Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 12 – Rosana Barros by Ivan Barros
17 de junho de 2025, 0:45
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“Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor” (v.12).

A Páscoa foi a primeira experiência religiosa daquele povo há tanto tempo escravizado. Era essencial que ele fosse novamente ensinado sobre a verdadeira adoração. Com “lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão” (v.11), os filhos de Israel deveriam comer com pressa o cordeiro, as ervas amargas e os pães sem fermento. Seria “um cordeiro para cada família” (v.3), com a opção de convidar o vizinho mais próximo, caso a família fosse pequena. O sangue do animal deveria ser passado “em ambas as ombreiras e na verga da porta” (v.7), como uma marca de proteção para que o “Destruidor” não os ferisse. Este rito seria lembrado todos os anos e transmitido de geração em geração. Diante de tudo isso, “o povo se inclinou e adorou” (v.27), cumprindo tudo o que Deus havia orientado “a Moisés e a Arão” (v.28).

Então, como o Senhor havia dito, “à meia-noite”, Ele feriu “todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó […]” até “os primogênitos dos animais” (v.29). Naquela mesma noite, o Senhor deu livramento ao Seu povo, pois os egípcios expulsaram os filhos de Israel com pressa e lhes deram “objetos de prata, e objetos de ouro, e roupas” (v.35). “E despojaram os egípcios” (v.36). Após “quatrocentos e trinta anos” (v.40), aquela geração finalmente respirava o ar da liberdade, e “todas as hostes do Senhor saíram da terra do Egito” (v.41), pois “tirou o Senhor os filhos de Israel do Egito, segundo as suas turmas” (v.51).

A Páscoa era uma ilustração da justificação pela fé e seus resultados. Cada família foi instruída a manter-se em casa, comendo o cordeiro e o pão com ervas amargas, pronta para partir, e com a porta marcada com o sangue do cordeiro. Essa era uma cerimônia que, se o povo tivesse compreendido seu verdadeiro significado e, como o Senhor orientou, a tivesse transmitido de geração em geração, Jesus teria nascido rodeado pela nação de Israel em festa. Cada detalhe dado por Deus para esse momento deveria ser obedecido e era uma questão de vida ou morte. Passar o sangue na porta, mas não ter preparado o cordeiro como orientado, ou se o pão fosse levedado, implicaria em ser atingido pelo Destruidor. Ou observar todo o rito dentro de casa e não marcar a porta com o sangue do cordeiro também implicaria em morte. Percebem, amados?

A fé de passar o sangue nos umbrais da porta deve nos impulsionar a alimentar nossa família com o Cordeiro e o Pão do Céu. E mesmo que tenhamos que provar das “ervas amargas” da vida, no final do dia podemos encontrar em Cristo – o Cordeiro imolado – a força e a paz que nos saciam a alma. O Espírito Santo, então, preenche o nosso coração e nos mantém de malas prontas para a eternidade. Cristo, “Justiça Nossa” (Jr.33:16), Cristo, em nós, “a esperança da glória” (Cl.1:27), sempre foi a mensagem central das Escrituras. Era essa mensagem que Israel deveria entender, viver e compartilhar. Mas falhou em entender, com o tempo se negou a viver e, com isso, tornou-se incapaz de compartilhar.

Meus irmãos, o desejo do Senhor em nos libertar é muito maior do que nosso próprio anseio por liberdade deste mundo mau. Mas por que será que ainda estamos aqui? Porque ainda não entendemos, não vivemos e, por consequência, não compartilhamos a mensagem de que Jesus é a nossa justiça. Desde o primeiro cordeiro imolado por Adão, cada sacrifício apontava para Cristo como nosso único e suficiente Salvador. A obediência de Israel deveria ser fruto da fé que tinham no Deus que havia prometido livrá-los da escravidão e da morte. Havia condições estabelecidas pelo Senhor para que o povo obedecesse. Por que achamos que é diferente conosco hoje? Se o próprio Jesus foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8)?

Ó, amados, estamos em tempos solenes e decisivos. Até quando nos comportaremos como se Jesus fosse voltar daqui a cem anos? É tempo de andarmos com “lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão”! É tempo de termos até a porta de nossa casa como um lembrete vivo de que ali habita uma família que pertence ao Senhor. É tempo de alimentarmos a nossa família com a Palavra de Cristo e compartilharmos esse alimento com nossos vizinhos mais próximos. Então, o destruidor não nos atingirá. Eu não sei você, mas eu estou cansada daqui. Cansada de mim mesma. Cansada de ver tanto sofrimento. E com muita, muita saudade de Jesus e do Céu! E eu não digo isso porque me acho digna de ver o Salvador e entrar nas moradas do Pai. Muito pelo contrário. É na justiça de Cristo que me agarro a cada dia e clamo para que ela esteja sobre mim quando Ele voltar.

Não nos cabe saber o tempo da volta de Jesus, mas a Palavra nos diz que podemos não somente aguardar, mas também apressar “a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12). Então, clamemos pelo Espírito Santo! Clamemos para que, mesmo nesse tempo de dormência, de sonolência, “à meia-noite” (Mt.25:6), despertemos com nossas lâmpadas acesas, cheias do precioso azeite e possamos entrar com Cristo “para as bodas” (Mt.25:10). Por favor, estude com mais interesse e profundidade a justificação pela fé, pois ela é a última mensagem a ser dada ao mundo, ela “é, na verdade, a mensagem do terceiro anjo” (Eventos Finais, CPB, p.215).

Nosso amado Pai Celestial, Tu tens sido muito paciente com o Teu povo. De geração em geração, tens conservado filhos fiéis que confiaram em Ti, ainda que não compreendessem muitas das coisas que o Senhor pedia que fizessem. Santo Deus, há uma promessa para nós, hoje, de que o Teu Espírito nos guiará a toda a verdade, e esta promessa é uma bênção porque é a verdade que nos liberta, e nós queremos desfrutar da completa liberdade que o Senhor nos oferece, a nós e a nossos filhos. Mas, antes, o Espírito Santo precisa nos convencer do pecado, da justiça e do juízo, para que possamos discernir a Tua verdade. Portanto, nos livra de nós mesmos e nos concede uma mente lúcida para que sejamos, nesta geração, filhos fiéis que vivam a Tua vontade pela fé no nosso Fiador, apressando o Seu grande Dia. Que de nossa casa saia o alto clamor que amadurecerá a Terra para a última colheita. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, remanescente do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2025, 0:30
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ÊXODO 12 – Desde o início do drama das pragas, Deus havia previsto que Sua intenção era tornar-Se conhecido em meio aos deuses falsos. A evidência de Sua existência retira toda desculpa que alguém queira dar (Êxodo 7:5; 9:15-16; 11:9).

Deus demarca o tempo (Êxodo 12:1-2) como sinal de Sua administração dos eventos históricos, evidente desde as profecias no limiar da história com Adão e Eva (Gênesis 3:15), com os descendentes de Noé (Gênesis 9:25-27), na trajetória de Abraão (Gênesis 12:1-3), na previsão profética dos gêmeos (Gênesis 27:27-29, 39-40) e nos sonhos de José (Gênesis 37:5-8). Deus está no controle da história!

Como festa anual, a Páscoa é a instituição que celebra libertação da aflição “de Israel de maneira que acentua sua realidade histórica. Os israelitas devem observar a Páscoa como um dia que assinala um momento particular quando Israel foi liberto do Egito (12:7). Devem alimentar-se com comidas que os lembrem da realidade insossa e amarga da sua escravidão (12:8-9, 17-20) e faz reviver a ânsia e prontidão de sair do Egito. É bastante significativo o recebimento de instruções para datar todos os acontecimentos futuros a partir desta noite de livramento (12:2), o que significa que este acontecimento histórico torna possíveis todos os demais em Israel [profetizados por Deus]” (Paul R. House).

A Páscoa foi idealização de Deus. O cordeiro perfeito apontava para Seu impecável Filho (1 Pedro 1:19; 2:22); deveria ser macho de um ano, pois Jesus viria como menino e morreria com 33 anos de idade; deveria ser imolado com toda a congregação no crepúsculo, pois Jesus morreria por toda humanidade às 15h (Isaías 53:4-8; Marcos 15:25-37); deveria ser comido e seu sangue aspergido nas ombreiras e vergas das portas para livrar-se da morte, indicando que Jesus daria Sua vida por nós e derramaria Seu sangue para nos garantir a absolvição de nossas transgressões (Hebreus 9:22); deveria ser assado, apontando ao castigo que Jesus suportaria por nós (2 Coríntios 5:21; Gálatas 3:13).

Pães sem fermento e ervas amargas acompanhando a carne do cordeiro simbolizam que Jesus nos liberta da amargura do pecado. Ele é a Páscoa de quem aceita Seu sacrifício (Êxodo 12:11; João 1:29; 1 Coríntios 5:7).

Jesus substituiu a Páscoa pela Santa Ceia: Ela revela nossa libertação do pecado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 11 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 11 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ÊXODO 11 by Luís Uehara
16 de junho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/11

A última praga foi a mais extrema. O Egito, antes uma superpotência global e epicentro de prosperidade econômica, estava agora em ruínas. Suas colheitas e animais estavam mortos, sua cidade invadida por rãs mortas, seu povo ainda se curando de furúnculos, moscas e piolhos. O Egito é apenas uma sombra do que já foi e levará tempo para se curar dessa destruição.

Enquanto isso, o faraó continua se recusando a deixar os israelitas partirem. A destruição econômica que ele acumulou em seu povo, ao endurecer o coração, supera largamente as consequências econômicas de deixar seus escravos partirem. Mesmo com a ameaça da morte de seu filho, ele continua endurecendo o coração.

Satanás influenciou fortemente o Faraó nessa situação. A grandeza das pragas do Egito mostra que a influência de Satanás somente traz dor, morte e destruição. Satanás leva você a racionalizar e ferir não apenas a si mesmo, mas às pessoas ao seu redor. Se ao menos o Faraó tivesse dado um passo para trás e percebido todo o dano que sua teimosia irracional estava causando, ele poderia ter sido aclamado como um herói, em vez de um tirano.

Escolha ouvir a Deus, e quando você sentir que está causando dor aos outros, recue e certifique-se de que sua teimosia não está prejudicando as pessoas.

Solana Campbell
Aluna do Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/11
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2025, 0:50
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828 palavras

1 expulsará. Em vindo a décima praga, Faraó apressa-se em obedecer à ordem de Deus, mostrando-se, agora, mais disposto a permitir ao povo que se retire, do que antes. Assim, também, os joelhos que não se dobram em oração perante Cristo, aqui na terra, se dobrarão no Dia Final (Fp 2.11). Bíblia Shedd.

2 Israel não sairia com as mãos vazias. A legislação posterior que tratava da dívida da escravidão indicava que ao tempo da libertação o proprietário do escravo deveria lhe dar bens materiais. Andrews Study Bible.

3 o homem Moisés era mui famoso. Não existe nada na declaração que demonstre vaidade da parte de Moisés. Ele está apenas explicando por que os egípcios abriram mão de seus recursos de forma tão liberal. Era natural que, como agente de Deus, o povo tenha associado Moisés com os sinais espetaculares que testemunharam. Em primeiro lugar, ele deixou os magos atônitos (Êx 8:18, 19), depois impressionou os cortesãos de tal modo que alguns deles deram ouvidos a uma de suas advertências e salvaram seu gado (Êx 9:20). Finalmente, quase toda a corte se convenceu de que estava em seu poder destruir o país (10:7). Moisés tinha tratado o rei de igual para igual, e o fato de o povo o reverenciar como a um deu automaticamente fez aumentar o prestígio de Moisés. Se Moisés não tivesse comparecido perante eles como uma pessoa extraordinária, a quem seria perigoso perturbar, provavelmente desde muito tempo teria sofrido agressão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 581.

4 Disse, pois, Moisés. Continuando o discurso de 10.29. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Por volta de meia-noite INVI, NKJV). Tendo por base a ordem da criação (“tarde e manhã”, Gn 1:5, 8, 13, 19, 23, 31), a meia-noite não marca o início de um novo dia, mas o momento mais escuro da noite, marcado pela vulnerabilidade e falta de defesa – o momento mais adequado para a décima praga. Andrews Study Bible.

Esta meia-noite não poderia ser a do dia seguinte em que Moisés fez o anúncio ao rei, pois ele recebeu instruções sobre a Páscoa somente depois da conversa com faraó. Essas instruções devem ter sido comunicadas ao povo alguns dias antes da festa da Páscoa e de sua partida do Egito (Êx 12:3, 6). Sem dúvida não se especificou quando seria essa noite, a fim de que o faraó tivesse tempo de pensar sobre o destino que aguardava a ele e a seu povo. CBASD, vol. 1, p. 581, 582.

Passarei por todo o Egito (NVI). É importante ressaltar o fato de que o próprio Senhor tenha visitado o Egito com a décima praga, ao passo que as outras foram infligidas por Moisés e Arão como agentes de Deus. CBASD, vol. 1, p. 582.

5 Todos os primogênitos do Egito morrerão. V. Sl 78.51; 105.36; 136.10. A maior das desgraças, pois todos os planos e sonhos de um pai vinculavam-se ao primogênito, que receberia porção dupla dos bens da família quando o pai morresse (v. Dt 21.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A morte do primogênito se deveu à teimosia de Faraó, que não honrou o primogênito de Deus [Israel] (4:22-23). A última praga não fez distinção de classe social. Andrews Study Bible.

moinho (NVI, NKJV). A escrava que trabalhava no moinho que consistia de duas pedras era considerada o ponto mais baixo da escada social. Andrews Study Bible.

A mais humilde das ocupações (v. Is 47.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moer trigo era um trabalho inferior, realizado por escravos e prisioneiros de guerra. Bíblia de Genebra.

6 grande clamor. Com um pranto amargo em cada lar, o clamor do Egito bem pôde ter sido do tipo que nunca se ouviu antes e não se ouvirá jamais. CBASD, vol. 1, p. 582.

8 ardendo em ira (ARA; NVI: com grande ira). Até, então, Moisés tinha demonstrado paciência sobrehumana em seu trato com o rei. Isso era um reflexo da tolerância e paciência de Deus, de quem era embaixador e em cujo nome e por cuja autoridade ele agia. Agora, porém, a ira do servo de Deus era uma evidência para o rei de coração obstinado que seu dia de graça estava chegando ao fim e que a ira de Deus estava prestes a cair sobre ele. CBASD, vol. 1, p. 582.

9 se multipliquem. A rebelião do homem evidencia mais claramente a glória de Deus. Bíblia Shedd.

9-10 Resumo final da atitude de Faraó: após onze (incluindo 7:8-13) sinais miraculosos e demonstrações óbvias do poder do Senhor, Faraó ainda não quer reconhecer Sua superioridade. Andrews Study Bible.

10. fizeram todas essas maravilhas. Antes de continuar a relatar a última e maior de todas as pragas, Moisés faz uma pausa momentânea para contemplar em retrospectiva todos os milagres, meditando sobre o fracasso, por assim dizer, em impressionar o coração endurecido do faraó. CBASD, vol. 1, p. 582.

Na hora de ter Moisés anunciado a última praga deparamo-nos com este resumo, mostrando-nos a rebelião humana em face das maravilhas de Deus. Assim, em Jo 12.37-43, há a manifestação da incredulidade dos judeus, que marca o fim do relato do que Jesus fez em público, e o começo da narrativa da Última Ceia e da Crucificação. Bíblia Shedd.



Êxodo 11 – Rosana Barros by Ivan Barros
16 de junho de 2025, 0:45
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“Moisés disse: Assim diz o Senhor: Cerca da meia-noite passarei pelo meio do Egito” (v.4).

Orientados a pedir aos egípcios ouro e prata que pudessem levar na viagem, era como se os hebreus se apropriassem dos despojos de guerra sem que tivessem que levantar uma espada sequer. Deus havia provado ser o defensor e mantenedor de Seu povo e estava prestes a livrá-lo de uma vez por todas de sua escravidão. As palavras ditas por Moisés a Faraó e seus oficiais não mais expressavam a mansidão e a paciência tão características daquele servo de Deus. Pelo contrário, aqueles homens testemunharam, pela primeira vez, um semblante carregado de indignação. “E, ardendo em ira, [Moisés] se retirou da presença de Faraó” (v.8). O anúncio da última praga e a forma como foi dito revelava sua natureza devastadora e o fim da misericórdia e paciência de Deus para com Faraó e seu povo.

A “meia-noite” é um tempo utilizado na Bíblia como um símbolo da hora mais escura e decisiva. É um lapso de tempo apocalíptico que prefigura o fim da oportunidade. Está escrito: “De repente, morrem; à meia-noite, os povos são perturbados e passam, e os poderosos são tomados por força invisível” (Jó 34:20). Exatamente o que foi anunciado por Moisés: que haveria morte na terra do Egito, e a perturbação causaria “grande clamor”, “qual nunca houve, nem haverá jamais” (v.6). E, por mão invisível, o Senhor passaria “pelo meio do Egito” (v.4), realizando o Seu juízo. Mas, novamente, Ele faria “distinção entre os egípcios e os israelitas” (v.7), livrando o Seu povo daquele terrível flagelo.

Vocês já ouviram falar no Relógio do Apocalipse? Este relógio é um símbolo criado em 1947 pelo Boletim dos Cientistas Atômicos, indicando quão perto o mundo está da “meia-noite”, ou seja, da destruição. Este relógio simbólico, porém, que hoje aponta para oitenta e nove segundos para a meia-noite, não está embasado nas profecias bíblicas, mas na situação global com relação às condições climáticas, políticas e ambientais. Contudo, há uma “meia-noite” que realmente representa o fim de todas as coisas. E esta tem a ver com morte eterna ou vida eterna. Em seu sermão profético, Jesus proferiu uma parábola que aponta para o tempo do fim: a parábola das dez virgens.

Nesta parábola, o Salvador ilustra a condição do Seu povo no tempo do fim: as dez mulheres eram virgens, as dez tinham as lâmpadas, as dez dormiram e as dez acordaram juntas. Mas, quando o arauto anunciou, à meia-noite: “Eis o noivo! Saí ao seu encontro!” (Mt.24:6), somente cinco delas tinham azeite reserva e puderam entrar com o noivo para as bodas (Mt.24:10). Quando será a meia-noite da Terra, no entanto, não nos foi dado conhecer. Através do cumprimento das profecias, podemos até saber o quão perto estamos deste momento. Mas o foco da parábola, bem como de cada advertência das Escrituras quanto ao tempo do fim, não é o de “tempos ou épocas” (At.1:7), e sim o da preparação.

Amanhã veremos que a última praga, antes da meia-noite de juízo, foi a única que requereu um preparo por parte do povo de Israel. Da mesma forma, às vésperas da meia-noite deste mundo, necessitamos do azeite reserva, que é o Espírito Santo. Ser conhecedores do tempo não significa somente saber que estamos perto do fim. Muito mais, porém, é que é tempo de buscar ao Senhor enquanto podemos achá-Lo e de invocá-Lo enquanto Ele está perto (Is.55:6). Deus nos deixou suficientes orientações em Sua Palavra de como estarmos preparados e apercebidos para o retorno de Cristo. Permita que o Espírito Santo continue reavivando a sua vida pelas Escrituras e que sua comunhão diária com Deus seja o tempo em que realmente a sua mente esteja fixada.

Nosso Pai do Céu, a meia-noite desta Terra se aproxima e é tempo de estreitarmos ainda mais a nossa comunhão Contigo. Faz-nos como crianças, submissos, confiantes e sinceros. E, para isso, precisamos do Espírito Santo, enchendo as nossas lâmpadas nesse momento de dormência. Queremos entrar com o Senhor pelas portas e sermos conhecidos de Ti. Ajuda-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, cheios do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2025, 0:30
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ÊXODO 11 – Deus não permitirá que ninguém se perca na ignorância. Por isso, Mateus 24:14 diz que o evangelho deverá ser pregado no mundo inteiro… Só então virá o fim.

No Egito, os magos se encantaram com o poder de Deus (Êxodo 8:19). Os egípcios acreditaram em Moisés e retiraram gados e escravos do campo ao ouvirem a previsão da praga (Êxodo 9:20). Líderes do alto escalão do governo creram em Moisés e alertaram a Faraó – o único orgulhoso teimoso que preferiria a ruína total do seu povo a ceder a Moisés!

A profecia de Gênesis 15:14 estava no limiar. Disse Deus: “Eu castigarei a nação a quem servirão como escravos e, depois de tudo, sairão com muitos bens”. Não havia detalhes na profecia de como Deus faria isso; no relato, notamos que Deus fez maravilhas a tal ponto dos egípcios reconhecerem a Israel como povo especial de Deus. Por isso, como forma de pagamento pelo trabalho dedicado com indescritível sofrimento, os israelitas deveriam pedir prata e ouro.

“Apesar de Moisés ter sido proibido de voltar à presença do Faraó, sob a ameaça de morrer se visse novamente o seu rosto, ele ainda tinha mais uma mensagem de Deus para dar ao rei rebelde. Entrou de maneira resoluta em sua presença e se colocou destemidamente diante dele para declarar-lhe a palavra do Senhor… Quando Moisés falou ao rei a respeito da praga que viria sobre eles, mais terrível do que qualquer outra que já havia caído sobre o Egito, a qual faria com que todos os seus grandes oficiais se curvassem perante ele e suplicassem aos israelitas que saíssem do Egito, o rei ficou extremamente enraivecido. Irou-se porque não conseguiu intimidar Moisés e fazê-lo tremer diante de sua autoridade real. Moisés, contudo, se apoiava sobre um braço mais poderoso do que o de qualquer monarca terreno” (Ellen White. CBASD, v. 1, p. 1213).

Deus conhece cada reação humana antes mesmo delas se manifestarem. Ele conhece o futuro tão bem quanto conhece o passado e o presente. Caso queiramos estar seguros neste mundo perigoso, devemos entregar totalmente nosso futuro nas mãos de Deus. E, ficarmos atentos a todas as Suas orientações.

Não há ninguém tão poderoso como Deus; confiando nEle, obtemos segurança! Portanto, Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 10 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 10 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 10 by Luís Uehara
15 de junho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/10

Êxodo 10 conta a história de Faraó tentando impedir que os escravos israelitas deixem o Egito, e das diferentes pragas que Deus envia para convencê-lo. No entanto, o faraó endurece seu coração e tenta estabelecer condições para que os israelitas pudessem partir.

Quantas vezes tentamos fazer acordos com Deus e tiramos certas partes de nossas vidas deste acordo? Obstinados, colocamos outras coisas em nível mais alto de importância do que o relacionamento com Deus. Nesse sentido, nos tornamos como o Faraó que concordou em abrir mão de apenas certos grupos dos israelitas. Quando chegamos a Deus pela primeira vez, permitimos que Ele tenha controle de apenas certas partes de nossas vidas, mas, por fim, precisamos permitir que Deus tenha toda a nossa vida, para que Ele possa trabalhar em nós e através de nós.

Você se vê lutando para dar algo específico em sua vida a Deus e permitir que Ele trabalhe inteiramente em você?

Você está deixando de entregar algo a Deus que acha ser mais importante do que seguir a Deus completamente?

Suvan Campbell
Estudante
Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2025, 0:50
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825 palavras

2 para que contes quantos prodígios fiz. O relato aos descendentes serviria para manter viva a lembrança dos atos remidores de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Uma clara afirmação do plano divino que envolvia Faraó. As pragas visavam ensinar a Israel e deixar uma indelével impressão sobre a sua posteridade. Bíblia de Genebra.

De fato, durante toda subsequente história de Israel, o motivo básico para toda a vida religiosa do povo era esta história de como Deus tinha salvo e resgatado um povo particularmente Seu, que reconhecia Sua soberania. saibais. Não … teorias vãs acerca de Deus, mas sim, uma verdadeira experiência religiosa de andar com Deus. Bíblia Shedd.

Esquecer os benefícios de Deus é uma das tristes facetas da natureza pecaminosa. Por isso, o ser humano precisa de constante exortação a fim de relembrá-los. Isso com frequência é verdadeiro com respeito às suas necessidades diárias, mas também se aplica a circunstâncias providenciais, tais como as relacionadas à conversão ou recuperação de doença grave. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 576.

4 gafanhotos. Esta oitava praga já é mais severa: mesmo as invasões normais no oriente formam nuvens de gafanhotos que devoram em poucas horas toda espécie de alimento em área de quilômetros quadrados. Mas esta invasão foi excepcional (6; cf Jl 2.1-11). Bíblia Shedd.

7 os oficiais. Assim como os magos já se retiraram da luta (9.11), agora são os oficiais que estão se rendendo à evidência, chegando a se opor abertamente à política louca de um rei totalitário. Bíblia Shedd.

8 porém. a obediência a Deus dos não sinceramente convertidos contém sempre um “porém” significativo. Este porém é a condenação dos ímpios, porque, na verdade, é rebeldia contra Deus. Bíblia Shedd.

11 Só os homens podem ir. Da perspectiva de Faraó: 1) as mulheres e crianças deviam ficar como reféns, e 2) em geral eram só os homens que participavam plenamente do culto. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 [O] v. 12 nos ensina que a sequência ao pecado é o julgamento divino, que é inevitável, quando não imediato. A terra inteira sofreu as consequências, pois o pecado sempre traz grandes danos até para terceiros inocentes. Bíblia Shedd.

16 pequei. Uma ideia muito fraca sobre o pecado é de quem antevê as consequências do seu erro, e quer se livrar delas. Faraó teme os poderes manifestos em Moisés, mas não teme ao poder de Deus. Como todo pecador, pensa que se trata de um erro esporádico (esta vez ainda) e não percebe o abismo em que se precipita sem possibilidade de se salvar sozinho. Bíblia Shedd.

19 nem ainda um só. Deus faz Sua parte com perfeição, em resposta à oração da fé do seu servo obediente. Bíblia Shedd.

21-29 A próxima praga com sua escuridão tem como alvo Amon-Ra, o deus sol do Egito e um dos deuses mais importantes. Amon-Ra era considerado o pai divino de Faraó. Portanto, a exposição do desamparo de Amon-Ra diante do poder do Senhor destruía o cerne da crença egípcia.

21 trevas. Assim como a terceira e a sexta praga, essa nona chegou sem o faraó ter sido previamente avisado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Resposta imediata à perfídia de Faraó, mencionada no v. 20. Bíblia Shedd.

Alguns comentaristas supõem que um eclipse do sol causou a intensa escuridão. Contudo, essa interpretação não pode estar correta, pois um eclipse jamais poderia produzir uma escuridão que durasse três dias (Êx 10:22). CBASD, vol. 1, p. 579.

22 trevas espessas. Essas trevas, como é óbvio, eram mais do que uma tempestade de areia ou um eclipse do sol. Foram trevas sobrenaturais, como aquelas associadas com o Dia do Senhor (Is 8.22; 58.10; Jl 2:2; Am 5:20; Sf 1.15; cf Dt 28.29). Os egípcios tipicamente celebravam a luz matinal quando o deus-sol, Rá, segundo se pensava, vencia a temível serpente do caos e das trevas hostis. Essas trevas sobrenaturais foram outra demonstração da superioridade do Senhor sobre o panteão egípcio (7.19; 8.3). Bíblia de Genebra. [NC: A maioria dos demais comentários aponta para a possibilidade de uma densa tempestade de areia. Pessoalmente, achamos hipótese das trevas sobrenaturais a mais razoável].

24 Fiquem somente o vosso rebanho e vosso gado. Isso garantiria o retorno ao Egito, uma vez que sem o gado seriam incapazes de viver muitos dias no deserto. CBASD, vol. 1, p. 580.

26 nem uma unha ficará. Moisés já aprendeu a lição de obediência completa à vontade de Deus, e sabe que o alívio momentâneo de algum compromisso com as exigências do mundo comprometeria a plenitude de alegria da vitória, na sua comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.

28 Retira-te. Ordenar a retirada do profeta de Deus era a maneira de tentar excluir Deus da vida de Faraó. Mas Deus não pede audiência aos homens. Bíblia Shedd.

29 nunca mais. Era o fim da missão de Moisés para com aquele rei egípcio. Em 12.31 apenas atende ao rei para ouvir sua confissão de derrotado, sem pedir audiência, pois quem persuadiu a Faraó com a praga final fora o próprio Deus. Bíblia Shedd.

nunca mais verá a minha face. Numa praga de trevas, essas palavras soam um pouco irônicas. Bíblia de Estudo NVI Vida.