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Texto bíblico: ÊXODO 36 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/36
O nível de detalhamento das instruções encontradas no livro de Levítico é um lembrete de que Deus ama a ordem, organização, estrutura e precisão. Deus é também um amante da beleza e da arte! Aqueles que são dotados de talentos artísticos devem certamente encontrar encorajamento nesses capítulos. O v. 1 afirma que o próprio Deus concedeu talento artístico a Bezalel e Aoliabe. Usando seus dons na construção do tabernáculo, eles honraram ao Deus a quem eles serviam.
As pessoas doaram ao projeto com tanta alegria e generosidade que, por fim, foi solicitado que não doassem mais!
Hoje em dia não ouvimos falar de campanhas de doações para um projeto missionário específico que trouxesse tantos recursos em que o líder tivesse de dizer: “Basta! Não contribuam mais!”
A energia, a criatividade, a tenacidade e a paixão do antigo Israel para construir coletivamente um edifício para adoração, que honrasse a Deus, continua sendo um ideal para o povo de Deus hoje. Quer sirvamos ao Senhor como zelador ou arquiteto, adoremos também a Deus com nossos talentos, fazendo tudo com excelência, como para o Senhor.
Cindy Tutsch
Diretora Associada (aposentada)
Patrimônio Ellen G. White, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/36
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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351 palavras
3 todas as ofertas. A liberalidade dos israelitas era de fato surpreendente. Eles deram tanto que o excedente de materiais atrapalhou o progresso da obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 734.
2-7 Vários textos do NT descrevem um generoso espírito na igreja primitiva como resposta à preciosa mensagem do evangelho (Mt 10:8; At 2:44-45; 2Co 8:1-7). Andrews Study Bible.
4 homens sábios. São aqueles que fazem a obra de Deus, e esta é a verdadeira definição da sabedoria. Meditar na vontade divina e pô-la em prática, segundo a plenitude da Sua capacidade. Bíblia Shedd.
5 muito mais. Bem-aventurados são aqueles que, generosamente, dão para a obra de Deus, antes de proclamado não haver mais tempo (Jo 9.4-5). Bíblia Shedd.
8-19 A ordem de ação parece também se mover da parte de fora do tabernáculo para a parte de dentro.
A maneira progressiva em que o tabernáculo foi levantado, primeiramente suas estruturas, depois as cortinas externas e internas e por último as tábuas, travessas e véus, demonstra a obra da santificação na experiência do crente. CBASD, vol. 1, p. 735.
A repetição longa e precisa, na parte final deste livro, dos detalhes da construção do tabernáculo devia ter propósito definido. Mostra a importância do santuário e de todas as suas partes no plano da salvação. Também enfatiza a necessidade da obediência exata e estrita às ordens divinas. Se fosse concedido a alguém o privilégio de mudar em algum detalhe as instruções divinas, esse seria Moisés; porém tal prerrogativa não lhe foi concedida. A exata correspondência de cada detalhe nos ensina a lição de que as ordens de Deus devem ser estritamente observadas. Os cinco últimos capítulos do livro de Êxodo enfatizam a exatidão com que Moisés e seus liderados acataram as instruções dadas por Deus. Se a ordem era fazer “cinquenta laçadas” (Êx 26:6), “cinquenta laçadas” eram feitas (36:13). … O mesmo espírito foi refletido por nosso Senhor em Seu ministério (Jo 4:34; 17:4). Deus desaprova qualquer alteração de Seus mandamentos, qualquer desvio deles seja para a direita ou para a esquerda, qualquer redução ou acréscimo. Não se deve acrescentar ou diminuir nada do evangelho ou da palavra de Deus (Dt 4:1, 2; 12:32; Pv 30:5, 6). CBASD, vol. 1, p. 734, 735.
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“Porque o material que tinham era suficiente para toda a obra que se devia fazer e ainda sobejava” (v.7).
O povo foi motivado a levar “a Moisés ofertas voluntárias” (v.3). Cada manhã, havia uma fila de homens e mulheres, todos dispostos a contribuir para a obra do santuário, até o ponto em que “o povo foi proibido de trazer mais” (v.6). Já havia sido arrecadado mais do que o necessário. Então, os homens responsáveis pela fabricação do tabernáculo seguiram à risca as especificações dadas por Moisés e realizaram uma “obra de artista” (v.8), usando somente os materiais que Deus havia ordenado. Parece que, após a apostasia no Sinai, os filhos de Israel estavam dispostos a se redimir perante Deus através da sua fidelidade.
Falar sobre mordomia e fidelidade com relação aos nossos recursos financeiros tornou-se para muitos um tema ofensivo ou até mesmo apelativo. O discurso monetário da maioria das igrejas protestantes, apontando a prosperidade material como sinal do favor divino, acabou por transformar uma doutrina bíblica e sagrada em uma fonte desonesta de dinheiro fácil. Referindo-se aos últimos dias, o apóstolo Pedro nos advertiu que falsos mestres, “movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (2Pe.2:3). O Senhor, portanto, não deixará sem punição todos os que têm lidado com esse assunto de forma leviana, com o propósito de enriquecimento às custas da ignorância de muitos.
A mordomia cristã não se trata apenas da nossa responsabilidade perante Deus com relação aos nossos recursos materiais. Somos mordomos do Senhor não apenas no que diz respeito aos dízimos e às ofertas, mas também na administração dos nossos dons, talentos, tempo e do cuidado com o nosso próprio corpo. E essa fiel administração só se torna uma oferta agradável a Deus quando é voluntária e pessoal. Sim, o dízimo é bíblico e as ofertas também (Leia Ml.3:9-10; 2Co.9:7). Mas a devolução dos dízimos e das ofertas por interesse, como uma espécie de barganha com Deus, com a finalidade de enriquecimento ou favor, não corresponde ao propósito da fidelidade financeira que o Senhor espera de Seus filhos.
Somos, por natureza, egoístas, e isso, por si só, amados, é um excelente motivo pelo qual o Senhor pede que Lhe devolvamos parte dos nossos recursos. Ao pedir aos filhos de Israel que ofertassem “de coração disposto, voluntariamente” (Êx.35:5), fica bem claro que Deus nunca exigiu e nunca irá exigir nada de nós sem o nosso consentimento. Dizimar e ofertar é um ato de adoração. E Deus só é verdadeiramente adorado quando colocamos o nosso coração em tudo que Lhe devolvemos e oferecemos. Notem que a primeira obra feita para o tabernáculo foram as cortinas que o envolveriam, a sua cobertura e o seu pavimento. Da mesma forma, como santuários do Espírito Santo (1Co.6:19), necessitamos ser envolvidos e cobertos com as vestes brancas da justiça de Cristo, sobre o sólido e dourado pavimento de Sua Palavra.
Quando permitimos que o Espírito Santo seja o nosso Instrutor no estudo das Escrituras, Ele ilumina a nossa mente e, nos conduz ao conhecimento crescente do amor de Deus na pessoa de Jesus Cristo, e é esse conhecimento que nos impulsiona a adorá-Lo com tudo o que temos e somos. Quando olhamos para a cruz, para o sacrifício supremo do nosso Salvador; quando entendemos que ali estava a mais perfeita oferta; que no contraste daquele fatídico e salvífico dia a nossa salvação foi garantida, a fidelidade se torna a resposta de um coração que é impelido a adorar ao Senhor “em espírito e em verdade” (Jo.4:23). E mesmo que a nossa vida neste mundo se resuma a privações e dificuldades, como os antigos patriarcas, aspiramos “a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16).
Lembram da oferta da viúva pobre? Da sua pobreza ela ofereceu a riqueza de um coração cheio de sinceridade e gratidão e suas “duas pequenas moedas” foram reconhecidas por Jesus como “mais do que o fizeram todos os ofertantes” (Mc.12:41-44). O Senhor nos convida à verdadeira adoração, meus irmãos. Que sejamos prósperos em Cristo, “segundo a riqueza da Sua graça” (Ef.1:7).
Nosso Pai e Mantenedor, nós Te agradecemos por Tua abundante graça que nos envolve a cada manhã e nos convida a Te adorar em verdade na beleza da Tua santidade! Que nossos tesouros, nossos talentos, nosso tempo, nosso templo, que é o nosso corpo, estejam sempre diante do Teu altar, como oferta voluntária proveniente de um coração guiado pelo Espírito Santo. Porque reconhecemos que pertencemos a Ti, que tudo vem de Ti, e das Tuas mãos Te damos, Senhor. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, ricos da graça de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo36 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 36 – Tudo o que temos resulta da imensurável generosidade de Deus. Ele doa para Sua missão através de nós. Recursos que ofertamos, primeiro Deus nos entregou. Ele é dono de tudo e todos. Como nosso proprietário, Deus investe em Sua própria obra e o faz colocando Seus recursos em nossas mãos, para que os administremos conforme a Sua perfeita vontade.
Apreender essa importante verdade nos fará conscientes: Não gastaremos de qualquer jeito nem esbanjaremos o dinheiro de Deus; pois, além de desperdiçar o que não é nosso, estaremos cientes que prestaremos contas ao Seu verdadeiro dono.
Sendo honestos e fieis administradores do recurso que Deus nos confia, sempre haverá o necessário para Seus propósitos terrestres. Ou melhor, Deus nos concede mais do que o necessário – para que invistamos em Sua missão. Caso sejamos dadivosos como os generosos israelitas, em algum momento será necessário pedir-nos para não trazer mais ofertas. “Pois o que já haviam recebido era mais que suficiente para realizar toda a obra” (Êxodo 36:1-7).
Nestes dias finais da história do pecado, “Deus nos chama para ser colaboradores Dele. Essa é a mensagem que Ele nos envia de diversas maneiras. A mensagem deve ser apresentada para aqueles que não conhecem o Senhor. A Bíblia precisa ser lida para quem quiser ouvir. O Espírito Santo coopera com aquele que abre as Escrituras para os outros. O ministro que é um pastor verdadeiro anuncia a Palavra ao povo… A obra precisa ser realizada em nosso país e em outras terras. Esse trabalho requer o dinheiro que o Senhor nos confia… Não é a devolução dos dons confiados por Deus que deixa a pessoa pobre. Mas a recusa em fazê-lo leva à pobreza, pois o maior propósito para o qual os recursos divinos devem ser usados é a manutenção dos obreiros na grande seara a ser colhida” (Ellen White, Manuscrito 124, 1898).
A construção do Santuário só foi possível porque os israelitas não foram egoístas, nem avarentos materialistas (Êxodo 36:8-38); o mesmo sucederá na pregação escatológica quando o amor altruísta for o impulso do remanescente ao anunciar o puro evangelho num mundo repleto de discursos espúrios (Mateus 24:10-14).
Antes do advento de Cristo, Deus procurará adoradores que O adorem em espírito e em verdade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 35 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/35
Israel contribuiu para o tabernáculo de Deus manifestando um espírito de boa vontade. A ideia de doar com um espírito voluntário é repetida cinco vezes (versos 5, 21, 22, 26, 29).
Apesar da obediência à lei de Deus ter sido firmemente estabelecida, a adoração a Deus é baseada na liberdade de escolha. Um espírito voluntário é fruto de um coração agradecido e este é o verdadeiro espírito de adoração, estabelecido na construção do tabernáculo.
Os presentes trazidos pelo povo foram o fruto da condição de seu coração. A beleza das valiosas doações de ouro, bronze, pedras raras, deveria agradar aos olhos, apenas como um lembrete da beleza da relação entre Deus e Seu povo. O simbolismo visto dentro do tabernáculo deveria caracterizar a relação de Deus não só com Israel, mas com toda a raça humana.
Questões para reflexão: A beleza do santuário de Deus e das obras ali construídas contradiz o mandamento dado em Êxodo 20:4 de não se adorar imagens de esculturas? De que modo é diferente? Como pode o contexto apropriado dar novo entendimento ao significado das imagens?
Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/35
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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674 palavras
1 toda a congregação. Os israelitas estavam prontos para começar a planejada construção do tabernáculo (Êx 25-31) adiada por causa da apostasia (Êx 32; PP, 343) e pela necessidade de renovação da aliança (Êx 33, 34). Visto que esse era um projeto no qual todos do povo estavam interessados e envolvidos em razão de suas ofertas (25:2-7) e de seu trabalho (ver Êx 28:3; 35:10, 25, 36:4; 39:42), Moisés os reuniu para dar as primeiras instruções. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 732.
1-3 A obra do tabernáculo começa com uma admoestação para se guardar o sábado, da mesma maneira que as instruções para a obra tinham sido concluídas com tal exortação. Bíblia de Genebra.
2 seis dias. Os hebreus estavam envolvidos num empreendimento sagrado e podiam pensar que isso seria desculpa para trabalhar no sábado. No entanto, não deviam permitir que a natureza sagrada do trabalho os enganasse, levando-os a negligenciar a observância desse dia. Essa é uma lição para os ministros e outros que fazem o trabalho de Deus no Seu dia. A construção do tabernáculo, com as diferentes habilidades e os materiais requeridos, era trabalho material, e, portanto, não constituía uma ocupação apropriada para o santo dia do Senhor. CBASD, vol. 1, p. 732.
3 Não acendereis fogo. Antigamente, acender fogo requeria esforço considerável. O clima relativamente quente da região do Sinai tornava desnecessário o aquecimento artificial, e o fogo seria usado apenas para cozinhar. … Esta ordem ainda é obedecida de forma rigorosa, mesmo em lugares de clima frio, pelos judeus caraítas, que não permitem fogo nem luz em seus lares no dia de sábado. Contudo, muitos dos judeus consideram que a ordem era de caráter transitório e usam tanto fogo quanto luz, mesmo na Palestina. Contudo, judeus estritamente ortodoxos não cozinham aos sábados. CBASD, vol. 1, p. 732.
Deus quer tirar até a tentação de fazer vários tipos de trabalho; o único fogo, aqui que queima no sábado, é o fogo dos altares do templo de Deus. Bíblia Shedd.
35:4 – 39:43 Esta seção inteira baseia-se nos capítulos 25-31, mas segue uma ordem diferente. Enquanto os capítulos 25-31 deram as instruções para o tabernáculo, esta seção descreve a sua construção. Bíblia de Genebra.
Semelhante repetição era uma característica da literatura do antigo Oriente Médio e tinha o propósito de fixar na mente do leitor os pormenores de uma narrativa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11-19 Um resumo dos objetos sagrados descritos nos capítulos 25 até 30. Bíblia Shedd.
21 Todos aqueles cujos corações foram movidos deram alegremente para a Tenda do Encontro (também chamada de tabernáculo). Com grande entusiasmo eles deram porque sabiam quão importante sua oferta era para a construção da casa de Deus. Pilotos de avião e operadores de computadores podem pressionar botões de teste para verificar se seus equipamentos estão funcionando apropriadamente. Deus tem um botão rápido de teste para verificar nosso nível de comprometimento – nossas carteiras. Life Application Study Bible NVI.
22 fivelas, pendentes, anéis. As pequenas economias do povo nômade sempre se constituíram de joias e enfeites. Mesmo quando os atavios não eram mais usados (33.6), eram guardados como dinheiro. Bíblia Shedd.
25 mulheres hábeis traziam o que … tinham fiado. Fiar era uma arte comum entre as mulheres dessa época, ricas ou pobres. Havia trabalho para todos na construção do tabernáculo e de sua mobília. CBASD, vol. 1, p. 732.
26 pelos de cabra. O método mais comum de fazer material para tendas; era o ofício do apóstolo Paulo, que lhe dava o sustento durante as viagens missionárias (At 18.3). Até hoje se fabricam tendas desse tipo no Oriente. Bíblia Shedd.
Todas que fiavam roupas fizeram uma linda contribuição para o tabernáculo. Bom trabalhadores se orgulham da qualidade e beleza de seu trabalho. Deus se interessa com a qualidade e beleza do que você faz. Seja você um executivo de negócios ou um caixa de loja, seu trabalho deveria refletir as habilidades criativas que Deus lhe deu. Life Application Study Bible NVI.
27 príncipes. Não no sentido de filhos de família real, mas líderes entre o povo, talvez os chefes de mil (18.25). Bíblia Shedd.
29 oferta voluntária. Generosidade e fidelidade são o que torna nosso serviço aceitável a Deus (PJ, 402), e Ele nos recompensa segundo Sua generosidade (PJ, 397). CBASD, vol. 1, p. 732.
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“Os filhos de Israel trouxeram oferta voluntária ao Senhor, a saber, todo homem e mulher cujo coração os dispôs para trazerem uma oferta para toda a obra que o Senhor tinha ordenado se fizesse por intermédio de Moisés” (v.29).
Antes de proferir os Dez Mandamentos no Monte Sinai, Deus orientou o Seu povo sobre a guarda do sábado como um santo dia de descanso (Êx.16:29). Antes de dar as instruções sobre a construção do santuário, Ele novamente enfatizou o descanso semanal sabático (Êx.23:12-13). Antes que Moisés descesse do monte, Deus replicou: “Certamente, guardareis os Meus sábados”, e o instituiu como um sinal entre Ele e Seu povo (Êx.31:13). E, antes de iniciarem os preparativos para a construção do santuário, mais uma vez enfatizou a observância do “sábado do repouso solene ao Senhor” (v.2). Inquestionavelmente, Deus estabeleceu este dia como o porto seguro do viajante cansado e uma lembrança permanente de Sua criação e redenção.
A fidelidade quanto ao descanso do sétimo dia promoveria nos filhos de Israel a verdadeira adoração e a confiança na provisão divina. O maná diário e a porção dobrada ao sexto dia eram uma constante prova do cuidado do Senhor para com o Seu povo e deveria despertar-lhes gratidão e espírito voluntário. Quando Moisés transmitiu aos filhos de Israel “a palavra que o Senhor ordenou” quanto às ofertas voluntárias, prontamente “veio todo homem cujo coração o moveu e cujo espírito o impeliu e trouxe a oferta ao Senhor para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes sagradas. Vieram homens e mulheres, todos dispostos de coração” (v.21-22). A introdução acerca do sábado em cada momento importante na jornada de Israel era uma lição de fidelidade e a oportunidade de fortalecer a identidade de um povo separado “de todos os povos da Terra” (Êx.33:16).
Bezalel foi eleito pelo Senhor para liderar a obra da construção do santuário, “e o Espírito de Deus o encheu de habilidade, inteligência e conhecimento em todo artifício […] e para toda sorte de lavores” (v.31 e 33). “Também lhe dispôs o coração para ensinar a outrem, a ele e a Aoliabe” (v.34). Aos dois cumpria não somente realizar a obra que lhes foi designada, mas também instruir a outros no mesmo ofício. A operação matemática das bênçãos de Deus é sempre a de dividir para multiplicar. O Seu desejo não era que Israel estabelecesse um reino de portas fechadas, mas que sua fama corresse o mundo, de forma que todos pudessem declarar: “Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6). Assim como precisamos das leis de trânsito para termos o mínimo de segurança nas estradas, quanto mais necessitamos das leis do Senhor para nos assegurar a vida, e vida eterna.
Há um mundo perecendo porque lhe falta o conhecimento do Senhor. Quando nos dispomos, pela graça de Deus, a andar em novidade de vida, buscando ser fiéis aos Seus mandamentos, o Espírito Santo nos reveste com as vestes da justiça de Cristo e nos torna obreiros habilidosos e multiplicadores da esperança. Somente quando entendemos que o sábado não é apenas um dia, mas o sagrado privilégio de desfrutarmos um prelúdio da eternidade, nosso coração se enche de gratidão por podermos adorar “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). O sábado é um tempo de encontro semanal entre a criatura e o Criador e um tempo oportuno de ensinar a outros sobre a verdade que um dia nos libertou.
Abandone os preconceitos com relação a este mandamento que é tão importante e tão válido quanto os demais (Leia Tg.2:10-12), e, com humildade e sincero desejo de descobrir a verdade sobre o sábado, continue buscando na Palavra do Senhor as respostas às suas inquietações. Que o “Senhor do sábado” (Mt.12:8) te abençoe e te santifique neste dia e te conceda um coração transbordante de gratidão! E que o Espírito Santo te encha de habilidade, inteligência e conhecimento na obra do Senhor.
Nosso amado Deus e Criador, como é maravilhoso saber que o Senhor deseja andar conosco, nos abençoar e que separaste um dia especial por semana para que possamos parar todas as nossas atividades laborais, e andar Contigo e Te adorar de forma especial. Louvado seja o Senhor! Enche-nos, ó Deus, do Espírito Santo, nos habilitando para a Tua obra. Cobre-nos com a justiça do nosso Redentor! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres de coração voluntário!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo35 #RPSP
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ÊXODO 35 – Assim como a presença de Deus com Israel resultou do livramento da escravidão egípcia (Êxodo 1:1-15:27), Sua presença conosco liberta-nos da escravidão do pecado (Mateus 1:21-23; João 8:32-34). Por conseguinte, a presença constante de Deus com pecadores exige obediência ao compromisso da aliança realizada por Ele – explícito na segunda parte do livro (Êxodo 16:1-40:38). O tabernáculo era o evangelho em símbolos, evidenciando que o verdadeiro evangélico é fiel ao Provedor do Evangelho (Mateus 24:11-13; Apocalipse 14:6-7, 12).
O sagrado dia de sábado é o anel ou aliança de compromisso de Deus com Seu amado povo (Êxodo 35:1-3). É na demonstração de reconhecimento desse dia que o povo revela Seu compromisso com Deus. “Esse princípio básico da adoração de Israel foi mais uma vez declarado e salientado” destaca Merrill F. Unger. Deus relembra várias vezes a sacralidade do sábado, para que o secularismo, o materialismo, o hedonismo, o humanismo, e o racionalismo não obscureçam sua relevância (Êxodo 16:1-34; 20:8-11; 23:10-23; 31:12-17; 34:21).
Assim como Deus separou Seu povo para ser santo, separou o sábado para o lembrar de viver em santidade. “Deus salvou Seu antigo povo de Israel e fez aliança com ele, exigindo dele um estilo de vida coerente com esse chamado santo. Ele exige de todos os que consideram seu povo essa mesma adesão a Seus padrões imutáveis”, argui Eugene H. Merrill.
Enquanto que em Êxodo 25:1 a 31:17 encontramos instruções de Deus para construir o tabernáculo para que Ele pudesse habitar em meio dos pecadores, em Êxodo 35:1 a 40:38 somos informados de como aconteceu a construção do tabernáculo. Essa arquitetura deveria unir o compromisso de Deus de habitar com Seu povo e o compromisso do povo que recebeu o privilégio da presença divina.
Bezalel e Aoliabe citados em Êxodo 31:1-11, principais artesãos da tenda divina, foram novamente destacados em Êxodo 35:30-35. Seus talentos, dados por Deus, mais uma vez observados, mostram a importância dos talentos no serviço a Deus!
Nossa atitude diante do tempo, tesouro e talentos revela nosso real compromisso com Deus! Tempo (Êxodo 35:1-3), Tesouro/recursos financeiros (Êxodo 35:4-29) e Talentos/dons (Êxodo 35:30-35) devem ser integralmente consagrados ao Senhor!
Se Deus não for Senhor de tudo em nosso coração, certamente não O consideremos Senhor de nada! Reavivemo-nos completamente! – Heber Toth Armí.