Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: APOCALIPSE 10 – Primeiro leia a Bíblia
APOCALIPSE 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
APOCALIPSE 10 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ap/10
Apocalipse 10 está ligado à segunda metade de Daniel (Dn 7-12). A descrição do forte anjo de Apocalipse é idêntica à do homem vestido de linho em Daniel 10. Ambos levantam a mão direita ao céu e fazem um juramento (v. 6; Dn 12:7). Contudo, enquanto o homem vestido de linho declara uma profecia de tempo, o anjo poderoso declara que “já não haverá demora [em grego, chronos; literalmente, ‘tempo’]”. Estes detalhes indicam que Apocalipse 10 aponta para um tempo em que as profecias de Daniel seriam estudadas e compreendidas (a menção ao “livrinho aberto” no v. 2).
Na visão, João come o livrinho, que é doce na boca e amargo no estômago. Essa experiência profética apontava para o desapontamento do povo de Deus quando Cristo não retornou em 1844. O capítulo se encerra com o anjo dizendo a João que, apesar da amargura vivida, ele deveria continuar profetizando (v. 11). Da mesma maneira, apesar da experiência amarga, os servos de Deus deveriam continuar pregando a mensagem de salvação.
É durante a sétima trombeta que o “mistério de Deus” (v. 10) será concluído. Ele abrange todo o Plano da Salvação que a Divindade pôs em operação para salvar-nos e Jesus sendo recebido na glória (1 Timóteo 3:16). Esse “mistério de Deus”, juntamente com o Juízo Investigativo e a fase final da expiação, será concluído por Jesus ao final do soar da sétima trombeta, fechando-se assim a porta da graça.
Clacir Virmes Jr.
Professor de Novo Testamento
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Kenneth Mathews, Jr.
Greeneville, Tenesse, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rev/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
695 palavras
1 outro anjo forte. Este anjo pode ser identificado com Cristo […] Aqui, no papel de Senhor da história, Ele faz a proclamação do v. 6. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 882.
Esta cena também é paralela à imagem de Cristo em 1:13-16. Bíblia de Estudo Andrews.
2 um livrinho. Do gr. biblaridion, “rolo pequeno”. […]. Em contraste com o rolo (biblion) nas mãos de Deus (Ap 5:1), este rolinho é bem menor. CBASD, vol. 7, p. 882.
aberto. O verbo grego indica que o livro fora aberto e continuava assim. […] Sendo que a mensagem do anjo aborda o tempo e, presumivelmente, acontecimentos do tempo do fim, quando o livro de Daniel deveria perder o selo (Dn 12:4), é razoável concluir que o livrinho aberto na mão do anjo corresponda ao livro de Daniel. Quando o livrinho aberto é mostrado a João, as partes seladas da profecia de Daniel são reveladas. O elemento temporal, que aponta para o fim do período profético dos 2.300 anos, fica claro. Assim, a profecia de Apocalipse 10 se concentra no momento em que é feita a proclamação dos v. 6 e 7, a saber, de 1840 a 1844 [citações omitidas]. CBASD, vol. 7, p. 882.
em pé sobre o mar e sobre a terra. O mar e a terra são usados várias vezes para designar o mundo como um todo (ver Êx 20:4, 11; Sl 69:34). O anjo está de pé tanto sobre o mar quanto sobre a terra, indicando a proclamação mundial de sua mensagem e também seu poder e autoridade sobre o planeta. CBASD, vol. 7, p. 882.
4 Eu ia escrever […] guarda em segredo. João compreende as vozes dos sete trovões e se prepara para registrar a mensagem. […] Assim como Daniel, muito tempo antes, João é também ordenado a selar, ou guardar em segredo, a revelação que recebera. […] As mensagens dos sete trovões certamente não eram uma revelação para o o povo dos dias de João. Possivelmente estavam ligadas às mensagens a serem proclamadas no “tempo do fim”. CBASD, vol. 7, p. 883.
5, 6 levantou […] pelos séculos dos séculos. Clara alusão a Dn 12:4-7. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Levantou a mão. Gesto característico de quem faz um juramento, tanto nos tempos antigos quanto hoje (ver Gn 14:22, 23; Dt 32:40; Ez 20:15; Dn 12:7). CBASD, vol. 7, p. 883.
7 O mistério de Deus. O mistério de Deus, aquilo que Ele revela a seus filhos, é Seu propósito para eles: o plano da redenção (comparar com 1Tm 3:16; T6, 19).CBASD, vol. 7, p. 883.
9 Devora-o. Devorar o livro pode ser interpretado como uma figura de linguagem para se compreender plenamente o significado da mensagem contida nele. CBASD, vol. 7, p. 884.
amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como o mel. Comparar com Ez 3:3. Assim como na experiência de Ezequiel, muitas vezes, as mensagens de Deus a Seus servos são uma mistura de doce e amargo, pois podem revelar tanto Seu amor quanto Seus juízos. Os profetas de Deus sentem tanto a alegria de receber uma visão divina quanto a amargura de proferir mensagens de repreensão aos seres humanos. A experiência de João aqui pode ser vista como um tipo daquilo que sentiram os que criam no advento durante os anos 1840 a 1844. Quando esses fiéis ouviram pela primeira vez a mensagem da iminente segunda vinda, ela lhes foi “doce como mel”. Mas, quando Cristo não veio conforme esperavam, sua experiência foi verdadeiramente amarga. CBASD, vol. 7, p. 884.
11 É necessário que ainda profetizes. O termo traduzido por “necessário” se encontra em posição enfático no grego. João, no papel de representante dos que creem no advento após o desapontamento de 1844, recebe a comissão de anunciar a mensagem. Uma grande obra ainda precisa ser feita. Os adventistas deveriam prosseguir e proclamar a mensagem do terceiro anjo. (Ap 14:9-12). CBASD, vol. 7, p. 884. CBASD, vol. 7, p. 884.
Muitos povos. Depois que o sentido completo da terceira mensagem angélica clareou a mente dos primeiros adventistas, eles passaram a perceber, cada vez mais, que se tratava de uma mensagem para o mundo, a qual deveria ser proclamada “a muitos povos, e nações, e línguas, e reis” (ARC). Essa convicção resultou em um dos maiores programas de evangelização mundial já vistos em toda a história cristã, enquanto os adventistas do sétimo dia avançam proclamando “a cada bação, e tribo, e língua, e povo” (Ap 14:6) a mensagem a eles confiada. CBASD, vol. 7, p. 884, 885.
Filed under: Sem categoria
“Então, me disseram: É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (v.11).
Após a sexta trombeta, encontramos profecias que antecedem o toque da sétima e última trombeta. João viu “Outro anjo forte” (v.1) e a descrição deste anjo se assemelha à visão que teve de Cristo no capítulo um. O arco-íris é um símbolo da aliança de misericórdia e justiça de Deus para com a humanidade, quando prometeu nunca mais destruir o mundo através de um dilúvio (Gn.9:12-15). Portanto, Jesus desceu pessoalmente para dar a João uma revelação sobremodo importante para o tempo do fim. Seus pés entre o mar e a terra simbolizam uma mensagem universal. Mas mesmo que Apocalipse seja uma revelação de Jesus para o homem, nem tudo nos é permitido compreender. Sobre “os sete trovões” (v.4) não foi permitido a João escrever, mostrando que Deus tem muito mais a nos revelar, mas que só a eternidade poderá explicar.
Jesus “tinha na mão um livrinho aberto” (v.2). O fato de estar aberto, mostra que é uma mensagem acessível a todos. Quando Daniel recebeu as visões e as terminou de escrever, foi-lhe dito: “Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará” (Dn.12:4). Ou seja, a mensagem do livro de Daniel só seria estudada e plenamente compreendida no tempo do fim. Portanto, “nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a sétima trombeta” (v.7), no tempo que antecede o retorno de Cristo à Terra, o livro de Daniel deixaria de ser um livro selado e passaria a ser um livro estudado e compreendido. Porém, quando João pediu que o anjo lhe desse o livrinho, foi-lhe dada uma ordem inusitada: “Toma-o e devora-o” (v.9). No que ele tomou o livrinho e o comeu, em sua boca, o sabor “era doce como mel”, mas ao chegar ao “estômago ficou amargo” (v.10). Era uma mensagem sobremodo doce, agradável, mas o resultado causaria amargor, decepção.
Esta profecia se cumpriu com precisão após a profecia dada a Daniel de “um tempo, dois tempos e metade de um tempo” (1260 anos, como vimos no estudo de Daniel, capítulo doze). Após 1798, com o fim da supremacia papal, houve um despertamento entre homens e mulheres de Deus que se dedicaram a estudar com minucioso cuidado as profecias do “livrinho” de Daniel. Os acontecimentos do aprisionamento do papa Pio VI, do grande terremoto de Lisboa, do dia escuro (19 de maio de 1780) e da queda de estrelas (13 de novembro de 1833), despertaram a muitos a estudar a Bíblia, especialmente as profecias de Daniel. Mas porque a mensagem deste livro é descrita como se o seu entendimento resultasse em amargor, decepção? Por que seria exatamente isto que aconteceria.
Em meados de 1800, dentre os que se dedicaram a estudar, com minúcia, o livro de Daniel, estava um fazendeiro batista chamado Guilherme Miller. Com profundo e sincero interesse, este homem do campo se dedicou ao exame deste livro e chegou à conclusão de que a profecia de Daniel 8:14 se referia ao segundo advento de Cristo. Apesar da sua descoberta, Miller passou muitos anos sem revelar a outros seu entendimento, até que Deus lhe confirmasse de que ele deveria pregar esta mensagem. Embora o cálculo do tempo das duas mil e trezentas tardes e manhãs estivesse correto, o evento não se referia à volta de Jesus como Miller havia concluído. Certo de que deveria propagar esta revelação, sua voz foi ouvida e a mensagem espalhada. Foi quando Samuel Snow, estudando a purificação do santuário à luz do estudo sobre o santuário terrestre, concluiu que Jesus voltaria à Terra em 22 de outubro de 1844, conforme o calendário judaico apontava este dia como o dia da expiação (Lv.23:26-32). Houve grande comoção entre os crentes e o movimento milerita ganhou milhares de adeptos.
Então chegou o tão aguardado dia. Famílias inteiras abriram mão dos seus bens, comerciantes deixaram seus negócios; todos olhavam para o Céu na expectativa de logo avistar o seu Senhor e Salvador nas nuvens do céu. Mas quão grande foi a decepção ao perceberem que Jesus não voltaria! Choro, angústia e profunda amargura marcaram aquele fatídico dia! Muitos abandonaram a fé tão rápido quanto a aceitaram, outros, porém, convictos de que Deus não os deixaria na escuridão, dedicaram-se à oração e ao diligente exame das Escrituras a fim de entender o que havia acontecido. A partir deste incidente, Deus levantaria um povo para proclamar ao mundo o Seu último chamado. Foi assim que Hiram Edson recebeu de Deus a compreensão de que a purificação do santuário não se referia à Terra, mas ao santuário celeste. Jesus havia passado do lugar Santo para o lugar Santíssimo do santuário do Céu, dando início ao tempo do grande dia da expiação profético. Os registros de cada ser humano, desde então, seriam analisados e julgados, e apagados com o sangue do Cordeiro os pecados daqueles que se arrependeram, creram no Filho de Deus e buscaram viver conforme está escrito em Sua Palavra.
O último versículo explica porque haveria decepção, porque Jesus não voltou naquele tempo: “É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (v.11). Isto é, ali não era o fim, mas o início do tempo do fim. Hoje nós alcançamos este tempo de misericórdia antes que seja dado o último sonido da sétima trombeta. E estamos, de fato, vivendo no fim do tempo do fim. Jesus, finalmente, está às portas e “já não haverá demora” (v.6). Qual tem sido a nossa atitude frente de estarmos às vésperas de contemplar o Rei da Glória? Miller não foi enganado por uma mensagem falsa, mas foi instrumento de Deus para o cumprimento de uma profecia que culminaria no surgimento de uma igreja, do último movimento profético, que, como fez João Batista na primeira vinda de Jesus, despertaria o mundo para a Sua segunda vinda. Alcemos a voz e proclamemos em toda a Terra o derradeiro chamado, o último clamor de um Deus que nos diz: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7).
Santo Deus e Pai, bendito seja o Senhor que ilumina a nossa jornada rumo aos Céus com a luz da Tua Palavra! Já estamos no tempo em que não haverá demora. E a nossa maior e mais urgente necessidade é de um reavivamento da verdadeira piedade entre nós. Assim como o Senhor despertou Miller e tantos outros para estudar a Tua Palavra com oração e humildade, desperta-nos a vivermos assim, Pai, sempre escavando na mina da verdade e sendo preenchidos do Teu maravilhoso conhecimento. Estamos para encerrar este ciclo de estudos da Bíblia, mas Te pedimos que o Teu Espírito nos motive a perseverar no estudo das Escrituras e na oração até que se cumpra o que os mileritas tanto almejavam, que é o Dia da Tua volta. Prepara-nos para Te encontrar, nosso Deus! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, igreja do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#Apocalipse10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
APOCALIPSE 10 – Aqui temos um parêntese entre a sexta e a sétima trombetas. Este capítulo introduz um poderoso anjo com um livrinho aberto e uma mensagem crucial da graça no tempo do fim.
A visão de Apocalipse 10 não é apenas um vislumbre do plano de Deus, é um chamado direto àqueles que desejam ser fiéis em meio aos eventos finais da história.
Enquanto Apocalipse 9 descreve juízos e a recusa da humanidade em arrepender-se, Apocalipse 10 traz esperança e uma missão: A proclamação da verdade de Deus, mesmo diante da oposição.
Jesus Se apresenta (Apocalipse 10:1-5) e entrega um livrinho – as profecias de Daniel – à igreja no tempo do fim (Apocalipse 10:6-8), o qual trouxe uma experiência (Apocalipse 10:9-10) inicialmente doce, mas depois tornou-se amarga – processo de compreensão das profecias, especialmente do advento de Cristo. O clímax da profecia é o versículo 11: A verdade nua e crua deve ser urgente e devidamente proclamada.
Historicamente, essa profecia se refere ao Grande Desapontamento em outubro de 1844, quando crentes piedosos e estudiosos da Bíblia esperavam o segundo advento de Cristo com base em Daniel 8; porém, experimentaram grande tristeza ao perceber que haviam interpretado mal o evento.
• Nossa jornada espiritual pode envolver alegrias e desapontamentos, contudo Deus nos chama a perseverar, insistir e persistir em proclamar o evangelho.
• Verdadeiros servos de Deus não desistem diante dos desafios.
• Assim como João foi chamado a profetizar novamente, Deus nos chama hoje a sermos testemunhas fiéis nos últimos dias.
• Não importa as lutas que enfrentamos, a verdade deve ser anunciada.
Diante da manifestação do mal nas trombetas anteriores, Cristo Se manifesta com poder e majestade, a fim de promover a pregação do verdadeiro evangelho com grande autoridade a fim de impactar a humanidade. Assim, “a pregação do evangelho terminará pouco antes da sétima trombeta… O ‘tempo do fim’ inclui a proclamação final do evangelho (ver Ap 14:6-7)” (Bíblia Andrews).
Um paralelo entre Apocalipse 10:11 e 14:6 com vocábulos semelhantes – “povos, nações, línguas e reis” – “revela que o conteúdo” da passagem de Apocalipse 14:6-13 “é a mensagem que precisa ser dada” (Bíblia Andrews).
A Palavra de Deus será cumprida no tempo certo (Apocalipse 10:7), enquanto isso, a missão não deve parar: Mesmo após dificuldades, devemos continuar pregando!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
3346 palavras (texto bíblico e referências inclusas)
Os sete trovões – João e o livrinho
“Apocalipse 10 mostra o aparecimento do remanescente fiel como resultado do desapontamento de 1844.” – SRA/EP, p. 140.
“Os acontecimentos de Apocalipse 10 ocorrem entre o ponto culminante da sexta trombeta em 1840 e a conclusão da profecia dos 2.300 anos em 1844, quando começou a soar a sétima trombeta.” – LES892, p. 147.
10:1 E vi outro anjo forte que descia do céu, vestido de uma nuvem; por cima da sua cabeça estava o arco-íris; o seu rosto era como o sol, e os seus pés como colunas de fogo,
E vi outro anjo… – “João vê o anjo diretamente da presença de Deus, envolto numa nuvem. (Ver. Sal. 104:3; Dan. 7:13; S. Mat. 24:30.) Ele tem um arco-íris sobre a cabeça. (Ver Ezeq. 1:26-28.) Seu rosto brilha como o Sol (comparar com Mal. 4:2), e os pés e as pernas parecem ser colunas de fogo (comparar com Êxo. 13:21 e 22; 14:19 e 24). Ao descrever o ‘Anjo forte’, João serve-se de expressões e figuras do Antigo Testamento. Há continuidade na revelação divina.” – LES892, p. 147.
10:2 e tinha na mão um livrinho aberto. Pôs o seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra,
Pés…livrinho – “O Anjo tem o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra, simbolizando a absoluta soberania de Deus sobre a Terra. Ele segura um livrinho ou pequeno rolo que transporta uma mensagem por breve período de tempo.” – LES892, p. 147.
Cristo apareceu a João – “O Anjo forte que instruiu a João não era outro personagem senão Jesus Cristo. Pondo o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra seca, Ele mostra a parte que desempenha nas cenas finais do grande conflito com Satanás. Essa posição denota Seu supremo poder e autoridade sobre toda a Terra.” – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, p. 971, citado em LES892, p. 148.
“Como estas passagens identificam o Anjo de Apocalipse 10 com a pessoa de Cristo?
“Dan. 7:13: Dirige-Se ao trono do julgamento numa nuvem.
“Ezeq. 1:26-28:Há um arco-íris onde Ele Se encontra.
“S. Mat. 17:2: Rosto como o Sol.
“Apoc. 1:15: Pés como fogo.” – LES892, p. 148.
O livrinho e Daniel 12 – “Daniel 12 constitui importante pano de fundo para a visão profética relatada em Apocalipse 10. A descrição do Anjo, a referência ao Seu juramento e o livrinho ou rolo compõem os elos de ligação entre os dois capítulos. Em ambos os lugares o conteúdo atribuído ao livrinho tem que ver com o tempo. Foi ordenado que Daniel fechasse e selasse o livro até o tempo do fim. João escreveu a respeito do tempo do fim, indicando a correlação entre as duas visões.” – LES892, p. 148.
O livrinho representa o livro de Daniel – “Fora ordenado a Daniel: ‘Encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim.’ Cap. 12:4. Esta admoestação se aplica particularmente à parte das profecias de Daniel que trata dos últimos dias… e, sem dúvida, especialmente ao fator do tempo dos 2.300 dias (Cap. 8:14), pois se relaciona com a pregação das mensagens do primeiro, do segundo e do terceiro anjos (Apoc. 14:6-12). Visto que a mensagem do Anjo que estamos considerando trata do tempo e presumivelmente de acontecimentos no tempo do fim, quando o livro de Daniel deveria ser desselado (Dan. 12:4), parece ser razoável deduzir que o livrinho aberto na mão do Anjo era o livro de Daniel. Com a apresentação a João do livrinho aberto, são reveladas as partes seladas da profecia de Daniel. O fator do tempo, indicando o fim das profecias dos 2.300 dias, torna-se claro. Conseqüentemente, o capítulo em apreço focaliza o tempo em que foi feita a proclamação dos versos 6 e 7, isto é, durante os anos 1840 e 1844.” – SDABC, vol. 7, p. 797, citado em LES892, p. 148.
Livrinho aberto – “As profecias de Daniel são desseladas. ‘Daniel estará na sua sorte, no fim dos dias. João vê o livrinho desselado. Então as profecias de Daniel têm seu devido lugar nas mensagens do primeiro, segundo e terceiro anjos, que devem ser transmitidas ao mundo. O desselamento do livrinho era a mensagem em relação com o tempo. Os livros de Daniel e Apocalipse são um. Um é profecia, o outro revelação; um é um livro selado, o outro um livro aberto.’ – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, pág. 971.” – LES892, p. 149.
2300 anos (Dan. 8:14; 9:24-27) – “457 A.C.: Decreto de Artaxerxes para restaurar o templo e o governo em Jerusalém.
“27 A.D.: Início do ministério de Cristo como o Messias.
“31. A.D.: A morte de Cristo na cruz fez com que cessassem os sacrifícios. Os serviços e as cerimônias do santuário terrestre encontraram o seu antítipo.
“34 A.D.: Apedrejamento de Estêvão. É transmitido o evangelho aos gentios.
“1844 A.D.: Começa o Juízo Investigativo no santuário celestial.” – LES892, p. 152
10:3 e clamou com grande voz, assim como ruge o leão; e quando clamou, os sete trovões fizeram soar as suas vozes.
Rugido de leão/vozes dos 7 trovões – “Apoc. 10:3; comparar com Oséias 11:10; Amós 3:8” – LES892, p. 147 e 148.
10:4 Quando os sete trovões acabaram de soar eu já ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, que dizia: Sela o que os sete trovões falaram, e não o escrevas.
As vozes dos sete trovões – “Historicamente, a sexta trombeta terminou em 1840 (Apoc. 9:15). A sétima trombeta, ‘o tempo determinado para que sejam julgados os mortos’ (Apoc. 11:18), quando se abriu ‘o santuário [ou templo] de Deus, que se acha no Céu’ (Apoc. 11:19), começou em 1844. Os acontecimentos de Apocalipse 10:8-10 simbolizam os eventos históricos entre 1840 e 1844. nesse período ocorreram os desapontamentos de 21 de março de 1843 e 22 de outubro de 1844. Os crentes no Advento compreenderam em parte Daniel 8:14, mas não entenderam devidamente a natureza dos acontecimentos que ocorreriam no fim da profecia dos 2.300 anos. Os sete trovões soaram antes do início da sétima trombeta com sua proclamação de que o tempo chegaria ao fim. Os trovões constituíram uma previsão divina da experiência do povo de Deus entre 1840 e 1844. João recebeu a ordem de não escrever o que ouvira porque o povo de Deus devia ser provado pelas agridoces experiências relacionadas com a sua expectativa da vinda de Cristo em 1844.” – LES892, p. 149 e 150. (destaque acrescentado)
10:5 O anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a mão direita ao céu,
10:6 e jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o qual criou o céu e o que nele há, e a terra e o que nela há, e o mar e o que nele há, que não haveria mais demora,
Já não haverá demora – “O povo de Deus seria provado. ‘A luz especial concedida a João, que foi expressa nos sete trovões, constituiu a delineação de eventos que sucederiam sob as mensagens do primeiro e segundo anjos. Não seria conveniente que as pessoas conhecessem essas coisas, pois sua fé precisava ser provada. Na ordem de Deus seriam proclamadas verdades muito maravilhosas e avançadas. As mensagens do primeiro e do segundo anjo deviam ser proclamadas, mas não seria revelada nova luz antes que essas mensagens realizassem sua obra específica. Isto é representado pelo anjo com um pé sobre o mar, proclamando com soleníssimo juramento que já não haveria demora.’ – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, pág. 971.” – LES892, p. 149 e 150.
“Renovado interesse no Segundo Advento de Cristo. No começo do século dezenove, a Europa e a América testemunharam renovado interesse na doutrina da Segunda Vinda de Jesus. Com a atenção concentrada no Novo testamento, cada vez maior número de cristãos procedentes de várias denominações começaram a questionar o conceito tradicional, que interpretava a Segunda Vinda como um acontecimento que ocorreria no futuro distante – depois do Milênio (pós-milenialismo). Após estudar meticulosamente as profecias de Daniel e Apocalipse, os adventistas rejeitaram o conceito pós-milenial sobre o Segundo Advento e começaram a proclamar com grande fervor a breve volta de Cristo.
“Entre os que ensinavam a breve volta de Cristo destacou-se um sacerdote católico romano do Chile – Manuel de Lacunza – bem como pregadores ingleses e escoceses, como Eduardo Irving, Henry Drummond e Alexandre Keith. Por meio das pregações de José Wolf, a mensagem da breve volta de Jesus foi levada ao Oriente Médio e à Ásia. Na Escandinávia, crianças foram inspiradas a proclamar as boas-novas. O clero da igreja oficial opôs-se à mensagem.
“A pregação de Guilherme Miller. O mais eminente pregador entre os primeiros adventistas foi um agricultor de Low Hampton, Nova Iorque, chamando [sic] Guilherme Miller. Suas objeções ao pós-milenialismo provieram de diligente estudo das Escrituras, com especial atenção a Daniel 8:14. Suas pregações poderosas e convincentes deram grande ímpeto ao Movimento do Advento da América. O que distinguiu as pregações de Miller não foi o seu ponto de vista pré-milenial, pois outros partilhavam do mesmo conceito, mas seu interesse no tempo profético, com Ênfase a acontecimentos e datas específicas. Ele deduziu que a profecia dos 2.300 dias de Daniel apontava para a Segunda Vinda de Jesus, e chegou à conclusão de que ela ocorreria em 1844.” – LES892, p. 149.
10:7 mas que nos dias da voz do sétimo anjo, quando este estivesse para tocar a trombeta, se cumpriria o mistério de Deus, como anunciou aos seus servos, os profetas.
Mistério – “Os textos mencionados a seguir contêm a palavra mistério…:
…
“Rom. 11:25: ‘Esse mistério’ – o trato de Deus com Israel e sua salvação futura.
“I Cor. 15:51: ‘Eis que vos digo um mistério’ – a transformação pela qual passarão os crentes quando Cristo voltar.
“Efés. 1:9 e 10: ‘O mistério da Sua vontade’ – o povo de Deus unido com Ele na herança eterna.
“Efés. 6:19: ‘O mistério do evangelho’ – a graça de Deus que tinha estado oculta aos gentios, mas agora lhes foi revelada.
“Coloss. 4:3: ‘Mistério de Cristo’ – as coisas de Deus reveladas por meio de Cristo.
II Tess. 2:7: ‘O mistério da iniqüidade’ – refere-se a um poder que se caracteriza pela ilegalidade; Satanás e seus agentes.” – LES892, p. 151 e 152.
“A palavra mistério, no Novo testamento, se refere aos segredos de que os servos de Deus se tornam conhecedores por revelação divina. Em Apocalipse 10:7, ‘o mistério de Deus’ é o Seu propósito salvífico, que será plenamente conhecido no fim da história humana. Com o toque da sétima trombeta, Deus efetuará o cumprimento do plano da redenção, que Ele concebeu antes da Criação do mundo e pôs em execução imediatamente depois que nossos primeiros pais caíram em pecado. Este plano encontrará sua finalidade no estabelecimento do reino de Deus para todo o sempre.” – LES892, p. 152.
Se cumpriria o mistério de Deus – “O fim do tempo profético. O soar da sétima trombeta anuncia a etapa final da obra redentora da parte de Deus: ‘Nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo Ele anunciou aos Seus servos, os profetas. ‘ verso 7. Esta proclamação assinala o fim das profecias e inicia os últimos dias.” – LES892, p. 151.
“Esse tempo, que o Anjo anuncia com solene juramento, não é o fim da história deste mundo, nem do tempo da graça, mas do tempo profético, que deve preceder o advento e nosso Senhor; isto é, as pessoas não terão outra mensagem sobre tempo definido. Depois desse período de tempo, que se estende de 1842 a 1844, não pode haver um delineamento definido do tempo profético. O cômputo mais longo se estende até o outono de 1844.” – Comentário de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, p. 971, citado em LES892, p. 151.
10:8 A voz que eu do céu tinha ouvido tornou a falar comigo, e disse: Vai, e toma o livro que está aberto na mão do anjo que se acha em pé sobre o mar e sobre a terra.
10:9 E fui ter com o anjo e lhe pedi que me desse o livrinho. Disse-me ele: Toma-o, e come-o; ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel.
Disse-me ele: Toma-o, e come-o – “Depois da descrição de uma solene cena de juramento em que se assinala que no tempo do fim se cumpriria o mistério da salvação de Deus (Apocalipse 10:3-7), diz-se ao apóstolo São João, representando os crentes, que entre na cena profética.” – SRA/EP, p. 86.
Comer o livrinho – “A compreensão da verdade, a alegre aceitação da mensagem é representada pelo ato de comer o livrinho. A verdade sobre o tempo do advento de nosso Senhor foi uma preciosa mensagem para nossa alma.” – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, p. 971, citado em LES892, p. 153.
“Estas passagens contêm alusões ao ato de comer no sentido figurado…:
“Sal. 19:7-10: As palavras de Deus são mais doces do que o mel.
“Sal. 119:103: Também afirma que as palavras de Deus são mais doces do que o mel.
“Jer. 15:16: O profeta comeu as palavras de Deus e elas lhe foram gozo e alegria para o coração.
“Ezeq. 3:1-3, 7 e 10: O profeta comeu o rolo e achou que era doce como o mel.
“O salmista e os profetas afirmam que as palavras e os juízos de Deus são mais doces do que o mel. João verifica que o pequeno rolo é doce, bem como amargo. Ele teve o privilégio de conhecer os segredos do propósito redentor da parte de Deus, mas com esse privilégio veio a responsabilidade de anunciar a crise vindoura; daí a experiência doce e amarga.” – LES892, p. 153
10:10 Tomei o livrinho da mão do anjo, e o comi; e na minha boca era doce como mel; mas depois que o comi, o meu ventre ficou amargo.
O livrinho doce/amargo – “A proclamação final do evangelho eterno destina-se a preparar um povo para o juízo, declarar o fim do tempo profético e anunciar a iminência da Segunda Vinda de Cristo. A mensagem do livrinho era doce para os que a ouviram. Tornou-se amarga quando Jesus não veio no tempo esperado (1844). Devemos alegrar-nos na vitória de Cristo e na gloriosa recompensa que receberemos como resultado dela. No entanto, o caminho para o reino é o caminho da cruz. Há aflição agora, e mais tarde haverá triunfo.” – LES892, p. 146 e 147.
“A idéia de que Jesus haveria de voltar em 1844 lhes foi doce como o mel. Mas o desapontamento foi intensamente amargo. Este não ocorreu por falta de revelação, visto que a Santa Bíblia dizia que Jesus não é sacerdote do santuário da Terra, mas do celestial (Hebreus 8:1, 2, 4, 5; 9:23, 24).” – SRA/EP, p. 86.
Livrinho amargo no estômago – “Os que proclamaram esta advertência [a mensagem do primeiro anjo] deram a mensagem devida no devido tempo. Mas, assim como os primitivos discípulos, baseados na profecia de Daniel 9, declararam – ‘O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo’ – ao mesmo tempo em que deixaram de perceber que a morte do Messias estava predita na mesma passagem, de igual modo, Miller e seus companheiros pregaram a mensagem baseados em Daniel 8:14 e Apocalipse 14:7, e deixaram de ver que havia ainda outras mensagens apresentadas em Apocalipse 14, que também deveriam ser dadas antes do advento do Senhor. Assim como os discípulos estiveram em reino quanto ao reino a ser estabelecido no fim das setenta semanas, também os adventistas se enganaram em relação ao fato a ocorrer à terminação dos 2.300 dias. Em ambos os casos houve aceitação de erros populares, ou antes, uma aderência a eles, cegando o espírito à verdade. Ambas as classes cumpriram a vontade de Deus, apresentando a mensagem que Ele desejava fosse dada, e ambas, pela sua própria compreensão errônea da respectiva mensagem, sofreram desapontamento.” – O Grande Conflito, p. 352.
“A mensagem da breve volta de Cristo atraiu milhares de pessoas para o movimento milerita na América do Norte. Quando se aproximou o outono de 1844, os crentes labutaram intensamente e com grande expectativa para levar avante a mensagem do Segundo Advento. Para muitos, nenhum sacrifício era demasiado grande. Suas esperanças e aspirações centralizavam-se no iminente retorno de Jesus. 22 de outubro de 1844 chegou e passou, deixando milhares de pessoas em profundo desapontamento.
“O fervor dos primeiros adventistas. ‘Na primeira parte do período, alguns de nossos irmãos no norte de New Hampshire ficaram tão impressionados com a crença de que o Senhor chegaria antes de outro inverno, que não cultivaram os seus campos. Em meados de julho, … outros que haviam semeado e plantado em seus campos ficaram tão comovidos com o senso do imediato aparecimento do Senhor, que não puderam, para ser coerentes com sua fé, realizar as colheitas. Alguns, ao ir para os campos cortar os cereais, sentiram-se completamente incapazes de prosseguir, e, sujeitando-se ao senso do dever, deixaram as plantações no campo, para mostrar sua fé pelas obras e condenar assim o mundo. Isto estendeu-se rapidamente pelo norte da Nova Inglaterra.’ – J. N. Loughborough, The Great Second Advent Movemet, pág. 158.
“O grande desapontamento. ‘Vi que os que estimavam a luz olhavam para o alto com ardente desejo, esperando que Jesus viesse e os levasse para Si. Logo uma nuvem passou sobre eles, e seus rostos ficaram tristes. Indaguei a causa desta nuvem, e foi-me mostrado que era o seu desapontamento. O tempo em que esperavam o seu Salvador havia passado, e Jesus não viera. Recaindo o desencorajamento sobre os expectantes, os ministros e líderes que eu havia visto antes, regozijaram-se, e todos os que haviam rejeitado a luz triunfaram grandemente, enquanto Satanás e seus anjos maus também exultavam.’ – Primeiros Escritos, p. 241.” – LES892, p. 154.
Correlação com o desapontamento da cruz – “Embora Jesus lhes tivesse dito que morreria, eles não entenderam por que esperavam que Se manifestasse com o poder que há de revelar em Sua segunda vinda. Por isso, na hora da crucifixão experimentaram um amargo desapontamento que desanimou aos insinceros mas levou os crentes honestos a uma atitude de estudo e investigação. Há vários paralelos significativos entre a experiência dos discípulos e dos que sofreram o desapontamento de 1844. Os crentes que ficaram como remanescentes do desapontamento da cruz 1) experimentaram um angustioso desapontamento que os deixou fora de sua congregação judia, 2) Jesus lhes abriu o entendimento para que compreendessem o que estava escrito (São Lucas 24:25-27), 4) Receberam a ordem de pregar o que descobriram por revelação nas Sagradas Escrituras (São Lucas 24:45-48). …
“Assim como os apóstolos amavam Sua Igreja judaica e não pensavam deixa-la, os que passaram pelo desapontamento não tinham intenção de formar uma nova Igreja. Suas congregações, porém, tinham muitos erros doutrinários introduzidos pelo anticristo durante a Idade Média, e necessitavam do conhecimento de algumas verdades bíblicas essenciais. Além disso, muitos insinceros se uniram ao movimento por temos do juízo que viria, convertendo-se em pesado lastro. Assim, não poderiam pregar o Evangelho eterno de maneira pura e completa. Por isso Deus usou o estranho método que já havia utilizado com bons resultados na hora da Cruz: 1) Permitiu que experimentassem o desapontamento. 2) Assim foram expulsos de suas diversas congregações, e ao se encontrarem fora, formaram tacitamente uma nova congregação, com um denominador comum: investigação sincera e ardente da santa Bíblia em busca de luz e resposta celestiais, e as receberam. 3) Redescobriram as verdades lançadas por terra. 4) Estiveram em condições de cumprir a ordem de pregar (como o fizera a Igreja primitiva) a todo mundo, e o estão fazendo, em obediência à ordem divina expressa na profecia.” – SRA/EP, p. 86 e 87.
10:11 Então me disseram: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas, e reis.
Profetizes outra vez – “A última mensagem. ‘A dispensação do evangelho é o último período de graça que será concedido aos homens. Os que vivem sob esta dispensação de testes e provas, e, contudo, não são levados a arrepender-se e a obedecer, perecerão com os infiéis. Não haverá uma segunda prova. … Cristo comunica Sua justiça aos que consentem que Ele lhes tire os pecados.’ – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, págs. 971 e 972.” – LES892, p. 155.
“Depois do grande desapontamento de 1844, os crentes genuínos não abandonaram sua crença na Segunda Vinda de Cristo, ou a convicção de que o seu movimento era de origem divina. Renovado interesse no estudo da Bíblia resultou em mais clara compreensão da profecia. A breve volta de Jesus tornou-se uma grande certeza. A Igreja Adventista do Sétimo Dia foi estabelecida com a missão mundial de avisar o mundo de que Cristo voltará. Fundaram-se instituições médicas e educacionais em muitas partes do Globo. Foram erigidas igrejas, escolas, hospitais e casas publicadoras para ajudar a levar o evangelho eterno a toda nação, tribo, língua e povo. Os Adventistas do Sétimo Dia consideram sua vocação um cumprimento da profecia bíblica. Eles devem desempenhar uma parte muito importante no soar da sétima trombeta (Apocalipse 11). Encaram com seriedade a ordem de Apocalipse 10:11: ‘Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis.’ – Almeida, antiga.” – LES892, p. 155 e 156.
Referências
Anderson, Roy A., O Apocalipse Revelado, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.
White, Ellen G., Primeiros Escritos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., 1987.
SDABC – Seventh Day Adventist Bible Commentary.
White, Ellen G., Atos dos Apóstolos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .
White, Ellen G., Grande Conflito, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .
Strand, Kenneth A., Interpreting the Book of Revelation. Ann Arbor Publishers, Naples, Florida.
White, Ellen G., Caminho a Cristo, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.