Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 37 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 37 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 37 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 37 by Luís Uehara
23 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/37

O que aprendi com esta parte da história de José sobre a traição de seus irmãos é que Deus tem planos para cada um de nós. Tudo o que nos acontece, seja bom ou ruim, Deus pode transformar em bênçãos para a nossa vida. À medida que avançamos na história de José, a partir de Gênesis 38, vemos como Deus planejou tudo para tornar-se benéfico lá na frente.

Você e eu também enfrentamos provações, tentações e dificuldades, mas não nos esqueçamos de que, se entregarmos nossas vidas a Deus, Ele dirigirá nosso caminho e cuidará de nós. Ele certamente fez isso por mim. Portanto, sejamos fiéis até obtermos a recompensa. Deus nunca nos colocará em uma situação que não possamos enfrentar com a Sua força. Somos abençoados por termos Deus ao nosso lado, o qual pode inverter o jogo e transformar o que é ruim em algo bom! Amém!

Alex Vanlalthlanga
Refugiado da luta étnica de Mianmar que descobriu que o adventismo é verdadeiro enquanto estudava no Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/37
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de maio de 2025, 0:50
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1287 palavras

1-28 A história de José, que livrou sua família e todo o Egito da fome e da morte, prefigura a vinda do Messias, que tem o poder de nos salvar da condenação eterna quer sejamos judeus, quer gentios. José era muitíssimo favorecido pelo seu pai (v. 3). Israel mandou José aos campos para encontrar seus irmãos e os encontrou (vs. 13,14). Mas quando os irmãos de José o viram chegar, conspiraram para matá-lo (vs. 18-20). Eles tiraram sua túnica (v. 23) e, por fim, o venderam como escravo por 20 moedas de prata (v. 28). Jesus foi também favorecido por Seu Pai celestial (Mat 3.17 e Mc 1.11), que enviou Jesus ao mundo para buscar a nós, seus irmãos e irmãs ( ver Rm 8.17; Gl 4.7; Mt 12.50; 25.40). No entanto, quando Jesus “veio para o que era Seu,[…] os Seus não O receberam” (Jo 1.11). Aqueles que pertenciam à mesma linhagem de Jesus (Mt 1.1-17) exigiram que Ele fosse crucificado (Jo 19.6,15). Jesus foi despido e surrado (Mt 27.26,28). E em troca de moedas de prata, ele foi traído por seu próprio discípulo (Mt 26.15; 27.9) (Bíblia NVI Evangelismo em Ação).

O restante de Gênesis é dedicado à história de José e liderança de Deus (Andrews Study Bible).

1 Habitou. Enquanto Abraão e Isaque somente jornadearam em Canaã (12:10; 20:1; 26:3), Jacó se estabeleceu (Andrews Study Bible).

2 história. Heb. toledoth. Esta palavra hebraica, às vezes traduzida como “as gerações de” ou “a genealogia de”, introduz os principais acontecimentos da narrativa de Gênesis (5.1; 6.9; 10.1; 11.10,27; 25.12,19; 36.1,9; 37.2) (Bíblia de Genebra).

más notícias. José era o mais novo e, pelo costume, era o que tinha menos direitos na família. Ele age como um fofoqueiro. O termo é usado em outras passagens para indicar falsos relatórios (Num. 13:32; 14:36-37), apesar de que, conhecendo o passado dos filhos de Jacó, estas notícias podem ter sido verdadeiras (Andrews Study Bible).

Transparece aqui que Dã e Naftali, Gade e Aser se fizeram mui notórios pelo péssimo comportamento que tiveram por causa do quase inerradicável paganismo das duas mães, Bila e Zilpa. A influência materna ficou bem evidente no caráter dos filhos (Bíblia Shedd).

3 Jacó ama a José mais do que a qualquer outro filho, portanto, plantando a semente da inveja e rancor. Jacó dá a José uma roupa especial. O hebraico não é claramente entendido. As versões grega e latina traduzem a frase como “túnica de muitas cores”. Roupas desempenham importante papel na história de José (vs. 3, 23; 39:12; 41:14) (Andrews Study Bible).

Tudo indica que Jacó estivesse planejando deixar José como sucessor. Como prova dessa sua intenção, distinguira-o dando-lhe a túnica principesca, ou de cores variadas (Bíblia Shedd).

Um sinal da posição de José como filho preferido (cf. 2Sm 13.18) e um sinal irritante aos irmãos de José do seu favoritismo (Bíblia de Genebra).

É um erro dos pais mostrarem predileção por certos filhos; mas não nos surpreende essa parcialidade de Jacó para com o rapaz que lhe recordava tão vividamente a amada Raquel. […] O casaco de muitas cores era uma túnica longa de delicada tessitura, com mangas, e própria para jovens príncipes ou nobres, que não eram designados para o trabalho subalterno do campo ou da casa (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

4 e já não lhe podiam falar pacificamente. Ou “não podiam saudá-lo com a paz”. A saudação era um elemento crucial nas boas maneiras de comportamento antigo (cf 1Sm 25.6). Tal falha em não estender a saudação ao irmão indicava um alto grau de animosidade (Bíblia de Genebra).

5 Os sonhos do rapaz são notórios e proféticos. No caso de José teria sido mais sábio que o rapaz tivesse conservado seus segredos trancados em seu próprio coração, embora a revelação deles fosse um tributo à sua simplicidade e inocência confiantes. A sugestão da grandeza futura suscitou uma inveja terrível por parte de seus irmãos, mas as mãos do Todo-Poderoso o sustentaram (49.23,24) (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

7-11 Primeira introdução ao sonhador. Ele não somente é favorecido pelo seu pai, mas também por Deus. Note a clara implicação do sonho para a hierarquia da família, que foi entendida pelos irmãos de José. Jacó guarda o assunto em sua mente (Lucas 2:19, 51) (Andrews Study Bible).

8 Reinarás. A questão retórica foi posteriormente respondida quando José veio a governar “sobre toda a terra do Egito” (41.43) e, então, sobre a família da aliança vivendo no Egito. A posição de José como cabeça da família da aliança foi confirmada quando ele recebeu o “direito de primogenitura” de seu pai Jacó (1Cr 5.2; cf Dt 33.16) (Bíblia de Genebra).

10 mãe. Provavelmente uma referência à madrasta de José, Lia, porque sua mãe, Raquel, já havia morrido no parto de Benjamim (35.16-20) (Bíblia de Genebra).

11 considerava o caso consigo mesmo. Esta declaração talvez antecipe a decisão posterior de Jacó de dar a José o direito de primogenitura e porção dobrada (v. 8; 48.5-6) (Bíblia de Genebra).

12-22 A idílica cena pastoral é manchada por um plano maldoso para se livrarem de José. Como primogênito, Ruben procura salvar o irmão. Contudo, após seu incesto com Bila (35:22), ele perdeu autoridade (Andrews Study Bible).

14 De Hebrom a Siquém a distância seria pouco mais que 100 km. A solicitude de Jacó por saber como estariam os filhos certamente se relacionava com o que havia acontecido em Siquém (cf 34.25-30). A mesma razão teria determinado a retirada dos jovens pastores para Dotã (Bíblia Shedd).

15 andava errante pelo campo. Por causa deste atraso ordenado por Deus, os ismaelitas chegaram bem a tempo (vs. 21-28) (Bíblia de Genebra).

Não foi o acaso, mas a providência, que encaminhou esses midianitas ao poço naquela hora. Naturalmente, eles tinham fixado a hora da partida de sua terra natal […] sem levar em conta quaisquer outras considerações, que não seu próprio interesse e conveniência. Todavia, sem que o soubessem, estavam viajando segundo uma programação divina. […] Podemos estar num poço de negra infelicidade, mas Deus sabe que estamos ali e cronometra os momentos. Continuemos a confiar e não tenhamos medo! Bem-aventurados os que creem; para eles haverá precisa providência. Uma caravana já partiu há meses e chegará aqui na hora exata em que a presença dela será mais proveitosa e necessária (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

20 A mentira teria, forçosamente, de seguir-se ao assassínio planejado. É extremamente raro conseguir-se que um pecado ocorra isolado, relativamente a outros pecados (Bíblia Shedd).

23-28 José é despido de sua roupa e jogado em um poço seco, provavelmente uma cisterna vazia (Andrews Study Bible).

25-27 sentando-se para comer pãoviram que uma caravana de ismaelitas vinha de GileadeVinde, vendamo-lo aos ismaelitas. Os irmãos, mais tarde, reconhecem o seu comportamento impiedoso (veja 42.21) (Bíblia de Genebra).

27 Ismaelitas. Nesta seção, o autor usa dois termos para os mercadores. Ismaelitas e midianitas são ou tribos aparentadas ou diferentes clãs da mesma tribo (Jz. 8:24). Dotã se situa próximo às principais rotas que atravessam Canaã a caminho do Egito (Andrews Study Bible).

Os Ismaelitas e os midianitas (36) eram descendentes de Abraão. A aparência de ambas as tribos e suas características eram tão comuns que uma dada caravana poderia receber tanto um nome como outro (Bíblia Shedd).

28 vinte siclos. Aproximadamente 0,2 kg (8 onças). O Código Babilônico de Hamurabi também atesta este preço para um escravo (veja também Lev. 27:5) (Andrews Study Bible).

Os vinte ciclos de prata corresponderiam próximo ao salário que então se pagava por dois anos e meio de trabalho. (Bíblia Shedd).

31-33 Observe a ironia desses versos. Tendo enganado a seu pai Isaque com pele de cabritos (27.9) e com a roupa de Esaú, (27.27), Jacó é agora enganado com o sangue de cabritos sobre a roupa de seu filho (Bíblia de Genebra).

35 sepultura. Hebraico: Sheol. Essa palavra também pode ser traduzida por profundezas,  ou morte (Bíblia NVI).

36 O favorito de seu pai se torna um escravo. Potifar. Um alto oficial da corte de Faraó. O nome significa “aquele a quem Ra [o deus sol] deu”. Esta forma de nome é confirmada em fontes extrabíblicas da época de Moisés (Andrews Study Bible).



Gênesis 37 – Rosana Barros by Ivan Barros
23 de maio de 2025, 0:45
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“Teve José um sonho e o relatou a seus irmãos; por isso, o odiaram ainda mais” (v.5).

Enquanto a história da família de Esaú se resumiu ao capítulo de ontem, a partir do capítulo de hoje até o final do livro de Gênesis estudaremos a história da família de Jacó, a começar pelo drama vivido por José e seus irmãos. “Israel amava mais a José que a todos os seus filhos” (v.3) e o presente especial que lhe deu, unido aos sonhos de José, fizeram com que este fosse odiado ainda mais por seus irmãos. Com apenas dezessete anos, ou José era muito ingênuo ou havia desenvolvido um certo orgulho devido à preferência de seu pai e aos sonhos que ele percebia serem da parte de Deus. Além do mais, ele observava seus irmãos e levava “más notícias deles a seu pai” (v.2). Ou seja, numa linguagem atual, José seria considerado como um “dedo-duro”.

Com isso, o coração de seus irmãos se encheu de um ódio homicida que aguardava apenas uma oportunidade para agir. Ao avistarem José de longe, “conspiraram contra ele para o matar” (v.18). “Mas Rúben […] livrou-o das mãos deles” (v.21) e propôs lançá-lo em uma cisterna seca, “para o livrar deles, a fim de o restituir ao pai” (v.22). Seu plano, porém, foi frustrado. É certo que eles não mataram a José, mas o fato é que, tendo-o vendido como escravo, teriam de levar ao pai a falsa notícia da morte de seu filho amado e talvez ter que conviver o resto da vida com essa mentira. Acredito que a reação de Jacó e seu luto sem consolo foi um golpe para aqueles homens, que experimentariam por muitos anos o terrível peso da culpa.

Os sonhos de José foram predições divinas do que aconteceria um dia. Certamente, ele foi agraciado por Deus e Deus tinha planos especiais para ele. Não que José fosse melhor do que seus irmãos, amados, mas porque o Senhor sabia que ele iria corresponder ao chamado divino. É fácil julgarmos José como um adolescente mimado pelo pai e que parecia apreciar a reação dos irmãos ao lhes contar seus sonhos. A Bíblia diz que os irmãos “já não lhe podiam falar pacificamente” (v.4). Então, porque José insistia em lhes contar os sonhos que tinha? Não sabemos. Talvez tivesse que acontecer o que aconteceu ou, infelizmente, ele teve que experimentar o cumprimento de seus sonhos da maneira mais difícil por falta de sabedoria e maturidade.

Percebam que a disputa entre irmãos é uma questão antiga. Caim e Abel. Esaú e Jacó. José e seus irmãos. E assim o será até ao final dos tempos. Todos nós somos irmãos em Cristo, unidos pelos laços da cruz. E necessitamos da sabedoria do alto a fim de lidarmos uns com os outros. Nem todas as nossas experiências com Deus são para testemunho público. Precisamos pedir ao Senhor que nos ajude a discernir o que é para ser compartilhado e o que não o é, ou com quem devemos compartilhar e quando compartilhar. Nessa era da Internet, a tendência de seguir a “manada” tem atingido inclusive o povo de Deus, e muitos transformaram a vida em um livro aberto da vida real ou da vida fantasiosa que, uma hora, acaba revelando sua verdadeira face.

Sinto muito, meus irmãos, mas isso não é ser uma testemunha de Jesus. Como José, podemos até errar no percurso de nossa trajetória cristã, mas, se insistirmos em ser apenas espectadores da vida alheia, acabaremos como os irmãos dele, invejosos, com tendências homicidas e mentirosos. É uma mensagem dura, porém necessária para nós que vivemos em um tempo tão solene, às vésperas da volta de Jesus. O que temos contemplado? O que temos ouvido? Se você tem sido consumido por maus sentimentos, a Palavra do Senhor tem um conselho infalível para você: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da Terra” (Cl.3:2). E para que isso aconteça, precisamos “instagramear” menos e folhear mais. Se a rede social é mais aberta do que a Bíblia, você pode estar lançando algum “irmão” no poço da despeita enquanto finge que a culpa não é sua.

Não seja assim conosco, meus irmãos! O que vou propor agora é desafiador, mas não é impossível. Que tal experimentar dez dias sem redes sociais? Se você depende delas em seu trabalho, tudo bem. Mas experimente não acessá-las como passatempo. Ande com uma Bíblia de bolso, e todas as vezes que se sentir tentado, ore e peça ao Espírito Santo para falar com você através das Escrituras. Troque a tela da televisão, do celular, do computador, pela simplicidade das Páginas Sagradas. Eu garanto que você não vai se arrepender. E essa garantia não é assinada por mim, mas pela fidelidade de Deus, que prometeu: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13).

Pai de amor e de bondade, nós Te damos graças porque os ensinamentos da Tua Palavra são sempre atuais e nos ajudam a discernir os perigos deste século! E desde já Te pedimos que nos ajude e nos conceda o Espírito Santo para que esses dez dias sejam apenas o começo de uma abençoada caminhada Contigo. Sabemos que esse tipo de decisão provoca a ira do inimigo. Portanto, Te pedimos força, fé e resiliência para perseverarmos confiando em Ti, não importa o que aconteça. Nós Te amamos, Senhor e queremos amá-Lo cada dia mais! Ajuda-nos a Te encontrar e Te conhecer por meio da Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, fortes no Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis37 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 37 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 37 – Parece que Moisés esteve nos preparando para a maior história do Gênesis. Antes de avançar, observe esta nota de Ellen White ajudando-nos a lembrar do contexto de José:

“Jacó tinha pecado, e havia sofrido profundamente. Muitos anos de labuta, cuidados e tristeza ele os havia tido desde o dia em que seu grande pecado fê-lo fugir das tendas de seu pai. Como fugitivo sem lar, separado de sua mãe, a quem nunca mais viu, trabalhando sete anos por aquela que amava, apenas para ser vilmente enganado; labutando vinte anos ao serviço de um parente ávido e ganancioso, vendo sua riqueza aumentar, e seus filhos crescerem em redor de si, mas encontrando pouca alegria na casa contenciosa e dividida; angustiado pela desonra de sua filha, pela vingança dos irmãos da mesma, pela morte de Raquel, pelo crime desnatural de Rúben, pelo pecado de Judá, pelo engano e malícia cruéis praticados para com José – quão longo e tenebroso é o catálogo de males que se estende à vista! Reiteradas vezes colheu ele o fruto daquela primeira ação errada. Em frequentes ocasiões viu repetir-se entre seus filhos os pecados de que ele próprio fora culpado. Mas, amarga como fora a disciplina, cumprira ela a sua obra. O castigo, se bem que atroz, produzira ‘um fruto pacífico de justiça’” (PP, 237-238).

O lar de José era disfuncional. Seus irmãos eram caracterizados pelo ódio, raiva, inveja, falsidade e assassinato. Além de José ser o filho da esposa preferida de Jacó, José era o preferido também por ser diferente de seus irmãos. Isso… e, mais dois sonhos que projetavam José a líder da família, faziam seus irmãos ferverem de raiva mortífera.

Jacó, encanecido, agiu despreocupadamente, enviando seu filho preferido a buscar informações do trabalho dos outros filhos – promovendo mais ódio nos irmãos que não ganharam nenhuma túnica colorida igual a de José.

Vendido aos ismaelitas, e tido como morto pelo pai… Tudo parecia indicar o fim de José!

Indubitavelmente, pequenos erros acarretam grandes problemas; contudo, por mais problemática que seja sua família, não é motivo para acomodar-se numa vida fracassada. Ainda que tudo conspirasse contra José, o fato dele estar do lado de Deus, o fracasso não era seu destino. Esse mesmo Deus está à nossa disposição! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 36 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 36 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 36 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 36 by Luís Uehara
22 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/36

Aqui no Quênia, há uma obsessão por apostas entre jovens e adultos. Muitos participam de apostas esportivas e loterias na esperança ilusória de obter um grande prêmio.

Em Gênesis 36, encontramos uma narração da genealogia de Esaú. Apesar de Deus ter prometido multiplicar Jacó e enriquecê-lo, Esaú é quem aumenta e se torna rico primeiro. O cumprimento da promessa de Deus a Jacó começou a acontecer mais tarde, mas o efeito da bênção permaneceu por mais tempo, e tem seu cumprimento completo no Israel espiritual. Deus prometeu a Jacó que reis deveriam sair de seus lombos (Gn 35:11), mas o sangue de Esaú se torna real muito antes de qualquer um dos descendentes de Jacó. No entanto, pouco é mencionado sobre a linhagem de Esaú após a terceira e quarta geração.

Com a história de Jacó aprendemos que não importa quanto tempo leve, a palavra de Deus se cumprirá. O desafio para nós é não nos tornarmos distraídos pelo que é passageiro e temporário, nem desencorajados pelo aparente atraso com as promessas.

Precisamos permanecer fiéis a todas as instruções recebidas. Podemos confiar que Deus completará a obra que começou em nós, pois Ele é fiel no cumprimento de suas promessas (Filipenses 1:6, 2 Pedro 3:9).

Eliud Choge
Auditor de Sistemas de Informação
Nairobi, Quênia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/36
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de maio de 2025, 0:50
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673 palavras

1-43 O capítulo contém uma contabilidade concisa dos descendentes de Esaú e está inserida aqui para mostrar o cumprimento da promessa de “muitas nações”, dada à Sara e Abraão (17:5-6, 16), mesmo fora da linha da promessa. Esta lista contém setenta nomes e assinala um movimento político abrangente de uma extensa família (36:1-8) para uma organização tribal (vs 15-19) e finalmente a uma monarquia (vs 31-39), o que lembra a própria história de Israel. Deut. 23:7 lembra as futuras gerações que os edomitas são irmãos e não deveriam ser abominados, mesmo embora  em períodos subseqüentes Edom e Israel tenham se tornados amargos inimigos (Obadias; Sal. 137:7-9) (Andrews Study Bible).

1 descendentes. Com essa genealogia de Esaú, começa uma nova seção no Livro de Gênesis (2.4).

Esaú, que é Edom. “Edom”, que deriva da palavra hebraica “vermelho”, era outro nome para Esaú (25.25; 25.30). O termo era também apropriado para a terra de Edom, com formações de arenito e solo avermelhado (Bíblia de Genebra).

2-3 Somente um nome (Basemate) das três esposas de Esaú coincide com as listas anteriores (26:34; 28:9). Talvez as esposas tinham mais de um nome (Andrews Study Bible).

6-8 Edom é ligado ao país montanhoso de Seir (Deut. 2:4-6, 12, 22; Jos. 24:4). O movimento de Esaú relembra outros movimentos de divisão na história patriarcal (Gên. 12:5; 13:5-6; 31:18). Ao sair de Canaã, ele também remove a si mesmo da terra da promessa (Andrews Study Bible).

O retorno de Jacó a Manre confirmou a decisão de Esaú de mudar-se permanentemente para Edom. Separados em espírito, Jacó e Esaú iriam separar-se também geograficamente (Bíblia de Genebra).

7 Reconhecendo o lugar de primazia que deveria proporcionar espaço suficiente a Jacó em Canaã, Esaú procurou mudar-se daí […] tendo em vista a riqueza de que Jacó era herdeiro em virtude da primogenitura (Bíblia Shedd).

8 idumeu. O uso do nome “idumeu” para designar os filhos de Esaú perdurou até o tempo de Cristo. Herodes, o Grande, era idumeu. A extensão das terras pertencentes a Edom (monte Seir) compreendia desde as margens meridionais [ao sul] do Mar Morto até o Golfo de Acaba, ou seja, uma distância de cerca de 160 km. É região de topografia irregular, contendo algumas montanhas, cujos picos atingem a mais de 1000 metros de altura (Bíblia Shedd).

9-14 Esta genealogia enfoca os doze filhos de Esaú (VS. 2-8), sem contar Amaleque, o filho  da concubina de Elifaz, Timna (v. 12) (Bíblia de Genebra).

12 Amaleque era neto de Esaú. Foram seus descendentes que sempre se opuseram a Israel, em todas as circunstâncias, através de séculos, até Hamã, personagem relatado no livro de Ester, que era descendente do rei Agague (Et 3.10; I Sm 15.8ss) (Bíblia Shedd).

Filho de uma concubina. Mais tarde um amargo inimigo de Israel (Êx. 17:8-16), a nação não estava incluída na linhagem edomita (Deut. 25:17-19) (Andrews Study Bible).

15 “Príncipes“, refere-se a capitães tribais (Bíblia Shedd).

15-19 Esta lista mostra a transição dos descendentes de Esaú de uma família a uma estrutura tribal (Bíblia de Genebra).

20-30 Esta genealogia apresenta os habitantes aborígenes do monte Seir, os quais os filhos de Esaú destruíram (Dt 2.22) e, em outros casos, com os quais se casaram (VS. 22, 25) 15-19 Esta lista mostra a transição dos descendentes de Esaú de uma família a uma estrutura tribal (Bíblia de Genebra).

21 Os horeus eram antigos habitantes de Edom, subjugados por Quedorlaomer (Gn 14.6) e não por Esaú. Descendiam de Seir. Mediante casamento com a filha de Aná, chefe horita, Esaú teria formado relações muito amigáveis com essa tribo (Gn 14.6) (Bíblia Shedd).

28 O nome Uz aparece no drama de Jó, “na terra de Uz” (Jó 1.1) (Bíblia Shedd).

31-39 A lista mostra a transição de Edom de uma estrutura tribal para uma estrutura destinada ao reinado (Bíblia de Genebra).

31-43 Faz distinção entre reis e príncipes no fato de que os primeiros detinham autoridade e exerciam domínio sobre maior extensão territorial do que os segundos (Bíblia Shedd).

35 Sua cidade indica que, [do mesmo modo] como Saul elevara sua cidade nativa, Gibeá, à categoria de capital, também estes reis Edomitas elevavam as respectivas cidades nativas à categoria de capitais enquanto estivessem exercendo o reinado (Bíblia Shedd).

43 A última linha estabelece um vínculo com o v.1, identificando Esaú como o pai de todos os edomitas (Andrews Study Bible).



Gênesis 36 – Rosana Barros by Ivan Barros
22 de maio de 2025, 0:45
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“Porque os bens deles eram muitos para habitarem juntos; e a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado” (v.7).

Partindo do princípio de que “Toda a Escritura é inspirada por Deus” (2Tm.3:16), não podemos ignorar ou ler os capítulos das genealogias com indiferença ou de forma descuidada. Eles também apresentam preciosas lições e informações interessantes para que possamos compreender melhor o contexto de outros relatos bíblicos. Por exemplo: hoje vimos que “Esaú, que é Edom, habitou no monte Seir” (v.8). Mesmo sendo filho de Isaque, Esaú não foi fiel a Deus, a começar pela escolha de seus casamentos. Suas mulheres pagãs introduziram na família a adoração aos deuses cananeus, principalmente a adoração a Baal, como indica o nome de um dos príncipes edomitas, “Baal-Hanã” (v.38), que significa “Baal é gracioso”.

O fato de Esaú ter ido “para outra terra, apartando-se de Jacó, seu irmão” (v.6), indica o cuidado de Deus para com Seu servo Jacó, pois que Esaú poderia ter facilmente expulsado seu irmão de Canaã. Ao invés disso, vemos Esaú indo embora e Jacó experimentando o início do cumprimento da promessa divina. Quem diria que isso iria acontecer, amados! Aquele que antes queria matar a Jacó, simplesmente vai embora sem fazer questão pelas terras de seu pai! Impossível não vermos a mão de Deus nesse episódio! Além do mais, era necessário que os filhos de Jacó não tivessem contato com os filhos de Esaú. A descendência de Esaú gerou um povo pagão e inimigo do povo de Deus. Os edomitas revelaram em suas gerações a apostasia de seu patriarca e a impossibilidade de habitarem junto à descendência da promessa.

Percebam que Jacó não teve participação alguma nesse processo de separação, a não ser depositar a sua confiança inteiramente em Deus. Permitam-me, amados, aplicar a essa história uma verdade para o nosso tempo chamada de sacudidura. O Senhor falou através de Seu profeta: “Porque eis que darei ordens e sacudirei a casa de Israel entre todas as nações, assim como se sacode trigo no crivo, sem que caia na terra um só grão” (Am.9:9). Não precisamos nos preocupar ou nos inquietar se no meio do povo de Deus hoje os “Jacós” habitam com os “Esaús”. Porque a responsabilidade de sacudir ou de fazer a separação entre justos e ímpios não é nossa e nunca será. Deus tem uma obra sendo realizada hoje até que ela alcance seu cumprimento final na última sacudidura. E quem fará esse trabalho? Jesus nos revelou: “Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos” (Mt.13:49).

Percebem, amados? A obra de fazer separação não cabe a nós. É claro que muitas vezes precisamos lidar com situações bem desafiadoras no meio do povo de Deus. Mas isso já nos foi revelado. E que o Senhor nos livre de nós mesmos sermos pedra de tropeço na vida de alguém! Precisamos entender que não temos o poder de mudar a vida de ninguém e nem devemos tentar fazê-lo. Uma atitude serena diante de uma provocação revela um coração subjugado pelo Espírito Santo. Isso não significa que não temos uma parte a desempenhar como guardadores de nossos irmãos, mas que a nossa parte é limitada até ao ponto da mudança alheia, pois esta só pode ser realizada pelo Espírito Santo e não adianta ficarmos nos preocupando com algo que só Deus pode resolver. Como o Senhor tirou Esaú de Canaã, Ele mesmo enviará Seus anjos para realizar essa obra de purificação de Sua igreja.

Confie tudo nas mãos do Senhor e deixe os resultados com Ele. Medite de maneira especial nas palavras a seguir:

“Tendo feito tudo o que pode para salvar o seu irmão, pare de se preocupar, e prossiga calmamente com os seus deveres. Essa questão não é mais tua, é de Deus. […] Deixe que Deus desembarace as coisas para você. Ele é sábio o suficiente para administrar as complicações de nossa vida. Ele tem habilidade e tato. Não podemos sempre ver os Seus planos; devemos aguardar pacientemente o seu desdobrar, e não destruí-lo. Ele nos revelará a nós na hora certa em Sua boa vontade. Busque a unidade; cultive amor e conformidade em Cristo em todas as coisas. Ele é a fonte da unidade e força. Se você agir como Deus age com você, a bênção dEle virá sobre a Sua igreja” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v.5, CPB, p. 346-348). Ore, espere e confie!

Nosso amado Deus, mais uma vez entregamos a nossa vida em Tuas mãos, inclusive todas as situações que fogem do nosso controle, Pai! Ajuda-nos a descansarmos em Ti, confiando na Tua provisão! Perdoa-nos se temos agido de maneira contrária a isso, tentando resolver tudo com nossas próprias forças! Que o Teu Espírito abrande o nosso coração e nos guie sempre na direção da unidade em Cristo. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, grãos no crivo de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis36 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 36 – O plano divino para Israel visava alcançar as nações (Gênesis 12:1-3). Tendo Gênesis como público-alvo os israelitas escravizados no Egito, Moisés informou-os dos acontecimentos históricos “mundiais” para que vivessem o que Deus desejava para eles.

Logo no início foram reveladas as origens de várias nações (Gênesis 10). Após o caso da Torre de Babel, outras nações surgiram, tais como as das filhas de Ló com filhos do próprio pai: moabitas e amonitas (Gênesis 19:36-38).

O relato inspirado também apresenta Melquisedeque como rei-sacerdote de Salém, a quem Abraão entregou-lhe dízimos dos seus bens, louvando a Deus como Criador dos céus e da terra (Gênesis 14:18-20), conforme indica Gênesis 1:1. O compromisso de Abraão com um Abimeleque (Gênesis 20:14-18), e o de Isaque com outro Abimeleque (Gênesis 26:26-31), são informações úteis quando os israelitas fossem libertos.

No capítulo em pauta, temos os edomitas, da descendência de Esaú. Edom significa avermelhado, supostamente um apelido pela troca da primogenitura por lentilhas vermelhas. Sendo Esaú irmão de Israel, uma das orientações de Moisés antes de entrar na Terra Prometida foi de não incomodar aos edomitas (Deuteronômio 2:2-8); o mesmo cuidado deveriam ter com moabitas, amonitas, etc. (Deuteronômio 2:8-23). Conhecendo a história, facilitaria o relacionamento com outras nações.

Atualmente, o remanescente de Deus está espalhado pelas nações, denominações e inúmeras religiões do mundo. Jesus mesmo declarou aos judeus: “Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. É necessário que eu as conduza também. Elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor” (João 10:16).

Em Apocalipse 10:11, a revelação mostra que após o desapontamento com as profecias de Daniel (Apocalipse 10:8-10), era importante continuar pregando a “muitos povos, nações, línguas e reis”. Em Apocalipse 14:6, um anjo representando o remanescente de Deus no tempo do fim, proclama em alta voz o evangelho eterno “aos que habitam na terra, a toda a nação, tribo, língua e povo”. Deus tem filhos sinceros em diversas igrejas falsas (Apocalipse 18:4). Os salvos serão grande multidão “de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Apocalipse 7:9). As folhas da árvore misteriosa servirão “para a cura das nações” na Nova Terra (Apocalipse 22:2).

Além de nos prepararmos para morarmos com Jesus, devemos ajudar outros a se prepararem também. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.