Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 25 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 25 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 25 by Luís Uehara
9 de agosto de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/25

Deus estabeleceu um sistema financeiro para o povo de Israel com o objetivo de lembrá-los de que Ele era o seu Deus, aquEle que cuidava deles. A cada sétimo ano um ano sabático deveria ser celebrado, onde a terra descansava e nada deveria ser plantado e colhido. Tudo o que crescesse sem a intervenção humana poderia ser usado por qualquer um, rico ou pobre, incluindo o estrangeiro. Se um homem que tinha uma dívida tivesse que se vender a quem ele devia, agora podia ser resgatado (mesmo de um proprietário não-israelita) pela família ou por amigos. Mas o sétimo ano Sabático era um ano Jubileu e todos os escravos tinham de ser libertados.

Nunca existiu um sistema financeiro igual ao que Deus ordenou fosse implantado em Israel. A economia operava primariamente com base na terra, bens e serviços e não no dinheiro. Deus proibiu expressamente as pessoas de cobrarem juros dos pobres. Os escravos eram tratados como servos contratados, não como escravos.

Por causa da aproximação do ano do Jubileu a cada 50 anos, quando tudo era restituído aos donos originais, o valor da terra dada como pagamento de dívida se desvalorizava em cerca de 2 por cento (1/50) ao ano. Mas apesar de que o valor da terra caía, o valor dos bens que ela produzia aumentava. O crescimento da população ajudava a economia e evitava tanto a extrema pobreza, quanto a riqueza em demasia. A terra, as pessoas e até mesmo os animais desfrutavam de um descanso no ano sabático.

Deus deseja que ainda demonstremos bondade e compaixão para com os pobres e os ajudemos em tempos de necessidade.

Dean Davis
Atlantic Union College, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/25
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de agosto de 2025, 0:50
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766 palavras

4 a terra terá um sábado. V. Êx 23.10, 11. Os israelitas não praticavam a rotação de culturas, mas o ano de repouso (quando não havia plantios) servia a um propósito um tanto semelhante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8-55 O ano do jubileu. Em Ezequiel, este ano foi chamado “ano da liberdade”, Ez 46.17; parece que Isaías se refere ao jubileu quando profetiza sobre “o ano aceitável do Senhor”, Is 61.2. Se este se for o caso, então aprendemos de Lc 4.18-19 que tudo aquilo que for implícito no ano do jubileu achou seu cumprimento em Cristo, na Sua obra de desatar as cadeias do pecado humano para oferecer aos homens a gloriosa liberdade dos filhos de DeusBíblia Shedd.

16 O número de colheitas até o ano do jubileu determinava o valor corrente da propriedade. Bíblia Shedd.

… a venda das terras em Israel era um arrendamento até o Ano do Jubileu (ver 27.18, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A libertação das terras no jubileu não se aplica nas modernas sociedades ocidentais de hoje porque não temos possessão ancestral como a dos israelitas (ver Js 13-17). Contudo, dessa legislação podemos aprender princípios intemporais de justiça social e compaixão. Jesus vê Seu trabalho de pregação de boas novas e proclamação libertação e liberdade como um cumprimento dos princípios do Jubileu (Lc 4.18-19)Andrews Study Bible.

A maior evidência dessa observância é o fato de que Alexandre, o Grande, e mais tarde Júlio César isentaram os judeus de pagar impostos nos anos sabáticos, sobre os campos que não produziram naquela ano (Josefo, Antiguidades, xi.8.6; xiv.10.6). CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 879.

17 Uma das causas do cativeiro foi a inobservância desse mandamento. Bíblia Shedd.

22 Era necessário ter fé para agir baseado nessas afirmações e, por isso, parece que poucos praticavam estas ordenanças de maneira completa. Bíblia Shedd.

23 a terra é Minha. Embora Deus tivesse dado a terra da Palestina para Seu povo, Ele ainda era o proprietário. Os israelitas eram mordomos e não donos. CBASD, vol. 1, p. 879.

Ele [Deus] queria que Seu povo não desenvolvesse a ganância e o materialismo.Se você desenvolver a atitude de que está apenas tomando conta da propriedade de Deus, você fará aos outros o que estiver ao seu alcance. Isso é difícil de fazer se você tiver uma atitude de posse. Pense em você como um gerente de tudo que está sob seus cuidados, não como um proprietário. Life Application Study Bible.

25 Se teu irmão empobrecerSe o plano original de Deus para a terra e para a servidão tivesse sido seguido, os extremos de pobreza e riqueza seriam desconhecidos. CBASD, vol. 1, p. 880.

29-31 As casas das aldeias [“que não tem muros”] eram consideradas como parte da herança das famílias que receberam aquelas terras de Deus, na ocasião da divisão da terra. Ficavam dentro da herança da família, ou perto dela, e eram essenciais para se poder atender de perto todos os misteres agriculturais das heranças. As casas dentro das cidades podiam ter sido adquiridas para propósitos comerciais, ou por motivo do enriquecimento particular das famílias. … O ideal dos israelitas sempre era que cada um possuísse suficiente terreno, com casa, horta, pomar e curral, para seu próprio sustento. Qualquer mão de obra perita, ou qualquer viagem de negócios, seria um esforço extra para os que queriam “progredir”Bíblia Shedd.

35-37 Deus disse que negligenciar os pobres era pecado. A pobreza permanente não era permitida em Israel. Famílias estáveis financeiramente eram responsáveis de ajudar e hospedar aqueles em necessidade. Muitas vezes não fazemos nada, não porque nos falta compaixão, mas porque somos esmagados pelo problema e não sabemos por onde começar. Deus não espera que você remova a pobreza, nem espera que você negligencie sua família para prover a outros. Contudo, Ele espera que, quando você vir alguém em necessidade, você o alcance com qualquer auxílio você possa oferecer, incluindo hospitalidade. Life Application Study Bible.

36 A lei não era necessariamente proibir todos os juros, mas ajudar os pobres. A lei não era tanto para proibir os empréstimos quanto para estimular a generosidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 Não o farás servir como escravo. Um israelita que se vendesse para servir um compatriota não devia ser tratado como escravo, mas como empregado. CBASD, vol. 1, p. 880.

49 parente. Heb go’el, que tem dois sentidos: 1) Redentor, alguém que liberta mediante um pagamento; 2) Vingador, alguém que exigia a prestação de contas por algum dano feito. em ambos os casos, o go’el era um parente próximo, que cuidava dos interesses da família. Bíblia Shedd.

50 jornaleiro (ARA; NVI: “empregado contratado”; NKJ: “assalariado”) tb. no v. 6. Provavelmente com um pequeno rendimento de subsistência, que tornaria possível que ele próprio se resgatasse (v. 49). Andrews Study Bible.



Levítico 25 – Rosana Barros by Ivan Barros
9 de agosto de 2025, 0:45
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“Observai os Meus estatutos, guardai os Meus juízos e cumpri-os; assim, habitareis seguros na terra” (v.18).

Aquele que lançou “os fundamentos da terra” (Jó 38:4) também instruiu o Seu povo a cuidar dela. Quando Adão foi criado, o Senhor “o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar” (Gn.2:15). Enquanto o verbo “cultivar” implica trabalhar, o verbo “guardar” significa cuidar e preservar. Portanto, o trabalho dado por Deus ao homem consiste em não apenas retirar da terra o seu sustento, mas em preservá-la para que ela permaneça sendo uma inegável revelação de “que foi o universo formado pela palavra de Deus” (Hb.11:3). “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20).

O Ano de Descanso era, portanto, um claro lembrete de que todo filho de Israel possuía a mesma dupla responsabilidade dada ao homem desde a criação do mundo. A cada sete anos, a terra deveria desfrutar de um “sábado de descanso solene […] um sábado ao Senhor” (v.4). Além de ser um benefício à natureza, o homem colheria ainda mais benefícios. Deus concederia ao Seu povo a bênção de que no sexto ano a terra produzisse “fruto por três anos” (v.21). O ano sabático também reforçaria o princípio de que Deus é o nosso Mantenedor: “Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas. Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, porque é Ele O que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a Sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê” (Dt.8:17-18).

O Ano do Jubileu, por sua vez, era um ano de grande celebração. A cada cinquenta anos era proclamada “liberdade na terra a todos os seus moradores” (v.10) e as terras eram devolvidas aos seus possuidores originais. Era um ano de liberdade da terra e do homem. No Dia da Expiação, era soada a trombeta por toda a terra de Israel, proclamando as boas-novas de igualdade e liberdade a todos os homens. Era um tempo de resolução de conflitos, de remissão e de respeitoso e singular temor a Deus. Era um tempo de desfrutar de uma espécie de prévia da Nova Terra: “A terra dará o seu fruto, e comereis a fartar e nela habitareis seguros” (v.19). Somos todos “estrangeiros e peregrinos” na Terra (v.23) e precisamos manter esta verdade viva em nosso coração, como aqueles que aguardam “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).

Enquanto estivermos nesta condição de peregrinos a caminho do Lar, cumpre-nos viver aqui de forma digna do nosso chamado. Da mesma forma que Israel deveria temer a Deus e observar as Suas leis, uma solene mensagem nos é anunciada: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7); e uma resposta nos é exigida: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Por outro lado, há uma prestação de contas a ser realizada com os que rejeitam as instruções divinas, pois o Criador derramará o Seu juízo e destruirá “os que destroem a terra” (Ap.11:18). Cada capítulo da jornada de Israel sobre a Terra é um sonido da trombeta do Céu para a humanidade. Esta foi a compreensão do apóstolo Paulo ao declarar acerca dos filhos de Israel: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6).

Há um constante e urgente apelo sendo feito: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). Sair de Babilônia significa libertação e completa mudança de vida. Significa retornar ao plano original do Criador e buscar uma vida de santificação nEle. Este apelo não se refere somente ao aspecto espiritual, mas também físico e mental, já que somos criaturas integrais. O Espírito Santo está chamando um povo que viva o mandamento por experiência: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento […] Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt.22:37 e 39); um povo que confie na provisão de Deus ainda que o mundo a desconsidere.

O Senhor voltará em breve, amados! O nosso Jubileu está às portas! Que o mesmo sentimento que houve nos patriarcas, de que somos “estrangeiros e peregrinos” (v.23) a caminho da pátria celestial, haja em nós também (Hb.11:13-16). Prossigamos com perseverança em viver a vontade de Deus, pois aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13).

Ó, Senhor, amado, desejo ao Lar, desejo ao Lar, ao lindo e eterno Lar! E creio que este seja o desejo dos meus irmãos também. Por isso, nós clamamos a Ti, Rei do Universo, que nos guarde e preserve para o Teu reino eterno! Louvado seja o Senhor, que não desiste de nós! Que o Teu braço poderoso nos liberte do cativeiro do pecado e nos leve, muito em breve, para o reino do Filho do Seu amor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, peregrinos a caminho do Lar eterno!

Rosana Garcia Barros

#Levítico25 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de agosto de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 25 – A essência da existência não é alimentar a ganância, mas desfrutar daquilo que Deus nos dá em Sua onipotência. Ele não quer que desenvolvamos a cobiça, mas que desfrutemos Suas bênçãos.

No descanso diário (à noite) somos desafiados a confiar que nossas necessidades são supridas por Deus (Salmo 127:1-2). No descanso semanal, reconhecemos Deus como Criador e também Provedor (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; João 5:16-17).

Além do descanso diário e semanal, Deus deu a Seu povo mais dois descansos:
1. O ano sabático: Se dava quando encerrava seis anos de atividades.
2. O ano jubileu: Se dava quando encerrava seis ciclos sabáticos.

Após cada seis anos de atividades, o trabalhador deveria descansar um ano inteiro. Deus preza pelas férias, enquanto algumas pessoas se orgulham de nunca tê-las tirado. Deus valoriza o descanso, quando muitos só querem trabalhar. Interessante, não?

Ainda outros ensinamentos resultam de um estudo atento ao texto em apreço: Os anos sabáticos e Jubileu mostram que, no decorrer da história, é necessário lembrar-se de Deus e Seus atos precisam fazer sentido na vida de Seu povo. Assim, quando lembrasse da libertação da escravidão, Deus orientou Seu povo a conceder liberdade perdoando dívidas, libertando escravos e devolvendo terras. A Terra pertence a Deus, Ele é o verdadeiro dono de tudo. Quando reconhecemos isso, nossa atitude muda!

Enquanto o pecado nos escraviza, Jesus nos liberta (João 8:31-36). Assim como Cristo nos tornou livres, devemos ansiar pela liberdade de outras pessoas. A razão de a terra ficar em repouso são os necessitados, os quais deviam colher na “terra alheia”.

O Jubileu é o ápice dos anos sabáticos; “é um esplêndido plano social – sim, institucional – para colocar freios no desejo e na ambição pessoais… O Jubileu nivela as pirâmides da vida social fazendo da justiça uma nova regra da prática econômica. A visão do Jubileu não esmaga a iniciativa individual. Ela não exige vida comunitária nem prescreve igualdade legalista. Ela coloca as aspirações sociais em seu lugar, mas sabe que tais coisas facilmente saem do controle… O Jubileu integra dimensões espirituais e sociais. Ele tece a religião e a economia em um mesmo tecido. Colocando-as, assim, juntas sob a verdade bíblica, que mantém a vida espiritual e econômica juntas” (Donald Kraybill).

Reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 24 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 24 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LEVÍTICO 24 by Luís Uehara
8 de agosto de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/24

Emanuel. Deus conosco. A primeira metade deste capítulo nos lembra que Deus está conosco em todos os aspectos da nossa adoração. Ele é a nossa Luz e Ele é a nossa vida, representada pelo óleo que produz luz nos candelabros e pelos finos bolos de farinha.

Como uma mulher que aprecia fazer bolos e pães, acho interessante que Deus tenha especificado as proporções exatas de farinha para os doze bolos, e exatamente como apresentá-los depois de assar. Imagine o seu aroma depois de serem pincelados com incenso! Todos os Sábados, a oferta adocicada oferecida a Deus lembrava aos israelitas que Deus era seu Criador-Provedor.

Aos nossos olhos modernos, a penalidade por blasfêmia descrita na segunda metade do capítulo pode parecer severa demais. No entanto, tal justiça precisa impedia a distinção entre classes sociais e a retaliação excessiva. Embora hoje não vivamos sob uma teocracia e, portanto, não apedrejemos nossos vizinhos por blasfêmia, a ofensa de atacar a divindade por palavras ou ações ainda é uma afronta a Deus.

Cindy Tutsch
Diretora Associada (aposentada) do patrimônio Ellen G. White
Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Silver Spring, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/24
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2025, 0:50
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738 palavras

2 que tragam azeite puro de oliveira, batido. O azeite comum era produzido em uma prensa, mas o óleo para o santuário era batido. As azeitonas eram cuidadosamente lavadas e todas as impurezas, folhas e galhinhos, removidos. Os frutos eram batidos e macerados de modo que o azeite fluía por si mesmo. Isso produzia menos azeite do que o outro método, mas o resultado era um produto superior. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 875.

cozerás doze pães. Foi esse pão que Abimeleque deu a Davi e a seus homens (1Sm 21:4-6; Mt 12:3, 4). Era também chamado de “pão da Presença” e simbolizava Cristo, o verdadeiro Pão vivo (ver Jo 6:51). O pão testificava também ao povo da constante dependência de Deus em todas as necessidades, tanto espirituais quanto temporais (ver Mt 6:31-34). A mesa estava sempre posta e o suprimento de pão era renovado a cada semana. CBASD, vol. 1, p. 875.

incenso. Era colocado em duas taças de ouro; quando o pão era removido, o incenso era queimado sobre as brasas como oferta ao Senhor. CBASD, vol. 1, p. 875.

10 o filho de uma israelita. O fato de que o jovem era filho de um egípcio e que fazia parte da “mistura de gente” que subiu do Egito com o povo de Israel, indica que não lhe era permitido entrar no acampamento, nem morar nele; no entanto, o rapaz entrou. … Ao entrar no acampamento, ele tinha o propósito de armar sua tenda ali (PP, 407). CBASD, vol. 1, p. 876.

11 blasfemou o nome do Senhor e o amaldiçoou. Em hebraico lê-se apenas “o nome”; as palavras “do SENHOR” foram acrescentadas pelos tradutores. Andrews Study Bible.

Ao invés de se arrepender, ele demonstrou ser perversamente impenitente. CBASD, vol. 1, p. 876.

O terceiro mandamento proibia de usar o nome do Senhor em vão. A blasfêmia incluía o pecado gravíssimo de deliberado desprezo e desrespeito para com Jeová e para com Sua graça salvadora. Bíblia Shedd.

13 Esta punição por blasfêmia (amaldiçoar a Deus) pode parecer extrema pelos padrões modernos. Mas ela mostra quão seriamente Deus espera que tratemos nosso relacionamento com Ele. Frequentemente usamos Seus nome em juramentos ou agimos como se Ele não existisse. Devemos ser cuidadosos em como falamos e agimos, tratando Deus com reverência. Afinal, Ele terá a palavra final. Life Application Study Bible.

16 será morto. O pensamento aqui não é tanto impor uma penalidade por causa de um pecado grave: a necessidade urgente era a remoção de um foco de infecção na comunidade. O desastre desceria sobre a terra na qual o nome de Deus fosse blasfemado, onde a Majestade do Deus vivo fosse repudiada, não importando que o ofensor fosse um israelita nativo ou um estrangeiro domiciliado em Israel. Bíblia Shedd.

17-22 Este era um código para juízes, não um aval para vingança pessoal. Com efeito, isto dizia que a punição deveria ser proporcional ao crime, não ir além. Life Application Study Bible.

Não se exigia realmente um olho ou um dente, e não há evidência de jamais ter sido aplicada semelhante penalidade. … Cristo, de modo semelhante aos fariseus moderados (escola de Hilel), tinha objeções contra o uso extremista desse princípio judicial como desculpa para a vingança particular, conforme os fariseus rigorosos o aplicavam (escola de Shammai); v. Mt 5.38-42Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 defeito. A mesma palavra utilizada para defeitos permanentes que desqualificavam sacerdotes ao ofício e animais ao sacrifício (caps. 21-22). Infligir tal defeito era uma ofensa séria porque reduzia uma pessoa da inteireza ideal da vida. Andrews Study Bible.

22 Uma e a mesma lei haverá. Deus perdoa o pecado, qualquer que seja ele, mas crimes civis não podem se enquadrar na mesma base. Israel era uma nação e também uma igreja. Deus deu leis para ambas. … Deus conhece o coração e pode, portanto, perdoar e até mesmo esquecer. Mas se a sentença fosse suspensa mediante o arrependimento, todo criminoso alegaria arrependimento para se livrar. Se uma sentença pudesse ser anulada por se alegar arrependimento, logo todas as prisões estariam vazias. Alguns se esquecem de que, embora Deus perdoe, Ele não remove a penalidade pela transgressão. Davi pecou e se arrependeu, mas não escapou das consequências do seu pecado. O sofrimento o acompanhou durante toda a vida. … o requisito “olho por olho, dente por dente” não é algo que se possa dispor levianamente como uma ordenança do AT. É um princípio sobre o qual os governos de fundamentam. Se não houver punição para o mal, as condições estariam ainda piores do que estão. CBASD, vol. 1, p. 876.



Levítico 24 – Rosana Barros by Ivan Barros
8 de agosto de 2025, 0:45
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“Disse o Senhor a Moisés: Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveira, batido, para o candelabro, para que haja lâmpada acesa continuamente” (v.1-2).

Os dois elementos que compunham a função do candelabro e da mesa da proposição eram, respectivamente, o azeite e os pães asmos. Os sacerdotes deveriam manter o candelabro sempre aceso e cuidar para que, em cada sábado, houvesse novos pães sobre a mesa, no lugar santo do santuário. O azeite sabemos ser um símbolo do Espírito Santo e o pão, representa Cristo, “o Pão da Vida” (Jo.6:35) e Sua Palavra, o maná espiritual. Esses dois símbolos declaram a missão do povo de Deus na Terra e a condição necessária para a admissão no reino dos Céus. Assim como a lâmpada deveria estar “acesa continuamente” (v.2), o povo de Deus deve manter acesa a chama do Espírito Santo a fim de revelar o caráter de Seu Senhor. E, a cada sábado, reunido como um só povo, comungar da Palavra de Deus conforme o exemplo deixado pelo nosso Mestre (Lc.4:16; Mt.12:12).

Todos os dias o candelabro era mantido aceso e, na mesa, jamais faltavam os pães. Deus coloca à nossa disposição a constante guia do Espírito e a porção diária de Sua Palavra. Fomos chamados para ser uma luz contínua, espalhando pelo mundo o brilho incomparável das Escrituras. Somos o “sacerdócio real” de Deus (1Pe.2:9) e não podemos perder o foco do objetivo de nossas vidas: glorificar ao Senhor (Is.43:7; Mt.5:16; 1Co.10:31). Se essa pérola estivesse conservada em cada coração dos filhos de Israel, não teria ocorrido o caso do pecado de blasfêmia no meio deles. A blasfêmia, como conhecemos, é uma grave ofensa ou insulto a Deus ou às coisas sagradas. A Bíblia, porém, apresenta um contexto mais amplo, considerando a blasfêmia como uma tentativa do homem em assumir a posição de Deus.

Certa feita, quando Jesus estava em Cafarnaum, antes de operar a cura de um paralítico, Ele fez a polêmica declaração de que perdoava os pecados daquele homem, sendo acusado por isso de blasfêmia (Mc.2:7). Da mesma forma, quando levado preso e colocado diante do Sinédrio, a Sua resposta ao sumo sacerdote, afirmando ser o Filho de Deus, provocou grande alvoroço entre a turba acusadora e a pronta acusação: “Blasfemou!” (Mt.26:65). Blasfêmia, portanto, refere-se a assumir uma função ou a posição que só a Deus pertence. Jesus não blasfemou, pois Ele é Deus. Mas Satanás, que, desde tempos antigos, ambiciona ocupar o lugar do Altíssimo, tem trabalhado incansavelmente para que o homem também conserve a mesma ambição. O profeta Daniel declarou que surgiria um poder que cuidaria “em mudar os tempos e a lei” (Dn.7:25), assumindo então uma função que só a Deus pertence. O princípio bíblico é muito claro: ninguém é autorizado a acrescentar ou a tirar palavra alguma das Escrituras Sagradas (Ap.22:18-19).

Precisamos, amados, nos apegar firmemente à fé que nos serve de escudo contra os enganos do Maligno (Ef.6:16). E somente mediante o Espírito Santo nossas lâmpadas permanecerão acesas até às bodas do Cordeiro (Mt.25:4). No livro do Apocalipse, vemos que o candelabro é um símbolo da igreja (Ap.1:20). Mas, de acordo com a parábola proferida por Jesus, em Mateus 25:1-13, não basta ser candelabro, não basta ser igreja. Afinal, de que vale uma lâmpada que não ilumina? A presença do Espírito Santo deve ser real e constante no meio do povo do advento. A lâmpada também simboliza a Palavra de Deus (Sl.119:105). Mas de que vale o conhecimento da Bíblia sem o poder do Espírito? Fazer parte da igreja não é sinônimo de salvação, amados. Como “o filho da mulher israelita” no capítulo de hoje, que “blasfemou o nome do Senhor” (v.11), muitos professos cristãos serão destruídos no juízo porque escolheram ser guiados por suas próprias paixões.

Estamos vivendo, creio eu, a maior crise de identidade da história da igreja de Deus. Há uma letargia sem precedentes no meio do povo do advento. Onde estão os raios de luz provenientes do Céu quando os reformadores protestantes pregavam com ousadia a verdade que os homens desprezavam? Onde estão aqueles que, quais os pioneiros adventistas, não descansavam enquanto não ouvissem a voz de Deus a lhes conceder mais luz? O grande conflito está à beira de seu desfecho e, a menos que estejamos quais tochas acesas pelo Espírito Santo, não conseguiremos discernir o tempo sobremodo decisivo de nossa peregrinação. É necessária uma obra individual, amados. Se permitirmos que o Senhor conduza o nosso viver diário, Ele mesmo nos dará do maná espiritual e nos habilitará na obra de iluminar o mundo com a Sua glória.

Despertai, igreja do Deus vivo! Despertai! “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).

Nosso Deus, Tu, Senhor, reinas eternamente. O Teu trono subsiste de geração em geração. Não estamos sozinhos neste mundo mal em meio a um conflito que temos que enfrentar todos os dias. Cremos que estás conosco. Então, Pai, converte-nos a Ti, e seremos convertidos! Tu és a nossa porção, Senhor, em Ti esperamos e confiamos, pois grande é a Tua fidelidade! Esvazia-nos de nós mesmos e nos enche do Espírito Santo! Nós Te agradecemos porque nos ouves e respondes! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, reavivados pela Palavra e pelo Espírito!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, herdeiros da vida eterna!

Rosana Garcia Barros

#Levítico24 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 24 – Os símbolos do evangelho e das verdades espirituais estão no Santuário e nos seus serviços.

Em Levítico 24 encontramos a menorá (candelabro, com sete hastes), o azeite e doze pães para a mesa do Senhor. Em Zacarias 4:1-10, o profeta recebe visão de um candelabro abastecido por duas oliveiras cujo significado refere-se aos olhos de Deus percorrendo toda a Terra. Em Apocalipse 5:6 revela o envio dos sete espíritos de Deus por toda a Terra, com sete olhos, dando a ideia de onisciência e onipresença da divindade bíblica.

Os doze pães representavam as doze tribos de Israel e também dos doze apóstolos de Cristo. Como tudo no santuário “é uma ilustração para os nossos dias” (Hebreus 9:9), cada símbolo representa algo de suma importância que Deus quer transmitir para nós, inclusive nos dias atuais. Sendo os crentes atualmente parte do “sacerdócio real” (1 Pedro 2:9), devemos alimentar nossa fé através dos símbolos e rituais do Santuário. Jesus é o Pão da Vida que desceu do Céu para nutrir a vida daqueles que herdarão a eternidade e Seu Espírito (representado pelo azeite) nos sustenta frente às dificuldades que desafiam nossa existência espiritual (João 6:32-58; Hebreus 2:17-18; 4:14-16).

Os regulamentos sacerdotais definiam a única esperança do pecador aproximar-se de Seu Criador e receber dEle o perdão dos pecados. Adulterar qualquer uma das partes implica rejeitar/banalizar o único sistema de salvação.

Sobre rebeldia e maldição aos pais pelos filhos foram dadas instruções em Êxodo 21:17, agora em Levítico 24:14-16 apresenta instruções quanto ao ato de rebelar-se contra Deus proferindo blasfêmias e maldições, quebrando descaradamente Seu mandamento (Êxodo 20:7). Uma briga entre dois homens levou um deles a blasfemar o nome Divino com maldição. Ao ser levado a Moisés, a sentença foi apedrejamento – o qual aconteceu após ele ficar preso enquanto se aguardava “que a vontade do Senhor lhes fosse declarada”.

Embora se desconheça as palavras de blasfêmias daquele homem, o texto provê a ideia de Deus ser débil, incapaz e irrelevante. Além de ser mentira tal ideia, é uma afronta descarada ao Deus que, sendo santo, criou uma estratégia para salvar pecadores.

Desprezar a Deus implica em rejeitar a única possibilidade de vida – o que ficou claro no apedrejamento!

Honremos a Deus, assim seremos reavivados! – Heber Toth Armí.