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II JOÃO – Aqui João dá um recado direto!
• “João diz que, como presbítero, ama a igreja. Entretanto, para compreender a natureza do verdadeiro amor entre os cristãos, é necessário um qualificador: a ‘verdade’ (2Jo 2), pois o amor cristão é expresso no contexto da verdade. A ênfase no amor e na verdade indica que as igrejas de João enfrentavam uma crise relacionada a essas duas coisas. Trata-se quase de uma personificação da ‘verdade’, pois ela ‘permanece em nós’ e ‘conosco estará para sempre’. A verdade nos lembra de Jesus, que é a Verdade (Jo 14:6). O Espírito Santo e a verdade estarão com os crentes para sempre (2Jo 2; Jo 14:16). Tanto a verdade quanto o amor apontam, em última análise, para Deus e pertencem, juntos, à fé e à experiência cristã. Eles formam o tema principal de 2 João. A verdade é necessária para discernir os ‘enganadores’ e as suas obras (v. 7-8) e para permanecermos no ensino de Cristo (v. 9-10)” (Ekkehardt Mueller).
A verdade não é relativa; há distinção clara entre verdade e erro. Quando a verdade é comprometida, abre-se espaço à proliferação da heresia, colocando em risco a fé e o relacionamento com Deus.
• “As heresias podem ser muito prejudiciais para a igreja e para sua mensagem. Não devemos ser indiferentes à verdade bíblica tampouco considerar qualquer oposição à heresia como severa ou arrogante. A tolerância descontrolada pode levar à complacência, e a complacência leva à heresia. Nenhuma igreja está imune a coisas desse tipo. João nos lembra que existe uma diferença básica entre a verdade e o erro, que aquilo em que acreditamos é importante e que nossas crenças afetam nosso relacionamento com Deus”, alerta Mueller.
Esta exortação encontra paralelo nas cartas de Paulo a Timóteo e Tito, que também abordam a importância da verdade e da sã doutrina na vida da igreja (I Timóteo 4:16; Tito 1:9).
Diante disso, somos desafiados a estudar e aplicar os ensinos de II João, reconhecendo que a verdade não é mero detalhe, é o alicerce sobre o qual construímos nossa fé!
Assim como João, Paulo, Timóteo e Tito permaneçamos firmes na verdade, combatendo o erro com amor e firmeza, preservando a integridade do evangelho e promovendo o crescimento espiritual da igreja!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I JOÃO 5 – Primeiro leia a Bíblia
I JOÃO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1jo/5
Entremeado ao longo de I João, culminando no capítulo final, existe um fio condutor: o amor a Deus é revelado na obediência.
O teste decisivo do nosso amor a Deus é uma vida obediente. A verdadeira obediência não é perfeccionismo legalista ou desempenho voltado para o trabalho. Não estamos tentando ganhar a salvação ou apaziguar um Deus irado. Em vez disso, tendo recebido o amor divino, obedecemos com alegria. Ao nos deleitarmos em ser amados, expressamos nosso amor por meio de sermos obedientes em pensamentos e ações. O amor nos capacita a obedecer.
Obedecer aos mandamentos de amor de Deus não é oneroso quando transborda de um coração cheio de amor. O amor alimenta a obediência.
Infelizmente, muitas pessoas obedecem por medo: medo do castigo, medo de perder a aprovação de Deus, medo de estarem eternamente perdidos. Obedecer por medo indica que não estamos cheios de amor. O amor não expulsou o medo.
Deus deseja estabelecer laços com cada um de nós por meio do amor, não do medo. Os laços baseados no medo destroem a verdadeira intimidade espiritual. Temendo não estar à altura, obedecemos e agimos com base na ansiedade e na compulsão, que sempre destroem a sensação de segurança. O amor de Deus destrói o medo para que possamos formar laços de amor seguros com nosso Salvador.
O amor perfeito de Deus nos liberta para obedecer, fruto de um amor exuberante e não de um medo exagerado.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1jn/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1131 palavras
1-5 Resumo dos cap 1-4. Mostra que o amor uns pelos outros, o amor a Deus e a guarda dos mandamentos são elementos inseparavelmente ligados na vida daqueles que creem em Jesus (sobre o cumprimento da LEI de Deus, ver Mt 22:36-40; Jo 14:15; Rm 13:8-10; Gl 5:14). Bíblia de Estudo Andrews.
1 crê. Uma fé ativa e constante, não um pensamento ou sentimento ocasional. Bíblia de Estudo Andrews.
2 todo aquele que ama o Pai ama também o que dele foi gerado. João escreveu numa época em que os membros da família eram estreitamente ligados entre si, numa unidade sob o comando do pai. O apóstolo podia, portanto, citar a família como ilustração para demonstrar que quem amar a Deus, o Pai, amará naturalmente os filhos de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 não são penosos. Os nascidos de Deus naturalmente passam a amar e a se parecer com o Pai (3:9; 4:7,8; 5:1; Mt 11:28-30). Bíblia de Estudo Andrews.
Não porque os próprios mandamentos sejam leves ou fáceis de se obedecidos, mas, como explica João no v. 4, por causa do novo nascimento. Quem nasceu de Deus pela fé é capacitado a obedecer pelo Espírito santo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Em contraste com as minuciosas obrigações do legalismo judaico (Mt 23.4), o jugo de Cristo é suave (Mt 11.30; cf Rm 12.2). Bíblia Shedd.
4 vence o mundo. Isto é, vive de acordo com o amor e os mandamentos do Pai, não segundo os caminhos do mundo (2:15, 16). Trata-se de uma promessa reclamada pela fé. Bíblia de Estudo Andrews.
Vencer o mundo é conquistar a vitória sobre seu padrão pecaminoso de vida – outra maneira de se referir à obediência a Deus (v. 3). Bíblia de Estudo NVI Vida.
6-13 O testemunho convicto de que quem crê no Filho de Deus tem a vida eterna. Bíblia de Estudo Andrews.
6 água e sangue. Provável representação do batismo de Jesus, que deu início a seu ministério terrestre, e de sua morte na cruz, a qual marcou seu término (Jo 15:26). Bíblia de Estudo Andrews.
Ensinamento contrário aos dos heréticos gnósticos que diziam que cristo se encarnou no homem Jesus por ocasião do Seu batismo, mas que o deixou antes da Sua morte. Bíblia Shedd.
João insiste em que Jesus Cristo é Deus, além de homem (1.1-4; 4.2; 5.5). Agora assevera que foi esse Deus-homem Jesus Cristo quem entrou em nosso mundo, foi batizado e morreu. Jesus era o Filho de Deus, não somente no batismo, mas também em sua morte (v. 6b). Essa verdade é extremamente importante porque, se Jesus morreu somente como homem, sua expiação sacrificial (2.2; 4.10) não teria sido suficiente para eliminar a culpa da humanidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Tanto a morte como a ressurreição de Cristo eram negadas pelos [gnósticos] docéticos, os quais negavam a natureza humana de Cristo (4.2). Bíblia de Genebra.
7 três. A lei [do] AT exigia “duas ou três testemunhas”(Dt 17.6; 19.15; v. 1Tm 5.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
No Céu. Evidências textuais apoiam (cf. p. xvi [do CBASD]) a omissão da variante “no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra.”… O texto como se apresenta na [versão] ARA não se encontra em nenhum manuscrito grego anterior aos séculos 15 e 16. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 746. [Obs: O CBASD apresenta interessante exposição adicional sobre esta adição, por Erasmo, ao texto grego da Vulgata, adição esta chamada de Comma Joanina.]
8 O Espírito, a água e o sangue. São aspectos do único batismo de Jesus por nós (Ef 4.4n). O batismo do Espírito (1Co 12.13) e na água (At 2.38) são para todos os que crêem. Bíblia Shedd.
testificam. Sobre quem é Jesus (1:1-3; 5:11). Bíblia de Estudo Andrews.
10-13 O testemunho de que quem crê no Filho de Deus tem a vida eterna. Jesus habita naqueles que creem nele e, por meio de sua presença, os cristãos têm segurança e experimentam a vida eterna hoje (sobre a SEGURANÇA cristã de salvação, ver Jo 3:14; 5:22; Rm 8:31-39). Bíblia de Estudo Andrews.
10 O testemunho (cf Rm 8.16). Refere-se à segurança e paz internas providas pelo Espírito (Fp 4.7). Bíblia Shedd.
11 a vida eterna … está no Seu Filho. Essa é a verdade central da mensagem cristã. Bíblia de Genebra.
13 O Evangelho de João [Jo] foi escrito para despertar a fé (20.31). A primeira epístola [1Jo] foi escrita para dar certeza da fé. Bíblia Shedd.
14-21 Uma síntese das certezas que os cristãos têm em Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.
14 se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade. Quanto a outra condição prévia para a oração, v. 3.21, 22. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 seu irmão. A passagem deixa claro o valor da oração intercessora em favor dos que estão presos no pecado. Bíblia de Estudo Andrews.
Não para a morte. Parece inegável que João identifica classes de pecado, pois, um pouco mais adiante, neste mesmo versículo, fala de “pecado para a morte”. Porém, o contexto deve ser mantido em mente. Nos v. 14 e 15, ele deu a segurança de que as orações dos crentes serão respondidas. Aqui ele aplica a promessa a um tipo específico de oração (a que se faz em favor de alguém) e explica em que circunstância ela pode ser eficaz. Ao fazê-lo, ele discute duas classes de pecados: aqueles em que há ou não esperança para o pecados. Na primeira classe, a oração pode ser uma ajuda eficaz para a redenção; no segundo, como João explica mais tarde, não há garantia de que a oração será eficaz. Geralmente se entende que o pecado para a morte é o pecado imperdoável ([o pecado para o qual não se pediu perdão e anestesia a consciência, anulando a ação do Espírito] ver com. de Mt 12:31, 32). Portanto, o pecado que não é para a morte é qualquer outra forma de pecado em que um irmão pode cair. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 746.
pecado para morte. A rejeição do testemunho do Espírito, como os oponentes de João faziam, só pode levar à morte (4:1-3; Mt 12:31; Jo 16:7,8; sobre as consequências do PECADO, ver Rm 6:23; Gn 3:1-6). Bíblia de Estudo Andrews.
19 O mundo inteiro jaz no maligno. Isto no sentido que a humanidade é passivamente controlada pelo diabo e seus anjos (Ef 2.2; 6.12). Bíblia Shedd.
Ninguém pode escapar à rede de tentação, pecado e condenação do maligno sem o socorro divino. Mas as pessoas também não podem fugir de sua responsabilidade tentando culpar outro agente, a saber, o diabo, por sua própria situação (Gn 3.12-13). Paradoxalmente, a escravização ao pecado é voluntária (Tg 1.13-15). Somente o Filho de Deus pode destruir a servidão e substituí-la por uma vida de perdão, gratidão e obediência (3.8). Bíblia de Genebra.
21 guardai-vos dos ídolos. Ou seja, de dar preferência a alguém (2:22; 4:1) ou a algo (2:15, 16) em lugar de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.
Todo substituto de Deus é um ídolo. João provavelmente refere-se aos erros doutrinários, morais e éticos que, na prática, são idolatria (cf 1 Co 10.12). Bíblia Shedd.
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“Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os Seus mandamentos” (v.2).
Estamos vivendo nos últimos dias do grande conflito e, como última igreja de Cristo, somos chamados para fazer parte do Seu remanescente: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (v.3). E “a vitória que vence o mundo” (v.4) é a nossa fé em Jesus, pois Ele mesmo venceu o mundo (Jo.16:33). O batismo de Jesus, representado pela água, e a Sua morte, representada pelo sangue, significam a confirmação da nova aliança entre Deus e Seu povo. Todo aquele que deseja seguir o exemplo do Mestre, e ser batizado seguindo a Sua ordem, encontrará resistência como Ele mesmo encontrou. E a menos que esteja munido da armadura de Deus (Ef.6:10), revelará uma fé frágil que sucumbirá à primeira prova.
Assim como “o Pai, a Palavra”, que é Cristo, “e o Espírito Santo” são um (v.7), fomos chamados a sermos um com o Senhor como Suas testemunhas na Terra. Gosto de pensar que “o Espírito, a água e o sangue” (v.8), representam as três atuações de Deus na vida do cristão:
1. O sangue, quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas;
2. A água, com o batismo, o lavar regenerador de Deus no coração e início da carreira cristã;
3. O Espírito, que nos guia a toda a verdade, nos convence do pecado, da justiça e do juízo, levando-nos a uma vida de santificação em Cristo Jesus (Jo.16:8-13).
Estes três “são unânimes num só propósito” (v.8), o propósito de preparar um povo para reencontrar o seu Deus. Todo aquele, pois, que nisto crê, “tem, em si, o testemunho” (v.10). “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no Seu Filho” (v.11). Portanto, se temos o Filho, temos a vida; se, porém, não temos o Filho, não temos a vida (v.12). Quando o apóstolo Paulo declarou: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl.2:20), ele não declarou ter alcançado o estágio final da perfeição, mas a sua entrega, unida à constante obra do Espírito Santo, inculcava em sua mente a fé firme na fiel promessa: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Por isso que ele denominou a batalha espiritual de “bom combate” (2Tm.4:7), porque todo aquele que é nascido de Deus e “não vive pecando”, tem como seu fiel guarda Jesus, o Senhor dos Exércitos, “e o Maligno não lhe toca” (v.18).
A oração intercessora terá um papel decisivo nesses últimos dias. Quando um servo ou uma serva de Deus ergue suas súplicas altruístas e empenha-se diariamente a abençoar seus irmãos através de suas orações, sua própria vida recebe um novo fôlego, o Espírito Santo imprime em sua mente o verdadeiro senso de missão e derrama em seu coração o amor de Deus em generosas porções. Não podemos desistir daqueles que Cristo adquiriu com Seu precioso sangue. O “pecado para morte” (v.16) é aquele em que o pecador se recusa a ouvir a voz de Deus e repele o Espírito Santo de sua vida. Aquele que sonda os corações e conhece as intenções nos chama a fazer parte de Seu grande exército, “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).
Se “sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno” (v.19), tanto mais precisamos nos firmar nas verdades eternas e perseverar em uma vida de oração. Certamente, somos alvo das orações de alguém, ou de alguns, assim como podemos ser instrumentos de Deus para conduzir pessoas a Cristo por este ministério tão grandioso. O silêncio do suplicante diante dos homens é transformado pelo Espírito em “gemidos inexprimíveis” diante do trono de Deus (Rm.8:26). Façamos uso deste recurso tão grandioso em benefícios! Só a eternidade revelará o seu real alcance. Imitemos o sublime Exemplo: “Tendo-Se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava” (Mc.1:35).
“Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (v.20). Sigamos, pois, os Seus passos.
Pai Celestial, estamos quase chegando ao fim de mais um estudo completo da Tua Palavra. E quão insondáveis são os Teus pensamentos, quão vasta a Tua sabedoria! Não podemos alcançar o real entendimento das Tuas Escrituras se o Teu Espírito não for o nosso instrutor. Concede-nos, ó Deus, por Tua graça e misericórdia, a iluminação do Espírito Santo para que a nossa mente seja dirigida todos os dias para onde Jesus está e ali, no mais Santo lugar, nos unirmos a Ele em Sua obra de purificação. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, exército de oração!
Rosana Garcia Barros
#1João5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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Texto bíblico: I JOÃO 4 – Primeiro leia a Bíblia
I JOÃO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1jo/4
A vida baseada no medo é uma prisão.
Quando você vive em constante medo – medo das reações dos outros, medo do futuro, medo de perder a aprovação de Deus – seu sistema nervoso fica sobrecarregado; seu cérebro se torna disfuncional; seu sistema imunológico fica enfraquecido. Você fica hipervigilante e tenso. O medo mantém sua alma acorrentada, drenando seu potencial.
Devido a influências herdadas e ambientais, nossas vidas são frequentemente pintadas em tons de medo. Adaptamos nossas reações e escolhas a fim de evitar a raiva, o abandono e o abuso de outras pessoas. Por medo, mentimos.
Deus deseja que vivamos sem medo. Por quê? Se você está cheio de medo, não consegue amar a Deus de verdade porque teme vir a errar tanto que Ele o abandone; você não consegue amar os outros porque tem medo do que eles possam fazer ou dizer; você não consegue amar a vida porque a ansiedade invade a sua mente. Lembre-se também: você não consegue amar alguém de quem tem medo.
Deus quer expulsar o medo que está tomando conta do seu coração para que você possa amar de todo o coração. Deus deseja inundar você com um amor tão perfeito de tal forma que você seja liberto das reações e escolhas baseadas no medo. Quando você vive no amor, você vive em Deus.
Você ainda sofre com as muletas do medo? Deixe Deus lhe ensinar a amar.
O amor verdadeiro se revela em ações afetuosas.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1jn/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1101 palavras
1, 2 provai os espíritos. Muitos afirmam ser guiados pelo Espírito Santo, quando, na verdade, o espírito que os guia não vem de Deus (1Tm 4:1). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Não deis crédito. O texto indica que muitos estavam dando ouvidos a diversos espíritos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 727.
espírito. O apóstolo exortou seus leitores a que comprovassem o que se lhes dizia, que não fossem crédulos e que não aceitassem toda manifestação espiritual como provindas de Deus. Parece que eles estavam sob a influência de homens que alegavam autoridade divina para ensinar o que não era verdade. CBASD, vol. 7, p. 727.
Uma mensagem sobrenatural pode vir de Deus, através de Seu Espírito (3.24), ou do diabo, através de um demônio (cf. 2.18-23). Bíblia Shedd.
provai os espíritos. Deus não espera que os cristãos sejam crédulos. Ele confere à igreja o dom de distinguir entre verdadeiros e falsos espíritos. […] O dever de cada crente é aplicar a tudo que lê e ouve a prova dos escritos inspirados dos profetas e apóstolos. Somente assim cada crente pode saber que sua fé está baseada em Deus e não nos homens. CBASD, vol. 7, p. 728.
falsos profetas. O profeta verdadeiro fala da parte de Deus, sendo “impelido” pelo Espírito Santo (2Pe 1.21). Falsos profetas, como os gnósticos dos dias de João, falam sob a influência de espíritos afastados de Deus. Cristo advertiu dos falsos profetas (Mt 7:5; 24:11), assim como Paulo (1Tm 4.1) e Pedro (2Pe 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Confessa. Não é o simples reconhecimento de quem é Jesus. Isto os demônios fazem (Mc 1.24; 3:11; cf Tg 2.19). É uma confissão em sujeição a Ele com o propósito de glorificá-lO (Jo 16.4-6). Bíblia Shedd.
todo espírito que confessa … Jesus. A pessoa pode ser provada verificando se suas palavras sobre Jesus estão de acordo com o que João e os outros autores da Bíblia dizem. Outra prova sobre mestre e profetas é encontrada em Is 8:20; Jr 28:9 e Mt 7:20. Bíblia de Estudo Andrews.
Veio. Cristo […] ainda mantém a natureza humana, bem como a divina. É um representante humano no Céu, ainda que divino, pois é membro da Trindade. CBASD, vol. 7, p. 729.
Em carne. Em cada etapa da história do mundo tem havido uma verdade presente a ser ressaltada, mas essa verdade presente tem variado através dos tempos. Os judeus que se converteram depois do Pentecostes precisavam aceitar Jesus como o Messias esperado, a fim de se tornarem cristãos, pois o ponto essencial era reconhecer a divindade de Cristo. Poucos anos depois, os gnósticos começaram a negar não a divindade, mas a humanidade do salvador. Eles acreditavam que os deuses se manifestavam aos homens de várias maneiras, mas negaram que “o verbo se fez carne”. CBASD, vol. 7, p. 729.
Jesus Cristo veio em carne. João exclui assim (entre outros) os gnósticos, sobretudo os ceríntios, para quem o Cristo divino veio sobre o Jesus humano no seu batismo e depois o abandonou na cruz, de modo que foi somente o homem Jesus que morreu. Bíblia de Estudo NVI Vida.
João distingue o evangelho do erro dos docéticos, os quais diziam que Jesus Cristo não era verdadeiramente humano … A natureza humana de Cristo era essencial para que ele pudesse morrer por nossos pecados. Bíblia de Genebra.
4 tendes vencido. Tendes resistido aos ensinos dos falsos profetas. Bíblia de Estudo Andrews.
6 Não nos ouve. Se um homem resistir ao poder convincente do Espírito, é pouco provável que ouça um servo de Deus. CBASD, vol. 7, p. 731
Nisto. Se a pessoa está em harmonia com o que João ensina. Bíblia de Estudo Andrews.
O espírito da verdade. O Espírito Santo é a fonte de impulso dos crentes para buscar a verdade. CBASD, vol. 7, p. 731
7-21 Um chamado para os filhos de Deus amarem como o Pai ama. Bíblia de Estudo Andrews.
O amor de Deus Pai por “seu Filho unigênito” (v. 9) é a fonte do amor que une a congregação dos crentes como uma família. Ao dar-nos o Seu Filho, o Pai fez-nos conhecer o amor perfeito e a vida eterna que o Pai e o Filho sempre tiveram. Bíblia de Genebra.
8 Deus é amor. O amor é a essência da natureza de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.
9 Filho unigênito. O termo grego [unigênito] também pode ser traduzido por “um e único Filho”, referindo-se antes à singularidade de Cristo do que à Sua eterna geração. Bíblia de Genebra.
10 propiciação pelos nossos pecados. Cristo afastou a justa ira de Deus e satisfez as exigências da justiça divina em nosso favor. Fez isto a fim de cumprir o amor de Deus. Bíblia de Genebra.
12 Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós. … o amor de uns pelos outros evidencia a presença de Deus em seus filhos. Bíblia de Estudo Andrews.
Dessa forma, o Deus a quem “ninguém jamais viu” é visto nos que amam, pois Deus habita neles. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 Deus é amor. O amor de Deus é demonstrado em Sua fidelidade à aliança e na Sua busca incansável pelos pecadores, apesar da rebeldia ou indiferença destes (v. 8; Êx 34.5-7). Bíblia de Genebra.
17 mantenhamos confiança. A confiança no amor de Deus, enquanto ele preenche nossa vida, desfaz todo o medo do juízo (Hb 4:15, 16; ver outros aspectos da SEGURANÇA cristã em Rm 8:31-39). Bíblia de Estudo Andrews.
como ele. Como Cristo. O fato de sermos semelhantes a Cristo no amor é sinal de que Deus, que é amor, vivem em nós; por isso, podemos ter confiança, no Dia do Juízo, de que somos salvos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 No amor não há medo. Não há medo de sermos condenados por Deus, pois o amor genuíno confirma a salvação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O amor é o antídoto do temor. Onde há amor aperfeiçoado, o próprio terror da morte desvanece, o que é amplamente demonstrado pelos mártires. Bíblia Shedd.
O amor de Deus é perfeito em si mesmo e traz a promessa da perfeição tão logo o recebemos (vs. 12, 17; 2.5). Mas, visto estarmos sendo aperfeiçoados em Seu amor ao longo do tempo (3.2), os remanescentes do temor podem coexistir temporariamente com o amor. O “perfeito amor” da parte de Deus “lança fora o medo” de forma progressiva, não instantânea. Bíblia de Genebra.
19, 20 Nós amamos porque. O amor inacreditável de Deus desperta nosso amor em resposta, um amor que transborda em tudo ao redor. Bíblia de Estudo Andrews.
21 Ame também seu irmão. O apóstolo mostrou que odiar a um irmão e amar a Deus são coisas incompatíveis (v. 20). CBASD, vol. 7, p. 741
Foi Cristo que uniu Dt 6.4 e Lv 19.18 declarando que toda a obrigação do homem está resumida no duplo mandamento de amar a Deus e ao próximo (Mt 22.37-40). Bíblia Shedd.
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“Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (v.8).
O amor revelado em Jesus Cristo é a chave que abre o coração humano para compreender o amor com que Ele deseja que nos amemos uns aos outros. Confessar “que Jesus Cristo veio em carne” (v.2), possui um significado muito maior do que simplesmente professar nEle crer. Confessar o nome de Jesus envolve um compromisso de vida ou morte. E, na época em que João escreveu, a acentuada perseguição provava quem realmente era uma testemunha de Cristo. Dar ouvidos a esta mensagem, portanto, não era apenas uma questão de aceitar o evangelho, mas de vivê-lo conforme as verdades reveladas. Decisão esta que exigia fé, coragem e abnegação da própria vida.
O maior dos dons, aumentado e aperfeiçoado na vida cristã, promove o sublime e indispensável conhecimento de Deus, o conhecimento que supera todos os demais e blinda a mente contra “o espírito do erro” (v.6). Podemos dizer que o amor é a fé em ação, como bem escreveu o apóstolo Paulo: “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). Entretanto, esse amor produzido pela fé em Cristo, é manifestado em nós através de um ato que antecedeu a nossa fé: “em haver Deus enviado o Seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dEle” (v.9). Ou seja, é um amor que não vem de nós; um amor que está além do nosso alcance produzir; um amor extravagante em graça; “é dom de Deus” (Ef.2:8).
E “se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros” (v.11). O fato de jamais termos visto a Deus e, ainda assim, declarar amá-Lo, só se torna uma verdade quando permitimos que o Espírito Santo derrame em nosso coração o amor divino e este amor seja revertido, por preceito e por exemplo, na vida de outros. Há no mundo um equivocado conceito de amor que acaba por confundir a muitos. Amor não se resume a gracejos e atitudes isoladas de simpatia. “Deus é amor” (v.16), e esta verdade, por si só, deveria despertar em nós um senso urgente de meditarmos na vida de Cristo e nela buscarmos a essência do evangelho. Porque se o amor é divino, não há outra fonte segura senão o próprio Deus.
Os profetas foram escolhidos pelo Senhor para transmitir as Suas palavras à humanidade. Jesus foi enviado à Terra como a própria Palavra, o Verbo que “Se fez carne e habitou entre nós” (Jo.1:14). Mas Jesus não nos deixou órfãos, e “nisto conhecemos que permanecemos nEle, e Ele, em nós: em que nos deu do Seu Espírito” (v.13). Confessar “que Jesus é o Filho de Deus” (v.15) é ser Sua testemunha a todas as nações pelo poder do Espírito Santo (Leia At.1:8). É o Espírito que aperfeiçoa o perfeito amor em nosso coração, “para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança” (v.17) e não medo, porque “o perfeito amor lança fora o medo” (v.18).
Portanto, amados irmãos, “nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (v.19). Simples assim. O amor de Deus na vida promove o amor altruísta; amor que regenera, cura, perdoa e salva. Que pela comunhão diária, perseveremos em ser aperfeiçoados no amor pela oração e pelo estudo das Escrituras. Sejamos, pois, vasos de honra cheios e transbordantes do amor divino!
“Que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (v.21).
Nosso Pai amado, que grande estrago tem feito o pecado no coração humano! De modo que todas as virtudes para as quais o Senhor nos criou têm sido deterioradas, e muitos se tornam completamente destituídos de amor e misericórdia. Por mais que tenhamos sido avisados quanto a isso, ainda assim é triste ver os resultados da falta de amor e como isso tem atingido inclusive o Teu povo. Não permite, Senhor, que o nosso coração endureça! Cura o nosso coração da doença maligna da maldade, e cria em nós um coração puro! Derrama o Teu amor em nosso coração pelo Espírito Santo e nos eleva a cada dia à atmosfera pura e santa do lugar Santíssimo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, nascidos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#1João4 #RPSP
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I JOÃO 5 – Como cristãos, muitas vezes “não temos credibilidade porque, em muitas ocasiões, nosso discurso não se harmoniza com nossa vida. Não podemos dizer ‘Cristo ama você’ e tratar mal nossos empregados, enganar aos que estão em nosso redor ou ser racista, elitista ou machista. Causa dissonância alguém falar de amor e não demonstrar amor. Só estaremos autorizados a dizer essa frase quando, de fato, amarmos. Só então nosso discurso e nossa vida serão coerentes e teremos credibilidade. Agora, se decidirmos amar (primeira a Deus e, depois, aos outros), entramos na vida da responsabilidade e da verdadeira identidade cristã. Não teremos de empreender cruzadas, pois o importante será a cruz que redime. Não teremos que avaliar ou indagar, pois Jesus não veio julgar, mas salvar. Não teremos de exigir normas, pois os princípios nos farão indivíduos dinâmicos. Não viveremos no erro, pois a luz de Cristo esclarecerá tudo. Seremos verdadeiramente de Jesus e poderemos dizer aos outros: Cristo ama você”, reflete Victor Armenteros.
A fé não é um conceito abstrato; é a força que nos faz filhos de Deus e torna-nos vitoriosos. Diante de I João 1:1-5, não há meio termo: Quem de fato pertence a Deus ama, obedece e vence.
• A obediência não é um fardo, mas uma marca da transformação provida pelo evangelho: Os mandamentos de Deus não são pesados – ao converso.
• O verdadeiro cristão não luta contra Deus, ele encontra prazer em seguir Sua vontade. Isso torna-o inconformado com o sistema maligno deste mundo; então, ele resiste, persevera e triunfa.
João deixa bem claro que não há salvação fora de Cristo. A eternidade está definida pela nossa relação com Ele. Rejeitar a Cristo implica chamar Deus de mentiroso (I João 5:6-12).
João escreve para gerar convicção, mostrando que a salvação não é incerta, é garantida (I João 5:13-17). Nesse contexto, a oração não é um jogo de sorte, é alinhamento com Deus. A igreja deve orar pelos que caem em pecado, mas discernir os casos de endurecimento espiritual – “pecado que leva à morte”.
O verdadeiro cristão não vive na prática do pecado; ainda que tropece, sua vida não será dominada pelo pecado. O cristão deve permanecer vigilante, para não cair em desvios religiosos: “Guardem-se dos ídolos” (I João 5:18-21).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.