Reavivados por Sua Palavra


Salmo 07 – Comentado por Rosana Barros
13 de maio de 2023, 0:45
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“Senhor, Deus meu, em Ti me refugio; salva-me de todos os que me perseguem e livra-me” (v.1).

Se tinha uma coisa que Davi pedia a Deus era o livramento contra os seus inimigos. Somente o Deus justo que sonda a mente e o coração (v.9) seria capaz de frustrar os desígnios dos ímpios. Você já foi enganado alguma vez? Alguém já aparentou ser uma coisa e, depois, se mostrou outra? Davi estava cercado de gente assim. A sua única saída era o seu Refúgio (v.1). “O Senhor que julga os povos” (v.8), faria distinção entre a sua integridade e retidão e “a malícia dos ímpios” (v.9). Davi não estava pedindo para que os seus inimigos desaparecessem, mas que Deus julgasse entre as suas intenções e as deles. Caso não se convertessem (v.12), teriam de sofrer o juízo do “justo Juiz” (v.11).

Você tem, como o salmista, a certeza de que serve a um Deus justo e fiel? Davi teve que enfrentar inúmeros inimigos durante toda a sua vida. Contudo, além dos aparentes, havia os inimigos secretos. Como é bom quando vai chegando o final do ano e participamos dos famosos amigos secretos. Só descobrimos quem é nosso amigo na hora da troca de presentes. Mas ainda há uma brincadeira chamada “inimigo secreto” ou “amigo da onça”, onde os “presentes” não são tão agradáveis assim. Como brincadeira, pode até ser divertido, mas na vida real, torna-se um desafio difícil e, ao mesmo tempo, angustiante.

Percebam que Davi, apesar de afirmar que possuía as melhores intenções, apesar de afirmar-se diante do Senhor como um homem reto e íntegro (v.8), ainda se colocou nas mãos de Deus e pediu que a justiça divina fosse a ele aplicada, caso tivesse feito algo de errado a seus inimigos (v.3), ou devolvido com o mal a quem ia ter com ele em paz (v.4). Ele estava pronto para ser alvo da justiça de Deus, mesmo que esta não viesse a favorecê-lo. E no fim de tudo, Davi rendeu “graças ao Senhor” (v.17), porque confiava plenamente em Seu justo juízo.

Meus amados, os piores inimigos que Davi teve de enfrentar não foram os filisteus ou o gigante Golias, mas aqueles que estavam ao seu redor e afirmavam amá-lo (Leia 1Sm.16:21). E enfrentar inimigos assim é confuso e amedrontador. Creio que o maior sofrimento de Davi não era o medo de ser ferido ou morto por estes, mas de não estar de alguma forma sendo justo com eles. Era como se ele dissesse a Deus: “Senhor, se eu os fiz algum mal, me revele, porque não compreendo a reação deles!” Davi não compreendia a natureza dos atos de seus inimigos, todavia, compreendia bem a natureza da justiça de Deus, por isso que com sinceridade de coração apegava-se a ela e rendia graças ao Senhor “segundo a Sua justiça” (v.17). No final, ele sabia que o que realmente importava era ser justo aos olhos do Senhor, seu Deus.

Oremos, amados, para que jamais sejamos cúmplices do mal, mas sempre amigos da justiça. Apeguemo-nos ao único Refúgio (v.1) e Escudo (v.10) que pode nos salvar tanto de nossos inimigos quanto de nós mesmos. Como escreveu Ellen White: “A luta contra o próprio eu é a maior batalha que já foi ferida” (Caminho a Cristo, CPB, p.43). Portanto, perseveremos buscando ao Senhor nas primeiras horas de cada manhã. Permaneçamos em Sua presença durante todo o dia e, certamente, no final dele, poderemos dizer: “Eu, porém, renderei graças ao Senhor, segundo a Sua justiça, e cantarei louvores ao nome do Senhor Altíssimo” (v.17). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, refugiados em Deus!

Rosana Garcia Barros

#Salmos7 #RPSP

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Salmo 06 – Comentado por Rosana Barros
12 de maio de 2023, 0:45
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“Volta-Te, Senhor, e livra a minha alma; salva-me por Tua graça” (v.4).

O livro “Orientação da Criança”, de Ellen G. White, traz verdadeiras pérolas da educação cristã. Dentre os diversos e preciosos conselhos, um deles diz que: “Cada família, na vida doméstica, deve ser uma igreja, um belo símbolo da igreja de Deus no Céu. Se os pais reconhecessem sua responsabilidade para com os filhos, sob nenhuma circunstância repreenderiam e se irritariam com eles” (O.C., CPB, p.335). O que este texto nos diz é que a família, como símbolo da igreja celeste, não pode dar lugar à irritação criando um ambiente inadequado à devida educação cristã. Quando um pai ou uma mãe agem movidos pela ira e não pelo amor, a correção não atinge o seu real objetivo.

A súplica de Davi foi pela misericórdia de Deus. Que Ele não o repreenda na Sua ira e nem o castigue no Seu furor (v.1). Isto me faz avançar até o relato de João oito e lembrar da atitude de Cristo diante de uma mulher adúltera. Todos ao redor a acusavam, encolerizados e com pedras nas mãos. Mas as palavras de Jesus os dispersou e o que Ele disse àquela mulher reflete bem o que o Pai celestial deseja realizar em nossa vida: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo.8:11). A ira do Senhor não é contra o pecador, e sim contra o pecado. Como nosso Pai de amor, Ele não nos repreende com ira, mas com graça e compaixão.

O salmista expressa uma condição de profunda tristeza e até sintomas de doenças emocionais e físicas, por causa da terrível angústia causada por seus inimigos. Como no caso da mulher adúltera, os inimigos de Davi o rodeavam prestes a atirar a primeira pedra. Mas assim como Cristo acolheu aquela mulher, Davi tinha certeza de que o Senhor ouviria e acolheria a sua oração. Nós também temos a quem recorrer em situações de apuro. Como Davi, temos o mesmo privilégio de abrir o coração a Deus e suplicar por Seu auxílio. Em nome de Jesus, toda oração sincera encontra abrigo no coração do Pai.

Hoje, ainda há tempo de ouvirmos do Senhor: “Eu não te condeno; vai e não pratique mais a iniquidade”. Contudo, chegará o dia em que muitos terão de ouvir as duras palavras: “Apartai-vos de Mim, todos os que praticais a iniquidade” (v.8; Mt.7:23). Eu não sei vocês, amados, mas, como Davi, eu estou cansada de tanto gemer, e de ficar profundamente perturbada com a crescente maldade deste mundo. Estou cansada das lutas diárias contra o meu próprio eu, e sonho com o dia em que receberei um nome novo, “esquecendo-me das coisas que para trás ficam” (Fp.3:13). “Até quando” (v.3), Senhor? É o grito de minha alma! Tem sido o seu também?

O tempo que temos para clamar: “Volta-Te, Senhor, e livra a minha alma; salva-me por Tua graça” (v.4), é agora! Ele é o nosso Pai do Céu e não há ninguém tão interessado em nossa salvação quanto Ele. Chegou a hora de nos achegarmos de todo o nosso coração ao Deus de misericórdia, que escolheu sofrer os resultados do mal por mim e por você. Ao Deus que troca as pedras da ira por palavras de apreço e de perdão. É tempo de temer, glorificar e adorar o nosso Criador e Redentor (Ap.14:7) e de fazer de nosso lar um pedacinho do Céu. Então, certamente, Ele nos ouvirá, acolherá as nossas orações e nos selará para a vitória final. Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, filhos do Pai de amor!

Rosana Garcia Barros

#Salmos6 #RPSP

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Salmo 05 – Comentado por Rosana Barros
11 de maio de 2023, 0:45
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“De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã Te apresento a minha oração e fico esperando” (v.3).

Como guerreiro, Davi acabou fazendo muitos inimigos. E como rei, também estava cercado de adversários que, aparentando boas intenções, eram verdadeiras armadilhas humanas (v.9). Diferente dos inimigos de guerra, as armas destes eram mais letais e perigosas, já que a intenção criminosa estava escondida em “seu íntimo” (v.9). Por isso que o clamor de Davi acontecia em meio a gemidos (v.1). Porque os inimigos poderiam estar à sua frente vestidos de ovelhas, mas diante do Senhor tudo se revela exatamente como o é.

Davi pediu a proteção contra os mentirosos (v.6), que “com a língua lisonjeiam”, mas que não têm “sinceridade nos seus lábios” (v.9). Para ele, como herói de guerra, era muito fácil reconhecer os inimigos com lanças e espadas nas mãos. Contudo, como era difícil enxergar aqueles que o recebiam com ósculo “santo”! A resposta, mais uma vez, está em uma vida de oração. A primeira coisa que Davi fazia ao acordar era buscar a Deus através da comunhão. Depois, era só esperar. Mas o quê, exatamente, ele esperava? Que em Sua benevolência Deus o cercasse “como escudo” (v.12). A confiança dele estava em Deus. O Senhor que o tinha livrado inúmeras vezes dos inimigos declarados, certamente, o protegeria dos inimigos disfarçados.

Também não precisamos temer a ninguém, amados, se temos o Deus de Davi conosco. Como afirmou o apóstolo Paulo: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm.8:31). Jesus, mesmo conhecendo o traidor, o tratou e amou igualmente como fez com os demais discípulos. Judas entregou o Filho de Deus à morte com um beijo. Ainda assim, Jesus não o condenou, nem tampouco o rejeitou. Não devemos nós agir de igual modo? E quantas vezes Deus permite algumas situações para que sejamos Seus instrumentos de salvação na vida daqueles que nos perseguem, como está escrito: “Sendo o caminho dos homens agradável ao Senhor, Este reconcilia com eles os seus inimigos” (Pv.16:7).

À vista de Deus tudo está revelado, mas não a nós. Por isso, não nos cabe julgar, e sim entregar nas mãos de Deus tudo aquilo que está fora de nosso alcance resolver. Se tão somente confiarmos em Deus como fazia o salmista, ainda que por vezes não consigamos enxergar o Seu agir, tenhamos a certeza de “que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm.8:28). Ore, neste momento, e entregue a sua vida nas mãos do Senhor, “porque Ele tem cuidado de vós” (1Pe.5:7). Vigiemos e oremos!

Bom dia, “todos os que confiam” (v.11) no Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Salmos5 #RPSP

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Salmo 04 – Comentado por Rosana Barros
10 de maio de 2023, 0:45
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“Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai” (v.4).

Diferente do que muitos pensam, a ira não é pecado. Ser irascível sim. Uma pessoa intocável, que se ofende com facilidade e só vive com raiva de tudo e de todos, certamente precisa ter um encontro com Aquele que é manso e humilde de coração (Mt.11:29). A ira é proveniente de um inconformismo, de uma insatisfação com algo ou alguém. Percebemos na Bíblia, por exemplo, que Deus Se ira, e que a ira divina provém justamente de um inconformismo com o pecado.

A ira é um dos sentimentos que fazem parte de nossa essência. Mas ela precisa ser canalizada na direção correta. Davi pediu a Deus uma resposta ao seu clamor. Falar com Deus era o segredo de suas vitórias espirituais. O fato de ter sido chamado o homem segundo o coração de Deus foi resultado de uma vida de oração. Quando você vai dormir e consulta “no travesseiro o coração”, o resultado disso é sossego, paz e sono reparador? Ou angústia, remorso e noites mal dormidas? Jesus está às portas, meus irmãos! E precisamos, o quanto antes, buscar o Senhor de todo o nosso coração (Jr.29:13), enquanto a oportunidade de graça nos está disponível.

O pecado e todas as suas consequências são a causa da ira de Deus, e devem ser a causa da nossa ira também. Contudo, irar-nos uns contra os outros, promovendo discórdias e alimentando o nosso coração com o ódio, isso sim é permitir que a ira se torne em pecado. Paulo escreveu: “não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A Mim Me pertence a vingança; Eu é que retribuirei, diz o Senhor” (Rm.12:19). Entendem, amados? Dar lugar à ira, segundo a Palavra de Deus, é fazer o que fazia o salmista: “confiai no Senhor” (v.5).

Uma vida de oração (v.1) e confiança em Deus (v.5) era o que fazia do coração de Davi um depósito das alegrias celestes (v.7), e do seu sono, um reduto de paz, sossego e renovação. “Sossegai” não foi apenas um conselho do salmista, mas é um convite do Pai de misericórdia: “Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranquilidade e na confiança, a vossa força” (Is.30:15). Conversão e confiança andam juntos na vida de todo aquele que “o Senhor distingue para Si [como] piedoso” (v.3). A genuína piedade, portanto, é aquela que torna a vida um mostruário do que a graça divina pode realizar, elevando e enobrecendo o caráter “até ser dia perfeito” (Pv.4:18).

Portanto, amados, sosseguemos nos braços de Deus. Não permitamos que o sol se ponha sobre a nossa ira e nem demos lugar ao diabo (Leia Ef.4:26-27). Que o Senhor levante sobre nós a luz do Seu rosto (v.6) e direcione a nossa ira à oração e confiança nEle, pois Ele é o nosso Juiz justo e só Ele pode nos fazer repousar seguros (v.8). Essa atitude nos levará para mais perto de Deus, do nosso próximo e, consequentemente, estaremos assim, como testemunhas de Cristo, mais perto da nossa redenção final “do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Vigiemos e oremos!

Bom dia, piedosos do Senhor Jesus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Salmos4 #RPSP

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Salmo 03 – Comentado por Rosana Barros
9 de maio de 2023, 0:45
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“Do Senhor é a salvação, e sobre o Teu povo, a Tua bênção” (v.8).

Este Salmo foi escrito por Davi na ocasião em que ele fugia de seu filho Absalão. Imaginem a dor de um pai ao ter que fugir da ira de seu próprio filho. Absalão tomou o trono de Davi e cometeu verdadeiros absurdos para alcançar seu objetivo. Seus desígnios foram tão perversos que nem a vida de seu idoso progenitor seria poupada. As tragédias familiares fizeram da casa de Davi um espetáculo para Israel e motivo de escárnio na boca dos que diziam: “Não há em Deus salvação para ele” (v.2). “Porém” (v.3), Davi confiava em Deus e em Sua provisão.

Percebam que Davi iniciou o Salmo com uma exclamação: “Senhor, como tem crescido o número dos meus adversários!” (v.1). Ele entrou em diálogo com Deus, externando primeiramente o que estava sentindo e vivendo naquele momento. Seus inimigos se multiplicavam e ele não se referia a inimigos pagãos, mas do seu próprio povo (v.6) e de sua própria família. A rebelião de Absalão havia provocado uma divisão entre os filhos de Israel, de modo que muitos se levantaram contra Davi.

“Porém” (v.3), Davi tinha o Senhor por escudo e salvação. Ele clamava e Deus o ouvia. Ele deitava e dormia sossegado. Ele acordava, pois Deus o sustentava. Não temia seus inimigos, porque o Senhor era o seu Deus, o justo Juiz. Sua tristeza estava no fato de ser perseguido pelo próprio filho e por aqueles que um dia o chamaram de amigo. Davi havia experimentado a graça e o perdão de Deus, e por mais que fossem numerosos os seus adversários, nada poderia apagar de seu coração a esperança que o motivava a prosseguir olhando para o alto: “Levanta-Te, Senhor! Salva-me, Deus meu” (v.7).

Talvez você esteja passando por um momento de adversidade que envolve pessoas que deveriam te amar, mas que decidiram te perseguir. Contudo, não fomos deixados sem aviso quanto a isto: “E sereis entregues até por vossos pais, irmãos, parentes e amigos; e matarão alguns dentre vós. De todos sereis odiados por causa do Meu nome” (Lc.21:16-17). Também está escrito: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12).

Lembremos, amados, que ninguém melhor do que Jesus para entender o que é ser perseguido e acusado injustamente, “e, como ovelha muda […], Ele não abriu a boca” (Is.53:7). Portanto, não use a sua voz para revidar o mal, mas clame ao Senhor, “e Ele do Seu santo monte” (v.4) irá lhe responder. Não perca noites de sono por causa daqueles que não lhe querem bem. Confie que assim como Deus lhe despertou nesta manhã, Ele Se levantará para salvá-lo (v.7). Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo abençoado de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Salmos3 #RPSP

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Salmo 02 – Comentado por Rosana Barros
8 de maio de 2023, 0:45
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“Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nEle com tremor” (v.11).

O livro de Salmos não se trata apenas de um livro poético, mas também profético. O Salmo de hoje, por exemplo, se refere ao reinado de Cristo, dando enfoque tanto em Sua primeira vinda, quando foi gerado pelo Espírito Santo (v.7; Mt.1:18), quanto em Sua segunda vinda, quando virá com poder e grande glória para exercer o Seu juízo (v.9; Ap.19:15). O apóstolo Paulo também apontou para esta profecia, ao declarar: “Nós vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais, como Deus a cumpriu plenamente a nós, Seus filhos, ressuscitando a Jesus, como também está escrito no Salmo segundo: Tu és Meu Filho, Eu, hoje, Te gerei” (At.13:32-33).

Veremos muitas profecias messiânicas nos Salmos, e o fato de uma delas estar logo no começo, já indica a importância da vinda do Senhor e de Seu segundo advento. Interessante é lembrarmos que os Salmos eram as canções de Israel e que, portanto, isto fazia deles conhecedores das profecias sobre o Messias. A música tem o poder de gravar em nossa mente coisas que de outra forma não aprenderíamos. E, ainda assim, eles entoavam palavras de advertência que se cumpririam primariamente entre os líderes de Israel: “Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o Seu Ungido” (v.2).

Os líderes de Israel, unidos à turba enfurecida e aos governantes locais e gentios, levantaram-se contra o Ungido de Deus e O crucificaram. Foi por esta razão que Cristo proferiu a seguinte advertência: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mt.15:8). Tornaram-se tão cegos em suas tradições que contentavam-se apenas com o exterior. Suas sinagogas eram impecáveis, o templo de Jerusalém era o orgulho da nação, suas tradições eram seguidas à risca, suas vestes eram impecavelmente arranjadas, mas o coração — bem — este estava bem longe de Deus.

Negligenciaram “a justiça, a misericórdia e a fé”. Não deram ouvidos à sabedoria do Salvador: “devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!” (Mt.23:23). De que valeu, pois, todo o orgulho nacional? Eles rejeitaram o Rei da glória! O que Jesus disse a respeito da classe dos saduceus bem se aplica àquela geração: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mt.22:29). Porque o verdadeiro conhecimento das Escrituras não é teórico, amados, é relacional: “mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu sou o Senhor e faço misericórdia, juízo e justiça na Terra; porque destas coisas Me agrado, diz o Senhor” (Jr.9:24).

Se não formos prudentes (v.10), se não servirmos ao Senhor com temor, e não nos alegrarmos nEle com tremor, iremos acabar agindo como o antigo Israel: cheios de conhecimento, mas vazios do amor de Deus. O conhecimento da Bíblia e a aparência exterior não têm valor algum diante de Deus se estes não forem resultado de uma entrega genuína do coração. “Dá-Me, filho Meu, o teu coração” (Pv.23:26). Isso é tudo o que o Senhor nos pede para que o Espírito Santo realize a Sua boa obra em nós.

Se Jesus for o nosso refúgio (v.12), certamente estaremos atentos à Sua segunda vinda assim como os pastores no campo e os magos do Oriente estavam, quando Ele veio primeira vez. “Porque dentro em pouco” (v.12), Cristo virá, não mais como um indefeso bebê numa manjedoura, mas nas nuvens do céu como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap.19:16). Importa, hoje, que busquemos o conhecimento que salva: “E a vida eterna é esta:”, disse Jesus, “que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a Quem enviaste” (Jo.17:3). Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo do advento!

Rosana Garcia Barros

#Salmo2 #RPSP

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Salmo 01 – Comentado por Rosana Barros
7 de maio de 2023, 0:45
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“Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (v.2)

É muito provável que você já tenha visto uma Bíblia em alguma casa ou estabelecimento comercial aberta no livro de Salmos. Creio que todos nós já vimos e já tivemos a curiosidade de saber o porquê da escolha deste livro. Na verdade, tal costume tornou-se uma espécie de amuleto. Apesar de ser o livro mais comprado no mundo, a Bíblia tem sido também o menos lido. A partir de hoje, vamos descobrir que o livro de Salmos têm muito mais a nos oferecer do que simplesmente sorte, como imaginam alguns.

Ao contrário do que muitos pensam, os Salmos não foram escritos apenas por Davi, mas há também outros autores, inclusive autores desconhecidos, como é o caso do Salmo de hoje. O salmista inicia falando de uma bem-aventurança. Parafraseando: “Verdadeiramente feliz é todo aquele que não dá ouvidos a maus conselhos, que quando percebe que está diante do perverso, se afasta, e que não se demora no meio daqueles que escarnecem do que seja puro e santo” (v.1). Então, o salmista descreve o prazer deste bem-aventurado e sobre o que ele pensa e pondera durante todo o dia: A lei do Senhor é a alegria e o aio dos justos. E, “no devido tempo”, surgem os frutos de justiça “e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (v.3).

Mas, então, no verso quatro, o salmista também descreve o lado contrário: “Os ímpios não são assim”. O meditar do nosso coração diz muito sobre quem somos e para onde estamos indo. E nós, amados, qual tem sido o meditar do nosso coração? O livro mais lido e admirado na Bíblia inicia deixando bem claro que há sim diferença entre o justo e o ímpio, entre o obediente e o desobediente, entre o “conselho dos ímpios” (v.1) e a “lei do Senhor” (v.2). Esta foi uma das primeiras passagens bíblicas que ensinei meus filhos a recitar e a guardar no coração. Porque se eles entenderem a verdade ali contida, igualmente saberão qual é o caminho em que devem andar: “o caminho dos justos” (v.6). E o caminho é Cristo (Jo.14:6).

Amados, percebam que o Salmo chama de ímpio e de perverso todos os que não têm prazer na Palavra do Senhor. Não é preciso cometer atrocidades para ser considerado um perverso diante de Deus, basta ignorar a Sua Lei e fazer pouco caso da Sua Palavra. Forte, não é mesmo? Mas é a verdade. Como está escrito: “Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). E o Senhor ainda diz que tomará “vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts.1:8).

Ou seja, o justo procura andar na “cartilha” de Deus e o ímpio não se sujeita à vontade divina. Considere, por exemplo, as leis de um país. A desobediência a essas leis implica em sanções previstas na própria legislação. Como aqueles que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16), que a nossa vida aqui testemunhe que somos cidadãos da pátria superior, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus” (Ap.14:12).

Cuidado, amados! Muito cuidado com as falácias em forma de piedade que tem se alastrado pelas igrejas pelo mundo a fora (Leia 2Tm.4:3-4)! A graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo não nos autoriza a viver de qualquer jeito. Muito pelo contrário. Ela nos confere poder para sermos transformados, até que o nosso caráter alcance a aprovação do Céu. Não foi sem razão que este livro iniciou com uma clara distinção. De que lado você e eu estamos? O pecado por si só já faz um tremendo estrago nos separando do nosso Criador (Is.59:2). Não permita que esta separação seja eterna (v.5)! Mas que a nossa vida seja uma árvore frondosa que dê muito fruto (Leia Gl.5:22-23), sendo constantemente regada pela sabedoria e poder da Palavra de Cristo, e Ele mesmo nos justificará e santificará. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, justos do Senhor Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Salmo1 #RPSP

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Jó 42 – Comentado por Rosana Barros
6 de maio de 2023, 0:45
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“Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (v.5).

A resposta de Jó ao Senhor revela uma profundidade espiritual que deveria comover-nos a cavar mais fundo nas Escrituras. Na verdade, não foi simplesmente uma resposta, foi uma confissão. Ciente de que havia falado “do que não entendia”, de “coisas maravilhosas” que “não conhecia” (v.3), seus olhos foram abertos para ver a beleza do caráter divino. Sentindo, então, a forte impressão de sua indignidade, concluiu: “Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (v.6).

Ao compreender que a sua defesa pertencia ao Senhor, Jó foi contemplado com o fim de sua ignomínia. Primeiro, Elifaz, Bildade e Zofar, foram reprovados por Deus e por quatro vezes O ouviram falar, referindo-se a Jó: “o Meu servo Jó” (v.7,8). Depois, “quando este orava pelos seus amigos”, Deus mudou a sua sorte, lhe dando “o dobro de tudo o que antes possuíra” (v.10). Jó teve “outros sete filhos e três filhas” (v.13) e “abençoou o Senhor o último estado de Jó mais do que o primeiro” (v.12).

A reprovação de Deus e a intercessão de Jó não foram apenas instrumentos de humilhação, mas também instrumentos de misericórdia para Elifaz e seus companheiros. Mesmo que tenham agido e falado contrário à vontade de Deus, o Senhor revelou o Seu desejo em perdoá-los e redimi-los. Naquele momento, Jó foi eleito por Deus como uma espécie de sacerdote, a fim de receber as ofertas deles e por eles interceder. Um tipo que aponta para o ministério do Antítipo. “Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus” (Hb.9:24).

A menção à beleza incomparável das filhas de Jó é uma espécie de prelúdio de que o que o Senhor tem preparado para os que O amam excede tudo o que possamos pensar ou imaginar (1Co.2:9). Quando formos revestidos da glória de Deus em corpos perfeitos e sem pecado (1Co.15:53); quando Cristo declarar perante o Universo: “Também de nenhum modo Me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre” (Hb.10:17); quando Ele estender a Sua mão para enxugar as nossas últimas lágrimas e contemplarmos a Sua terna face, então, iremos considerar como insignificante qualquer sofrimento que tenhamos passado aqui nesta terra de pecado.

Amados, por mais que a nossa lida neste mundo muitas vezes pareça ultrapassar o limite de nossas forças, há um Deus no Céu que é vitorioso nas batalhas e que nos oferece o Seu galardão. A intercessão de Jó por seus amigos representa a intercessão de Cristo por nós. Ao nos aproximarmos de Jesus e experimentarmos a Sua graça, recebemos o poder do Espírito Santo para sermos Suas testemunhas e, como Jó foi para seus amigos, também seremos instrumentos de salvação na vida de muitos.

“Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão” (Hb.4:14). Jó foi contemplado com a bênção do Senhor nesta terra, mas morreu “velho e farto de dias” (v.17) “sem ter obtido as promessas” (Hb.11:13). Jó aspirava “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Seu coração desfalecia de saudades de seu Redentor!

Oh, meus irmãos, que a nossa vida seja uma constante declaração de que somos “estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (Hb.11:13)! Quando Jesus encerrar o Seu ministério de intercessão, seja dito a nosso respeito: “Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hb.11:16). Perto está o dia em que a nossa sorte será mudada para sempre. Pois, “naquele tempo”, diz o Senhor, “Eu vos farei voltar e vos recolherei; certamente, farei de vós um nome e um louvor entre todos os povos da terra, quando Eu vos mudar a sorte diante dos vossos olhos, diz o Senhor” (Sf.3:20). Fim do livro de Jó. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, fiéis servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Jó42 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Jó 41 – Comentado por Rosana Barros
5 de maio de 2023, 0:45
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“Quem primeiro Me deu a Mim, para que Eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é Meu” (v.11).

Em sequência à humilde resposta de Jó, o Senhor prosseguiu com Seu segundo discurso. Em nenhum momento Jó recebeu alguma explicação acerca de seu sofrimento. Pelo contrário, ele ainda foi confrontado pelo fato de ser limitado até mesmo com relação aos grandes animais da Terra. As características do hipopótamo e do crocodilo foram destacadas pelo próprio Criador. O primeiro, “come a erva como o boi” (Jó 40:15), mas apesar de parecer tranquilo, possui extraordinária força, sendo “obra-prima dos feitos de Deus” (Jó 40:19).

O segundo animal, destacado no capítulo de hoje, em algumas versões conhecido como leviatã, “foi feito para nunca ter medo” (v.33). Diante de sua estrutura, como uma armadura intransponível, e de sua aparência assustadora, “tremem os valentes” (v.25). Os movimentos do crocodilo ao agitar-se na água assemelha-se a uma panela com água fervente, e, ao expelir “gotículas de água pelo nariz ou pela boca, ou quando espirra água ao movimentar-se, o reflexo do sol faz com que isso se pareça com tochas e faíscas” (CBASD, v.3, 688).

Mas ainda que aproximar-se destes animais seja uma ameaça para nós, a questão central não diz respeito à forma ou ao objetivo porque foram criados, mas aponta para o Criador que possui o controle de todas as coisas. Aquele que revestiu o crocodilo com escamas tão ajustadas umas às outras, “que entre elas não entra nem o ar” (v.16), é O mesmo que conhece a nossa estrutura, “e não permitirá que [sejamos] tentados além das [nossas] forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, [nos] proverá livramento, de sorte que a [possamos] suportar” (1Co.10:13).

Este capítulo não fala da força do crocodilo, mas do poder do Criador. Ele mesmo declara: “Quem é, pois, aquele que pode erguer-se diante de Mim?” (v.10). E continua: “Quem primeiro Me deu a Mim, para que Eu haja de retribuir-lhe?” (v.11). Todo o amor, toda a devoção, toda a obediência que possamos devotar-Lhe, é tão somente o reflexo do que Ele já fez por nós, como declara o apóstolo João: “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (1Jo.4:19). Jó não obteve a resposta que queria, mas, certamente, obteve a resposta que precisava.

Todo aquele que, com humildade e profundo interesse, se debruça a examinar a Palavra de Deus, não sairá sem resposta. O Espírito de Cristo repousa sobre o diligente estudante, cumprindo-se a fiel promessa: “Ele vos guiará a toda a verdade” (Jo.16:13). Semelhante às escamas do crocodilo, as verdades das Escrituras estão ligadas umas às outras “e não se podem separar” (v.17). Para o impenitente, são palavras duras e contraditórias. Para o crente piedoso, são palavras de vida e mais preciosas “do que o ouro refinado” (Sl.119:127).

O nosso mundo está sendo abalado com sinais já revelados na Bíblia. Mas em meio ao caos, as palavras do Senhor devem nos sossegar: “Pois o que está debaixo de todos os céus é Meu” (v.11). O Criador dos céus e da terra breve virá para vindicar o que é Seu. Cumpre-nos, hoje, obedecer às palavras de Jesus: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Como nunca antes, é hora de, como Jó, declararmos ao mundo a nossa bendita esperança: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25). Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, “abatidos, porém não destruídos” (2Co.4:9)!

Rosana Garcia Barros

#Jó41 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Jó 40 – Comentado por Rosana Barros
4 de maio de 2023, 0:45
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“Sou indigno; que Te responderei eu? Ponho a mão na minha boca” (v.4).

O Senhor encerrou a Sua primeira fala concedendo a Jó o direito de réplica. Contudo, diferente das tentativas inúteis de defender a sua integridade diante de seus amigos, Jó reconheceu a primeira coisa que todo aquele que se aproxima de Deus com humildade reconhece: sua indignidade. A grandeza manifestada nas palavras do Criador e Seu modo de falar fez com que Jó percebesse o mesmo que perceberam as multidões após ouvir as palavras de Jesus: “Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina; porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt.7:28-29).

As palavras do Senhor penetraram em seu coração como “espada de dois gumes”, discernindo “os pensamentos e propósitos do coração” (Hb.4:12). Enquanto Ele falava, Jó sentiu-se nu e totalmente vulnerável ao exame divino. Como um livro aberto, sua vida estava exposta Àquele que tudo perscruta. E de seu íntimo, manifestou a sua humilde resposta: “Sou indigno! Como posso Te responder, Senhor? Prefiro ficar mudo! Já falei mais do que deveria”. Em Sua infinita bondade e paciência, “do meio de um redemoinho” (v.6), o Senhor continuou a lhe falar.

A linguagem de Deus é a linguagem do coração. Diferente dos homens, Deus não Se esforça por proferir palavras eloquentes e rebuscadas. Seu esforço está em que o homem seja santificado e reavivado por Sua Palavra. Das multidões que ouviam a Jesus, “muitos, vendo os sinais que Ele fazia, creram no Seu nome; mas o próprio Jesus não Se confiava a eles, porque os conhecia a todos” (Jo.2:23-24). Após o milagre, sempre há o convite: “Vem, e segue-Me!”. Quando Jesus disse que “não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4), estava a declarar que todas as bênçãos terrenas são um meio, e não um fim em si mesmas. Aquelas pessoas não queriam Jesus, só queriam milagres. E nós, amados?

Aquele que é chamado de a “Palavra de Deus” (Ap.19:13), deseja que sejamos fortalecidos pelo verdadeiro alimento: “Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro […] São estas as verdadeiras palavras de Deus” (Ap.19:9). Quando a verdade é confirmada no coração, o Espírito Santo manifestará o Seu fruto. Jó precisava de um milagre, mas, antes disso, ele precisava do Senhor dos milagres. Que o estudo diário da Palavra de Deus continue realizando em você e em mim o maior dos milagres: a transformação em Cristo Jesus pelo Seu maravilhoso conhecimento. (Leia Jo.17:3). Vigiemos e oremos!

Bom dia, transformados pelo conhecimento que salva!

Rosana Garcia Barros

#Jó40 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100