Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 34 – Comentário Jeferson e Gisele Quimelli by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2025, 0:30
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Gênesis 34 é mais um triste e difícil capítulo da história humana, com muita dor e culpa, que tem a semente do ódio, de assassinato.

De quem foi a culpa do estupro de Diná? Inteiramente de Siquém!

De quem foi a culpa do assassinato de todos os homens da cidade? Inteiramente de Simeão e Levi!

Foi na mente destes três homens que a semente do mal foi plantada, gestada e levada a cabo.

Uma armadilha na qual não podemos cair aqui é responsabilizar as vítimas pelos violentos atos que sofreram. A defesa da honra familiar, a passividade paterna, não justificam o assassinato em massa.

Então, o que dizer da visita temerária de Diná à cidade de Siquém? Que ela teve parcela de culpa? De jeito algum! No máximo, ela cometeu uma imprudência ao sair sozinha em um ambiente desconhecido. Mas nunca parcela de responsabilidade pelo estupro.

Culpabilizar a vítima pelo estupro sofrido é reflexo milenar de desprezo do valor e da dignidade feminina, pois a mulher também foi criada à imagem de Deus. Esta prática deve ser inteiramente rejeitada.

Dizer que houve qualquer justificativa pelos atos violentos seria justificar o pecado, como Adão procurou fazer, culpando a mulher e, indiretamente, o Criador.

Se possível isto fora, não teríamos necessidade de um Substituto a pagar pelos nossos pecados e Jesus não precisaria ter passado pela infinita e incompreensível a nós, humilhação e sofrimento ao se tornar homem, sofrer rejeição e as dores da segunda morte.

Jeferson Antonio Quimelli, professor aposentado e formando em Psicologia
Gisele Alves de Sá Quimelli, professora aposentada e Assistente Social



GÊNESIS 33 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 33 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 33 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 33 by Luís Uehara
19 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/33

“Ver a tua face é como contemplar a face de Deus; além disso, tu me recebeste tão bem!”

Que sentimento poderoso! Para Jacó, um relacionamento restaurado era como estar na presença de Deus. Os seguidores de Cristo são chamados a ser o rosto de Deus para os outros. Nossos relacionamentos devem ser tão amorosos e alimentados pela graça que, quando as pessoas estiverem ao nosso redor, elas sintam que estão experimentando a presença de Deus.

O estado de seus relacionamentos revela o estado de seu coração. E o estado do seu coração se revelará em seu rosto. Ellen White certa vez escreveu que as pessoas têm uma atmosfera ao seu redor que influencia os outros. Hoje, a ciência revela que o batimento cardíaco de uma pessoa será registrado nas ondas cerebrais de outra pessoa a até 3 metros de distância. Se o seu batimento cardíaco está acelerado devido ao estresse ou raiva, isto é percebido pelo cérebro de outra pessoa. Que influência poderosa nossas emoções e pensamentos têm sobre os outros, para o bem ou para o mal. Ou revelamos o amor de Deus ou distorcemos Seu coração.

Corações feridos, quebrantados pelo pecado e por relacionamentos destrutivos estão tornando as pessoas mancas ao longo da vida, procurando por alguém que se preocupe. De que modo o seu rosto influenciará os sentimentos delas? Eles verão a face de Deus em você?

Lori Engel
Capelã
Eugene, Oregon EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/33
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2025, 0:50
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624 palavras

1-2 Os preparativos de viagem refletem as claras divisões e a hierarquia da família de Jacó (primeiro concubinas e filhos, seguidos por Lia e filhos, e, por fim, Raquel e José).
quatrocentos homens. Uma força de luta significante (Andrews Study Bible).

3-4 Jacó saudou a Esaú como um vassalo saúda seu patrono na cerimônia de uma corte real, com a consideração apropriada a um superior – observe as sete prostrações (prática comum no protocolo real do antigo Oriente Próximo, v. 3), a forma submissa de “um servo” (v.5) se dirigir ao seu “senhor” (vs. 10-11). Em contraste, Esaú saudou a Jacó como um irmão depois de uma longa separação (vs. 4, 9) (Bíblia de Genebra).

4 Os medos de Jacó mostram-se infundados. Deus não apenas trabalhou nele (32:22-32) mas também em Esaú  e o tinha abençoado (33:9). Lucas 15:20 descreve a uma cena familiar em linguagem comparável. Em hebraico, os termos que indicam o abraço dos irmãos soa similar a Jacó lutando com Deus (32:24-25) (Andrews Study Bible).

10 Jacó insistia em que Esaú aceitasse o presente porque era somente mediante tal aceitação que ele poderia certificar-se de que estava perdoado e que passaria a reinar a paz entre os dois (Bíblia Shedd).

12-16 Jacó não parece acreditar totalmente em Esaú, mas prefere depender da proteção de Deus (Andrews Study Bible).

17 Sucote significa “ramos”. Distava poucos quilômetros ao ocidente de Peniel e ao oriente do Jordão (Bíblia Shedd).

18 são e salvo, poderia ser traduzido por “em paz”. Pode ser que tenha referência ao voto que Jacó tinha feito (28.21) (Bíblia Shedd).

chegou… à cidade de Siquém. Ou chegou a Salém, uma cidade de Siquém (Bíblia NVI).

Jacó foi tentado pelas ricas pastagens de Siquém, sem pensar muito nem se preocupar com o caráter do povo dali, e mais tarde deve ter-se arrependido amargamente de sua decisão. Quantos pais crentes cometem engano semelhante! Primeiro, acampam-se perto do mundo, armando suas tendas com as portas naquela direção; a seguir, compram um lote de terreno, e por fim seus filhos contraem alianças que terminam em vergonha e desastre (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

33.18 – 35.29 Esta seção final do “relato de Isaque”, como o final da seção do “relato de Abraão” (22.20-25.11), registra a transição dos patriarcados. Ela é estruturada de acordo com o itinerário de volta de Jacó à terra, destacando mortes em vários lugares (que, por sua vez, marcam a passagem da geração de Isaque) e importantes episódios no “relato”, tais como os pecados de Rúben, Simeão e levi (Bíblia de Genebra).

19 Siquém é, aqui, o filho de Hamor. Também era o nome da cidade onde Jacó comprara certa área de terra, subsequentemente outorgada a José que, ao que sabemos, foi ali sepultado (18 e Josué 24.32). A referida cidade ficava próxima ao sopé do monte Gerizim, cerca de 80 quilômetros ao norte de Jerusalém. Tinha sido o primeiro acampamento de Abraão dentro dos limites da Palestina (Gn 12.6), sendo, também, o local onde ficava o Poço de Jacó (cf Jo 4.6) e, ainda, o Carvalho de Moré, sob o qual, provavelmente, Jacó enterrara os deuses domésticos que Raquel furtara a Labão (35.4) (Bíblia Shedd).

cem peças de prata. 100 quesitas. Uma quesita era uma moeda de peso e valor desconhecidos (Bíblia NVI).

20 altar. A construção do altar é uma ligação importante com Noé, Abraão e Isaque (8:20; 12:7-8; 13:18; 22:9-10; 26:25; 35:7). Este é o primeiro altar que Jacó construiu (Andrews Study Bible).
O nome do altar em hebraico é El-Elehe-Israel e significa “Deus” (o Onipotente) é o Deus de Israel”. Este nome faz lembrar a nova relação estabelecida com Deus (cf 32.29) e marca o cumprimento do voto registrado em Gn 28.21 no sentido da glorificação a ser atribuída a Deus que se tinha manifestado tão poderoso em trazê-lo de volta, são e salvo, depois de vinte anos de ausência. Tenha-se em lembrança que também Abraão ali tenha erigido um altar ao Senhor (Gn 12.7) (Bíblia Shedd).



Gênesis 33 – Rosana Barros by Ivan Barros
19 de maio de 2025, 0:45
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“E levantou ali um altar e lhe chamou Deus, o Deus de Israel” (v.20).

Jacó voltou para o acampamento sujo, exausto e arrastando uma perna. Mas seu semblante irradiava a paz celestial. E foi nessa situação que, levantando “os olhos, viu que Esaú se aproximava, e com ele quatrocentos homens” (v.1). Mais uma vez percebemos Jacó agindo, ao enfileirar suas mulheres e filhos na ordem de sua preferência, colocando Raquel e José por último, no sentido de estarem mais longe do provável perigo. Mas o que se seguiu foi a mais impactante e comovente cena. Prostrando-se rosto em terra “sete vezes, até aproximar-se de seu irmão” (v.3), Jacó emanava a humildade de um homem transformado. Isso quebrantou o coração de Esaú, que ao ver a situação de seu irmão foi tomado de grande comoção.

Imaginem o que pode ter passado na mente de Jacó ao ver Esaú correndo ao seu encontro. Mas o que ele pode ter pensado que seria a corrida da vingança foi a corrida do abraço. “Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arroujou-se-lhe ao pescoço e o beijou; e choraram” (v.4). Foi um dos reencontros mais comoventes relatados na Bíblia. A forma como Jacó se aproximou de Esaú, prostrando-se “à terra sete vezes” (v.3), o desarmou de toda a fúria que o consumira durante aqueles anos. Era esse homem de aparência exausta e manco de uma perna, e que vinha ao seu encontro em atitude de humilhação, que ele tinha a intenção de matar? Certamente, Deus usou tudo isso e despertou em Esaú o afeto fraterno há tanto esquecido.

Ao olhar mais adiante, Esaú percebeu a diferença entre os que estavam com ele e os que estavam com Jacó. Pois enquanto ele estava acompanhado de um exército de quatrocentos homens, Jacó vinha ao seu encontro com suas mulheres e meninos e alguns servos. Ou seja, eram um alvo fácil. Mas em cada detalhe dessa história, percebemos a mão do Senhor e que aqueles anjos que por um momento foram visíveis a Jacó (Gn.32:1), permaneciam ali, cuidando e zelando por ele e por sua família. Tanto que até mesmo Esaú, através de sua atitude amistosa, foi usado por Deus para acalmar o seu coração. E ao insistir para que Esaú aceitasse seus presentes, Jacó declarou: “porquanto vi o teu rosto como se tivesse contemplado o semblante de Deus” (v.10).

Contudo, o reencontro dos dois irmãos, por melhor que tenha sido, não significava que poderiam voltar a habitar juntos. Dois irmãos, mas dois destinos completamente diferentes. Sabemos que Esaú havia escolhido um caminho contrário à vontade de Deus e Jacó bem sabia disso. Com sabedoria e muito jeito, ele dispensou voltar com seu irmão e dispensou a companhia de qualquer de seus homens. Ao alegar que caminharia “no passo do gado” e “no passo dos meninos” (v.14), com muito respeito despediu-se de Esaú, que voltou “pelo caminho por onde viera” (v.16). E comprando Jacó uma “parte do campo” (v.19) em Siquém, “levantou ali um altar e lhe chamou Deus, o Deus de Israel” (v.20). Pela primeira vez, não se dirigiu a Deus como o Deus de Abraão ou o Deus de Isaque, e sim como o seu Deus.

Que relato impressionante sobre o cuidado de Deus e sobre a confiança em Deus! Mesmo diante de perigos e ameaças, Jacó seguiu em frente e se deparou com as duas experiências que levaram alívio ao seu coração. A primeira foi a sua experiência pessoal com o Senhor, a noite de luta que promoveu a sua paz com Deus. A segunda, foi a experiência com Esaú, que removeu o fardo da culpa e do medo que por tantos anos havia carregado. E nós, amados? Será que temos sido consumidos por circunstâncias em que não vemos uma saída? Em que precisamos ter a coragem de dar o passo na direção da solução, mas parece que estamos correndo na direção errada?

Jacó sabia exatamente para onde ir. Ele havia resolvido fazer a vontade de Deus e confiar no Senhor. Como vimos ontem, ele saiu do vale de Jaboque como um homem diferente. Sobre essa mudança, Ellen White escreveu: “Em lugar da astúcia e engano, sua vida assinalou-se pela simplicidade e verdade. Aprendera a lição de confiança singela no Braço todo-poderoso; e por entre provações e aflição curvava-se em humilde submissão à vontade de Deus. Os elementos inferiores de seu caráter foram consumidos na fornalha de fogo, o verdadeiro ouro foi refinado, até que a fé de Abraão e de Isaque apareceu aclarada em Jacó” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.208).

Se olharmos com fé para cima, apegando-nos à Palavra de Deus e abrindo o nosso coração ao Senhor como a um amigo, Ele mesmo dirigirá os nossos passos na direção certa e nos dirá: “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21). Você crê?

Pai Celestial, nós Te louvamos por quem Tu és, Deus misericordioso e amoroso, que zela por nossa vida e por nossa salvação! Continua iluminando a nossa mente com a luz da Tua Palavra, fortalecendo assim a nossa fé em Ti e nos dando coragem de fazer a coisa certa. Guia-nos, Senhor, em Teu caminho eterno e purifica a nossa vida até que sejamos o Teu ouro refinado! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, guiados por Deus!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 33 – Se estivéssemos na cena deste capítulo, certamente as emoções se aflorariam e, em nossa face, as lágrimas se deslizariam. Os gêmeos separados pela ameaça de morte se reencontrarão…

“Mais tarde naquela manhã, quando Esaú estava se aproximando dele, Jacó foi ao seu encontro curvando-se diante de seu irmão sete vezes (Gn 33:3). Porque Jacó primeiro se humilhou diante do Senhor, ele agora era capaz de se humilhar diante de seu irmão. E Esaú graciosamente o aceitou. Naquele momento de reconciliação (v. 4), Jacó explodiu em um reconhecimento especial. De acordo com Gênesis 33:10, ele confessou que viu a Deus em Esaú: ‘Se te agradaste de mim, aceita este presente de minha parte, porque ver a tua face é como contemplar a face de Deus; além disso, tu me recebeste tão bem!’ (NVI). O que Jacó estava vendo no rosto de seu irmão? As mesmas expressões de amor, compaixão, perdão e graça que ele viu na face do Senhor. O sorriso de Deus em Jacó se reflete na aceitação de Esaú”, explica Jiří Moskala; e, então aplica:

“O que as pessoas leem em nossa face quando interagem conosco?”.

Só demonstraremos perdão e graça aos que nos ofenderam somente após experimentarmos perdão e graça de Deus.

O mesmo Deus que reatou o relacionamento de Jacó e Esaú pode reatar qualquer relacionamento que for colocado sob os Seus cuidados. Ao guiar nossa vida, as estratégias divinas nos levarão à alegria da reconciliação.

Diante da experiência marcante da reconciliação, assim que comprou um campo dos filhos de Hamor próximo a Siquém e acampar ali, Jacó “edificou um altar e lhe chamou El Elohe Israel” (Gênesis 33:20). Por Suas bênçãos, Deus é digno de adoração!

Reconhecendo que o Deus de Israel é poderoso, o Jacó admite que o Deus que mudou seu nome no capítulo anterior, agora mudou sua história.

Diante disto, notamos que não é o tempo que cura feridas da alma; é Deus. Sua graça resolveu a desgraça resultante das atitudes carnais que tiveram os gêmeos 20 anos antes.

Por conseguinte, aprendamos que relacionamentos danificados podem ser restaurados com ingredientes de origem celestiais. Amizades destruídas por atitudes impróprias podem ser concertadas quando a graça de Deus é despejada sobre corações feridos e almas dilaceradas…

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 32 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 32 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 32 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 32 by Luís Uehara
18 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/32

Será que a batalha que você está enfrentando resultará numa bênção?

Na hora do sofrimento, dificilmente achamos que a bênção virá logo após. Certamente este não foi o sentimento de Jacó naquela noite escura e solitária. Assolado pelo medo e pela angústia por causa da iminente ameaça representada pelo exército de Esaú, Jacó estava sozinho junto ao rio Jaboque. Nota para os sábios… Deus tende a aparecer quando estamos sozinhos.

De repente, Jacó começou a lutar com um “homem”. Mais tarde, Jacó descobriu que seu oponente tinha vindo do céu. Recusando-se a desistir, ele disse: “Não te deixarei ir”. Ele confiou que uma bênção viria daquela luta.

E isso aconteceu… Jacó lutou com Deus e com as pessoas, e venceu.

Você está lutando com Deus a respeito de quais assuntos? Que batalhas você está enfrentando com as pessoas?

Lutar com Deus e com outros muitas vezes nos deixa emocionalmente e espiritualmente mancos. Você pode ter cicatrizes das batalhas que já lutou. Sua batalha atual pode parecer perdida. Só não desista de Cristo. Apegue-se a Ele até que as bênçãos fluam.

Lembre-se disto: As pessoas mais fortes são produto do sofrimento. Os feridos de Deus muitas vezes se tornam Seus melhores soldados.

Nossas maiores bênçãos vêm de nossas lutas mais profundas.

Lori Engel
Capelã
Eugene, Oregon EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/32
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de maio de 2025, 0:50
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1204 palavras

1-32 Este é um capítulo chave na biografia de Jacó. Na luta com o Anjo de Deus, Jacó finalmente chega ao fim. Cheio de ansiedade e na perspectiva do encontro com Esaú, ele recebe encorajamento divino especial (Andrews Study Bible).

1 Esta palavra significa”duplo acampamento” ou “dupla hoste”, em referência a dois grupos de anjos, um que ia adiante dele e outro que o seguia (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

Do mesmo modo como os anjos lhe tinham aparecido por ocasião de sua viagem de exílio, aqui também, o Senhor lhe envia graciosamente Seus anjos para certificá-lo da presença divina, bem como da indispensável proteção em face do ameaçador encontro com Esaú (Bíblia Shedd).

Maanaim. Significa “dois acampamentos” e mais tarde se tornou cidade levítica em Gade (Jos. 13.26) bem como a capital temporária do reinado de Isbosete (2 Sam. 2:8-9). Note a forte ligação com Gên. 28:11-12, que marcou a saída de Jacó de Canaã (Andrews Study Bible).

3-8 Jacó fez tudo humanamente possível para preparar o caminho: o relatório que seus mensageiros trouxeram de volta, contudo, é confuso e aumenta a ansiedade de Jacó. A divisão do seu acampamento em dois é motivado pelo seu desejo de sobreviver e talvez como uma resposta à revelação divina em Maanaim (Andrews Study Bible).

4 Os mensageiros deviam traçar uma clara distinção entre “meu senhor Esaú” e “teu servo Jacó”. A tarefa deles era apaziguar Esaú, principalmente pela ênfase na humildade de Jacó – que era uma tácita admissão de seu erro – e no fato de que Jacó desistia de toda pretensão à herança. Ao salientar que estava voltando com grandes riquezas, JAcó não estava se gabando, mas deixando claro para Esaú que não retornara com o desejo de participar do patrimônio (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

6 Se a inimizade de Esaú para com seu irmão havia se abrandado durante os anos, parece que ele nunca mencionou o fato para seus pais, e o resultado foi que Rebeca não tinha conseguido cumprir a promessa de mandar buscar Jacó (Gn 27:45). […] A razão de Esaú para encontrar Jacó com um grupo armado era, primeiro, impressionar o irmão com o devido respeito para com sua condição de superioridade; segundo, garantir um entendimento satisfatório; e terceiro, usar a força, se necessário, para salvaguardar seus próprios interesses. Em outras palavras, ele estava preparado para qualquer eventualidade (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

9-12 A oração de Jacó clama pelas promessas divinas (v. 12) e expressa seus medos (Andrews Study Bible).

13-21 O presente de Jacó é muito grande e busca (1) sugerir a Esaú que Jacó não veio reclamar seu direito de primogenitura e (2) pacificar o irmão afastado (Andrews Study Bible).

22 O ribeiro do Jaboque ainda permanece como linha divisória na cadeia de montanhas de Gileade. Despeja suas águas no Kordão (no lado oriente) a 70 km ao sul da Galiléia e a cerca de 38 km ao norte do mar Morto (Bíblia Shedd).

24-29 De modo similar à sua saída de Canaã, Jacó se encontra sozinho novamente (28:11-22). Homem. O leitor é deixado a imagina a identidade do atacante. Os. 12:4 o identifica como “o Anjo”, enquanto Jacó o reconhece como “Deus” (v. 30) (Andrews Study Bible).

Pode ser que tal homem tivesse dado a Jacó a impressão de que se tratasse de espia vindo da parte de Esaú. Entretanto, no decorrer da luta ali travada, Jacó veio a compreender que aquele homem não era um simples mortal, pois se tratava de um emissário da parte de Deus (Bíblia Shedd).

25 O oponente desconhecido usou apenas a força de um ser humano em sua luta com Jacó. Pensando ter sido abordado por um inimigo mortal, Jacó lutou como o faria para salvar a própria vida. Mas, à medida que se aproximava a aurora, um único toque de força mais que humana foi suficiente para aleijar Jacó, e ele se deu conta de que seu antagonista era mais que humano (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

O anjo poderia facilmente prevalecer sobre Jacó na pugna física ali travada. Transparece o fato de que o Senhor desejava que Jacó se Lhe rendesse de modo voluntário, corporal e espiritualmente, assim como se demonstrava predisposto a oferecer a Esaú suas riquezas. Mediante um golpe instantâneo, o Senhor o privara de qualquer capacidade de resistir. Assim Deus procede também para conosco. Deus há de elevar-nos até sua pessoa; isto, porém, Ele efetua tão somente depois de levar-nos aos extremos de nossas necessidades [capacidades]. Por causa da inveterada resistência que Lhe oferecemos, bem como da incapacidade que revelamos de sentir Sua mão paternal através da disciplina que nos é imposta, Ele tem de “tocar-nos” para reduzir-nos à impotência total, e, assim, fortalecer-nos na Sua graça ( 2 Co 12.9,10) (Bíblia Shedd).

28 O novo nome de Jacó (ver 35:10) marca uma mudança significante: o suplantador se tornou o superador e pode, agora, prover o nome certo para a nação do concerto. (Andrews Study Bible).

Não mais Jacó, “suplantador”, mas Israel, “Campeão com Deus”, pois que Jacó lutara (sarah) com Deus e com os homens, obtendo a vitória (Bíblia Shedd).

E sim Israel. Uma combinação de yisra[h], “ele luta” ou “ele governa”, de sarah, “lutar” ou “governar”, e ‘El, “Deus”. Sem a interpretação acompanhante dada pelo próprio Deus, o nome poderia ser traduzido “Deus luta” ou “Deus governa”. O significado pretendido e explicado por Deus, porém, é “ele luta com Deus”, “ele prevalece com Deus” ou “ele governa com Deus” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

29 A revelação do nome de alguém era como um passo avantajado, no sentido de firmar-se uma amizade íntima e de estabelecer-se uma aliança mútua (Bíblia Shedd).

30 Jacó vê a face de Deus na absoluta escuridão da noite. Somente  as “costas” (Êx. 33.23), os “pés” (Êx. 24:10), a “forma” (Num. 12:8) de Deus podem ser vistas. “Peniel” (face de Deus) reflete a experiência de Jacó (Andrews Study Bible).

A minha vida foi salva. Isto é, “estou preservado e serei preservado”. Estas palavras ecoam a nova fé que Jacó encontrara. Ele tinha a certeza de que, o que quer que lhe acontecesse, contanto que fosse da vontade de Deus, uma mão divina o preservaria de todo o mal. Até as coisas que pareciam ser contra ele no momento em que ocorreram, demonstraram ser providenciais (Gn 42:36). Peniel foi o ponto decisivo na vida de Jacó (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

31 Manquejava. Embora fisicamente manco, provavelmente para o resto da vida, mas com o espírito liberto, Jacó desfrutou as mais ricas bênçãos de Deus. Toda luta deixa cicatrizes. […] Até nosso Senhor Jesus Cristo leva as marcas do feroz conflito pelo qual passou quando esteve na Terra, e continuará a tê-las por toda a eternidade. Nossas marcas desaparecerão e erão esquecidas (2Co 4:17; Is 65:17). Ao passo que nossas cicatrizes são resultado da luta contra o eu, as marcas dos cravos nas mãos de Cristo sobrevieram através do conflito enfrentado com os poderes das trevas, em nosso favor (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

32 articulação do quadril. …a frase diria “o nervo do quadril”. Os judeus ortodoxos se abstêm de comer essa porção de qualquer animal usado como alimento… Embora ela não seja mencionada em outra parte do AT, o Talmude judaico considera esse costume como uma lei cuja violação deve ser punida com açoites (Tratado Chulin, Mishnah, 7) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).



Gênesis 32 – Rosana Barros by Ivan Barros
18 de maio de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Então, disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” (v.28).

A saída de Labão do acampamento promoveu alívio ao coração de Jacó. Ele, porém, continuava pesaroso ao pensar no que o esperava em seu encontro com Esaú. Foi então que, ao seguir viagem, “anjos de Deus lhe saíram a encontrá-lo” (v.1). E diferente da situação de tensão anterior, desta vez os visitantes eram celestiais e enviados por Deus para fortalecer o coração do aflito viajante. Sobre este acampamento, Jacó declarou: “Este é o acampamento de Deus” (v.2). Encorajado por essa experiência providencial, enviou mensageiros para informar a Esaú de sua chegada.

A resposta, no entanto, não lhe pareceu favorável, de modo que “Jacó teve medo e se perturbou” (v.7). Dividindo seu povo em dois bandos, iniciou sua estratégia de sobrevivência e orou com fervor de alma, dirigindo-se ao Senhor como Deus de seu pai Abraão e Deus de seu pai Isaque. Jacó reivindicou as promessas de Deus, mas não sem antes reconhecer sua indignidade diante da misericórdia e da fidelidade divina. Ele não somente orou, mas também agiu. E, separando entre alguns de seus servos um dos maiores presentes relatados na Bíblia, tentou aplacar a ira de Esaú com o melhor que havia em seus rebanhos. Jacó não sabia, mas estava prestes a enfrentar a maior luta de sua vida, e esta não era contra Esaú.

A luta no “vau de Jaboque” (v.22) não foi simplesmente um acerto de contas de Deus com Seu filho usurpador. Em toda a trajetória de Jacó percebemos como ele era estrategista e parece que tinha sempre um plano para atingir seus objetivos. Sua estratégia é vista em ações como aproveitar-se da fome de Esaú, participar do plano de sua mãe, propor seu trabalho em troca de Raquel, usar as varas verdes no nascimento dos rebanhos, planejar a sua fuga do Oriente, dividir seu povo em dois grupos e enviar presentes a Esaú. Nelas, percebemos que Jacó era um homem de ação, e com isso não estou dizendo que seja errado agir. É importante saber o que fazer, principalmente diante de situações de crise. Mas entre o planejamento e a ação é necessário que sempre tenhamos em mente a vontade de Deus. Devemos sempre perguntar ao Senhor: “O que queres que eu faça?”

A Bíblia diz que Jacó estava só. Aquela luta representava a sua experiência pessoal com Deus. Não havia testemunhas. Isso é tão interessante e importante de se observar, amados! Porque aquela noite dividiu a vida de Jacó em antes e depois. Foi depois daquela experiência que Jacó recebeu um nome novo. O Senhor olha para cada um de nós como se fôssemos Seus filhos únicos. Não me pergunte como isso funciona, pois está além da compreensão humana. É divino! E vale a pena repetirmos e refletirmos novamente no versículo que lemos no início: “Então, disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” (v.28). Eu acredito que a resposta do Senhor quando Jacó perguntou pelo nome dEle era uma pergunta retórica. Era como se o Senhor o questionasse assim: “Por que perguntas pelo Meu nome? Pois você já o conhece!”.

Ó, meus irmãos, como necessitamos dessa experiência do verdadeiro conhecimento de Deus! Jacó errou muito na vida, mas perseverou em buscar ao Senhor e o Senhor o honrou e o recompensou por isso. Todos nós somos pecadores e indignos da misericórdia e da fidelidade de Deus. Mas Ele nos ama com amor eterno e deseja que cada um de nós tenhamos uma experiência pessoal com Ele. Foi após aquela noite de luta que Jacó declarou: “Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva” (v.30). Lembram de Jó? Foi depois da sua experiência pessoal com o Senhor que ele declarou: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:5-6).

Sabem, amados, um verdadeiro encontro com Deus que promove um verdadeiro reavivamento, é revelado no manquejar de uma vida quebrantada pelo Espírito Santo. Jacó voltou para o seu povo diferente. E o Senhor deseja nos tornar diferentes. Não no sentido de sermos melhores do que os outros, mas em reconhecermos a nossa grande necessidade da bênção divina, a ponto de como Jacó clamarmos: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (v.26). A culpa que consumia a mente de Jacó foi dissipada naquela noite. Que tal experimentarmos o mesmo? Deus está ansioso por realizar esse milagre em nossa vida.

Logo, estaremos diante da hora mais escura deste mundo, e só poderão contemplar o romper do dia vendo a face do Senhor os que, semelhante a Jacó, perseverarem na oração. Jesus está às portas, amados! Perseveremos em buscá-Lo e em permanecer em Sua presença até que Ele mesmo nos dê “uma pedrinha branca, e sobre esta pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe” (Ap.2:17). O seu nome na eternidade representará a sua experiência pessoal com Deus. Isso é lindo! Isso é maravilhoso! Isso é graça! Que o Deus de Israel seja o seu Deus também!

Pai Santo e Bendito, como a Tua graça se manifestou de maneira tão grandiosa no vau de Jaboque, que ela se manifeste a nós também onde quer que estivermos. Pode ser que não precise ser uma experiência tão impactante como a de Jacó, mas certamente sabemos que o Senhor realizará o suficiente para nos salvar e nos dar um nome novo. Obrigada, nosso Deus, por Tua misericórdia e fidelidade mesmo diante da nossa indignidade! Clamamos por Tua bênção e continuaremos a clamar até que nos abençoes na vinda de nosso amado Salvador. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, filhos únicos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis32 #RPSP

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