Reavivados por Sua Palavra


II Pedro 1 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
15 de março de 2025, 0:40
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II PEDRO 1 – Uma comparação entre as cartas de Pedro ajudará a ampliar nossa compreensão:

• I Pedro encoraja os crentes a suportarem perseguições com fé e esperança na glória futura; II Pedro foca pouco no sofrimento, sua maior preocupação são as heresias e corrupção dos cristãos.
• I Pedro chama os crentes a viverem de maneira santa e submissa, refletindo Cristo. II Pedro reafirma a necessidade de crescer na graça e conhecimento de Cristo.
• Em I Pedro, “falsos mestres” não é um tema central; em II Pedro, a principal preocupação são os propagadores de falsos ensinos, denunciando falsos mestres e suas destruições.
• Ambas as cartas contêm tom pastoral, todavia, embora I Pedro seja mais encorajadora, utilizando metáforas como “pedras vivas” e “rebanho de Deus”, II Pedro usa linguagem mais intensa e severa, com comparações a Sodoma e Gomorra e advertências sobre destruição iminente.
• I Pedro menciona a segunda vinda de Cristo como fonte de esperança aos crentes; II Pedro enfatiza a certeza da volta de Cristo e adverte sobre zombadores que a negarão.

A segunda carta de Pedro é seu último testamento “(1:13-14). Ela novamente contém uma mensagem pastoral dirigida à igreja. Aqui ele adverte contra os falsos mestres e também oferece conselhos importantes sobre pureza, conhecimento e crescimento espiritual. A epístola ensina que a graça de Deus em Cristo realmente converte e capacita os cristãos a viver virtuosamente, mesmo em face de hostilidade. Entretanto, os ataques contra o povo de Deus não são apenas externos, mas também internos” (Bíblia do Discípulo).

Pedro inicia esta carta reafirmando que a fé cristã é fundamentada na justiça de Deus e do Salvador Jesus Cristo; a qual nos é concedida e não adquirida por méritos humanos (II Pedro 1:1-2).

Pedro enfatiza que Deus já “nos deu tudo de que necessitamos para a vida e para a piedade”, capacitando-nos a crescer espiritualmente. Ele apresenta a “escada do crescimento cristão” (II Pedro 1:3-12), onde cada virtude conduz ao caráter plenamente desenvolvido:

Fé + virtude + conhecimento + domínio próprio + perseverança + piedade + fraternidade + amor.

Esse processo indica que a salvação envolve tanto justificação quanto santificação (transformação).

Para isso, a Bíblia é a revelação divina – é nossa única regra de fé e prática (II Pedro 1:15-21).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I PEDRO 5 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
14 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I PEDRO 5 – Primeiro leia a Bíblia

I PEDRO 5 – BLOG MUNDIAL

I PEDRO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I PEDRO 5 by Luís Uehara
14 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1pe/5

Neste capítulo final da primeira epístola de Pedro, ele apresenta conselhos claros para os líderes e os administradores da igreja, usando como credencial sua experiência como testemunha ocular dos sofrimentos de Cristo. “não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho” (vs. 2, 3 NVI).

Às vezes hesitamos em destacar as recompensas de fazer o que é correto, mas Pedro não hesita em fazer isso, lembrando-nos que a coroa de glória que receberemos por cuidar dos que estão sob nossa influência nunca irá desaparecer (v. 4). Ele encoraja os membros mais jovens das congregações a submeterem-se aos de mais idade e com mais experiência, mas, em seguida, afirma, em essência: “todos vocês devem se submeter em humildade uns aos outros” (v. 5).

“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (v. 7 NVI). Muitos anos atrás, com três crianças disputando espaço no meu colo na igreja, a mulher atrás de mim rabiscou este versículo em um pedaço de papel e o passou para mim. Desde então, ele permanece como uma das minhas promessas favoritas das Escrituras.

Ao encerrar sua carta, mais uma vez Pedro lembra a seus ouvintes acerca do tema do grande conflito – um adversário real chamado Satanás procura levar os crentes a abandonar a fé e dar as costas a Cristo Jesus. Esta é a mensagem que Pedro diria a você hoje: Seja vigilante! Resista! Permaneça firme na fé!

Pr. Cindy Tusch, DMin
Diretora Associada Aposentada
Patrimônio Ellen G. White, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1pe/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I PEDRO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de março de 2025, 0:50
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269 palavras

Eu, presbítero como eles. Literalmente, “o companheiro presbítero”. Pedro não dá nenhum indício de primazia. Ele se contenta em assumir o mesmo título que aplicou aos oficiais da igreja. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 640.

2 Sórdida ganância. O serviço à igreja nunca deve ser realizado como meio de enriquecimento pessoal (ver com. de 1Tm 3:8). CBASD, vol. 7, p. 641.

4 Imarcescível (ARA; NVI: “imperecível”). Natureza eterna da recompensa. CBASD, vol. 7, p. 642.

8 Como leão que ruge. Como um leão faminto que ruge para assustar e capturar sua presa. Uma figura própria para representar o diabo que, por meio da perseguição, tentava assustar os cristãos e forçá-los à apostasia. CBASD, vol. 7, p. 643.

Procurando. Nenhum leão espera que a presa venha a seu território, tampouco Satanás aguarda as vítimas caírem em suas armadilhas. Ele perambula longas distâncias para encontrar e caçar os que deseja capturar. CBASD, vol. 7, p. 643.

Devorar. Assim como o leão despedaça a presa, o diabo arrasta suas vítimas do seio da igreja para devorá-las, CBASD, vol. 7, p. 643.

13. Babilônia. Não há apoio para a ideia de Pedro ter trabalhado na cidade de Babilônia. A tradição confirma que seus últimos esforços missionários ocorreram em Roma, bem como sua morte (ver AA, 537,538). Sabe-se que os cristãos apostólicos usavam o título enigmático “Babilônia” para se referir à capital romana, a fim de evitar represálias políticas (ver com. de Ap 14:18). De modo geral, os eruditos concordam que Pedro usou o termo Babilônia para fazer referência velada a Roma. CBASD, vol. 7, p. 643.

14 Ósculo do amor. Isto é, beijo de amor (comparar com as palavras de Paulo, no com. de Rm 16:6; 1Co 16:20; 2Co 13:12). CBASD, vol. 7, p. 646.



1PEDRO 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de março de 2025, 0:45
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Após a Sua ressurreição, assentado à praia com sete de Seus discípulos, por três vezes Jesus perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu Me amas?” (Jo.21:16). A insistência do Mestre pela terceira vez, no entanto, entristeceu o coração daquele que O havia negado por três vezes, e, dotado de uma humildade que antes lhe faltava, o arrependido discípulo, por fim, respondeu: “Senhor, Tu sabes todas as coisas, Tu sabes que eu Te amo”. Então, também pela terceira vez, a ordem foi proferida: “Apascenta as Minhas ovelhas” (Jo.21:17). Assim como o Senhor confiou o ministério pastoral a Pedro, outros também receberiam o mesmo chamado. Pedro destacou alguns princípios que devem reger este sagrado ministério:

1. O pastor deve conduzir o seu “rebanho” espontaneamente, “não por constrangimento” (v.2), e cuidar de suas necessidades;
2. O pastor não faz o seu trabalho por ganância, “mas de boa vontade” (v.2), ainda que tenha de passar por privações;
3. O pastor deve ser um modelo de Cristo para o rebanho (v.3). Deve ser o primeiro a dar o exemplo, vivendo de forma coerente ao seu chamado.

Diante dos deveres dos presbíteros, Pedro não deixou a cargo somente destes líderes o dever cristão de seguir as orientações de Deus, mas continuou sua fala a uma classe especial: “Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos; outrossim, no trato de uns com os outros, cingindo-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a Sua graça” (v.5). O cumprimento do dever sempre vem acompanhado de uma recompensa. Deus mostra a Sua misericórdia e graça para conosco, mesmo diante da verdade de que “nEle vivemos, nos movemos, e existimos” (At.17:28). Trata-se de um dever cristão a união entre líderes e liderados na obra de salvação. Enquanto não houver esta unidade imprescindível, em espírito de humildade; enquanto o povo de Deus não se humilhar “sob a poderosa mão de Deus” (v.6), a derradeira chuva não cairá.

Semelhante a Daniel e seus companheiros em Babilônia, o Senhor tem chamado os jovens cristãos desta geração a fechar a boca de leões e glorificar o Seu nome em meio às chamas. Jovens que, à semelhança de José, fujam da tentação e do pecado (Gn.39:12); que assim como Samuel, estejam dispostos a dizer ao Senhor: “Fala, porque o Teu servo ouve” (1Sm.3:10). Jovens como o reformador escocês George Wishart, que dedicou sua juventude à serviço de Deus. Ou como a norte-americana Ellen G. White, que mesmo jovem e com a saúde debilitada, tornou-se um poderoso instrumento nas mãos do Senhor. Todos estes passaram por diversos sofrimentos, mas, “firmes na fé”, resistiram ao maligno (v.9). Certamente, o Senhor tem levantado na nossa “irmandade espalhada pelo mundo” (v.9), um exército de jovens fiéis revestidos da armadura de Deus, prontos para combater “o bom combate” (2Tm.4:7).

Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à Sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, Ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar” (v.10). É na mais alta temperatura do crisol que sai o mais puro ouro. Pois assim diz o Senhor: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9). Quando as chamas da última perseguição envolverem o mundo, haverá a definitiva separação entre o trigo e o joio, entre o ouro e a escória. Não mais haverá líderes e liderados, mas dois grupos: os salvos e os perdidos. Cumprir-se-á o que está escrito: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11).

Perseveremos firmes, amados, sendo reavivados e santificados pela Palavra de Deus, “lançando sobre Ele toda a [nossa] ansiedade, porque Ele tem cuidado de [nós]” (v.7). “Paz a todos vós que vos achais em Cristo” (v.14).

Nosso Deus e Pai, quão gratos Te somos pelo estudo de mais um precioso livro da Tua Palavra! Através de Pedro, o Espírito Santo nos deixou importantes orientações e admoestações, principalmente a nós que vivemos nos últimos dias. Precisamos de um verdadeiro reavivamento entre nós, Senhor! Necessitamos de líderes genuinamente convertidos e consagrados ao Teu serviço! E como pecadores que somos, necessitamos diariamente nos humilhar debaixo da Tua poderosa mão, sendo sóbrios e vigilantes, conscientes do grande conflito em que estamos envolvidos. Ó, Senhor, aperfeiçoa, firma, fortifica e fundamenta a Tua igreja! Somos Tuas ovelhas, Pai! Conduze-nos aos Teus pastos verdejantes! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, “rebanho de Deus” (v.2)!

Rosana Garcia Barros

#1Pedro5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I PEDRO 5 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
14 de março de 2025, 0:40
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I PEDRO 5 – Este último capítulo de I Pedro resume os principais temas da carta: Liderança responsável, humildade, confiança em Deus e a certeza da graça restauradora do Senhor.

• Pedro, como testemunha dos sofrimentos de Cristo, instrui líderes da igreja a pastorearem o rebanho de Deus voluntariamente, sem ganância e sem domínio autoritário. Devem servir de exemplo aos crentes, pois receberão a coroa de glória quando Cristo Se manifestar (I Pedro 5:1-4).
• Pedro também exorta jovens a sujeitar-se aos mais velhos e todos devem revestir-se de humildade, pois “Deus Se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes”. Deus exaltará os fiéis humildes no tempo certo (I Pedro 5:5-6).
• Diante das dificuldades, os crentes devem aprender a confiar plenamente em Deus, lançando sobre Ele todas as preocupações, porque Ele cuida de Seus filhos (I Pedro 5:7).
• Comparado a leão, o diabo procura devorar os crentes, por isso, é necessário vigilância e firmeza na fé. É preciso ser sóbrio e resistir na fé, como outros irmãos que ao redor do mundo também enfrentam sofrimentos semelhantes – saber isso, fortalece a unidade na resistência (I Pedro 5:8-9).
• Pedro revela que o sofrimento é temporário, pois “o Deus de toda a graça” restaurará, confirmará, fortalecerá e fundamentará os crentes. A esse Deus pertence o domínio eterno. Pedro encerra a carta mencionando Silvano como mensageiro e testemunhando que esta é “a verdadeira graça de Deus”, na qual os crentes devem permanecer firmes. Após breve saudação, Pedro conclui: “Paz a todos vocês que estão em Cristo” (I Pedro 5:10-14).

Em meio à desgraça do pecado, Pedro ressalta a graça divina. Ele apresenta a graça como o favor imerecido de Deus, que manifesta-se de várias formas na existência do crente:

• A salvação é um ato da graça divina. Está ligada à viva esperança e à herança incorruptível, mostrando que ela é um presente celestial (I Pedro 1:3-4). Os profetas do Antigo Testamento anunciaram essa graça, manifestada plenamente em Cristo (I Pedro 1:10-12; 2:9-10).
• Fundamentados nessa graça, os crentes vivem de maneira santa, os quais devem ser sóbrios e colocarem sua esperança inteiramente na graça futura, quando Cristo for revelado (I Pedro 1:13-16; 2:11-12).
• Os crentes são encorajados a serem bons administradores da multiforme graça de Deus (I Pedro 4:10).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I PEDRO 4 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
13 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I PEDRO 4 – Primeiro leia a Bíblia

I PEDRO 4 – BLOG MUNDIAL

I PEDRO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I PEDRO 4 by Luís Uehara
13 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1pe/4

Continuando seu discurso dos versos 18-22 do cap. 3, Pedro lembra aos seus leitores dos sofrimentos de Cristo como motivação para que eles modelem suas vidas, tanto pensamentos quanto ações, conforme o exemplo d’Aquele que morreu em nosso lugar. Nós ainda podemos cometer erros (ver Mensagens aos Jovens, p. 338), mas escolhemos firmemente nos desviar da vida anterior de rebelião contra Deus.

Antigos amigos ou pessoas seculares podem expressar raiva e ódio contra cristãos que não participam com eles em suas más práticas, entretanto a única opinião que importa é a de Jesus Cristo. O evangelho não foi pregado às almas dos mortos; foi pregado às pessoas enquanto estavam vivas mas que agora estão mortas. Aqueles que morreram (v. 6) serão julgados com base em como viveram após terem conhecido a Cristo. Eles não terão uma “segunda oportunidade” de ouvir o evangelho.

Depois de um último apelo para permanecermos fiéis a Jesus em meio a perseguição e julgamento, Pedro lembra-nos que a nossa segurança eterna está em nosso fiel Criador, o “Pastor das nossas almas” (I Ped 2:25).

Pr. Cindy Tusch, DMin
Diretora Associada Aposentada
Patrimônio Ellen G. White, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1pe/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I PEDRO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de março de 2025, 0:50
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600 palavras

3 Borracheiras (ARA; NVI: “bebedeiras”). Do gr. oinophlugia, de oinos, “vinho”, e phluo, “transbordar”. A passagem se refere à atitude devassa nas festas com bebedeiras. CBASD, vol. 7, p. 633.

Orgias. Do gr. komoi, palavra usada com frequência na literatura secular para se referir a procissões e festas descontrolada, caracterizadas por bebedeira e sensualidade. CBASD, vol. 7, p. 633.

Difamando-os. Os pagãos falavam mal dos cristãos porque julgavam que eles assumiam uma postura de superioridade ao se recusarem a participar do “mesmo excesso de devassidão”. Com frequência, esse conceito pagão errôneo era o que despertava perseguição. CBASD, vol. 7, p. 633.

Para este fim. Cada um será julgado com base em sua resposta pessoal à medida da verdade que recebeu. CBASD, vol. 7, p. 634.

A mortos. As Escrituras ensinam o estado de inconsciência após a morte (ver com. de 1Pe 3:19). Logo,  a única conclusão coerente com os ensinos da Escritura como um todo é que os “mortos”, na época de Pedro, haviam ouvido o evangelho antes de morrerem. CBASD, vol. 7, p. 634.

O fim de todas as coisas. Isto é, o fim do mundo.  CBASD, vol. 7, p. 635.

8 Amor. Do gr. agape, “amor” (ver com. de Mt 5:43; 1Co 13:1). O amor não conhece fronteiras e nunca falha. Ele une em comunhão cristã pessoas de diferentes origens e opiniões. Qualquer problema da igreja pode ser resolvido em uma atmosfera de amor inteligente e altruísta. CBASD, vol. 7, p. 635.

Cobre. Uma citação de Pv 10:12; ver com. de Tg 5:20. Quando falta amor, há a tendência de ampliar os defeitos e falhas dos outros. Quando o amor reina, as pessoas ficam dispostas a perdoar e esquecer. Além disso, um espírito de amor fraternal certamente atrai a atenção dos não conversos e leva muitos deles ao conhecimento salvador de Jesus Cristo. CBASD, vol. 7, p. 635.

11 Oráculos (ARA; NVI: “a palavra”). Do gr. logia (ver com. de At. 7:38; Rm 3:2). Um exemplo da “multiforme graça” de Deus (v. 10) é a habilidade de falar com fluência e convicção. No entanto, tal dom só deve ser usado para a glória do Senhor. Os talentos dados por Deus devem ser cuidados e desenvolvidos com segurança, a fim de que a propagação do evangelho nunca seja atrapalhada pela falta de sinceridade ou frivolidade. CBASD, vol. 7, p. 636.

12 Fogo ardente. A ferrenha perseguição de Nero logo assolaria a igreja; as perturbações crescentes entre judeus e romanos era um prelúdio do holocausto iminente. Satanás tentou todas as estratégias que conseguiu imaginar para destruir a infante igreja. Levando em conta que a hora do juízo se aproxima, os cristãos atuais fariam bem em dar ouvidos às palavras de Pedro à igreja de sua época. CBASD, vol. 7, p. 636.

17 Casa de Deus. Isto é, a igreja (ver com. de 1Tm 3:15). CBASD, vol. 7, p. 638.

18 Se é com dificuldade que o justo é salvo. Neste versículo, o apóstolo cita a LXX [a Septuaginta, versão em latim do AT] (de Pv 11:31; ver com. ali). É somente em virtude dos méritos de Cristo que os justos são salvos. É só pelo fé nEle que podem reclamar a misericórdia divina no dia do juízo. CBASD, vol. 7, p. 638.

19 Encomendem. A segurança do cristão está na certeza de que Deus nunca abandona Seus filhos (ver com. de 2Tm 1:12; 2:19). Como pastor, Pedro guia seus irmãos de fé ao único Porto Seguro diante da tempestuosa perseguição. CBASD, vol. 7, p. 638.

A sua alma. Eles confiam sua vida ao único capaz de protegê-los do mal e de fortalecê-los para suportar o sofrimento (sobre “alma”, ver com. de Mt 10:28). CBASD, vol. 7, p. 638.

Prática do bem. O cristão deve fazer seu melhor, pela graça e pelo poder de Deus, em qualquer circunstância, e deixar o restante nas mãos do Senhor.  CBASD, vol. 7, p. 639.



1PEDRO 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de março de 2025, 0:45
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Uma nova vida em Cristo requer abnegação e renúncia do que é mau e dedicação e serviço “na prática do bem” (v.19). Sepultado o velho homem nas águas do batismo, é dado o “start” da vida cristã a fim de que o Espírito Santo conceda doses diárias da pureza de Cristo. O batismo, porém, como um símbolo da morte e ressurreição de Cristo, não é garantia de santidade, mas apenas o início da jornada cristã. Pedro aprendeu esta lição à duras penas. Só compreendeu que não eram as suas obras, mas a perfeita obra do Senhor que o salvaria, quando o cantar do galo o despertou para encontrar o olhar penetrante e perdoador de seu Redentor. Cristo mesmo, após ser batizado, foi levado pelo Espírito ao deserto, de onde saiu vitorioso contra o diabo. Aqueles que entendem o batismo como um fim em si mesmo ou a solução de tudo, geralmente terminam como as sementes lançadas entre pedras ou entre espinhos (Mt.13:20-22), e logo abandonam o evangelho que um dia os cativou.

A exortação de Pedro rompe as barreiras do tempo e chega até nós como uma mensagem tão atual quanto o noticiário de amanhã: “no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus” (v.2). E qual é a vontade de Deus, amados? O apóstolo Paulo nos responde: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts.4:3). Precisamos estudar a Palavra de Deus não para obter informações, mas para sermos por ela transformados. E esta transformação causa estranheza entre aqueles que eram acostumados ao nosso antigo estilo de vida. Alguns compreendem, outros, porém, tornam-se nossos perseguidores. “Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão” (v.4). E quer nós, os vivos, quanto aqueles que já morreram, todos tivemos a oportunidade de ser alcançados pelo evangelho (v.6), porque Deus é o mesmo e não muda, desde o princípio (Ml.3:6; Tg.1:17). Só ao Senhor competirá “julgar vivos e mortos [ou seja, aqueles que já morreram e serão ressuscitados]” (v.5) no dia do Seu juízo.

Ora, o fim de todas as coisas está próximo” (v.7), meus irmãos, e “a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (v.17). E o que irá separar os cabritos das ovelhas (Mt.25:32), será justamente o amor e a obediência. Todos aqueles que permitiram que a perfeita obra do Espírito Santo fosse completada, que não a tomaram por mérito próprio, que preferiram se humilhar a revidar, que suspiraram e gemeram “por causa das abominações” que eram cometidas na Terra (Ez.9:4), estes, colocados pelo Rei da Glória à Sua destra, ouvirão: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Estes tiveram “amor intenso uns para com os outros” (v.8), amaram os seus inimigos e, aos seus perseguidores, retribuíram com orações (Mt.5:44). Eis a genuína transformação realizada pela Palavra do Amor!

Amados, “como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (v.10), que nossas palavras e serviço glorifiquem a Deus, “por meio de Jesus Cristo, a Quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!” (v.11). Portanto, não estranhemos “o fogo ardente que surge no meio de [nós]”, dando ênfase a este tipo de coisa (v.12), mas que a alegria que brota de um coração diariamente purificado pelo sangue de Cristo, nos motive a perseverar até alcançarmos a exultante alegria de ver o nosso Salvador regressar e de estarmos com Ele para sempre. “Se, pelo nome de Cristo, [somos] injuriados, bem-aventurados [somos], porque sobre [nós] repousa o Espírito da glória de Deus” (v.14). É melhor sofrermos fazendo a vontade de Deus do que praticando o que não nos convém. Não considere, pois, “sofrer como cristão” (v.16) motivo de vergonha, mas como oportunidade de glorificar “a Deus com esse nome” (v.16).

Nosso Deus e Pai, é inevitável sofrermos quando julgados e perseguidos de forma injusta. A verdade é que o nosso coração se entristece, e sentimos ainda mais saudades de um Deus que nunca vimos e de um Céu que nunca fomos. O nosso Salvador carregou uma cruz que era nossa e morreu a nossa morte para que nEle tenhamos vida, e vida eterna. Então, não Te pedimos que não passemos por aflições, mas Te pedimos que nos conceda a força e a fé necessárias para que possamos perseverar até o fim. Ouve o clamor do Teu povo, Senhor! Pois Te oramos nos méritos e no nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, fieis até o fim!

Rosana Garcia Barros

#1Pedro4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100