Reavivados por Sua Palavra


JÓ 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de junho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 3 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



JÓ 3 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
29 de junho de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JÓ 3

O que você pode dizer a alguém cujo sofrimento é tão intenso?

Elifaz não sabia. Nem Bildade, nem Zofar. Eles apenas ficaram sentados, atordoados e em silêncio.

Finalmente Jó começa a falar. O que ele está dizendo?

Eu gostaria de nunca ter nascido.
Eu gostaria que aquela noite tivesse sido árida e nenhum grito de alegria tivesse sido ouvido nela!
Eu gostaria que nunca tivesse visto a luz do amanhecer!
Ou por que não nasci morto, ou por que não morri ao sair do útero?
Por que havia joelhos para me receber e seios para me nutrir?
Se ao menos eu pudesse ter morrido antes de crescer!
Então eu certamente estaria agora deitado em paz, dormindo, descansando no mesmo lugar que os reis e conselheiros da terra – ou com os príncipes que tinham ouro e enchiam suas casas de prata.
Grandes e pequenos estão lá, onde os ímpios não causam mais problemas.
Lá, o cansado pode descansar e os cativos ficam tranquilos, e o escravo fica livre de seu senhor.
Mas por que é dada luz a quem está sobrecarregado de tristeza, e vida àqueles cuja existência é amarga,
Que esperam pela morte, felizes quando chegam ao túmulo?
Mas não consigo relaxar ou ficar quieto; não tenho descanso, apenas problemas.

Temos aqui, então, um bom material que merece reflexão, resposta, até mesmo discussão…

Virgínia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Estado de Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/3
Tradução: Jeferson Quimelli/Luís Uehara



Jó 3 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
29 de junho de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

552 palavras

Nessa reflexão pessoal, Jó abriu seu coração para seus amigos (e para os leitores), compartilhando conosco a intensidade de sua dor física e emocional. Ele ansiava pelo esquecimento (v. 1-10) e via a morte como melhor do que seus sofrimentos atuais (v. 11-26). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 98.

Jó rompe o silêncio com uma lamentação fortemente emocional. Ele expressa o mesmo tipo de depressão que tomou conta do salmista (Sl 88) e também de Jeremias (Jr 20.14-15), cujos amargos lamentos foram, quanto à linguagem, semelhantes aos de Jó. Bíblia de Genebra.

1-9 O grito que escutamos provém de uma alma torturada. Os sete dias de silêncio acumularam uma angústia que se transborda em uma torrente de rebelião contra o dia de seu nascimento, 3.3. […] Jó deseja que o dia do seu nascimento e a noite da sua concepção sejam apagados da história. Bíblia Shedd.

monstro marinho (ARA; NVI: “Leviatã”). Jó, empregando linguagem vívida e figurada, desejou que “os que amaldiçoam os dias” atiçassem Leviatã, o monstro marinho […], a engolir o dia-noite de seu nascimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10-12 Já que não há possibilidade de remover-se aquele dia do calendário, Jó desejou que Deus não tivesse permitido seu nascimento e sobrevivência. Bíblia Shedd.

11-26 Enquanto os vs. 3-10 tem a forma de maldições, estes dezesseis versículos são perguntas retóricas. Jó dá vazão à sua frustração, perguntando porque não tinha sido um natimorto (vs. 11-26). Visto que isso não aconteceu, ele prossegue perguntando retoricamente por que não teria experimentado morte prematura (vs. 20, 23). Bíblia de Genebra.

Jó lamentou o fato de não ter nascido morto (v. 11-12) e cobiçou a serenidade da morte. Ele sabia que ela é um esquecimento em que não há níveis diferentes de status humano: os justos, os ímpios, os escravos, os livres, os governantes ricos e os trabalhadores cansados são todos iguais. Em contraste com a paz da morte, a vida em meio ao sofrimento é inexorável e um fardo (v. 20-26). Embora Jó tivesse aceitado a morte, não há indicação de que ele tenha pensado em acabar com a vida por suas próprias mãos. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 99.

13-26 Aqui, Jó contrasta entre as tribulações da vida e o plácido sono da morte. Jó antevê a paz só no túmulo, e esta é a única esperança que lhe resta agora. Em Jó vemos o homem para quem a morte já perdeu o seu terror e ainda se tornou no mais alto e cobiçado tesouro. Jó diz que os seus lamentos são como gritos de quem sofre em alívio, Sl 22.1; 32.4. Bíblia Shedd.

14 Jó acha que a morte o teria colocado em pé de igualdade com os próprios faraós que, apesar de suas pirâmides e os tesouros que cada faraó mandava enterrar consigo (v.15), não passavam agora de simples defuntos. Bíblia Shedd.

16 Como, na realidade, seu nascimento já ocorrera, ainda sobraria (segundo o desejo dele) a possibilidade de ter sido natimorto. […] Tal situação seria muito melhor que a condição intolerável de estão, na qual não consegue paz nem descanso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21, 22 Para Jó, a morte tornou-se desejável. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 A vida perdera o valor para Jó, privado de bens, família, saúde e amigos. Só depois de muito debater consigo mesmo é que chegará a vislumbrar a vida eterna, onde desfrutará da comunhão com Deus como seu eterno quinhão. Bíblia Shedd.



JÓ 03 — Rosana Barros by Ivan Barros
29 de junho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Porque já agora repousaria tranquilo; dormiria, e, então, haveria para mim descanso” (v.13).

Findos os sete dias, Jó resolveu quebrar o silêncio e se manifestar. Suas palavras, porém, não pareciam ser dirigidas a seus amigos, mas a Deus. Expressando toda a sua angústia e agonia, Jó “amaldiçoou o seu dia natalício” (v.1). Em nenhum momento ele amaldiçoou a Deus ou a Ele atribuiu a culpa por seu sofrimento. Mas, em uma atitude de desespero, questionou a sua existência e, ao mesmo tempo, revelou o seu conhecimento libertador sobre o estado do homem na morte.

Mesmo sem entender o porquê de tanto sofrimento, Jó mantinha firme a sua fé. Isso não o impedia de colocar diante de Deus os seus questionamentos e de abrir-Lhe o coração. Muitos há que pensam ser ofensivo a Deus questioná-Lo ou levar a Ele as suas aflições. No entanto, os ouvidos do Senhor não estão fechados para ouvir as lamentações dos Seus filhos. Pelo contrário, Ele nos convida: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28). Tão somente não podemos permitir que o lamento nos torne pessoas amargas e descrentes.

Enquanto estivermos neste mundo hostil, a tristeza terá o seu lugar e muitas situações ficarão sem resposta; mas, se o nosso amor por Deus for devidamente alimentado através de uma vida diária de comunhão com Ele, como Paulo, diremos: “como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:9 e 10). Jó podia não compreender o motivo do seu infortúnio, mas tinha a certeza de que nem a morte poderia separá-lo do amor de Deus; para ele, a morte era somente um descanso até que seu Redentor viesse para despertá-lo (Leia Jó 19:25).

As Escrituras revelam de forma muito clara a verdade sobre a morte. Em toda a Bíblia, a morte é comparada ao sono. As palavras de Jó: “repousaria tranquilo”, “dormiria”, “haveria para mim descanso”, “ali, repousam os cansados”, “os presos juntamente repousam”, confirmam essa verdade. Salomão escreveu: “mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento” (Ec.9:5). Com relação à morte de Lázaro, Jesus declarou: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (Jo.11:11).

A esperança de Jó era a de descer ao pó na certeza do futuro reencontro com Deus. Isso prova que as verdades da Palavra de Deus sempre existiram no coração dos fiéis adoradores, e que os princípios da Bíblia sempre existiram e são imutáveis. Pois “seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Is.40:8). Foi confiante nisso que Jó não temeu a morte, e Paulo assegurou a nossa grande esperança: “nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co.15:51 e 52).

“Aflições, cruzes, tentações, adversidades e nossas várias provações são os agentes divinos para nos purificar, santificar e nos preparar para o celeiro celestial”, escreveu Ellen White (Testemunhos Para a Igreja, v.3, CPB, p.99). A sua vida está atribulada? Não tenha medo de abrir o seu coração a Deus. Jesus está preparando na Casa do Pai uma morada especial para você. Ele prometeu (Leia Jo.14:1-3)! O Senhor, que não mente, voltará e nos levará para morar com Ele, porque Ele venceu a morte e, dentro em breve, “a [nossa] tristeza se converterá em alegria” (Jo.16:20).

Nosso amado Deus, podemos não estar experimentando ou ter sofrido males tão grandes quanto os de Jó, mas todos nós passamos por sofrimentos e angústias na medida em que possamos suportar com o Teu auxílio. Por isso, Pai, clamamos a Ti por uma fé que não desfaleça, ainda que só nos restem palavras de lamentação e angústia! Clamamos por um coração firme em Ti, confiante na fidelidade da Tua Palavra e cheio do Teu amor! Que o Teu Espírito conduza as nossas orações para que sejam acima de tudo honestas, mas também reverentes e feitas por fé. Entregamos a nossa vida, as nossas necessidades e as nossas angústias diante do Teu trono de graça, Pai de amor. E o fazemos nos méritos e no nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis adoradores do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#JÓ3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de junho de 2026, 0:30
Filed under: Sem categoria

JÓ 3 – O sofrimento intenso pode levar alguém a olhar o dia de seu aniversário como sombrio. A dor que envolveu a Jó, o levou até amaldiçoar o dia de seu nascimento.

Este homem de Deus sofria de verdade, intensamente, ininterruptamente. Suas palavras, inspiradas pelo Espírito Santo, devem penetrar profundamente nosso âmago, objetivando inspirar-nos fortemente em meio aos terríveis sofrimentos da vida.

Em Jó 3, após um significativo período de silêncio, o sofredor expressa a sua dor em palavras. Ele abre a boca para expelir a angústia e aflição que lhe arrebatara as boas emoções. Ele sofria perdas, frustrações, inquietações, aflições, etc. Jó lamentou profundamente não ter morrido no parto para não ter que passar por todo sofrimento que o estava esmagando, e torturando-o.

Esse lamento inspirado em Jó 3 implica que, certas situações da vida não se resolvem com tentativas de controlar o que nos acontece, nem dá para resolver problemas simplesmente utilizando os métodos do pensamento positivo. Em ocasiões como as de Jó, tais tentativas não servem nem como paliativos!

Sofrendo fortemente a dor do luto, tristeza profunda, desamparo, desespero, Jó desejou a morte antes que a vida. Ao refletir na morte, Jó sugere-a como alívio daquele sofrimento intenso. Este homem profundamente religioso poderia ser diagnosticado com sintomas de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT).

Após considerar estas informações, reflita nos princípios extraídos do discurso de Jó:

• Não é errado o fiel ter sentimentos de tristeza quando enfrenta dias tenebrosos (Jó 3:1-10).
• Não é pecado expressar emoções negativas (Jó 3:11-19).
• Há liberdade para questionamentos na religião bíblica (Jó 3:20-26).

Um aspecto positivo neste contexto negativo é o fato de ser possível refletir numa busca por compreensão do propósito de Deus em meio ao sofrimento profundo, a amargura indescritível, e a dor intensa. O segredo no lidar com a angústia não está em aprofundar no problema, mas aprofundar-se na compreensão dos propósitos divinos, em mergulhar fundo numa reflexão buscando explicação, solução e satisfação.

É preciso considerar que Deus tem um propósito maior que a morte; por isso, não vale a pena extirpar a vida, pois o suicídio significa abortar importantes planos divinos para nós.

A fé em Deus sustenta o fiel em meio à intensa dor cruel. Para tanto, tenhamos sempre nossa fé reavivada! – Heber Toth Armí.