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“Por alimento me deram fel e na minha sede me deram a beber vinagre” (v.21).
Este Salmo, intitulado de “O lamento do Messias”, possui algumas referências acerca do sofrimento de Cristo, principalmente no que diz respeito aos Seus últimos momentos de vida na Terra. Rejeitado pelos Seus (Jo.1:11) e até pela própria família (Jo.7:5), Jesus viveu o ministério da reconciliação oferecendo-Se a Si mesmo na vida e na morte. Movido por terna compaixão e amor abnegado, Suas obras testificavam da riqueza de Sua graça para com a humanidade caída. E, no silêncio da madrugada, o Homem de dores ascendia aos Céus as orações mais altruístas que este mundo jamais testemunhou.
Olhando para as cenas finais do Calvário, percebemos o claro contraste entre criatura e Criador. Nos momentos finais de Sua paixão, Aquele que curou multidões só pôde contar de perto com a companhia de João e de Sua mãe. Onde estavam os Seus seguidores? Onde estavam as multidões que O aclamaram como um rei em Sua entrada triunfal em Jerusalém? Sua morte ignominiosa foi vista como uma derrota, devido à cegueira espiritual predominante. Não puderam reconhecer o cumprimento das profecias messiânicas e perderam o privilégio único de, apontando para a cruz, como o Batista, declarar a vitoriosa afirmação: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo.1:29).
A morte que nos trouxe a vida foi suficiente e eficaz. Até mesmo em Sua morte e sepultamento, Jesus respeitou o mandamento que estabeleceu desde o Éden como memorial da criação (Gn.2:1-3). Nas horas do sábado, o nosso Salvador descansou e selou este dia como memorial da redenção. Sua agonia encontrou o repouso no cumprimento de Sua imutável Lei. Assim também somos chamados, hoje, a descansar no repouso de Cristo. E, assim como Ele ressuscitou ao terceiro dia, aguardar o cumprimento da fiel promessa de Sua segunda vinda.
O Senhor não nos deixou na ignorância, amados. Temos em mãos a Sua santa Palavra. “Vejam isso os aflitos e se alegrem”, e, “quanto a vós outros que buscais a Deus, que o vosso coração reviva” (v.32). Diante da turbulência que estamos vivendo, não precisamos andar desanimados, mas louvando “com cânticos o nome de Deus” (v.30), pois Jesus mesmo nos deixou escrito: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Não precisamos cair no mesmo erro daqueles que não souberam reconhecer as profecias messiânicas, mas que, com o coração reavivado pela bendita esperança, olhemos “firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, O qual, em troca da alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hb.12:2). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, salvos em Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo69 #RPSP
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“Bendizei a Deus nas congregações, bendizei ao Senhor, vós que sois da estirpe de Israel” (v.26).
Usando figuras de linguagem conhecidas pelo povo, de experiências vividas, e símbolos que representam cenas futuras, Davi compôs este precioso Salmo. Já no início, percebemos o cenário de um julgamento. “Levanta-Se Deus” (v.1) significa que o Juiz justo está pronto para proferir Sua sentença. Antes de sua morte, o mártir Estêvão, “cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus” (At.7:55-56). A visão de Estêvão representava a sentença do Senhor sobre o povo de Israel, de que não mais seria a Sua nação eleita na Terra; marco este que encerrou a profecia das setenta semanas dadas ao profeta Daniel (Dn.9:24).
Descrevendo as cenas finais deste mundo, João viu “o Cordeiro em pé sobre o monte Sião” (Ap.14:1). Costumo dizer aos meus filhos que se temos Jesus como nosso Advogado hoje (1Jo.2:1), não O temeremos quando Ele vier como Juiz. Mas “à presença de Deus perecem os iníquos” (v.2), pois não suportarão a glória de Deus, e dirão “aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face dAquele que Se assenta no trono e da ira do Cordeiro” (Ap.6:16). Dentro em breve, o céu se recolherá “como um pergaminho quando se enrola” (Ap.6:14) e ficará repleto de “milhares e milhares” de anjos, e, “no meio deles, está o Senhor” (v.17), pois “virá o Senhor, meu Deus, e todos os santos, com Ele” (Zc.14:6). E os justos se regozijarão e exultarão “na presença de Deus” (v.3), e dirão: “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9).
Eu não sei vocês, amados, mas eu me sinto “exausta” (v.9) e com grande expectativa aguardo e clamo pela preciosa promessa da “copiosa chuva” (v.9) do Espírito Santo: “Pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias” (Zc.10:1). O “Pai dos órfãos e Juiz das viúvas” (v.5), “que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração” (2Co.1:22), do alto olha para a Terra e sela os Seus últimos servos (Ap.7:3). “O Senhor” também nos “deu a Palavra” (v.11) que nos aproxima do nosso “Deus libertador” (v.20) e nos “faz ouvir a Sua voz, voz poderosa” (v.33). “Bendito seja o Senhor” (v.19)!
Em Seu batismo, Jesus foi ungido pelo Espírito Santo, que desceu “como pomba, vindo sobre Ele” (Mt.3:16), como pomba cujas asas “são cobertas de prata, cujas penas maiores têm o brilho flavo do ouro” (v.13). Sob Suas asas, o Senhor, o Espírito, deseja, “dia a dia”, levar “o nosso fardo” (v.19) até chegarmos no “monte de Deus” (v.15), pois com Ele, “o Senhor, está o escaparmos da morte” (v.20). Falta muito pouco, amados, para, do santuário, iniciar “o cortejo do meu Deus” (v.24) e do seu Deus, que culminará no dia em que, olhando para Cristo, diremos: “Deus é a nossa salvação” (v.19)! Portanto, “bendizei ao Senhor, vós que sois da estirpe de Israel” (v.26), do “Israel de Deus” (Gl.6:16). “Reinos da Terra, cantai a Deus, salmodiai ao Senhor” (v.32), “porque o tempo está próximo” (Ap.22:10). De Sua habitação Jesus declara: “Venho sem demora” (Ap.3:11). “Bendito seja Deus!” (v.35). Vigiemos e oremos!
Bom dia, justos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo68 #RPSP
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“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto” (v.1).
Iniciando com uma parte da bênção sacerdotal (Nm.6:24-26), o salmista dá sequência ao seu louvor com uma antífona de ações de graças. Ao globalizar a adoração a Deus, incluindo “todas as nações” (v.2), a sua perspectiva era de missão, de proclamar a “todos os confins da Terra” (v.7) a bondade de Deus e a Sua justiça. Este Salmo apresenta, de forma muito clara, a obra que o Senhor confiou ao Seu povo; não de um evangelho fechado e exclusivista, mas aberto e inclusivo.
Com insistência, o salmista convida “os povos todos” (v.3) a louvar a Deus e alegrarem-se por Sua justiça e provisão. E encerra com um pedido cujo objetivo final também possui essência missionária: “Abençoe-nos Deus, e todos os confins da Terra O temerão” (v.7). Dentro do contexto atual em que estamos vivendo, com que insistência e ousadia não deveríamos aplicar os dons a nós confiados na obra da salvação! É o momento de atendermos a súplica do incansável pregador: “prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm.4:2).
Firmes e apegados à Palavra, apresentemos ao mundo a antífona da salvação em Cristo Jesus; que somente pela Sua maravilhosa graça somos salvos, e aperfeiçoados por Sua justiça. A bênção requerida pelo poeta não se refere apenas às bênçãos materiais e nem deve ser confundida com ausência de problemas. Pois foi aos Seus amados discípulos que Cristo mesmo advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). A maior e mais poderosa bênção a favor do evangelho é uma vida que irradie a felicidade do Céu ainda que lhe sobrevenha aflições, que tem a Lei do Senhor em seu coração, pois “o que guarda a Lei, esse é feliz” (Pv.29:18).
Já nos dias de Noé, o pregador da justiça, sua voz pôde ser ouvida por toda a Terra antes do dilúvio. O chamado do Senhor a Abraão incluía a bênção para “todas as famílias da Terra” (Gn.12:3). Israel foi eleita a nação que brilharia a luz de Deus “perante os olhos dos povos” (Dt.4:6). Àqueles que iriam liderar a igreja primitiva foi ordenado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mt.28:19). Em alertas claros e perfeitamente compreensíveis, os reformadores da Idade Média revelaram ao mundo verdades encobertas por um sistema religioso opressor e manipulador.
Mas foi em 1844, que Deus suscitou o movimento que revelaria ao mundo do tempo do fim um povo cuja expectativa não seja outra senão que todos sejam alcançados pela bendita esperança do segundo advento de Cristo. E, desde então, como adventistas do sétimo dia, mas, acima de tudo, servos de Deus, a nossa missão tem sido a de advertir o mundo quanto ao breve retorno de nosso Senhor e Salvador e a necessidade de estarmos preparados para este glorioso encontro, através das três mensagens angélicas de Apocalipse 14. Como João Batista preparou o caminho para a vinda do Messias (Lc.1:17), fomos chamados por Deus para preparar a última seara da Terra.
Você aceita fazer parte deste derradeiro exército do Deus vivo? O Senhor está com a mão estendida pronto a lhe conceder a bênção prometida: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas… até aos confins da Terra” (At.1:8). “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
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“Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que tem Ele feito por minha alma” (v.16).
Em nosso estudo das Escrituras temos visto o relato da vida de diversos personagens, uns que nos deixaram um bom testemunho e ainda outros que não são exemplo para ninguém. Provavelmente não haja um consenso a respeito de alguns deles, pois que onde um falhou o outro venceu, e onde um venceu o outro falhou. Só quando paramos para ver as obras de Deus (v.5) e os Seus maravilhosos feitos (v.6), é que nos damos conta do quanto o Senhor nos ama e nos preserva (v.9) — apesar de nossas falhas e limitações — e o quanto Ele deseja alcançar “toda a Terra” (v.1) com Seus “tremendos feitos” (v.5).
Há aproximadamente seis anos, eu não tinha o relacionamento que hoje tenho com o Senhor. Eu não compreendia a Bíblia e nem me esforçava por compreendê-la. Toda a minha vida se resumia em religiosidade, não em comunhão. Foi quando Deus me encontrou, assim como a mulher encontrou a sua dracma perdida (Lc.15:8-10), que me dei conta de que estava perdida dentro da igreja. Eu dizia seguir a Cristo, mas nem O conhecia. Então, a partir do momento em que me rendi aos propósitos divinos, vieram provações que jamais havia passado com tanta intensidade. Passei “pelo fogo e pela água” (v.12). O inimigo manifestou a sua ira, então percebi que, verdadeiramente, estava fazendo a vontade de Deus. E de uma maneira inexplicável, apesar das forças enfraquecidas e do coração angustiado, ao mesmo tempo, eu sentia e sinto uma certeza tão grande do amor de Deus por mim que tenho enfrentado situações de uma forma que a única explicação plausível é: “Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração” (v.19).
Amados, ainda continuo passando por provações tremendas, mas segura nAquele que “em Seu poder governa eternamente” (v.7), “prossigo para o alvo” (Fp.3:14). Portanto, se as lutas desta vida estiverem te afligindo, apegue-se Àquele que deseja te levar “para um lugar espaçoso” (v.12). Quando pensar que não há mais para onde ir, que as forças acabaram, continue marchando e Ele te abrirá o caminho (v.6). Creia que a tua provação se converterá em alegria e em um testemunho eficaz e poderoso para os que temem a Deus (v.16). Hoje entendo a razão de ter passado por tantas provas e porque continuo a passar: para contar o que Ele tem feito por mim (v.16), o que, pela graça de Deus, tem fortalecido a muitos, e porque o processo de purificação requer em minha vida o aperfeiçoamento da fé, da esperança e do amor. Porém, por mais difícil que seja e por mais que não sejamos merecedores, Deus não rejeita a nossa oração e nem aparta de nós a Sua graça (v.20).
No momento apropriado entenderemos o porquê tivemos que passar por certas dificuldades, mas, até lá, prossigamos aclamando ao Deus de toda a terra (v.1) e dando glórias ao Seu nome (v.2). Rendamos graças ao Senhor, “porque Ele é bom; porque a Sua misericórdia dura para sempre” (Sl.106:1). Confiemos na promessa dAquele que não falha e que nos prometeu: “Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque Eu sou o Senhor, teu Deus” (Is.43:2-3). Aleluia! Amém! Aguenta, firme! O Rei vem vindo! Vigiemos e oremos!
Bom dia, vitoriosos em Deus!
* Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #EuOroPorVocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo66 #RPSP
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“Bem-aventurado aquele a quem escolhes e aproximas de Ti, para que assista nos Teus átrios; ficaremos satisfeitos com a bondade de Tua casa – o Teu santo templo” (v.4).
Davi ergueu um cântico de louvor a Deus em gratidão por Sua perfeita e suficiente provisão. O perdão, os livramentos, os milagres e a manutenção da vida através das necessidades básicas correspondem ao cuidado paterno de Deus para com a humanidade. Em tudo isso, Davi reconheceu a bondade e a misericórdia do Senhor, a “esperança de todos os confins da Terra” (v.5). Podemos contemplar neste Salmo uma linda revelação do ministério terrestre de Cristo, “Salvador nosso” (v.5).
Ungido pelo Espírito Santo nas águas do Jordão (Mt.3:16) e vitorioso no deserto (Mt.4:11), Jesus iniciou o Seu sagrado ministério atraindo “todos os homens” (v.2) para Si a fim de aliviar-lhes o pesado fardo de suas transgressões. “Por causa de suas iniquidades” (v.3), as multidões O procuravam. Havia nEle uma santa atração que homem algum jamais apresentara. “Com tremendos feitos” (v.5) e “cingido de poder” (v.6), Jesus ensinou, pregou e curou a muitos (Mt.9:35). Aplacando “o rugir dos mares” (v.7; Mt.8:27), e fazendo calar “o tumulto das gentes” (v.7), fez aquela geração “exultar de júbilo” (v.8) no “ano da [Sua] bondade” (v.11), “o ano aceitável do Senhor” (Lc.4:19).
Suas pegadas destilaram fartura sobre a Terra (v.11). No tempo de Sua visitação, regou este mundo com a copiosa riqueza de Sua graça e amor, fazendo transbordar em muitas vidas a água da vida (v.9; Jo.4:14). Através da multiplicação de alimentos (Mt.14:20), revelou ao mundo a essência de Seu ministério e os depósitos do mantimento eterno: “Eu sou o pão da vida” (Jo.6:48). Sua missão consistia em lançar as sementes da Palavra a todos “do Oriente e do Ocidente” (v.8), a fim de encontrar cada coração com “boa terra” (Mt.13:8), “regando-lhe os sulcos, aplanando-lhe as leivas”, enviando-lhe os “chuviscos” do Espírito Santo e abençoando-lhe “a produção” (v.10), “a cem, a sessenta e a trinta por um” (Mt.13:23).
A mesma obra Cristo Jesus deseja realizar no meu e no seu coração. Seus ensinos, Sua obra, Sua vida, descritos nas Escrituras, devem ser a fonte de nossos principais estudos. Somente olhando para a revelação de Deus em Cristo, o Espírito Santo nos aproxima do Eterno e coloca em nós a satisfação de pertencermos a Ele e a alegria de estar-nos levando para Sua casa (v.4). O nosso voto (v.1) a Deus não deve se tratar de promessas humanas e falíveis, mas da entrega que Ele nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26).
Vá agora a Jesus com “confiança e louvor” (v.1)! Ele aguarda a sua sincera oração em busca de perdão (v.2). Ele deseja que você seja um bem-aventurado e levar-lhe ao Seu “santo templo” (v.4). “Com tremendos feitos” (v.5) de misericórdia, Ele deseja ser o teu Salvador pessoal, enchendo de esperança a tua vida. Ele quer acalmar “o ruído das ondas” (v.7) que te causam medo. Ele anseia saciar-te com a água da vida e o pão do Céu (v.9). Ele deseja fazer do teu coração um solo fértil e rentável para a eternidade (v.10). Escolha, hoje, seguir as pegadas (v.11) de Cristo (Veja 1Pe.2:21), e Ele te fará exultar de alegria e cantar (v.13) aqui e “pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5). Vigiemos e oremos!
Bom dia, seguidores de Cristo Jesus!
Desafio da semana: Esse trimestre estamos estudando em nosso guia de estudos o tema: “Como interpretar as Escrituras”. Se ainda não adquiriu, acesse www.cpb.com.br e adquira já o seu.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo65 #RPSP
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“O justo se alegra no Senhor e nEle confia; os de reto coração, todos se gloriam” (v.10).
A oração é o mais poderoso instrumento conferido por Deus ao homem. Através da oração, entramos na sala de audiências do Eterno sem qualquer burocracia de horário, duração ou motivo. Em qualquer momento e de qualquer lugar, podemos expressar em palavras humanas o que o Espírito Santo transforma em “gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26) e o que Cristo apresenta perante o Pai, “como Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:2).
Consternado pelas investidas “do terror do inimigo” (v.1), Davi entrou em audiência com Deus em busca de auxílio e livramento. Desde a entrada do pecado no mundo, há um inimigo tocando o terror na Terra. Sua fúria contra Deus voltou-se para aqueles a quantos o Senhor ama. Na destruição de uma vida, na desunião de uma família, na dissolução de um casamento, em cristãos incoerentes, na promiscuidade sem limites, Satanás vislumbra com orgulho a materialização de seu temporário, mas trágico e maldito projeto. E além da terça parte dos anjos caídos que tem a seu comando (Ap.12:4 e 9), também possui seus agentes humanos, que são usados para “atingirem o íntegro” (v.4).
Em nossa atual luta contra um vírus que tem ceifado muitas vidas e deixado outras em completo estado de desespero, não podemos nos esquecer de que o mesmo inimigo que atuou no jardim do Éden com palavras de engano, tem articulado com terrível ira “palavras amargas” (v.3), a fim de desviar-nos a atenção da doce e suave voz de Cristo. Confesso aos irmãos que a minha maior luta nesses dias tem sido a de lidar com uma fé instável, que ora olha para Jesus, ora olha para a Rosana, tão completamente imerecedora da salvação.
Oh, amados, nesses últimos anos em que temos estudado juntos a preciosa Palavra de Deus, louvado seja o Senhor porque a pecadora ficou encoberta para que Cristo fosse revelado! Conheci muitos que olhavam para mim com olhos de admiração, enquanto dentro de mim, orava: “Ó, Pai, livra o meu coração do orgulho! Livra-me de mim mesma!”. Porque a palavra, meus irmãos, tem o poder de edificar ou destruir, segundo “o pensamento e o coração de cada um” (v.6). Não há nada de que possamos nos gloriar nesta Terra, a não ser do que o próprio Deus nos orientou: “mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu sou o Senhor e faço misericórdia, juízo e justiça na Terra; porque destas coisas Me agrado, diz o Senhor” (Jr.9:24).
Enquanto a maioria rejeita as palavras de vida e de esperança, teimando “no mau propósito” (v.5), em dar as costas ao amor de Deus através de Cristo Jesus, “os retos de coração, todos se gloriam” (v.10), se gloriam em Deus e na certeza de que Ele tem o controle de todas as coisas. Muito em breve, “todos os homens temerão, e anunciarão as obras de Deus, e entenderão o que Ele faz” (v.9), não, porém, com arrependimento, mas com a angústia indescritível de quem não tem mais tempo. Hoje, agora, enquanto há graça, é tempo de confissão e arrependimento, de entrar no Santíssimo, confiando nos méritos dAquele que é o nosso “Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1).
Oremos, amados: Ouve, ó Deus, a nossa voz, nas nossas perplexidades; preserva-nos a vida do terror do inimigo das almas! Por Cristo Te imploramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, retos de coração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo64 #RPSP
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“Ó Deus, Tu és o meu Deus forte; eu Te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de Ti; meu corpo Te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (v.1).
Atormentada por sua situação vergonhosa, certa mulher samaritana saiu de sua casa na hora mais quente do dia para buscar água. Seus pensamentos a perturbavam. Seu coração estava tão seco quanto o cântaro que carregava. Não ousava levantar a cabeça a fim de não deparar-se com olhares de acusação. Jamais havia imaginado que estava para ter um encontro que mudaria para sempre a sua vida; um encontro que já estava marcado na agenda divina.
Ao avistar aquele Estranho, deve ter pensado que seu longo trajeto debaixo do sol fora perdido, mas que, talvez, pudesse nem ser notada, e aproximou-se da fonte. Logo, o silêncio foi quebrado com um inesperado pedido: “Dá-Me de beber” (Jo.4:7). Ainda que separados por centenas de anos, Davi e a mulher samaritana tinham algo em comum: sede de Deus. A diferença é que Davi conhecia a Fonte, e a mulher não.
Profundamente machucada pelos resultados de uma vida sem esperança, possuía um vazio na alma pior do que a sede que procurava saciar naquele poço. Davi havia experimentado a graça de Deus e seus dias eram vividos com a intensidade de quem O amava com todo o coração. A samaritana só conhecia o desprezo das pessoas e a decepção por parte daqueles que diziam amá-la. A sede de Davi era por permanecer na presença do Senhor. A sede da mulher era por ser amada de verdade. Duas realidades que representam bem o desejo de Deus de acolher a todos que aceitem o Seu convite.
O Senhor tem um encontro marcado com esta geração antes que a provisão do Espírito Santo seja encerrada. Todo aquele que O conhece, O busca com maior intensidade, reconhecendo a sua completa dependência de Deus. E para todo aquele que, qual a mulher samaritana, ainda precisa encontrá-Lo e conhecê-Lo, há um último e urgente apelo sendo realizado. Como foi com aquela mulher, é necessário que eu experimente um encontro pessoal com Cristo aqui, para que, semelhante a Davi, O encontre todos os dias, “enquanto eu viver” (v.4), até o Dia marcado pelo Céu em que Ele virá “com as nuvens, e todo olho O verá” (Ap.1:7).
Você não precisa percorrer o caminho da vergonha para encontrar-se com Cristo. E, talvez, Ele esteja, agora, bem à sua frente lhe dizendo: “Eu que falo contigo” (Jo.4:26). Como a mulher, abandone o cântaro de seu passado escuso e seja uma testemunha dAquele que te oferece a água viva: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). Pois “vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23).
Ó Pai, que no Teu glorioso Dia sejamos encontrados por Ti “à sombra das Tuas asas” (v.7)!
Enquanto aguardamos, amados, vigiemos e oremos!
Feliz semana, salvos pela graça!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo63 #RPSP
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“Confiai nEle, ó povo, em todo tempo; derramai perante Ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio” (v.8).
Já pararam para pensar que todos nós, de certa forma, somos movidos pela fé? Vivemos em um mundo incerto. Não sabemos o que pode nos acontecer ao sair de casa e nem dentro dela. Sendo assim, a fé nos é uma necessidade intrínseca. Mas a diferença entre esta fé básica (vamos chamá-la assim) e a fé como um dom do Espírito Santo (1Co.12:9), está na palavra confiança. Corremos o risco de estar exercendo apenas a fé básica, esquecendo-nos de procurar uma fé que nos sirva de escudo (Ef.6:16). A fé como um dom de Deus não nos dá coragem apenas para sair de nossa zona de conforto, mas para viver a confiança de modo a contrariar todos os padrões que divergem da vontade de Deus, através de uma atitude e postura que deixe bem claro que nós confiamos nEle “em todo tempo” (v.8).
“Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa” (v.1, 5), foi o que Davi repetiu duas vezes, expressando a sua total confiança no Senhor. A nossa vida deve ser uma expressão muito clara de nossa confiança em Deus. Exemplos? Sadraque, Mesaque e Abede-Nego poderiam ter feito como os seus milhares de conterrâneos judeus, ajoelhando-se diante da estátua de Nabucodonosor e simplesmente dizendo em seus corações:
– Olha Deus, nós estamos aqui ajoelhados diante desta imagem, mas o Senhor sabe que o nosso coração é Teu.
Só que não foi isso o que aqueles três jovens fizeram. Eles permaneceram em pé, deixando bem claro que não adoravam a Deus apenas da boca para fora (v.4), mas confiavam no Senhor “em todo tempo”. E o que dizer do profeta Elias? Enfrentou sozinho um rei furioso, 850 profetas pagãos e um povo que havia se corrompido. Que tremenda confiança em Deus! E o profeta Daniel? Ele não poderia ter orado escondido? Porque tinha que abrir as janelas para fazer isso? Presunção? Não, amados. Confiança no Deus Todo-Poderoso que tem todo o poder nas mãos (v.11).
Percebem o que há em comum nesses personagens bíblicos? A confiança que eles tinham em Deus se revelou em suas obras. O legado de fé genuína que eles deixaram foi revelado por suas ações. Fazer algo para ser visto diante dos homens não é demonstração de fé e de confiança, mas de orgulho e vaidade, e ainda nos priva do galardão do Pai. Disse Jesus: “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste” (Mt.6:1). Contudo, fazer a vontade de Deus em meio à perseguições, tribulações e ameaças, e mesmo assim permanecer firmes, confiando que dependemos totalmente de Deus (v.7), isto sim se confirma em obras de justiça, resultado do amor que sentimos pelo Deus da nossa salvação (v.6).
O Senhor nos diz hoje: Confie em Minha provisão!
Precisamos falar menos e viver mais. Os três amigos de Daniel não gritaram em protesto, eles simplesmente ficaram em pé. Daniel não reivindicou os seus direitos na porta do palácio, ele orou. Elias não pediu a Deus que descesse fogo dos céus para consumir os seus algozes, mas para testemunhar a todos de que só o Senhor é Deus. Portanto, espere em Deus, confie nEle, busque-O enquanto há tempo e sua vida será um testemunho a todos ao seu redor de “que o poder pertence a Deus” (v.11). Prepara-te, querido irmão, querida irmã, Jesus está voltando! Só dEle vem a nossa salvação (v.1) e a nossa esperança (v.5)! Derrama o teu coração perante o Rei dos reis e Senhor dos senhores, e, certamente, a sua vida será vista por Ele como resultado da boa obra do Espírito Santo. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, homens e mulheres de fé!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo62 #RPSP
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“Desde os confins da terra clamo por Ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim” (v.2).
Assim como desfrutamos de dias felizes, também enfrentamos dias tristes. Isso é natural, dada a nossa condição como pecadores e o mundo caído em que vivemos. E isso fica bem evidente nos Salmos de Davi. No palácio como um rei, ou nas cavernas como um fugitivo, seu coração anelava por Deus. Sua constante dependência do Senhor e confiança em Suas promessas lhe apontava a distância inalcançável entre criatura e Criador. Somente pela graça de Deus, mediante a fé, nossa vida pode ser colocada na santa altitude.
Enquanto fugia de Saul, sua vida estava em perigo, mas foi no conforto do palácio que quase pereceu. Embriagado pelas baixas paixões, cometeu atrocidades e carregou em seu coração o terrível fardo da morte de seu fiel valente. Davi aprendeu da forma mais triste que nada em sua vida era digno de honra. Que o fato de ter sido escolhido por Deus não lhe conferia mérito algum, e sim uma maior responsabilidade; que sua posição real não era nada se não fosse levado para o mais alto lugar: “para a rocha” (v.2).
Os dias tempestuosos nos ajudam a lembrar que dependemos dAquele que acalma as tempestades. Que por maiores que sejam as nossas responsabilidades e por melhor que avaliemos o nosso desempenho em cumpri-las, absolutamente nada do que fazemos é computado nos arquivos do Céu como degraus para a salvação. Cristo é a escada que nos conduz ao santo lugar. Uma verdade que Ele mesmo declarou: “Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (Jo.1:51).
Apesar dos momentos de queda e de fraqueza, Davi escolheu olhar para o passado com as lentes da misericórdia divina e olhar para o futuro com as lentes da fé. Ainda que o nosso coração esteja abatido, o Senhor nos convida a entregá-lo em Suas mãos e permitir que Ele o transforme na firme morada do Espírito Santo. É tempo de confissão e de arrependimento. É tempo de olhar para Cristo e dEle aprender. É tempo de, pela graça de Deus, sermos homens e mulheres prudentes: “Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha” (Mt.7:24-25). E a rocha é Cristo (1Co.10:4)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, firmes sobre a Rocha!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo61 #RPSP
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“Em Deus faremos proezas, porque Ele mesmo calca aos pés os nossos adversários” (v.12).
A palavra restabelecer significa voltar ao estado antigo. A súplica de Davi: “Restabelece-nos!” (v.1), tinha a ver com refazer laços que se haviam rompido. Percebemos neste Salmo um desabafo de Davi seguido de uma resposta de Deus. Os conflitos entre as nações não se limitam a derrotas e vitórias, mortos e sobreviventes, mas acarretam muitos prejuízos a curto e longo prazo. Davi e o povo de Israel estavam experimentando os reveses da guerra. Foi no momento mais difícil que o salmista tirou do coração a sua mais sincera súplica. E é quando isso acontece, que os céus não podem conter a resposta divina.
Este Salmo é atribuído ao tempo em que Davi feriu os siros e rendeu os edomitas como seus servos, “e o Senhor dava vitórias a Davi, por onde quer que ia” (2Sm.8:14), pois ele reconhecia que “vão é o socorro do homem” (v.11), mas “Em Deus faremos proezas” (v.12). Como o professor se cala enquanto aplica uma prova, nas provações o Senhor parece guardar silêncio, gerando em Seus filhos um sentimento de abandono: “Não nos rejeitaste, ó Deus?” (v.10). Mas tão certo como Ele vive, só por Ele podemos obter a almejada aprovação.
Se desejamos um resultado satisfatório em uma avaliação, precisamos nos preparar primeiro. E a depender do que está em jogo, nosso preparo requer de nós um esforço maior. Então, lá estamos, diante do professor ou avaliador. Daí, eu pergunto: Quem avalia vai poder nos ajudar na hora da prova? Certamente que não. Porque ali estamos sendo avaliados de acordo com o que já aprendemos. E assim como um professor se alegra com as conquistas de seus alunos, Jesus “verá o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito” (Is.53:11).
Você entende? As guerras, reveses e provações pelas quais temos que passar não significam que Deus não está conosco, e sim que Ele está cumprindo a Sua função de Mestre. Continue buscando na Palavra de Deus o preparo para cada situação da vida, e, principalmente, o preparo para a vida eterna. Que o Senhor restabeleça a nossa fé e comunhão com Ele e que os piores momentos de nossa vida não nos sejam pedras de tropeço, mas provas que serão vencidas, “porque Ele mesmo calca aos pés os nossos adversários” (v.12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, vitoriosos em Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo60 #RPSP
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