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II TESSALONICENSES 3 – Toda verdade divinamente revelada exige uma resposta humana, mas nem sempre essa resposta é de submissão e obediência; muitas vezes, é de resistência e desordem dentro na igreja.
“Depois que Paulo escreveu a primeira epístola aos Tessalonicenses, os problemas na igreja se agravaram. Alguns cristãos, provavelmente usando a segunda vinda como desculpa, recusavam-se a trabalhar e esperavam que outros os sustentassem”. Em sua segunda carta, “Paulo deixa de apenas advertir tais pessoas (1Ts 4:11-12; 5:14-15) e passa a ordenar que a igreja lance mão de severa disciplina (2Ts 3:6-13)” (Bíblia Andrews).
Disso, aprendemos que,
• Existe desobediência disfarçada de espiritualidade: Assim como alguns tessalonicenses usaram a segunda vinda como pretexto à preguiça, muitos hoje justificam sua ociosidade espiritual alegando uma falsa confiança na providência divina.
• É possível existir cristãos que rejeitam a correção: Quando a verdade confronta maus hábitos, muitos reagem com resistência, desprezando a exortação bíblica, considerando qualquer repreensão como perseguição pessoal.
• Ao invés de se alinharem à vontade de Deus, alguns se tornam agentes de confusão, incentivando outros a seguir pelo mesmo caminho de irresponsabilidade e rebelião.
Paulo mostra que a disciplina eclesiástica é um ato de amor e preservação da santidade. Assim como um corpo saudável precisa eliminar infecções para sobreviver, a igreja deve tratar com seriedade àqueles que ameaçam a integridade espiritual. A correção bíblica não tem o objetivo de de levar o errante ao arrependimento e à comunhão restaurada com Deus e a igreja.
Considere mais estes princípios de II Tessalonicenses 3:
• A igreja deve afastar-se daqueles que vivem de maneira desordenada (v. 6). A disciplina eclesiástica visa produzir reflexão e arrependimento no faltoso.
• A ociosidade deve ser condenada pelo exemplo e por palavras (vs. 7-12). Além de exemplificar o trabalho duro, Paulo também revelou que quem se recusa a trabalhar não deve esperar que a igreja o sustente.
• O bem deve ser praticado (v. 13). Mesmo diante de desafios, os fiéis não devem desanimar de agir corretamente.
• Os desobedientes devem ser notados e corrigidos (vs. 14-15). A disciplina deve ser firme, sempre visando a restauração.
• A paz de Cristo deve ser a marca da igreja (vs. 16-18). Em meio aos desafios, a presença de Deus deve ser buscada para manter a harmonia na comunidade cristã!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II TESSALONICENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia
II TESSALONICENSES 2 – BLOG MUNDIAL
II TESSALONICENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2ts/2
Algumas pessoas são seguidoras apaixonadas de Deus, outras são seus inimigos. A grande maioria “fica em cima do muro”, por assim dizer … a meio caminho, descomprometidas.
Como poderia Jesus voltar sendo que as pessoas ainda não se decidiram? – especialmente porque a solidificação de suas escolhas é o que encerra a “porta da graça”!
Deus nunca força a consciência de uma pessoa, embora balance o “muro” no qual as pessoas estão sentadas, a fim de chamar a atenção delas a fim de que se decidam. É deste modo que Deus envia um “forte engano” sobre aqueles que não amam a verdade fazendo-os acreditar na mentira. Foi deste modo que Deus “endureceu o coração de Faraó”.
Ficar em cima do muro não significa um julgamento automático de condenação eterna. Algumas pessoas podem estar “em cima do muro” em reação a alguma mágoa, infortúnio ou mau tratamento por parte daqueles que supostamente representavam Deus. Talvez elas precisem de uma revelação mais clara do Seu caráter. Talvez elas precisem de um motivo mais profundo para escolherem novamente e tomarem uma decisão deliberada. Se Deus lhes deu Jesus, não deixará de lhes providenciar nada que eles realmente precisem. Ninguém se perderá por acidente.
Nesse ínterim, devemos amar os que “ficam em cima do muro”, e não tentar mudá-los. Devemos nos esforçar para representar a Deus com precisão, falar a favor dEle conforme Ele nos concede oportunidade e deixar espaço para o Espírito Santo operar. Porque, com certeza, Ele vai operar!
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2th/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1359 palavras
Não importa quão cuidadosamente um pastor possa cuidar de uma igreja, existem várias maneiras de ideias falsas criarem raiz. Às vezes é mais fácil para os membros aceitarem uma teoria ou especulação do que examinar cuidadosamente as Escrituras por si mesmos. Às vezes, as novas ideias podem até ser bíblicas, mas são disseminadas sem equilíbrio com os demais ensinamentos das Escrituras. Este parece ter sido o problema em Tessalônica. Neste texto a meta de Paulo não é expor detalhadamente a sua visão sobre os acontecimentos do tempo do fim (v. 5). Seu objetivo é pastoral – acalmar e persuadir os crentes a terem mais paciência com relação aos eventos finais. Jon Paulien, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/09.
1 Nós vos exortamos. Parece que ideias errôneas a respeito do ensino de Paulo sobre a proximidade da vinda de Cristo estavam circulando na igreja em Tessalônica. Para corrigir esses conceitos errôneos, Paulo escreveu a segunda epístola. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 273.
2 Demovais da vossa mente. Os tessalonicenses não deveriam ser conduzidos da convicção estabelecida e “agitados por todo vento de doutrina” (Ef 4:14). Os cristãos devem estar firmes intelectualmente. CBASD, vol. 7, p. 273.
Perturbeis. Neste versículo, a palavra se refere ao estado de agitação ou excitação nervosa. O pensamento de que a vinda do Senhor era iminente estava mantendo os tessalonicenses em estado de alarme contínuo. CBASD, vol. 7, p. 273.
Tenha chegado. Como Jesus em Seus ensinos, Paulo enfatiza na primeira epístola que os cristãos deveriam viver em estado de prontidão para o retorno do Senhor (Mt 24:42, 44; 1Ts 1:10; 5:23). Deveriam vigiar e estar prontos, mas nunca estar tão imbuídos com o senso da iminência do segundo advento a ponto de viver num insensato estado de agitação. CBASD, vol. 7, p. 273.
3 Ninguém. O inimigo da igreja usará sinais e milagres aparentes para levar os ingênuos a aceitar o grande engano ou a mentira (v. 9-11). Por isso, o povo de Deus deve se acautelar para não se desviar da fé, a qual deve se apoiar nas claras declarações da Palavra de Deus. CBASD, vol. 7, p. 274.
4 A apostasia. O próprio Paulo instruiu oralmente aos tessalonicenses a respeito da apostasia vindoura. … A profecia a respeito da apostasia foi cumprida parcialmente nos dias de Paulo, e muito mais durante a Idade Média, mas o cumprimento pleno ocorrerá nos dias imediatamente anteriores ao retorno de Jesus (cf. Nota Adicional a Romanos 13; ver vol. 6, p. 60-53). CBASD, vol. 7, p. 274.
O homem da iniquidade. Isto é, o homem cuja característica distintiva é o pecado. … Paulo emprega a palavra grega para “homem” (antropos) indicando adicionalmente uma pessoa ou poder definido. CBASD, vol. 7, p. 274, 275.
4 Objeto de culto. As palavras de Paulo descrevem um poder arrogante que se opõe a todos os concorrentes no campo da religião e não permite rival para receber a adoração que reivindica para si. CBASD, vol. 7, p. 275.
Santuário. Num lugar dedicado à adoração do verdadeiro Deus, o maligno se assenta solicitando adoração para si. CBASD, vol. 7, p. 275.
Ostentando-se. Tomar assento no santuário do templo revela que ele reivindica sentar “como Deus”, que, na verdade, “ele é Deus”. A blasfêmia não poderia ser maior. … Uma comparação com a profecia de Daniel do poder blasfemo que sucedeu a Roma pagã (ver com. de Dn 7:8, 19-26) e com a descrição de João sobre a besta semelhante a um leopardo (ver com. de Ap 13:1-18) revela muitas similaridades entre os três relatos. Isso leva à conclusão de que Daniel, Paulo e João falam do mesmo poder, a saber, o papado (GC, 49-54, 356). … Num sentido mais amplo, o poder aqui descrito pode ser identificado com Satanás, que há muito tem lutado para ser “como o Altíssimo” (ver com. de Is 14:14). “Satanás está trabalhando ao máximo para se apresentar como Deus e para destruir todos que se opõem ao seu poder. E hoje o mundo está se inclinando diante dele. Seu poder é recebido como o poder de Deus” (T6, 14). “Nessa época aparecerá o anticristo, como o Cristo verdadeiro, e então a lei de Deus será anulada completamente. … Mas o verdadeiro líder de toda essa rebelião é Satanás, disfarçado em anjo de luz. Os homens serão iludidos e o exaltarão ao lugar de Deus, deificando-o” (TM, 62). CBASD, vol. 7, p. 275, 276.
5 Eu costumava dizer-vos. Paulo lembra seus leitores sobre os ensinos, demonstrando que seu ponto de vista com relação à vinda de Cristo não sofreu alteração e que antes ele não esperava o imediato aparecimento do Senhor. Ao mesmo tempo, suas palavras escritas são cuidadosamente estruturadas, possivelmente para evitar complicações políticas, caso a carta caísse nas mãos dos oponentes. CBASD, vol. 7, p. 276.
6 Ocasião própria. O anticristo será manifestado quando a ocasião própria vier. Quando aplicado ao papado histórico (ver com. do v. 4), tem sido compreendido como o período de dominação de 1,260 anos daquele poder religioso (ver com. de Dn 7:25; Ap 12:6). Dada a aplicação ampla (ver com. de 2Ts 2:4), a passagem é vista como também se referindo ao tempo quando Satanás desempenhará um papel pessoal nos eventos dos últimos dias, apenas para que seu cuidadoso plano para a dominação do mundo seja desmascarado, e sua verdadeira natureza, evidenciada (ver com. de 2Ts 2:4; Ap 17:16). CBASD, vol. 7, p. 276.
7 Mistério da iniquidade. Do gr. musterion tes anomias [algo oculto … “desacato e violação da lei”] O título se refere a um poder caracterizado pela desobediência. A referência à lei é significativa, em vista da tentativa de mudança da lei mencionada em Dn 7:25 (ver com. ali). Em última análise, esta descrição se aplica a Satanás, o autor da desobediência (TM, 365), mas o demônio geralmente camufla sua personalidade ao trabalhar por meio de agentes. Nos últimos dias, ele desempenhará um papel mais direto, levando o engano ao cúmulo de falsificar pessoalmente a vinda de Cristo (ver com. de 2Ts 2:4, 9). CBASD, vol. 7, p. 277.
Opera. Paulo se refere a uma agência já em atividade. A apostasia iniciou nos dias de Paulo (ver com. [CBASD] de 2Ts 2:3 [cf. At 20:30; 21:21; 1Tm 4:1-3; 2Tm 4:3-4; 2Pe 2:1, 12-22; Jd 4, 10-13; 1Jo 2:18; Mt 7:15; 22-24; Mt 24:10]). CBASD, vol. 7, p. 277.
10 Acolheram. Paulo aponta o motivo pelo qual os descrentes serão enganados. Eles tiveram oportunidade de amar a verdade, mas recusaram o privilégio. CBASD, vol. 7, p. 279.
O amor da verdade. A condenação final dos pecadores será baseada na “rejeição” de Jesus, que é a verdade (Jo 14:6). CBASD, vol. 7, p. 279.
Para serem salvos. Ao mesmo tempo em que a rejeição da verdade que está em Cristo Jesus significa morte, sua aceitação conduz à salvação eterna. CBASD, vol. 7, p. 279.
11 Deus lhes manda a operação do erro. No estágio final da história do mundo, antecipada neste versículo, os não regenerados claramente escolherão mentiras em vez da verdade e se colocarão além do alcance da redenção. Deus, portanto, os abandonará ao curso de suas escolhas (ver com. de Rm 1:18, 24). Nas Escrituras, Deus é mencionado com frequência fazendo o que não impede (ver com. de 1Sm 16:14; 2Cr 18:18). CBASD, vol. 7, p. 279.
À mentira. Isto é, o engano supremo, quando Satanás personifica a Cristo. CBASD, vol. 7, p. 280.
13 Deus vos escolheu. Ver com. de Ef 1:4; Cl 3:12; 1Ts 1:4; 5:9. Esta não é uma escolha arbitrária, o que é demonstrado pelas palavras qualificadoras a seguir. A escolha é dependente da santificação dos escolhidos. CBASD, vol. 7, p. 280.
Pela santificação do Espírito. …toda verdadeira santificação é obra do Espírito Santo (cf. com. de 1Pe 1:2). CBASD, vol. 7, p. 280.
14 Para o que também vos chamou. Este versículo mostra que o anterior não ensina a predestinação de alguns para a salvação e de outros para a perdição (ver com. de 1Ts 1:4). Pelo fato de propor salvar as pessoas, independente de etnia, Deus inspirou Paulo com um ardente desejo e com determinação de pregar o evangelho aos gentios. As boas-novas de salvação por meio de Jesus Cristo haviam sido proclamadas livremente. A aceitação ou rejeição depende do indivíduo. CBASD, vol. 7, p. 280.
15 tradições. Do gr. paradoseis (ver com. de Mc 7:3). A palavra significa coisas entregues em mãos ou transmitidas por meio de ensino ou doutrina. … refere-se aqui às mensagens inspiradas recebidas por Paulo e seus companheiros e fielmente transmitidas aos tessalonicenses. CBASD, vol. 7, p. 280.
16 Boa esperança, pela graça. A esperança (de redenção na vinda de Cristo) é “boa”, no sentido de ser genuína e confiável, em contraste com as falsas esperanças apregoadas pelos ensinos errôneos sobre o imediatismo do retorno do Salvador. CBASD, vol. 7, p. 281.
(Para mais e extensivos comentários, recomendamos a leitura do CBASD, p. 273-281).
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“Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (v.13).
Precisamos entender este capítulo à luz do que está escrito no livro de Daniel. A profecia aponta para alguém que se rebelará contra Deus antes da segunda vinda de Cristo e que terá grande influência, “a ponto de sentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (v.4). As conjecturas que surgiram entre os tessalonicenses sobre “o Dia do Senhor” (v.2), como se vivessem nos últimos dias, foram esclarecidas por Paulo como ideias fora de tempo. Ele certamente havia recebido alguma luz acerca das profecias de Daniel e compreendido que o tempo determinado ainda não havia chegado. Com isto podemos perceber que o retorno de Cristo e o preparo para este Dia, são os temas centrais desta segunda epístola.
O apóstolo tinha uma fé viva na possibilidade de, ainda em vida, ver o seu Salvador retornar (1Co.15:51; 1Ts.4:17). Mas também, como estudioso das profecias, sabia que, antes, muitas coisas precisavam se cumprir. Dentre elas, a revelação do “homem da iniquidade” (v.3). A este, o profeta Daniel descreveu como um rei: “Este rei fará segundo a sua vontade, e se levantará, e se engrandecerá sobre todo deus; contra o Deus dos deuses falará coisas incríveis e será próspero, até que se cumpra a indignação; porque aquilo que está determinado será feito” (Dn.11:36). Paulo fala de um período de apostasia que precederia a volta de Cristo. A palavra apostasia não se refere a uma rebelião externa, mas interna, ou seja, o falso ensinamento que surgiria no meio cristão, “com todo engano de injustiça” (v.10). Apostasia que seria liderada pelo “homem da iniquidade, o filho da perdição” (v.3), ou, como descrito em Apocalipse, “o falso profeta” (Ap.19:20).
Sabendo que iniquidade significa pecado, e “o pecado é a transgressão da lei” (1Jo.3:4), o homem da iniquidade nada mais é do que um “fora da lei”, que tanto descumpre a lei de Deus como seduz as nações no mesmo sentido. Suas reais intenções, no entanto, só serão reveladas “em ocasião própria” (v.6). Desde os tempos apostólicos, é-nos dito que já operava “o mistério da iniquidade” (v.7), porém, o iníquo só será revelado quando o Espírito Santo, “que agora o detém” (v.7), for afastado por ocasião da conclusão do selamento dos servos de Deus (Ez.9:4; Ap.7:3). Este homem da iniquidade, “segundo a eficácia de Satanás” (v.9), operará grandes sinais “e prodígios da mentira” (v.9), “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). O apelo de Jesus continua sendo o mesmo, principalmente em nossos dias: “Vede que ninguém vos engane” (Mt.24:4).
Percebam que Paulo diz que o “engano de injustiça” será “aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos” (v.10). Não se enganem, meus irmãos, ou buscamos a Deus com o coração submisso e contrito através do estudo sincero de Sua Palavra, ou seremos facilmente arrastados por todo vento de doutrina. Paulo exortou os tessalonicenses a guardarem as tradições que lhes foram ensinadas por palavra e por epístolas (v.15). Isto nos diz que existe diferença entre tradição e tradição: a tradição cerimonialista (doutrinas de homens) e a tradição inspirada (pelo Espírito Santo). Com isso, Paulo chamou as suas cartas de tradições inspiradas que deveriam ser seguidas por estarem fundamentadas nos princípios divinos e não em “palavra de homens” (1Ts.2:13).
Muitos têm julgado ser de pouca importância o associar-se com os incrédulos enquanto sustentam uma postura de crentes em Cristo. Mas “que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2Co.6:14). Fomos chamados para pregar o evangelho, e não para moldá-lo segundo os padrões do mundo. Eu não sei você, mas eu sirvo ao Deus de Abraão, que não hesitou em levantar o cutelo contra o seu próprio filho. Eu sirvo ao Deus de José, que assumiu o risco de morte ao rejeitar a mulher de Potifar. Sirvo ao Deus de Daniel, que firmemente decidiu não se contaminar com as iguarias e com a idolatria de Babilônia. Sirvo ao Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que preferiam ter seus corpos queimados a ter que adorar outros deuses. Sirvo ao Deus de Paulo, que desprezava a própria vida por amor a Cristo.
Onde, pois, está a fé de nossos pais? Será que estamos dispostos a abrir mão de nossas vontades egoístas para experimentar a vontade de Deus? Será que estamos prontos para, se preciso for, padecer necessidades e privações, por “amor da verdade” (v.10)? Estamos, de fato, nos preparando para enfrentar um “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1)? Quando o mundo reverenciar o homem da iniquidade e nos for exigido que façamos o mesmo sob pena de morte, cederemos ou, como Josué decidiremos resolutos: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15)? O meu desejo e a minha oração é que “nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o [nosso] coração e [nos] confirmem em toda boa obra e boa palavra” (v.16-17). “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o [nosso] Senhor” (Mt.24:42).
Senhor, nosso Deus, louvado seja o Teu nome! Pai, concede-nos a fé de nossos pais! Uma fé operante, firme e que permaneça segura até Cristo voltar. Ó, Senhor, perdoa os nossos pecados, nos purificando de todo mal e nos concedendo um coração como o Teu! Que nada neste mundo seja mais importante do que o Senhor. Fortalece-nos nestes dias finais, Pai, com o poder do Espírito Santo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “irmãos amados pelo Senhor” (v.13)!
Rosana Garcia Barros
#2Tessalonicenses2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II TESSOLONICENSES 2 – Esta é uma carta pequena, mas profunda. Ela trata da essência do futuro revelado por Deus.
“A fé cristã sempre foi caracterizada por um forte senso de futuro, sendo o exemplo mais notório a crença na segunda vinda de Jesus. Desde o dia em que Jesus ascendeu ao Céu, Seus seguidores vivem na expectativa de Seu retorno. Ele prometeu que voltaria, e eles creram nisso – e continuam a crer. Para os cristãos, essa é a questão mais importante com relação ao que se crê e sabe a respeito do futuro. O efeito prático dessa crença é carregar cada momento do presente com esperança, pois, se o futuro é dominado pela volta de Jesus, sobra pouco espaço na tela para a projeção das nossas ansiedades e fantasias. Essa certeza afasta a confusão da nossa vida. Livres do medo, podemos corresponder espontaneamente à liberdade que Deus nos dá” (Eugene Peterson).
No capítulo em análise, Paulo esclarece eventos que devem ocorrer antes da segunda vinda de Cristo, advertindo contra falsos ensinos e reafirmando a importância da verdade (vs. 1-2). Esse cenário de engano se repete hoje: Muitos são levados por falsos ensinos escatológicos. Alguns pregam que a segunda vinda de Cristo será secreta (arrebatamento secreto), outros negam a literalidade do evento. Paulo afirma que o advento de Cristo será visível, glorioso e acompanhado pela ressurreição dos justos e a destruição dos ímpios (Mateus 24:23-31; I Tessalonicenses 4:13-17).
Antes da volta de Cristo, certos eventos deveriam acontecer. Paulo alerta veementemente sobre uma grande apostasia e a manifestação do homem do pecado, o filho da perdição (II Tessalonicenses 2:3-9):
• Ele se opõe e se exalta sobre tudo o que está relacionado com Deus.
• Se assenta do templo de Deus, querendo parecer Deus.
• Sua manifestação está ligada ao mistério da iniquidade.
• Sua vinda é segundo a eficácia de Satanás, com sinais e prodígios da mentira.
Muitos serão enganados pelos seguintes motivos (II Tessalonicenses 2:9-12):
• Não receberam o amor da verdade.
• Rejeitaram a salvação.
• Preferiram a mentira.
Apenas os que permanecem fiéis serão salvos (II Tessalonicenses 2:13-17). O que fazer para não ser enganado?
• Apegar-se à Palavra de Deus.
• Santificar-se na verdade.
• Permanecer firmes na fé bíblica.
• Orar e buscar o fortalecimento em Cristo.
Diante disso, reavivemo-nos imediatamente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II TESSALONICENSES 1 – Primeiro leia a Bíblia
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2ts/1
Um simples telefonema poderia ter esclarecido a grande maioria dos problemas enfrentados pelas igrejas de Paulo. Mas não havia telefones no mundo antigo. Assim os crentes tinham que descobrir onde Paulo estava para enviar a ele uma carta contendo suas perguntas. O apóstolo, então, ditava uma resposta e a remetia de volta para a igreja. O processo costumava levar meses. Enquanto isso, falsas crenças e mal-entendidos tinham tempo para se desenvolver e se espalhar. Isso parece ter acontecido em Tessalônica.
No primeiro capítulo de II Tessalonicenses, Paulo novamente aguarda com otimismo o resultado do seu trabalho a favor daquela cidade. Na Segunda Vinda, os crentes serão resgatados de seus perseguidores pela intervenção espetacular de Deus em Cristo (vs. 5-10). O objetivo de Paulo nessa passagem não é se regozijar com a vingança (vs. 8-9), mas encorajar os oprimidos e vítimas de abuso (vs. 5-7).
Este julgamento, na verdade, é a contrapartida de I Tessalonicenses 4. Lá a Segunda Vinda permite que os Tessalonicenses estejam “com o Senhor.” Aqui os perseguidores dos fiéis são afastados da face do Senhor, não porque Ele os odeia, mas porque o caráter deles não suporta a gloriosa presença de Deus.
Jon Paulien
Universidade de Loma Linda, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2th/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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268 palavras
6 É justo para com Deus. Isto é, justo do ponto de vista de Deus, que não vê como o ser humano e é capaz de tomar decisões completamente justas, já que conhece todos os fatos e discerne os motivos no coração. CBASD, vol. 7, p. 269 [Nota: 2Ts 1:6 na NVI: “É justo da parte de Deus retribuir com tribulação aos que lhes causam tribulação”].
Dê em paga. Os princípios de justiça exigem que os homens sejam recompensados segundo suas obras. Os que desprezam a expiação do Salvador estão desprotegidos e se expõem à justa retribuição (ver com. de Rm 2:6; Gl 6:7; Ap 22:2). CBASD, vol. 7, p. 269.
Tribulação. Aqueles que afligem os tessalonicenses não são identificados aqui, mas a partir da narrativa em Atos 17:5 a 9, é evidente que os judeus foram os instigadores da perseguição. CBASD, vol. 7, p. 269.
10 Glorificado nos Seus santos. Cristo será glorificado diante da multidão celestial pelas obras de Suas mãos: os milagres de Sua graça (ver Mt 13:43; TM, 18, 45, 50). Por toda a eternidade, o Salvador receberá glória à medida que Seus santos tornarem mais plenamente conhecida a sabedoria de Deus em Seu maravilhoso plano d salvação, o qual ˜estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Ef 3:10, 11). CBASD, vol. 7, p. 271.
Admirado. Os santos têm aguardado o Libertador, mas a concretização de suas expectativas supera as esperanças mais otimistas. Eles nunca pensaram que o Senhor seria tão glorioso. Quando a beleza de Sua presença irromper sobre eles, ao fascínio será acrescentada uma admiração reverente (ver Is 25:9). CBASD, vol. 7, p. 271.
12 Glorificado. Exaltamos o nome de Cristo quando revelamos o poder salvífico de Sua graça em nossa vida. Esta glorificação é mútua: para que O glorifiquemos Ele nos concede Sua glória para aperfeiçoar em nós o Seu caráter (ver Jo 17:10, 22). CBASD, vol. 7, p. 2712.
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“Irmãos, cumpre-nos dar sempre graças a Deus no tocante a vós outros, como é justo, pois a vossa fé cresce sobremaneira, e o vosso mútuo amor de uns para com os outros vai aumentando” (v.3).
Hoje estamos dando início ao estudo do livro de número cinquenta e três das Escrituras Sagradas. E as palavras ditas por Paulo no verso acima, a esta altura do campeonato, deveriam ser uma realidade na minha e na sua vida. Homens e mulheres cuja fé só cresce e cujo amor só aumenta, ainda que nas “perseguições e nas tribulações” (v.4); que não tomam por mérito o sofrer por Cristo, pois desconfiam de si mesmos e confiam apenas no poder divino; que sofrem pelo desejo ardente de serem “considerados dignos do reino de Deus” (v.5), pelos méritos de seu Salvador; que entendem que a vida de Jesus é o único modelo a ser seguido. Como escreveu Phillips Brooks: “Não estou enganado quando digo que todos os exércitos que já marcharam, todas as marinhas de guerra que já navegaram, todos os parlamentos que já se reuniram, todos os reis que já reinaram, em conjunto, não afetaram tanto a vida do Homem nesta Terra como aquela vida solitária – a vida de Jesus Cristo”.
Estamos diante de uma ação de graças diferente de todas as demais. Pois além de apresentar a fé e o amor como as primas virtudes do verdadeiro cristianismo, também apresenta o “reto juízo de Deus” (v.5) como “penalidade de eterna destruição” (v.9) contra os ímpios, e glória eterna para os salvos. A visão humana acerca do juízo divino tem sido equivocada e distorcida. Filmes, séries e livros de ficção têm confundido gerações e amortizado as mentes para o conhecimento da verdade. Hollywood transformou o grande conflito entre Cristo e Satanás em uma batalha épica que nada tem a ver com o real conflito que envolve o meu e o seu destino eterno. E mesmo no meio cristão, milhares têm sido influenciados por esta mídia demoníaca que tem o objetivo de tão somente desvirtuar a nossa mente das “coisas lá do alto” (Cl.3:2).
O povo de Deus passou por um terrível estado de apostasia no período do profeta Amós. Era um momento em que desfrutava de paz e tranquilidade. Na abundância e no sossego, esqueceram-se do Senhor. Sua religião era impecável em ritos e cerimônias, mas nauseante quanto à verdadeira adoração e prática de boas obras. Como uma Laodiceia do passado, confiavam em si mesmos, tornando-se independentes do Deus a quem diziam servir. E sobre o Dia do Senhor, que tanto professavam aguardar, foi-lhes dito: “Ai de vós que desejais o Dia do Senhor! Para que desejais vós o Dia do Senhor? É dia de trevas e não de luz” (Am.5:18). E este recado sobremodo assustador foi dado não aos gentios, mas ao professo povo de Deus. Um recado que se estende aos nossos dias, à igreja de Laodiceia: “Aborreço, desprezo as vossas festas e com as vossas assembleias solenes não tenho nenhum prazer” (Am.5:21).
O apelo do Senhor para o antigo Israel é o mesmo que faz hoje para o “Israel de Deus” (Gl.6:16). “Pois assim diz o Senhor à casa de Israel: Buscai-Me e vivei” (Am.5:4). O Dia do Senhor revelará as verdadeiras intenções e nada ficará oculto. “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (Ec.12:14). Jesus virá “para ser glorificado nos Seus santos e ser admirado em todos os que creram” (v.10). O Seu advento será o dia em que Ele contemplará “o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito” (Is.53:11). Mas também será o dia em que Ele virá “em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus, e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (v.8). Porque “aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1Jo.4:8). E Deus virá buscar os que, de fato, amaram, e porque amaram, perseveraram em obediência: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).
Amados, não cessemos de orar uns pelos outros, “para que o nosso Deus [nos] torne dignos da Sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé, a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em [nós], e [nós], nEle, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo” (v.12). Precisamos buscar ao Senhor de todo o nosso coração. O Espírito Santo está prestes a concluir a Sua obra. “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1). Seja Jesus o seu Advogado hoje, e você não precisará temê-Lo quando Ele vier como Juiz.
Nosso Deus e Pai, não queremos incorrer no erro dos filhos de Israel no tempo do profeta Amós, que desejavam a Tua vinda, sendo que não tinham o coração sincero diante de Ti nem estavam dispostos a mudar o seu modo de viver. Queremos sim ser como os tessalonicenses, cuja fé e amor revelavam um povo preparado para Te encontrar. Essa é uma obra que só o Teu Espírito pode realizar em nós. Por isso, confiantes na fidelidade da Tua Palavra, Te pedimos pelo batismo do Espírito Santo; a chuva temporã e a serôdia, para que a nossa vida glorifique tão somente a Ti. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, santos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#2Tessalonicenses1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100