e o fez perceber que o seu procedimento anterior não estava de acordo “como Moisés tinha ordenado, segundo a palavra do Senhor” (v.15). Davi não havia consultado a Deus no transporte da arca, como havia feito antes de guerrear contra os filisteus. Por mais que as suas intenções fossem sinceras, deixou de cumprir o “assim diz o Senhor”. A diferença entre a sua atitude precipitada e a atitude de Saul com seus sacrifícios abomináveis (1Sm.15:22), estava no tipo de solo do coração.
Saul permitiu que seu coração se tornasse um solo pedregoso. Já Davi permitiu que Deus lhe conservasse um coração de carne, onde as correntes de Sua bondade pudessem penetrar e conduzi-lo ao arrependimento (Rm.2:4). Davi reconhecia o seu erro e procurava fazer o que era correto. E ao chamar os levitas para transportar a arca da aliança, a sua primeira ordem a eles foi: “Santificai-vos” (v.12).
Na primeira vez, não haviam buscado o Senhor conforme ordenado. Portanto, precisavam fazer tudo “segundo a palavra do Senhor” (v.15). Os levitas foram separados por Deus para desempenhar funções específicas no templo, e para isso deveriam santificar-se, ou seja, separar-se de tudo aquilo que pudesse tornar comum o que Deus havia declarado como sendo sagrado. E ao som de instrumentos, de vozes de canto e “com alegria” (v.25), Davi “e todo o Israel” (v.28) fizeram subir a arca do Senhor à Jerusalém. Exceto Mical, filha de Saul e esposa de Davi, que vendo “Davi dançando e folgando, o desprezou no seu coração” (v.29).
Enquanto sua esposa insatisfeita e desprovida da alegria celeste lançava sobre ele olhar de reprovação, Davi se alegrava no Senhor. Como seu pai, Mical estava fechando o coração para enxergar a bondade de Deus, e o seu desprezo endureceu o seu coração. Para ela, aquela atitude de Davi não era adequada a um rei. Diante da Palavra de Deus e de tudo aquilo que Ele separou como sagrado deve haver alegria e júbilo. Davi escolheu adorar do chão para o Céu. Mical escolheu julgar da janela para o chão.
Temos buscado diariamente a santificação por meio do que Jesus orou: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). E através desta busca, nos é dada a oportunidade do hoje e a possibilidade do amanhã. Portanto: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Com júbilo e com alegria, receba em seu coração a Palavra do Senhor! E se achar que está com o coração endurecido, Deus tem uma linda obra para realizar em você: “tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne” (Ez.11:19). Santifiquemo-nos, vigiemos e oremos!
Bom dia, santos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas15 #RPSP
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“Assim se espalhou o renome de Davi por todas aquelas terras; pois o Senhor o fez temível a todas aquelas gentes” (v.17).
Um verdadeiro filho de Deus não é conhecido pelas palavras que saem de sua boca, mas pela Palavra que é vista em sua vida. Existem quatro ações de Davi que merecem destaque neste capítulo:
- Ele reconheceu que o Senhor o confirmou como rei de Israel (v.2);
- Ele consultou a Deus antes de agir (v.10);
- Ele perseverou em primeiro ouvir a voz de Deus (v.14);
- Ele foi obediente à instrução divina (v.16).
Há uma sequência lógica nessas ações. Percebam:
- RECONHECER o poder de Deus;
- CONSULTAR a Deus por meio da oração e da Palavra;
- PERSEVERAR na comunhão;
- FAZER a vontade de Deus.
Eis o exemplo que Cristo nos deixou. Eis a sequência de verbos que nos transforma segundo o caráter do Verbo (Jo.1:1-3). Seguindo esses passos, nenhum inimigo subsistirá. Porque Deus sai adiante de todo aquele que entrega suas batalhas a Ele. Por vezes, o Senhor não nos livra das “guerras”, mas nos motiva e ensina a vencê-las com as armas corretas (Veja Ef.6:10-18). E o maior desejo de Deus é de falar com Seus filhos e de ouvi-los. RECONHECER, CONSULTAR, PERSEVERAR e FAZER promove uma vida de comunhão plena com Ele e de constante santificação.
O nome de Davi não ficou conhecido porque era um grande herói de guerra, mas porque Deus o tornou conhecido. Davi foi instrumento do Senhor, e não o contrário. Muitos têm usado o nome de Deus como instrumento para conquistar suas próprias ambições. Obstinados, agem com aparência de piedade, sendo que o coração endurecido não permite que o Espírito Santo os transforme. Davi foi chamado o homem segundo o coração de Deus não pelo que fez, mas pelo que permitiu que Deus fizesse nele e por meio dele. Estava sempre disposto a ouvir a Deus e a obedecê-lO. Sabemos que Davi não foi perfeito, mas pôde sentir o peso das consequências todas as vezes que agiu conforme seus próprios impulsos.
No Vale de Elá, Davi olhou para cima e foi vitorioso. Na sacada do palácio, olhou para baixo e foi derrotado. Estamos todos inseridos no mesmo contexto, e entre erros e acertos Deus não desiste de lutar por nós. Ainda que sejam muitos os inimigos, o mal que carregam consigo jamais terá voz ativa diante do “estrondo de marcha” (v.15) que vem da parte do Senhor em defesa de Seus filhos. Ainda que tenhamos que enfrentar “fileiras inimigas” (v.11), ou o nosso próprio coração enganoso, se seguirmos os passos que vimos hoje, certamente, Deus sairá adiante de nós e nos livrará.
Lembremos de Noé que fez tudo “segundo o Senhor lhe ordenara” (Gn.7:5), e foi salvo ele, e a sua casa. Lembremos de Abraão, que não negou o seu único filho e, pela fé, foi justificado. Lembremos de Daniel e de seus amigos, que não consideraram valiosa a própria vida, e seus nomes estão arrolados para a eternidade. “E que mais direi? Certamente, me faltará o tempo necessário para referir o que há a respeito de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas” (Hb.11:32). Que você e eu sejamos as derradeiras testemunhas de Jesus em meio às trevas morais e espirituais deste mundo. Que no fim deste grande conflito, sejamos reconhecidos como os perseverantes santos do Altíssimo (Ap.14:12). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas14 #RPSP
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“Então, toda a congregação concordou em que assim se fizesse; porque isso pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v.4).
A liderança de Davi nos deixou registros de sabedoria e sensatez. Ele não decidia pelo povo, ele decidia com o povo. Não que sempre desse ouvidos à voz do povo, e sim que a opinião de seus liderados não era ignorada. O desejo de Davi era de governar um povo de um só Senhor, e para isso necessitava reaver tudo aquilo que o auxiliasse no cumprimento desse propósito. Mas até um líder assim também pode falhar.
A arca de Deus, ou arca da aliança, estava em outra cidade de Israel, Quiriate-Jearim; ali havia permanecido por muitos anos, até que Davi resolveu levá-la para Jerusalém. A arca ficava no lugar Santíssimo do santuário e era o único objeto daquele compartimento. Dentro dela estavam as tábuas do Decálogo, ou seja, os dez mandamentos. Ali estava a confirmação da aliança de Deus com o Seu povo e a manifestação de Seu caráter. Não se tratava, portanto, de um objeto qualquer, mas de uma obra de arte que carregava a assinatura do dedo de Deus (Êx.31:18).
Saul não se importou em buscar a arca do Senhor. Ele estava tão focado nas guerras e na inveja que sentia de Davi, que permitiu que a maior guerra surgisse em seu coração, aprisionando-o ao pecado. Apesar das boas intenções de Davi, ele também cometeu o grave erro de transportar a arca sem seguir as instruções de Deus. E por tocar no que não lhe era permitido, Uzá morreu, e sua morte entristeceu o coração de Davi de uma forma que toda a sua alegria desvaneceu, negando-se a prosseguir com o trajeto. “Assim, ficou a arca de Deus com a família de Obede-Edom” (v.14).
Depois de saber o que tinha acontecido com Uzá, você teria coragem de ter a arca da aliança em sua casa? O resultado desse depósito compulsório foi três meses de bênçãos sobre a casa de Obede-Edom e sobre tudo o que possuía. Era perante a arca, no lugar Santíssimo, que a glória de Deus era manifestada e somente o sumo sacerdote poderia entrar ali uma vez por ano, no dia da expiação. Uzá ignorou isso, já Obede-Edom entendeu que ali era “invocado o nome do Senhor, que se assenta acima dos querubins” (v.6), e a sua obediência resultou em bênção.
Após o sacrifício de Cristo, o véu do santuário se rasgou de alto a baixo (Mt.27:51), nos dando livre acesso ao Pai. Hoje podemos falar com o Pai por intermédio do Filho. Mas assim como Jesus foi “obediente até à morte” (Fp.2:8), Deus capacita Seus filhos à obediência. A Lei do Senhor “é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm.7:12). Ora, santidade, justiça e bondade são atributos almejados por todo aquele que muito em breve deseja estar diante do trono de Deus. Levar a arca para Jerusalém “pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v.4), mas assim como havia uma forma certa de transportá-la, Jesus nos deixou o perfeito exemplo de como devemos andar com Deus.
A pergunta é: “Como trarei para mim a arca de Deus?” (v.12). Precisamos conhecer a diferença entre o certo e o errado, entre o santo e o profano. Não é o que achamos que seja correto e santo, mas o que a Bíblia estabelece por princípios acerca disso. Notem que Davi e o povo estavam vivenciando um momento de muita alegria, com toda sorte de instrumentos, “com todo o seu empenho” (v.8). Mas este episódio deixa bem claro que se o nosso empenho em fazer a obra de Deus não estiver em comum acordo com as Escrituras, mais cedo ou mais tarde a nossa alegria se tornará em desgosto.
Assim diz o Senhor: “segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o Meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (Ag.2:5). O desejo de Deus é que aceitemos a Sua aliança e sejamos ricamente abençoados com o Espírito Santo em nossa vida e em nosso lar. Então, não teremos o que temer. Temos em nossas mãos a Palavra de Deus, e nela, muitos tesouros a serem explorados. Não negligenciemos o que Saul negligenciou e, como Uzá, não toquemos no que não nos convém, mas que o Espírito Santo nos desperte e reavive fazendo de nosso lar uma casa de bênção. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, família de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas13 #RPSP
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“Porque, naquele tempo, dia após dia, vinham a Davi para o ajudar, até que se fez um grande exército, como exército de Deus” (v.22).
Que capítulo emocionante! Parece até um filme de ação. Vocês conseguiram imaginar cada tropa sendo conduzida a passos firmes e confiantes? Desde tropas de três mil homens, até tropas de cento e vinte mil. Todos sendo alistados no exército de Davi. Afinal, a perseguição de Saul teve fim e no lugar da separação houve união. E esta união recebeu o título de “exército de Deus” (v.22). Que privilégio!
Porém, nesse processo de alistamento, Davi ficou apreensivo por causa de alguns dos que vinham da tribo de Benjamin, irmãos de Saul. Mas assim como Deus o livrou das mãos de Saul, ele confiou que o Senhor faria justiça caso neles houvesse maldade. A atitude de Davi demonstra, mais uma vez, o quanto sua confiança estava depositada em Deus. E a resposta à sua inquietação não veio de Amasai, mas do Espírito Santo: “Nós somos teus, ó Davi, e contigo estamos, ó filho de Jessé! Paz, paz seja contigo! E paz com os que te ajudam! Porque o teu Deus te ajuda” (v.18).
A paz que o Senhor declarou a Davi vai muito além da noção humana do que seja paz. Não se tratava de ausência de batalhas, pois Davi ainda travaria muitas guerras. E sim, a paz em seu sentido real e divino. Enquanto vivesse, Davi experimentaria a paz que só o Senhor pode dar. Não pode haver paz em corações acalorados pela raiva, desamor e inveja. Esses foram os sentimentos que se apoderaram do coração de Saul. E quais foram os resultados desses maus sentimentos na vida dele? Primeiro, abertura para que um espírito maligno o dominasse e o atormentasse. Segundo, uma morte suicida.
Já Davi, o homem segundo o coração de Deus, prezava a união entre irmãos: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! … Ali, ordena o Senhor a Sua bênção e a vida para sempre” (Sl.133:1, 3), e se entristecia com a ausência dela: “Com efeito, não é inimigo que me afronta… mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e amigo íntimo” (Sl.55:12-13). A excelência da união fraternal produz bênção e vida eterna. A desunião produz tristeza e sofrimento.
Deus está organizando as Suas fileiras, e colocando cada um de Seus filhos “em ordem de batalha” (v.38). Israel se tornou como o exército de Deus porque todos eram unânimes em proclamar a Davi como rei, e todos se uniram para ajudar e para se alegrar no partir do pão. Vocês percebem a ligação entre tudo isso e a presença do Espírito Santo? As doze tribos se uniram para realizar a vontade do Senhor, assim como Cristo elegeu doze discípulos e ensinou-lhes a estarem unidos para cumprir a missão que lhes confiou. Então, quando estavam os seguidores de Cristo “todos reunidos no mesmo lugar” (At.2:1), o Espírito Santo foi derramado.
Acompanhem comigo e comparem as passagens de Atos com os versos do capítulo de hoje:
Atos 2:44 – “todos os que creram estavam juntos” (compare com os versos 18 e 22);
Atos 2:45 – “distribuindo o produto entre todos” (compare com os versos 39 e 40);
Atos 2:46 – “partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria” (compare com o v.39);
Atos 2:47 – “louvando a Deus e contando com a simpatia do povo” (compare com o v.40);
Atos 2:47 – “Enquanto isso, acrescentava-lhes o SENHOR, dia a dia, os que iam sendo salvos” (compare com o v.22).
Percebem a fantástica ligação entre os dois relatos? Se o Israel de Deus de hoje estiver unido como um só exército, o menor valerá por cem, e o maior, por mil (v.14), na obra de proclamar o evangelho eterno. Se permanecermos unidos nesse propósito, segundo a palavra do Senhor, o Espírito Santo nos tornará “destros para ordenar uma batalha com ânimo resoluto” (v.33). Sigamos avante exército do Deus vivo! “Paz, paz seja contigo!… Porque o teu Deus te ajuda” (v.18)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas12 #RPSP
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“São estes os principais valentes de Davi, que o apoiaram valorosamente no seu reino, com todo o Israel, para o fazerem rei, segundo a palavra do Senhor, no tocante a esse povo” (v.10).
Estudar sobre a vida de Davi é desafiador e fascinante. Desafiador porque não foi um personagem qualquer, mas um menino que derrotou um gigante, e um rei que foi vencido pela cobiça. O menino pastor teve uma fé inabalável diante de um inimigo de quase três metros de altura; já como um poderoso rei e guerreiro, não soube controlar seus impulsos diante da beleza de uma mulher. Fascinante porque foi este homem inconstante e imperfeito que o Senhor escolheu e intitulou como o homem segundo o Seu coração.
Com a morte de Saul, Davi assumiu o trono de Israel, “segundo a palavra do Senhor por intermédio de Samuel” (v.3). Jerusalém foi conquistada, e ali Davi estabeleceu o seu trono, “pelo que se chamou a Cidade de Davi” (v.7). E o seu reino crescia e prosperava, “porque o Senhor dos Exércitos era com ele” (v.9). Mas Davi não estava sozinho em termos de material humano. Ao seu lado estava o seu exército pessoal: os “valentes de Davi” (v.11). De forma valorosa apoiaram o seu reinado, colocando suas vidas à sua disposição. Davi estava literalmente cercado por eles. E algumas das ações dos valentes ganham destaque no capítulo de hoje, como na vez em que três deles foram buscar água para Davi, enfrentando um exército de filisteus na ida e na volta. A estes três, a Bíblia chama de “os três valentes” (v.19).
Aqueles homens arriscaram tudo, inclusive a própria vida, por amor ao seu rei. Viviam em defesa de Davi e da Cidade de Davi. No livro Evangelismo, p. 63, encontramos a seguinte citação: “Deus deseja homens [e mulheres] que arrisquem qualquer coisa e todas as coisas para salvar almas”. (Lembrando que almas na Bíblia se refere a pessoas. Pois “a alma que pecar, essa morrerá” Ez.18:4). Aqueles valentes agiam valorosamente em defesa de um reino terreno. Quão maior deve ser o nosso testemunho como representantes do Reino dos Céus!
Como valentes do Senhor, a nossa missão consiste em usar e multiplicar os talentos que Ele nos deu, confiando na maravilhosa e fiel promessa: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). A valentia que Cristo espera de Seus filhos não é física, ou não teria repreendido Pedro ao golpear o servo do sumo sacerdote: “Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada à espada perecerão” (Mt.26:52). Cristo espera de Seus seguidores a valentia de enfrentar a oposição, a descrença, as tradições humanas, mediante “a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Ef.6:17), oferecendo a todos a água da vida.
Ser valente não é ser uma ameaça ao nosso semelhante. Ser valente é ser um agente da esperança! Meus amados, semelhante aos valentes, que não consideraram perder a própria vida por amor a Davi, que o nosso amor pelo Senhor nos mova a viver como Paulo: “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At.20:24). Vigiemos e oremos!
Bom dia, valentes do Senhor dos Exércitos!
Rosana Garcia Barros
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